A Chegada: Sci-fi consagrada pela crítica ganha três cenas inéditas legendadas e novos pôsteres de personagens
A Sony Pictures divulgou três cenas inéditas legendadas de “A Chegada” (Arrival), sci-fi dirigida por Dennis Villeneuve (“Sicario”), que abriu o Festival do Rio e arrancou elogios no Festival de Veneza. Além disso, uma nova coleção de cartazes chegou ao mercado internacional, destacando individualmente os personagens principais, vividos por Amy Adams (“Batman vs. Superman”), Jeremy Renner (“Capitão América: Guerra Civil”) e Forest Whitaker (“O Mordomo da Casa Branca”). Na trama, Adams vive uma especialista em linguística convocado pelo governo americano para tentar estabelecer comunicação com uma nave que pousou nos EUA, durante a chegada de uma dúzia de veículos espaciais distribuídos por todo o planeta, buscando entender a intenção dos visitantes. O roteiro de Eric Heisserer (“Quando as Luzes se Apagam”) adapta o conto “Story of Your Life”, de Ted Chiang, laureado com os prêmios Hugo e Nebula (as mais importantes premiações da ficção científica). O filme estreou nos EUA no fim de semana, conquistando 93% de aprovação da crítica americana, na apuração do site Rotten Tomatoes. A no Brasil está marcada para 24 de novembro.
Elenco de Barrados no Baile se junta em homenagem a Shannon Doherty, que luta contra um câncer
O elenco da série clássica “Barrados no Baile” (Beverly Hills, 9021) voltou a se reunir no fim de semana, num evento da convenção nostálgica Rewindcon, em Chicago, nos EUA. E aproveitou a ocasião para homenagear uma integrante original da série, que não pôde comparecer por problemas de saúde. A atriz Shannen Doherty, intérprete da cabeça dura Brenda Walsh, enfrenta uma batalha dolorida e bastante pública contra um câncer. Luke Perry, que interpretava Dylan McKay, lembrou aos presentes sobre a importância da amiga. “Nenhum de nós estaria aqui hoje sem Shannen. Ela passou por muita coisa e não está bem agora, mas às vezes sua importância é minimizada”, disse o ator. Além dele, também estiveram presentes Jennie Garth (Kelly), Jason Priestley (Brandon), Tori Spelling (Donna), Vincent Young (Noah), Gabrielle Carteris (Andrea), Christine Elise (Emily) e James Eckhouse (Jim Walsh). Após o evento, a homenagem se estendeu para as redes sociais. Jennie Garth postou em seu Instagram uma imagem com a frase “Lute como uma Brenda”, acrescentando na legenda: “Para minha irmã de alma. Shannen Doherty, a mulher mais forte que eu já conheci. Antes e agora”, escreveu a intérprete de Kelly. Doherty compartilhou o post, que pode ser visto abaixo, acrescentando um comentário: “Tenho muito orgulho da amizade, respeito e admiração que sentimos uma pela outra”. to my soul sister @theshando strongest lady i've ever known. then and now. i used to be threatened by your spirit, now i'm in awe of it. you've taught me a lot about speaking my mind and not being afraid of my power. i'm so grateful that young me got to be friends with you. but especially "old" me! the best is yet to come on this crazy journey!! love you! #fightlikeagirl #fightlikebrenda #aries Uma foto publicada por Jennie ? (@jenniegarth) em Nov 12, 2016 às 8:55 PST
A Bela e a Fera: Primeiro trailer legendado confirma que o filme é um remake do desenho animado
A Disney divulgou o primeiro trailer legendado de “A Bela e a Fera”. Com fotografia e direção de arte caprichadas, a prévia confirma que a produção é uma versão fiel do desenho animado, praticamente um remake com atores reais, mas ainda dependente da animação para dar vida à Fera e aos objetos falantes da trama. Os fãs do clássico animado irão reconhecer várias cenas reencenadas de forma muito similar ao apresentado pelo estúdio em seu lançamento de 1991, inclusive a famosa dança entre a Bela e a Fera, em que Emma Watson aparece de vestido amarelo como nos cartazes da animação. O que a prévia não deixa claro, entretanto, é que, assim como o desenho, o filme é um musical, que contará com regravações das canções originais, além de três músicas inéditas compostas por Alan Menken, que ganhou dois Oscars pelo clássico animado há 25 anos. Menken trabalhou nas novas canções com Tim Rice, reeditando a parceria premiada de “Aladdin” (1992). O filme traz Dan Stevens (série “Downton Abbey”) como a Fera, Luke Evans (“Drácula – A História Nunca Contada”) como o vilão Gaston e um elenco de coadjuvantes famosos, formado por Josh Gad (“Jobs”), Stanley Tucci (“Jogos Vorazes”), Emma Thompson (“Walt nos Bastidores de Mary Poppins”), Kevin Kline (“Última Viagem a Vegas”), Ewan McGregor (“Jack, o Caçador de Gigantes”) e Ian McKellen (franquia “O Hobbit”). A direção é de Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”) e o roteiro de Stephen Chbosky (que dirigiu Emma Watson no drama adolescente “As Vantagens de Ser Invisível”). A estreia está marcada para o dia 16 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Dia do Atentado: Filme sobre o atentado contra a maratona de Boston ganha novo trailer e fotos
A CBS Films divulgou as fotos oficiais e o novo trailer de “Dia do Atentado”, o terceiro filme consecutivo do diretor Peter Berg estrelado por Mark Wahlberg, baseado em fatos reais e focado em heroísmo. Além do tema, alguns padrões da trilogia se mantém, como o fato de o protagonista ser um trabalhador especializado que se vê numa situação que foge a seu controle, em meio a explosões. Desta vez, a catástrofe não é a explosão de uma plataforma petrolífera, como em “Horizonte Profundo: Desastre no Golfo”, atualmente em cartaz nos cinemas, mas um atentado terrorista, que permite uma inversão da situação de “O Grande Herói” (2013), conduzindo a uma caçada a muçulmanos nos EUA. O filme oferece uma dramatização do atentado terrorista ocorrido durante a maratona de Boston em 2013, no feriado conhecido como “Dia do Patriota” nos EUA – daí o título original. O tom da prévia reflete o título, com bandeiras tremulando e mensagem patriótica. Além de mostrar a explosão, há ainda espaço para humanizar as vítimas e destacar a caçada da polícia e do FBI aos irmãos terroristas, responsáveis pelo ataque. O roteiro foi escrito por Matt Charman (“Ponte de Espiões”) e Eric Johnson (que adaptou “Horas Decisivas”), tendo como base o livro “Boston Strong”, escrito por Casey Sherman (autor do livro que virou o fracasso “Horas Decisivas”). O elenco também inclui Michelle Monaghan (“Pixels”), Kevin Bacon (série “The Following”), John Goodman (“Argo”), JK Simmons (“Whiplash”), Alex Wolff (“Casamento Grego 2”), Vincent Curatola (“O Homem da Máfia”), Jimmy O. Yang (série “Silicon Valley”), Lana Condor (“X-Men: Apocalipse”), James Colby (“A Entrega”), Rachel Brosnahan (série “House of Cards”) e até Melissa Benoist (série “Supergirl”) como uma jovem muçulmana. A estreia está marcada para o dia 21 de dezembro, em lançamento limitado para se qualificar ao Oscar, antes de chegar ao circuito comercial norte-americano em 13 de janeiro. Já no Brasil, a estreia só vai acontecer em 16 de fevereiro.
Lupita Tovar (1910 – 2016)
Morreu Lupita Tovar, uma das primeiras estrelas latinas de Hollywood. Ela faleceu no sábado (12/11) em Los Angeles, de causas naturais aos 106 anos de idade. Nascida em Oaxaca, no México, Lupita foi descoberta pelo documentarista Robert Flaherty na capital mexicana, durante uma competição para revelar atrizes de cinema. Ela ficou em 1º lugar e, como prêmio, foi convidada a filmar nos EUA, mudando-se para Los Angeles na companhia da avó materna em 1928. Seu primeiro contrato foi com os estúdios Fox, participando de filmes mudos, em que deveria demonstrar diversos talentos. Por isso, precisou aprender a tocar violão e ter aulas de dança, além de estudar inglês, uma língua que ela mal falava. Mas se dedicou arduamente, visando conquistar um novo contrato. Ela conseguiu seu objetivo, assinando com a Universal, mas para filmar em espanhol. Muitos de seus primeiros trabalhos se perderam, como “A Mulher Enigma” (1929), em que contracenou com Bela Lugosi. Mas, por coincidência, ela acabou ficando mais conhecida justamente num filme que todos relacionam a Lugosi. Na época, os estúdios começavam a perceber que o mercado de cinema não se restringia aos EUA e passaram a fazer versões alternativas de seus lançamentos faladas em espanhol. Assim, simultaneamente à filmagem do clássico “Drácula” (1931) de Lugosi, a Universal realizou um “Drácula” (1931) com diretor e atores mexicanos, aproveitando os mesmos cenários. Lupita interpretou Eva, a versão mexicana da protagonista Mina, numa produção em que os personagens tinham nomes espanholizados – Juan Harker, Lucía, etc. Além deste terror clássico, ela participou de “A Vontade do Morto” (1930), versão em espanhol de “Meia Noite em Ponto” (1930). E, por sinal, o produtor que teve a ideia de realizar esses remakes, o tcheco Paul Kohner, acabou se apaixonando e se casando com a atriz em 1932. Aos poucos, a Universal começou a escalar Lupita em filmes falados em inglês, como na aventura “A Leste de Bornéu” (1931), com direção de George Melford, e o western “A Lei da Fronteira” (1931), em que viveu a protagonista, ao lado do cowboy Buck Jones. Com status de estrela, Lupita foi convidada a voltar ao México para protagonizar “Santa” (1932), o primeiro filme mexicano sonoro – isto é, que tinha som e imagem sincronizados na mesma tira de celuloide. No melodrama, Lupita vivia uma jovem inocente que, após ter um caso com um soldado, tornava-se tragicamente uma prostituta. Fez tanto sucesso que o governo mexicano chegou a emitir um selo postal em sua homenagem, com Tovar caracterizada como Santa. Após um breve hiato para curtir o casamento e ter a primeira filha, Lupita voltou a Hollywood com a comédia clássica “Fanfarronadas” (1936), ao lado do mestre do humor Buster Keaton, que foi outro grande sucesso. Ela ainda participou do filme de guerra “Bloqueio” (1938), com Henry Fonda, protagonizou o western “Valentia de Gringo” (1939), com George O’Brien, e coestrelou “South of the Border” (1939) com o cowboy cantor Gene Autry, “Inferno Verde” (1940), com Douglas Fairbanks Jr., e “O Galante Aventureiro” (1940), com Gary Cooper, antes de engravidar do segundo filho e se aposentar cinco anos depois com o filme B de mistério “O Médico Destemido” (1945). Ao sair de cena, a atriz deixou uma herdeira, a filha Susan Kohner, que seguiu a carreira da mãe e foi indicada ao Oscar por “Imitação da Vida” (1959), de Douglas Sirk. Além disso, os filhos de Susan também se destacaram no cinema, mas em outras funções, escrevendo e dirigindo filmes. Indicados ao Oscar pelo Roteiro de “O Grande Garoto” (2002), os irmãos Chris e Paul Weitz são netos de Lupita.
Ghost in the Shell: Novos vídeos destacam trilha sonora e cena de Scarlett Johansson nua
O lançamento do primeiro trailer de “Ghost in the Shell” aconteceu num evento midiático no Japão, que teve direito à performance de Kenji Kawai, o compositor da trilha do anime original, e a exibição de uma cena, aparentemente da abertura do filme, projetada junto do show. Tanto a apresentação ao vivo quanto a cena podem ser conferidas abaixo. A cena revela a criação do invólucro da Major, personagem cibernética vivida por Scarlett Johansson. A prévia mostra como o metal sintético ganha curvas e vida, apresentando o resultado final com a atriz completamente nua. Já a parte musical inclui duas composições diferentes. A abertura tribal, tocada por tambores poderosos, é inédita, mas a canção seguinte, acompanhada por um coral de japonesas, é conhecida dos fãs do anime. Chama-se “Making of Cyborg” e faz parte da trilha sonora da animação de 1995. O terceiro vídeo abaixo apresenta o evento completo, que durou 40 minutos com entrevistas do diretor Rupert Sanders, Scarlett e do ator/diretor japonês Takeshi “Beat” Kitano (“Zatoichi”), que vive Daisuke Aramaki, o chefe da Seção 9, divisão que combate o terrorismo vitual. O elenco ainda inclui Michael Pitt (série “Boardwalk Empire”) como o terrorista conhecido como The Laughing Man (o homem que ri), o dinamarquês Pilou Asbæk (série “Os Borgias”) como o policial Batou, parceiro da Major, Kitano a francesa Juliette Binoche (“Godzilla”) como a Dra. Ouelet, cientista que não existe nos quadrinhos, além de diversos atores orientais no elenco de apoio, como Rila Fukushima (“Wolverine – Imortal”), Kaori Momoi (“Memórias de uma Gueixa”), Yutaka Izumihara (“Invencível”) e Chin Han (“Contágio”). Considerada uma das maiores realizações dos quadrinhos japoneses, “Ghost in the Shell” foi criado como mangá em 1989 por Masamune Shirow (também autor de “Appleseed”) e teve grande impacto na cultura pop. A história original se passava em 2029 e acompanhava a major Mokoto Kusanagi, comandante ciborgue de uma unidade de combate ao terrorismo cibernético (Seção 9), que luta contra uma conspiração de hackers, cujo objetivo é levar anarquia às ruas de uma megacidade japonesa. Seu sucesso deu origem a uma franquia animada, composta por três longas, quatro OVAs (filmes lançados diretamente em vídeo) e duas séries de televisão. A estreia do novo filme está marcada para 13 de abril no Brasil, com o título “traduzido” como “A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell”.
Jackie Chan recebe Oscar honorário em reconhecimento à sua carreira
A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood fez a entrega do Oscar honorário aos homenageados deste ano, em cerimônia realizada no sábado (12/11) em Los Angeles. O destaque ficou por conta do reconhecimento à carreira do astro chinês Jackie Chan. Ao agradecer o prêmio, que foi entregue por seu colega da franquia “A Hora do Rush”, Chris Tucker, e por Sylverster Stallone, Chan disse que nunca esperava ganhar um Oscar, por ser um chinês que fazia filmes de ação. Além dele, também foram homenageados a editora de cinema Anne V. Coates, o diretor de elenco Lynn Stalmaster e o documentarista Frederick Wiseman com estatuetas do Oscar honorário, também conhecido como Governors Awards. A premiação se tornou um evento separado dos Academy Awards em 2009, visando dar maior atenção aos premiados. Mesmo assim, os quatro homenageados estarão presentes na cerimônia de premiação do Oscar 2017, que acontecerá no dia 26 de fevereiro.
Doutor Estranho faz quase US$ 500 milhões mundiais e já supera outros heróis da Marvel
Além de liderar as bilheterias dos EUA, “Doutor Estranho” continua faturando alto em todo o mundo, a ponto de ser o filme mais visto do mundo pela segunda semana. No mercado internacional, a produção soma US$ 339,6 milhões, com destaque para a China onde o filme arrecadou US$ 83,5 milhões em duas semanas. Juntando a quantia com a arrecadação doméstica (nos EUA), o total global do longa já está atualmente em US$ 492,6 milhões. Ou seja, em duas semanas “Doutor Estranho” já arrecadou mais que o total obtido por “O Incrível Hulk” (US$ 263 milhões), “Capitão América: O Primeiro Vingador” (US$ 371 milhões) e “Thor” (US$ 449 milhões), entre os filmes da Marvel. O filme deve cruzar a marca de US$ 500 milhões de arrecadação nesta segunda (14/11) e, a seguir, deixar para trás o total de “Homem-Formiga” (US$ 520 milhões). Graças a esse desempenho, “Doutor Estranho” também está ajudando a Disney a aumentar seu recorde de arrecadação mundial e se aproximar do recorde histórico registrado pela Universal em 2016, de US$ 6,9 bilhões, a maior bilheteria anual de um estúdio em todos os tempos. Atualmente, a Disney está com US$ 6,2 milhões de arrecadação acumulada em 2016. Mas ainda terá a estreia de “Moana” em duas semanas, para tentar fezer História mesmo com os fracassos de “Alice Através do Espelho”, “O Bom Gigante Amigo”, “Horas Decisivas” e “Meu Amigo, o Dragão”.
Doutor Estranho lidera bilheterias pela segunda semana nos EUA
“Doutor Estranho” não deu chances para as estreias, mantendo-se como o filme mais visto nos cinemas americanos pelo segundo fim de semana consecutivo. A produção da Marvel estrelada por Benedict Cumberbatch arrecadou US$ 43 milhões, ultrapassando a marca de US$ 150 milhões em seus primeiros 10 dias em cartaz. Em todo o mundo, o super-herói já está perto de atingir outra marca impressionante, com quase US$ 500 milhões de faturamento. A animação “Trolls” também se manteve firme na vice-liderança com US$ 35 milhões, chegando a US$ 94 milhões no mercado doméstico e a um total mundial de mais de US$ 220 milhões. É um ótimo desempenho diante da concorrência direta da Marvel. Com isso, a estreia da sci-fi “A Chegada”, um dos filmes mais elogiados do ano, com 93% de aprovação no site Rotten Tomatoes, teve que se contentar com o 3º lugar. Mas nem por isso fez feio, arrecadando US$ 24 milhões. O valor é satisfatório para seu orçamento de US$ 47 milhões, especialmente considerando que ainda não “chegou” em vários países. No Brasil, “A Chegada” é esperada em 24 de novembro. Outra estreia ficou em 4º lugar, a comédia “Almost Christimas”, celebrando o Natal em novembro, com US$ 15,5 milhões. Como é típico das comédias americanas estreladas por atores negros – veja-se também no ranking “Boo! A Madea Halloween” – , a produção não tem previsão e nem deve ser lançada nos cinemas do Brasil. Já a terceira estreia ampla da semana fracassou completamente. O terror “Refém do Medo” fez apenas US$ 3,7 milhões, ocupando o 7º lugar com seus clichês de menino fantasma e casa mal-assombrada. A crítica resumiu o potencial da obra, estrelada por Naomi Watts (“A Série Divergente: Convergente”) e Jacob Tremblay (“O Quarto de Jack”), com 0% de aprovação. A estreia no Brasil também vai acontecer em 24 de novembro. BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. Doutor Estranho Fim de semana: US$ 43 milhões Total EUA: US$ 153 milhões Total Mundo: US$ 492,6 milhões 2. Trolls Fim de semana: US$ 35 milhões Total EUA: US$ 94 milhões Total Mundo: US$ 222 milhões 3. A Chegada Fim de semana: US$ 24 milhões Total EUA: US$ 24 milhões Total Mundo: US$ 28,6 milhões 4. Almost Christmas Fim de semana: US$ 15,5 milhões Total EUA: US$ 15,5 milhões Total Mundo: US$ 15,5 milhões 5. Até o Último Homem Fim de semana: US$ 10,7 milhões Total EUA: US$ 32,2 milhões Total Mundo: US$ 32,2 milhões 6. O Contador Fim de semana: US$ 4,5 milhões Total EUA: US$ 77,7 milhões Total Mundo: US$ 128,6 milhões 7. Refém do Medo Fim de semana: US$ 3,7 milhões Total EUA: US$ 3,7 milhões Total Mundo: US$ 3,7 milhões 8. Boo! A Madea Halloween Fim de semana: US$ 3,5 milhões Total EUA: US$ 70,4 milhões Total Mundo: US$ 71,4 milhões 9. Jack Reacher: Sem Retorno Fim de semana: US$ 3,3 milhões Total EUA: US$ 54,5 milhões Total Mundo: US$ 127,5 milhões 10. Inferno – O Filme Fim de semana: US$ 3,2 milhões Total EUA: US$ 31,5 milhões Total Mundo: US$ 202,5 milhões
Ghost in the Shell: Trailer impressionante dá vida às cenas icônicas do anime clássico
A Paramount divulgou novas fotos, o pôster e o trailer (legendado e dublado) de “Ghost in the Shell”. A produção também ganhou título nacional, “traduzido” como “A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell”, que é pior que o péssimo nome do longa animado no Brasil – “O Fantasma do Futuro”. Por falar no anime, o que mais chama atenção na prévia é a forma impressionante com que o cineasta Rupert Sanders (“Branca de Neve e o Caçador”) deu vida às cenas icônicas do clássico desenho japonês de 1995. Não foi à toa que Mamoru Oshii deu um depoimento se dizendo arrebatado pela adaptação americana. E Scarlett Johansson está absolutamente perfeita neste contexto, assumindo o espírito (ghost) da protagonista em seu invólucro (shell) de carne e osso. Os produtores até mudaram o nome da personagem, Motoko Kusanagi, para Major, sua patente, visando evitar muitas críticas à etnia da atriz, em meio à acusações de embranquecimento de personagens orientais por Hollywood. Mas não há como ver o filme sem pensar imediatamente na origem japonesa de tudo o que é mostrado. O visual é lindo, arrebatador e irretocável, num futurismo que abrange desde biotecnologia até a arquitetura urbana, como convém à temática cyberpunk do mangá que originou todas as adaptações. A sensação é basicamente um upgrade no deslumbramento causado por “Blade Runner” (1982), via influência do anime e da computação digital, que ainda não tinham se disseminado na época do precursor do cyberpunk cinematográfico. Considerada uma das maiores realizações dos quadrinhos japoneses, “Ghost in the Shell” foi criado como mangá em 1989 por Masamune Shirow (também autor de “Appleseed”) e teve grande impacto na cultura pop. A história original se passava em 2029 e acompanhava a major Mokoto Kusanagi, comandante ciborgue de uma unidade de combate ao terrorismo cibernético (Seção 9), que luta contra uma conspiração de hackers, cujo objetivo é levar anarquia às ruas de uma megacidade japonesa. Seu sucesso deu origem a uma franquia animada, composta por três longas, quatro OVAs (filmes lançados diretamente em vídeo) e duas séries de televisão. A direção da adaptação americana está a cargo de Rupert Sanders, mas é importante destacar também a supervisão de Steven Spielberg (“Lincoln”), dono do estúdio DreamWorks, que é fã assumido do material original. O elenco ainda inclui Michael Pitt (série “Boardwalk Empire”) como o terrorista virtual conhecido como The Laughing Man (o homem que ri), o dinamarquês Pilou Asbæk (série “Os Borgias”) como o policial Batou, parceiro de Kusanagi, o lendário cineasta japonês Takeshi “Beat” Kitano (“Zatoichi”) como Daisuke Aramaki, o chefe da Seção 9, a francesa Juliette Binoche (“Godzilla”) como a Dra. Ouelet, que não existe nos quadrinhos, além de diversos atores orientais no elenco de apoio, como Rila Fukushima (“Wolverine – Imortal”), Kaori Momoi (“Memórias de uma Gueixa”), Yutaka Izumihara (“Invencível”) e Chin Han (“Contágio”). A estreia está marcada para 13 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
A Lei da Noite: Ben Affleck surge matador no novo trailer legendado de seu retorno à direção
A Warner divulgou o segundo trailer legendado de “A Lei da Noite”, que marca a volta de Ben Affleck à direção após sua consagração em “Argo” (2012), vencedor do Oscar de Melhor Filme. A prévia destaca cenas intensas, frases de efeito, clima sombrio, fotografia deslumbrante e muita ação. A trama acompanha a ascensão criminal de Joe Coughlin (Affleck), filho mais novo de um capitão da polícia, que começa sua carreira fazendo pequenos furtos na Boston da década de 1920 e vai ganhando respeito dentro do crime organizado. Até perceber que esse caminho não tem mais volta. Além de dirigir, Affleck assina o roteiro e estrela a produção, que adapta o livro homônimo de Dennis Lehane, autor das obras que inspiraram “Sobre Meninos e Lobos” (2003), “Ilha do Medo” (2010) e “Medo da Verdade” (2007), primeiro longa dirigido por Affleck. O elenco também inclui Zoe Saldana (“Guardiões da Galáxia”), Elle Fanning (“Malévola”), Sienna Miller (“Sniper Americano”), Scott Eastwood (“Esquadrão Suicida”), Chris Cooper (“O Espetacular Homem-Aranha 2”), Max Casella (série “Vinyl”), Brendan Gleeson (“O Guarda”), Anthony Michael Hall (série “Murder in the First”), Chris Messina (série “The Mindy Project”) e Titus Welliver (série “Bosch”). A produção é do ator Leonardo DiCaprio (“O Lobo de Wall Street”) e a estreia está marcada para 12 de janeiro no Brasil, um dia antes do lançamento mais amplo nos EUA. Vale observar que o filme terá sessões limitadas em dezembro, em Los Angeles e Nova York, visando se qualificar à disputa por uma indicação ao Oscar de 2017.
Vídeos e fotos promovem o crossover das séries de super-heróis da DC Comics
A rede americana CW e a revista EW (Entertainment Weekly) juntaram forças para divulgar o megacrossover das séries dos super-heróis da DC Comics. O evento rendeu capa e ensaio da revista, que inclusive divulgou um vídeo de bastidores com entrevistas do elenco central das atrações envolvidas no crossover. Já o CW adiantou o primeiro comercial, além de liberar fotos para a publicação. A trama abrangerá episódios de “Arrow”, “The Flash”, “Legends of Tomorrow” e “Supergirl”, no maior crossover de séries diferentes já feito na história da televisão, e será motivada pela chegada da raça alienígena chamada Dominadores, que já rendeu um crossover nos quadrinhos, intitulado “Invasão!”, em 1988. Pois a trama que vai juntar as quatro séries terá justamente este nome. Os habitantes do planeta Domínio surgiram nos quadrinhos como vilões do século 30, numa história da Legião dos Super-Heróis publicada em 1967, mas foi somente duas décadas depois, durante “Invasão!”, que viraram um perigo considerável no universo da DC. Escrita por Bill Mantlo, em sua estreia na editora (após longa carreira na Marvel), e desenhada por ninguém menos que Todd McFarlane (o criador de “Spawn”), a minissérie que conduziu o crossover mostrou a chegada de várias naves alienígenas à Terra, numa aliança multiplanetária liderada pelos dominadores, motivando uma união sem precedentes de super-heróis para impedir a invasão. Conforme o produtor Mark Guggenheim afirmou na Comic-Con, será a Supergirl quem conectará todas as séries. “Uma ameaça externa irá envolver Supergirl em ‘The Flash’, depois em ‘Arrow’ e depois em ‘Legends of Tomorrow’”, contou o realizador na ocasião. E o crossover começará justamente pela série “Supergirl” em 28 de novembro.
Diretor de A Bruxa vai filmar remake de Nosferatu
O diretor Robert Eggers, que estreou com o terror “A Bruxa” (2015), premiado no Festival de Sundance, vai fazer nova incursão ao gênero em seu segundo longa-metragem. Ele vai se arriscar a filmar um remake do clássico do cinema mudo “Nosferatu” (1922), de F.W. Murnau. O projeto já é antigo. Veio à tona pela primeira vez no ano passado, mas é um sonho literalmente de infância de Eggers. Em entrevista ao podcast do site Indiewire, o diretor contou que ficou obcecado pelo ator Max Schreck quando era criança, depois de ver uma foto do Conde Orlok num livro, a ponto de convencer sua mãe a dirigir até uma locadora em outra cidade para alugar um vídeo do filme. Algum tempo depois, quando tinha 17 anos, ele fez uma adaptação da história para o teatro. “Parece feio, blasfemo e egomaníaco que um diretor como eu faça ‘Nosferatu’ nesta altura da minha carreira. Eu até estava esperando um pouco, mas aí entrou o destino e mexeu com tudo”, ele explicou. O destino tem nome. Se chama Jeff Robinov, ex-presidente da Warner Bros, que foi decisivo para o sucesso de filmes como “Batman: O Cavaleiro das Trevas” (2008), “Se Beber, Não Case!” (2009), “A Origem” (2010), “Argo” (2012) e “Gravidade” (2013). O executivo conseguiu arrecadar um capital de US$ 1 bilhão para financiar sua nova empresa cinematográfica, Studio 8, e fechou um acordo de distribuição com a Sony Pictures para lançar seus filmes. O remake de “Nosferatu” será um dos primeiros projetos. Além de dirigir, Eggers vai escrever a adaptação. Vale observar que produção será o quarto “Nosferatu” – ou quinto, se contar “Drácula em Veneza” (1988). O clássico foi refilmado pela primeira vez em 1979 pelo diretor alemão Werner Herzog, com o ator Klaus Kinski (“Fitzcarraldo”) no papel do vampiro. Kinski ainda voltou a reviver o personagem no citado trash “Drácula em Veneza”, que teve seu diretor demitido no meio das filmagens. Além disso, o cineasta indie David Lee Fisher lançou uma nova versão de “Nosferatu” há apenas duas semanas, direto em VOD, com Doug Jones (“Hellboy”) no papel principal. O filme é tão lendário que até a história por trás de sua filmagem também foi parar nos cinemas, na ficção “A Sombra do Vampiro” (2000), em que Willem Dafoe (“Meu Amigo Hindu”) viveu Max Schreck como um vampiro de verdade. Para completar o clima macabro, no ano passado o crânio do diretor do filme original, Friedrich Wilhelm Murnau, foi roubado de sua sepultura na Alemanha.












