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  • Filme

    Novo trailer legendado de Baywatch traz muitas cenas de ação e piadas inéditas

    22 de março de 2017 /

    A Paramount Pictures divulgou um novo trailer, em versões dublada e legendada, de “Baywatch”, a comédia inspirada na série “SOS Malibu”. A prévia traz diversas piadas inéditas, muitas cenas de ação e novamente se concentra na interação entre os personagens de Zac Efron (“Vizinhos”) e Dwayne Johnson (“Terremoto – A Falha de San Andreas”), reforçando a ideia de que se trata de um “Anjos da Lei” da praia – o que é algo positivo. Além dos citados, o elenco de salva-vidas inclui Alexandra Daddario (também de “Terremoto – A Falha de San Andreas”), Jon Bass (série “Big Time in Hollywood, FL”), Ilfenesh Hadera (série “Billions”) e a modelo Kelly Rohrbach (série “Rizzoli & Isles”), sem esquecer de Priyanka Chopra (série “Quantico”) como vilã. Escrita por Robert Ben Garant (“Uma Noite no Museu”) e Justin Malen (série “Trophy Wife”), e com direção de Seth Gordon (“Quero Matar Meu Chefe”), “Baywatch” irá chegar aos cinemas brasileiros em 15 de junho, três semanas após a estreia nos EUA.

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  • Filme

    Filme do Plano Real ganha primeiro trailer prometendo dar o que falar

    20 de março de 2017 /

    O filme do Plano Real ganhou seu primeiro trailer. A prévia tem mais clima de suspense político do que de docudrama, embora os atores estejam muito bem caracterizados, criando uma ilusão quase documental, o que tende a fazer com que o filme repercuta mais. Com tantos políticos ilustres na história, não deixa de ser curioso que o fio condutor da trama seja Gustavo Franco, na época um dos integrantes menos conhecidos da equipe econômica. Para romantizar ainda mais a história, ele até ganhou uma namorada fictícia, vivida por Paolla Oliveira (“Uma Professora Muito Maluquinha”). Como é difícil tratar da história recente do Brasil sem pender politicamente para um lado ou outro, o trailer revela que o receio de vestir a camisa do PSDB, partido do então Ministro da Economia e futuro Presidente Fernando Henrique Cardoso, acaba limpando a barra do PT. Nas cenas de protesto contra o Plano Real, não se vê nenhuma bandeira vermelha com estrela, ao contrário do que aconteceu – o partido de Lula foi frontalmente contra o projeto econômico histórico. Intitulado “Real: O Plano por Trás da História”, o longa é inspirado no livro “3.000 Dias no Bunker – Um Plano na Cabeça e um País na Mão”, do jornalista Guilherme Fiuza (autor do romance que virou o filme “Meu Nome Não É Johnny”). A trama conta como uma equipe econômica reunida por FHC se fechou em um “bunker” para debater e apresentar uma proposta de reforma do Estado e criação de uma nova moeda, logo após o Impeachment do Presidente Collor, nos anos 1990. O elenco inclui Emilio Orciollo Netto (“Paraísos Artificiais”) como Gustavo Franco, Tato Gabus Mendes (“Trinta”) como Pedro Malan, Norival Rizzo (“2 Coelhos”) como Fernando Henrique Cardoso, Guilherme Weber (“Meu Amigo Hindu”) como Persio Arida, Fernando Eiras (“Getúlio”) como Winston Fritsch, Wladimir Candini (novela “Laços de Família”) como Andre Lara Resende e Bemvindo Sequeira como Itamar Franco (“Até que a Sorte nos Separe 3”). Com direção de Rodrigo Bittencourt (“Totalmente Inocentes”), “Real: O Plano por Trás da História” tem estreia prevista para o dia 18 de maio.

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  • Filme

    A Bela e a Fera quebra recorde com bilheteria de US$ 170 milhões na América do Norte

    19 de março de 2017 /

    “A Bela e a Fera” rendeu uma fábula nas bilheterias dos cinemas da América do Norte. Com US$ 170 milhões arrecadados em apenas três dias, a produção virou um conto de fadas da vida real para a Disney, que voltou a contabilizar lucro com seu projeto de reciclagem – desenhos antigos transformados em filmes novos com atores reais. O belo lançamento quebrou uma série de recordes. Trata-se da maior estreia já registrada num mês de março nos EUA (superando os US$ 166 milhões de “Batman vs Superman” no ano passado) e a maior abertura de um longa infantil em todos os tempos (ultrapassando os US$ 135 milhões de “Procurando Dory”, também no ano passado). Além disso, contabilizou a segunda maior estreia de um blockbuster fora da temporada americana de verão, atrás apenas dos US$ 247,9 milhões de “Star Wars: O Despertar da Força”, lançado em dezembro de 2015. Animado com o filme, o público americano deu nota “A”, na avaliação do CinemaScore, empolgando-se mais que a crítica, que cravou 70% de aprovação. Mas o desempenho internacional também foi fera. Apesar do mimimi sobre insinuação gay de um personagem enrustido, o filme foi bem aceito na maior parte do mundo, somando mais US$ 180 milhões em diversos países, para chegar a um total impressionante de US$ 350 milhões só no primeiro fim de semana de exibição. Enquanto os russos torceram o nariz para o “momento gay” com uma censura de 16 anos, seus antigos aliados no falido comunismo vibraram com o filminho infantil. Na China, “A Bela e a Fera” fez US$ 44,8 milhões e já superou toda arrecadação local de “Malévola” (2014) e “Alice no País das Maravilhas” (2010). Mas nem as restrições impediram o filme de chegar a US$ 6 milhões na Rússia, o mesmo resultado obtido pelo lançamento de “Cinderela” (2015) com censura livre naquele país. Na Inglaterra, foram US$ 22,8 milhões e a quinta maior abertura de todos os tempos no mercado britânico. Com tanto sucesso, os outros blockbusters em cartaz encolheram no ranking. Campeão na semana passada, “Kong – A Ilha da Caveira” caiu para o 2º lugar, seguido por “Logan” em 3º. Enquanto “Kong” superou as marcas de US$ 100 milhões no mercado doméstico e US$ 250 milhões no mundo inteiro, “Logan” continua liderando ambos os rankings do ano, com US$ 184 milhões na América do Norte e US$ 524 milhões mundialmente. Mas, diante do pique de “A Bela e a Fera”, seu reinado não deve resistir ao próximo fim de semana. A semana americana teve apenas mais uma estreia em mais de mil salas: o terror “The Belko Experiment”, que decepcionou ao arrecadar apenas US$ 4 milhões em 7º lugar. Embora esta “Battle Royale” de burocratas de escritório tenha ocupado um terço do circuito reservado para “A Bela e a Fera”, esperava-se um desempenho melhor, considerando-se os talentos envolvidos: roteiro de James Gunn (“Guardiões da Galáxia”) e direção de Greg McLean (“Wolf Creek”). Não há previsão para seu lançamento no Brasil. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. A Bela e a Fera Fim de semana: US$ 170 milhões Total EUA: US$ 170 milhões Total Mundo: US$ 350 milhões 2. Kong – A Ilha da Caveira Fim de semana: US$ 28,8 milhões Total EUA: US$ US$ 110 milhões Total Mundo: US$ 259,3 milhões 3. Logan Fim de semana: US$ 17,5 milhões Total EUA: US$ 184 milhões Total Mundo: US$ 524 milhões 4. Corra! Fim de semana: US$ 13,2 milhões Total EUA: US$ 133 milhões Total Mundo: US$ 136 milhões 5. A Cabana Fim de semana: US$ 6,1 milhões Total EUA: US$ 42,6 milhões Total Mundo: US$ 43 milhões 6. Batman Lego – O Filme Fim de semana: US$ 4,7 milhões Total EUA: US$ 167,4 milhões Total Mundo: US$ 287,4 milhões 7. The Belko Experiment Fim de semana: US$ 4 milhões Total EUA: US$ 4 milhões Total Mundo: US$ 4 milhões 8. Estrelas Além do Tempo Fim de semana: US$ 1,6 milhão Total EUA: US$ 165,5 milhões Total Mundo: US$ 214,2 milhões 9. John Wick – Um Novo Dia para Matar Fim de semana: US$ 1,2 milhão Total EUA: US$ 89,7 milhões Total Mundo: US$ 158 milhões 10. Antes que Eu Vá Fim de semana: US$ 1 milhão Total EUA: US$ 11,2 milhões Total Mundo: US$ 11,2 milhões

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  • Filme,  Série

    Danny Boyle anuncia série sobre mesma história do próximo filme de Ridley Scott

    19 de março de 2017 /

    Os diretores ingleses Danny Boyle e Ridley Scott vão competir com projetos similares, um na TV e outro no cinema. Scott anunciou primeiro seu plano, mas Boyle já trabalhava em segredo numa série idêntica, que chegará primeiro nas telas. Boyle se juntou ao roteirista Simon Beaufoy, seu parceiro em “Quem Quer Ser um Milionário?” (vencedor do Oscar 2009) e “127 Horas” (indicado ao prêmio em 2011), para desenvolver a série “Trust” no canal pago americano FX. A atração contará a história da famosa família Getty, bilionários do petróleo envolvidos em diversos escândalos, como overdoses, sequestros e vidas duplas. A 1ª temporada será centrada no herdeiro John Paul Getty III. Ambientada em 1973, a trama inicia quando o jovem Getty é sequestrado em Roma e um resgate de milhões de dólares é exigido. O problema é que a família não demonstra tanto interesse em conseguir o rapaz de volta: John Paul, avô do jovem, se recusa a liberar a quantia e argumenta que se pagasse um centavo para os sequestradores, em breve teria os outros 14 netos sequestrados. O pai do sequestrado, envolvido em drogas, não responde aos telefonemas dos sequestradores e sobra para mãe do rapaz, quebrada financeiramente, negociar. “Os roteiros de Simon Beaufoy são fantásticos, surpreendentes, cheio de nuances e engraçados. Eles dão muita coisa para Danny Boyle trabalhar em cima”, disse John Landgraf, CEO da FX Networks, em comunicado, concluindo que “Trust” “acrescentará ainda mais a esse momento histórico da televisão”. Beaufoy escreveu todos os roteiros e Boyle dirigirá todos os episódios. Embora o elenco ainda não tenha sido anunciado, as gravações já estão marcadas para junho em Londres e Roma para uma estreia em janeiro de 2018. A produção foi acelerada após virem à tona os planos de Ridley Scott para realizar um filme sobre o mesmo tema, centrado no sequestro de John Paul Getty III, possivelmente estrelado por Natalie Portman no papel da mãe sofredora. Intitulado “All The Money In The World”, este projeto tem filmagens previstas para maio, com financiamento da Imperative Entertainment e distribuição mundial a cargo da Sony Pictures. Mas isto foi antes do anúncio da série, que chegará antes na TV com a mesma história.

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  • Série

    13 Reasons Why: Série teen do diretor de Spotlight ganha vídeo legendado com comentários do elenco

    18 de março de 2017 /

    A Netflix divulgou um novo vídeo legendado da série “13 Reasons Why“, produzida pela cantora Selena Gomez (“Spring Breakers”) e o cineasta Tom McCarthy (“Spotlight – Segredos Revelados”). A prévia traz o elenco da produção comentando a trama. Baseada no livro “Os Treze Porquês”, de Jay Asher, a série gira em torno do adolescente Clay, que recebe um pacote com várias fitas cassetes gravadas por Hannah Baker, menina por quem ele era apaixonado e que cometeu suicídio recentemente. Nelas, a jovem lista os 13 motivos que a levaram a interromper sua vida. Ele é um deles e precisa passar a mensagem para os demais envolvidos. O protagonista é vivido por Dylan Minnette (“O Homem nas Trevas”) e a suicida é interpretada pela novata australiana Katherine Langford. O elenco jovem ainda inclui Alisha Boe (“Atividade Paranormal 4”), Justin Prentice (série “Awkward.”), Devin Druid (“Mais Forte que Bombas”), Miles Heizer (série “Parenthood”), Christian Navarro (série “Vinyl”), Ross Butler (série “Riverdale”) e o brasileiro Henry Zaga (série “Teen Wolf”). Entre os adultos, o destaque fica com Kate Walsh (a Drª. Addison Montgomery de “Grey’s Anatomy” e “Private Practice”) como a mãe de Hannah, e Derek Luke (“Capitão América: O Primeiro Vingador”) como Mr. Porter, o orientador da estudante. Desenvolvida pelo dramaturgo Brian Yorkey, vencedor do Pulitzer pela peça “Next to Normal”, a série seria originalmente estrelada por Selena Gomez, no papel de Hannah. Mas os problemas de saúde e carreira musical da estrela pop impossibilitaram a negociação. Mesmo assim, ela decidiu se envolver na produção da série ao lado de Yorkey e McCarthy. O diretor do filme vencedor do Oscar 2016, por sinal, assina os dois primeiros capítulos da atração. Mas ele não é o único cineasta envolvido na produção. Ninguém menos que cultuado diretor indie Gregg Araki (“Mistérios da Carne”, “Pássaro Branco na Nevasca”) também comanda dois episódios. Os demais estão a cargo de Carl Franklin (“O Diabo Veste Azul”), Kyle Patrick Alvarez (“O Experimento de Aprisionamento de Stanford”) e Jessica Yu (documentário “In the Realms of the Unreal”). Com 13 episódios – um para cada “porquê” – , a série estreia em 31 de março.

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  • Filme

    Série documental sobre a revista Playboy ganha trailer legendado

    18 de março de 2017 /

    A Amazon divulgou o trailer legendado da série documental “American Playboy: The Hugh Hefner Story”. Com dez capítulos, a produção traça a trajetória do fundador da revista Playboy, desde sua criação em 1953 até os dias de hoje. A prévia revela o recurso da dramatização, combinando atores (Matt Whelan vive Hefner) com entrevistas e imagens de arquivo para contar a história. O viés é marcadamente congratulatório, mas dois fatos destacados chamam atenção por conferir um perfil mais contestador à publicação: a defesa de Hefner da inclusão de uma reportagem sobre Nat King Cole diante de protestos de distribuidores racistas e o fato de a primeira plateia branca de Aretha Franklyn ter sido um show no Playboy Club. O material usado como fonte para a série consiste de 17 mil horas de filmagens e 2,6 mil fotos dos arquivos de Hefner. A equipe é basicamente a mesma da série documental da Netflix “Roman Empire: Reign of Blood”: o diretor Richard Lopez e os roteiristas Peter Sherman e Jeremy Murphy (mais Brian Burstein, de “The American West”). A estreia está marcada para 7 de abril na plataforma de streaming, inclusive no Brasil

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  • Filme

    Atriz da série Billions vai criar os monstros da adaptação do game Rampage

    18 de março de 2017 /

    A atriz Malin Akerman, atualmente na série “Billions” e mais lembrada por “Watchmen” (2009), está em negociações para viver a vilã de “Rampage”, que será mais uma aposta de Hollywood numa adaptação de videogame. Até aqui, quase todas deram prejuízo, mas a indústria cinematográfica continua apostando… Lançado em 1986, o game acompanhava três monstros gigantes (o macaco George, o lagarto Lizzy e o lobisomem Ralph) que percorriam os EUA destruindo cidades e lutando contra os militares. Todas as criaturas já foram seres humanos, antes de participarem de uma experiência genética feita por um(a) cientista maluco(a). No filme, Akerman seria a responsável pela criação dos monstros. Mas eles não tem chances, porque Dwayne Johnson (franquia “Velozes e Furiosos”) vai enfrentá-los e ele raramente perde uma luta. Os demais atores confirmados são Naomie Harris (“Moonlight”), Joe Manganiello (“Magic Mike”), Marley Shelton (“Planeta Terror”) e Jake Lacy (“Carol”). A adaptação foi escrita pelos roteiristas Carlton Cuse e Ryan Condal (criadores da série “Colony”), marcando um reencontro entre Condal e Johnson após “Hércules” (2014). “Rampage”, por sinal, também reunirá o astro com o cineasta Brad Peyton, que o dirigiu em “Terremoto: A Falha de San Andreas” (2015) e “Viagem 2: A Ilha Misteriosa” (2012). As filmagens começam em abril para uma estreia agendada, exatamente um ano depois, em 20 de abril de 2018.

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    Clássico de terror A Mosca pode ganhar mais um remake

    18 de março de 2017 /

    O terror de inspiração sci-fi “A Mosca” pode ganhar um novo remake. Segundo o site Deadline, o cineasta indie J.D. Dillard abriu negociações com a 20th Century Fox para dirigir e escrever uma nova versão. Ele dividiria a história com Alex Theurer, com quem desenvolveu o único longa-metragem de sua filmografia, “Sleight”, mistura de filme de super-herói e drama urbano, ao estilo da série “Luke Cage”, que teve première no último Festival de Sundance. A trama original envolvia um brilhante e excêntrico cientista, que, ao sofrer um acidente durante uma experiência com um aparelho de teletransporte, mistura seu DNA com o de uma mosca e se transforma numa espécie de inseto-humano. O primeiro filme é de 1958 e foi lançado no Brasil como “A Mosca da Cabeça Branca”. O primeiro remake foi feito três décadas depois por David Cronenberg. Como se passaram mais três décadas, Hollywood segue a tendência de forma inexorável. Todos os filmes anteriores tiveram sequências menos famosas, e para não perder o costume a Fox também planeja usar o novo remake para lançar uma potencial franquia. Ainda não há data prevista para o começo da produção.

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    Melissa Leo é A Mulher Mais Odiada da América em trailer de drama baseado em crime real

    18 de março de 2017 /

    A Netflix divulgou o trailer e 9 fotos de “A Mulher Mais Odiada da América”, mais um filme exclusivo da plataforma. Baseado numa história real, o drama traz Melissa Leo (“Snowden”) como Madalyn O’ Hair, que em 1964 ganhou a manchete da revista Life que dá título à produção. Tudo começou quando ela questionou a obrigatoriedade do Pai Nosso na escola de seu filho, levando o caso para a Suprema Corte americana, que considerou inconstitucional rezar e praticar a leitura da Bíblia nas escolas públicas dos EUA em 1963. Ateísta convicta, Madalyn O’ Hair levou adiante sua luta ao fundar uma organização para defender a separação completa do Estado e da Igreja. E cultivou o ódio de inúmeras associações cristãs em aparições na mídia, questionando a crença religiosa. Até que simplesmente desapareceu em 1995, junto do filho, da neta e de US$ 500 mil das contas de sua ONG. A polícia não se empenhou em investigar, acreditando numa nota deixada em sua residência comunicando que ela iria viajar. Mas a mulher mais odiada da América tinha sido sequestrada. Como os anos se passaram, a polícia retomou o caso e só foi descobrir que fim ela tinha levado em 2001. A produção é indie e de baixo orçamento, rodada em apenas 18 dias, e só saiu do papel porque a Netflix topou. Segundo o diretor e roteirista Tommy O’Haver ninguém queria financiar o projeto, tamanha é a rejeição do ateísmo nos EUA. Apesar de ter feito muito sucesso com a fábula cômica “Uma Garota Encantada” (2004), estrelada por Anne Hathaway, O’Haver não filmava há dez anos, desde que seu “Um Crime Americano” (2007) lembrou outra história real impactante, de uma jovem presa no porão de uma casa nos anos 1960, o caso verídico que inspirou diversos filmes de terror. O elenco de “A Mulher Mais Odiada da América” inclui ainda Juno Temple (série “Vinyl”), Adam Scott (série “Parks and Recreation”), Vincent Kartheiser (série “Mad Men”), Josh Lucas (série “Os Mistérios de Laura”), Michael Chernus (série “Orange Is the New Black”) e o veterano Peter Fonda (“Motoqueiro Fantasma”). A première aconteceu no Festival SXSW e a estreia está marcada para a próxima sexta (24/3) na plataforma de streaming.

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    Trailer de terror estrelado por Emilia Clarke mostra bela fotografia e… o final do filme

    18 de março de 2017 /

    Depois de diversas fotos, a Momentum Pictures finalmente divulgou o trailer do terror “Voice From the Stone”, estrelado pela atriz Emilia Clarke (série “Game of Thrones”). E a prévia é péssima. Além da falta absoluta de ritmo, sua montagem caótica entrega diversas reviravoltas e, aparentemente, até o final do filme. Um horror genuíno. O pior é que o filme não parece ruim, já que as imagens são belas, com direito a castelo enevoado, que confere à encenação um clima fantasmagórico. Por curiosidade, a direção de fotografia é de Peter Simonite, que foi assistente de cinematografia nos últimos filmes de Terrence Malick, de “A Árvore da Vida” (2011) ao vindouro “Song to Song” (2017). Na produção, ele explora a paisagem e a iluminação natural de Toscana, na Itália, onde o filme foi rodado há dois anos. A trama se passa nos anos 1950 e acompanha a chegada da personagem de Clarke, uma enfermeira contratada para cuidar de um garoto mudo e traumatizado, que deixou de falar após a morte de sua mãe. Aos poucos, ela vai percebendo que o lugar não é apenas um castelo isolado e que o menino tem seus motivos para não querer falar. “Voice From the Stone” marca a estreia na direção do ex-dublê Eric D. Howell, e ainda inclui em seu elenco os atores Marton Csokas (“O Protetor”), Caterina Murino (“007 – Cassino Royale”), Kate Linder (“O Maior Amor do Mundo”), o menino Edward Dring e a veterana Lisa Gastoni (“Roma, Convite ao Amor”). O lançamento está previsto para 28 de abril nos Estados Unidos, mas não há previsão para o Brasil.

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    The Expanse é renovada para sua 3ª temporada

    17 de março de 2017 /

    O canal pago americano Syfy anunciou a renovação da série “The Expanse” para sua 3ª temporada. Considerada a série sci-fi mais cara já produzida, a atração é baseada na franquia de livros “Leviathan Wakes”, escrita por James S.A. Corey, e se passa 200 anos no futuro, quando a Terra vive uma crise política com suas colônias em Marte e no cinturão de asteroides. A situação é agravada pelo ataque a uma nave espacial terrestre, falsamente creditado à Marte, e um teste com arma biológica num asteroide habitado, resultado de uma conspiração interplanetária que ameaça conduzir a uma guerra entre mundos. Desenvolvida pela dupla Mark Fergus e Hawk Ostby (roteiristas de “Homem de Ferro”), a série é estrelada por Steven Strait (série “Magic City”), Shohreh Aghdashloo (“Star Trek: Sem Fronteiras”), Wes Chatham (“Jogos Vorazes – A Esperança – Parte 1”), Cas Anvar (série “Olympus”), Dominique Tipper (“Academia de Vampiros: O Beijo das Sombras”), Jared Harris (série “Mad Men”) e Chad Coleman (série “The Walking Dead”). Pelos custos elevados, “The Expanse” foi concebida como uma série limitada de 10 episódios. Mas o sucesso obtido, especialmente entre a crítica, animou o Syfy a investir na sua continuação. A série está na metade de sua 2ª temporada e, assim como a atual, a próxima também terá 13 episódios, com estreia prevista para 2018 nos Estados Unidos. No Brasil, “The Expanse” é disponibilizada pela plataforma de streaming Netflix.

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  • Filme

    Netflix imita os críticos Ebert e Siskel ao substituir classificação de estrelas por polegares

    17 de março de 2017 /

    A Netflix anunciou na noite da última quinta-feira (16/3) que vai abandonar o sistema de avaliação com cinco estrelas usado atualmente no serviço de streaming em favor de opções de polegares: virado pra cima (“gostei”) e virado pra baixo (“não gostei”). Segundo a Netflix, o sistema foi testado com diversos usuários em 2016 e o crescimento de avaliações que usaram a classificação de polegares foi 200% maior que as tradicionais estrelas. De acordo com o vice-presidente de produção da plataforma, Todd Yellin, a mudança se fez necessária porque os usuários da Netflix classificam com 5 estrelas documentários e filmes premiados, e com 3 estrelas filmes “bobos” ou comédias populares. Ainda assim, estes últimos acabavam sendo muito mais assistidos que os primeiros. Para um usuário regular que se baseia nas estrelas, portanto, a medida foi deixando de fazer sentido. Assim, ao clicar no “gostei”, o algorítimo do serviço vai te recomendar filmes e séries baseados em recomendações de grupos de usuários com gostos parecidos. Vale lembrar que esse “sistema” de classificação de filmes não é uma novidade da era digital. Muito antes do Facebook, os já falecidos críticos de cinema Roger Ebert e Gene Siskel instituíram o uso do polegar para determinar se um filme era bom ou ruim há 30 anos, no programa de TV “Siskel & Ebert & the Movies”. As famílias dos dois críticos, inclusive, detém os direitos autorais da classificação de “dois polegares pra cima”, dada aos filmes classificados como ótimos.

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    Primeiro trailer da série American Gods é bastante sangrento

    16 de março de 2017 /

    O canal pago americano Starz divulgou o primeiro trailer de uma das séries mais esperadas do ano, “American Gods”, baseada no best-seller “Deuses Americanos”, do escritor Neil Gaiman (criador dos quadrinhos de “Sandman”). A prévia chama atenção por ser bastante sangrenta. A trama gira em torno de Shadow Moon, um ex-condenado que é libertado da prisão quando sua esposa e seu melhor amigo morrem num acidente. Completamente só e falido, ele aceita trabalhar como guarda-costas para um vigarista misterioso chamado Mr. Wednesday, que parece saber mais sobre a sua vida do que deixa transparecer. Isto porque Wednesday é a encarnação do deus Odin, que está percorrendo a Terra para reunir todos os deuses antigos e iniciar uma batalha contra os novos deuses que controlam a humanidade atual: internet, televisão, cartão de crédito, etc. O ótimo elenco inclui Ricky Whittle (Lincoln em “The 100”) como Shadow Moon, Ian McShane (série “Deadwood”) como Mr. Wednesday, além de Emily Browning (“Sucker Punch”), Gillian Anderson (“Arquivo X”), Crispin Glover (“Alice no País das Maravilhas”), Peter Stormare (série “Prison Break”), Pablo Schreiber (série “Orange Is the New Black”), Jonathan Tucker (série “Justified”), Dane Cook (“Tiros, Garotas e Trapaças”), Yetide Badaki (série “Sequestered”), Kristen Chenoweth (série “Glee”), Jeremy Davies (“Justified”), Orlando Jones (série “Sleepy Hollow”) e a veterana Cloris Leachman (“Como Sobreviver a um Ataque Zumbi”). Criada por Bryan Fuller (criador da série “Hannibal”) e Michael Green (roteirista do filme do “Lanterna Verde”), a série terá uma 1ª temporada de oito episódios com estreia prevista para 30 de abril.

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