Baterista dos Monkees processa Departamento de Justiça dos EUA por espionar a banda
Micky Dolenz, baterista e vocalista da banda The Monkees, entrou com um processo contra o Departamento de Justiça dos EUA nessa terça-feira (30/8), com o intuito de obter os arquivos secretos que o FBI compilou sobre a banda enquanto eles protestavam contra a Guerra do Vietnã, nos anos 1960. O processo foi registrado no tribunal federal, em Washington, após várias tentativas frustradas de obter os registros por meio da Lei de Liberdade de Informação. “Este processo foi projetado para obter quaisquer registros que o FBI criou e/ou possua sobre os Monkees, bem como sobre seus membros individuais”, afirma a ação. O site do FBI confirma que a banda é objeto de dois arquivos, sendo que um desses arquivos foi “omitido inteiramente”. O outro arquivo é um memorando do escritório de campo de Los Angeles, datado de 1967, e divulgado em 2011 com várias informações omitidas. Arquivado com o nome errado de “The Monkeys”, o documento confirmava a investigação de “quatro jovens que se vestem como ‘tipos beatnik'” e que “cantam em conjunto”. Na época, um informante do FBI afirmou que as apresentações da banda continham “mensagens subliminares” com a intenção de causar uma “intervenção de natureza política de esquerda”. As apresentações da banda eram acompanhadas de imagens exibidas em um telão. E, segundo os documentos censurados, as imagens lá exibidas traziam “mensagens anti-EUA sobre a guerra no Vietnã”, além de mostrarem os conflitos que aconteciam em solo americano, como a marcha pelos direitos civis ocorrida em Selma, no Alabama. Dolenz ficou sabendo da existência desses documentos depois que seu advogado – e fã – Mark Zaid sugeriu que eles verificassem se o FBI tinha algum arquivo sobre ele. O documento encontrado “apenas reforçou para mim que havia realmente algo ali”, o advogado contou à revista Rolling Stone. Ainda assim, o advogado admite que não sabe o que vai encontrar nos documentos. “Ainda estamos pescando, mas sabemos que há peixes na água”, disse ele. “Teoricamente, qualquer coisa poderia estar nesses arquivos. Não temos ideia de quais registros existem. Pode ser quase nada. Mas veremos em breve.” O processo aponta que tanto Dolenz quanto os seus falecidos companheiros de banda – Michael Nesmith, Peter Tork e Davy Jones – costumavam passar tempo com outros músicos investigados pelo FBI, como Jimi Hendrix e John Lennon. Conforme aponta o advogado, o FBI “era famoso por monitorar a contracultura, cometendo ou não ações ilegais”. Os Monkees expuseram seus sentimentos a respeito da guerra em algumas das suas canções, como “Last Train to Clarksville”, sobre um jovem recrutado para lutar no Vietnã. Na letra, o rapaz que se despedia ao pegar o último trem dizia que não sabia se conseguiria voltar para casa. Lembre da música abaixo.
Erika Januza teve medo de subir a Rocinha fardada em “Arcanjo Renegado”
A atriz Erika Januza confessou ter sentido medo durante as gravações da 2ª temporada de “Arcanjo Renegado”, que estreou na quinta (25/8) na Globoplay. Sua personagem, Sarah, se transforma em policial militar nos novos episódios e, numa das cenas, precisa subir o morro da favela da Rocinha. Este contato direto com a realidade carioca levou a mineira de Contagem a refletir. “Isso me marcou muito. Era um incômodo. Uma cena de tiroteio, de ficção, num lugar em que as pessoas passam por isso de verdade”, contou em entrevista ao OstaLab, de Otaviano Costa. “O que me deixou temerosa foi subir fardada. Até entenderem que era uma gravação, as pessoas nos olhavam como se perguntassem: ‘o que eles estão fazendo aqui’? Elas olhavam pra gente, mas não era com uma cara boa”, desabafou. Passado o susto inicial, porém, a recepção se tornou bastante positiva, com muitas pessoas se amontoando para acompanhar as gravações. Um dos atrativos do público foi a participação da cantora Ludmilla, que entrou no elenco como Diana, uma nova policial da trama. “E ela arrasou, viu? Concentrou-se, pediu algumas dicas, mas ela foi muito bem, foi muito elogiada pelos diretores”, contou a atriz, revelando, ainda que Ludmilla “improvisava, fazia coisas geniais”. Erika Januza também confirmou a renovação da série. “A 3ª temporada de ‘Arcanjo Renegado’ já está escrita e vem aí. E, se tudo der certo, Ludmilla vem junto comigo”, disse. Além da série policial criada por José Junior (fundador do grupo cultural AfroReggae e autor também de “A Divisão”), a atriz faz parte do elenco de “A Magia de Aruna”, série infantil da Disney+ prevista para 2023, em que vive uma bruxa, junto com Giovanna Ewbank e Cleo Pires. Ela revelou que recebeu uma cartinha divertida da produção da Disney durante as gravações. “Dizia: ‘você se tocou que agora pertence ao clã das bruxas da Disney?’ Eu não tinha me tocado!”
Michael Jackson tinha 19 identidades falsas para comprar drogas
Um novo documentário sobre Michael Jackson (1959-2009) vai revelar um lado do cantor desconhecido dos fãs: de homem viciado, capaz de cometer crimes para manter-se abastecido de drogas. E foi isso principalmente que acabou contribuindo para sua morte. O Rei do Pop faleceu em junho de 2009 devido a uma overdose de propofol, poderoso anestésico. O documentário “TMZ Investigates: Who Really Killed Michael Jackson”, que será exibido na próxima terça-feira (6/9) pela rede Fox nos Estados Unidos, aponta que ele comprava o remédio de forma ilegal, encabeçando um esquema de receitas falsas. Segundo apuração da produção, Michael Jackson chegava a usar 19 identidades falsas para adquirir medicação pesada em diferentes farmácias. Após sua morte em 2009, o médico Conrad Murray, que lhe prescrevia medicamentos, ficou dois anos preso em regime fechado. O documentário contará com depoimentos inéditos do médico e de outros profissionais de saúde que tiveram responsabilidade na morte do artista. “Vários profissionais diferentes permitiram que Michael ditasse seus próprios termos para obter as drogas que queria, quando e onde. Eles são a razão pela qual ele está morto”, sintetiza Orlando Martinez, detetive do Departamento de Polícia de Los Angeles que investigou a morte do astro, em seu depoimento para a produção. “Havia vários médicos diferentes. Ele ia no ‘Doutor A’ e pedia um sedativo. Depois ia no ‘Doutor B’ e pedia a mesma coisa”, confirmou Harry Glasmann, cirurgião plástico de Jackson. O vício de Michael Jackson teve início em 1984, quando ele sofreu queimaduras de segundo e terceiro grau em um comercial da Pepsi. Para se recuperar, começou a fazer uso de analgésicos e não parou mais. “Tornei-me cada vez mais dependente [dos remédios] para me ajudar nos dias da minha turnê”, confirmou ele em um áudio de arquivo que foi incluído no longa. Michael Jackson morreu aos 50 anos, na véspera de iniciar uma grande turnê na Inglaterra. Suas últimas imagens foram registradas nos ensaios da produção e acabaram rendendo o documentário “This is It”, lançado apenas quatro meses após sua morte.
Ney Lima reclama de prejuízo por “desconvite” de A Fazenda: “Me queimei com a Netflix”
O ator Ney Lima, intérprete de Cezinha na série “A Sogra que Te Pariu”, da Netflix, botou a boca no mundo para reclamar da rede Record nesta terça (30/8). Ele acusa a emissora de lhe dar um prejuízo financeiro e profissional por induzi-lo a acreditar que estaria em “A Fazenda 14” e excluí-lo após ele ter passado por várias fases e quase ir para o pré-confinamento. O ator e influenciador digital afirmou que fez um ensaio fotográfico com o tema do reality rural, comprou roupas novas, mudou a agenda de trabalho e ainda teve uma consulta com a psicóloga da emissora. Ele também encurtou sua participação na série da Netflix para encaixar o programa da Record em sua agenda. “Terçou com T de tombada pelo bispo”, alfinetou o humorista nas redes sociais, em referência a Edir Macedo, dono da emissora. Ele deu detalhes do que aconteceu numa sequência de Stories no Instagram. Segundo Lima, os organizadores de ‘A Fazenda’ o teriam procurado em julho e ele passou por duas entrevistas, uma via mensagem de texto e outra online. Após a assessoria de Lima dar certeza de que ele participaria da atração, o ator falou com a Netflix para diminuir sua participação e adiantar as cenas de seu personagem na 2ª temporada de “A Sogra que Te Pariu”. “Acreditando e emocionada, gravei e participei só de cinco episódios por conta disso. Fizemos um acordo. E quando foi essa semana, passei pela psicóloga. Quem passa pela psicóloga, pelo que me falam, o pessoal que já foi, é porque já é babado. Já está encaminhado e tudo bem. No dia que eu estava na praia [disseram]: ‘Não rolou’. Eu perguntei: ‘Como assim não rolou?'”, relatou ele, indignado. “Falaram assim ‘apareceu outra pessoa com o mesmo perfil que você, e não rolou’. Amor? Chocada fiquei. Mais de R$ 20 mil que eu gastei só de roupa, as botas que eu encomendei”, revoltou-se. Num dos vídeos, Lima mostrou várias botas que havia comprado para usar no reality show. “Acham que eu estou de brincadeira? Mais de R$ 3 mil de botas. Imaginem só”. O pior foi seu problema com série, avalia. “Eu abri mão da Netflix, que é um projeto mundial, pela Record TV. Me queimei com a Netflix…” Após o desabafo, o humorista publicou no Instagram as fotos do ensaio, que custou R$ 1.500. “A vaqueira que o bispo nunca vai ter” e “era CowGay” foram algumas das legendas que ele usou para cutucar a Record. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por NEY LIMA🍍 (@neylima) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por GOSSIP DO DIA (@gossipdodia)
José Padilha processa produtor de “Narcos” por desviar milhões de dólares
O cineasta brasileiro José Padilha (“Tropa de Elite”) está processando o produtor e showrunner da série “Narcos”, Eric Newman. No processo aberto na sexta (26/8) na Corte Superior de Los Angeles, Padilha alega que o produtor está ocultando milhões de dólares gerados pela série que ele desenvolveu para a Netflix. O acordo de Padilha lhe dá direito a metade de toda a receita gerada pela atração, incluindo o dinheiro de auditorias e bônus dado pela empresa Gaumont Television. “Apesar de ter voluntariamente aceitado a confiança depositada nele pelos Autores, e em violação desta relação de confiança, Newman (tanto individualmente quanto em nome da sua produtora Spahn Ranch) fez com que os lucros de ‘Narcos’ fossem pagos única e diretamente aos Réus, sem fazer com que os Autores soubessem que essas receitas de ‘Narcos’ foram recebidas pelos réus”, afirma a queixa apresentada no Tribunal Superior do Condado de Los Angeles. Em outras palavras, o produtor recebeu sozinho toda a renda de “Narcos” e não avisou para Padilha que havia recebido mais dinheiro (sendo que metade desse dinheiro seria de Padilha). Entretanto, o contrato dos dois prevê que “cada parte receba uma quantidade igual de Receitas Brutas em todos os momentos”. O argumento apresentado por Padilha é de que o contrato foi escrito de tal maneira que o valor pago a Newman pela Gaumont não é totalmente transparente. Segundo ele, Newman recebeu vários milhões em receitas que não foram relatadas. “Dado que eles eram sócios, os Autores confiaram que os Réus eram leais, e não negociavam em favor de si próprios, não tomavam qualquer ação que interferisse no direito dos Autores de receber sua parte de toda e qualquer receita, renda e produto da exploração da série, e prestariam as contas oportunas, precisas e completas de todas as receitas geradas e despesas incorridas na exploração da série”, afirma o processo. Padilha não é a única pessoa que entrou com processo pelos lucros de “Narcos”. A executiva Katie O’Connell Marsh processou a Gaumont em 2018 por quebra de contrato, afirmando que não recebeu a sua parte das receitas brutas geradas pelas séries “Narcos”, “Hannibal”, “Hemlock Grove” e “F Is for Family”. Um julgamento deve começar em dezembro. Lançada em 2015, “Narcos” teve um total de três temporadas e também rendeu um derivado, “Narcos: Mexico”.
Anitta viraliza ao ficar “desnorteada” com prêmio da MTV
Um vídeo de Anitta “desnorteada” numa balada, durante a comemoração do prêmio no VMAs (Video Music Awards) da MTV americana, viralizou nas redes sociais. A imagem capta a vencedora do Melhor Clipe Latino pelo hit “Envolver” segurando um copo e tentando dançar em câmera muito lenta, até travar, ficando paralisada e com uma expressão engraçada no rosto. Os fãs brincaram com a situação da cantora. “Queria estar em situação de Anitta no momento: bêbada, torta de gostosa, rica e premiada”, escreveu uma usuária no Twitter. “Se até a Anitta trava no meio da balada quem sou eu na fila do pão para não fazer igual?”, questionou outro. “Anitta reiniciando no meio da balada”, acrescentou mais um. Até o comediante Whindersson Nunes entrou na brincadeira e comentou. “É assim que sua estátua fica no Madame Tussauds quando o museu fecha”, escreveu. Ela mesmo riu do vídeo, republicando-o em seus perfis do Twitter e do Instagram. Em outra postagem, confirmou que ficou desorientada após a premiação, pois não acreditava que venceria na categoria, uma das mais concorridas da premiação. “Eu juro por Deus que me pegou de surpresa. Eu tinha inclusive dito que ia do prêmio para casa dormir. Fiquei tão desnorteada que estou aqui bêbada acordada até agora”, disse Anitta. Além de se tornar a primeira brasileira premiada pela MTV americana, ela também se apresentou no palco principal do evento. A cantora comemorou a vitória em uma balada nos EUA, acompanhado do namorado Murda Beatz, da empresária Carina Liberato, do maquiador Hector Espinal e do cantor J Balvin. No evento, ela levou o Brasil a tiracolo – ou melhor, uma bolsa com o formato de um livro sobre o Brasil, como explicou na rede social. Hahahahhahhaha https://t.co/ycWjLyY76E — Anitta (@Anitta) August 30, 2022 queria estar em situação de Anitta no momento: bêbada, torta de gostosa, rica e premiada https://t.co/ZJOVW4QhLA — madame satã (@madame_sata_) August 30, 2022 Did you say party? Cuz I said “let’s go” / (btw I didn’t bring a book about Brazil to the party that’s just my purse) pic.twitter.com/3yRvQvvaw6 — Anitta (@Anitta) August 30, 2022 Eu juro por Deus que me pegou de surpresa. Eu tinha inclusive dito que ia do prêmio pra casa dormir. Fiquei tão desnorteada que tá aqui bebada acordada até agora — Anitta (@Anitta) August 29, 2022
Ben Kingsley vai reprisar papel de “Homem de Ferro 3” na série do herói Magnum
O ator Ben Kingsley vai reprisar o papel de Trevor Slattery, introduzido em “Homem de Ferro 3” (2013), na vindoura série do herói Magnum (Wonder Man), desenvolvida para o serviço de streaming Disney+. Slattery era um ator fracassado que foi contratado para interpretar o papel do vilão Mandarim em vídeos ameaçadores, a mando do vilão Aldrich Killian (Guy Pearce). Depois disso, o personagem foi visto no curta-metragem “All Hail the King” (2014), que o mostrou sendo libertado da prisão por um dos associados do verdadeiro Mandarim, e mais recentemente em “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” (2021), quando foi encontrado por Shang-Chi, o filho do Mandarim. Produzida por Destin Daniel Cretton (diretor de “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”), “Wonder Man” (título original) ainda não tem previsão de estreia. O herói da série não é dos mais famosos, mas possui uma trajetória bastante interessante. Criado em 1964 por Stan Lee, Jack Kirby e Don Heck, Simon Williams (a identidade de Magnum) surgiu como capanga do Barão Zemo, mas foi reconfigurado nos anos 1970 como herói (e um dos Vingadores), até passar a usar sua superforça para trabalhar como dublê e astro de filmes de ação de Hollywood. Enquanto estava nos Vingadores, o personagem também desenvolveu fortes laços com Visão e Wanda, a Feiticeira Escarlate. Histórias chegaram a sugerir que Magnum e Visão era praticamente irmãos. Ele ainda desenvolveu sentimentos por Wanda, depois que o Visão foi desmantelado. Ainda não está claro qual fase do personagem a série da Disney+ vai abordar. Mas vale lembrar que “Guardiões da Galáxia Vol. 2” chegou a filmar – e posteriormente descartar – uma cena cheia de pôsteres de cinema em que o ator Nathan Fillion (“Castle”, “The Rookie”) aparecia como o astro Simon Williams. Fillion acabou encarnando o personagem apenas como dublador, na série animada “M.O.D.O.K” – que não faz parte oficialmente do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). Ben Kingsley tem diversos projetos prestes a estrear, entre eles a fantasia “A Escola do Bem e do Mal”, que chega em 21 de outubro na Netflix, e o drama “Dalíland”, cinebiografia do pintor Salvador Dalí, que fará a sua première no Festival de Toronto.
Pai de “Os Goldebergs” é morto pelos roteiristas após demissão do ator Jeff Garlin
A série “Os Goldbergs” vai passar por um novo luto. O patriarca da família, Murray Goldberg, foi morto pelos roteiristas, após a demissão de Jeff Garlin do elenco O ator foi acusado de comportamento inadequado e virou alvo de investigações do RH da rede ABC. Em uma entrevista recente, o showrunner Alex Barnow disse à revista Entertainment Weekly que o Murray Goldberg morreu fora da trama, entre as temporadas, e estará morto por vários meses quando a série retornar à televisão. “Esta será uma família que não reconciliou o fato de que seu pai se foi, mas meio que seguiu em frente e lidou com isso”, disse ele. “Estamos começando com otimismo sobre a chegada do bebê [de Erica] e ansiosos pelo futuro. É uma oportunidade para criar essa base emocional interessante sobre a maneira como as pessoas se comportam.” Com mais de 200 episódios produzidos, a série é a atração de comédia live-action mais duradoura da atual programação da TV aberta dos EUA. Apesar das marcas históricas, a saída de Garlin acontece após a perda de outro membro importante de seu elenco central: o veterano George Segal, que morreu em março de 2021 de complicações de uma cirurgia de ponte de safena. Exibida no Brasil pelo canal Comedy Central, “The Goldbergs” é baseada na infância do criador Adam F. Goldberg nos anos 1980, e segue a mesma linha de comédias nostálgicas de época consagrada por “Anos Incríveis”. A 10ª temporada tem estreia prevista para 21 de setembro, com seu elenco original agora resumido a Wendi McLendon-Covey como a mãe da família e o trio Sean Giambrone, Troy Gentile e Hayley Orrantia como seus filhos.
“Inventando Anna” rende processo de difamação contra Netflix
A Netflix está envolvida em um processo de difamação por causa da sua minissérie “Inventando Anna”. O processo foi movido por Rachel Williams, que aparece como uma personagem na série, retratada como uma aproveitadora que traiu a melhor amiga em benefício próprio. Segundo Williams, a Netflix deturpou a sua representação. “Inventando Anna” foi criada por Shonda Rhimes (criadora de “Grey’s Anatomy”) e narra a história real da vigarista Anna Delvey (também conhecida como Anna Sorokin). Na série, a protagonista consegue se infiltrar na alta sociedade de Nova York afirmando ser uma herdeira alemã e comete fraudes milionárias como forma de financiar o seu estilo de vida. A atração se define da seguinte maneira: “Esta história é completamente verdadeira. Exceto pelas partes que são totalmente inventadas”. E, aparentemente, a personagem de Williams entrou na lista dessas invenções. Williams trabalhou como editora de fotos na revista Vanity Fair e publicou um artigo sobre o tempo que passou com Sorokin. Mas ela alega que sua representação na minissérie se difere da realidade. Alexander Rufus-Isaacs, advogado de Williams, aponta uma entrevista de Shonda Rhimes, na qual ela supostamente admite aquilo que o processo está afirmando. “Queríamos saber o que estávamos inventando”, disse Rhimes na entrevista. “Nós não queríamos inventar coisas só por inventar. Queríamos intencionalmente ficcionalizar momentos em vez de apenas acidentalmente ficcionalizá-los”. Em outra entrevista ao The Hollywood Reporter, Rhimes admitiu que “houve coisas que inventamos porque precisavam ser inventadas para fazer a história realmente engrenar e ser o que deveria ser.” A atriz Katie Lowes, que interpreta Williams na minissérie, também disse durante uma entrevista que sua personagem quer agradar as outras pessoas. “Ela é jovem, ingênua e teve uma vida privilegiada. Não acho que isso seja necessariamente verdade para a Rachel Williams da vida real; eu acho que isso é verdade para a personagem que Shonda escreveu e para o que Shonda precisava que a personagem fosse na série.” O advogado de Williams afirma que declarações como estas constituem uma admissão. Para ele, a Netflix sabia que as ações da personagem eram falsas, mas ainda assim optou por retratá-la como a vilã da história, inclusive usando o nome de Williams. Entretanto, o processo não cita nem Rhimes nem a produtora Shondaland. O alvo é a própria Netflix. “Esta ação vai mostrar que a Netflix tomou uma decisão deliberada para fins dramáticos ao mostrar Williams fazendo ou dizendo coisas na série que a retratam como uma pessoa gananciosa, esnobe, desleal, desonesta, covarde, manipuladora e oportunista”, afirma a queixa, apresentada no tribunal federal de Delaware. Na minissérie, Williams aceita os presentes e as viagens de Sorokin, mas trai a sua amiga, entregando-a às autoridades assim que descobre que ela mentiu sobre sua fortuna. Na ação, Williams cita momentos específicos da minissérie, como as cenas em que um advogado força a personagem baseada nela a admitir que Sorokin sempre pagava a conta quando as duas saíam juntas. A intenção dessa cena é mostrá-la como uma aproveitadora. Mas Williams afirma que, na verdade, ela pagou a conta várias vezes e em outras ocasiões as duas dividiram. Em outro momento, Williams é mostrada abandonando Sorokin no Marrocos depois que o cartão de crédito de Sorokin foi recusado em um resort de luxo. Segundo Williams, ela havia dito a Sorokin antes da viagem que ela teria que voltar numa data específica porque já tinha agendado uma viagem de trabalho para França. “Williams não deixou de ser amiga de Sorokin porque Sorokin estava tendo problemas no Marrocos, mas porque ela posteriormente descobriu em seu retorno a Nova York que Sorokin era uma mentirosa e uma vigarista cujas declarações e promessas falsas haviam induzido Williams a incorrer em passivos de cerca de US$ 62 mil em nome de Sorokin, e ela só a reembolsou em US$ 5 mil, apesar das inúmeras promessas de reembolsar seus US$ 70 mil para compensar a dívida total e quaisquer taxas atrasadas”, afirma o processo. Williams terá uma longa batalha pela frente, já que, para que um processo de difamação seja bem sucedido, é preciso comprovar que as declarações difamatórias foram feitas com real intenção de malícia. Ou seja, é preciso que haja o conhecimento prévio de que as alegações feitas são falsas e de que houve a intenção de prejudicar a pessoa retratada. “A Netflix usou propositalmente meu nome real e aspectos reais da minha vida para criar uma caracterização totalmente falsa e difamatória de mim”, disse Williams em entrevista ao site The Hollywood Reporter. “A verdade importa e retratar pessoas reais requer uma responsabilidade real. Estou entrando com este processo para responsabilizar a Netflix por sua imprudência deliberada.” O advogado de Williams vai ainda mais longe, afirmando que a motivação de Netflix deve-se, em parte, ao fato de Williams ter vendido os direitos da sua matéria escrita para a Vanity Fair e do seu livro ainda não publicado para a HBO. “A razão pela qual tivemos que entrar com esse processo é porque a Netflix usou o nome real de Rachel e detalhes biográficos, e a fez parecer uma pessoa horrível, o que ela não é. O dano devastador à reputação dela poderia ter sido evitado se a Netflix tivesse usado um nome fictício e detalhes diferentes. Por que eles não fizeram isso por ela, quando fizeram por tantos outros personagens da série? Talvez o motivo tenha sido que ela escolheu jogar no outro time, ou seja, HBO.” Assista abaixo ao trailer de “Inventando Anna”.
Eugênio Derbez, do vencedor do Oscar “No Ritmo do Coração”, passa por cirurgia após acidente
O ator mexicano Eugenio Derbez, do filme vencedor do Oscar 2022 “No Ritmo do Coração”, será submetido a uma cirurgia complicada após sofrer um acidente. A informação foi divulgada pela esposa do ator, a atriz e cantora Alessandra Rosado, em um comunicado publicado na noite de segunda (29/8) em seu Instagram. Sem entrar em detalhes a respeito do acidente, Rosado afirmou que Derbez está bem, mas que as “lesões que ele sofreu são delicadas e exigirão que ele seja submetido a uma cirurgia complicada nas próximas horas”. Segundo ela, a recuperação será “longa e difícil” e exigirá “muitas semanas de descanso e reabilitação”. Rosado também agradeceu aos fãs pelo apoio e disse que sente que “todas as boas energias que estão nos enviando, com a ajuda de Deus, vão ajudar o Eugénio a recuperar em breve”. Derbez será visto em breve em “Acapulco”, série da Apple TV+ que ele produz e estrela. A 2ª temporada já foi inteiramente gravada e estreia em 21 de outubro. Ele também filmou “Aristotle and Dante Discover the Secrets of the Universe”, que terá a sua première no Festival de Toronto. Devido à sua recuperação, Derbez não deve participar dos eventos de promoção dessas atrações. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Alessandra Rosaldo (@alexrosaldo)
Charlbi Dean, atriz do filme vencedor da Palma de Ouro 2022, morre aos 32 anos
A atriz e modelo sul-africana Charlbi Dean, estrela do filme “Triangle of Sadness”, vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes deste ano, morreu na segunda-feira (29/8), vítima de um mal súbito. Ela tinha 32 anos. Nascida em 5 de janeiro de 1990, na Cidade do Cabo, Dean começou a sua carreira como modelo, aparecendo nas revista GQ (em dezembro de 2008) e Elle (em julho de 2010). Sua estreia no cinema aconteceu em 2010, com uma participação na comédia “Spud”, sobre um garoto enviado para uma escola de elite na África do Sul da década de 1990, mesma época em que Nelson Mandela foi solto da prisão. Nos anos seguinte, ela fez participações em filmes feitos direto para o mercado de home vídeo, séries e até na continuação de “Spud”, lançada em 2013 com o título de “Spud 2: The Madness Continues”. Ela também participou do terror “Don’t Sleep” (2017) e do filme religioso “Entrevista com Deus” (2018). Seu nome ficou mais conhecido quando ela interpretou a vilã Syonide na série “Raio Negro” (Black Lightning). Porém, seu papel de maior destaque foi mesmo o derradeiro. Dirigido por Ruben Östlund (“The Square: A Arte da Discórdia”), “Triangle of Sadness” é uma sátira à futilidade dos super-ricos e acompanha modelos, influenciadores e oligarcas de todo o mundo à bordo de um cruzeiro de luxo que acaba naufragando. No filme, Dean interpreta a modelo Yaya, uma dos convidadas desse cruzeiro, contracenando com o americano Woody Harrelson (“Venom: Tempo de Carnificina”), o inglês Harris Dickinson (“King’s Man: A Origem”), a filipina Dolly De Leon (“A Interrupção”), a luxemburguesa Sunnyi Melles (“Fassbinder: Ascensão e Queda de um Gênio”) e a escocesa Amanda Walker (“A Viagem”). “Triangle of Sadness” ainda será exibido no Festival de Toronto e no Festival de Nova York e ainda não tem previsão de estreia no Brasil. Assista ao trailer de “Triangle of Sadness”.
Conheça os filmes que disputam a vaga do Brasil no Oscar 2023
A Academia Brasileira de Cinema inovou neste ano na definição do candidato que vai representar o Brasil na busca por uma vaga na categoria de Melhor Filme Internacional do Oscar. O comitê responsável pela seleção anunciou nesta terça (30/8) uma lista com seis candidatos pré-selecionados, após uma primeira avaliação dos filmes inscritos. Um deles será o representante brasileiro no Oscar. Os escolhidos foram “A Mãe”, de Cristiano Burlan, “A Viagem de Pedro”, de Laís Bodansky, “Carvão”, de Carolina Markowicz, “Marte Um”, de Gabriel Martins, “Pacificado”, de Paxton Winters, e “Paloma”, de Marcelo Gomes. Apenas dois destes longas tiveram lançamento comercial: “Marte Um” e “Pacificado”, que é dirigido por um americano. “A Viagem de Pedro” estreia já nesta quinta (1/9). Mas os demais ainda não tem previsão. “Carvão” e “Paloma”, inclusive, terão première no Festival do Rio. Curiosamente, a lista não incluiu “Regra 34”, de Júlia Murat, vencedor do Leopardo de Ouro do Festival de Locarno, na Suíça, nem “Medusa”, de Anita Rocha da Silveira, premiado no Festival de San Sebastián, na Espanha, e vencedor do Festival do Rio do ano passado. “A Mãe” vendeu o Prêmio do Júri do Festival de Gramado, realizado no início do mês, enquanto “Marte Um” levou o Prêmio do Júri Popular no festival gaúcho. Exibido no Festival de Sundance, nos EUA, “Marte Um” também encantou a crítica dos EUA, atingindo 100% de aprovação no Rotten Tomatoes. “A Viagem de Pedro”, em que Cauã Reymond vive Dom Pedro I, rendeu o prêmio de Melhor Direção para Laís Bodanzky no Festival do Rio do ano passado. “Carvão” foi selecionado para exibição no Festival de Toronto, importante vitrine para o Oscar. “Paloma” está na seleção internacional do Festival de Munique. E “Pacificado” é uma coprodução dos EUA, que traz o cineasta Darren Aronofsky como produtor e venceu a Concha de Ouro do Festival de San Sebastián. A comissão que irá definir o representante nacional é formada por 25 profissionais do mercado audiovisual nacional, dentre cineastas, atores, produtores e críticos. Os integrantes são Aly Muritiba (diretor), André Pellenz (diretor), Ariadne Mazzetti (produtora), Barbara Cariry (produtora), Cavi Borges (diretor), Cibele Amaral (diretora), David França Mendes (diretor), Eduardo Ades (diretor), Guilherme Fiuza (produtor), Hsu Chein (diretor), Irina Neves (produtora), Jeferson De (diretor), João Daniel Tikhomiroff (diretor), João Federici (curador), José Geraldo Couto (crítico), Juliana Sakae (documentarista), Marcelo Serrado (ator), Marcio Fraccaroli (executivo), Maria Ceiça (atriz), Patricia Pillar (atriz), Petra Costa (diretora), Renata Almeida (produtora de eventos), Talize Sayegh (diretora), Waldemar Dalenogare Neto (pesquisador) e Zelito Viana (diretor). O filme selecionado será revelado na próxima segunda-feira (5/9). Depois disso, o escolhido vai disputar uma nova peneira numa comissão da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA. Os 15 títulos pré-selecionados, entre candidatos de todo o mundo para a categoria de Melhor Filme Internacional, serão divulgados em 21 de dezembro. Esta relação sofrerá um novo corte para chegar aos cinco indicados finais em 24 de janeiro de 2023. Finalmente, o vencedor será conhecido em 12 de março de 2023, no palco do Dolby Theatre, em Los Angeles.
Festival do Rio anuncia seleção nacional de 2022
A organização do Festival do Rio anunciou os filmes da Première Brasil, a seleção nacional de sua edição de 2022, que inclui a mostra competitiva do evento. O festival que mais exibe filmes nacionais vai trazer 70 produções, entre longas e curtas-metragens, que estarão distribuídos por cinco mostras: Competição Nacional, Novos Rumos, Hors Concours, Retratos e O Estado das Coisas. A lista foi resultado de uma seleção que analisou mais de 450 curtas e 200 longas inscritos. Entre os trabalhos selecionados, destacam-se “Regra 34”, filme de Julia Murat que venceu o Leopardo de Ouro do Festival de Locarno, na Suíça, e “Pirlimps”, a nova animação de Alê Abreu, indicado ao Oscar por “O Menino e o Mundo”, além de novas obras de cineastas consagrados como Marcelo Gomes (premiado em Cannes por “Cinema, Aspirinas e Urubus”), Adirley Queirós (premiado no IndieLisboa por “Mato Seco em Chamas”), Carolina Jabor (premiada no próprio Festival do Rio por “A Teus Olhos”), Fellipe Barbosa (premiado em Cannes por “Gabriel e a Montanha”), Iberê Carvalho (premiado em Gramado por “O Último Cine Drive-In”), José Eduardo Belmonte (vencedor do Festival do Rio por “Se Nada Mais Der Certo”), filmes dirigidos pelos atores Murilo Benício e Johnny Massaro, e muitos outros. O principal palco do evento, que acontece entre os dias 6 e 16 de outubro, será novamente o tradicional Cine Odeon, sala localizada na Cinelândia, que irá abrigar as sessões de gala internacionais, além das nacionais Hors Concours. Confira abaixo os filmes selecionados para a Première Brasil. COMPETIÇÃO NACIONAL Longas de Ficção “Bem-Vinda, Violeta”, de Fernando Fraiha “Bocaina”, de Ana Flávia Cavalcanti e Fellipe Barbosa “Carvão”, de Carolina Markowiczs “Fogaréu”, de Flávia Neves “Mato Seco Em Chamas”, de Adirley Queirós e Joana Pimenta “Paloma”, de Marcelo Gomes “Paterno”, de Marcelo Lordello “Perlimps”, de Alê Abreu “Propriedade”, de Daniel Bandeira “Regra 34”, de Julia Murat “Transe”, de Carolina Jabor e Anne Pinheiro Guimarães Longas de Documentário “7 Cortes de Cabelo no Congo”, de Luciana Bezerra, Gustavo Melo e Pedro Rossi “A Assembleia – Brasil”, de Beatriz Sayad, Heloisa Passos e Juliana Jardim “Diálogos com Ruth de Souza”, de Juliana Vicente “Exu e o Universo”, de Thiago Zanato “Fausto Fawcett Na Cabeça”, de Victor Lopes “Kobra Auto Retrato”, de Lina Chamie “Não É a Primeira Vez Que Lutamos Pelo Nosso Amor”, de Luis Carlos de Alencar “Nossa Pátria Está Onde Somos Amados”, de Felipe Hirsch “Sociedade do Medo”, de Adriana Dutra Curtas “Abscesso”, de Bianca Iatallese “Big Bang”, de Carlos Segundo “Cinema Vivo”, de Chris MN “Contando Aviões”, de Fabio Rodrigo “Escasso”, de Gabriela Gaia Meirelles “Garotos Ingleses”, de Marcus Curvelo “Kokoro – De Coração a Coração”, de André Hayato Saito “Mulheres Árvore”, de Wara “Peixes Não Se Afogam”, de Anna Azevedo “O Senhor do Trem”, de Aída Queiroz e Cesar Coelho “Último Domingo”, de Joana Claude e Renan Barbosa Brandão “Selfie”, de Alex Sernambi “Solmatalua”, de Rodrigo Ribeiro-Andrade “Tiro de Misericórdia”, de Augusto Barros NOVOS RUMOS Longas “A Cozinha”, de Johnny Massaro “A Filha do Caos”, de Juan Posada “Canção ao Longe”, de Clarissa Campolina “Maputo Nakuzandza”, de Ariadine Zaumpaulo “O Acidente”, de Bruno Carboni “Três Tigres Tristes”, de Gustavo Vinagre “Lilith”, de Bruno Safadi “Ciclo”, de Ian SBF Curtas “Aluísio, o Silêncio e o Mar”, de Luiz Carlos Vasconcellos “Caminhos Afrodiaspóricos do Recôncavo da Guanabara”, de Wagner Novais “Curupira e a Máquina do Destino”, de Janaína Wagner “E Nada Mais Disse”, de Júlia Menna Barreto “Entre a Colônia e As Estrelas”, de Lorran Dias “Êra Punk”, de Flávio Galvão “Fantasma Neon”, de Leonardo Martinelli “Iceberg”, de Will Domingos HORS CONCOURS “Abestalhados 2”, de Marcos Jorge, Marcelo Botta “Andança – Os Encontros e As Memórias de Beth Carvalho”, de Pedro Bronz “A Praga, de José Mojica Marins + a Última Praga de Mojica”, de Cédric Fanti e Eugenio Puppo “Matheus Sundfeld”, Pedro Junqueira “Derrapada”, de Pedro Amorim “Down Quixote”, de Leonardo Cortez “Miucha, a Voz da Bossa Nova”, de Daniel Zarvos e Liliane Mutti “O Pastor e o Guerrilheiro”, de José Eduardo Belmonte “Pérola”, de Murilo Benício HORS CONCOURS / NOVOS RUMOS “Domingo à Noite”, de André Bushatsky O ESTADO DAS COISAS Longas “Boicote”, de Julia Bacha “Corpolítica”, de Pedro Henrique França “Direito de Sonhar”, de Theresa Jessouroun “Fio do Afeto”, de Bianca Lenti “Palco de Luta”, de Iberê Carvalho “Regenerar: Caminhos Possíveis Em Um Planeta Machucado”, de Maria Clara Parente “Um Tiro no Escuro”, de Paulo Ferreira Curtas “Romão”, de Clementino Júnior “Socorro”, de Susanna Lira “Sinfonia da Vacina”, de Guilherme Coelho e Julia de Simoni “Tekoha”, de Carlos Adriano RETRATOS “Belchior – Apenas Um Coração Selvagem”, de Natália Dias e Camilo Cavalcanti “Daniel Senise – Nem Tudo Tem Que Ser Sobre Alguma Coisa”, de Bernardo Pinheiro “De Você Fiz Meu Samba”, de Isabel Nascimento Silva “Elis & Tom, Só Tinha de Ser com Você”, de Roberto de Oliveira “Elton Medeiros: o Sol Nascerá”, de Pedro Murad “Luzes Mulheres Ação”, de Eunice Gutman “Otto: De Trás P/ Diante”, de Helena Lara Resende e Marcos Ribeiro “Quando a Coisa Vira Outra”, de Marcio de Andrade ESPECIAL CLÁSSICOS “Assalto ao Trem Pagador” (1962), de Roberto Farias “O Pagador de Promessas” (1962), de Anselmo Duarte MIDNIGHT “O País da Pornochanchada”, de Adolfo Lachtermacher












