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  • Filme

    A Festa de Formatura: Musical do criador de American Horror Story ganha novo trailer

    26 de novembro de 2020 /

    A Netflix divulgou uma coleção de pôsteres individuais e um novo trailer legendado de “A Festa de Formatura”, adaptação do musical da Broadway “The Prom”, realizada pelo produtor e diretor Ryan Murphy com grande elenco. A prévia tem muitas cenas de música e dança, além de apresentar a trama e destacar a mensagem de superação de preconceitos da história. Para o filme, o criador de “American Horror Story”, “Glee” e “Pose” juntou Meryl Streep, que já provou seu talento em musicais como “Mamma Mia!” e “Caminhos da Floresta”, Nicole Kidman, que retorna ao gênero após sua incursão em “Moulin Rouge!”, James Corden, outro cantor de “Caminhos da Floresta”, além de Keegan-Michael Key (“Predador”), Andrew Rannells (“Girls”), Kerry Washington (“Scandal”), Ariana DeBose (“Hamilton”) e outros. A trama dirigida por Murphy inicia na Broadway, antes de chegar no baile do título, no interior homofóbico dos Estados Unidos. Streep interpreta Dee Dee Allen, uma atriz de teatro duas vezes vencedora do Tony, que estrelou com Barry Glickman (Corden) um musical fracassado sobre a ex-primeira dama Eleanor Roosevelt. Após críticas terríveis que podem acabar com suas carreiras, eles decidem se juntar aos personagens de Kidman e Rannells, novatos na Broadway, em busca de uma causa capaz de despertar interesse público e mostrar que eles ainda são relevantes. Acabam descobrindo o caso de uma garota do Ensino Médio do estado de Indiana que é proibida de levar a namorada no baile de formatura da escola, e resolvem se engajar na luta dela, indo de mala e plumas para a cidadezinha intolerante. O papel da garota, chamada Emma, é desempenhado pela novata Jo Ellen Pellman (vista na série “Deuce”). A estreia está marcada para 11 de dezembro.

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    Daria Nicolodi (1950–2020)

    26 de novembro de 2020 /

    A atriz italiana Daria Nicolodi morreu nesta quinta (26/11) aos 70 anos. A informação foi confirmada pela sua filha, Asia Argento. A causa da morte não foi divulgada. “Descanse em paz, amada mãe”, escreveu Argento no Instagram junto com fotos dos dois. “Agora você pode voar livre com seu grande espírito e não terá que sofrer mais. Tentarei continuar por seus amados netos e especialmente por você que nunca iria querer me ver tão triste.” “Mesmo sem você, eu sinto falta do chão sob meus pés e sinto que perdi meu único verdadeiro ponto de referência. Estou perto de todos aqueles que a conheceram e a amaram. Sempre serei sua Ária, Daria.” Nicolodi nasceu em 1950, em Florença, na Itália e estreou no cinema aos 20 anos, no filme de guerra “A Vontade de um General” (1970). Seu começo de carreira foi marcado por clássicos como “Salomé” (1972), uma versão psicodélica da história bíblica, e a comédia “A Propriedade Não é Mais um Roubo” (1973), de Elio Petri. Em 1975, ela estrelou “Prelúdio Para Matar”, um dos melhores giallos do diretor Dario Argento. Os dois iniciaram um romance nos bastidores da produção e Asia Argento nasceu três meses depois de o filme chegar aos cinemas. A relação teve várias idas e vindas, que se refletiram no prazer quase sádico de Argento de matar a atriz de forma brutal em seus filmes. A parceria entre o casal se estendeu a mais seis filmes de terror: “Suspiria” (1977), “A Mansão do Inferno” (1980), “Tenebre” (1982), “Phenomena” (1985), “Terror na Ópera” (1987) e “O Retorno da Maldição: A Mãe das Lágrimas” (2007), onde contracenou com a filha. O gênero acabou marcando a carreira de Nicolodi, que também estrelou “Schock” (1977), último filme do mestre italiano do gênero Mario Bava, além de títulos como “Paganini Horror” (1989), de Luigi Cozzi, e “A Filha do Demônio” (1991), de Michele Soavi. Ela também foi dirigida pela filha em “Scarlet Diva” (2000), primeiro longa de Asia Argento como cineasta. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por asiaargento (@asiaargento)

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  • Filme

    Estreias de cinema destacam candidato do Brasil ao Oscar 2021

    26 de novembro de 2020 /

    Um dos efeitos colaterais da falta de lançamentos bombásticos de Hollywood durante a pandemia de coronavírus tem sido o avanço das indústrias nacionais de cinema. Com mais força no Japão, Coreia do Sul e China, onde a crise sanitária encontra-se sob maior controle, os filmes locais têm dominado a programação e as bilheterias. Este processo vem acontecendo em escala muito menor no Brasil. Os motivos variam desde a reabertura tardia das salas até os reflexos inevitáveis de outra crise – dois anos sem que os produtores tivessem acesso ao Fundo Setorial do Audiovisual para produzir novos filmes. Mesmo assim, ainda há títulos de 2019, que completaram suas jornadas em festivais e chegam ao circuito comercial para ocupar salas que não têm mais o quê exibir. Entre os destaques desta semana, estão dois longas brasileiros premiados, “Pacarrete”, grande vencedor do último festival presencial de Gramado, no ano passado, e “Babenco: Alguém Tem que Ouvir o Coração e Dizer Parou”, selecionado para representar o Brasil no Oscar 2021. A escolha de um documentário para concorrer à categoria de Filme Internacional da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA é inusitada, mas a inesperada participação brasileira no Oscar passado também se deu por conta de um filme do gênero – “Democracia em Vertigem”, de Petra Costa. Além disso, a obra de Barbara Paz tem muitos méritos. “Babenco: Alguém Tem que Ouvir o Coração e Dizer Parou” teve uma trajetória internacional premiada, vencendo, entre outros, o troféu de Melhor Documentário do Festival de Veneza do ano passado. Homenagem ao cineasta Hector Babenco, que sua parceira cineasta registra em seus últimos instantes de vida – ele morreu em 2016, depois de uma luta contra o câncer – , o filme também serve de testamento das realizações de um dos maiores cineastas do Brasil – mesmo ele sendo argentino. “Pacarrete”, por sua vez, foi recebida com aplausos de pé em Gramado. Os elogios foram direcionados especialmente à performance da atriz Marcélia Cartaxo, que venceu um Urso de Prata no Festival de Berlim no começo da carreira, por “A Hora da Estrela” (1985), e voltou a conquistar um grande prêmio, o Kikito de Melhor Atriz por seu trabalho na nova obra, dando vida à história real de uma mulher de Russas, no interior do Ceará. Bailarina e ex-professora, a personagem-título sonha em se apresentar na principal festa da cidade. Com voz estridente, grita frases desconexas pelas ruas — e é simplesmente tachada de louca pelos moradores. Mas nunca se dá por vencida, defendendo sua arte em protesto e resistência. “Todo artista precisa resistir. Viva o cinema brasileiro”, disse Marcélia Cartaxo, ao receber seu troféu no festival gaúcho – um dos oito conquistados pelo filme de Allan Deberton. A lista de lançamentos brasileiros ainda inclui dois longas de diretores estreantes: “Mulher Oceano”, de Djin Sganzerla (filha de Rogério Sganzerla e Helena Ignez), que filma a si mesma como duas mulheres, e “Boni Bonita”, de Daniel Barosa, passado às margens da cena pop-rock brasileira, com participações de Otto, Ney Matogrosso e premiado no Festim Lisboa. Já entre os poucos títulos internacionais, o destaque é o sul-coreano “Invasão Zumbi 2: Península”, continuação do terror-sensação de 2016, novamente dirigido por Yeon Sang-ho, que entretanto não repete o mesmo impacto e tensão do filme original. Confira abaixo os trailers de todos os filmes que entram em cartaz nesta quinta-feira (26/11). Babenco: Alguém Tem que Ouvir o Coração e Dizer Parou | Brasil | 2019 Pacarrete | Brasil | 2019 Mulher Oceano | Brasil | 2019 Invasão Zumbi 2: Península | Coreia do Sul | 2020 Meu “Querido” Elfo | Rússia | 2019

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  • Série

    Young Rock: Dwayne Johnson revela primeiras fotos da série sobre sua infância

    25 de novembro de 2020 /

    O astro Dwayne “The Rock” Johnson compartilhou fotos dos bastidores e das primeiras cenas de “Young Rock”, uma série de comédia sobre sua infância, que começou a ser gravada há cinco dias. Ele aparece atrás das câmeras, enquanto sua versão “mini me” contracena com grandes nomes da luta livre. O ator explicou: “Eu nasci no mundo selvagem, maluco e imprevisível da luta livre. E, para a minha versão mais nova, esses caras eram super-heróis de verdade. Sem capas. Só caras grandões, valentes e divertidos, que sempre brigavam comigo”. Nas fotos de cena, o intérprete do Rock mirim aparece com o lutador The Junkyard Dog, interpretado por Nate Jackson (“All Def Comedy”), André the Giant, vivido por Matthew Willige (“Família do Bagulho”), e com The Iron Sheik, encarnado por Brett Azar (“O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”). Johnson contou que o Sheik “é um amigo da família desde que eu nasci”. “Uma das maiores lições que ele me ensinou quando eu era criança… Ele disse ‘bubba, escute o Sheik… Sempre fique quieto… Você sempre aprende mais quando você fica quieto e escuta quem está ensinando a lição.” E que André the Giant era tão alto que “sempre que ele precisava conversar comigo, ele me pegava no colo para me olhar nos olhos”. “Isso sempre foi importante para o Tio André: respeito”, acrescentou. Além dessa turma peso-pesado, a atração terá três atores diferentes no papel de The Rock, representando diferentes fases de sua juventude. Os escolhidos foram Adrian Groulx (aos 10 anos), Bradley Constant (aos 15) e Uli Latukefu (aos 20). Cada um deles dará vida a uma época específica da vida do astro, partindo de sua infância até a ascensão como atleta de futebol americano pela Universidade de Miami. Com poucos trabalhos na carreira, Adrian Groulx foi visto no telefilme “The Christmas Cure” (2017) e Bradley Constant participou do drama indie “Following Phil” (2018). Já Uli Latukefu é conhecido por diversas séries, de “Marco Polo” a “Doctor Doctor”. O elenco principal ainda conta com Joseph Lee Anderson (“Harriet”) como o pai Rocky Johnson, Stacey Leilua (“Um Cupido Caiu do Céu”) como a mãe Ata Johnson e Ana Tuisla (“Liliu”) como a avó Lia Maivia. Desenvolvida por Nahnatchka Khan (criadora de “Fresh Off the Boat”), a série tem produção de Johnson, que também deverá participar dos episódios – e uma das imagens o mostra dando uma entrevista na TV. Mas a extensão de seu envolvimento diante das câmeras não está clara. Vale lembrar que projeto similar, “Todo Mundo Odeia o Chris”, sobre a juventude do comediante Chris Rock, trazia o astro narrando todos os episódios. A estreia de “Young Rock” está prevista para fevereiro de 2021 na rede americana de TV NBC. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por therock (@therock) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por therock (@therock) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por therock (@therock) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por therock (@therock) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por therock (@therock) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por therock (@therock)

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  • Série

    Associações indígenas protestam contra retrato parcial da nova série Big Sky

    25 de novembro de 2020 /

    Diversas organizações indígenas dos EUA estão protestando contra a forma parcial escolhida pela nova série da rede da ABC, “Big Sky”, para retratar um problema que as afeta com gravidade. A União dos Chefes Índios da Colúmbia Britânica, a Associação dos Presidentes Tribais das Grandes Planícies, o Conselho de Líderes Tribais das Montanhas Rochosas, o Conselho Indígena Global e a Tribo Coushatta da Louisiana emitiram comunicados à imprensa entre segunda e esta quarta-feira (25/11) alertando para a falta de preocupação com a questão das mulheres indígenas desaparecidas e assassinadas na trama da série, que relata a alta incidência de desaparecimento de mulheres brancas nas rodovias no estado de Montana – em regiões próximas às reservas indígenas. Criada por David E. Kelley (“Big Little Lies”), a série de suspense rural, baseada no livro de CJ Box, segue a detetive particular Cassie Dewell e a ex-policial Jenny Hoyt, que se juntam em uma busca por duas irmãs que foram sequestradas por um motorista de caminhão em uma estrada remota de Montana. Quando descobrem que essas não são as únicas garotas que desapareceram na área, elas correm contra o relógio para deter o assassino antes que outra mulher seja levada. O problema para a comunidade indígena é que isso acontece seguidamente e de forma traumática com mulheres indígenas, o que a série decidiu prontamente ignorar. Entre os apelos dos representantes das tribos nativo-americanas está o pedido para que “Big Sky” inclua entre seus créditos algum tipo de informativo sobre a crise factual das mulheres indígenas mortas e desaparecidas, que poderia se dar por meio de citação ao documentário “Somebody’s Daughter” ou com link para organizações que tratam da questão. Muitas destas ONGs ajudaram a produzir “Somebody’s Daughter” e ficaram revoltadas sobre a omissão da produção, que parece afirmar que este é problema de mulheres brancas. “Abordar o sequestro e tráfico de mulheres como entretenimento no horário nobre já é ruim o suficiente. Apagar a tragédia da vida real da crise de mulheres e meninas indígenas mortas e desaparecidas é inescrupuloso”, disse A. Gay Kingman, diretor executivo da Associação dos Presidentes Tribais das Grandes Planícies. “Vivemos com as consequências dessas perdas e trauma diariamente, mas a ABC nem mesmo reconhece o problema, mesmo tendo a oportunidade de fazê-lo.” Em seu comunicado à imprensa, a União dos Chefes Índios da Colúmbia Britânica também pediu que a ABC “retratasse e retificasse sua representação incompleta da violência contra mulheres e meninas”. “A União dos Chefes Índios da Colúmbia Britânica está sediada em Vancouver, o local central das filmagens de ‘Big Sky’ e uma das áreas do Canadá mais afetadas pela violência sistêmica contra mulheres e meninas indígenas. Como os governos federais do Canadá e dos EUA não conseguiram lidar com a epidemia multigeracional que é esta crise, é imperativo que uma empresa influente como a ABC demonstre alguma consciência e competência cultural a respeito do problema”, ele protestou. A representante feminina da União, Melissa Moses, acrescentou que os cenários de ‘Big Sky’ e do romance ‘The Highway’, em que a série é baseada, tem muita semelhança com uma notória rodovia da Colúmbia Britânica. “A violência contra as mulheres indígenas é particularmente endêmica na Colúmbia Britânica, onde uma das rodovias mais famosas do Canadá, ‘a Rodovia das Lágrimas’, está localizada. Esta rodovia é um símbolo doloroso e assustador da violência que destrói vidas indígenas e tem semelhança com a descrita em ‘The Highway’, o romance que inspirou ‘Big Sky'”, comparou. Ela ainda acrescentou: “Infelizmente, a violência e o genocídio de gênero representados pela Rodovia das Lágrimas também são terrivelmente prevalentes em Montana, onde 26% das pessoas desaparecidas foram identificadas como índios americanos, apesar dos membros tribais constituírem apenas 7% da população. A ABC agora tem a oportunidade inestimável de ser nosso aliado, de mostrar respeito e compaixão às vítimas e familiares afetados e entes queridos, e de ajudar a informar o público no Canadá e dos Estados Unidos sobre esta crise internacional e nacional e sua verdade infame.” Estrelada por Kylie Bunbury (“Olhos que Condenam”), Katheryn Winnick (“Vikings”) e Ryan Phillippe (“Shooter”), “Big Sky” estreou em 17 de novembro com uma audiência considerável, vista por 4,15 milhões de telespectadores ao vivo.

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  • Etc

    Ator de Encontro de Casais processa Universal por racismo na divulgação do filme

    25 de novembro de 2020 /

    Um ator da comédia “Encontro de Casais” (2009) está processando o estúdio Universal por racismo durante a divulgação do filme. De acordo com o site The Hollywood Reporter, Faizon Love, que formou com Kali Hawk o único casal negro da trama, reclama ter sido apagado do pôster pelo marketing do estúdio e convencido a não reclamar, depois de promessas de executivos feitas na época, que nunca se materializaram. Segundo a publicação, em 2009, os jornais do Reino Unido notaram a mudança e isso reverberou online. Na época, um porta-voz da Universal disse que o pôster havia sido alterado para “simplificá-lo” e que o estúdio lamentava a ofensa causada e estava abandonando os planos de usar o pôster revisado daqui para frente. Em sua ação, Faizon Love afirma ter questionado a Universal Studios a respeito do tema e a empresa, tentando evitar problemas, prometeu “(i) a cessação imediata do cartaz racista internacional e (ii) recompensa imediata ao Sr. Love na forma de carreira lucrativa, com papéis no cinema”. A publicação ainda cita que Love recebeu um pedido de desculpas de executivos de alto escalão da Universal, como um telefonema de Adam Fogelson, que acabou de ser promovido de chefe de marketing a presidente do estúdio. Além disso, também houve um pronunciamento de Scott Stuber, um produtor do filme, que estava sob um contrato de produção de cinco anos com a Universal e que hoje é chefe da divisão de filmes originais da Netflix. Até mesmo o ator Vince Vaughn, protagonista do longa, supostamente ajudou a acalmar qualquer controvérsia com promessas. Apesar disso, nenhum deles cumpriram suas promessas. O processo revela que Vaughn fez ligações para Fogelson e se comprometeu em realizar um programa de TV com Love. “Vaughn aparentemente chegou a dizer ao Sr. Love que fazer um alarde sobre sua remoção do pôster não seria bom para sua carreira naquela época, uma declaração à qual Fogelson não se opôs.” O pôster, entretanto, não deixou de ser vinculado e ainda está em vários sites ao redor do mundo. No processo, conta que Love ficou “horrorizado” quando descobriu as diferenças entre o pôster nacional e o internacional do filme. “A Universal Studios não teve problemas em incluir atores negros no filme cômico”, afirma a denúncia. “Mas quando se tratou de divulgar o filme para o público internacional, a Universal Studios optou por separar os atores brancos e negros do filme… Em vez de desfrutar de visibilidade máxima com o lançamento do filme, o Sr. Love foi rebaixado ao proverbial ‘Homem Invisível’, como descrito por Ralph Ellison.” “Embora ‘Encontro de Casais’ tenha alcançado o 1º lugar no ranking de bilheteria no fim de semana de abertura e tenha tido um desempenho espetacular que arrecadou mais de US $ 171 milhões em todo o mundo, a Universal Studios colocou o Sr. Love no banco de trás da jornada apreciada por seus seis colegas brancos.” Os representantes de Love ainda citaram filmes produzidos e protagonizados por artistas negros, como “Policial em Apuros” (2014) e “Pantera Negra” (2018), para demonstrar que é possível atingir grandes sucessos cinematográficos com astros não brancos. O ator não está apenas alegando quebra de contrato e incentivo fraudulento sobre o que ele não obteve desde o lançamento do filme, como também alegando violações de direitos assegurados pela legislação da Califórnia, nos Estados Unidos. Compare abaixo o pôster nacional e o internacional da produção.

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  • Série

    Série biográfica sobre Aretha Franklin encerra gravações

    25 de novembro de 2020 /

    A produção da 3ª temporada da série biográfica “Genius” foi encerrada nesta quarta (25/11) em Atlanta, nos EUA. O perfil oficial do programa no Instagram anunciou o fim dos trabalhos com fotos da estrela Cynthia Erivo (“The Outsider”), caracterizada como ícone da música Aretha Franklin, bem como da showrunner Suzan-Lori Parks (“Garota 6”) e o produtor-diretor Anthony Hemingway (“Esquadrão Red Tails”). Intitulada “Genius: Aretha” a 3ª temporada do programa do canal pago National Geographic é anunciada como a única produção autorizada sobre a vida da rainha do soul, com a garantia dos direitos necessários para a recriação de sua carreira, junto à sua família e junto às gravadoras de suas músicas. A distinção é relevante num ano em que a série vai competir com um filme sobre a Rainha do Soul. Eleita a “maior cantora de todos os tempos” pela revista Rolling Stone, Aretha Franklin foi a primeira mulher a entrar para o Rock & Roll Hall of Fame e suas inúmeras conquistas incluem 18 Grammys, mais de 75 milhões de discos vendidos e convites para cantar na posse de três presidentes americanos — incluindo Barack Obama, em 2009 – e no funeral de Martin Luther King Jr. – aos 18 anos de idade. Algumas de suas músicas se tornaram hinos, como “Respect”, uma canção machista de Otis Redding que ela virou do avesso e transformou em marco da luta pelos direitos civis norte-americanos. Desenvolvida por Kenneth Biller (criador de “Perception”), Noah Pink (“Esta é sua Morte”) e Suzan-Lori Parks, “Genius: Aretha” destaca em seu elenco, além de Cynthia Erivo, os atores Courtney B. Vance (“O Exterminador do Futuro: Gênesis”), David Cross (“Arrested Development”) e Malcolm Barrett (“Timeless”), entre outros. Com o final das gravações, a série entrará em pós-produção com a expectativa de realizar sua estreia no final de maio nos Estados Unidos, bem antes do filme “Respect”, estrelado por Jennifer Hudson (vencedora do Oscar por “Dreamgirls”), que tem previsão de chegar aos cinemas em agosto. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Genius: Aretha (@natgeogenius)

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    Mads Mikkelsen entra no lugar de Johnny Depp em Animais Fantásticos 3

    25 de novembro de 2020 /

    A Warner Bros. oficializou a participação de Mads Mikkelsen (o “Hannibal”) em “Animais Fantásticos 3”. O astro dinamarquês foi escalado como o bruxo Gellert Grindelwald no lugar de Johnny Depp, que o estúdio pressionou a se demitir da produção. Depp desempenhou o papel no final do primeiro filme e dominou o segundo, que foi batizado com o nome de seu personagem, “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”. Na época, sua escalação gerou controvérsias e levou o tabloide britânico The Sun a questionar a decisão da Warner de trabalhar com um “espancador de esposa”, referindo-se a insinuações existentes na época do divórcio entre o ator e a atriz Amber Heard. Depp não gostou da frase e decidiu processar o jornal. O processo aconteceu neste ano e o ator perdeu. Ele ainda tentou apelar, mas nesta quarta (23/11) teve a tentativa barrada pela justiça britânica por não haver “uma perspectiva razoável de sucesso” em sua causa. O processo, porém, trouxe à tona vários detalhes pouco lisonjeiros da vida privada de Depp, com fotos, gravações e testemunhos de seu comportamento violento e sua relação desregrada com as drogas e o álcool, que levaram o juiz Andrew Nicol a concluir que a afirmação do tabloide era “substancialmente verdadeira”. Sua decisão concluiu: “Eu descobri que a grande maioria dos alegados ataques à Sra. Heard pelo Sr. Depp foram comprovados de acordo com o padrão civil”. Após a sentença, a Warner pediu a Depp para desistir do filme e anunciou que estava procurando um novo ator para substituí-lo. Muitos fãs imaginaram voltar a ver Colin Farrell na franquia. Ele apareceu como um disfarce de Grindelwald no primeiro filme, de 2016, mas está atualmente ocupado com as filmagens de “Batman”, onde vive o Pinguim. “Animais Fantásticos 3” tem roteiro de J.K. Rowling, criadora de “Harry Potter”, que também enfrenta seu próprio problema de relações públicas após assumir postura transfóbicas nas redes sociais. A direção está a cargo de David Yates, veterano da franquia “Harry Potter” que assinou os dois longas anteriores. E o elenco voltará a juntar os intérpretes dos filmes anteriores, incluindo Eddie Redmayne, Jude Law, Katherine Waterston, Dan Fogler, Alison Sudol e Ezra Miller – outro envolvido em polêmica, por suposta agressão a uma fã. Após os últimos desdobramentos, a estreia do longa, que estava programada para 12 de novembro de 2021, foi adiada para 15 de julho de 2022.

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    Diane Keaton chama nova versão de O Poderoso Chefão 3 de “sonho que virou realidade”

    25 de novembro de 2020 /

    A atriz Diane Keaton disse ter ficado impressionada pela nova versão de “O Poderoso Chefão 3”, reeditada pelo diretor Francis Ford Coppola para relançamento nos cinemas e em streaming. “Assistir [a nova versão] foi um dos melhores momentos da minha vida”, elogiou Keaton, em entrevista para a revista Variety. “Para mim, foi um sonho que virou realidade. Eu vi o filme sob uma luz completamente diferente. Quando eu vi lá atrás, minha reação foi ‘Oh, eu não sei.’ Não parecia funcionar muito bem e as críticas não eram boas. Mas Francis reestruturou o começo e o fim e, nossa, como funcionou.” Coppola ficou seis meses trabalhando na edição, que contou com a revisão dos negativos originais, guardados em mais de 300 caixas, para recuperar a obra, que encerrou com críticas apenas medianas uma trilogia que tinha começado excepcional. Com a nova versão finalmente finalizada, ele convidou o elenco original para uma exibição privada no estúdio da Paramount. E Keaton se maravilhou, lembrando da diversão que foram as filmagens no final dos anos 1980. “Isso me levou de volta”, diz Keaton. “Naquela época, eu estava meio que com Al. Eu realmente gostei do Andy Garcia [co-estrela]. Estávamos filmando na Itália. Foi um momento especial.” Mas ao ver o filme projetado nas telas em 1990, ela acabou concordando com a crítica. “E era uma das pessoas que não gostaram”, admite ela. “O que estava errado comigo? Por que eu não gostei disso antes? Eu meio que dei de ombros e pensei ‘tudo bem’.” Ela agora está convencida de que a reedição de Coppola fará as pessoas reconsiderarem o filme, inclusive um de seus elementos mais difamados, a atuação de Sofia Coppola como filha de Michael Corleone, Mary. Ela quase não tinha experiência em atuação quando substituiu Winona Ryder, que caiu doente pouco antes das filmagens, e os críticos dilaceraram sua atuação, chamando-a de amadora e pouco convincente. “Isso não vai acontecer mais”, diz Keaton, argumentando que a nova edição dá ao desempenho de Sofia Coppola mais chance de brilhar. “Ela é como uma filha seria se você tivesse este cara como seu pai, o chefe de uma organização criminosa. Ela não estava tão segura de si e está meio quieta. Meio assombrado. Achei ela fantástica. ” Keaton contou que conseguiu até mesmo deixar de lado sua antiga aversão a se ver na tela para apreciar o filme. “Nunca é divertido me ver”, diz Keaton. “Eu moro comigo. Eu não quero me ver na tela”, conta. Mas apesar de ser sua crítica mais dura, ela vê seu trabalho como Kay Corleone, a ex-esposa de Michael, como um dos destaques de uma carreira que inclui filmes amados como “Noivo Neurótico, Noiva Nervosa”, “Reds” e “Alguém tem que Ceder”. “Os filmes de ‘O Poderoso Chefão’ são realmente poderosos”, diz Keaton. “Eles estão cheios deste mundo criminoso. Há uma intensidade e questões familiares. Acho que é muito fácil entender por que eles são amados.” Rebatizado de “O Poderoso Chefão – Desfecho: A Morte de Michael Corleone”, o filme terá lançamento limitado nos cinemas brasileiros em 3 de dezembro e chegará em PVOD para locação digital cinco dias depois. E Keaton torce para que o público prefira e possa vê-lo nos cinemas, “com ótima música e ótimo som, para que ele possa levar você para longe”, diz ela. “Eu gosto de filmes grandes. Eu gosto deles na minha cara. Você fica imerso neles dessa forma. Isso tira você de sua vida mundana e idiota. Eu falo por mim, é claro. ” Veja o trailer legendado da nova versão do filme de 1990 abaixo.

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  • Etc

    Fiorella Mattheis lança loja de roupas

    25 de novembro de 2020 /

    A atriz Fiorella Mattheis, que ficou conhecida como a personagem Tcheca, no humorístico “Vai que Cola”, do canal pago Multishow, está prestes a abrir sua primeira loja física de moda, com um nome que remete à personagem. Chamada de Gringa, a loja é localizada no Shopping Leblon, no Rio de Janeiro, e está em fase de arrumação final para a inauguração em 1 de dezembro. Ela, inclusive, postou algumas fotos do interior, ainda zerado, antes do trabalho de construção. Gringa começou como e-commerce, vendendo acessórios de moda na internet com uma proposta de curadoria e reciclagem sustentada de artigos de luxo – “o futuro da moda é consignar”, diz ela – , e se espalhou com alguns pop-ups físicos, até chegar ao ponto de se materializar – senão de carne e osso, com parede e teto. Além deste projeto, ela está aguardando a pandemia passar para estrear um programa sobre animais, que negocia com o GNT. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Fiorella Mattheis (@fiorellamattheis)

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  • Filme

    Mulher-Maravilha 1984 ganha novo pôster exclusivo para estreia no Brasil

    25 de novembro de 2020 /

    A Warner Bros. Pictures Brasil revelou um pôster nacional exclusivo de “Mulher-Maravilha 1984”, que traz a heroína dos quadrinhos com um novo uniforme alado dourado. A imagem, por sinal, dá bastante ênfase para as asas do traje, que aparecem abertas, ocupando metade do cartaz. O novo visual reflete uma tendência curiosa das continuações de super-heróis, que sempre procuram mostrar os personagens em uniformes diferentes daqueles usados nos filmes anteriores. As mudanças vão tão longe que chegam a perder as referências originais. A imagem atual, por exemplo, é do segundo filme da Mulher-Maravilha, embora pareça sugerir a estreia da Mulher-Gavião no cinema. De todo modo, o estúdio aproveitou para fazer divulgação dupla, ao incluir o cartaz num post com o anúncio de sua participação na convenção virtual Comic Con Experience (CCXP), que este ano vai acontecer de 4 a 6 de dezembro como um evento digital e gratuito, rebatizado como CCXP Worlds. “Mulher-Maravilha 1984” é novamente dirigido por Patty Jenkins e traz de volta a atriz Gal Gadot como a personagem-título, Connie Nielsen como a Rainha Hipólita e Chris Pine como o Capitão Steve Trevor. Apesar de poucos detalhes sobre o enredo terem sido revelados, Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”) e Pedro Pascal (“Narcos”) viverão os vilões da produção, nos papéis da Mulher-Leopardo e do milionário Maxwell “Max” Lord. Originalmente previsto para 4 de junho no Brasil, o filme teve seu lançamento adiado para 17 de dezembro, devido à pandemia do novo coronavírus. Com isso, a estreia vai acontecer oito dias antes dos EUA, onde a produção será lançada no Natal, simultaneamente nos cinemas e em streaming.

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    Sonia Braga entra na lista dos melhores atores do século do New York Times

    25 de novembro de 2020 /

    O tradicional jornal The New York Times publicou nesta quarta-feira (25/11) uma lista ambiciosa, visando destacar os atores e atrizes que tiveram mais impacto no século 21. E entre nomes como as francesas Catherine Deneuve e Isabelle Huppert, os americanos Denzel Washington e Keanu Reeves e os ingleses Tilda Swinton e Daniel Day-Lewis, aparece a brasileira Sonia Braga. Ela foi lembrada pelos críticos que votaram na seleção principalmente por sua atuação em “Aquarius”, de Kleber Mendonça Filho, cineasta responsável pelos principais filmes de sua carreira neste século, incluindo sua participação em “Bacurau”. Mas os americanos também mencionaram, ao apontar suas novas interpretações, que ela tem uma rica carreira desde o século passado, com sucessos tanto no Brasil quanto em Hollywood. “Braga era um grande nome no Brasil entre 1970 e 1980, a resposta brasileira a Sophia Loren”, ponderou o crítico A. O. Scott, que também lembrou da sua atuação em “Bacurau”. “As habilidades dela se manifestam em uma maneira muito diferente em ‘Bacurau’, uma incrivelmente fantástica (e violenta) alegoria de um Brasil em crise”. Bastante diversificada, a lista não é composta apenas por veteranos, incluindo também o duplamente vencedor do Oscar Mahershala Ali, os jovens Saoirse Ronan e Michael B. Jordan, o latino Oscar Isaac, o consagrado Joaquin Phoenix e a estrela de comédias populares Melissa McCarthy, além de atores de diversas nacionalidades, como o mexicano Gael García Bernal, o italiano Toni Servillo e os sul-coreanos Kim Min-hee (musa dos filmes do Hong Sang-soo) e Song Kang Ho (astro dos filmes de Bong Joon-ho). Veja a lista completa abaixo, conforme apresentada pelo jornal americano. 25 – Gael García Bernal (México) 24 – Sônia Braga (Brasil) 23 – Mahershala Ali (EUA) 22 – Melissa McCarthy (EUA) 21 – Catherine Deneuve (França) 20 – Rob Morgan (EUA) 19 – Wes Studi (EUA) 18 – Willem Dafoe (EUA) 17 – Alfre Woodard (EUA) 16 – Kim Min-hee (Coreia do Sul) 15 – Michael B. Jordan (EUA) 14 – Oscar Isaac (EUA) 13 – Tilda Swinton (Inglaterra) 12 – Joaquin Phoenix (EUA) 11 – Julianne Moore (EUA) 10 – Saoirse Ronan (EUA) 9 – Viola Davis (EUA) 8 – Zhato Tao (China) 7 – Toni Servillo (Itália) 6 – Song Kang Ho (Coreia do Sul) 5 – Nicole Kidman (Australia) 4 – Keanu Reeves (EUA) 3 – Daniel Day-Lewis (Inglaterra) 2 – Isabelle Huppert (França) 1 – Denzel Washington (EUA)

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    Amazon está gravando séries com Camila Morgado e Danni Suzuki no Uruguai

    25 de novembro de 2020 /

    Com os índices de covid-19 controlados, o Uruguai virou um novo destino para a gravação de séries brasileiras. Depois de “Insânia”, da Fox, que será estrelada por Carol Castro (“Órfãos da Terra”), duas séries nacionais da Amazon se instalaram no país. A primeira foi “Criminal”, com Camila Morgado (“Bom Dia, Verônica”), que já vai terminar suas gravações em dezembro. E após esta experiência positiva, a produção de “Desjuntados”, que destaca Danni Suzuki (“Arcanjo Renegado”) em seu elenco, também alugou um estúdio em Montevidéu e contratou profissionais locais. As duas séries devem ser exibidas pela Amazon Prime Video em 2021, mas ainda não foram oficialmente anunciadas. Embora pouco se saiba sobre “Desjuntados”, “Criminal” trará Camila Morgado no papel de uma advogada, casada com o personagem do ator Fernando Alves Pinto (“A Vida Secreta dos Casais”). Mais detalhes devem ser divulgados em breve. Enquanto isso, Danni Suziki vive clima de férias uruguaias, “aproveitando os intervalinhos” com foto tiradas na praia de José Ignacio em seu Instagram. “Sempre que viajo a trabalho encontro formas de aproveitar o tempo livre pra conhecer outros lugares e fazer novos amigos! Gratidão imensa a Deus e ao universo por tantas oportunidades nessa vida!”, ela escreveu. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por DANNI SUZUKI (@danisuzuki) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por DANNI SUZUKI (@danisuzuki) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por DANNI SUZUKI (@danisuzuki)

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