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    Taylor Swift faz História ao ocupar todo o Top 10 da Billboard

    31 de outubro de 2022 /

    A cantora Taylor Swift fez história ao se tornar a primeira artista a ocupar sozinha os 10 primeiros lugares da parada de sucessos Hot 100 da Billboard na mesma semana. O feito histórico é resultado do sucesso do álbum “Midnights”, lançado no dia 21 de outubro. A canção “Anti-Hero” ficou em 1º lugar, com quase 60 milhões de streams, 32 milhões de execuções na rádio e 13500 vendas de seu single. O sucesso de “Anti-Hero” também se deve ao fato de a canção ter sido a primeira a ganhar um clipe, o que estimulou a sua divulgação. O clipe de “Anti-Hero” já conta com mais de 42 milhões de visualizações no YouTube. A segunda colocada é a faixa de abertura do álbum, “Lavender Haze”, que teve um alto número de streams (41,4 milhões), mas um número mais baixo de execuções na rádio (2,4 milhões). Embora todas as canções tenham ultrapassado a marca de 400 mil execuções na rádio, apenas as duas primeiras tiveram mais de um milhão. As demais canções que compõem o Top 10 são: “Maroon” (37,6 milhões), “Snow on the Beach” (37,2 milhões), “Midnight Rain” (36,9 milhões), “Bejeweled” (35,5 milhões), “Question…?” (31 milhões), “You’re on Your Own, Kid” (34 milhões), “Karma” (33 milhões) e “Vigilante Shit” (32,2 milhões). Com isso, Swift quebrou o recorde antes estabelecido por Drake, que havia conseguido colocar nove das músicas que compunham o seu álbum “Certified Lover Boy” (2021) no Top 10 da Billbord. No ano passado, Swift também tinha conseguido o 1º lugar do Top 100 em novembro, quando lançou “All Too Well (10-Minute Version)”. O álbum “Midnights” está disponível em todas as plataformas de áudio.

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  • Série

    Evan Peters incorporou Jeffrey Dahmer por quase um ano e preocupou colegas

    31 de outubro de 2022 /

    O ator Evan Peters passou quase um ano se preparando, pesquisando sobre a vida e incorporando o assassino Jeffrey Dahmer na série “Dahmer: Um Canibal Americano”, criada por Ryan Murphy e Ian Brennan (ambos de “Ratched”). A revelação foi feita pelo próprio ator, durante um evento da Netflix sobre a série. “Eu realmente fiquei pensando se deveria ou não fazer isso. Eu sabia que seria incrivelmente sombrio e um desafio incrível”, disse Peters sobre os quatro meses de preparação e os seis meses de gravações. O ator também explicou que assistiu à entrevista de Dahmer no programa “Dateline”, em 1994, para “mergulhar na psicologia desse lado extremo do comportamento humano”. O cocriador da série Ryan Murphy observou que Peters usava pesos de chumbo nos seus braços e plataformas nos sapatos para diminuir a fisicalidade de Dahmer. Além disso, também notou que Peters “basicamente permaneceu nesse personagem, por mais difícil que fosse, por meses”. “Ele tem as costas muito retas. Ele não mexe os braços quando anda, então eu coloquei pesos nos braços para ver como é. Eu usava os sapatos do personagem com saltos, jeans, óculos, eu tinha um cigarro na mão o tempo todo”, explicou Evans sobre sua composição. “Eu queria que todas essas coisas, essas coisas externas, fossem uma segunda natureza quando estávamos gravamdp, então assisti a muitas filmagens e também trabalhei com um treinador de dialetos para baixar o tom da minha voz. A maneira como ele falava era muito distinta e ele tinha um dialeto.” O ator também explicou que criou uma gravação de áudio de 45 minutos e que “eu ouvia isso todos os dias, na esperança de aprender seus padrões de fala e, na verdade, na tentativa de tentar entrar em sua mentalidade e entender isso a cada dia que estávamos gravando. Foi uma busca exaustiva, tentando encontrar momentos privados, momentos em que ele não parecia autoconsciente, para que você pudesse ter um vislumbre de como ele se comportava antes dessas entrevistas e de estar na prisão.” Niecy Nash, que viveu Glenda Cleveland, a vizinha de Dahmer, disse que certo dia se aproximou de Peters para lhe cumprimentar, mas ele estava “no seu processo”. “Eu queria respeitar isso e queria mantê-lo lá”, disse ela e, virando-se para Peters, acrescentou ter ficado preocupada com o colega. “Eu rezei muito por você, de verdade, porque isso é pesado. E quando você fica nisso e está preso ao material, como osso à medula, sua alma fica perturbada em algum momento. E eu podia vê-lo ficando cansado. Eu disse apenas: ‘Bem, vou me certificar de mantê-lo em minhas orações, porque isso é demais e ele quer fazer justiça’”, acrescentou. Sucesso imediato após seu lançamento, “Dahmer: Um Canibal Americano” se tornou a segunda série em inglês mais vista da Netflix. Assista abaixo ao trailer.

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  • Filme

    Ator de “Invasão à Casa Branca” vai substituir Alec Baldwin em thriller de espionagem

    31 de outubro de 2022 /

    O ator Aaron Eckhart (“Invasão à Casa Branca”) vai estrelar o thriller de espionagem “Chief of Station”. Ele foi escalado para substituir Alec Baldwin (“Missão: Impossível – Efeito Fallout”), anteriormente contratado para o filme. Segundo o site Deadline, o motivo da substituição é que Baldwin está envolvido em uma filmagem que vai durar mais tempo que havia sido previsto, gerando um conflito na sua agenda. Na trama, um ex-agente da CIA (Eckhart) precisa voltar ao mundo da espionagem depois que descobre que a morte da sua esposa não foi um acidente. O elenco ainda conta com Olga Kurylenko (“Oblivion”) e Alex Pettyfer (“Magic Mike”). “Chief of Station” foi escrito pelo estreante George Mahaffey e tem direção de Jesse V. Johnson (“O Cobrador de Dívidas”), ex-dublê que se tornou diretor especializado em filmes B de ação. “Estou emocionado por colaborar com Aaron… ele me ganhou em ‘Obrigado por Fumar'”, disse Johnson em comunicado. “Ele é ideal para um papel que testará suas proezas em tantos níveis. Segure firme enquanto ele vai deslumbrar o público, tornando-se um rolo compressor neste thriller de espionagem em camadas e em ritmo acelerado.” O filme ainda não tem previsão de estreia. Aaron Eckhart tem diversos projetos pela frente, entre eles os filmes de ação “Ambush”, estrelado por Jonathan Rhys Meyers (“A Princesa da Yakuza”), e “The Bricklayer”, dirigido por Renny Harlin (“Os Renegados”), ambos sem previsão de estreia.

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  • Série

    Atriz de “Game of Thrones” entra na 2ª temporada de “Ruptura”

    31 de outubro de 2022 /

    A atriz Gwendoline Christie (de “Game of Thrones” e “Sandman”) entrou na 2ª temporada da série “Ruptura” (Severance). Além de Christie, outros sete atores foram contratados para compor o elenco da atração. As novidades também incluem Bob Balaban (“The Chair”), Merritt Wever (“Inacreditável”), Alia Shawkat (“Search Party”), Robby Benson (“American Dreams”), Ólafur Darri Ólafsson (“NOS4A2”), John Noble (“Fringe”) e o novato Stefano Carannante. “Estamos empolgados e felizes por estar de volta ao set para o emocionante segundo capítulo da saga de ‘Ruptura’”, disse o produtor e diretor Ben Stiller (“Zoolander”), em comunicado. “Embora não saibamos quanto tempo estiemos fora ou quem nós somos lá fora, nos disseram que as pessoas gostam da série e não poderíamos estar mais felizes. Louvado seja Kier!”, completou ele, numa referência à temática da série. Escrita pelo estreante Dan Erickson e dirigida por Stiller, “Ruptura” acompanha o cotidiano de funcionários de uma empresa que passaram por uma procedimento revolucionário e tem as memórias divididas, separando suas lembranças entre as horas de trabalho e de descanso – sem carregar os problemas, emoções e sentimentos de uma rotina para a outra. Isto também impede que eles se questionem sobre o que realmente fazem na companhia. O elenco original, formado por Adam Scott (“Parks and Recreation”), Patricia Arquette (“CSI: Cyber”), John Turturro (“Transformers”), Britt Lower (“Man Seeking Woman”), Tramell Tillman (“Godfather of Harlem”), Jen Tullock (“Quando Você Menos Espera”), Zach Cherry (“Crashing”), Dichen Lachman (“Altered Carbon”) e Christopher Walken (“Sete Psicopatas e um Shih Tzu”), também deve retornar para a 2ª temporada. Além das adições do elenco, ainda foi divulgada a primeira foto dos bastidores da atração. A 2ª temporada de “Ruptura” já começou a ser rodada, mas ainda não tem previsão de estreia. Já a 1ª temporada está disponível no serviço de streaming Apple TV+. Gwendoline Christie será vista a seguir na série “Wandinha”, que estreia em 23 de novembro, na Netflix.

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  • Filme

    Emilia Clarke será esposa de Oscar Wilde em cinebiografia

    31 de outubro de 2022 /

    A atriz Emilia Clarke (a Daenerys Targaryen de “Game of Thrones”) vai estrelar o filme “An Ideal Wife”, cinebiografia de Constance Lloyd, uma escritora irlandesa que foi casada com o escritor Oscar Wilde. Além de escritora, Lloyd também foi uma ativista feminista que participou do movimento de reforma do vestuário, que lutou pelos direitos das mulheres de se vestissem com roupas confortáveis ​​em vez dos sufocantes vestidos vitorianos da época. Lloyd e Wilde se casaram em 1884 e tiveram dois filhos. Porém, Wilde foi condenado a dois anos de prisão por homossexualidade (que era ilegal na época) e Lloyd se mudou para a Suíça com seus filhos, distanciando-se do escritor. Ainda não foi divulgado quais momentos da vida da escritora serão retratados na cinebiografia. Sabe-se apenas que o filme terá direção de Sophie Hyde, responsável pelo elogiado “Boa Sorte, Leo Grande” (2022). “An Ideal Wife” não tem previsão de estreia. Emilia Clarke será vista a seguir na minissérie “Invasão Secreta”, que estreia em 2023 no serviço de streaming Disney+.

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  • Filme

    Roteirista de “Venom” vai dirigir terceiro filme do personagem

    28 de outubro de 2022 /

    A roteirista Kelly Marcel, responsável pelos roteiros de “Venom” (2018) e “Venom: Tempo de Carnificina” (2021), vai estrear como diretora à frente do terceiro filme do personagem. A informação é do site Deadline. Detalhes sobre a trama ainda estão sendo mantidos em segredo. Sabe-se apenas que o filme vai trazer de volta o ator Tom Hardy, que também escreveu o argumento do filme e vai produzi-lo ao lado de Marcel. Kelly Marcel será a terceira pessoa a assumir a direção de um filme do “Venom”. Ela foi precedida por Ruben Fleischer (diretor do primeiro filme) e por Andy Serkis (que comandou “Tempo de Carnificina”). Entretanto, ela está envolvida na franquia desde o início, tendo escrito e produzido os dois filmes já lançados. Embora não tenha experiência como diretora, Marcel é uma roteirista experiente. Ela também criou a série “Terra Nova” (2011) e escreveu os filmes “Walt nos Bastidores de Mary Poppins” (2013) e “Cinquenta Tons de Cinza” (2015) – além de ter feito o argumento de “Cruella” (2021). “Venom 3” ainda não tem previsão de estreia. A franquia “Venom” é um tremendo sucesso de bilheteria. O primeiro filme rendeu incríveis US$ 856 milhões nas bilheterias mundiais, enquanto a continuação arrecadou US$ 500 milhões. Mas o sucesso de público não é refletido pelas críticas. No site Rotten Tomatoes, “Venom” (2018) e “Venom: Tempo de Carnificina” (2021) têm apenas 30% e 57% de aprovação, respectivamente.

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  • Etc

    Oscar Isaac cria sua primeira história em quadrinhos

    28 de outubro de 2022 /

    O ator Oscar Isaac (“Cavaleiro da Lua”) criou sua primeira história em quadrinhos. Intitulada “Head Wounds: Sparrow”, a HQ foi lançada pela Legendary Comics, braço editorial do estúdio responsável pelo filme “Duna” (2021), estrelado por Isaac. “Head Wounds: Sparrow” é um projeto bastante pessoal para Isaac, que o desenvolveu com dois amigos de longa data, Bob Johnson e John Alvey. “Nós escrevíamos músicas juntos e fazíamos filmes com a câmera de vídeo do meu pai”, disse Isaac, relembrando sua juventude em entrevista ao site The Hollywood Reporter. Cerca de seis anos atrás, Johnson foi diagnosticado com linfoma não Hodgkin estágio IV. Os médicos lhe disseram que não havia cura. “Eu não estava muito interessado em fazer a quimioterapia no começo”, conta Johnson. “Eu adiei por anos. Então eles me disseram que eu tinha seis meses de vida.” Depois disso, Johnson começou a quimioterapia e o tratamento se mostrou eficaz. “Mas o tempo todo eu fui forçado a olhar para mim mesmo”, disse ele. “A maneira como ele descreve foi essa ‘ferida invisível que ninguém mais podia ver’”, lembra Isaac. Os três então usaram essa ideia para criar uma narrativa sobre um detetive de Nova Orleans que leva um tiro na cabeça e ainda vive. Ele passa a maior parte do tempo com um ferimento de bala visível na testa, como uma versão extrema do nariz enfaixado de Jake Gittes em “Chinatown” (1974). Então, enquanto filmava “Duna” no final de 2019, Isaac mencionou o projeto para uma das principais produtoras do filme, Mary Parent, vice-presidente de produção da Legendary Entertainment. Após a conversa, Parent apresentou Isaac a Robert Napton, editor da Legendary Comics. Napton leu um esboço de “Head Wounds: Sparrow” e imediatamente viu potencial. Ele juntou o trio com Brian Buccellato, um escritor experiente que trabalhou nos quadrinhos do “Batman” para a DC Comics, e sugeriu alguns artistas pra fazerem os desenhos. Isaac escolheu Christian Ward, um ilustrador premiado conhecido pelo seu uso de cores brilhantes. O roteiro da HQ foi escrito por Buccellato. Johnson e Alvey receberam créditos pelo argumento, e Isaac foi creditado como responsável pelo desenvolvimento da HQ. Entretanto, é o nome do ator que aparece em destaque na capa. “Nosso objetivo é criar quadrinhos originais e graphic novels como ‘Head Wounds’ e também fazer ligações com nossos filmes e nossas séries de televisão”, explicou Napton. Até o momento, porém, não há nenhum projeto de adaptação de “Head Wounds” para o formato de filme ou série de TV. E, mesmo que houvesse, Oscar Isaac pretende se manter afastado das telas por um tempo, dedicando-se mais ao teatro. “Eu tirei um tempo para poder fazer outras coisas, como estar aqui com meus amigos e colocar ‘Head Wounds’ no mundo”, disse ele. Isaac não é o primeiro ator a explorar o mundo dos quadrinhos. Em 2021, Keanu Reeves (“Matrix Resurrections”) co-escreveu seu primeiro quadrinho, “Brzrkr”, lançado pela editora independente Boom! Studios. Antes disso, Samuel L. Jackson (“Capitã Marvel”) co-escreveu “Cold Space” – também lançado pela Boom! – que narrou a história de um fora da lei espacial que se parecia – e muito – com Samuel L. Jackson.

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  • Etc

    Atriz de “As Crônicas de Nárnia” quase teve braço amputado

    28 de outubro de 2022 /

    A atriz Georgie Henley, intérprete da personagem Lucy nos filmes da franquia “As Crônicas de Nárnia”, revelou que quase teve o braço amputado devido a uma infecção bacteriana. Henley fez a revelação no seu Instagram, no qual postou uma foto em que é possivel ver as cicatrizes deixadas pela infecção. Na legenda da foto, Henley explica que, quando tinha 18 anos, contraiu fasceíte necrosante, uma “infecção rara e punitiva que quase tirou minha vida e causou estragos em todo o meu corpo”. Ela também explicou que, “para evitar a amputação da minha mão e braço esquerdos, fiz uma cirurgia invasiva extenuante e, posteriormente, uma extensa cirurgia de reconstrução, que resultou em uma série de enxertos de pele e cicatrizes”. O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA define a fascite necrosante como “uma infecção bacteriana rara que se espalha rapidamente no corpo e pode causar a morte”. Essa infecção também pode “levar a sepse, choque e falência de órgãos” e, como consequência, “resultar em complicações ao longo da vida por perda de membros ou cicatrizes graves devido à remoção cirúrgica de tecido infectado”. Henley conta que demorou “muito tempo para me curar tanto física quanto mentalmente” e que esperou o momento certo para compartilhar o que aconteceu. Ela também refletiu sobre o fato de ter mantido isso em segredo enquanto trabalhava. “Nos últimos nove anos, tenho sido aberta sobre minhas cicatrizes em minha vida pessoal, mas as escondi inteiramente em qualquer contexto profissional: usando bandagens ou coberturas, maquiagem no set e no palco, mangas compridas sempre que posso ser fotografada, calças nas quais eu poderia colocar minha mão no bolso”, contou ela. A atriz também explicou que a indústria do entretenimento “muitas vezes se concentra em uma ideia muito estreita do que é considerado ‘perfeição’ estética”. E que, por causa disso, ela estava “preocupada que minhas cicatrizes me impedissem de conseguir trabalho”. “A verdade é que não existe ‘perfeição’, mas eu ainda convivo com a vergonha de me sentir diferente, exacerbada pelas expectativas que surgiram com o início da minha carreira ainda jovem”, disse ela. Mas Henley fez questão de enfatizar que suas cicatrizes não são motivo de vergonha, “elas são um mapa da dor que meu corpo suportou e, o mais importante, um lembrete da minha sobrevivência. Elas não afetam minha capacidade como atriz e tenho orgulho de ser uma pessoa que tem cicatrizes visíveis nesta indústria”. Ela aproveitou para agradecer aos médicos por seu “cuidado excepcional”, aos seus entes queridos por “seu amor e apoio duradouros durante os momentos mais difíceis” e aos seus empresários e aqueles “que me empregaram nos últimos nove anos, que nunca viram minhas cicatrizes como um problema e respeitaram quem eu era como pessoa e como atriz.” “Tenho certeza de que falarei mais sobre minhas experiências no futuro, mas hoje estou simplesmente feliz por me sentir, pela primeira vez em muito tempo, finalmente livre”, disse ela. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Georgie Henley (@georgiehenley)

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  • Música

    Lenda do rock Jerry Lee Lewis morre aos 87 anos

    28 de outubro de 2022 /

    Jerry Lee Lewis, um dos pais do rock and roll, morreu nessa sexta (28/10) de causas naturais, aos 87 anos. Apelidado de “The Killer” (O Assassino), Lewis era dono de um estilo próprio, que misturava rock, gospel, blues e country. Ele ficou conhecido por clássicos como “Whole Lotta Shakin’ Goin On”, “Great Balls of Fire”, “Breathless” e “High School Confidential”. Lewis acumulou 10 discos de ouro ao longo da sua carreira, iniciada nos anos 1950, mas ironicamente seu maior sucesso foi “Last Man Standing”, lançado em 2006, que vendeu mais de meio milhão de cópias em todo o mundo. Além de tocar piano com mais atitude que muitos heróis da guitarra, houve ocasiões em que chegou a atear fogo em seu instrumento, impossibilitando que alguém o ofuscasse em festivais de rock. “Ninguém queria tocar depois de Jerry Lee”, Johnny Cash disse uma vez, “nem mesmo Elvis”. Lewis nasceu em 19 de setembro de 1935, em Louisiana. Filho de pais pobres e indigentes, ele foi criado como cristão e cresceu em uma fazenda familiar na cidade de Ferriday que “produziu mais pessoas famosas por quilômetro quadrado do que qualquer outra pequena cidade americana”, disse ele uma vez. O roqueiro aprendeu sozinho a tocar piano aos 8 anos e cantava música gospel na igreja. Seus dois primos, Mickey Gilley, que se tornou um cantor country de sucesso, e Jimmy Swaggart, um renomado televangelista, compartilhavam seus interesses musicais. Ele costumava ouvir artistas como Jimmie Rodgers, Hank Williams e Moon Mullican no rádio, que ajudaram a eventualmente criar o seu estilo. Em 1956, Lewis se mudou para Memphis para tentar tentar ser contratado por Sam Phillips, o dono da Sun Records, responsável por gravar os primeiros discos de Johnny Cash, Elvis Presley e Carl Perkins. Phillips não estava lá quando Lewis chegou, então o produtor Jack Clement gravou o single de estreia de Lewis, uma versão de “Crazy Arms”, de Ray Price. Lewis conseguiu um trabalho no estúdio tocando piano em várias gravações de Cash, Billy Lee Riley e Carl Perkins, entre outros. Até que ele resolveu fazer uma gravação de “Whole Lotta Shakin’ Goin’ On”, hit de R&B de Big Maybelle, transformando-a num rock’n’roll capaz de evocar todo seu estilo abusado em 1957. “Eu sabia que era um sucesso quando eu fiz”, disse Lewis, “mas Sam Phillips achou que era muito ousado”. Mas foi o hit seguinte, “Great Balls of Fire”, que rendeu fama mundial a Lewis, um sucesso que se manteve com o lançamento de “Breathless” no ano seguinte. Ambos entraram no Top 10 nas paradas pop, em 2º e 7º lugar, respectivamente. O sucesso era tanto que Jerry Lee Lewis foi parar no cinema. Ele participou do musical “Jamboree” (1957), dirigido por Roy Lockwood, e do drama “Escola do Vício” (1958), estrelado pela pin-up Mamie Van Doren e John Drew Barrymore (o pai de Drew Barrymore). Este filme tinha o nome original de um dos maiores hits de Lewis, “High School Confidential”, tocado logo na abertura pelo artista, com sua banda em cima de uma caminhonete em movimento. Mas não foi apenas o rock que lhe deu notoriedade. Ele se casou com a filha de um pastor, Dorothy Barton, em 1952, quando ela tinha 16 anos e secretamente transformou sua prima Myra Gale Brown em sua terceira esposa no auge de seu sucesso. Na época, Lewis tinha 22 anos, mas já era pai de dois filhos, e sua nova esposa tinha apenas 13 anos de idade. Foi um escândalo que quase acabou com sua carreira. Diante da polêmica, as estações de rádio pararam de tocar seus discos e suas aparições públicas foram canceladas. Isto também deu munição a seu primo Jimmy Swaggart, que lançou uma cruzada nacional contra o rock, queimando discos da “música do diabo” em praça pública. Depois que seu contrato com a Sun terminou, ele só foi reencontrar o sucesso em meados dos anos 1960, embora sem retornar ao auge dos seus primeiros lançamentos. Seu álbum “Live at the Star Club, Hamburg”, de 1964, é considerado um dos discos de shows ao vivo mais espetaculares já lançados. Em 1968, Lewis gravou o hit “Another Place, Another Time”, seguido pelo single “To Make Love Sweeter for You”. Pouco a pouco, ele foi recuperando o seu sucesso, com canções como “Once More With Feeling”, “There Must Be More to Love Than This” e “Me & Bobby McGee”. Eleito para o Rock and Roll Hall of Fame em 1986, Lewis foi chamado de “uma das melhores vozes americanas de todos os tempos” por seu colaborador ocasional, Kris Kristofferson. Em 1989, ele voltou aos holofotes com o lançamento da sua cinebiografia, “A Fera do Rock”, estrelada por Dennis Quaid como Lewis e Winona Ryder como Myra Gale. O filme foi baseado no livro escrito por ela, que depois mudou seu nome para Myra Lewis Williams. Jerry Lee Lewis gravou as músicas para a trilha sonora. Ainda ativo nos últimos anos, Lewis lançou em 2014 o álbum “Rock & Roll Time”, que contou com muitos artistas que ele inspirou, incluindo Keith Richards, Ron Wood, Neil Young, Robbie Robertson, Nils Lofgren e Shelby Lynne. A sua biografia “Jerry Lee Lewis: His Own Story”, escrita por Rick Bragg (escritor vencedor do Prêmio Pulitzer), foi publicada em 2015. Além disso, um documentário sobre sua vida, intitulado “Jerry Lee Lewis: Trouble in Mind” e dirigido por Ethan Coen, foi exibido no Festival de Cannes deste ano.

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  • Divulgação/Netflix
    Série

    Ryan Murphy diz que procurou familiares das vítimas de Dahmer: “Ninguém respondeu”

    28 de outubro de 2022 /

    O produtor Ryan Murphy, criador de “Dahmer: Um Canibal Americano”, revelou que a produção da série tentou fazer contato com cerca de 20 familiares das vítimas de Jeffrey Dahmer enquanto preparavam a atração, mas ninguém os respondeu. “É algo que pesquisamos há muito tempo”, disse Murphy em um evento para a série em Los Angeles. “E nós – ao longo dos três, três anos e meio em que estávamos realmente escrevendo, trabalhando nisso – procuramos 20, ou cerca de 20, das famílias e amigos das vítimas tentando obter informações, tentando falar com pessoas. E nem uma única pessoa nos respondeu nesse processo.” Murphy explicou que diante da ausência de relatos das pessoas envolvidas, a produção precisou confiar no “nosso incrível grupo de pesquisadores que… eu nem sei como eles encontraram muitas dessas coisas que eles encontraram. Mas foi como um esforço de noite e dia para tentar descobrir a verdade dessas pessoas.” Desde que foi lançada, porém, a série recebeu críticas das famílias das vítimas, algumas das quais acusaram a equipe de não ter entrado em contato com eles. Rita Isbell, irmã de Errol Lindsey, assassinado por Dahmer aos 19 anos, criticou a Netflix por lucrar em cima de uma trágica história. Shirley Hughes, mãe de Tony Hughes, que teve um relacionamento com Dahmer antes de ele ser assassinado, disse que a série sensacionalizou a história de seu filho. Mas Murphy e Paris Barclay, diretor de alguns episódios, disseram que a série visava fazer com que as vítimas não fossem uma mera estatística. “Algo que conversamos muito durante a produção é que não estávamos muito interessados em Jeffrey Dahmer, a pessoa, mas sim no que fez dele o monstro que ele se tornou”, explicou Murphy. “Conversamos muito sobre isso… e falávamos sobre isso o tempo todo. É realmente sobre privilégio branco. É sobre racismo sistêmico. É sobre homofobia.” De fato, série mostra como Jeffrey Dahmer (interpretado por Evan Peters), um dos mais famosos serial killers dos EUA, conseguiu assassinar e esquartejar 17 homens e garotos entre 1978 e 1991 sem ser pego, muitas vezes, inclusive, contando com a ajuda da polícia e do sistema de Justiça dos EUA por conta de seu privilégio branco. Bem apessoado, sempre recebia pedidos de desculpas quando policiais eram chamados por sua vizinha negra, que suspeitava dos crimes. “Nós realmente queríamos que a série seja sobre celebrar essas vítimas”, acrescentou Barclay. “Quando Tony escreve ‘eu não vou desaparecer’ no último cartão, é disso que trata essa série. Trata-se de garantir que essas pessoas não sejam apagadas pela história e que tenham um lugar e que sejam reconhecidas e que tenham sido importantes e que tenham vivido uma vida plena. E eles vieram de todos os tipos de lugares diferentes, mas eram pessoas reais. Eles não eram apenas números. Não eram apenas fotos em outdoors e postes. Eles eram pessoas reais com famílias amorosas, respirando, vivendo, esperançosos. Era sobre isso que queríamos que fosse.” Niecy Nash, que viveu Glenda Cleveland, a vizinha de Dahmer, questionou por que nenhum memorial foi montado para as vítimas. “Qualquer coisa que pudéssemos fazer para que isso acontecesse, você sabe, eu ficaria feliz em pagar por isso”, disse Murphy. “Eu acho que deveria haver alguma coisa. E estamos tentando fazer com que as pessoas falem sobre isso. Acho que há alguma resistência porque eles acham que o parque atrairia pessoas interessadas em homenagear o macabro…, mas acho que algo deveria ser feito.” Antes da série, Peters e Murphy já haviam trabalhado juntos em “American Horror Story”, e o ator havia expressado o seu desejo de interpretar alguém “normal”. Mas depois de ter feito teste com cerca de 100 pessoas para o papel de Dahmer, Murphy enviou o roteiro para Peters. “Ele me ligou no dia seguinte e disse: ‘É tão desafiador. É tão difícil que eu meio que tenho que dizer sim, mesmo tendo medo disso’”, contou Murphy. Peters aproveitou para contar sobre o seu processo de preparação para o papel, dizendo que leu todos os livros e artigos sobre o assassino, além de relatórios psicológicos e confissões, “numa tentativa de procurar entender por que ele fez o que fez, e a luta que ele teve com isso.” “Ele tem muitas coisas externas pelo jeito que anda, ele não mexe os braços quando anda e fala”, explicou o ator. “E então eu pesquisei muito para observá-lo e ver como ele se movia e trabalhava com pesos nos meus braços, vestindo o figurino, todo tipo de coisa que eu carregava comigo durante todo o dia para tentar ficar no personagem, para que fosse uma segunda natureza. E então eu criei uma composição de áudio de 45 minutos, que eu ouvia todos os dias para tentar entender seu dialeto e como ele falava e realmente tentar entender por que ele fez o que fez ou qual era sua mentalidade.” Peters estava tão imerso no personagem que Nash disse que nem chegou a conhecer o ator no set. “Eu não conheci Evan, porque Evan permaneceu em seu processo”, disse ela. “Então, você sabe, sendo sua vizinha intrometida e um espinho na sua carne, nós realmente não conseguimos nos conectar. Acho que talvez tenhamos dito bom dia duas vezes? Porque eu percebi que tinha que ficar na minha pista porque não queria atrapalhar seu processo e o que ele precisa fazer para ficar onde precisava ficar.” “Dahmer: Um Canibal Americano” se tornou a segunda série em inglês mais vista da Netflix e se aproxima da marca de 1 bilhão de horas assistidas. Esse sucesso surpreendeu os realizadores e a equipe. “Não tinha ideia de que se tornaria um fenômeno”, disse Nash. “Mas o que eu espero é que, onde quer que seu espírito viva no universo, Glenda Cleveland finalmente se sinta ouvida”, acrescentou, mencionando a vizinha que denunciou o serial killer. “Dahmer: Um Canibal Americano” está disponível na Netflix. Assista abaixo ao trailer da série.

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  • Etc

    CEO diz que aumento no preço da Apple TV+ é reflexo de mais conteúdo

    27 de outubro de 2022 /

    O CEO da Apple, Tim Cook, falou sobre o recente aumento das assinaturas do serviço de streaming da empresa, o Apple TV+. Segundo ele, o reajuste é resultado do aumento na quantidade de produtos oferecidos pelo serviço. “Se você olhar quando nós precificamos pela primeira vez, nós tínhamos apenas algumas séries. Estávamos no início. Estávamos muito focados apenas nos originais e, portanto, tivemos quatro ou cinco séries e o preço era bastante baixo ”, disse Cook numa videochamada com os acionistas. “Agora temos muito conteúdo e estamos lançando mais a cada mês. E assim aumentamos o preço para representar o valor do serviço.” A assinatura da Apple TV+ vai passar de US$ 4,99 para US$ 6,99 por mês nos EUA, num aumento de 40% em relação ao valor original. No Brasil, o valor passou de R$ 9,90 para R$ 14,90. A Apple TV+ teve seu conteúdo valorizado neste ano com a vitória no Oscar de “No Ritmo do Coração” – filme que só foi exclusivo do serviço do streaming nos EUA – , e com a segunda conquista consecutiva de “Ted Lasso” como Melhor Série de Comédia no Emmy. Cook também observou o “entusiasmo e forte engajamento” dos assinantes do serviço. Segundo ele, “sucessos da Apple TV+ como ‘Ruptura’, ‘Bad Sisters’ e ‘Black Bird’ ocuparam o centro das telas ao redor do mundo. E os fãs de beisebol ficaram grudados em seus assentos nesta temporada assistindo ‘Friday Night Baseball’.” Além disso, o diretor financeiro da empresa, Luca Maestri, destacou as parcerias globais da Apple com as principais ligas de futebol. A partir da próxima temporada, os torcedores poderão transmitir todas as partidas da Major League Soccer, a liga de futebol dos EUA, por meio do aplicativo Apple TV. A Apple não divulga números de assinatura para nenhum de seus serviços, que incluem armazenamento em nuvem, pagamentos e outros negócios. Mas Maestri disse que o número total é maior do que 900 milhões – um aumento de 155 milhões nos últimos 12 meses e o dobro de três anos atrás. O Apple TV+ teria entre 20 e 40 milhões de assinantes. Vale destacar que não é só o Apple TV+ que vai aumentar os preços. Outros serviços da empresa, como Apple Music e Apple One, também sofrerão reajustes. “O custo do licenciamento aumentou e por isso estamos pagando mais pela música. O bom disso é que os artistas também receberão mais dinheiro por suas músicas que são curtidas em streaming”, justificou Cook. Ao todo, os serviços da Apple tiveram receita de US$ 19,1 bilhões no quarto trimestre e de US$ 78,1 bilhões no ano. Produtos como iPhone, Mac, iPad, entre outros, geraram US$ 71 bilhões em vendas no trimestre e US$ 316 bilhões no ano. Por isso, ao contrário das big techs concorrentes, a empresa comemorou um bom lucro no trimestre.

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  • Série

    “O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder” foi vista por 100 milhões de espectadores

    27 de outubro de 2022 /

    A série “O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder”, desenvolvida para o serviço de streaming Amazon Prime Video, foi vista por mais de 100 milhões de espectadores até o momento. A informação partiu da própria Amazon, em um relatório divulgado ao seus acionistas. Anteriormente, a Amazon havia divulgado que a estreia da série tinha sido vista por 25 milhões de pessoas. “O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder” foi a produção mais cara da Amazon, custando cerca de US$ 500 milhões. Além disso, outro investimento pesado da empresa foi no “NFL Thursday Night Football”, transmissão de jogos ao vivo nos EUA, resultante de uma parceria feita com a Liga Nacional de Futebol Americano. Segundo o diretor financeiro da Amazon, Brian Olsavsky, “O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder” foi responsável por gerar “mais inscrições no Prime globalmente do que qualquer outro produto original da Prime” e o “Thursday Night Football” impulsionou as “3 horas com maior número de inscrições no Prime dos EUA” durante sua estreia em setembro. Apesar disso, os rendimentos do terceiro trimestre do ano ficaram abaixo do esperado. Nesse período, a Amazon registrou receita de US$ 127,1 bilhões – a maior parte de seu setor de comércio eletrônico – abaixo das expectativas de Wall Street, o que também reduziu o preço de suas ações. E embora a receita líquida tenha aumentado 15% em relação ao mesmo trimestre do ano passado (alta de 19% quando as taxas de câmbio são consideradas), o lucro líquido caiu para US$ 2,9 bilhões, comparado aos US$ 3,2 bilhões arrecadados um ano atrás. Em um comunicado, o CEO da Amazon, Andy Jassy, ​​deu a entender que os investimentos da empresa serão “agilizados” nos próximos meses, levando em consideração o estado incerto da economia global. “Obviamente, há muita coisa acontecendo no ambiente macroeconômico, e vamos equilibrar nossos investimentos para serem mais simplificados sem comprometerem nossas principais apostas estratégicas de longo prazo”, disse Jassy. “O que não vai mudar é nosso foco maníaco na experiência do cliente, e nos sentimos confiantes de que estamos prontos para oferecer uma ótima experiência para os clientes nesta temporada de compras de fim de ano.” Ainda assim, a empresa prevê uma desaceleração no quarto trimestre, com vendas líquidas de US$ 140 bilhões a US$ 148 bilhões, um aumento de apenas 2% a 8% em relação ao ano anterior.

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  • Série

    Jason Bateman e Jude Law vão estrelar nova série da Netflix

    27 de outubro de 2022 /

    Os atores Jason Bateman (“Ozark”) e Jude Law (“Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore”) vão estrelar e produzir a minissérie “Black Rabbit”, desenvolvida para a Netflix. Segundo o site Deadline, Bateman também deve dirigir a atração. Detalhes sobre a trama ainda não foram divulgados. Sabe-se apenas que a série foi criada pelo roteirista Zach Baylin, indicado ao Oscar pelo roteiro de “King Richard: Criando Campeãs” (2021). O projeto ainda tem detalhes em negociação, mas deverá marcar uma nova parceria de Bateman com a Netflix, depois do sucesso de “Ozark”. “Black Rabbit” ainda não possui previsão de estreia. Atualmente, Jason Bateman está envolvido em um filme sobre a vida de Sonny Vaccaro, executivo da marca Nike. O projeto, sem data de estreia, será dirigido por Ben Affleck (“Argo”). Jude Law, por sua vez, vai interpretar o Capitão Gancho no filme “Peter Pan e Wendy”, dirigido por David Lowery (“A Lenda do Cavaleiro Verde”), que estreia em 2023.

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