Rick and Morty: Trailer mostra invasões alienígenas da 5ª temporada
O Adult Swim divulgou um novo trailer da 5ª temporada de “Rick and Morty” com muitos tiros de laser, invasões alienígenas e viagens espaciais. A série é uma criação de Dan Harmon (“Community”) e Justin Roiland (“Solar Opposites”), e acompanha o cientista louco Rick e seu neto Morty em aventuras pelo tempo, espaço e outras dimensões, com grande impacto na realidade de sua família – e também na cultura pop. Mega-influente, “Rick and Morty” é responsável pelo boom atual de novos desenhos adultos de temática sci-fi, que incluem “Midnight Gospel”, “Solar Opposites” e vários outros projetos em desenvolvimento. Para dar noção de como a produção é apreciada, “Rick and Morty” foi renovada com uma encomenda de mais 70 episódios em 2018, e desde então só 20 foram produzidos, já contando com os 10 da 5ª temporada. A estreia está marcada para 20 de junho nos EUA. No Brasil, “Rick and Morty” é exibida no canal pago Warner e disponibilizada (por enquanto) pela Netflix, que tem as quatro temporadas anteriores do desenho animado em seu catálogo.
Taika Waititi será Barba Negra em série de piratas da HBO Max
O diretor Taika Waititi, vencedor do Oscar 2020 por “Jojo Rabbit”, resolveu estrelar a série de piratas “Our Flag Means Death” (nossa bandeira significa morte), que ele próprio desenvolveu. Anunciada no ano passado pela HBO MAX, a série será baseada nas aventuras do pirata Stede Bonnet, um aristocrata que deixou de lado a vida cheia de dinheiro para virar pirata ao lado do infame Barba Negra. Por sua educação refinada, ele era conhecido como “O Pirata Cavalheiro”. Taika Waititi vai viver Barba Negra na produção, enquanto o papel de Bonnet será interpretado por Rhys Darby (“Jumanji: Bem-Vindo à Selva”). A série foi desenvolvida por David Jenkins (criador de “People of Earth”), que trabalhará como roteirista, showrunner e coprodutor ao lado de Waititi – e da dupla Garrett Basch (“What We Do in the Shadows”) e Dan Halsted (também de “People of Earth”). O cineasta deve dirigir o primeiro episódio após encerrar as filmagens de “Thor: Love and Thunder”, que estão em andamento na Austrália.
Infiltrado: Jason Statham não poupa ninguém em trailer para maiores
A MGM divulgou um novo trailer de “Infiltrado” (Wrath of Man), thriller de vingança estrelado por Jason Statham. A nova versão é “red band” – tarja vermelha, o que significa imprópria para menores. O motivo da classificação “R-Rated” é o excesso de violência e palavrões (contendo insinuações sexuais). Na prévia, Statham arranja trabalho como um segurança letal de carro-forte, que reage como um assassino profissional quando seu veículo é parado por assaltantes. Na verdade, ele conseguiu esse emprego apenas para matar pessoas que acredita serem responsáveis pelo assassinato do filho num assalto similar. Ele deduziu que integrantes da própria empresa de segurança vazam informações ou lideram os assaltos, e planeja chegar aos mandantes como um guarda armado, com a desculpa perfeita para eliminar, um por um, todos os suspeitos do crime. “Infiltrado” é remake do francês “Assalto ao Carro Forte” (2004) e seu elenco também inclui Josh Hartnett (“Penny Dreadful”), Scott Eastwood (“Velozes e Furiosos 8”), Jeffrey Donovan (“Burn Notice”), Holt McCallany (“Mindhunter”), Laz Alonso (“The Boys”), Niamh Algar (“Raised by Wolves”) e até o cantor Post Malone (visto na prévia tomando chumbo na cara). O filme marca um reencontro entre Statham e o diretor Guy Ritchie, responsável por lançar a carreira do então modelo como ator de cinema em 1998. Os dois, na verdade, estrearam juntos em “Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes” e depois também fizeram juntos o segundo filme da carreira de ambos, “Snatch: Porcos e Diamantes”, em 2000. O terceiro e último filme da parceria até então tinha sido “Revólver”, lançado em 2005. Eles gostaram tanto de voltar a conviver que já emendaram um novo filme – outro thriller de ação – , que teve a produção encerrada em março passado. A estreia de “Infiltrado” acontece em 7 de maio nos EUA e a Imagem Filmes pretende lançar o filme no mesmo mês no Brasil, caso a pandemia permita.
“Young Rock”, “Kenan” e “Mr. Mayor” garantem 2ª temporada
A rede NBC renovou três séries de comédia que estrearam este ano em sua programação: “Young Rock”, “Kenan” e “Mr. Mayor”, mantendo na emissora os astros Dwayne “The Rock” Johnson, Kenan Thompson e Ted Danson. Em comunicado, a emissora informou que “Young Rock”, lançada em fevereiro, é a 2ª comédia nova mais vista da temporada. Seu primeiro episódio foi assistido por 13,4 milhões de telespectadores. A série conta a juventude de Johnson em três fases diferentes, acompanhando sua infância em uma família envolvida com o circuito de luta-livre profissional, a puberdade passada entre diversas escolas e o fim da adolescência como jogador de futebol americano na Universidade de Miami – décadas antes de ele virar um astro de Hollywood. Também lançada em fevereiro, “Kenan” é atualmente a quarta comédia de maior sucesso digital lançada até hoje pelo canal, com o primeiro episódio assistido por 7,4 milhões de telespectadores. Com formato de sitcom clássico, a atração segue um pai viúvo, interpretado por Thompson, que faz malabarismos para manter seu trabalho de destaque como apresentador de um programa matinal de Atlanta e criar suas duas filhas. Mais antiga da trinca, “Mr. Mayor” chegou em janeiro na NBC e seu piloto atingiu 16 milhões de espectadores, entre exibições ao vivo e digitais, tornando-se o programa de meia hora mais bem-sucedido da emissora desde o revival de “Will & Grace” em 2017. Desenvolvida por Tina Fey e Robert Carlock, criadores de “30 Rock”, a série traz Ted Danson (“The Good Place”) como um homem de negócios rico que deseja se tornar prefeito de Los Angeles, mas pelos motivos errados. Quando finalmente consegue o cargo, ele precisa ganhar o respeito da sua equipe, entender quais são seus objetivos e ainda se aproximar da sua filha adolescente. As renovações das três séries acontecem no momento em que duas das comédias mais populares do canal despedem-se da programação. “Superstore” já exibiu seu final em março, enquanto “Brooklyn Nine-Nine” vai completar sua trajetória nesta temporada. Veja abaixo os trailers das séries renovadas.
Netflix cancela “A Duquesa” após 1ª temporada
A Netflix cancelou a série “A Duquesa” (The Duchess) após uma temporada. Lançada em setembro passado, a atração da comediante britânica Katherine Ryan (“Badults”) não teve público suficiente e não recebeu encomendas de novos episódios, segundo ela própria anunciou ao podcast “The Secreto to”. Ryan criou, estrelou e produziu a comédia, em que vive uma mãe solteira sem paciência para o mundo, mas que adora a filha pequena Olive. Na trama, após perceber que a menina era melhor coisa que já fez, ela resolve ter outro filho. Mas não encontra ou não aprova os voluntários. Diante das dificuldades do “mercado”, decide apelar a seu maior inimigo: o pai da primeira filha. Co-produzido pela Clerkenwell Films (de “The End Of The F *** ing World”), “A Duquesa” tem seis episódios e também inclui em seu elenco Rory Keenan (“O Guarda”), Steen Raskopoulos (“Feel Good”) e a menina Kate Byrne. Quando lançou a série, Katherine Ryan tinha assinado contrato para dois projetos com a Netflix. O outro foi um especial de stand-up, “Glitter Room”. Veja abaixo o trailer da série cancelada.
Atriz de “Judas e o Messias Negro” vai estrelar novo Transformers
A atriz Dominique Fishback, que se destacou em “Judas e o Messias Negro”, será uma das protagonistas do próximo filme da franquia “Transformers”. Ela dividirá a tela com Anthony Ramos, astro de “Hamilton” e da série “Ela Quer Tudo” (She’s Gotta Have It), da Netflix. O filme tem direção de Steven Caple Jr. (“Creed II”) e roteiro final de Joby Harold (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”), mas os detalhes do enredo estão sendo mantidos em sigilo. O que se sabe é que não será uma continuação dos filmes de Michael Bay. Além deste novo longa, o estúdio também está trabalhando em outro projeto de “Transformers” com o e Angel Manuel Soto (“Charm City Kings”) e um longa animado do diretor de “Toy Story 4”, Josh Coole. A ideia é filmar vários longas independentes entre si, como a produtora começou a fazer com “Bumblebee” em 2018. E, pela seleção de cineastas, a Paramount também está buscando vozes mais diversificadas para tornar a marca mais próxima do público moderno.
Olympia Dukakis (1931-2021)
A atriz Olympia Dukakis, que venceu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por seu papel na comédia romântica “Feitiço da Lua” (1987), morreu neste sábado (1/5) em sua casa na cidade de Nova York. Ela tinha 89 anos e já estava doente há algum tempo. Filha de imigrantes gregos, Dukakis começou sua carreira nos palcos no começo dos anos 1960, após se formar na Universidade de Boston com mestrado em artes cênicas. A estreia no circuito nova-iorquino aconteceu na montagem de “The Aspern Papers” em 1962, mesmo ano em que se casou com o ator-produtor Louis Zorich (da série “Louco por Você”/Mad About You), com quem teve três filhos. Em 1963, ela ganhou um Obie Award por “A Man’s a Man”, e ainda conquistou seu segundo prêmio dois anos depois por “The Marriage of Bette and Boo”. O sucesso no teatro lhe abriu as portas no cinema. Após começar como figurante em “Lilith” (1964), como uma paciente de hospício, ela passou a ganhar mais espaço, aparecendo nos clássicos “Irmãs Diabólicas” (1972), de Brian De Palma, “Desejo de Matar” (1974), de Michael Winner, “A Gangue da Pesada” (1979), de Philip Kaufman, e “A Sombra de um Ídolo” (1980), de Taylor Hackford. Mas demorou para encontrar um papel de destaque. O que só aconteceu aos 56 anos, quando pôde mostrar sua veia cômica ao interpretar a mãe sarcástica de Cher em “Feitiço da Lua”. O filme de Norman Jewison lhe rendeu o Oscar e uma nova carreira como estrela de comédias. Ela emendou o prêmio com participações em “Uma Secretária de Futuro” (1988) e no fenômeno popular “Olha Quem Está Falando” (1989), que ganhou mais duas sequências com sua participação. Também estrelou com Shirley Maclaine, Dolly Parton e Sally Field um dos “filmes de mulheres” mais famosos da época, “Flores de Aço” (1989). A atriz seguiu fazendo comédias leves como “Agitando os Espíritos” (1990), “O Clube das Viúvas” (1993) e “Adoro Problemas” (1994) e até apareceu como ela mesma em “Corra que a Polícia vem Aí! 33 1/3: O Insulto Final” (1994), até ter um último ano de ouro em 1995, ao integrar os elencos de dois filmes indicados ao Oscar, “Poderosa Afrodite”, de Woody Allen, e “Mr. Holland: Adorável Professor”, de Stephen Herek. Suas comédias seguintes não tiveram o mesmo sucesso e aos poucos ela trocou o cinema pela TV, estrelando a cultuada série “Crônicas de San Francisco”, que lhe rendeu indicação ao Emmy e teve muitas encarnações diferentes desde os anos 1990. A mais recente versão da série foi exibida em 2019 na Netlix, com Dukakis retomando o papel clássico de Anna Madrigal, proprietária de uma pensão para jovens modernos em San Francisco. Ela também ensinou teatro na Universidade de Nova York e era prima do ex-governador de Massachusetts Michael Dukakis, que concorreu à presidência dos EUA pelo Partido Democrata em 1988. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por The Academy (@theacademy)
Johnny Crawford (1946–2021)
Johnny Crawford, um dos integrantes do Clube do Mickey original e estrela mirim da série clássica “O Homem do Rifle”, morreu na quinta-feira (29/4) aos 75 anos, após contrair covid-19. Ele sofria de Alzheimer há dois anos. John Ernest Crawford nasceu numa família de artistas – seu avô paterno trabalhou com o grande compositor Irving Berlin – e tinha apenas quatro anos quando começou a aparecer na TV como “cantor”. Quando completou nove anos em 1955, entrou no Clube do Mickey, estrelando 16 episódios da 1ª temporada, de onde saiu para uma carreira de participações televisivas em séries como “O Cavaleiro Solitário” (The Lone Ranger), “Caravana” (The Wagon Train), “Paladino do Oeste” (Have Gun, Will Travel), “The Frank Sinatra Show”, “The Danny Thomas Show” e muitas outras. Em 1958, ele conseguiu o papel de Mark McCain, filho do protagonista da série “O Homem do Rifle”, um rancheiro viúvo do Velho Oeste interpretado por Chuck Connors. A participação na série lhe rendeu uma indicação ao Emmy como Melhor Ator Coadjuvante em 1959, com apenas 13 anos de idade. Por sinal, a cerimônia marcou a história da família do menino, porque a mesma edição também teve indicação ao irmão de Johnny, Bobby Crawford, por sua performance num episódio de “Playhouse 90”, e até para seu pai, Robert Crawford, como editor no programa “The Bob Cummings Show”. Aproveitando o sucesso de “O Homem do Rifle”, o jovem Crawford gravou várias músicas e lançou alguns discos. O maior hit, “Cindy’s Birthday”, chegou a atingir o 8º lugar nas paradas de sucesso dos EUA em junho de 1962. A série, porém, chegou ao fim no ano seguinte, após cinco temporadas. Embora não tenha encontrado outro papel de destaque, o ator permaneceu na TV até os anos 1970, aparecendo nas mais diversas atrações, especialmente séries de western como “Couro Cru” (Rawhide), “Lancer”, “Big Valley”, “Glenn Ford é a Lei” (Cade’s County) e, mais tarde, “Os Pioneiros” (Little House on the Prairie). Ele também viveu um adolescente rebelde com destaque no filme “The Restless Ones”, de 1965, e ainda apareceu na comédia sci-fi “A Cidade dos Gigantes” (1965), ao lado de Ron Howard, e no western clássico “El Dorado” (1966) com John Wayne. Mas foi convocado a lutar no Vietnã e encontrou grande dificuldade de retomar a carreira ao voltar da guerra. Mesmo assim, ele ainda estrelou a cultuada comédia “O Macaco Nu” (1973), produzida por Hugh Hefner (o dono da Playboy) e co-estrelada por Victoria Principal (que logo depois faria “Dallas”). Nos anos 1980, ainda teve um papel recorrente na série de aventura “Crossbow: As Aventuras de Guilherme Tell”, mas a esta altura já tinha praticamente abandonado a TV, devotando-se a sua outra especialidade: a música. Ele se tornou cantor de bandas como The Nighthawks e The Johnny Crawford Dance Orchestra, devotada ao swing da era das big bands. E foi como cantor que voltou a aparecer nos cinemas em 1999, fazendo uma participação no thriller sci-fi “13º Andar”. Curiosamente, ele também se tornou um membro da associação profissional de cowboys de rodeio, aproveitando que sua experiência com cavalos vinha desde a infância televisiva.
Sophie Turner revela fotos inéditas de seu casamento em Las Vegas
A atriz Sophie Turner celebrou seus dois anos de casamento com Joe Jonas neste sábado (1/5) com a divulgação de fotos inéditas da cerimônia. As imagens revelam detalhes da festa improvisada em Las Vegas pela intérprete de Sansa Stark em “Game of Thrones” e o cantor dos Jonas Brothers. O casamento, revelada de surpresa para os fãs em 2019, aconteceu sem planejamento logo após o Billboard Music Awards e foi oficializado por um imitador de Elvis Presley – que depois de realizar o matrimônio cantou a música da primeira dança dos recém-casados. Nick e Kevin, irmãos de Joe, foram padrinhos. E os convidados vistos nos cliques incluem Diplo, Priyanka Chopra e Danielle Jonas. Depois disso, o casal realizou uma segunda cerimônia, desta vez com toda a pompa, com direito até a castelo francês como cenário. Em julho do ano passado, eles viram pais da primeira filha, Willa. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Sophie Turner (@sophiet)
Final do “BBB 21” terá shows de Pocah, Projota, Rodolffo e Karol Conká
A rede Globo anunciou que o final do “BBB 21” contará com shows de ex-integrantes da atual edição do programa. Marcada para terça (4/5), a despedida do reality show contará com apresentações de Pocah, Projota, Rodolffo e até da polêmica Karol Conká, eliminada com recorde de rejeição e estrela de seu próprio spin-off, “A Vida Depois do Tombo”, no Globoplay. Pela primeira vez em 21 edições, toda a transmissão do encerramento do reality show acontecerá no gramado da casa. De lá, o apresentador Tiago Leifert comandará uma retrospectiva dos 100 dias da atração para o trio finalista, que será encerrada com o show dos ex-integrantes. Dos quatro artistas, apenas Pocah saiu mais popular do que entrou na casa mais vigiada do Brasil, mas Rodolffo também soube aproveitar o período de exposição para lançar com seu parceiro Israel o maior sucesso musical dos ex-confinados, o hit “Batom de Cereja”. “Inesperadamente recebi o convite para participar desta edição, aconteceu tudo o que aconteceu e eu fico sem palavras para expressar o tamanho da felicidade de poder cantar, ao vivo, na final do reality. A gratidão a Deus, ao ‘BBB’ e ao público é incalculável”, celebrou Rodolffo, em depoimento para a Globo. “Vai ser uma emoção gigantesca me apresentar na final do programa, que tem uma importância enorme e marcou a minha vida e de todos que participaram. Voltar cantando, levando o meu trabalho, é algo que me deixa sem palavras. Fui surpreendida com essa notícia maravilhosa quando saí da casa e amei saber. Para mim é um presente. Quero fazer algo bem especial”, prometeu Pocah. “Ainda não sei se meu coração vai aguentar! Vai ser especial demais reencontrar meus amigos e, mais uma vez, cantar em uma final de ‘BBB’, mas agora do meu ‘BBB’”, comentou Projota, que já havia cantado na final da edição de 2018. “Estou bastante empolgado por esse dia, que representa muito pra mim. Tenho certeza de que vai ser uma apresentação que eu nunca vou esquecer”, acrescentou. “Voltar à casa do BBB é revisitar um momento de vida que, como alguns outros – deixar a casa dos pais, lançar o primeiro disco, se tornar mãe –, marca um antes e um depois na minha história. Foi o início de um processo de conquista de mais autoconhecimento e maturidade na forma de me relacionar com circunstâncias emocionalmente desafiadoras”, disse Karol Conká. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Big Brother Brasil (@bbb)
Justin Bieber fará show na última festa do “BBB 21”
A última festa do “BBB 21” vai ser praticamente um festival de música pop, com participações de vários artistas, entre eles ninguém menos que Justin Bieber, que vai cantar de forma remota, num show especial para a atração da rede Globo. O evento, que vai acontecer neste sábado (1/5), deve virar a madrugada com participações nacionais de Alceu Valença, Luan Santana, Daniel, Jota Quest, Bruno Martini e Wesley Safadão, além de artistas internacionais como o citado Justin Bieber, Bebe Rexha, Meduza e os DJs Tiësto e David Guetta. Mais eclético só se tivesse rock – além de funk, que aparentemente sumiu da programação, após marcar a trilha do reality show, junto com a saída de Pocah. Diferente das outras festas, a comemoração do Top 4 vai acontecer no segundo andar da casa e terá tema de de bastidores da televisão, visando celebrar – e permitir aos participantes reviverem – os momentos marcantes no programa, especialmente aqueles que curtiram nas festas ao longo da temporada.
Little Mix lança primeiro clipe como trio
O grupo feminino britânico Little Mix lançou um novo clipe para o single “Confetti” com participação da rapper norte-americana Saweetie. A nova versão da música não conta com a presença de Jesy Nelson e marca o começo da nova fase do grupo como trio. O vídeo se alterna entre as cantoras Jade Thirlwall, Leigh-Anne Pinnock e Perrie Edwards e suas versões drag kings, em que elas aparecem com barba, roupas e poses masculinas. O clipe ainda traz as drag queens Bimini Bon Boulash, Tayce e A’Whora, destaques da 2ª temporada do programa “RuPaul’s Drag Race UK”.
Séries estreladas por Noel Clarke são interrompidas após denúncias de abusos
Os canais britânicos ITV e Sky romperam suas relações profissionais com o ator, diretor e produtor Noel Clarke, após uma reportagem publicada na quinta (29/4) pelo jornal The Guardian trazer denúncias de mais de 20 mulheres contra o comportamento do artista, classificado como sexualmente abusivo. O último capítulo da minissérie “Viewpoint”, que deveria ter ido ao ar na sexta na rede ITV, não foi exibido e a atração deve ficar sem desfecho. Além disso, o canal pago Sky anunciou que não voltará a trabalhar com Clarke, inclusive na encomendada 4ª temporada da série policial “Bulletproof”, que deve ser cancelada porque, além de ser estrelada pelo artista, também era produzida por ele. Nos EUA, a rede The CW, que exibe a atração, afirmou que não pretende continuar a transmiti-la. O artigo do Guardian contém depoimentos nominais e em off de várias mulheres que trabalharam com o astro em uma variedade de projetos de cinema e TV nos últimos anos, trazendo alegações que vão desde toques inadequados até a filmagem secreta de uma atriz nua durante uma audição. As denúncias assumidas foram feitas por Gina Powell, que trabalhou para Clarke como produtora por três anos, e a atriz Jahannah James, que apareceu no filme “Brotherhood” (2016), final da trilogia que Clarke dirigiu e estrelou. A notícia chocou a indústria britânica porque o astro sempre foi considerado uma personalidade complexa, mas nunca deixou de ser aplaudido ao longo de sua carreira por seu firme compromisso em promover a diversidade e a representação no cinema e TV britânicos. Ele se tornou popular graças à sua participação marcante nas primeiras temporadas do revival de “Doctor Who” de 2005 e abriu as portas para a representatividade da juventude negra na indústria britânica com o sucesso de seu filme “Juventude Rebelde” (Kidulthood) em 2006, além das sequências que completaram a trilogia. Por suas realizações, ele até foi homenageado no BAFTA Awards (o Oscar britânico) deste ano, que aconteceu há apenas duas semanas, com um prêmio especial de contribuição para o Cinema britânico. De acordo com a investigação do Guardian, o BAFTA estava ciente das acusações contra Clarke antes de conceder-lhe o prêmio, mas como eram anônimas decidiu ir em frente apesar da perspectiva da história vir à público. Após o jornal The Guardian trazer declarações de mulheres conhecidas, a Academia Britânica de Artes Cinematográficas e Televisivas suspendeu o artista. “À luz das alegações de má conduta grave em relação a Noel Clarke no The Guardian, a BAFTA tomou a decisão de suspender sua filiação e o prêmio especial imediatamente e até novo aviso”, disse a instituição por comunicado. Além disso, ele foi dispensado pela agência de talentos CAA, que cuidava de sua carreira, e sua produtora Unstoppable Entertainment perdeu o apoio da All3Media, que fornecia o financiamento para a realização de seus projetos. “Temos uma abordagem de tolerância zero para abuso, intimidação e assédio”, disse um porta-voz da All3Media. A princípio, Clarke negou firmemente todas as alegações. “Em uma carreira de 20 anos, coloquei a inclusão e a diversidade como foco do meu trabalho e nunca tive uma reclamação contra mim”, afirmou o artista num primeiro comunicado. “Se alguém que trabalhou comigo alguma vez se sentiu incomodado ou desrespeitado, peço desculpas sinceramente. Eu nego veementemente qualquer má conduta sexual ou delito e pretendo me defender contra essas falsas alegações. ” Mas conforme as consequências foram ficando mais claras para o artista, inclusive com o encaminhamento de uma denúncia criminal para a Política Metropolitana de Londres, ele acrescentou que estava “buscando ajuda profissional para me educar e mudar para melhor”.












