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    Roteirista de “Venom” vai dirigir terceiro filme do personagem

    28 de outubro de 2022 /

    A roteirista Kelly Marcel, responsável pelos roteiros de “Venom” (2018) e “Venom: Tempo de Carnificina” (2021), vai estrear como diretora à frente do terceiro filme do personagem. A informação é do site Deadline. Detalhes sobre a trama ainda estão sendo mantidos em segredo. Sabe-se apenas que o filme vai trazer de volta o ator Tom Hardy, que também escreveu o argumento do filme e vai produzi-lo ao lado de Marcel. Kelly Marcel será a terceira pessoa a assumir a direção de um filme do “Venom”. Ela foi precedida por Ruben Fleischer (diretor do primeiro filme) e por Andy Serkis (que comandou “Tempo de Carnificina”). Entretanto, ela está envolvida na franquia desde o início, tendo escrito e produzido os dois filmes já lançados. Embora não tenha experiência como diretora, Marcel é uma roteirista experiente. Ela também criou a série “Terra Nova” (2011) e escreveu os filmes “Walt nos Bastidores de Mary Poppins” (2013) e “Cinquenta Tons de Cinza” (2015) – além de ter feito o argumento de “Cruella” (2021). “Venom 3” ainda não tem previsão de estreia. A franquia “Venom” é um tremendo sucesso de bilheteria. O primeiro filme rendeu incríveis US$ 856 milhões nas bilheterias mundiais, enquanto a continuação arrecadou US$ 500 milhões. Mas o sucesso de público não é refletido pelas críticas. No site Rotten Tomatoes, “Venom” (2018) e “Venom: Tempo de Carnificina” (2021) têm apenas 30% e 57% de aprovação, respectivamente.

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    Oscar Isaac cria sua primeira história em quadrinhos

    28 de outubro de 2022 /

    O ator Oscar Isaac (“Cavaleiro da Lua”) criou sua primeira história em quadrinhos. Intitulada “Head Wounds: Sparrow”, a HQ foi lançada pela Legendary Comics, braço editorial do estúdio responsável pelo filme “Duna” (2021), estrelado por Isaac. “Head Wounds: Sparrow” é um projeto bastante pessoal para Isaac, que o desenvolveu com dois amigos de longa data, Bob Johnson e John Alvey. “Nós escrevíamos músicas juntos e fazíamos filmes com a câmera de vídeo do meu pai”, disse Isaac, relembrando sua juventude em entrevista ao site The Hollywood Reporter. Cerca de seis anos atrás, Johnson foi diagnosticado com linfoma não Hodgkin estágio IV. Os médicos lhe disseram que não havia cura. “Eu não estava muito interessado em fazer a quimioterapia no começo”, conta Johnson. “Eu adiei por anos. Então eles me disseram que eu tinha seis meses de vida.” Depois disso, Johnson começou a quimioterapia e o tratamento se mostrou eficaz. “Mas o tempo todo eu fui forçado a olhar para mim mesmo”, disse ele. “A maneira como ele descreve foi essa ‘ferida invisível que ninguém mais podia ver’”, lembra Isaac. Os três então usaram essa ideia para criar uma narrativa sobre um detetive de Nova Orleans que leva um tiro na cabeça e ainda vive. Ele passa a maior parte do tempo com um ferimento de bala visível na testa, como uma versão extrema do nariz enfaixado de Jake Gittes em “Chinatown” (1974). Então, enquanto filmava “Duna” no final de 2019, Isaac mencionou o projeto para uma das principais produtoras do filme, Mary Parent, vice-presidente de produção da Legendary Entertainment. Após a conversa, Parent apresentou Isaac a Robert Napton, editor da Legendary Comics. Napton leu um esboço de “Head Wounds: Sparrow” e imediatamente viu potencial. Ele juntou o trio com Brian Buccellato, um escritor experiente que trabalhou nos quadrinhos do “Batman” para a DC Comics, e sugeriu alguns artistas pra fazerem os desenhos. Isaac escolheu Christian Ward, um ilustrador premiado conhecido pelo seu uso de cores brilhantes. O roteiro da HQ foi escrito por Buccellato. Johnson e Alvey receberam créditos pelo argumento, e Isaac foi creditado como responsável pelo desenvolvimento da HQ. Entretanto, é o nome do ator que aparece em destaque na capa. “Nosso objetivo é criar quadrinhos originais e graphic novels como ‘Head Wounds’ e também fazer ligações com nossos filmes e nossas séries de televisão”, explicou Napton. Até o momento, porém, não há nenhum projeto de adaptação de “Head Wounds” para o formato de filme ou série de TV. E, mesmo que houvesse, Oscar Isaac pretende se manter afastado das telas por um tempo, dedicando-se mais ao teatro. “Eu tirei um tempo para poder fazer outras coisas, como estar aqui com meus amigos e colocar ‘Head Wounds’ no mundo”, disse ele. Isaac não é o primeiro ator a explorar o mundo dos quadrinhos. Em 2021, Keanu Reeves (“Matrix Resurrections”) co-escreveu seu primeiro quadrinho, “Brzrkr”, lançado pela editora independente Boom! Studios. Antes disso, Samuel L. Jackson (“Capitã Marvel”) co-escreveu “Cold Space” – também lançado pela Boom! – que narrou a história de um fora da lei espacial que se parecia – e muito – com Samuel L. Jackson.

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    Atriz de “As Crônicas de Nárnia” quase teve braço amputado

    28 de outubro de 2022 /

    A atriz Georgie Henley, intérprete da personagem Lucy nos filmes da franquia “As Crônicas de Nárnia”, revelou que quase teve o braço amputado devido a uma infecção bacteriana. Henley fez a revelação no seu Instagram, no qual postou uma foto em que é possivel ver as cicatrizes deixadas pela infecção. Na legenda da foto, Henley explica que, quando tinha 18 anos, contraiu fasceíte necrosante, uma “infecção rara e punitiva que quase tirou minha vida e causou estragos em todo o meu corpo”. Ela também explicou que, “para evitar a amputação da minha mão e braço esquerdos, fiz uma cirurgia invasiva extenuante e, posteriormente, uma extensa cirurgia de reconstrução, que resultou em uma série de enxertos de pele e cicatrizes”. O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA define a fascite necrosante como “uma infecção bacteriana rara que se espalha rapidamente no corpo e pode causar a morte”. Essa infecção também pode “levar a sepse, choque e falência de órgãos” e, como consequência, “resultar em complicações ao longo da vida por perda de membros ou cicatrizes graves devido à remoção cirúrgica de tecido infectado”. Henley conta que demorou “muito tempo para me curar tanto física quanto mentalmente” e que esperou o momento certo para compartilhar o que aconteceu. Ela também refletiu sobre o fato de ter mantido isso em segredo enquanto trabalhava. “Nos últimos nove anos, tenho sido aberta sobre minhas cicatrizes em minha vida pessoal, mas as escondi inteiramente em qualquer contexto profissional: usando bandagens ou coberturas, maquiagem no set e no palco, mangas compridas sempre que posso ser fotografada, calças nas quais eu poderia colocar minha mão no bolso”, contou ela. A atriz também explicou que a indústria do entretenimento “muitas vezes se concentra em uma ideia muito estreita do que é considerado ‘perfeição’ estética”. E que, por causa disso, ela estava “preocupada que minhas cicatrizes me impedissem de conseguir trabalho”. “A verdade é que não existe ‘perfeição’, mas eu ainda convivo com a vergonha de me sentir diferente, exacerbada pelas expectativas que surgiram com o início da minha carreira ainda jovem”, disse ela. Mas Henley fez questão de enfatizar que suas cicatrizes não são motivo de vergonha, “elas são um mapa da dor que meu corpo suportou e, o mais importante, um lembrete da minha sobrevivência. Elas não afetam minha capacidade como atriz e tenho orgulho de ser uma pessoa que tem cicatrizes visíveis nesta indústria”. Ela aproveitou para agradecer aos médicos por seu “cuidado excepcional”, aos seus entes queridos por “seu amor e apoio duradouros durante os momentos mais difíceis” e aos seus empresários e aqueles “que me empregaram nos últimos nove anos, que nunca viram minhas cicatrizes como um problema e respeitaram quem eu era como pessoa e como atriz.” “Tenho certeza de que falarei mais sobre minhas experiências no futuro, mas hoje estou simplesmente feliz por me sentir, pela primeira vez em muito tempo, finalmente livre”, disse ela. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Georgie Henley (@georgiehenley)

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  • Música

    Lenda do rock Jerry Lee Lewis morre aos 87 anos

    28 de outubro de 2022 /

    Jerry Lee Lewis, um dos pais do rock and roll, morreu nessa sexta (28/10) de causas naturais, aos 87 anos. Apelidado de “The Killer” (O Assassino), Lewis era dono de um estilo próprio, que misturava rock, gospel, blues e country. Ele ficou conhecido por clássicos como “Whole Lotta Shakin’ Goin On”, “Great Balls of Fire”, “Breathless” e “High School Confidential”. Lewis acumulou 10 discos de ouro ao longo da sua carreira, iniciada nos anos 1950, mas ironicamente seu maior sucesso foi “Last Man Standing”, lançado em 2006, que vendeu mais de meio milhão de cópias em todo o mundo. Além de tocar piano com mais atitude que muitos heróis da guitarra, houve ocasiões em que chegou a atear fogo em seu instrumento, impossibilitando que alguém o ofuscasse em festivais de rock. “Ninguém queria tocar depois de Jerry Lee”, Johnny Cash disse uma vez, “nem mesmo Elvis”. Lewis nasceu em 19 de setembro de 1935, em Louisiana. Filho de pais pobres e indigentes, ele foi criado como cristão e cresceu em uma fazenda familiar na cidade de Ferriday que “produziu mais pessoas famosas por quilômetro quadrado do que qualquer outra pequena cidade americana”, disse ele uma vez. O roqueiro aprendeu sozinho a tocar piano aos 8 anos e cantava música gospel na igreja. Seus dois primos, Mickey Gilley, que se tornou um cantor country de sucesso, e Jimmy Swaggart, um renomado televangelista, compartilhavam seus interesses musicais. Ele costumava ouvir artistas como Jimmie Rodgers, Hank Williams e Moon Mullican no rádio, que ajudaram a eventualmente criar o seu estilo. Em 1956, Lewis se mudou para Memphis para tentar tentar ser contratado por Sam Phillips, o dono da Sun Records, responsável por gravar os primeiros discos de Johnny Cash, Elvis Presley e Carl Perkins. Phillips não estava lá quando Lewis chegou, então o produtor Jack Clement gravou o single de estreia de Lewis, uma versão de “Crazy Arms”, de Ray Price. Lewis conseguiu um trabalho no estúdio tocando piano em várias gravações de Cash, Billy Lee Riley e Carl Perkins, entre outros. Até que ele resolveu fazer uma gravação de “Whole Lotta Shakin’ Goin’ On”, hit de R&B de Big Maybelle, transformando-a num rock’n’roll capaz de evocar todo seu estilo abusado em 1957. “Eu sabia que era um sucesso quando eu fiz”, disse Lewis, “mas Sam Phillips achou que era muito ousado”. Mas foi o hit seguinte, “Great Balls of Fire”, que rendeu fama mundial a Lewis, um sucesso que se manteve com o lançamento de “Breathless” no ano seguinte. Ambos entraram no Top 10 nas paradas pop, em 2º e 7º lugar, respectivamente. O sucesso era tanto que Jerry Lee Lewis foi parar no cinema. Ele participou do musical “Jamboree” (1957), dirigido por Roy Lockwood, e do drama “Escola do Vício” (1958), estrelado pela pin-up Mamie Van Doren e John Drew Barrymore (o pai de Drew Barrymore). Este filme tinha o nome original de um dos maiores hits de Lewis, “High School Confidential”, tocado logo na abertura pelo artista, com sua banda em cima de uma caminhonete em movimento. Mas não foi apenas o rock que lhe deu notoriedade. Ele se casou com a filha de um pastor, Dorothy Barton, em 1952, quando ela tinha 16 anos e secretamente transformou sua prima Myra Gale Brown em sua terceira esposa no auge de seu sucesso. Na época, Lewis tinha 22 anos, mas já era pai de dois filhos, e sua nova esposa tinha apenas 13 anos de idade. Foi um escândalo que quase acabou com sua carreira. Diante da polêmica, as estações de rádio pararam de tocar seus discos e suas aparições públicas foram canceladas. Isto também deu munição a seu primo Jimmy Swaggart, que lançou uma cruzada nacional contra o rock, queimando discos da “música do diabo” em praça pública. Depois que seu contrato com a Sun terminou, ele só foi reencontrar o sucesso em meados dos anos 1960, embora sem retornar ao auge dos seus primeiros lançamentos. Seu álbum “Live at the Star Club, Hamburg”, de 1964, é considerado um dos discos de shows ao vivo mais espetaculares já lançados. Em 1968, Lewis gravou o hit “Another Place, Another Time”, seguido pelo single “To Make Love Sweeter for You”. Pouco a pouco, ele foi recuperando o seu sucesso, com canções como “Once More With Feeling”, “There Must Be More to Love Than This” e “Me & Bobby McGee”. Eleito para o Rock and Roll Hall of Fame em 1986, Lewis foi chamado de “uma das melhores vozes americanas de todos os tempos” por seu colaborador ocasional, Kris Kristofferson. Em 1989, ele voltou aos holofotes com o lançamento da sua cinebiografia, “A Fera do Rock”, estrelada por Dennis Quaid como Lewis e Winona Ryder como Myra Gale. O filme foi baseado no livro escrito por ela, que depois mudou seu nome para Myra Lewis Williams. Jerry Lee Lewis gravou as músicas para a trilha sonora. Ainda ativo nos últimos anos, Lewis lançou em 2014 o álbum “Rock & Roll Time”, que contou com muitos artistas que ele inspirou, incluindo Keith Richards, Ron Wood, Neil Young, Robbie Robertson, Nils Lofgren e Shelby Lynne. A sua biografia “Jerry Lee Lewis: His Own Story”, escrita por Rick Bragg (escritor vencedor do Prêmio Pulitzer), foi publicada em 2015. Além disso, um documentário sobre sua vida, intitulado “Jerry Lee Lewis: Trouble in Mind” e dirigido por Ethan Coen, foi exibido no Festival de Cannes deste ano.

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  • Série

    Estreias de séries sombrias se destacam na véspera do Halloween

    28 de outubro de 2022 /

    Séries de terror, suspense e temática sobrenatural dominam a relação de lançamentos em streaming no fim de semana que antecede o Halloween. Mas a lista também têm comédias de humor sombrio e uma animação para adultos. Confira abaixo 10 séries e temporadas novas para maratonar.   | O GABINETE DE CURIOSIDADES DE GUILLERMO DEL TORO | NETFLIX   A nova série de terror em formato de antologia, concebida pelo diretor vencedor do Oscar por “A Forma da Água”, tem oito episódios, cada um com histórias, elencos e diretores distintos, e seguindo tendências diferentes do terror, do gótico clássico à fantasia mística. A qualidade varia – metade dos episódios é muito boa, a outra nem tanto – , refletindo a lista dos selecionados pelo cineasta para escrever e dirigir os episódios. São nomes bem conhecidos dos fãs do gênero, como Panos Cosmatos (“Mandy: Sede de Vingança”), Jennifer Kent (“O Babadook”), Vincenzo Natali (criador da franquia “Cubo”), Ana Lily Amirpour (“Garota Sombria Caminha pela Noite”), David Prior (“O Mensageiro dos Últimos Dias”), Keith Thomas (do remake de “Chamas da Vingança”) e até Catherine Hardwicke (“Crepúsculo”), além de Guillermo Navarro, diretor de fotografia dos filmes de Del Toro. O elenco é outro atrativo. Os episódios contam com atuações de Rupert Grint (“Harry Potter”), Andrew Lincoln (“The Walking Dead”), Sofia Boutella (“A Múmia”), Essie Davis (“O Babadook”), F. Murray Abraham (“Homeland”), Ben Barnes (“Sombra e Ossos”), Crispin Glover (“Deuses Americanos/American Gods”), Tim Blake Nelson (“Watchmen”) e Peter Weller (o RoboCop original), entre outros.   | O FILHO BASTARDO DO DIABO | NETFLIX   A adaptação da franquia literária “Half Bad”, de Sally Green, é uma boa surpresa para quem estava sentindo falta de um “Harry Potter” para adultos, como a saudosa “The Magicians/Escola de Magia” – isto é, encantamentos e poções combinados com palavrões e sexo. Jay Lycurgo (“Titãs”) vive um jovem bruxo com uma história sombria, nascido da união de membros de clãs rivais, cujo potencial mágico é complicado por uma profecia assustadora. Seu pai é o bruxo mais poderoso do mundo e, aparentemente, um maníaco genocida que matou vários integrantes do clã de sua mãe em uma reunião de paz. Como sua mãe morreu no parto, ele virou um pária, mas isso não impede outra bruxa adolescente e um trouxa hedonista de se interessarem por sua companhia – e mais – , ajudando-o a escapar quando as facções decidem intervir em seu destino. A produção é de Joe Barton (criador do thriller “Giri/Haji”), o elenco também destaca Nadia Parkes (“The Spanish Princess”) e Emilien Vekemans (“Instituto Voltaire”), e a trilha sonora – outro ponto alto do projeto – vem da banda Let’s Eat Grandma.   | A HORA DO DIABO | AMAZON PRIME VIDEO   O suspense britânico tem linhas do tempo paralelas e transversais, e explora como o distanciamento é capaz de tornar as memórias confusas e levar ficção a ser lembrada como fato. Isto é o que acontece com uma mulher que toda noite acorda infalivelmente às 3h33, a hora do diabo do título. A história da insônia estranha da mãe solteira, vivida por Jessica Raine (“Becoming Elizabeth”), e a falta de empatia de seu filho, gradualmente começa a convergir com o destino de outro personagem, vivido por Peter Capaldi (“Doctor Who”), um nômade recluso movido por uma obsessão assassina, que se torna o principal alvo de uma caçada policial liderada pelo detetive interpretado por Nikesh Patel (“Quatro Casamentos e Um Funeral”). A série tem produção de Steven Moffat, criador de “Sherlock”, e consegue manter um estado constante de alta tensão com o uso de sombras e ângulos sinistros.   | MOTHERLAND: FORT SALEM 3 | STAR+   A série de Eliot Laurence (que também criou “Claws”) se passa numa realidade alternativa, onde as bruxas de Salem não foram exterminadas no final do século 17. Elas interromperam a caçada implacável com uma proposta irrecusável: lutar pela independência dos EUA em troca do fim de sua perseguição. Séculos depois, representam a força armada mais perigosa do país, responsáveis pela supremacia americana no cenário internacional. Mas a situação muda quando uma antiga organização de caçadores de bruxas trama para desacreditá-las e passa a influenciar o governo. A conclusão da série apresenta uma operação de guerrilha levada adiante por bruxas subversivas. Injustiçadas e incriminadas pelo governo americano, representantes de diferentes facções sobrenaturais se juntam para contra-atacar e expor a conspiração que coloca o mundo em risco. Apesar de reunir muitos personagens, as protagonistas são quatro jovens recrutas do exército de bruxas – as carismáticas Taylor Hickson (“Deadly Class”), Jessica Sutton (“A Barraca do Beijo”), Ashley Nicole Williams (“No Way Out”) e a norueguesa Amalia Holm (“Exposta”) – , que a série apresentou desde os treinamentos iniciais até os combates decisivos contra os inimigos, e que também chamaram atenção pela forma como representaram uma moralidade alternativa, inspirada na cultura arcana.   | WISTING | HBO MAX   Série mais cara produzida na Noruega, o suspense policial é baseado nos livros de Jørn Lier Horst, em que o detetive viúvo William Wisting (Sven Nordin, de “Rápidos e Perigosos”) lidera uma investigação de assassinato com a colaboração do FBI, já que o suspeito é um serial killer caçado nos EUA. Isto permite a participação de Carrie-Anne Moss (“Matrix”) como uma detetive americana, que precisa intervir quando a filha de Wisting se torna uma das vítimas. Metade da temporada inaugural gira em torno deste caso, enquanto a segunda parte traz Wisting como suspeito de adulteração de provas. As histórias são diferentes porque baseadas em livros distintos. A série adaptou mais obras do noir nórdico de Horst na 2ª e 3ª temporadas, ainda inéditas no Brasil.   | PAGAN PEAK 2 | HBO MAX   Outro suspense passado em cenários congelados, a série alemã acompanha uma dupla de policiais da Áustria e da Alemanha que precisa trabalhar junta nas montanhas da fronteira entre os dois países para caçar assassinos que se inspiram em lendas germânicas. Na 1ª temporada, o criminoso era um mascarado que se autodenominava Krampus (o Papai Noel do mal) e matava para punir malvados por seus pecados. Na 2ª, é um serial killer que caça e tortura vítimas do sexo feminino na floresta da região. Criada pelos alemães Cyrill Boss e Philipp Stennert (roteiristas de “O Segredo da Mansão Crocodilo”) e com produção da equipe de “Dark”, a série traz como protagonistas Julia Jentsch (“Edukators: Os Educadores”) e Nicholas Ofczarek (“Mulheres Divinas”).   | OS FORA DA LEI | HBO MAX   Criada por Stephen Merchant (co-criador de “The Office”) e Elgin James (criador de “Mayans M.C.”), a comédia britânica segue sete estranhos de diferentes estilos de vida que são forçados a cumprir uma sentença de serviços comunitários em Bristol, na Inglaterra. E durante a limpeza de uma casa abandonada e caindo aos pedaços, encontram uma fortuna em dinheiro escondido – que pertence a um perigoso criminoso. Todos têm planos para o dinheiro, inclusive o verdadeiro dono, o que os transforma em alvos. O elenco fantástico inclui o próprio Merchant, Eleanor Tomlinson (“The Nevers”), Darren Boyd (“Spy”), Rhianne Barreto (“Hanna”), Gamba Cole (“Guerrilha”) e o veterano Christopher Walken (“Sete Psicopatas e um Shih Tzu”), entre outros. Um detalhe interessante é que, além de obter muitas críticas positivas, “The Outlaws” virou notícia no Reino Unido devido a um episódio em que os personagens precisam pintar de branco alguns muros grafitados e acabam apagando uma obra de arte de ninguém menos que Banksy, para valer – melhor ainda: o desenho teria sido supostamente criado pelo próprio Banksy para este fim. A rede BBC já produziu uma 2ª temporada, ainda inédita no Brasil.   | BRASSIC 3 | HBO MAX   Uma das comédias britânicas mais populares da atualidade e maior sucesso do canal pago Sky em sete anos, “Brassic” segue a vida de Vinnie O’Neill (Joe Gilgun, de “Preacher”) e seus amigos na cidade fictícia de Hawley, no norte da Inglaterra. O grupo comete vários crimes para manter dinheiro no bolso, mas à medida que envelhecem e se tornam conhecidos dos guardas da prisão local, alguns começam a se perguntar se não existe outra forma de ganhar a vida – até surgir a ideia de outro golpe infalível. Sua boa audiência fez crescer o número de episódios a partir da 3ª estreia – de seis para oito capítulos – e garantiu renovação até seu quinto ano de produção. Além de estrelar, Gilgun é cocriador da série com Danny Brocklehurst (“Shameless”) e foi indicado por dois anos seguidos ao BAFTA TV (o Emmy britânico) como Melhor Ator de Comédia do Reino Unido.   | MEU QUERIDO ZELADOR | STAR+   A comédia de humor sombrio traz Guillermo Francella (“O Clã”) no papel-título, um veterano zelador do prédio de uma empresa proeminente, que descobre os planos da diretoria para demiti-lo e decide se vingar antes disso. Muito divertida, a produção foi desenvolvida pela dupla de cineastas argentinos Mariano Cohn e Gastón Duprat, responsáveis pelos ótimos filmes “Cidadão Ilustre” (2016) e “Concorrência Oficial” (2021).   | BIG MOUTH 6 | NETFLIX   Criada pelos roteiristas Nick Kroll (criador do “Kroll Show”), Andrew Goldberg (“Uma Família da Pesada/Family Guy”), Mark Levin e Jennifer Flackett (ambos de “Viagem ao Centro da Terra – O Filme”), “Big Mouth” é uma série protagonizada por adolescentes e monstros. Mas são monstros simbólicos, hormonais, que se manifestam como vozes da consciência dos personagens centrais, jovens passando pelas mudanças físicas e biológicas da puberdade. Na nova temporada, os dramas de pais e filhos ganham destaque equivalente, assim como as crises de um casal de monstros hormonais, em meio ao nascimento de seu primogênito. O elenco de dubladores originais inclui John Mulaney (série “Mulaney”), Maya Rudolph (série “Up All Night”), Jason Mantzoukas (“Como Ser Solteira”), Jordan Peele (humorístico “Key and Peele”), Fred Armisen (humorístico “Portlandia”) e Jenny Slate (a voz da Arlequina em “Lego Batman: O Filme”).

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    Filmes de terror dominam estreias de streaming do fim de semana do Halloween

    28 de outubro de 2022 /

    As plataformas de streaming capricharam no lançamento de filmes de terror no fim de semana que antecede o Halloween. Das 10 melhores estreias do período, 7 são produções muito acima da média do gênero, com destaque para tramas de serial killers. Confira abaixo as dicas para enfrentar a véspera do Dia das Bruxas.   | NOITES BRUTAIS | STAR+   Cheio de reviravoltas, o filme de Zach Cregger (“Miss Março: A Garota da Capa”) segue uma jovem (Georgina Campbell, da série “Suspicion”) que chega tarde da noite – e em meio à chuva – à sua nova casa alugada num bairro decadente de Detroit, apenas para encontrá-la ocupada por outro inquilino, interpretado por Bill Skarsgård (o Pennywise de “It: A Coisa”). Diante da confusão, ele a convida a passar a noite no local para os dois resolverem a questão com a imobiliária pela manhã. Tudo parece bem, até que, ao ouvir um barulho durante a madrugada, ela descobre um porão subterrâneo e mais horrores do que poderia imaginar. A crítica adorou, com 92% de aprovação no Rotten Tomatoes, uma das maiores notas de terror do ano. Mesmo assim, o longa pulou o cinema para chegar direto em streaming no Brasil.   | PIGGY | PARAMOUNT+   Também inédito no circuito comercial de cinema do país, o terror de Carlota Pereda trata de obesidade literalmente mórbida. Baseado num curta-metragem anterior da diretora, que venceu o prêmio Goya (o Oscar espanhol) em 2019, acompanha uma adolescente com excesso de peso que sofre bullying de colegas durante o verão em sua cidade natal. Até que as atormentadoras são raptadas por um psicopata, que a “cerdita” passa a admirar e considerar seu salvador. Além de uma história bastante original, o filme destaca uma performance impressionante da protagonista, vivida por Laura Galán (“Origens Secretas”), que foi premiada no Festival de Toulouse (França) pelo desempenho. Estreia no sábado (29/10) em streaming com os mesmos 92% de aprovação de “Noites Brutais” no Rotten Tomatoes.   | A MATRIARCA | STAR+   Jemima Rooper (“The Girlfriend Experience”) sofre uma overdose e decide retornar à sua casa de infância para enfrentar seus demônios pessoais, mas descobre que o local virou cenário de terror rural britânico. Em clima de conspiração, os moradores da cidade agem em conjunto para proteger um segredo indescritivelmente sombrio – um segredo que envolve não apenas sua mãe (Kate Dickie, de “A Bruxa”), mas também seu próprio destino aterrorizante. Escrito e dirigido pelo novato Ben Steiner, atingiu 82% de aprovação no Rotten Tomatoes.   | RUN SWEETHEART RUN | AMAZON PRIME VIDEO   O novo terror da produtora Blumhouse (de “Corra!” e “O Homem Invisível”) traz Ella Balinska (“Resident Evil: A Série”) como uma acompanhante escolhida para um encontro com um homem sedutor. Mas após o jantar romântico, ela descobre que o encontro não é o que aparentava. O homem revela ser mais que tóxico, um serial killer que a contratou para caçá-la por diversão, dando início a uma perseguição de thriller de sobrevivência com muita adrenalina, mas também reviravolta feminista, ao estilo de “Vingança” (2017). O dinamarquês Pilou Asbaek (“Game of Thrones”) tem o papel do vilão e o elenco ainda inclui Clark Gregg (“Agents of SHIELD”) e Shohreh Aghdashloo (“The Expanse”). Roteiro e direção são de Shana Feste, que assinou o remake do romance “Amor sem Fim” (2014). 79% no Rotten Tomatoes.   | JAULA | NETFLIX   Outro bom terror espanhol, em que um casal adota uma menina que encontram vagando sozinha numa estrada escura durante a noite. Claramente traumatizada, a criança vive obcecada com a fantasia de que um monstro a punirá se ela sair de um quadrado de giz pintado no chão. Elena Anaya (“A Pele que Habito”) vive a mãe, que busca tranquilizar a criança sem forçar que saia do quadrado, enquanto tenta descobrir o passado enigmático da garota, embarcando numa jornada que leva o tom dramático da trama para o campo do horror. Primeiro longa dirigido por Ignacio Tatay, “Jaula” tem produção do veterano e especialista cineasta Álex de la Iglesia (“As Bruxas de Zugarramurdi”).   | ÓRFÃ 2: A ORIGEM | VOD*   Isabelle Fuhrman retoma o papel da psicopata mirim Esther. Ela tinha 12 anos quando o filme original foi lançado, agora está com 25 anos, mas na trama se passa por uma criança ainda mais nova que no longa que a projetou em 2009, já que a história é um prólogo. A trama mostra como Leena Klammer (Fuhrman) escapou de um manicômio na Rússia e conseguiu fingir ser a filha desaparecida de uma família rica, virando Esther. O elenco também destaca Julia Stiles (“Jason Bourne”) e Rossif Sutherland (“Catastrophe”) como os pais de Esther. Politicamente incorreto, o primeiro “A Órfã” fez grande sucesso ao explorar o temor de que crianças adotadas possam representar perigo em potencial para suas novas famílias. Mas o novo, enquanto induz o público a esperar uma reprodução da situação original, oferece uma reviravolta, cortesia do diretor William Brent Bell (“Boneco do Mal”).   | O ENFERMEIRO DA NOITE | NETFLIX   O novo “true crime” de serial killer da Netflix conta a história de Charlie Cullen, um enfermeiro que era considerado um bom amigo e profissional, mas usava seu trabalho hospitalar para matar impunemente, tendo sido responsável pelo assassinato de mais de 300 pacientes. Sempre que era pego, Cullen era demitido, mas nunca denunciado para proteger a reputação dos hospitais. A impunidade o tornou o maior assassino de todos os tempos. Até que uma enfermeira com quem trabalhava arriscou tudo para ajudar a polícia a pegá-lo. Baseado no livro homônimo de Charles Graeber, “O Enfermeiro da Noite” foi escrito por Krysty Wilson-Cairns (roteirista da série “Penny Dreadful”) e marca a estreia do diretor dinamarquês Tobias Lindholm (“Sequestro”) em uma produção dos EUA. Os papéis principais são de Eddie Redmayne (“Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore”) e Jessica Chastain (“It: Parte 2”).   | NADA DE NOVO NO FRONT | NETFLIX   A nova adaptação do clássico literário de Erich Maria Remarque sobre a campanha alemã durante a 1ª Guerra Mundial é visceral como a história merece. A trama original foi criada a partir da própria experiência de Remarque na guerra e gira em torno de um jovem idealista que, instigado pelo patriotismo de seus professores, alista-se para lutar pelo país. Mas, em vez de glórias, encontra o despreparo, a violência extrema e a loucura no front, testemunhando seus colegas de classe morrerem um por um. Considerada uma das principais obras sobre o horror da guerra, o livro já tinha sido trazido às telas em 1930, com direção de Lewis Milestone, quando venceu o Oscar de Melhor Filme. A versão da Netflix, entretanto, é a primeira adaptação alemã, com direção de Edward Berger (das séries “Deutschland 83” e “Your Honor”) e um elenco que destaca Sebastian Hülk (“Dark”), Daniel Brühl (“Falcão e o Soldado Invernal”), Albrecht Schuch (“Berlin Alexanderplatz”), Anton von Lucke (“Frantz”) e Devid Striesow (“Eu Estava em Casa, Mas…”). Muito aplaudido no Festival de Toronto, o filme impressionou a crítica norte-americana, alcançando 93% de aprovação no Rotten Tomatoes, e é o candidato da Alemanha a uma vaga no Oscar de 2023.   | ARGENTINA 1985 | AMAZON PRIME VIDEO   O drama histórico é inspirado na luta real dos promotores Julio Strassera e Luis Moreno Ocampo, que ousaram investigar e processar a ditadura militar da Argentina no ano de 1985. Sem se deixar intimidar pela influência dos militares, que continuava poderosa na nova democracia a ponto de amedrontar os profissionais do Ministério Público, os dois reuniram uma equipe jurídica de jovens, que, sem ter carreira para perder, viraram heróis improváveis na luta contra a impunidade. Sob constante ameaça a si mesmos e suas famílias, eles enfrentaram tudo até trazer justiça às vítimas da junta militar – ao contrário do que aconteceu no Brasil, onde a “anistia” escondeu os crimes da ditadura brasileira. A direção é do premiado Santiago Mitre (“Paulina”) e o elenco repleto de estrelas destaca Ricardo Darín (“O Segredo de Seus Olhos”) e Peter Lanzani (“O Clã”) como Strassera e Ocampo. Premiado nos prestigiosos festivais de Veneza (Itália) e San Sebastián (Espanha), e selecionado como representante da Argentina no Oscar 2023, este é o filme mais aclamado da semana, com 97% de aprovação no Rotten Tomatoes.   | DEPOIS DO UNIVERSO | NETFLIX   Em seu primeiro longa-metragem, a cantora Giulia Be vive a talentosa pianista Nina, que precisa superar os desafios de lidar com o lúpus – a doença autoimune de Selena Gomez – , que pode atacar qualquer parte do corpo – o rim, no caso da jovem. Durante o tratamento, seu pessimismo é superado por uma forte conexão com um dos médicos que irá ajudá-la a enfrentar suas inseguranças na luta para se apresentar nos palcos junto de uma grande orquestra de São Paulo. O papel do médico marca a estreia brasileira de Henry Zaga, que apesar de ter nascido no Brasil só tinha feito produções americanas, como as séries “13 Reasons Why”, “Quem É Você, Alasca?” e o filme “Os Novos Mutantes”, entre outros. Integrando o filão dos romances de doença, o drama tem roteiro e direção de Diego Freitas (“O Segredo de Davi”).

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    Série

    Ryan Murphy diz que procurou familiares das vítimas de Dahmer: “Ninguém respondeu”

    28 de outubro de 2022 /

    O produtor Ryan Murphy, criador de “Dahmer: Um Canibal Americano”, revelou que a produção da série tentou fazer contato com cerca de 20 familiares das vítimas de Jeffrey Dahmer enquanto preparavam a atração, mas ninguém os respondeu. “É algo que pesquisamos há muito tempo”, disse Murphy em um evento para a série em Los Angeles. “E nós – ao longo dos três, três anos e meio em que estávamos realmente escrevendo, trabalhando nisso – procuramos 20, ou cerca de 20, das famílias e amigos das vítimas tentando obter informações, tentando falar com pessoas. E nem uma única pessoa nos respondeu nesse processo.” Murphy explicou que diante da ausência de relatos das pessoas envolvidas, a produção precisou confiar no “nosso incrível grupo de pesquisadores que… eu nem sei como eles encontraram muitas dessas coisas que eles encontraram. Mas foi como um esforço de noite e dia para tentar descobrir a verdade dessas pessoas.” Desde que foi lançada, porém, a série recebeu críticas das famílias das vítimas, algumas das quais acusaram a equipe de não ter entrado em contato com eles. Rita Isbell, irmã de Errol Lindsey, assassinado por Dahmer aos 19 anos, criticou a Netflix por lucrar em cima de uma trágica história. Shirley Hughes, mãe de Tony Hughes, que teve um relacionamento com Dahmer antes de ele ser assassinado, disse que a série sensacionalizou a história de seu filho. Mas Murphy e Paris Barclay, diretor de alguns episódios, disseram que a série visava fazer com que as vítimas não fossem uma mera estatística. “Algo que conversamos muito durante a produção é que não estávamos muito interessados em Jeffrey Dahmer, a pessoa, mas sim no que fez dele o monstro que ele se tornou”, explicou Murphy. “Conversamos muito sobre isso… e falávamos sobre isso o tempo todo. É realmente sobre privilégio branco. É sobre racismo sistêmico. É sobre homofobia.” De fato, série mostra como Jeffrey Dahmer (interpretado por Evan Peters), um dos mais famosos serial killers dos EUA, conseguiu assassinar e esquartejar 17 homens e garotos entre 1978 e 1991 sem ser pego, muitas vezes, inclusive, contando com a ajuda da polícia e do sistema de Justiça dos EUA por conta de seu privilégio branco. Bem apessoado, sempre recebia pedidos de desculpas quando policiais eram chamados por sua vizinha negra, que suspeitava dos crimes. “Nós realmente queríamos que a série seja sobre celebrar essas vítimas”, acrescentou Barclay. “Quando Tony escreve ‘eu não vou desaparecer’ no último cartão, é disso que trata essa série. Trata-se de garantir que essas pessoas não sejam apagadas pela história e que tenham um lugar e que sejam reconhecidas e que tenham sido importantes e que tenham vivido uma vida plena. E eles vieram de todos os tipos de lugares diferentes, mas eram pessoas reais. Eles não eram apenas números. Não eram apenas fotos em outdoors e postes. Eles eram pessoas reais com famílias amorosas, respirando, vivendo, esperançosos. Era sobre isso que queríamos que fosse.” Niecy Nash, que viveu Glenda Cleveland, a vizinha de Dahmer, questionou por que nenhum memorial foi montado para as vítimas. “Qualquer coisa que pudéssemos fazer para que isso acontecesse, você sabe, eu ficaria feliz em pagar por isso”, disse Murphy. “Eu acho que deveria haver alguma coisa. E estamos tentando fazer com que as pessoas falem sobre isso. Acho que há alguma resistência porque eles acham que o parque atrairia pessoas interessadas em homenagear o macabro…, mas acho que algo deveria ser feito.” Antes da série, Peters e Murphy já haviam trabalhado juntos em “American Horror Story”, e o ator havia expressado o seu desejo de interpretar alguém “normal”. Mas depois de ter feito teste com cerca de 100 pessoas para o papel de Dahmer, Murphy enviou o roteiro para Peters. “Ele me ligou no dia seguinte e disse: ‘É tão desafiador. É tão difícil que eu meio que tenho que dizer sim, mesmo tendo medo disso’”, contou Murphy. Peters aproveitou para contar sobre o seu processo de preparação para o papel, dizendo que leu todos os livros e artigos sobre o assassino, além de relatórios psicológicos e confissões, “numa tentativa de procurar entender por que ele fez o que fez, e a luta que ele teve com isso.” “Ele tem muitas coisas externas pelo jeito que anda, ele não mexe os braços quando anda e fala”, explicou o ator. “E então eu pesquisei muito para observá-lo e ver como ele se movia e trabalhava com pesos nos meus braços, vestindo o figurino, todo tipo de coisa que eu carregava comigo durante todo o dia para tentar ficar no personagem, para que fosse uma segunda natureza. E então eu criei uma composição de áudio de 45 minutos, que eu ouvia todos os dias para tentar entender seu dialeto e como ele falava e realmente tentar entender por que ele fez o que fez ou qual era sua mentalidade.” Peters estava tão imerso no personagem que Nash disse que nem chegou a conhecer o ator no set. “Eu não conheci Evan, porque Evan permaneceu em seu processo”, disse ela. “Então, você sabe, sendo sua vizinha intrometida e um espinho na sua carne, nós realmente não conseguimos nos conectar. Acho que talvez tenhamos dito bom dia duas vezes? Porque eu percebi que tinha que ficar na minha pista porque não queria atrapalhar seu processo e o que ele precisa fazer para ficar onde precisava ficar.” “Dahmer: Um Canibal Americano” se tornou a segunda série em inglês mais vista da Netflix e se aproxima da marca de 1 bilhão de horas assistidas. Esse sucesso surpreendeu os realizadores e a equipe. “Não tinha ideia de que se tornaria um fenômeno”, disse Nash. “Mas o que eu espero é que, onde quer que seu espírito viva no universo, Glenda Cleveland finalmente se sinta ouvida”, acrescentou, mencionando a vizinha que denunciou o serial killer. “Dahmer: Um Canibal Americano” está disponível na Netflix. Assista abaixo ao trailer da série.

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    Gisele Bündchen anuncia divórcio de Tom Brady

    28 de outubro de 2022 /

    A modelo brasileira Gisele Bündchen confirmou nesta sexta-feira (28/10) o fim do seu casamento com o astro de futebol americano Tom Brady. Após diversas especulações durante a semana na imprensa, ela compartilhou em suas redes sociais um texto breve relatando o divórcio. “Com muita gratidão por nosso tempo juntos, Tom e eu finalizamos amigavelmente nosso divórcio. Minha prioridade sempre foi e continuará sendo nossos filhos, que amo com todo o meu coração”, escreveu, pedindo que os fãs respeitam a privacidade do casal nesse momento difícil. “A decisão de terminar um casamento nunca é fácil, mas nos distanciamos e, embora seja difícil passar por algo assim, me sinto abençoada pelo tempo que passamos juntos e desejo o melhor para o Tom sempre. Peço gentilmente que nossa privacidade seja respeitada este período sensível. Obrigada!”, finalizou. Ela publicou o texto duas vezes nos Stories de seu Instagram, uma em inglês e outra em português. Gisele e Tom Brady ficaram casados por 13 anos. Segundo informações da revista People, os documentos do divórcio foram oficialmente formalizados e protocolados nesta sexta (28/10). Os dois advogados do jogador de futebol americano e da modelo estão conversando com um mediador para decidir os detalhes da separação, que incluem definições sobre a guarda dos filhos e os bens adquiridos pelo casal. Eles têm dois filhos: Benjamin Rein Bündchen Brady, nascido em 8 de dezembro de 2009, e Vivian Lake Bündchen Brady, nascida em 5 de dezembro de 2012.

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    Filha de Daniela Mercury pede indiciamento de Cassia Kis por LGBTfobia

    28 de outubro de 2022 /

    A advogada Márcia Verçosa de Sá Mercury, filha da cantora Daniela Mercury e da empresária Malu Verçosa, entrou com uma ação criminal no Mistério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) contra a atriz Cassia Kis, após uma polêmica live com a jornalista Leda Nagle em que a veterana fez declarações homofóbicas. Márcia acusa Kiss de promover LGBTfobia, de incitar violência contra a comunidade LGBTQIAP+ e afirmou, em nota, que a população não heterossexual “merece respeito”. No bate-papo, Cassia Kis disse que as relações homossexuais e a “ideologia de gênero” (definição bolsonarista para a sexualidade humana) estão destruindo as famílias. “Não existe mais o homem e a mulher, mas a mulher com mulher e homem com homem, essa ideologia de gênero que já está nas escolas”, disse a atriz. “Eu recebo as imagens de crianças de 6, 7 anos se beijando, duas meninas se beijando, onde há um espaço chamado beijódromo”, prosseguiu, no melhor estilo “kit gay” (famosa fake news bolsonarista da eleição presidencial passada). “Eu nem sabia que existia isso”, deixou escapar Leda Nagle, diante do sensacionalismo da atriz. Cássia continuou, dizendo que quando há uma relação entre duas pessoas do mesmo sexo há uma “destruição à vida humana”. “O que está por trás disso? Destruir a família. Destruir a vida humana, na verdade, porque onde eu saiba homem com homem não dá filho, mulher com mulher também não dá filho. Como a gente vai fazer?”, questionou. A filha de Daniela Mercury disse ter ficado chocada. “Como filha de um casal de lésbicas, me sinto no dever, por minhas irmãs e por toda comunidade LGBTQIAP+ que é vítima violências cotidianas, de agir para que ela seja punida no rigor da lei. Minha família merece respeito, a população LGBTQIAP+ merece respeito!”, afirmou Márcia, em nota enviada à imprensa. “Ao ver a gravação em que ela ataca famílias como a minha, chorei. Ela fala que as pessoas LGBTQIAP+ destroem as famílias. Com que direito ela pode falar isso se a minha família foi justamente construída a partir de uma união homoafetiva? A adoção é um ato de amor que muda a vida de muitas crianças e adolescentes. Mudou a minha vida e a de minhas irmãs.” “Espero que Cássia Kiss responda pelo crime de LGBTfobia e seja condenada. Só com o cumprimento da Lei conseguiremos ter nossos direitos respeitados”, completa a filha da cantora. Em nota, a Globo também repudiou as declarações da atriz, atualmente no ar na novela “Travessia”. “A Globo tem um firme compromisso com a diversidade e a inclusão e repudia qualquer forma de discriminação”, disse a emissora.

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    Elon Musk compra Twitter e demite diretoria

    28 de outubro de 2022 /

    O bilionário Elon Musk completou a aquisição do Twitter na quinta-feira (27/10) por US$ 44 bilhões (cerca de R$ 235 bilhões), de acordo com vários veículos da imprensa internacional. E a primeira decisão que tomou ao assumir o negócio foi demitir imediatamente a cúpula da rede social: entre outros executivos, o diretor executivo do Twitter, Parag Agrawal, o diretor financeiro, Ned Segal, e a encarregada de assuntos jurídicos do Twitter, Vijaya Gadde. A conclusão da compra ocorreu depois de uma saga judiciária, que envolveu a Justiça dos EUA, após Musk se arrepender da oferta feita em abril e ficar, desde então, tentando desfazer o negócio. Musk tinha até esta sexta-feira (28/10) para fechar a compra, caso contrário um julgamento seria realizado em novembro. Na noite de quinta, Musk mudou sua identificação no Twitter para “Chief Twit”, e pouco depois da meia-noite (horário de Brasília) escreveu na rede social que “o passarinho está livre”, aludindo ao pássaro que é símbolo do aplicativo. O empresário, dono da Tesla e da Space X, também usou o Twitter ao longo do dia para explicar que seu objetivo ao comprar a plataforma não era ganhar dinheiro e sim ajudar a humanidade, fazendo com que a civilização tenha “uma praça digital comum”, em vez de plataformas separadas para públicos de esquerda e de direita. “O Twitter obviamente não pode se tornar um inferno livre para todos, onde qualquer coisa pode ser dita sem consequências!”, continuou Musk. “Além de cumprir as leis do país, nossa plataforma deve ser calorosa e acolhedora para todos, onde você pode escolher a experiência desejada de acordo com suas preferências, assim como pode escolher, por exemplo, ver filmes ou jogar videogame variando de todas as idades até a maturidade.” Ele pretende, claramente, transformar a plataforma, e o comentário sugere uma mudança nas características de fórum de discussões e propagador de notícias em favor de serviços de entretenimento. Musk já disse que seus planos incluem fazer do Twitter “um aplicativo para tudo”. Na prática, este aplicativo já existe. Chama-se WeChat, uma espécie de “superaplicativo” que incorpora diferentes serviços, incluindo mensagens, mídia social, pagamentos e pedidos de comida. E não tem um terço da popularidade do Twitter. De todo modo, especialistas no mercado de ações acreditam que Musk está supervalorizando o Twitter, pagando muito mais do que a plataforma vale. Atualmente em crise, o Twitter teve prejuízo de US$ 270 milhões no último trimestre. the bird is freed — Elon Musk (@elonmusk) October 28, 2022

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    “The Crown” grava cena da morte da princesa Diana em Paris

    28 de outubro de 2022 /

    A produção da série “The Crown” foi flagrada na noite desta quinta (27/10) gravando as cenas da morte da princesa Diana em Paris. As gravações ocorreram ao redor da Ponte de l’Alma, mesmo local em que Lady Di sofreu o trágico acidente que causou sua morte em 1997. Fotos que circulam nas redes sociais mostram o carro que levava Diana, interpretada pela atriz Elizabeth Debicki (“Tenet”), sendo perseguido por paparazzi nas ruas da capital francesa. As imagens surgiram poucos dias após a Netflix negar que faria a gravação da morte de Diana. “O momento exato do impacto do acidente não será mostrado”, disse a Netflix em comunicado à imprensa britânica. Aparentemente, apenas “o momento exato do impacto” não fará parte da reconstituição do acidente fatal. A morte da princesa e a comoção gerada entre a população britânica será exibida na 6ª temporada da série, que não tem previsão de estreia. A 5ª temporada será lançada no dia 9 de novembro e focará o final do casamento entre Diana e o então Príncipe Charles. 'The Crown' films Princess Diana's controversial death scenehttps://t.co/pvwRold8Xo#EntertainmentNews pic.twitter.com/lSap39Y0Oj — NowMyNews (@NowMyNews) October 27, 2022 #e_RadioUS ‘The Crown’ begins filming events leading up to Princess Diana’s fatal car crash https://t.co/JVmcxBzC65 pic.twitter.com/A62Ngl5b6b — E-Radio.US (@eRadioUS) October 27, 2022 The Crown divides fans by filming Princess Diana car crash scene in Paris, 'Shame. Shame. Shame' https://t.co/KUYE81fyny pic.twitter.com/hLNWIV2bbO — woman&home (@womanandhome) October 27, 2022 'The Crown' begins filming events leading up to Princess Diana’s fatal car crash https://t.co/aKkje3QnYk — Fox News (@FoxNews) October 27, 2022

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    CEO diz que aumento no preço da Apple TV+ é reflexo de mais conteúdo

    27 de outubro de 2022 /

    O CEO da Apple, Tim Cook, falou sobre o recente aumento das assinaturas do serviço de streaming da empresa, o Apple TV+. Segundo ele, o reajuste é resultado do aumento na quantidade de produtos oferecidos pelo serviço. “Se você olhar quando nós precificamos pela primeira vez, nós tínhamos apenas algumas séries. Estávamos no início. Estávamos muito focados apenas nos originais e, portanto, tivemos quatro ou cinco séries e o preço era bastante baixo ”, disse Cook numa videochamada com os acionistas. “Agora temos muito conteúdo e estamos lançando mais a cada mês. E assim aumentamos o preço para representar o valor do serviço.” A assinatura da Apple TV+ vai passar de US$ 4,99 para US$ 6,99 por mês nos EUA, num aumento de 40% em relação ao valor original. No Brasil, o valor passou de R$ 9,90 para R$ 14,90. A Apple TV+ teve seu conteúdo valorizado neste ano com a vitória no Oscar de “No Ritmo do Coração” – filme que só foi exclusivo do serviço do streaming nos EUA – , e com a segunda conquista consecutiva de “Ted Lasso” como Melhor Série de Comédia no Emmy. Cook também observou o “entusiasmo e forte engajamento” dos assinantes do serviço. Segundo ele, “sucessos da Apple TV+ como ‘Ruptura’, ‘Bad Sisters’ e ‘Black Bird’ ocuparam o centro das telas ao redor do mundo. E os fãs de beisebol ficaram grudados em seus assentos nesta temporada assistindo ‘Friday Night Baseball’.” Além disso, o diretor financeiro da empresa, Luca Maestri, destacou as parcerias globais da Apple com as principais ligas de futebol. A partir da próxima temporada, os torcedores poderão transmitir todas as partidas da Major League Soccer, a liga de futebol dos EUA, por meio do aplicativo Apple TV. A Apple não divulga números de assinatura para nenhum de seus serviços, que incluem armazenamento em nuvem, pagamentos e outros negócios. Mas Maestri disse que o número total é maior do que 900 milhões – um aumento de 155 milhões nos últimos 12 meses e o dobro de três anos atrás. O Apple TV+ teria entre 20 e 40 milhões de assinantes. Vale destacar que não é só o Apple TV+ que vai aumentar os preços. Outros serviços da empresa, como Apple Music e Apple One, também sofrerão reajustes. “O custo do licenciamento aumentou e por isso estamos pagando mais pela música. O bom disso é que os artistas também receberão mais dinheiro por suas músicas que são curtidas em streaming”, justificou Cook. Ao todo, os serviços da Apple tiveram receita de US$ 19,1 bilhões no quarto trimestre e de US$ 78,1 bilhões no ano. Produtos como iPhone, Mac, iPad, entre outros, geraram US$ 71 bilhões em vendas no trimestre e US$ 316 bilhões no ano. Por isso, ao contrário das big techs concorrentes, a empresa comemorou um bom lucro no trimestre.

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    “O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder” foi vista por 100 milhões de espectadores

    27 de outubro de 2022 /

    A série “O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder”, desenvolvida para o serviço de streaming Amazon Prime Video, foi vista por mais de 100 milhões de espectadores até o momento. A informação partiu da própria Amazon, em um relatório divulgado ao seus acionistas. Anteriormente, a Amazon havia divulgado que a estreia da série tinha sido vista por 25 milhões de pessoas. “O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder” foi a produção mais cara da Amazon, custando cerca de US$ 500 milhões. Além disso, outro investimento pesado da empresa foi no “NFL Thursday Night Football”, transmissão de jogos ao vivo nos EUA, resultante de uma parceria feita com a Liga Nacional de Futebol Americano. Segundo o diretor financeiro da Amazon, Brian Olsavsky, “O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder” foi responsável por gerar “mais inscrições no Prime globalmente do que qualquer outro produto original da Prime” e o “Thursday Night Football” impulsionou as “3 horas com maior número de inscrições no Prime dos EUA” durante sua estreia em setembro. Apesar disso, os rendimentos do terceiro trimestre do ano ficaram abaixo do esperado. Nesse período, a Amazon registrou receita de US$ 127,1 bilhões – a maior parte de seu setor de comércio eletrônico – abaixo das expectativas de Wall Street, o que também reduziu o preço de suas ações. E embora a receita líquida tenha aumentado 15% em relação ao mesmo trimestre do ano passado (alta de 19% quando as taxas de câmbio são consideradas), o lucro líquido caiu para US$ 2,9 bilhões, comparado aos US$ 3,2 bilhões arrecadados um ano atrás. Em um comunicado, o CEO da Amazon, Andy Jassy, ​​deu a entender que os investimentos da empresa serão “agilizados” nos próximos meses, levando em consideração o estado incerto da economia global. “Obviamente, há muita coisa acontecendo no ambiente macroeconômico, e vamos equilibrar nossos investimentos para serem mais simplificados sem comprometerem nossas principais apostas estratégicas de longo prazo”, disse Jassy. “O que não vai mudar é nosso foco maníaco na experiência do cliente, e nos sentimos confiantes de que estamos prontos para oferecer uma ótima experiência para os clientes nesta temporada de compras de fim de ano.” Ainda assim, a empresa prevê uma desaceleração no quarto trimestre, com vendas líquidas de US$ 140 bilhões a US$ 148 bilhões, um aumento de apenas 2% a 8% em relação ao ano anterior.

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