Sexta-Feira 13: Remake vai contar a origem de Jason
O novo remake da franquia “Sexta-Feira 13” será uma história de origem, mas não recontará a trama conhecida pelos fãs da franquia. Segundo o produtor Brad Fuller (“Ouija”), o roteiro escrito por Aaron Guzikowski (“Os Suspeitos”) deve trazer mudanças em relação ao que foi apresentado no primeiro “Sexta-Feira 13” (1980). “É uma origem que ninguém viu antes. Obviamente, Pamela está lá, mas é meio diferente do que foi visto antes”, afirmou Fuller em entrevista ao site The Reel World. Embora Jason tenha virado o símbolo da franquia, o assassino original era sua mãe, Pamela Voorhees (vivida por Betsy Palmer) – o que chegou a inspirar pegadinha do psicopata de “Pânico” (1996). O monstrengo só aparecia na última cena do primeiro filme, ainda criança, saindo do lago para o susto final. Por isso, nunca ficou claro como ele se tornou imortal. O próximo “Sexta-Feira 13” será o 13º filme da franquia e ainda não tem previsão de estreia.
Inédita no Brasil, Transparent é renovada para a 4ª temporada
A 3ª temporada ainda não foi disponibilizada nos EUA, mas o serviço de streaming Amazon já anunciou a renovação da série “Transparent” para sua quarto ano. Produção mais premiada da Amazon, a série surpreendeu ao conquistar cinco Emmys em 2015, incluindo Melhor Ator (Jeffrey Tambor) e Direção (para a criadora Jill Soloway). A série, que não é exibida no Brasil, conta a história de um professor universitário de meia-idade e pai de três filhos, interpretado por Tambor, que assume sua transexualidade e inicia a transição para o gênero feminino. Tambor e Jill Soloway já venceram diversos outros prêmios pela produção, como os troféus dos sindicatos dos Atores, Diretores e Produtores de Hollywood. A previsão é que a 4ª temporada estreie em 2017.
Aquarius fecha distribuição com 50 países
O filme “Aquarius”, dirigido por Kleber Mendonça Filho (“O Som ao Redor”) e estrelado por Sonia Braga (“O Beijo da Mulher-Aranha”), fechou distribuição em cerca de 50 países e disponibilização, após janela cinematográfica, pela Netflix. O anúncio foi feito pelo coprodutor e distribuidor internacional do longa, o francês Saïd Ben Saïd (produtor de “Mapas para as Estrelas”, de David Cronenberg), proprietário da SBS. Por enquanto, a única data de estreia confirmada é 28 de setembro, na França, mas a distribuição também será feita na Espanha, Portugal, Itália, Bélgica, Suíça, Noruega, República Tcheca, Grécia, Turquia, Dinamarca, Polônia, Eslováquia, Croácia, Bósnia, Eslovênia, Sérvia e China. No Brasil, a data de estreia ainda não foi definida, mas deverá ser anunciada nos próximos dias pela distribuidora Vitrine. Nos demais países, o filme deve chegar via Netflix. Um acordo foi feito para streaming na América do Norte, América Latina (exceto o Brasil), Austrália, Nova Zelândia, Grã Bretanha e Ásia (exceto China). O filme teve sua première mundial na competição do Festival de Cannes, onde chamou mais atenção por seu protesto contra o “coup d’Etat” no Brasil, sem ter obtido prêmios, mas fechou participações em 25 outros festivais do circuito internacional – começando pelo Festival de Sydney em junho, seguido de Munique (Alemanha) e Nantes (França), entre outros.
Rogue One: Boatos indicam que primeiro derivado de Star Wars será refilmado
O site PageSix, publicação do tabloide New York Post dedicada à celebridades, publicou rumores negativos sobre “Rogue One: Uma História Star Wars”. Segundo fontes do site, os executivos da Disney não gostaram do filme, que teria sido mal recebido em sessões de teste já realizadas, e ordenaram quatro semanas de refilmagens. Quatro semanas é tempo suficiente para refazer o filme inteiro. Se for verdade, representa sérios problemas. Mas nem a Disney nem a LucasFilm confirmaram a informação. O primeiro trailer do filme foi lançado em abril e bem recebido pelo público. Anunciado como uma abordagem mais sombria do universo de “Star Wars”, o filme é centrado em novos personagens que não fazem parte da história central. O elenco inclui Felicity Jones (“A Teoria de Tudo”), Diego Luna (“Elysium”), Mads Mikkelsen (série “Hannibal”), Alan Tudyk (série “Firefly”), Forest Whitaker (“O Mordomo da Casa Branca”), Ben Mendelsohn (“O Lugar Onde Tudo Termina”), Riz Ahmed (“O Abutre”), Donnie Yen (“O Grande Mestre”) e Jiang Wen (“Guerreiros do Céu e da Terra”). Além disso, a trama deve contar com uma aparição de Darth Vader. Com roteiro de Chris Weitz (“Cinderela”) e direção de Gareth Edwards (“Godzilla”), “Rogue One: Uma História de Star Wars” estreia em 16 de dezembro deste ano.
Ministro da Justiça polonês vai reabrir caso de extradição de Polanski
A Polônia vai reabrir o processo de extradição do cineasta franco-polonês Roman Polanski para os EUA, anunciou nesta terça-feira(31/5) o Ministro da Justiça polonês Zbigniew Ziobro. O diretor é acusado de ter estuprado uma menor de idade em 1977 e encontra-se foragido desde então. O ministro informou que apresentará um recurso ao Tribunal Supremo para impugnar “uma decisão do tribunal de Cracóvia de não extraditar aos Estados Unidos Polanski, acusado de um crime cruel contra uma menor, o estupro de uma menor”. A declaração foi feita durante uma entrevista a uma rádio pública. “Para nós, isto não é uma surpresa”, disse à AFP Jerzy Stachowicz, um dos advogados do diretor. “Nós já esperávamos. O senhor Ziobro já havia declarado há algum tempo que faria isto. No momento, não podemos fazer comentários, pois não sabemos se já fez ou se ainda vai fazer”, completou o advogado. O tribunal de Cracóvia rejeitou no dia 30 de outubro a extradição de Roman Polanski e a promotoria da cidade decidiu não apelar contra a decisão. Ele se arriscou a enfrentar o processo na Polônia para poder filmar seu novo drama na terra natal de seus pais. O diretor de clássicos como “O Bebê de Rosemary” (1968), “Chinatown” (1974) e “O Pianista” (2002) foi acusado de violentar Samantha Geimer em 1977, quando ela tinha 13 anos, após uma sessão de fotos em Los Angeles. Na ocasião, ele tinha 43 anos. Embora tenha celebrado um acordo judicial, declarando-se culpado e cumprido pena de 42 dias na prisão, Polanski fugiu para a França ao obter liberdade condicional, antes de uma nova audiência em 1978, temendo que seu acordo original fosse revisto por outro juiz. Como é cidadão francês, ele não pode ser extraditado da França, o que o tornou, desde então, foragido da justiça americana. Mesmo foragido, ele continuou filmando na França e conquistando reconhecimentos da indústria cinematográfica. Chegou até a vencer o Oscar nos EUA, por seu trabalho em “O Pianista”. Mas o caso de quatro décadas não foi esquecido pela justiça americana, que, em 2009, conseguiu convencer a Suiça a prendê-lo, quando ele desembarcou no país a caminho do Festival de Zurique. Curiosamente, o caso repercutiu negativamente e, com o apoio da comunidade artística, ele lutou contra a extradição e ganhou, voltando para sua casa na França. Logo em seguida, foi premiado como Melhor Diretor no Festival de Berlim por “O Escritor Fantasma” (2010). Assim como a justiça suíça, o tribunal de Cracóvia considerou que Polanski tinha cumprido sua pena original e que seus direitos tinham sido violados na perseguição movida pelos EUA. Contudo, a promotoria de Los Angeles argumenta que o diretor continua sendo um fugitivo e está sujeito à prisão imediata nos Estados Unidos, porque ele fugiu do país antes da sentença. Polanski chegou a dizer, em entrevista coletiva logo após a decisão da justiça polonesa, que considerava o caso acabado. “O caso acabou, pelo menos na Polônia, eu espero. Eu posso suspirar com alívio. É difícil descrever quanto tempo, energia e esforço isso custa, quanto sofrimento que trouxe para a minha família”, ele se manifestou, afirmando já ter cumprido sua pena. “É simples. Eu me declarei culpado, eu fui para a prisão. Eu cumpri o meu castigo. Acabou”, resumiu. Uma eventual ordem de extradição não obrigaria Polanski, hoje com 82 anos, a voltar aos EUA, pois ele está na França. Mas atrapalharia seus planos para fazer seu novo longa-metragem na Polônia: “The Dreyfus Affair”, adaptação cinematográfica do livro “An Officer and a Spy”, de Robert Harris. Este seria apenas seu segundo longa totalmente filmado no pais, após “A Faca na Água” (1962), no começo de sua carreira.
Atriz de Maze Runner: Prova de Fogo vai estrelar adaptação do mangá Battle Angel Alita
A produção da adaptação do mangá clássico “Battle Angel Alita” definiu sua protagonista. A atriz Rosa Salazar, que se destacou no papel de Brenda em “Maze Runner: Prova de Fogo”, vai estrelar o filme no papel-título. A escolha é inusitada pois, apesar da aparência juvenil, ela já tem 30 anos, enquanto a personagem é uma robô adolescente. Como o desenvolvimento desse projeto se arrasta há anos, sabe-se lá o que isso pode representar caso o filme vire franquia. De todo modo, a escalação confirma a preferência do diretor Robert Rodriguez (“Machete”) em trabalhar com atores latinos. E, principalmente, é um sinal de que o projeto ainda vive. A última notícia sobre a adaptação datava de novembro, quando James Cameron assumiu que jamais tiraria seu roteiro do papel se fosse esperar para rodá-lo após finalizar a vindoura trilogia (agora quadrologia) de “Avatar”. Na ocasião, ele anunciou a contratação de Robert Rodriguez para dirigir o longa. Criada por Yukito Kishiro em 1990, a trama de “Battle Angel Alita” se passa no século 26 e acompanha uma robô com formas femininas resgatado de um lixão por um expert cibernético, que a adota como filha. Ao reviver, ela descobre que, apesar de sua memória apresentar defeitos, tem conhecimento instintivo de artes marciais. Logo, a garota torna-se uma caçadora de recompensas robótica. O filme acabou ganhando um título ligeiramente diferente do mangá original: “Alita: Battle Angel”. Além de produzir, Cameron escreveu a primeira versão do roteiro na década passada. As filmagens serão financiadas pelo estúdio 20th Century Fox, mas ainda vão demorar muito para começarem. O início da produção está marcado apenas para 2017 e o longa ainda não tem previsão de lançamento.
Horizonte Profundo: Filme de desastre com Mark Wahlberg ganha novo trailer e cinco pôsteres
A Lionsgate divulgou os pôsteres dos personagens e o segundo trailer do filme “Horizonte Profundo – Desastre no Golfo” (originalmente, “Deepwater Horizon”), que narra a história real de um desastre marítimo. A prévia faz o espectador sofrer um minuto de cotidiano meloso/tedioso do personagem de Mark Wahlberg (“Ted”), antes de mostrar o que está na premissa, a explosão de uma plataforma petrolífera. Mas ao chegar lá entrega cenas intensas, que dão a dimensão do desastre e a luta desesperada pela sobrevivência dos trabalhadores isolados em alto mar. A explosão da plataforma Deepwater Horizon aconteceu em 2010 e resultou em 11 mortos, 16 feridos e num dos maiores vazamentos de petróleo da História, na bacia do Golfo do México. O filme volta a juntar Wahlberg com o diretor Peter Berg, após “O Grande Herói” (2013). O roteiro é de Matthew Sand (“Ninja Assassino”) e Matthew Michael Carnahan (“Guerra Mundial Z”) e o elenco também inclui Kurt Russell (“Os Oito Odiados”), sua filha Kate Hudson (“O Noivo da Minha Melhor Amiga”), John Malkovich (“Red – Aposentados e Perigosos”), Gina Rodriguez (série “Jane the Virgin”), Dylan O’Brien (“Maze Runner: Prova de Fogo”) e a menina Stella Allen (minissérie “The Astronaut Wives Club”). “Horizonte Profundo – Desastre no Golfo” chega aos cinemas brasileiros em 29 de setembro, um dia antes do lançamento nos EUA.
Morgan: Atriz de A Bruxa vira criatura de laboratório no trailer de nova sci-fi
A 20th Century Fox divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Morgan”, terror científico sobre experiência genética, estrelado por Kate Mara (“Quarteto Fantástico”) e Ana Taylor-Joy (revelada em “A Bruxa”). A prévia tenta manter o mistério sobre a identidade e capacidade do personagem-título, uma nova forma de vida sintética criada num laboratório secreto, mas não esconde que a experiência dá errado, com Morgan saindo do controle em meio à destruição e marcas de sangue. Na trama, Mara interpreta uma funcionária de uma grande corporação enviada para avaliar um acidente em um laboratório ultra-secreto, onde uma nova forma de Mal foi criado por cientistas dentro de um corpo humano (Ana Taylor-Joy). A premissa, que remonta à literatura gótica (“Frankenstein”), é velha conhecida da ficção científica, tendo rendido nas últimas décadas alguns exemplares interessantes como “A Experiência” (1995) e “Splice – A Nova Espécie” (2009). O filme marca a estreia de Luke Scott, filho do veterano Ridley Scott, como cineasta, após trabalhar como diretor assistente em “Exôdo: Deuses e Reis”, dirigido por seu pai. O elenco também inclui Toby Jones (série “Wayward Pines”), Jennifer Jason Leigh (“Os Oito Odiados”), Paul Giamatti (“O Espetacular Homem-Aranha 2”), Boyd Holbrook (série “Narcos”) e Chris Sullivan (série “The Knick”). A estreia está marcada para 2 de setembro nos EUA e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.
Dwayne Johnson vai estrelar filme do herói Doc Savage
O ator Dwayne Johnson revelou que vai viver o herói Doc Savage no cinema. Ele usou seu Instagram para mostrar uma foto de seu encontro com a equipe criativa da produção, que será escrita e dirigida por Shane Black (“Homem de Ferro 3”), e ainda fez comentários sobre o personagem. “Depois de conversar por horas com Shane Black, eu pude entender porque o criador de Superman pegou apenas as melhores coisas de Doc Savage e deixou de lado o lado ‘esquisitão’. Mas, para nós, é esse lado ‘esquisitão’ que faz Clark ‘Doc’ Savage ótimo! Mal posso esperar para mergulhar nesse personagem único!”, ele escreveu. A citação ao Superman é uma referência ao fato de Doc Savage, o Homem de Bronze, ser uma das inspirações dos criadores do Homem-Aço. O personagem foi criado por Henry W. Ralston e John L. Nanovic para as revistas pulp americanas em 1933. A história de sua origem conta que Clark Savage Jr. foi criado pelo pai cientista (antes de se falar em manipulação genética) para que virasse um homem perfeito. Doc Savage acabou se tornando um cirurgião, cientista, físico, inventor e aventureiro. Entre suas habilidades estão força sobre-humana, resistência à dor e ao cansaço, grande técnica em artes marciais, vasto conhecimento científico e memória fotográfica. Além de suas habilidades, em suas aventuras ele ainda conta com a ajuda de uma equipe de especialistas altamente treinados, chamada Cinco Fabulosos. Assim como O Sombra, que foi inspiração do Batman, Doc Savage também acabou adaptado para os quadrinhos nos anos 1940 e ganhou diversas versões ao longo das décadas seguintes, sendo publicado tanto pela Marvel quanto pela DC Comics. Shane Black planeja filmar o herói há vários anos, mas seus planos para o longa foram colocados de lado quando a Marvel o procurou para dirigir “Homem de Ferro 3” (2013). Em 2010, quando assumiu o projeto, Black adiantou que a trama ia se passar nos anos 1930, como na história original, e contaria a origem de Doc e sua equipe Cinco Fabulosos. O personagem já foi adaptado para os cinemas em 1975, num filme estrelado por Ron Ely (o “Tarzan” da famosa série de TV dos anos 1970), que foi um retumbante fracasso de bilheterias.
Atriz de Wolverine entra na adaptação do mangá Ghost in the Shell
A atriz Rila Fukushima, que interpretou Katana na série “Arrow” e Yukio em “Wolverine – Imortal”, vai estrelar outra adaptação de quadrinhos. Segundo o site The Hollywood Reporter, ela entrou no elenco de “Ghost in the Shell”, adaptação do famoso mangá do mestre Masamune Shirow (criador também de “Appleseed”). O papel da atriz ainda não foi revelado, mas sua contratação acontece após a produção ter sido criticada porque a estrela Scarlett Johansson, intérprete da protagonista do mangá, Motoko Kusanagi, não é japonesa. Fukusima não é a primeira estrela japonesa contratada para o longa, que também contará com o veterano Takeshi “Beat” Kitano (“Zatoichi”) como Daisuke Aramaki, o chefe da Seção 9, além de Kaori Momoi (“Memórias de uma Gueixa”) e Yutaka Izumihara (“Invencível”). O elenco também inclui Michael Pitt (série “Boardwalk Empire”), como o terrorista virtual conhecido como The Laughing Man (o homem que ri), e o dinamarquês Pilou Asbæk (série “Os Borgias”), como o policial Batou, parceiro de Kusanagi, e a francesa Juliette Binoche (“Godzilla”) como a Dra. Ouelet, que não existe nos quadrinho. Considerada uma das maiores realizações dos quadrinhos japoneses, “Ghost in the Shell” (alma na concha, em tradução literal) foi criado em 1989 por Masamune Shirow e teve grande impacto na cultura pop, especialmente no ramo da sci-fi conhecido como cyberpunk. A história original se passava em 2029 e acompanhava a major Mokoto Kusanagi, comandante ciborgue de uma unidade de combate ao terrorismo cibernético (Seção 9), que luta contra uma conspiração de hackers, cujo objetivo é levar anarquia às ruas de uma megacidade japonesa. Seu sucesso deu origem a uma franquia animada, composta por três longas, quatro OVAs (filmes lançados diretamente em vídeo) e duas séries de televisão. A direção da adaptação americana está a cargo de Rupert Sanders (“Branca de Neve e o Caçador”) e a produção terá supervisão de Steven Spielberg (“Lincoln”), dono do estúdio DreamWorks, que é fã assumido do material original. A previsão de lançamento é para 31 de março de 2017.
Sense8: Veja fotos e vídeos da gravação da série na Parada de Orgulho LGBT de São Paulo
Conforme programado, a série americana “Sense 8” gravou cenas de sua 2ª temporada durante o desfile da Parada de Orgulho LGBT neste domingo (29/5), em São Paulo. O momento que mais chamou atenção foi um beijo encenado no alto de um carro alegórico, protagonizado pelos personagens Lito (Miguel Ángel Silvestre) e Hernando (Alfonso Herrera), mas todo o elenco se pegou durante o desfile, como se pode conferir pelos vídeos abaixo. Por sinal, nunca é demais lembrar que há 10 anos Herrera arrancava suspiro das meninas como integrante da novela – e banda – mexicana “Rebelde”. Além dos dois, também marcaram presença no trio elétrico a diretora-produtora Lana Wachowsky e outros integrantes do elenco, como Jamie Clayton, Brian J Smith, Max Riemelt, Freema Agyeman, Doona Bae, Tina Desai e novato Toby Onwumere (substituto de Aml Ameen no papel de Capheus). O grupo distribuiu acenos e sorrisos para o público, e também cantou “What’s Up”, da banda 4Non Blondes, que virou uma espécie de hino da série, após embalar uma cena da 1ª temporada que envolvia todos os protagonistas. VÍDEO (12):Cena #Herlito na Parada Gay de São Paulo – #Sense8InBrazil. pic.twitter.com/nZrh2MIQh2 — AH Universal Brasil (@AHUniversalBR) May 29, 2016 SOCORRO! BRIAN BEIJANDO MIGUEL E TUPPENCE NO TRIO ELÉTRICO (via @SitePORTALFAMA) #Sense8NaParada pic.twitter.com/tmxdDuer87 — Sense8 Brasil (@Sense8BR) May 29, 2016
Bilheterias: Capitão América vira o maior lançamento de 2016 nos EUA
Após quatro fins de semana em cartaz, “Capitão América: Guerra Civil” atingiu a maior arrecadação de um lançamento de 2016 nos cinemas norte-americanos. Com os US$ 15 milhões faturados nos últimos três dias, a produção da Marvel chegou ao total de US$ 372,6 milhões, abrindo US$ 10 milhões à frente do 2º lugar, outro filme de super-heróis, “Deadpool”. O terceiro “Capitão América” estreou em 6 de maio nos EUA, ocasião em que faturou impressionantes US$ 179,1 milhões, a maior abertura do ano. No mundo inteiro, “Capitão América: Guerra Civil” já soma US$ 1,1 bilhão e ocupa a 16ª posição entre as maiores bilheterias de todos os tempos. Como ainda continua faturando alto – está atualmente em 4º lugar nos EUA – , deve escalar novas posições e chegar entre as 10 principais arrecadações da História nos próximos dias. Para isso, porém, Capitão América terá que lutar novamente contra seu grande rival, já que o 10º lugar pertence a “Homem de Ferro 3” (2013).
Bilheterias: X-Men massacram Alice Através do Espelho nos EUA
Um fato curioso aconteceu nas bilheterias norte-americanas neste fim de semana. A Marvel bateu a Disney. O filme “X-Men: Apocalipse”, produção da 20th Century Fox baseada nos quadrinhos da Marvel, superou “Alice Através do Espelho”, nova fábula da Disney, que, ironicamente, é dona da Marvel. Foi, na verdade, um massacre. “X-Men: Apocalipse” teve arrecadação de blockbuster, faturando US$ 65 milhões em seu fim de semana de estreia. Como segunda é feriado nos EUA (Memorial Day), a expectativa é que o filme atinja US$ 80 milhões em seus primeiros quatro dias. Já “Alice” teve desempenho pífio, de filme pequeno, rendendo cerca de US$ 28 milhões, com estimativa de chegar a US$ 35 milhões ao final do feriadão. O valor é 70% menor que o de “Alice no País das Maravilhas”, de Tim Burton, que estreou faturando US$ 116 milhões em 2010. O novo “X-Men” também ficou abaixo do lançamento anterior da franquia, “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” (2014), que rendeu US$ 110 milhões no mesmo feriado em 2014 – valor 30% superior à estreia atual. Nenhum dos dois filmes empolgou a crítica, mas enquanto “X-Men: Apocalipse” teve uma cotação medíocre (48% no site Rotten Tomatoes), “Alice Através do Espelho” foi considerado “podre” (29%). O péssimo desempenho da fábula também marca o primeiro fracasso da Disney em 2016, após emplacar três blockbusters consecutivos (“Zootopia”, “Mogli, o Menino Lobo” e “Capitão América: Guerra Civil”), e mais um tropeço da carreira de Johnny Depp, intérprete do Chapeleiro Louco, que não emplaca um grande sucesso desde “Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas” (2011). Ao contrário, a maioria de seus filmes recentes deu prejuízo – como “O Cavaleiro Solitário” (2013), “Transcendence: A Revolução” (2014) e “Mortdecai: A Arte da Trapaça” (2015). Mais abaixo no ranking semanal, em 4º lugar, “Capitão América: Guerra Civil” somou mais US$ 15 milhões para atingir uma marca importante, transformando-se na maior bilheteria do ano nos EUA, com um total de US$ 372,6 milhões arrecadados – US$ 10 milhões à frente do 2º lugar, outro filme de super-heróis, “Deadpool”. No mundo inteiro, o terceiro “Capitão América” atingiu US$ 1,1 bilhão e já ocupa a 16ª posição entre as maiores bilheterias de todos os tempos. Também houve um fato histórico na parte inferior do ranking. “Love & Friendship”, comédia de época do diretor Whit Stillman, tornou-se o primeiro filme produzido por uma empresa de streaming, o Amazon Studios, a figurar no Top 10 das maiores arrecadações dos EUA, com US$ 2,9 milhões em 9º lugar. Este ano, o Amazon ainda lançará a comédia “Café Society”, de Woody Allen, o terror “The Neon Demon”, de Nicolas Winding Refn, e o drama “Patterson”, de Jim Jarmusch. BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. X-Men: Apocalipse Fim de semana: US$ 65 milhões Total EUA: US$ 65 milhões Total Mundo: US$ 250,8 milhões 2. Alice Através do Espelho Fim de semana: US$ 28,1 milhões Total EUA: US$ 28,1 milhões Total Mundo: US$ 93,1 milhões 3. Angry Birds – O Filme Fim de semana: US$ 18,7 milhões Total EUA: US$ 66,3 milhões Total Mundo: US$ 223,5 milhões 4. Capitão América: Guerra Civil Fim de semana: US$ 15,1 milhões Total EUA: US$ 372,6 milhões Total Mundo: US$ 1,1 bilhão 5. Os Vizinhos 2 Fim de semana: US$ 9,1 milhões Total EUA: US$ 38,3 milhões Total Mundo: US$ 74,8 milhões 6. Mogli, o Menino Lobo Fim de semana: US$ 6,9 milhões Total EUA: US$ 338,4 milhões Total Mundo: US$ 877,5 milhões 7. Dois Caras Legais Fim de semana: US$ 6,3 milhões Total EUA: US$ 21,7 milhões Total Mundo: US$ 21,7 milhões 8. O Jogo do Dinheiro Fim de semana: US$ 4,2 milhões Total EUA: US$ 33,9 milhões Total Mundo: US$ 50,7 milhões 9. Love & Friendship Fim de semana: US$ 2,4 milhões Total EUA: US$ 3,4 milhões Total Mundo: US$ 3,4 milhões 10. Zootopia Fim de semana: US$ 832 mil Total EUA: US$ 335,8 milhões Total Mundo: US$ 991,4 milhões












