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    Críticos elogiam visual de “Duna”, mas reclamam da narrativa hermética

    3 de setembro de 2021 /

    A première mundial de “Duna” aconteceu nesta sexta (3/9) no Festival de Veneza, fora de competição, diante de 8 minutos de aplausos efusivos. Integrante do júri do festival, a cineasta Chloe Zhao, vencedora do Oscar por “Nomadland”, resumiu a impressão geral causada pelo épico de ficção científica ao correr pelos corredores da histórica Sala Grande para cumprimentar o diretor Dennis Villeneuve com um grande abraço após a sessão, gritando “fantástico!”. O filme também recebeu suas primeiras críticas internacionais. Algumas resenhas já preveem que “Duna” será indicado à várias categorias técnicas do Oscar, como Fotografia, Som e Efeitos Visuais, mas não deve ir muito além disso, porque se o visual é impressionante, há problemas de roteiro. Mesmo dividindo o livro de Frank Herbert em dois filmes diferentes, Villeneuve teve dificuldades para adaptar a história, sem superar os problemas já detectados na tentativa anterior de adaptar a obra em 1984: a parte arrastada no deserto de Arakis e a quantidade de personagens e nomes citados na trama. “A menos que você esteja suficientemente informado sobre o clássico da ficção científica de Frank Herbert de 1965 para distinguir seus Sardaukars de suas Bene Gesserit, é provável que você não vá não muito longe em ‘Duna'”, observou a revista The Hollywood Reporter. “Apesar de ser parte jornada do herói e parte história de sobrevivência, o filme continua jogando detalhes misteriosos em você, o que pode emocionar os geeks de Herbert, mas fará com que quase todo o resto desista”. “Se você já está mergulhado na mitologia de Herbert, vai se emocionar com cada palavra sussurrada. Mas se entrar sem saber a diferença entre um escudo Holtzman e um buraco no chão, é uma caminhada mais longa”, concordou a revista Entertainment Weekly, numa crítica que deu ao filme uma nota “B”. Não é à toa que Villeneuve reclamou tanto do lançamento híbrido, que levará o longa ao cinema e à HBO Max simultaneamente nos EUA. Segundo as críticas, o forte de “Duna” são as imagens e não a narrativa. “‘Duna’ é um filme que ganha cinco estrelas por sua construção de mundo, mas duas estrelas e meia pela narrativa”, pontuou a revista Variety. Já o visual foi elogiado de forma unânime. O jornal britânico The Guardian estampou que a produção é “cinema blockbuster no seu melhor, estonteante e deslumbrante”. “Villeneuve atrai você para uma visão do futuro surpreendentemente vívida, às vezes plausivelmente enervante”, reforçou o Los Angeles Times. “Tecnicamente brilhante, visualmente maravilhoso, com um elenco de primeira categoria e conceitos profundos de ficção científica. Pena que se arraste tanto em sua segunda metade”, considerou o site IGN. Vale lembrar que, no passado, muitos desistiram de filmar “Duna” porque consideraram impossível condensar o livro de Herbert num único filme. Responsável pela primeira tentativa em 1975, Alejandro Jodorowsky concluiu que a adaptação teria que ter 15 horas. O estúdio, claro, queria um filme de no máximo 1h50. Nove anos depois, David Lynch tentou fazer o que podia com esta limitação de tempo, mas acabou estourando a duração exigida. Por isso, sua obra sofreu vários cortes durante a edição, a mando do produtor Dino De Laurentiis, o que dificultou o entendimento da trama complexa e causou seu fracasso nas bilheterias. Villeneuve acreditava ter encontrado a solução ao dividir a história em duas partes, de modo a apresentar a trama completa com cinco horas de duração. A crítica, pelo visto, achou que isso não ajudou tanto quanto ele imaginava. “Talvez o material base, com o seu interminável glossário de termos que descrevem lugares, pessoas, tradições religiosas e sistemas políticos, seja denso demais para ser traduzido em algo cinematograficamente ágil. O filme de Villeneuve parece apressado e arrastado ao mesmo tempo, com muitos diálogos expositivos e de preparação em torno de seus sets monolíticos”, descreveu a revista Vanity Fair. Apesar de interromper a história antes do fim, a continuação ainda não está confirmada. Por isso, o lançamento acontece sob uma condição preocupante, como lembrou a revista Empire: “Será uma pena se a parte 2 nunca acontecer.” Para quem não conhece, a história se passa no futuro e em outro planeta, um local árido chamado Arrakis, que produz uma matéria essencial às viagens interplanetárias: a Especiaria. Aqueles que controlam a Especiaria têm uma vantagem econômica significativa diante dos adversários, o que faz com que a família real que supervisiona o local enfrente complôs e sofra um atentado. Apenas o filho, Paul Atreides, escapa e procura se vingar, usando a ecologia bizarra daquele mundo como sua principal arma. Em particular, os vermes gigantes que habitam as grandes dunas – e que são os verdadeiros responsáveis pela produção da Especiaria. Timothée Chalamet (“Me Chame Pelo Seu Nome”) vive Paul Atreides e o elenco estelar inclui Josh Brolin (o Thanos de “Vingadores: Guerra Infinita”), Jason Momoa (o “Aquaman”), Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Charlotte Rampling (indicada ao Oscar por “45 Anos”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Stellan Skarsgard (“Thor”) e Javier Bardem (“007: Operação Skyfall”), entre outros. Após a première em Veneza, “Duna” terá sua primeira exibição na América do Norte no próximo fim de semana, durante o Festival de Toronto, no Canadá. O longa também vai passar pelo Festival de Nova York no começo de outubro, antes de estrear em circuito comercial. O lançamento nos cinemas do Brasil está marcado para 21 de outubro, um dia antes dos EUA. Veja abaixo o trailer mais recente da produção.

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  • Música

    Little Mix lança clipe com visual que lembra Beyoncé

    3 de setembro de 2021 /

    O Little Mix lançou um novo clipe nesta sexta-feira (3/9), “Love (Sweet Love)”, em que o agora trio, formado por Perrie Edwards, Leigh-Anne Pinnock e Jade Thirlwell, encarnam semideusas – inspiradas pelo visual da deusa Beyoncé, de quem são súditas declaradas. A direção é de Samuel Douek, que este ano já tinha gravado o clipe “Confetti” para o grupo. O girl group está completando 10 anos e, para comemorar, lançará “Between Us”, que vai juntar seus maiores hits e cinco músicas novas. O disco tem lançamento marcado para 11 de novembro.

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  • TV

    Gil do Vigor gravou participação em “Vai que Cola”

    3 de setembro de 2021 /

    O ex-“BBB” Gil do Vigor gravou uma participação especial na 9ª temporada de “Vai que Cola”, que estreia em novembro no canal pago Multishow. A gravação ocorreu na véspera do economista embarcar para os EUA, onde já começou a estudar para seu PhD. “Por ser um programa que tem todo um envolvimento LGBTQIAP+, ele é de fato representativo. Eu me joguei, me diverti, fiz com muito carinho e espero que o público goste”, disse Gil à coluna de Patricia Kogut, no jornal O Globo. O programa terá ainda uma homenagem a Paulo Gustavo na estreia da temporada. O ator, que morreu de covid-19 em maio passado, interpretou o personagem Valdomiro no humorístico. O Multishow também desenvolve um especial de fim de ano com textos inéditos de Paulo Gustavo para a série baseada no sucesso “Minha Mãe é uma Peça”.

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  • Série

    Pode chorar. “La Casa de Papel” derruba maior teoria dos fãs

    3 de setembro de 2021 /

    A chegada da Parte 5 de “La Casa de Papel” à Netflix nesta sexta (3/9) está causando comoção nas redes sociais. Os primeiros cinco episódios da reta final – que será concluída só em dezembro – derrubaram a maior teoria dos fãs. E é um spoiler que quem não viu não vai querer saber. Não leia abaixo de jeito nenhum. Spoiler monstro: trata-se simplesmente da morte de Tóquio, a personagem icônica de Úrsula Corberó. Narradora da série desde a 1ª temporada, Tóquio era a grande protagonista feminina de “La Casa de Papel”. Por ser quem conta a história, era a única personagem que todos acreditavam que sobreviveria. Mas a sequência que encerra a nova leva de episódios não deixa dúvidas sobre o seu destino, enquanto outros personagens têm a definição de vida e morte suspensa no momento da interrupção da temporada. O episódio 5 é praticamente todo dedicado a ela, com muitos flashbacks, a vingança da morte de sua melhor amiga, Nairóbi (Alba Flores), e uma cena de despedida comovente com Rio (Miguel Herrán). Inconsoláveis, os fãs inundaram as redes sociais de lamentos, memes e spoilers. Veja alguns abaixo. Ainda não tinha superado a Nairobe e agora… I'm devastated #lacasadepapel pic.twitter.com/Dws1iJDDRl — Luciano (@Tiagomael) September 3, 2021 Como eu fiquei depois desse final da primeira parte:#LaCasaDePapael#LCDP5 #LCDP pic.twitter.com/Ok26MHQzAW — Mayara (@comentmayy) September 3, 2021 Netflix, de seus pulos pra reviver ela…. #lacasadepapel pic.twitter.com/DX5lHC3swS — Luciano (@Tiagomael) September 3, 2021 Selfie de quem achou que por narrar a história, a Tokio não ia morrer #LaCasaDePapel pic.twitter.com/KRRODRbLTU — deek (@Carlus_Cs7) September 3, 2021 Teoria: a tokio foi a única sobrevivente e está narrando a série da cadeia Diretor resolve matar a tokio Eu: pic.twitter.com/kkouFgiyHG — Mr Fedr (@MrFedr) September 3, 2021 Estou a chorar 🥲Terminei a 1° da 5° Temporada de La Casa de Papel pic.twitter.com/YI5DjcEHGA — Potatin (de volta) (@MrPotatinBR) September 3, 2021 Este último episódio da temporada 5 da la casa de papel é só uma tortura!!#LCDP5 — 💥𝔅𝔢𝔞𝔱𝔯𝔦𝔷💥 (@la_piquinina) September 3, 2021 ELA FAZIA MERDA? FAZIA! MAS ELA MERECIA MAIS, EU NÃO TO ACREDITO, ERA PRA ELA CASAR E TER FILHOS COM O RIO, EU VIM NESSA VIDA DESTINADA A SOFRER? #LaCasaDePapel #LCDP5 / tokio pic.twitter.com/45jUz2h6wC — tvdxuniverso (@tvdxuniverso) September 3, 2021 Por isso n vou mais assistir, n tem a Tóquio, perdeu a graça — Mari 🌛 (@iStilesgf) September 3, 2021 Eu não tiro dinheiro do meu 🆒️ ,pra pagar Netflix e assistir #LaCasaDePapel e passar pela mesma coisa que eu passei em Ultimato não… pic.twitter.com/0bBqfbnxs8 — mlukaz_ (@lucazmontez_) September 3, 2021 Eu passei só 5 episódios inteiros torcendo pra q não morresse ninguém ,ao menos q matassem os fdp do Gandia e do Arturo ,poderia morrer qualquer um pra matar eles dois ,menos a Tóquio Netlfix ,menos ela…. eu não passo esse pano #LaCasaDePapel #LCDP #tóquio pic.twitter.com/yiX6SpGzmb — mlukaz_ (@lucazmontez_) September 3, 2021 Tomou 17162673 tiros e a mulher ainda ficou viva, pra matar o Gandia e a cambada, vcs podem até não gostar da Tóquio, mas falar que ela não é foda tmlc. Te amo Tóquio! Obrigada por tudo 😭 #LCDP4 pic.twitter.com/Xy6ib10k9J — lu 🌈 (@faxxfa3) September 3, 2021 Que “final” foi esse????????Tokio a melhor. Ninguém acima dela. Tokio pra sempre. Tokio eternamente heroína. #LaCasaDePapel pic.twitter.com/hSrGOw3dr3 — ris (@rismsl) September 3, 2021 quero saber como vai ser a serie agora sem a narração da toquio #LCDP5 #LCDP pic.twitter.com/x0sTPKxWmD — fel¡pe៹ lcdp spoilers (@lovzblake) September 3, 2021

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  • Série

    Séries online: “La Casa de Papel” e muitas novidades da Star+ pra maratonar

    3 de setembro de 2021 /

    O lançamento da Parte 5 de “La Casa de Papel” domina as atenções dos assinantes da Netflix nesta sexta (3/9). Série não americana mais vista da plataforma, a produção espanhola retoma a história num momento de grande tensão, com os protagonistas há 100 horas cercados dentro do Banco da Espanha por forças militares. Para complicar ainda mais, encontram-se sem o comando do Professor (Álvaro Morte), que é capturado justamente quando eles precisam enfrentar o exército espanhol. A ansiedade dos fãs é tão grande que os cinco episódios disponibilizados devem ser consumidos a jato – e às lágrimas, quando certa personagem morrer. E enquanto a Netflix não libera os cinco capítulos restantes para encerrar a trama – previstos só para dezembro – , sobra muito tempo para maratonar as outras opções da semana. A própria Netflix zera mais duas séries, a sci-fi “The 100” – preparem os lenços – e a dramédia “Good Girls” – controlem a frustração, porque foi cancelada antes do planejado. Para as crianças, a Disney+ apresenta “A Vida de Dug” (Dug Days), série centrada no divertido cachorro falante do filme “Up – Altas Aventuras”, da Pixar, que também marca a despedida do veteraníssimo Ed Asner, falecido no domingo passado (29/8), que deixou como último trabalho seu retorno à dublagem do velhinho Carl Fredriksen. Mas as principais novidades estão no catálogo da plataforma Star+, inaugurada na terça passada (31/8) no Brasil. Há muitas séries exclusivas em streaming, que vão além dos destaques apresentados pelo marketing do serviço. Já falamos aqui de “Only Murders in the Bulding”, com Selena Gomez e Steve Martin, de “Love, Victor”, derivada do filme “Com Amor, Simon” de 2018, da minissérie dramática “A Teacher” com Kate Mara, de “Genius: Aretha”, em que Cynthia Erivo vive a cantora Aretha Franklin, e da animação adulta “Solar Opposites”, do cocriador de “Rick & Morty” Justin Roiland, sem esquecer das novas temporadas inéditas de “The Walking Dead”, “American Horror Story”, “Impuros” e “Os Simpsons”. Para começar, há duas adaptações de quadrinhos. “Helstrom” é até da Marvel. Uma série de terror que abria um universo inexplorado dos quadrinhos da editora, mas que, infelizmente, foi dano colateral da decisão de encerrar a Marvel Television, numa queda de braços que empoderou ainda mais o Marvel Studios, de Kevin Feige, como único estúdio da editora. A 1ª temporada serve como minissérie, pois conta uma história completa, repleta de possessões demoníacas, sobre a luta de dois irmãos para controlar seus impulsos sombrios e impedir a criatura que vive trancada num hospício, no interior do corpo de sua mãe, de causar o fim da humanidade. A outra adaptação, “Resident Alien”, é baseada em quadrinhos da Dark Horse Comics e traz o ator Alan Tudyk (o Sr. Ninguém da série “Patrulha do Destino”) como um extraterrestre que cai em uma pequena cidade do Colorado, onde assume o corpo de um médico recluso recém-assassinado. Tudo o que ele quer é ser deixado em paz enquanto aguarda um resgate que nunca vem. Mas as circunstâncias o forçam a sair de seu esconderijo remoto para resolver crimes como médico legista – e a questionar se a raça humana merece ser salva ou destruída. A comédia funciona e a série já está renovada para novas aventuras. Três outras comédias, “Dave”, criada e estrelada pelo comediante e rapper branco conhecido como Lil Dickie, “Breeders”, com Martin Freeman (“Pantera Negra”), e “Dollface”, com Kat Dennings (a Darcy de “WandaVision”), também merecem atenção. E ainda há duas minisséries originais: “Devs”, sci-fi criada por Alex Garland (diretor de “Ex-Machina” e “Aniquilação”), e “Narciso Negro”, drama de época já levado ao cinema em 1947, em que um grupo de freiras tenta transformar um antigo e remoto palácio dos Himalaias num convento. Confira abaixo todas as dicas com trailers numa dúzia de estreias para conferir em streaming neste fim de semana.     La Casa de Papel | Espanha | Parte 5 – Volume 1 (Netflix)     The 100 | EUA | 7ª Temporada (Netflix)     Helstrom | EUA | 1ª Temporada (Star+)     Resident Alien | EUA | 1ª Temporada (Star+)     Devs | EUA | Minissérie (Star+)     Narciso Negro | EUA | Minissérie (Star+)     Dave | EUA | 1ª Temporada (Star+)     Breeders | Reino Unido, EUA | 1ª Temporada (Star+)     Dollface | EUA | 1ª Temporada (Star+)     Antidistúrbios | EUA | 1ª Temporada (HBO Max)     A Vida de Dug | EUA | 1ª Temporada (Disney+)     Good Girls | EUA | 4ª Temporada (Netflix)

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    Filmes online: “Os Croods 2”, “Cinderela” e mais 10 dicas pra ver em casa

    3 de setembro de 2021 /

    A animação “Os Croods 2: Uma Nova Era” é a principal estreia da semana. Opção para entreter as crianças no feriadão da Independência, o segundo filme da família pré-histórica da DreamWorks Animation é melhor que o primeiro lançamento de 2013, além de ter sido um dos raros sucessos de cinema da pandemia. Na trama, a família cro-magnon original encontra a primeira família metrossexual (na verdade, neolítica), que é bem mais avançada, com conhecimentos agrícolas, mas também preocupações com a aparência – da barba hipster bem cultivada aos chinelos de estilo havaianas. A versão em português traz as vozes de Juliana Paes e Rodrigo Lombardi, enquanto a dublagem original em inglês volta a reunir o elenco formado por Nicolas Cage (“A Cor que Caiu do Espaço”), Emma Stone (“La La Land”) e Ryan Reynolds (“Deadpool”), além de Cloris Leachman (“Eu Só Posso Imaginar”) em seu último papel, como a vovó. As crianças também têm o musical de “Cinderela” estrelado pela cantora Camila Cabello. Mas apesar do elenco incluir Billy Porter (“Pose”) como Fada Madrinha e Idina Menzel (a dubladora de Elsa em “Frozen”) como a Madrasta, vale observar que a produção não empolgou a crítica. As resenhas são bastante desfavoráveis na comparação com as adaptações live-action da Disney, inclusive a versão musical de 1997, feita para a TV com a cantora Brandy no papel principal. Combinando musical e animação, há uma legítima produção da Disney, o híbrido de fantasia e documentário de Billie Eilish, em que ela canta o repertório de seu novo disco, “Happier Than Ever”, no palco do famoso Hollywood Bowl sem plateia e com direção do cineasta Robert Rodriguez (“Alita: Anjo de Combate”). Recém-lançada, a plataforma adulta da Disney, a Star+, também oferece uma comédia exclusiva em streaming, em que um casal branco sem noção invade a festa de casamento de um casal negro recatado após conhecê-los durante as férias. Geralmente comportado, o segundo casal saiu do sério durante o último verão no México e agora precisa conviver com as consequências – dois novos melhores amigos brancos e aloprados – , em meio a convidados e familiares de seu matrimônio. O elenco destaca uma inesperada boa combinação de John Cena (“O Esquadrão Suicida”) e Lil Rel Howery (“Corra!”). Há ainda duas produções adolescentes razoáveis: uma comédia com Victoria Justice (“Brilhante Victória”) e uma sci-fi com Lily-Rose Depp (a filha de Johnny). Mas o jovem ator que se sai melhor na semana é Jack Dylan Glazer (“Shazam!”) no suspense “Don’t Tell a Soul”. Para os adultos, as opções incluem “Quanto Vale?”, lançamento da Netflix que lembra os 20 anos da tragédia de 11 de setembro de 2001, e mais quatro dramas. O destaque cinéfilo, porém, fica com “A Verdade”, primeiro filme ocidental do premiado cineasta japonês Hirokazu Koreeda, vencedor da Palma de Ouro do Festival de Cannes em 2018 com “Assunto de Família”. O filme acompanha o encontro do personagem do americano Ethan Hawke (“Juliet, Nua e Crua”) com sua sogra francesa venenosa, vivida por Catherine Deneuve (“Potiche – Esposa Troféu”). Curiosamente, os dois também interpretam atores na trama. Apresentada como uma diva, Deneuve tem uma relação conflituosa com a filha, encarnada por outra grande estrela francesa, Juliette Binoche (“Acima das Nuvens”). Paralelamente ao enredo central, a trama ainda presta homenagem à carreira de Deneuve, ao longo de várias reminiscências. Confira abaixo uma dúzia de dicas (com os trailers) de estreias para conferir nas plataformas digitais neste fim de semana.     Os Croods 2: Uma Nova Era | EUA | Animação (Apple TV, Google Play, Looke, NOW, Oi Play, SKY Play, Vivo Play, YouTube Filmes)     Cinderela | EUA | Musical (Amazon Prime Video)     Happier Than Ever: Uma Carta de Amor para Los Angeles | EUA | Musical (Disney+)     Amizade de Férias | EUA | Comédia (Star+)     Esticando a Festa | EUA | Comédia (Netflix)     Don’t Tell a Soul | EUA | Suspense (Apple TV, Google Play, Vivo Play, YouTube Filmes)     Viajantes – Instinto e Desejo | EUA | Sci-Fi (Apple TV, Google Play, YouTube Filmes)     Quanto Vale? | EUA | Drama (Netflix)     A Verdade | França, Japão | Drama (Apple TV, Google Play, YouTube Filmes)     A Princesa da Rua | EUA | Drama (Apple TV, Google Play, Looke, NOW, Vivo Play, YouTube Filmes)     O Confeiteiro | Israel, Alemanha | Drama (Reserva Imovision)     Eu Estava em Casa, Mas… | Alemanha, Sérvia | Drama (MUBI, Vivo Play)

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    Sérgio Mamberti (1939-2021)

    3 de setembro de 2021 /

    O ator Sérgio Mamberti morreu na madrugada desta sexta (3/9), em São Paulo, aos 82 anos, de falência múltipla dos órgãos. Enfrentando problemas de saúde ao longo deste ano, ele passou por três internações por disfunção renal e pneumonia, e estava intubado desde o último sábado no hospital da rede Prevent Senior para cuidar de uma infecção nos pulmões. Mamberti teve longa carreira no cinema, televisão e teatro. Formado em artes cênicas pela Escola de Arte Dramática da Universidade de São Paulo (EAD), foi, ao lado de seu irmão, Cláudio Mamberti, figura de extrema importância para a história do teatro brasileiro. Realizou montagens históricas, como “O Balcão”, do francês Jean Genet, em uma releitura de 1968 que remetia diretamente ao que passava na Ditadura Militar, e também “Réveillon”, conquistando o Prêmio Molière de Melhor Ator em 1975. A trajetória nas telas começou em 1966, na comédia “Nudista à Força”, estrelada pelo humorista Costinha, que foi seguida por diversos clássicos do cinema brasileiro, incluindo o marco marginal “O Bandido da Luz Vermelha” (1968), de Rogério Sganzerla, o fenômeno “Toda Nudez Será Castigada” (1973), de Arnaldo Jabor, a pioneira sci-fi distópica “Parada 88 – O Limite de Alerta” (1978), de José de Anchieta, e o tropicalista “O Homem do Pau-Brasil” (1982), de Joaquim Pedro de Andrade, entre muitos, muitos outros lançamentos cinematográficos. Mas foi na TV que ganhou popularidade. Ele apareceu em várias novelas desde “Ana”, da Record, em 1968. Foram mais de 40, apesar de ter chegado à Globo apenas em 1981, ocasião em que interpretou um dos seus personagens mais conhecidos, o Galeno de “Brilhante”. Outros papéis que marcaram época foram o mordomo Eugênio, de “Vale Tudo” (1988), e o carrasco Dionísio, de “Flor do Caribe” (2013). A despedida das novelas aconteceu em “Sol Nascente” (2016), no papel de Dom Manfredo. Seu personagem mais duradouro e querido, porém, ganhou vida numa produção infantil da TV Cultura, o Doutor Victor de “Castelo Rá-Tim-Bum” (1994–1997), dono do bordão “raios e trovões”. Graças à atração, ele virou referência entre as produções para crianças, chegando a trabalhar com Xuxa e Renato Aragão no cinema, respectivamente em “Xuxa Abracadabra” (2003) e “O Cavaleiro Didi e a Princesa Lili” (2006). Além disso, também se dedicou a desenvolver a Cultura nacional a nível federal, ocupando diversos cargos dentro do Ministério da Cultura durante o Governo Lula. Ele foi Secretário de Música e Artes Cênicas, Secretário da Identidade e da Diversidade Cultural, Presidente da Fundação Nacional de Artes FUNARTE e Secretário de Políticas Culturais. Sua atuação na política e seus posicionamentos sempre foram fortes. Ele se posicionou contrário ao processo de Impeachment de Dilma Rousseff e deu força para o movimento “Lula Livre”. Versátil, Mamberti manteve-se ativo em todas as mídias até o fim da carreira, trabalhando em filmes adultos como “Jogo das Decapitações” (2013), de Sergio Bianchi, na primeira série brasileira da Netflix, a sci-fi “3%” (2016), e na sitcom “Eu, Ela e um Milhão de Seguidores” (2017), do Multishow. Ele ainda deixou um filme ainda inédito, “O Pastor e o Guerrilheiro”, de José Belmonte. Quase como numa premonição, Mamberti lançou este ano sua autobiografia, “Senhor do Tempo”, em que contou várias histórias do teatro brasileiro e detalhes de sua vida, inclusive sua bissexualidade, que não era exatamente um segredo, assumindo seus dois amores: Vivian Mahr, com quem foi casado de 1964 a 1980, e Ednardo Torquarto, com quem viveu uma relação de 37 anos, até a morte do parceiro em 2019. O artista deixa três filhos, que também seguiram a carreira artística: o ator Duda Mamberti, o produtor Carlos Mamberti e o diretor de TV Fabrízio Mamberti.

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    China proíbe “homens maricas e outras estéticas anormais” na TV, música e cinema

    3 de setembro de 2021 /

    A agência reguladora de rádio e TV na China anunciou que vai banir a estética “afeminada” em programas de entretenimento, alegando que “influências vulgares” devem ser evitadas no país. Em vez do “conteúdo insalubre”, conforme a entidade define, a programação chinesa deve dar lugar a “conteúdo revolucionário”. Além de estimular programas que promovam uma atmosfera patriótica e o socialismo, a agência quer promover o que chama de homens másculos, criticando celebridades masculinas que usam muita maquiagem. A entidade, que tem status de ministério, declarou que critérios de conduta moral e política devem ser incluídos na seleção de pessoas que participarem de programas. Com isso, algumas competições de talentos, boy bands de Mandopop e K-Pop e “celebridades vulgares da internet” estão vetados. O tom da iniciativa foi apresentado num artigo de opinião publicado no final de agosto no jornal estatal Guangming Daily, que alegava que algumas celebridades “afeminadas” eram imorais e poderiam prejudicar os valores dos adolescentes chineses. No anúncio oficial, os reguladores usaram termos depreciativos e altamente homofóbicos – ao menos na tradução em inglês divulgada pela mídia ocidental – , afirmando que o objetivo é “pôr fim de forma definitiva nos homens maricas e outras estéticas anormais”. O anúncio, porém, não foi bem visto na rede social Weibo, bastante popular na China. Desafiando as autoridades, vários usuários criticaram a iniciativa, afirmando se tratar de discriminação e pedindo respeito à diversidade. A homossexualidade não é ilegal na China, mas autoridades fazem, em geral, censura rígida do tema. Todas as referências gays foram tiradas do filme “Bohemian Rhapsody”, sobre o cantor Freddie Mercury, por exemplo. E a situação já rendeu censuras bizarras. Em 2019, a agência reguladora mandou que as emissoras borrassem as orelhas de jovens pop stars em suas aparições na TV e na internet, para esconder seus brincos ou piercings. Tatuagens e rabos de cavalo em homens também costumam ser borrados na televisão. O recrudescimento faz parte de uma queda de braços do Partido Comunista chinês em relação à indústria do entretenimento chinesa. Para as autoridades, a maioria dos artistas famosos são antirrevolucionários, pois alimentam a ilusão de um estilo de vida burguês. Além de censurar a aparência, o governo também tem denunciado os salários elevados dos artistas, não compatíveis com os ideias socialistas, e a suposta evasão fiscal dessa indústria. Algumas atrizes famosas chegaram a “desaparecer” e ressurgir com pedidos de desculpas pela ostentação e multas milionárias para evitar a prisão. Apesar do cerco, o entretenimento chinês deve faturar em torno de US$ 358 bilhões neste ano, segundo um relatório recente da consultoria PwC.

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  • Série

    Kate Walsh vai voltar a “Grey’s Anatomy”

    2 de setembro de 2021 /

    Kate Walsh vai voltar a aparecer em “Grey’s Anatomy”, reprisando seu papel como Addison Montgomery na 18ª temporada da série. E não será uma pequena participação. Ela está confirmada em vários episódios. A atriz comemorou seu retorno dançando no TikTok e no Instagram, na noite de quinta-feira (2/9). “Perguntas que sempre me fazem: Você vai voltar a ‘Grey’s Anatomy? Sim”, ela inseriu no vídeo. “Está realmente acontecendo. A Dra. Addison Montgomery vai te atender em breve”, acrescentou na legenda. Para quem não lembra, Addison Montgomery é a ex-esposa de Derek Shepherd (Patrick Dempsey) e tem uma história complicada com Meredith Grey (Ellen Pompeo). Mas o enredo específico para seu arco de retorno não foi revelado. Walsh apareceu pela primeira vez em “Grey’s Anatomy” no final da 1ª temporada, numa das cenas de cair o queixo mais famosas do programa. Inicialmente definido como recorrente, o papel acabou expandido e se tornou fixo até a 3ª temporada, quando a produtora Shonda Rhimes criou um spin-off centrado em Addison, “Private Practice”, que viu a personagem se mudar para Los Angeles para iniciar uma nova história – que durou seis temporadas. Mas mesmo enquanto estava em “Private Practice”, Walsh voltou à série principal em crossovers e como atriz convidada. Após o cancelamento do spin-off, ela sumiu e não era vista desde o episódio “If/Then” da 8ª temporada. Por coincidência, o episódio “If/Then”, que foi ao ar em fevereiro de 2012, contou com participação de Kate Burton, que também está voltando para a série na próxima temporada para vários episódios. Os créditos mais recentes de Walsh incluem o papel de The Handler nas duas primeiras temporadas de “The Umbrella Academy” e três capítulos de “Emily em Paris”, ambas produções da Netflix, além de ter contracenado com Liam Neeson no thriller de ação “Legado Explosivo”. A estreia da 18ª temporada de “Grey’s Anatomy” está marcada para 30 de setembro nos EUA. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Kate Walsh (@katewalsh)

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  • Série

    Reservation Dogs: Série de Taika Waititi é renovada para 2ª temporada

    2 de setembro de 2021 /

    O canal pago FX anunciou a renovação de “Reservation Dogs”, série de comédia passada em território nativo-americano. A trama gira em torno de quatro adolescentes de descendência indígena, que cometem pequenos delitos em sua cidadezinha em Oklahoma, sonhando em juntar dinheiro para ir para a Califórnia. A série é criação do cineasta neozelandês Taika Waititi, diretor de “Thor: Ragnarok” e “Jojo Rabbit”, que é descendente da tribo maori, e de Sterlin Harjo, diretor-roteirista do premiado filme indie “Mekko” (2015), que tem sangue seminole e creek, e mora na região abordada pela trama. Harjo também dirigiu o piloto e é coprodutor da atração com Waititi. A renovação aconteceu na metade da exibição dos episódios previstos para a 1ª temporada, que estreou em 9 de agosto. “Mal podíamos esperar para compartilhar ‘Reservation Dogs’ com os telespectadores e ficamos mais entusiasmados porque eles parecem amar a série tanto quanto nós. Estamos felizes por fazer uma encomenda antecipada para outra temporada”, disse Nick Grad, presidente de programação original da FX. “Sterlin Harjo apresentou sua visão criativa, em parceria com Taika Waititi e o resto da equipe criativa, o elenco e a equipe brilhantes para criar uma das melhores comédias novas da TV e uma vitrine inovadora de representação e talento bruto.” O elenco destaca os jovens D’Pharaoh Woon-A-Tai (“Beans”), Devery Jacobs (“A Ordem”), Paulina Alexis (“Ghostbusters: Mais Além”) e o estreante Lane Factor nos papéis principais, além dos adultos Tamara Podemski (“Tin Star”), Zahn McClarnon (“Westworld”), Macon Blair (“Ruína Azul”), Kirk Fox (“Briarpatch”), Matty Cardarople (“Stranger Things”) e os rappers gêmeos Lil Mike & Funny Bone. “Reservation Dogs” é originalmente exibida na plataforma Hulu, na seção FX on Hulu, e deve chegar ao Brasil pela Star+. A atração é o segundo sucesso de Waititi produzido para o FX. Ele também participa da produção de “What We Do in the Shadows”, baseada na comédia cinematográfica que codirigiu com Jemaine Clements em 2014. Confira abaixo o trailer da produção.

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  • Série

    “The Republic of Sarah” é cancelada na 1ª temporada

    2 de setembro de 2021 /

    A rede The CW cancelou a série “The Republic of Sarah” após sua 1ª temporada. Geralmente generosa com as produções iniciantes, desta vez a CW não aliviou. O criador da série, Jeffrey Paul King (roteirista-produtor de “Elementary”), foi quem deu a notícia em um post no Instagram nesta quinta-feira (2/9). “Estou triste por dizer que as notícias não são boas”, escreveu King. “’The Republic of Sarah’ chegará ao fim na segunda-feira com o que agora será o final da nossa série. Muito obrigado a todos que assistiram e deixaram nossa pequena série entrar em suas vidas. Isso significa o mundo para nós. Por favor, sintonize na segunda-feira e ajude-nos a dizer adeus a Greylock.” A série seguia a Sarah do título, uma professora de ensino médio (Stella Baker, de “Tell Me Your Secrets”) que se aproveita de uma lacuna cartográfica para declarar independência de sua pequena cidade, antes que uma empresa de mineração gananciosa possa assumir controle do local. Assim, Sarah passa liderar um jovem grupo de desajustados enquanto tenta iniciar seu próprio país do zero. O elenco ainda destacava Luke Mitchell (“Blindspot”) no papel de irmão de Sarah, que também é o advogado da empresa de mineração, além de Ian Duff (“Judas e o Messias Negro”), Nia Holloway (do reality “Majors & Minors”) e Hope Lauren (atualmente nos cinemas em “Uma Noite de Crime: A Fronteira”). Curiosamente, a série tinha sido reciclada pela CW após ter sido originalmente recusada pela CBS em 2019, quando Sarah Drew (“Grey’s Anatomy”) faria o papel-título. Vista por apenas 326 mil espectadores ao vivo, a atração só tinha mais público no canal que “Dynasty” (244 mil), série misteriosamente incancelável apesar de quase ninguém assistir. O último episódio vai ao ar na segunda (6/9) nos EUA. Confira abaixo o trailer da produção.

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    Insecure: Issa Rae pondera o final da jornada no teaser da última temporada

    2 de setembro de 2021 /

    A HBO Brasil divulgou o teaser legendado da 5ª e última temporada de “Insecure”, série criada e estrelada por Issa Rae. A prévia mostra a comediante lidando com o fato de que a jornada está chegando ao fim, além de revelar a data de estreia dos capítulos derradeiros. “Insecure” recebeu ampla aclamação da crítica ao longo de suas quatro temporadas, que lhe rendeu uma média de 95% de aprovação no Rotten Tomatoes. Além de “Insecure”, Issa Rae também produz o humorístico “A Black Lady Sketch Show”, que foi renovado para a 3ª temporada, e emplacou o papel da Mulher-Aranha na sequência de “Homem-Aranha no Aranhaverso”, entre muitos outros projetos. A estreia da 5ª temporada está marcada para 24 de outubro.

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    Final de “La Casa de Papel” precisou ser reescrito 33 vezes

    2 de setembro de 2021 /

    Os capítulos de “La Casa de Papel” que chegam nesta sexta (3/9) na Netflix ainda não são os últimos da série. A reta final, com os cinco episódios derradeiros, ficou para dezembro. E, segundo o criador da série, Álex Pina , não foi nada fácil escrevê-los. Em entrevista à versão da revista Esquire para o Oriente Médio, ele revelou que reescreveu o encerramento nada menos que 33 vezes, buscando a conclusão perfeita. “Normalmente, já no começo sabemos como deve acabar. Mas no caso da 5ª temporada, o que planejamos para os capítulos finais não funcionava e precisamos mudar radicalmente o último episódio”, explicou Pina, revelando que o final da série foi completamente refeito. “Precisamos de 33 versões” para acertar. “Nesse momento crítico, depois de cinco temporadas, dois assaltos e mais de dois mil minutos de ficção, precisávamos encarar o fato de que a história que queríamos contar não funcionava”, explicou o produtor-roteirista. “Normalmente, nós escrevemos o destino dos personagens com seus arcos e sabemos o final. Mas o resto nós escrevemos na hora, discutimos à medida que avançamos e vemos o resultado na pós-produção”. O desenvolvimento, desta vez, estava levando os personagens a destinos diferentes do planejado. A escolha ficou entre ajustar o desenvolvimento ou mudar o final. A segunda opção foi a vencedora. Dividida em dois “volumes”, a Parte 5 tem os primeiros cinco episódios disponibilizados nesta sexta, mas só vai chegar ao fim, encerrando definitivamente a série, no dia 3 de dezembro.

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