Meryl Streep vive a pior cantora de ópera da História nos trailers de Florence: Quem É essa Mulher?
A Imagem Filmes divulgou um trailer legendado da comédia “Florence: Quem É essa Mulher?”, cinebiografia de Florence Foster Jenkins, pior cantora de ópera de todos os tempos, encarnada por Meryl Streep (“A Dama de Ferro”). Também foram divulgados pôsteres dos personagens, um trailer americano bem diferente e um vídeo de bastidores, em que o elenco celebra a história peculiar. No vídeo, Hugh Grant (“A Viagem”), que interpreta seu parceiro e empresário, chega a citar que David Bowie listou um disco de Florence entre seus favoritos de todos os tempos. A história gira em torno da socialite que sempre sonhou se tornar uma cantora de ópera, embora não tivesse o menor talento. Mas quando ela se torna irremediavelmente doente, inspira seu companheiro a realizar o impossível, com um pianista particular (Simon Helberg, de “The Big Bang Theory”), gravações e até um concerto no prestigioso Carnegie Hall, em Nova York, onde ela impressiona a platéia por motivos que jamais poderia imaginar. A história é inacreditavelmente real, mas ganhou tons mais cômicos do roteirista Nicholas Martin (série “Big Bad World”) do que a tragédia da vida real – ela sofreu um ataque cardíaco após ler as críticas à sua apresentação e faleceu no hospital. A direção é de Stephen Frears (“Philomena”) e a estreia está marcada para 7 de julho no Brasil, um mês após o lançamento no Reino Unido e um mês antes da chegada nos EUA.
Procurando Dory pode mostrar o primeiro casal gay da Pixar
“Procurando Dory” pode mostrar o primeiro casal gay de uma animação da Disney, ainda que numa produção do estúdio Pixar. Um pequeno trecho do novo trailer, divulgado nos EUA na terça (24/5), mostrou a protagonista sendo carregada num aquário por seu novo amigo, o polvo Hank, quando os dois esbarram num carrinho de bebê diante de duas mulheres que parecem ser um casal. A insinuação foi o suficiente para tirar do tédio os usuários do Twitter. “Elas são tão fofas. Isso é ótimo” e “Fiquei com os olhos cheios de lágrimas” foram algumas das reações positivas à breve aparição da dupla, que pode ou não ser um casal de lésbicas. Vale lembrar que a dubladora original de Dory, a comediante Ellen DeGeneres, é lésbica assumidíssima. Recentemente, a Disney liderou uma ameaça de boicote ao estado da Geórgia, nos EUA, contra a aprovação de uma lei que discriminaria os homossexuais, e fãs de “Frozen – Uma Aventura Congelante” iniciaram um petição para que a rainha Elsa ganhasse uma namorada no próximo filme da franquia. A hashtag promovendo a ideia, #GiveElsaAGirlfriend (Dê uma namorada a Elsa), chegou a ficar em primeiro lugar nos trending topics, a lista de assuntos mais comentados no Twitter. O trailer brasileiro, dublado, de “Procurando Dory” não mostra o casal. Ambas as versões podem ser conferidas aqui. A estreia está marcada para 30 de junho no Brasil, duas semanas após o lançamento nos EUA.
Estreias: Alice Através do Espelho desencanta em grande circuito
Mais uma semana, mais um candidato a blockbuster. “Alice Através do Espelho” chega em 1.102 salas do país, mais que o dobro do primeiro título da franquia em 2010 (487 telas), ocupando dois terços do parque exibidor nacional. Deste total, 666 telas são 3D e 12 IMAX (ou seja, todos do país). Mas se a criatividade do primeiro filme, dirigido por Tim Burton, inaugurou a tendência das fábulas encantadas com atores reais da Disney, o novo representa o primeiro sinal de esgotamento da fórmula. A continuação de “Alice no País das Maravilhas”, com direção de James Bobin (“Os Muppets”), é um desencanto completo. O colorido excessivo se junta à falta de coerência e as interpretações exageradas para conjurar muitos fogos de artifício. Mas sob o visual deslumbrante, só há fumaça e canastrice. Tiques, afetação e vozes irritantes dão o tom dos personagens, em especial o Chapeleiro Louco de Johnny Depp, que já figura como um das piores interpretações de sua carreira. Com 28% de aprovação no site americano Rotten Tomatoes, a sequência do filme de 2010 (56%, na época) é oficialmente podre. Outro lançamento infantil ocupa 463 salas. A animação “Peppa Pig – As Botas de Ouro e Outras Histórias” é uma coletânea de curtas da porquinha Peppa Pig, sucesso da TV paga britânica, que no Brasil tem sua série exibida na TV Cultura e na Discovery Kids. Difícil é entender o apelo de assistir TV no cinema. Apenas um lançamento adulto ganha distribuição ampla: “Jogo do Dinheiro”, de Jodie Foster (“Um Novo Despertar”), que reúne os astros George Clooney e Julia Roberts (parceiros da franquia “11 Homens e um Segredo”), em 220 salas. Thriller com muitas camadas, acompanha um apresentador de programa financeiro que, enquanto está “ao vivo”, torna-se refém de um telespectador armado, que perdeu tudo seguindo suas dicas e exige saber porquê ele foi mal intencionado. 55% no Rotten Tomatoes. O circuito limitado dá destaque para “A Garota do Livro”, drama indie sobre pedofilia, em 41 salas. Emily VanCamp (“Capitão América: Guerra Civil”) interpreta uma editora literária que precisa lidar com um trauma do passado, quando um escritor best-seller reaparece em sua vida. Longa de estreia da diretora Marya Cohn, teve boa recepção da crítica americana, com 91% no Rotten Tomatoes. “Roteiro de Casamento”, de Juan Taratuto (“Um Namorado para Minha Esposa), mostra que o cinema argentino também é capaz de produzir comédias tão bobas quanto o Brasil. A história, com projeção em 35 salas, gira em torno de um ator ególatra, que para se relacionar com uma atriz iniciante passa a interpretar um roteiro criado especialmente para o namoro dar certo. Mesmo assim, a trama não vira um besteirol e até introduz citações sofisticadas. Melhor lançamento internacional da semana, o francês “O Valor de um Homem” tem obviamente a pior distribuição, chegando a apenas três salas. Dirigido por Stéphane Brizé (“Mademoiselle Chambon”), traz Vincent Lindon (“Bastardos”) como um profissional desempregado que, entrando na Terceira Idade, precisa reajustar suas expectativas durante o período de crise financeira. É uma porrada dramática, que apresenta de forma crua e dolorida a banalidade da vida. Lindon foi premiado no Festival de Cannes do ano passado pelo papel, além de ter vencido o César (o Oscar francês). A programação ainda traz quatro estreias nacionais. Dois lançamentos são documentários. Da premiada diretora Sandra Werneck (“Cazuza – O Tempo Não Para”), “Os Outros” exibe o cotidiano de três “covers” oficiais de artistas populares – Roberto Carlos, Cazuza e Ivete Sangalo – em dez salas. Já “São Sebastião do Rio de Janeiro – A Formação de uma Cidade” foca a evolução do urbanismo do Rio de Janeiro, em quatro salas. “Uma Noite em Sampa”, de Ugo Giorgetti, é um drama social disfarçado de suspense, que explora clichês da luta de classe numa situação de paranoia não muito distante da visão distópica de “Uma Noite de Crime” (2013), mas que tem mais em comum com a espera de “Festa” (1989), do próprio Giorgetti. Acompanha um grupo de privilegiados – e alguns manequins de plástico… – , que trocaram a cidade vista nos telejornais sensacionalistas de José Luiz Datena e Marcelo Rezende pela segurança dos subúrbios, mas que decidem aproveitar as delícias da capital numa excursão a bordo de um ônibus seguro. Até que, após um jantar num restaurante caríssimo, o motorista some e o medo de passar uma noite paulista se instala. Tudo, porém, acontece numa locação única e o pavor paralisante é mais um estado de espírito que uma ameaça real. O circuito não foi divulgado, mas uma rápida pesquisa aponta exibição numa sala em São Paulo. Com maior alcance, “Ponto Zero” marca a estreia de José Pedro Goulart em longa-metragem, após impressionar com curtas nos anos 1980 e ir ganhar dinheiro com a publicidade. Longe de se mostrar “novato”, o cineasta gaúcho revela excelente domínio de cena, técnica e acabamento, além de apresentar uma narrativa muito bem desenvolvida, como se tivesse burilado o roteiro ao longo de vários anos até deixá-lo brilhante. Seu filme é diferente de tudo que se tem feito no cinema brasileiro nos últimos tempos. Ambicioso, com um toque de experimentalismo, mas bastante coeso, o filme acompanha uma noite de fuga de um adolescente em busca de sexo, um ato de rebeldia numa vida de submissão, que cobra um preço caro – e não apenas por ser sexo pago. Ocupa 13 salas.
Marvel confirma Cate Blanchett como Hela e revela primeira arte conceitual de Thor: Ragnarok
A Marvel divulgou a primeira arte conceitual de “Thor: Ragnorak”, que destaca Hela, a Deusa da Morte, vilã que será vivida pela atriz Cate Blanchett (“Carol”). A imagem, vista em detalhe acima e completa abaixo, foi antecedida pelo anúncio oficial do elenco e dos personagens do filme, confirmando especulações sobre quem a atriz australiana interpretaria na trama. Outro boato que virou fato foi a inclusão da heroína Valquíria na trama, que será mesmo interpretada por Tessa Thompson (“Creed”). A escalação embute uma coincidência. Tessa coestrelou “Creed” com Michael B. Jordan, que foi o primeiro ator negro a interpretar um herói que sempre foi loiro nos quadrinhos. Tessa, por sua vez, será a primeira atriz negra a interpretar uma heroína loira dos quadrinhos. A guerreira nórdica, inspirada no mito de Brunilda, vai virar afro-americana. Um detalhe da trama foi adiantado na época de escalação da atriz e antes de seu papel se tornar conhecido. Ela teria entrado no filme como interesse romântico de Thor no lugar de Natalie Portman, que não retornará à franquia. Dois novos atores também foram confirmados no elenco. Karl Urban (“Star Trek”) vai viver Skurge, que os fãs de quadrinhos conhecem melhor por seu nome de guerra: Executor, vilão asgardiano que usa um machado mortal. E Jeff Goldblum (“Independence Day”) dará vida ao Grã-Mestre, um imortal viciado em jogos, que na saga “Planeta Hulk” organiza competições entre gladiadores alienígenas. A presença do Grã-Mestre é mais uma indicação clara sobre a trama, que, além de Chris Hemsworth como Thor, ainda destaca Mark Ruffalo no papel de Hulk, Tom Hiddleston como Loki, Idris Elba como Heimdall e Anthony Hopkins como Odin. Jamie Alexander, cuja volta como Sif era tida como certa, não foi anunciada no elenco oficial. A direção está a cargo do comediante Taika Waititi, que tem no currículo a comédia sobre vampiros “What We Do in the Shadows”, inédita no Brasil, além das séries “Flight of the Conchords” e “The Inbetweeners”. “Thor: Ragnarok” tem estreia prevista para 26 de outubro no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA. Clique na arte abaixo para ampliá-la em tela inteira.
Marco Polo: Michelle Yeoh aparece nas primeiras fotos da 2ª temporada
O serviço de streaming Netflix divulgou a primeira dezena de fotos da 2ª temporada da série de aventura “Marco Polo”. As imagens destacam os personagens centrais e destacam a estreia da atriz malaia Michelle Yeoh (“O Tigre e o Dragão”) na trama de artes marciais. Trata-se da primeira série americana da famosa estrela asiática, após estrear na TV em 2015 na 5ª temporada da britânica “Strike Back”. Yeoh também trabalhou com a Netflix no filme “O Tigre e o Dragão: A Lenda Verde”, sequência do drama clássico de artes marciais de 2000, lançada no serviço em fevereiro. Em “Marco Polo”, ela vai interpretar uma personagem descrita como uma “mulher enigmática”, que faz parte do passado de Hundred Eyes (Tom Wu). Criada por John Fusco (roteirista de “O Tigre e o Dragão: A Lenda Verde”), “Marco Polo” conta as aventuras do famoso explorador veneziano que lhe dá nome, em jornada pelo Oriente do século 13. Lançada em dezembro de 2014, a série traz o ator italiano Lorenzo Richelmy (“100 Metri dal Paradiso”) no papel-título, como um dos primeiros ocidentais a percorrer a Rota da Seda, escrevendo relatos que se tornaram as principais fontes de informação da Europa sobre a Ásia na Idade Média. Na trama, sua busca por uma rota terrestre para o Oriente o conduz ao centro de uma guerra brutal na China, um país onde reinam as artes marciais, intrigas sexuais, manobras políticas e guerreiros sedentos por sangue. O elenco também inclui Benedict Wong (“Prometheus”) como o imperador Kublai Khan, além de Zhu Zhu (“O Homem Com Punhos de Ferro”), Joan Chen (“Desejo e Perigo”), Remy Hii (série “Neighbours”), Olivia Cheng (“A Arte da Guerra II”), Uli Latukefu (minissérie “Devil’s Playground”) e Tom Wu (série “Da Vinci’s Demons”). A estreia da 2ª temporada está marcada para 1º de julho.
John Carpenter vai voltar à franquia de terror Halloween
O cineasta John Carpenter vai voltar à franquia “Halloween”, como produtor executivo do 11º filme do psicopata Michael Myers. Diretor, roteirista, compositor da trilha e produtor do primeiro “Halloween”, que deu origem aos filmes de terror slasher dos serial killers sobrenaturais em 1978, Carpenter estava longe da franquia desde “Halloween III: A Noite das Bruxas”, que ele produziu em 1982. O filme original e sua sequência direta, “Halloween 2 – O Pesadelo Continua!” (1981), que Carpenter também escreveu, foram responsáveis por criar toda a mitologia da série, tendo sido refeitos por Rob Zombie em 2007 e 2009. Além disso, lançaram para a fama a atriz Jamie Lee Curtis, intérprete da heroína Laurie Strode, que se tornou uma espécie de musa dos filmes de terror, ganhando o apelido de Scream Queen (rainha do grito). Ela atualmente estrela uma série de terror cômico intitulada justamente “Scream Queens”. “Trinta e oito anos depois do ‘Halloween’ original, eu vou tentar fazer com que o novo longa seja o mais assustador de todos”, prometeu Carpenter em comunicado. O novo filme ainda não tem um título definido, nem elenco ou diretor, mas não deve continua a história de Rob Zombie, que dividiu opiniões. O segundo “Halloween” de Zombie interrompeu a carreira de Michael Myers em 2009 e, graças às baixas bilheterias, quase o levou à aposentadoria. A nova continuação será financiada pela Miramax, que detém os direitos da franquia, em parceria com a Blumhouse, produtora de Jasom Blum especializada em terrores baratos, como “Atividade Paranormal” (2007) e “Ouija” (2014). Além de “Halloween”, a filmografia de John Carpenter já rendeu vários remakes, como “Assalto à 13ª Delegacia” (2005), “A Névoa” (2005) e “A Coisa” (2011). Também há planos para refilmagens de “Os Aventureiros do Bairro Proibido” (1986), que seria estrelada por Dwayne Johnson, e “Starman – O Homem das Estrelas” (1984). E, para completar, recentemente o cineasta venceu uma ação de plágio contra “Sequestro no Espaço” (2012), que seria cópia de seu filme “Fuga de Nova York” (1981).
Damien: Série baseada no terror A Profecia é cancelada
O canal pago americano A&E cancelou a série “Damien”, baseada no filme de terror “A Profecia”. A atração não voltará para uma 2ª temporada em razão da baixíssima audiência que sintonizou seus dez episódios iniciais – cerca de 420 mil telespectadores por capítulo. O cancelamento foi confirmado pelo produtor Glen Mazzara (ex-“The Walking Dead”) por meio de seu perfil no Twitter, onde se desculpou por decepcionar os fãs. “Dói dizer, mas ‘Damien’ não terá uma 2ª temporada. Um obrigado de todos nós aos nossos incríveis fãs. A base de fãs de ‘Damien’ tem sido a melhor. Nós lamentamos muito por não poder continuar contando nossa história para vocês”, escreveu o produtor. “Damien” mostrava o que aconteceu com a criança de “A Profecia”. Na trama em 1976, ele era um bebê misterioso, trocado pelo filho natimorto do embaixador americano em Roma para crescer numa família influente e se tornar o Anticristo. O segundo filme o mostrou ainda adolescente. Mas também houve um terceiro filme, com Damien já adulto (e interpretado por Sam Neill, de “Jurassic Park”), que finalmente encarava sua missão de destruir a humanidade. É nesta fase em que a série se passava. O elenco destacava Bradley James (o jovem Rei Arthur da série “Merlin”) na pele de Damien Thorn, mostrando sua reação ao descobrir, ao atingir a maturidade, suas verdadeiras origens, além da veterana Barbara Hershey (“Sobrenatural”), Megalyn Echikunwoke (série “The Following”) e Omid Abtahi (“Jogos Vorazes: A Esperança – O Final”). A produção era do estúdio Fox, que detém os direitos sobre a franquia de terror, e o piloto foi dirigido pelo cineasta indiano Shekhar Kapur (“Elizabeth”) em sua estreia na TV americana. O último episódio da série foi exibido em 9 de maio com um desfecho ambíguo. Por isso, o timing da notícia do cancelamento tende a repercutir em desinteresse pela estreia de “Damien” no Brasil. A atração ia começar a ser exibida no país justamente nesta semana, na sexta (27/5), pelo canal pago A&E.
Série Limitless vira paradoxo: não foi renovada nem cancelada
Última série que ainda não teve seu destino definido para a próxima temporada, “Limitless” virou um paradoxo. A série não foi renovada pela rede CBS. Mas tampouco foi oficialmente cancelada. Isto porque se trata de uma produção da própria CBS, que, ainda por cima, tem em sua equipe um astro de Hollywood, Bradley Cooper (“Sniper Americano”). Segundo apurou a revista Entertainment Weekly, o cancelamento não foi anunciado porque há interesse em preservar a franquia, enquanto conversas acontecem nos bastidores para uma mudança de canal, como aconteceu com “Supergirl” – que saiu da CBS e foi para a CW. A expectativa é que a produção ganhe uma 2ª temporada em algum serviço de streaming, já que se trata da série de maior audiência que não retornará para a programação da TV aberta na próxima temporada, com uma média de 6 milhões de telespectadores por episódio – bem acima, por exemplo, de “Bones”, cancelada em sua 11ª temporada com 4,5 milhões de telespectadores. “Limitless” estreou em setembro com a segunda maior audiência entre os novos dramas da temporada passada: 9,86 milhões sintonizados em sua estreia. Desenvolvida por Craig Sweeny (roteirista de “Medium” e “Elementary”), a série oferece uma continuação do filme “Sem Limites” (2011), inclusive com participação de Bradley Cooper no papel de Eddie Morra. Mas se concentra numa nova cobaia dos testes com a droga milagrosa NZT, Brian Sinclair (Jake McDorman, também de “Sniper Americano”), rapaz que domina os efeitos colaterais e aumenta a capacidade de seu cérebro para 100%. Ele acaba recrutado pela agente do FBI Rebecca Harris (Jennifer Carpenter, de “Dexter”) para ajudar a solucionar crimes. A série é exibida no Brasil no canal pago Space.
Guilt: Série que evoca o caso de Amanda Knox ganha primeiros comerciais
O canal pago americano FreeForm (ex-ABC Family) divulgou o primeiro pôster e três comerciais de “Guilt”, melodrama criminal que gira em torno de uma jovem e bela americana suspeita de matar brutalmente uma colega britânica em Londres. A premissa evoca o conhecido caso real de Amanda Knox, que na verdade aconteceu na Itália e já rendeu até filme (“The Face of an Angel”). A trama gira em torno de Grace Atwood (Daisy Head, da série “The Syndicate”), que retorna da balada noturna para encontrar sua colega de quarto assassinada. Quando ela se torna a principal suspeita, sua irmã mais velha (Emily Tremaine, série “Vinyl”) se muda para Londres para defendê-la, mas logo descobre que ela pode não ser tão inocente quanto parece. Criada pelas roteiristas Kathryn Price e Nichole Millard (ambas de “Treinando o Papai”), a série ainda inclui em seu elenco Billy Zane (“Titanic”), Cristian Solimeno (série “Hollyoaks”), Naomi Ryan (série “Mr. Selfridge”) e Kevin Ryan (série “Copper”). A estreia está marcada para 13 de junho nos EUA.
Dead of Summer: Série de terror dos criadores de Once Upon a Time ganha primeiro trailer
O canal pago americano FreeForm (ex-ABC Family) divulgou uma coleção de pôsteres e o primeiro trailer de “Dead of Summer”, série de terror dos criadores de “Once Upon a Time”, passada em um acampamento de férias de verão no final dos anos 1980. Desenvolvida por Adam Horowitz e Edward Kitsis, a dupla de “Once Upon a Time”, em parceria com o roteirista Ian B. Goldberg, que também trabalhou na série das fábulas, a série evoca o clima da franquia “Sexta-Feira 13” e similares, como “Acampamento Sinistro” (1983) e “Chamas da Morte” (1981). A história acontece em Camp Clearwater, um acampamento de férias de verão do meio-oeste americano, onde jovens dos anos 1980 vão experimentar seus primeiros amores, seus primeiros beijos – e também suas primeiras mortes, graças a um antigo e sombrio mito da região. O elenco inclui Elizabeth Mitchell (séries “Lost”, “Revolution”), Elizabeth Lail (série “Once Upon a Time”), Zelda Williams (série “Teen Wolf”), Mark Indelicato (série “Ugly Betty”), Alberto Frezza (“Resgate Impossível”), Eli Goree (série “The 100”), Ronen Rubenstein (série “Orange Is the New Black”), Paulina Singer (“Gotham”) e Amber Coney (série “Class”). A 1ª temporada foi aprovada sem precisar passar por fase de piloto, apenas pela força de seu roteiro. A estreia está marcada para 28 de junho nos EUA.
Wayward Pines: Veja fotos e 10 comerciais da 2ª temporada
A rede americana Fox divulgou fotos, o pôster e 10 comerciais da 2ª temporada de “Wayward Pines”, que introduzem o novo protagonista, vivido por Jason Patric (“Os Perdedores”), e confirmam o retorno de vários integrantes da trama original. A prévia também mostra os moradores de Wayward Pines vivendo sob regras ainda mais radicais, implantadas pelos adolescentes da “Primeira Geração”, uniformizados como a juventude nazista, sob orientação da professora Megan Fisher (Hope Davis), que sobreviveu com sequelas ao desfecho da temporada anterior. Entre os atores que estão de volta, também é possível identificar Charlie Tahan (Ben Burke), Shannyn Sossamon (Theresa Burke), Carla Gugino (Kate Hewson) e até Terrence Howard (Xerife Pope), dado como morto na 1ª temporada. Mas apenas Hope Davis é representada nas fotos oficiais, ao lado das outras novidades no elenco, que ainda incluem Djimon Hounsou (“Guardiões da Galáxia”), Kacey Rohl (série “The Magicians”), Josh Helman (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Nimrat Kaur (série “Homeland”), Tom Stevens (série “Cedar Cove”) e Michael Garza (“Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1”). A trama original iniciou como um suspense sinistro, com a chegada do agente do Serviço Secreto Ethan Burke (Matt Dillon) ao vilarejo de Wayward Pines, em busca de dois agentes federais desaparecidos (um deles era a personagem de Gugino). Ele logo descobre que os moradores da cidade vivem sob vigilância e são impedidos de partir. Mas, conforme investiga, descobre que nada era o que parecia. O mistério, na verdade, escondia uma sci-fi apocalíptica, passada no futuro, no qual a pitoresca Wayward Pines era tudo o que restava da humanidade. As reviravoltas inesperadas, com direito a mudança de gêneros, estrearam diante de 3,7 milhões de telespectadores no verão americano de 2015 e não perderam público. Ao contrário, os últimos episódios foram assistidos por mais de 4 milhões de pessoas ao vivo, sintonia elevada para o período de férias. A continuação tem estreia marcada para esta quarta (25/5) nos EUA. E terá exibição praticamente simultânea no Brasil no canal pago premium Fox1.
Animal Kingdom: Veja 10 comerciais da série baseada no filme Reino Animal
O canal pago americano TNT divulgou 10 comerciais de “Animal Kingdom”, série baseada no excelente thriller criminal australiano “Reino Animal”, escrito e dirigido por David Michôd (“The Rover – A Caçada”), que lançou ao estrelato internacional vários atores hoje estabelecidos em Hollywood, como Joel Edgerton (“O Presente”), Jacki Weaver (“O Lado Bom da Vida”) e Sullivan Stapleton (série “Blindspot”). As prévias replicam a premissa do filme e revelam o surgimento de uma nova vilã formidável no mundo das séries, interpretada pela veterana Ellen Barkin (“Treze Homens e um Novo Segredo”). A série vai reencenar a trama australiana nas praias do sul da Califórnia, centrando-se, como no filme, no parente mais jovem de uma família de criminosos, Joshua, um garoto de 17 anos que passa a morar com a avó (Barkin) e os tios após a morte da mãe, vítima de uma overdose de heroína. Mas assim que mergulha na rotina familiar, ele descobre que seu novo cotidiano é bancado por atividades criminosas. Além de Ellen Barkin como a matriarca impiedosa, papel que consagrou Jacki Weaver no cinema, o elenco destaca Scott Speedman (franquia “Anjos da Noite”), no papel do brutamontes vivido por Edgerton em 2010. Os demais atores são Shawn Hatosy (série “Southland”), Ben Robson (série “Vikings”), Jake Weary (série “Pretty Little Liars”), Daniella Alonso (série “Revolution”), Molly Gordon (série “Orange is the New Black”) e o jovem Finn Cole (série “Peaky Blinders”) como o protagonista Joshua. O cineasta David Michôd vai participar da produção, que foi desenvolvida pelo roteirista John Wells (responsável também pelo remake de “Shameless”). A 1ª temporada, com 10 episódios, estreia em 14 de junho nos EUA.
Burt Kwouk (1930 – 2016)
Morreu o ator britânico Burt Kwouk, que ficou conhecido pelo papel de Cato Fong, o fiel criado oriental do Inspetor Clouseau na franquia de comédia “A Pantera Cor de Rosa”. Ele faleceu nesta terça-feira (24/5) aos 85 anos de idade, comunicou seu agente. Nascido no norte da Inglaterra, mas criado em Xangai, na China, Kwouk iniciou sua carreira na televisão britânica nos anos 1950 e, ao longo das seis décadas seguintes, fez participações em diversas atrações famosas, como “Danger Man”, “O Santo”, “Man of the World”, “Seres do Amanhã” e “Doctor Who” chegando a estrelar, nos últimos anos, 78 episódios da longeva soup opera “Last of the Summer Wine”, entre 2002 e 2010. Ele também atuou em vários filmes, alguns considerados clássicos, como “A Morada da Sexta Felicidade” (1958), estrelado por Ingrid Bergman, “As Sandálias do Pescador” (1968), com Anthony Quinn, e “Império do Sol (1987), de Steven Spielberg, além de produções B cultuadas – “A Seita do Dragão Vermelho” (1961), “As 13 Noivas de Fu Manchu” (1966), etc – e três longas do espião James Bond, incluindo o famoso “007 Contra Goldfinger” (1964) – quatro, se também contar a sátira “Cassino Royale” (1967). Mas será sempre mais lembrado por ter estrelado seis filmes da franquia “A Pantera Cor-de-Rosa”, desde “Um Tiro no Escuro” (1964) até os filmados após a morte de Peter Sellers, como o criado que realizava ataques de surpresa nos momentos mais inesperados, seguindo a orientação de testar a prontidão do Inspetor Clouseau a qualquer momento. Sua performance rendeu alguns dos momentos mais memoráveis da franquia e entronizou Cato entre os personagens mais conhecidos do cinema.












