7ª temporada de American Horror Story terá como tema as últimas eleições dos EUA
A 7ª temporada de “American Horror Story” terá como tema a última eleição dos Estados Unidos. O produtor Ryan Murphy divulgou a informação em entrevista ao programa “Watch What Happens Live”, de Andy Cohen, na noite de quarta-feira (15/2). “Acho que será interessante para muitas pessoas”, comentou o produtor e roteirista. Mesmo assim, Murphy evitou dar detalhes, e respondeu com um simples “talvez”, quando questionado se haverá uma versão de Trump na temporada. Anteriormente, Murphy havia dito que não revelaria o tema do sétimo ano da série com antecedência, visando repetir o mistério feito ao redor de “Roanoke”, a trama da 6ª temporada da atração. Ainda sem título, a nova fase já têm confirmados os retornos de Sarah Paulson e Evan Peters, e começará a ser gravada em junho, com previsão de lançamento em 17 de setembro. Criada por Murphy e Brad Falchuk em 2011, “American Horror Story” já venceu 15 Emmys (o “Oscar da TV”) e dois Globos de Ouro, e encontra-se renovada até sua 8ª temporada.
John Wick tem estreia matadora em semana repleta de filmes do Oscar 2017
Os lançamentos da semana se dividem claramente entre filmes de shopping center e filmes de Oscar. Mesmo assim, a estreia mais ampla também conquistou excelente avaliação crítica. Com 90% de aprovação no site Rotten Tomatoes, “John Wick – Um Novo Dia para Matar” mostra que é possível fazer cinema de ação de qualidade. Com ritmo desenfreado e muita violência, o filme traz Keanu Reeves de volta ao papel do matador profissional John Wick, que ele desempenhou em “De Volta ao Jogo” (2014). O sucesso inesperado daquele longa animou a distribuidora a dobrar o circuito na continuação. A estreia acontece em 358 salas, contra 230 do primeiro filme. A diferença de qualidade para o segundo maior lançamento é abissal. Estrelado por Brad Pitt e Marion Cottilard, o romance de espionagem “Aliados” consegue ser mais brega que “Cinquenta Tons Mais Escuros”, mas a crítica americana foi bondosa, com 61% de aprovação. Fracasso nos EUA, onde já saiu de cartaz, o longa faturou US$ 40 milhões no mercado doméstico, menos da metade de seu orçamento de US$ 85 milhões. A terceira e última estreia comercial é “A Cura”, que marca a volta de Gore Verbinski ao terror, 15 anos após “O Chamado” (2002). E todo seu capricho visual não esconde que se trata de uma trama pouco original, já vista várias vezes antes. Com 41% de aprovação, a história do spa do qual ninguém consegue sair é tão medíocre quanto a parceria anterior do diretor com o roteirista Justin Haythe, “O Cavaleiro Solitário” (2013). A maior estreia do Oscar 2017 é “Lion – Uma Jornada para Casa”, que chega em 100 salas. O filme traz Dev Patel, estrela de “Quem Quer ser um Milionário?” (2008), como um jovem adotado por uma família australiana, após se perder da família biológica na Índia. Anos depois, ele busca pistas para reencontrar sua mãe. Ao todo, o longa recebeu seis indicações, incluindo para os troféus de Melhor Ator Coadjuvante e Atriz Coadjuvante (Patel e Nicole Kidman). Há ainda mais quatro estreias de indicados ao prêmio máximo do cinema. Entretanto, elas chegam em circuito ridículo, eufemisticamente chamado de “circuito de arte”. Para se ter ideia, o maior lançamento, depois de “Lion”, ocupa 13 salas. Ironicamente, é uma animação com potencial para alcançar o grande público, a produção suíça “Minha Vida de Abobrinha”. Outro candidato ao Oscar de Melhor Animação, a produção franco belga “A Tartaruga Vermelha”, impressiona por ocupar apenas quatro salas – uma em São Paulo, uma no Rio, uma em Brasília e uma em Porto Alegre. Indicado ao Oscar de Melhor Documentário, “Eu Não Sou Seu Negro”, sobre a história do racismo nos EUA, estreia em seis capitais, e a comédia sueca “Um Homem Chamado Ove”, que disputa o Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira, tem lançamento em nove salas. Completa o circuito o drama tcheco “Eu, Olga Hepnarová”, que abriu no ano passado a mostra Panorama do Festival de Berlim, venceu vários prêmios internacionais e foi exibido na Mostra de São Paulo. Estará disponível em quatro salas entre São Paulo, Rio e Salvador. Clique nos títulos dos filmes para assistir aos trailers das estreias da semana.
Mel Gibson negocia dirigir Esquadrão Suicida 2
A Warner Bros. Pictures convidou Mel Gibson para dirigir “Esquadrão Suicida 2”. Segundo o site Deadline, o estúdio e Gibson estão em negociações iniciais para que ele assuma o projeto. Ao buscar conferir com suas fontes, o site The Hollywood Reporter descobriu que o cineasta estaria buscando se familiarizar com os personagens e o projeto antes de decidir. O maior entrave é que Gibson nunca dirigiu um trabalho sob encomenda. Todos os seus projetos foram autorais. Por isso, caso Gibson não deseje assinar, o estúdio tem como Plano B o diretor Daniel Espinosa (“Protegendo o Inimigo”) Gibson venceu o Oscar 1996 de Melhor Diretor por “Coração Valente” e está de volta à disputa, concorrendo ao Oscar 2017 por “Até o Último Homem”. David Ayer não vai retornar na continuação, mas foi contratado para assumir “Sereias de Gotham”, um spin-off centrado na Arlequina, personagem de Margot Robbie. “Esquadrão Suicida” não agradou a crítica, mas arrecadou US$ 745 milhões mundialmente.
Cineastas brasileiros no Festival de Berlim se manifestam contra mudanças na política do audiovisual
Os cineastas brasileiros presentes no Festival de Berlim aproveitaram uma recepção promovida pela Embaixada do Brasil na Alemanha para divulgar uma carta conjunta, manifestando-se contra mudanças na política do audiovisual. Sem usar a palavra “golpe”, que parece ter caído em desuso, o texto parte de uma acusação contra o governo de Michel Temer, que teria atingido “duramente” direitos, para traçar um cenário de fim de mundo, em que o audiovisual brasileiro “corre o risco de acabar”. Entretanto, logo no parágrafo seguinte, o mesmo texto celebra o fato de o audiovisual brasileiro (nunca antes na história deste país) ter sido tão forte. A manifestação marca terreno, visando impedir mudanças na política nacional para o setor do audiovisual, especialmente na área de fomento – dinheiro público para a produção de filmes. Quem assina embaixo são os diretores Daniela Thomas, Laís Bodanzky, Julia Murat, Cristiane Oliveira e Felipe Bragança, todos com filmes em Berlim. Confira o texto na íntegra: “Estamos vivendo uma grave crise democrática no Brasil. Em quase um ano desse governo, os direitos de educação, saúde e trabalhistas foram duramente atingidos. Junto com todos os outros setores, o audiovisual brasileiro, especialmente o autoral, corre o risco de acabar. Nos últimos anos, a Ancine tem direcionado suas diretrizes, conservando com atenção os muitos Brasis. Ampliou o alcance dos mecanismos de fomentos, que hoje atingem segmentos e formatos dos mais diversos, entre eles o cinema autoral, aqui representado. O resultado é visível. O ano de 2017 começou com a expressiva presença de filmes brasileiros nos três dos principais festivais internacionais, totalizando 27 participações em Sundance, Roterdã e aqui em Berlim. Não chegamos a esse patamar histórico sem política pública. Tudo o que se alcançou até aqui é fruto de um grande esforço do conjunto de agentes envolvidos entre Ancine, produtores, realizadores, distribuidores, exibidores, programadores, artistas, lideranças, poder público, entre outros. Acima de tudo, queremos garantir que qualquer mudança ou aperfeiçoamento nas políticas do audiovisual brasileiro sejam amplamente debatidos com o conjunto do setor e com toda a sociedade. Assim, pedimos às instituições, produtores e realizadores de todo o mundo que apoiem a luta e a manutenção de todos os tipos de audiovisual no Brasil. Defendemos aqui a continuidade e o incremento dessa política pública.”
Seu Jorge aparece como Pixinguinha nas primeiras fotos da cinebiografia
O cantor e ator Seu Jorge divulgou nas redes sociais as primeiras imagens do filme “Pixinguinha – Um Homem Carinhoso”, em que que vive o protagonista, um dos artistas mais importantes da música brasileira. Nas fotos, ele aparece ao lado da atriz Tais Araújo (“O Roubo da Taça”), que viverá a mulher do personagem, Beti. O longa vai priorizar o período dos anos 1940 e trará Seu Jorge tocando de verdade a flauta — uma das especialidades de Pixinguinha — para conferir credibilidade à representação do maestro, músico e compositor carioca. Seu Jorge já tem bastante experiência no cinema, tendo aparecido em clássicos modernos como “Cidade de Deus” (2002) e “Tropa de Elite 2” (2010), além de ter se destacado até em produções internacionais, como “A Vida Marinha com Steve Zissou” (2004), de Wes Anderson, e no thriller “O Escapista” (2008), de Rupert Wyatt. Com lançamento previsto para outubro, a biografia de Pixinguinha vai marcar a estreia nos cinemas de Denise Saraceni, conhecida pela direção de novelas e séries da Globo. O roteiro foi escrito por Manuela Dias (“A Floresta Que Se Move”), com quem Saraceni trabalhou na minissérie “Ligações Perigosas”.
Comédia romântica cult Simplesmente Amor vai ganhar continuação por uma boa causa
Uma das comédias românticas mais queridas do século, “Simplesmente Amor” (2003) vai ganhar continuação em um curta-metragem, produzido como parte da campanha beneficente anual da Comic Relief, instituição de caridade britânica que usa artistas famosos e humor para ajudar a diminuir a pobreza em vários países do mundo. Segundo o site da rede britânica BBC, parceiro da Comic Relief, o filme será escrito e dirigido por Richard Curtis, que comandou o longa de 2003 e é um dos fundadores da instituição. A produção será estrelada pelos atores que participaram do filme original, Hugh Grant, Keira Knightley, Colin Firth, Liam Neeson, Bill Nighy, Rowan Atkinson, Martine McCutcheon, Lucia Moniz, Thomas Brodie-Sangster, Olivia Olson e até o matador de zumbis Andrew Lincoln. O filme foi também um dos primeiros trabalhos de Rodrigo Santoro em inglês, mas o nome do brasileiro não foi mencionado. Na trama, ele fez par romântico com Laura Linney. A ideia é mostrar num curta de 10 minutos como estão os personagens em 2017 e será exibido no dia 24 de março no canal BBC One durante o Red Nose Day, espécie de Criança Esperança britânico. No Twitter, a roteirista Emma Freud pediu sugestões de enredo para seus seguidores, afirmando que o roteiro ainda está sendo escrito. Muitos usuários pediram uma homenagem ao ator Alan Rickman, que integrou o elenco original e morreu no ano passado.
Cena do telefilme Britney Ever After mostra beijo de Britney Spears e Justin Timberlake
Casal-sensação da música pop nos anos 1990, Britney Spears e Justin Timberlake terão seu romance revivido no telefilme “Britney Ever After”. Uma cena divulgada pelo canal pago Lifetime registra o momento do primeiro beijo do casal, interpretado na telinha pela australiana Natasha Bassett (“Ave, César!”) e Nathan Keyes (“Ben 10: Invasão Alienígena”). A cantora não aprovou a produção, que vai mostrar a ascensão e a queda da princesinha do pop, desde seu começo no canal Disney, e incluindo os momentos de insanidade, como a ocasião em que raspou todo o cabelo. O elenco ainda inclui Nicole Oliver (série “Arrow”) e Matthew Harrison (“Uma Noite no Museu”) como os pais da cantora e Clayton Chitty (série “Fringe”) como o ex-marido, Kevin Federline. A direção é de Leslie Libman, que em 1990 comandou o clipe clássico das Bangles “Manic Monday” e hoje dirige séries como “Zoo”, “NCIS” e “The Vampire Diaries”. A estreia está marcada para o sábado, dia 18 de fevereiro nos EUA.
Dev Patel fará filme sobre ataque terrorista
O ator Dev Patel, que concorre ao Oscar 2017 como Melhor Coadjuvante por “Lion – Uma Jornada Para Casa”, vai protagonizar um filme de suspense com Armie Hammer (“O Agente da UNCLE”). Trata-se de “Hotel Mumbai”, com direção do estreante em longas Anthony Maras. Segundo o site The Hollywood Reporter, a produção ainda conta no elenco com Anupam Kher (“O Lado Bom da Vida”), Jason Isaacs (série “The OA”) e Nazanin Boniadi (“Ben-Hur”). “Hotel Mumbai” gira em torno dos atentados terroristas ocorridos em Mumbai, em 2008. Ao todo, 195 pessoas morreram e outras 327 ficaram feridas nos ataques feitos por grupos radicais islâmicos em oito pontos da cidade indiana. O filmecontará as histórias dos sobreviventes e vítimas da tragédia. Com roteiro de Maras e John Collee (“Tanna”), baseado no documentário “Surviving Mumbai”, o filme teve os direitos de comercialização nos EUA adquiridos pela TWC (The Weinstein Company).
Novo intérprete de R2-D2 é oficializado pela Disney
A LucasFilm e a Disney anunciaram o substituto de Kenny Baker no icônico papel do robô R2-D2 nos próximos filmes de “Star Wars”. O papel vai ficar definitivamente com o escocês Jimmy Vee, que já havia vestido a couraça do pequeno personagem em “Star Wars: O Despertar da Força” (2016), embora não-creditado. Baker faleceu em agosto de 2016, aos 81 anos, e foi o homem responsável por dar vida ao simpático dróide desde “Guerra nas Estrelas” (1977). Pela idade avançada e problemas de saúde, ele não atuou diretamente em “O Despertar da Força”, mas seu nome permaneceu nos créditos como uma homenagem. Vee será creditado como R2-D2 oficialmente em “Star Wars: Os Últimos Jedi”. O ator de 57 anos e 1,12 metro de altura tem no currículo participações na série “Doctor Who” e em filmes como “Peter Pan” (2015) e “Harry Potter e a Pedra Filosofal” (2001), como o personagem Goblin. Novo R2-D2
Fofoca: Ben Affleck não quer mais viver Batman no cinema
Uma fofoca alimentada pelo podcast do site americano Collider espalhou que Ben Affleck não quer mais viver Batman nos cinemas. O fuxico foi disparado pelo “expert” John Campea, responsável pelo podcast geek “Film HQ”, que afirma ter recebido a notícia de pelo menos três pessoas diferentes. “Ele não quer mais ser o Batman. Me disseram que ele já está conversando com a Warner Bros. sobre deixar o papel. Se não concordarem, o novo filme do Batman será o último de Ben Affleck como o personagem”, afirmou o produtor, durante o podcast Collider Movie Talk. A bomba foi jogada na internet menos de um mês depois de Affleck anunciar oficialmente sua desistência do cargo de diretor do novo filme do Batman. O ator e diretor estaria passando por uma crise pessoal, após as críticas negativas a sua interpretação do herói em “Batman vs. Superman” e de ver seu trabalho mais recente, “A Lei da Noite”, fracassar nas bilheterias, com um prejuízo de US$ 75 milhões para a Warner Bros. Affleck teria decidido dar um tempo e não acumular mais funções, evitando dirigir e atuar ao mesmo tempo. No comunicado oficial em que informou que não dirigiria Batman, ele deixou claro que preferia se concentrar em apenas um aspecto da produção, que no caso será sua atuação como o super-herói da DC Comics. “Interpretar estes personagens exige concentração, paixão e o melhor desempenho que posso dar. Ficou claro que não posso fazer dos dois trabalhos no nível que exigem”, disse Affleck na ocasião, ressaltando que continuava “extremamente comprometido” com o projeto. Affleck voltará a vestir máscara e capa em “Liga da Justiça”, que estreia em novembro com direção de Zack Snyder (“Batman vs. Superman”). Já o filme solo do Batman será dirigido por Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: O Confronto”) e não deve manter seu lançamento previsto para 2018.
Will Smith canta tema de Um Maluco no Pedaço no trailer da série Carpool Karaoke
A série baseada no quadro “Carpool Karaoke” do talk show de James Corden ganhou um trailer que reúne diversas celebridades. Mas quem rouba a cena é Will Smith, cantando, ao lado de Corden, a música tema da série “Um Maluco no Pedaço” (The Fresh Prince of Bel-Air), que lançou sua carreira de ator em 1990. A prévia mostra que a nova versão de “Carpool Karaoke” terá outros “apresentadores”, convidados a dirigir carros na companhia de cantores famosos. Mas a principal diferença em relação ao quadro televisivo é que nem todo episódio será restrito à mobilidade de um carro. Metallica, por exemplo, vai parar num mercadinho e é saudado por um vendedor que canta “Enter Sandman”, enquanto John Legend experimenta um chapelão ao estilo de Pharrell Williams e confessa que “mulheres brancas” o confundem com o outro cantor. Mas é novamente Will Smith quem arranca os sorrisos mais simpáticos ao inaugurar, com Corden, o próximo “nível” do Karaoke, cantando a bordo de um helicóptero “I Believe I Can Fly” sobre Los Angeles. Dentre as celebridades que aparecem destacam-se ainda Alicia Keys, Taraji P. Henson, Chelsea Handler, Blake Shelton, Ariana Grande, Seth Meyers, Michael Strahan e Jeff Gordon. A série “Carpool Karaoke” é uma das primeiras iniciativas da Apple para incluir programas baseados em vídeo no serviço de streaming Apple Music, que pelo nome deixa claro ter como foco o streaming musical. Além da atração de James Corden, a Apple encomendou uma série sobre aplicativos e seu primeiro drama ficcional, “Vital Signs”, baseada na vida do rapper Dr. Dre – que já foi parcialmente contada no filme “Straight Outt Compton – A História do NWA” (2015). Ainda não há previsão de estreia para nenhum desses programas.
Thandie Newton entra no filme de Han Solo
A atriz Thandie Newton, principal destaque da série “Westworld”, vai integrar o elenco do spin-off de “Star Wars” centrado em Han Solo, informou o site da revista Variety. Assim como “Rogue One”, o novo spin-off vai mostrar eventos na vida de Han Solo que se passam antes do clássico “Guerra nas Estrelas” (1977). O elenco do filme conta com Alden Ehrenreich (“Ave César”) como o protagonista, além de Woody Harrelson (franquia “Jogos Vorazes”), Donald Glover (série “Atlanta”) e Emilia Clarke (série “Game of Thrones”). Com direção de Phil Lord e Chris Miller (“Uma Aventura Lego”), o filme tem previsão de estreia para maio de 2018. Indicada ao Globo de Ouro e ao SAG por “Westworld”, Thandie Newton também participará do próximo filme de Xavier Dolan, “The Death and Life of John F. Donovan”, que também chegará aos cinemas em 2018.
Mulan será a primeira fábula com atores da Disney dirigida por uma mulher
A Disney anunciou uma diretora para a adaptação da fábula “Mulan”. A versão live action da animação de 1998 será dirigida pela neozelandesa Niki Caro, que chamou atenção em 2002 à frente de uma história com tom de fábula e heroína adolescente, “Encantadora de Baleias”. Será a primeira vez que uma mulher vai dirigir uma fábula “live action” do estúdio, após “Alice no País das Maravilhas” (2012), “Malévola” (2014), “Cinderela” (2015), “Mogli” (2016) e a vindoura “A Bela e a Fera” (2017) terem sido comandadas por homens. A fábula de “Mulan” conta a história de uma guerreira chinesa que resolve se fingir de homem para ir à guerra no lugar do pai, um senhor de idade doente que provavelmente morreria em batalha, mas que precisa ir por ser o único homem da família. A versão animada dos anos 1990 chamou muita atenção por mostrar a primeira Princesa da Disney realmente independente, que dispensava ajuda do Príncipe Encantado para vencer seus desafios. Niki Caro finalizou recentemente a série infantil “Anne”, que estreia em março na TV canadense, e o filme “O Zoológico de Varsóvia”, que chega aos cinemas americanos também em março. Além disso, ela trabalhou com a Disney no drama esportivo “McFarland dos EUA”, que fez sucesso no mercado doméstico. Além da versão da Disney, a Sony também prepara uma adaptação de “Mulan”. Esta produção será dirigida por Alex Graves, que já comandou seis episódios de “Game of Thrones”.












