PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Série

    Nova série animada do Mickey ganha trailer com visual estilizado

    15 de novembro de 2020 /

    A Disney+ (Disney Plus) divulgou o pôster e o trailer de “The Wonderful World of Mickey Mouse”, nova série de curtas do rato animado criado por Walt Disney, que virou símbolo do estúdio. Produzida por Paul Rudish, responsável pela bem-sucedida série do “Mickey Mouse” exibida entre 2013 e 2019 no Disney Channel, a nova atração preserva o estilo daquela atração, que era baseada nos traços clássicos dos primeiros desenhos e quadrinhos do personagem. Inspirados nas artes de Ub Iwerks e Floyd Gottfredson, os episódios resgatam o visual original e quase centenário de Mickey, que surgiu em 1928 apenas de calção – branco e depois vermelho, quando suas histórias ganharam cores. Mas também acrescentam muita estilização moderna, com cenários que parecem pinturas, além de um ritmo frenético que reflete a passagem de Rudish pelo Cartoon Network, quando comandou “O Laboratório de Dexter”. Além do protagonista, a série também trará os coadjuvantes mais famosos dos primeiros curtas do Mickey, como Pateta, Minnie, Pato Donald, Margarida e Pluto. A estreia está marcada para o próximo dia 18 nos EUA, um dia depois da chegada da Disney+ (Disney Plus) ao Brasil. Apesar disso – e mesmo estando em cima da hora – , ainda não está claro se a animação será disponibilizada de forma simultânea para os assinantes brasileiros.

    Leia mais
  • Filme

    Pantera Negra 2 não usará versão digital de Chadwick Boseman

    15 de novembro de 2020 /

    A produtora executiva de “Pantera Negra”, Victoria Alonso, afirmou que a sequência do blockbuster não usará um dublê digital para replicar o falecido ator Chadwick Boseman, intérprete do papel-título no filme original. A produtora do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) negou veementemente rumores sobre uma suposta aparição digital do ator em uma entrevista para o jornal argentino Clarín. “Não. Há apenas um Chadwick e ele não está mais conosco. Infelizmente, nosso rei morreu na vida real, não apenas na ficção, e estamos demorando um pouco para ver como continuamos a história e como honrar este capítulo que nos aconteceu inesperadamente e ainda é muito doloroso e terrível”, disse Alonso. “Chadwick não foi apenas um ser humano maravilhoso em todos os dias dos cinco anos que passamos juntos, mas também, acredito, que o que ele fez com o personagem nos elevou como empresa e ficou marcado na História.” “Pantera Negra 2” deveria começar a ser filmado no início de 2021, com uma estreia marcada para 2022, mas o diretor e roteirista Ryan Coogler, responsável pelo primeiro filme, disse que já tinha começado o roteiro com Boseman em todas as cenas. Ele precisará reescrever toda a história e entrar num consenso com o estúdio sobre o destino do personagem interpretado pelo ator. “Sei que às vezes passam 2 ou 3 meses nas produções e a gente fala que já passou muito tempo. Mas não é muito tempo. Precisamos realmente pensar sobre o que faremos a seguir e como faremos. E decidir como vamos honrar a franquia”, disse Alonso. Boseman morreu no final de agosto, aos 43 anos, de câncer de cólon. Ele tinha escondido a doença do público e também dos envolvidos na produção de seus filmes, fazendo com que sua morte fosse um grande choque para todos. Por conta da morte inesperada, vários sites administrados por fãs de super-heróis têm espalhado boatos sobre como a Marvel poderia realizar “Pantera Negra 2” sem o ator. O site de sempre foi quem começou a falar na versão digital de Boseman, afirmando ter ouvido de uma fonte anônima que o dublê criado por computação gráfica apareceria no início do filme apenas para morrer em cena e passar o trono de Wakanda e o uniforme do herói para sua irmã, Shuri. A intérprete de Shuri, Letitia Wright, foi um dos pontos mais brilhantes de “Pantera Negra” e a personagem realmente assume o lugar do irmão nos quadrinhos. Mas neste momento, como alerta Alonso, a Marvel ainda não decidiu o que fazer.

    Leia mais
  • Etc,  Filme

    Soumitra Chatterjee (1935 – 2020)

    15 de novembro de 2020 /

    O ator Soumitra Chatterjee, lenda do cinema indiano que estrelou mais de 300 filmes em seis décadas, morreu neste domingo (15/11) em Calcutá aos 85 anos, de complicações de saúde relacionadas a covid-19. Chatterjee morreu na Clínica Belle Vue, onde estava desde 6 de outubro após testar positivo para coronavírus. Complicações relacionadas à infecção pelo vírus contribuíram para sua morte. Grande parceiro do diretor vencedor do Oscar Satyajit Ray, ele desempenhou papéis importantes em 14 filmes do cineasta entre 1959 e 1990, incluindo a aclamada “Trilogia Apu”. Sua estreia no cinema foi no final da saga, intitulada “O Mundo de Apu”, em 1959. A parceria inclui algumas obras-primas, como “A Esposa Solitária”, que rendeu a Satyajit Ray o Urso de Prata de Melhor Diretor no Festival de Berlim de 1964, e “Trovão Distante”, vencedor do Leão de Ouro de Melhor Filme do Festival de Berlim de 1973. Já o maior sucesso comercial de sua carreira foi “Teen Bhubaner Parey”, de 1969, que também sinalizou o nascimento de um novo tipo de herói do cinema da região de Bengala Ocidental. Como um jovem desempregado e desiludido com o sistema, Chatterjee refletiu como poucos seu tempo, uma era problemática que marcou a vida de milhões de jovens bengalis. Embora o filme tenha sido em essência um drama romântico, o ator incorporou o tom e o jeito dos jovens rebeldes da época. Seu personagem, Montu, acabou se tornando inspiração para uma geração de heróis bengalis e até mesmo de Bollywood. Ao se graduar para papéis mais maduros na década de 1980, voltou a brilhar no clássico cult “Kony” (1984), em que interpretou um severo treinador de natação para uma jovem das favelas de Calcutá, e em “Atanka” (1986), como um professor aposentado que testemunha um assassinato político e decide denunciá-lo, sendo sujeitado a horrores apenas por fazer a coisa certa. Além de seus papéis em Tollywood, a indústria do cinema bengali, Chatterjee também foi um poeta talentoso, dramaturgo e ator de teatro. Sua projeção ultrapassou fronteiras. Chatterjee foi a primeira personalidade do cinema indiano a ser homenageado com a Ordem das Artes e Letras, o maior prêmio francês para artistas, que ele recebeu em 1999. A França voltou a homenageá-lo mais recentemente, em 2017, com o maior prêmio civil do país, tornando-o Cavaleiro da Legião de Honra. Vários membros da comunidade cinematográfica e políticos emitiram declarações sobre seu falecimento. “A morte de Shri Soumitra Chatterjee é uma perda colossal para o mundo do cinema, para a vida cultural de Bengala Ocidental e da Índia”, disse o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, em suas redes sociais.

    Leia mais
  • Música

    Atriz de Guardiões da Galáxia detona Chris Hemsworth com ajuda de Tom Cruise

    15 de novembro de 2020 /

    A atriz Pom Klementieff, que interpreta a heroína Mantis na franquia “Guardiões da Galáxia”, aceitou o desafio de Chris Hemsworth e destruiu seu colega de “Vingadores: Ultimato” num vídeo criado para a Liga de Futebol de Fantasia dos Super-Heróis, patrocinada pela AGBO, a produtora dos irmãos Russo (diretores de “Vingadores: Ultimato”). Hemsworth foi o vencedor da primeira edição da Liga e desafiou os candidatos deste ano a baterem sua capacidade de falar mal dos outros. Klementieff não só enfrentou o Thor, da Marvel, como virou a jogadora a ser superada na competição de “trash talk” deste ano, que também tem o objetivo de arrecadar dinheiro para instituições beneficentes. Ela gravou um clipe musical cantando rimas histéricas em francês. Batizada de “Au Revoir Chris Hemsworth”, a música é uma versão do hit clássico “Laisse Tomber Les Filles”, de Serge Gainsbourg, com letra escrita em colaboração com o comediante inglês Simon Pegg – parceiro da atriz no vindouro “Missão: Impossível 7” e também diretor do vídeo. Para completar, ainda filmou em preto e branco, para dar um ar de classe à produção, e usou os cenários de Veneza, onde está rodando seu novo blockbuster. Mas a estrela canadense deixou o melhor para o final. Depois de provocar Hemsworth e outros desafiantes da Liga, como Chris Evans, Anthony Mackie, Tom Holland, Chris Pratt e Ryan Reynolds, ela deixa cair o microfone ao completar: “De uma coisa eu tenho certeza, e sinto muito por quebrar seu coração, mas meu time é melhor que o seu”. É quando a câmera se afasta para revelar quem é o time dela: a equipe de “Missão: Impossível”, com Tom Cruise, Rebecca Ferguson e Simon Pegg. Ela não foi a primeira a fazer um clipe musical na competição deste ano. Paul Rudd, o Homem-Formiga, recriou “Iron Man”, do Black Sabbath, para desafiar Robert Downey Jr., o Homem de Ferro. Mas o resultado, embora muito bem elaborado, não teve metade da graça do vídeo da atriz. Se Klementieff vencer, a organização beneficente que ela defende, Time’s Up, receberá uma percentagem do prêmio de US$ 1 milhão que será doado pelos organizadores. Veja abaixo o desafio proposto por Hemsworth e o clipe sensacional de Klementieff.

    Leia mais
  • Filme

    Universal chega ao terceiro líder seguido nas bilheterias dos EUA

    15 de novembro de 2020 /

    A comédia de terror “Freaky – No Corpo de um Assassino” estreou no topo das bilheterias da América do Norte neste fim de semana. Foi o terceiro filme diferente e consecutivo com distribuição da Universal a ocupar o 1º lugar em faturamento nas últimas semanas nos EUA e Canadá. Todos os três filmes campeões abriram com rendimentos similares. O atual fez U$ 3,7 milhões, demonstrando um padrão de arrecadação durante a pandemia, que só gerou resultados muito superiores com “Os Novos Mutantes” e “Tenet”, logo na reabertura dos cinemas. Como Hollywood desistiu de lançar novos candidatos a “blockbuster”, os valores se assentaram numa faixa de bilheteria de 50 anos atrás. Após “Freaky”, o Top 3 inclui o thriller “Let Him Go” e o terror “Come Play”, os dois campeões das semanas anteriores, formando uma trinca da Universal no topo do ranking. O motivo da predominância da Universal reflete um acordo do estúdio com uma das principais redes de cinema dos EUA, a AMC, para encurtar a janela de exibição. Em vez de deixar os filmes em cartaz por até três meses, a Universal pretende mantê-los em tela grande apenas três fins de semana, passando a seguir a disponibilizá-los em PVOD para locação digital. Em troca pelo Ok, a AMC ficou com direito a uma parcela dos lucros da comercialização online. O detalhe é que outras redes que se recusaram a negociar essa janela estão exibindo os filmes assim mesmo, simplesmente porque não tem opção. Os outros grandes estúdios suspenderam suas estreias até 25 de dezembro – espera-se, inclusive, que essa margem amplie. Com isso, apenas as produções da Universal, alguns títulos independentes e outros lançados simultaneamente em PVOD estão chegando ao mercado exibidor. Por conta desse negócio, o estúdio manteve, inclusive, um possível “blockbuster” em sua programação. A animação “Os Croods 2: Uma Nova Era” segue marcada para a semana que vem nos EUA, na quarta-feira (25/11), véspera do feriado local do Dia de Ação de Graças. Para completar as informações, “Freaky” foi o 14ª longa da produtora de terror Blumhouse a liderar a bilheteria para a Universal. O anterior tinha sido “O Homem Invisível”, que faturou US$ 28,2 milhões no início do ano, antes da pandemia. A estreia também foi bem-recebida pela crítica, com 85% de aprovação. Como sugere o título original, trata-se de uma versão slasher de “Freaky Friday”, produção infantil que (em seu remake mais recente) foi batizada de “Sexta-Feira Muito Louca” no Brasil. Para quem não lembra, é uma história de troca de corpos entre uma mãe e uma filha adolescente. Na versão da Blumhouse, a troca acontece entre uma adolescente e um serial killer, vividos respectivamente por Kathryn Newton (de “Supernatural” e “The Society”) e Vince Vaughn (“Penetras Bons de Bico”). “Freaky” foi escrito e dirigido por Christopher Landon, que já tinha feito sucesso com outro terror derivado de comédia, “A Morte Te Dá Parabéns” (versão slasher de “Um Feitiço no Tempo”). O lançamento no Brasil está marcado para 10 de dezembro nos cinemas. Veja o trailer abaixo.

    Leia mais
  • Filme

    Boca de Ouro é a versão mais violenta de Nelson Rodrigues

    15 de novembro de 2020 /

    Um filme como “Boca de Ouro”, com um elenco estelar, tempos atrás teria ótimas chances de conseguir uma boa bilheteria. Mas está passando em cinemas vazios. Tempos estranhos estes de pandemia. Há vários motivos para ver o filme. Para começar, o texto de Nelson Rodrigues, que é um autor que costuma garantir o sucesso de suas adaptações. Há também a volta de Daniel Filho na direção, depois de um hiato longo – desde a comédia “Sorria, Você Está Sendo Filmado”, de 2014. E há um elenco muito atraente, que traz outra volta, Malu Mader, e destaca nomes como Marcos Palmeira no papel-título, Guilherme Fontes, Fernanda Vasconcellos, Anselmo Vasconcelos, além do próprio Daniel Filho. Apesar disso, o grande atrativo acaba sendo a revelação da jovem Lorena Comparato, no papel de Celeste, a mulher casada que cai nas graças do gângster de dentes de ouro. Outro ator jovem, mais conhecido pelas telenovelas, Thiago Rodrigues, faz o papel de seu marido, Leleco, personagem que, na adaptação de Nelson Pereira dos Santos, exibida em 1963, tinha sido interpretado pelo próprio Daniel Filho. A estrutura, por sinal, é igual à do filme de Nelson Pereira dos Santos, uma espécie de “Rashomon” (1950), com a personagem de Malu Mader contando três histórias diferentes, ao mesmo tempo contraditórias e complementares sobre o temido Boca de Ouro, bicheiro que acabou de ser encontrado morto. A dupla de repórteres que entra na casa de Guigui (Mader) para colher depoimentos, acaba por ouvir essas histórias, mudadas de acordo com o humor ou a vontade da narradora. As narrativas se equilibram em momentos muito bons e outros menos interessantes, mas todas elas são atraentes e poderosas no uso da violência rodrigueana e que agora pode ser vista de maneira mais explícita. Daniel Filho segue um caminho de sangue e nudez, que já era trilhado pelos melhores especialistas em adaptações de Nelson Rodrigues, como Neville D’Almeida e Braz Chediak. Mas em “Boca de Ouro” ela é mais gráfica, derivada do cinema de horror, e mais bonita plasticamente. É uma violência que vai além do visual, já que Boca de Ouro é um personagem extremamente perturbador, seja quando procura estuprar uma mulher e matar seu marido, quando faz concurso de seios mais bonitos e quando planeja a execução de uma mulher em sua casa. Assim, há espaço para fazer bombear fortemente o coração do espectador diversas vezes, com os atos cruéis desse fascinante personagem da literatura brasileira.

    Leia mais
  • Filme

    Tenet irrita com explicações, mas fascina com ação

    15 de novembro de 2020 /

    A decisão da Warner de lançar “Tenet” nos cinemas mesmo com os índices de contaminação ainda altos e com o público temeroso de pisar em uma sala de exibição foi arriscada. Com isso, o filme do diretor Christopher Nolan tornou-se o único “blockbuster” do semestre, já que houve uma rejeição a “Os Novos Mutantes” – um filme bem simpático e que mereceria um pouco mais de consideração. Começar o texto falando de loucura de lançar “Tenet” em plena pandemia contrasta com o fato de Nolan ser reconhecido como um diretor cerebral. Em seus filmes, quem fica com os neurônios pegando fogo é o público. E se as pessoas acharam “A Origem” (2010) e “Interestelar” (2014) complicados, “Tenet” eleva essa complexidade a uma outra escala. Quando se acha que está começando a entender a trama, Nolan apresenta novas cenas para deixar o espectador perdido novamente. Mas é preciso respeitar um cineasta que é capaz de fazer um filme caro como este, de difícil compreensão, sem um protagonista do nível de Leonardo DiCaprio (“A Origem”) ou Matthew McConnaughey (“Insterestelar”), e seu estúdio apostar que isso atrairia um número considerável de espectadores em plena pandemia. “Tenet” é um filme que faz o público variar sua reação ao longo da projeção. Dá para se irritar com as explicações sobre as balas reversas, depois achar fascinante a história de um mundo reverso e ficar bastante impressionado com as cenas de ação, e em especial com o som, com a qualidade de som do filme, que numa sala IMAX é estrondoso. A trilha sonora, a cargo do sueco Ludwig Göransson, lembra algumas bandas de rock industrial, como o Ministry. É possível embarcar na proposta de Nolan: um diretor com uma fascinação absoluta pelo tempo, e que vem brincando com isso de maneira cerebral ao longo de toda sua filmografia, talvez desde a sua obra de estreia. Lembremos que em Nolan até o sonho é racionalizado, vide “A Origem”. Até porque, com “Tenet”, ele reforça sua posição como um dos cineastas mais determinados a realizar ficção científica da maneira mais séria possível. Ou seja, trazendo conceitos científicos reais, de física e química, para a construção de uma trama complexa. O problema (ou seria a solução?) é que ele não quis fazer um filme de ficção científica, mas uma espécie de thriller de espionagem à moda de James Bond, com o mérito de trazer um protagonista negro e cheio de carisma. John David Washington foi uma grande aposta, já que seu papel de maior destaque até então tinha sido “Infiltrado na Klan”, de Spike Lee, um filme mais direcionado ao circuito alternativo. Aqui ele incorpora um James Bond meio perdido, mas que nunca abandona a elegância. Sempre com um terno chique, mesmo quando está às voltas com lutas braçais com criaturas vindo do futuro. O fato de o protagonista (ele não tem nome no filme) estar tão perdido quanto o espectador não deixa de ser um alento. Aliás, é curioso que, na época da divulgação do filme, contou-se que nem o elenco entendeu a história de “Tenet”. Então, quando vemos os personagens dialogando sobre conceitos complicados de uma maneira até um tanto robótica, a impressão é que Nolan realmente não se importou muito com a preparação dos atores, mais interessado na mise-en-scène, como Alfred Hitchcock tempos atrás. As cenas que mais se aproximam de uma sensação dramática ou minimamente sentimental vem da personagem de Elizabeth Debicki, que interpreta a esposa do personagem de Kenneth Branagh, um homem que tem em suas mãos o destino do universo. Uma das sequências mais empolgantes do filme, inclusive, acontece quando os dois coadjuvantes estão em um barco. Por outro lado, as cenas de ação mais ambiciosas, como as perseguições rodoviárias, parecem um pouco engessadas. Mas ainda assim funcionam como um alívio para o cérebro nas duas horas e meia de duração que, acredite se quiser, passam voando.

    Leia mais
  • Filme

    Os Novos Mutantes é bem melhor que os últimos filmes dos X-Men

    15 de novembro de 2020 /

    Um filme que já nasceu como um cachorro morto para o povo chutar. Ou para as pessoas não verem. A própria distribuidora o lançou no meio da pandemia, quando ninguém quer ir ao cinema. E chovem críticas negativas (34% de aprovação no site Rotten Tomatoes). Mas “Os Novos Mutantes” é envolvente. É bom que exista e finalmente tenha sido lançado, após tanto tempo na geladeira, por mais que tenha sido mais arremessado do que exatamente lançado. É como se a Disney, mesmo tendo comprado a Fox, tratasse o material como obra de concorrente, que não deveria existir. O filme de Josh Boone, diretor dos bons dramas de relacionamentos “Ligados pelo Amor” (2012) e “A Culpa é das Estrelas” (2014), é sem dúvida superior aos dois filmes anteriores dos “X-Men” – os horríveis “X-Men: Apocalipse” (2016) e “X-Men: Fênix Negra” (2019). É também uma produção mais barata e humilde, sem a megalomania dos outros filmes dos mutantes. E com um diferencial muito atraente: o tom de filme de horror, que oferece uma experiência diferente ao subgênero de filmes de super-heróis. Junte-se a isso as angústias dos adolescentes em lidar com seus poderes, que podem servir de metáfora para as explosões hormonais que surgem neste estágio da vida humana. Há um romance gay muito bonito entre duas personagens, inclusive, o que conta ainda mais pontos a favor do filme. Assim, nota-se que a escolha de Boone para a direção do filme teve mais a ver com seu sucesso popular com o melodrama teen “A Culpa é das Estrelas” do que com sua intimidade com filmes de ação ou horror. Na verdade, ele não tinha nenhuma. E isso infelizmente depõe contra o filme quando ele se aproxima de seu clímax e as cenas de ação carecem de um cuidado maior. É quando “Os Novos Mutantes” cai bastante. Os efeitos especiais do urso gigante também são outro problema. Mas há outros tantos aspectos positivos, como a presença brilhante de Anya Taylor-Joy (“A Bruxa”) como a provocadora e badass Ilyana Raspuntin. A atriz ficou muito bem, trazendo expressividade e charme para a personagem. Ilyana tem o poder de se teleportar para um limbo, tem uma espada mágica gigante e um dragãozinho demoníaco como companheiro. Todos os demais atores e atrizes acabam ficando eclipsados pela presença de Taylor-Joy (atualmente arrancando aplausos na minissérie “O Gâmbito da Rainha”). Mas isso não quer dizer que a química não funcione. Rahne Sinclair (Maisie Williams, de “Game of Thrones”), a menina que se transforma em lobo; Danielle “Dani” Moonstar (Blu Hunt, de “The Originals”), com poderes a ser descobertos; Sam Guthrie (Charlie Heaton, de “Stranger Things”), uma espécie de míssil humano descontrolado; e Roberto da Costa (Henry Zaga, ator brasileiro de “13 Reasons Why”), cujo corpo arde como um vulcão; todos estão bem. Aliás, o elenco tem dois intérpretes brasileiros: além de Zaga, Alice Braga (“A Rainha do Sul”) aparece no papel da médica responsável pelos novos mutantes na instalação que os aprisiona. Quem leu as histórias clássicas do grupo, com roteiro de Chris Claremont e arte de Bill Sienkiewicz e Bob McLeod, provavelmente terá ainda mais prazer vendo o filme. É uma pena que os personagens não passarão desse único longa. Assim sendo, a abertura para o futuro na vida daqueles jovens em processo de autodescoberta ao final da narrativa traz um gostinho amargo de interrupção. Caso de obra que definitivamente teve má sorte em seu processo de produção, pós-produção e lançamento.

    Leia mais
  • Filme

    Os 7 de Chicago demonstra que a intolerância do passado ainda é muito atual

    15 de novembro de 2020 /

    Aaron Sorkin adora tribunais. Dentre as obras roteirizadas por ele, são comuns tramas passadas de tribunais (como em “Questão de Honra” e “A Grande Jogada”) ou em meio a discussões jurídicas (“A Rede Social” e a série “The Newsroom”). O motivo é simples: a ambientação serve ao objetivo de Sorkin de destilar seus diálogos ácidos, rítmicos, inteligentes e musicalmente compostos. E nesse sentido, “Os 7 de Chicago”, seu trabalho mais recente, mantém a tradição de narrativas desenvolvidas diante de um juiz, mas com uma diferença essencial. O filme narra a história real do julgamento de sete pessoas acusadas de conspiração pelo governo americano. Abbie Hoffman (Sacha Baron Cohen), Jerry Rubin (Jeremy Strong), David Dellinger (John Carroll Lynch), Tom Hayden (Eddie Redmayne), Rennie Davis (Alex Sharp), John Froines (Danny Flaherty) e Lee Weiner (Noah Robbins) estavam entre as milhares de pessoas envolvidas em protestos contraculturais e contra a Guerra do Vietnã ocorridos em Chicago, durante a Convenção Nacional Democrata em 1968. Os protestos culminaram em um conflito violento com a polícia e, como resultado, os sete foram presos, juntamente com Bobby Seale (Yahya Abdul-Mateen II), ativista político e co-fundador dos Panteras Negras, e usados como bodes expiatórios com o intuito de frear qualquer manifestação do tipo em território americano. Os interesses escusos do governo são expostos ao jovem promotor Richard Schultz (Joseph Gordon-Levitt) que aceita, a contragosto, a tarefa de tentar condená-los. Estabelecendo uma aproximação com a contemporaneidade, Sorkin mostra a década de 1960 – e mais especificamente, o ano de 1968 – como um período de constantes conflitos e pouco entendimento. Era uma época divisiva, na qual gerações distintas eram incapazes de estabelecer qualquer tipo de diálogo. Os principais articuladores do protesto, vindos do movimento estudantil e da cultura hippie, eram vistos como um oposto perigoso à cultura conservadora, aqui representada pela figura do juiz do caso (interpretado por Frank Langella), que distorce a lei para atender aos seus próprios preconceitos. Porém, a divisão também acontecia dentro das lideranças. E o diretor/roteirista é hábil ao estabelecer essas diferenças logo de início. Ao apresentar os personagens, Sorkin nos mostra as visões de mundo e o que cada um deles espera daquele protesto. São visões complementares, porém distintas. E nisso se destacam as atuações de Sacha Baron Cohen e Eddie Redmayne. Os dois atores encaram seus personagens como figuras inteligentes, mas opostas. Enquanto Hoffman usa a percepção negativa que as pessoas têm sobre ele a seu favor, Hayden é muito mais pragmático e politizado. Um deseja uma revolução sóciocultural, e o outro uma revolução política. Mais do que o julgamento si, o principal conflito de “Os 7 de Chicago” se dá no confronto entre esses dois. E para priorizar esse conflito, Sorkin manipula a temporalidade do filme, abusando de flashbacks e de uma narrativa fora de ordem. Amplamente utilizados ao longo da sua carreira, esses recursos são um pouco confusos em alguns momentos, mas funcionam ao apresentarem as informações ao público na mesma ordem que elas são introduzidas no tribunal. Além disso, diretor adota um estilo frenético, criando tensão ao misturar imagens reais dos protestos com aquelas captadas em tom igualmente realista. Mas a grande diferença deste filme em relação às demais obras do autor é o tom dos diálogos. Aqui, é visível como o roteirista diminuiu um pouco o seu ritmo, apostando muito mais na compreensão da sua mensagem do que na sonoridade das suas palavras. Os diálogos são mais lentos, pausados e, nem por isso, menos significativos. Embora seja menos objetivo do que Spike Lee (“Destacamento Blood” e “Infiltrado na Klan”) em sua abordagem, Sorkin tem o mesmo alvo: olhar para a década de 1960 como tentativa de compreender o presente. Em particular, os abusos racistas sofridos pelo único réu negro do caso, Bobby Seale, aproximam claramente os protestos de antes e os mais recentes – contra abusos similares que levaram aos assassinatos de George Floyd, Breonna Taylor e outros, fomentando o movimento “Black Lives Matter” (Vidas Negras Importam). Ao incluir neste quadro o abismo de visões de mundo que cercaram a recente eleição presidencial americana, fica bem demonstrado que o passado apresentado na tela ainda é muito atual.

    Leia mais
  • Filme

    Sylvester Stallone é confirmado no novo Esquadrão Suicida

    15 de novembro de 2020 /

    O diretor James Gunn revelou no Instagram que Sylvester Stallone juntou-se ao elenco de “O Esquadrão Suicida”. “Sempre adoro trabalhar com meu amigo Sylvester Stallone. E nosso trabalho hoje em ‘O Esquadrão Suicida’ não foi exceção. Apesar de Sly ser uma estrela de cinema icônica, a maioria das pessoas ainda não tem ideia do ator incrível que esse cara é”, escreveu Gunn ao lado de uma foto em que aparece ao lado do ator. O texto sugere que a participação foi registrada neste domingo (15/11). Por isso, deve ser apenas uma pequena figuração. O próprio Stallone confirmou sua participação postando um vídeo no Instagram, dizendo que estava a caminho para filmar uma cena. Apesar das filmagens oficiais já terem acabado, o diretor pode estar produzindo cenas extras para incluir após os créditos finais. Esta não é a primeira vez que Gunn filma Stallone. O intérprete de Rocky e Rambo também teve um pequeno papel em “Guardiões da Galáxia Vol. 2”. O filme vai aproveitar poucos integrantes do primeiro “Esquadrão Suicida”: apenas Margot Robbie (Arlequina), Joel Kinnaman (Rick Flag), Jai Courtney (Capitão Bumerangue) e Viola Davis (Amanda Waller). O resto do elenco é repleto de novidades, incluindo a brasileira Alice Braga (“A Rainha do Sul”), Idris Elba (“Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”), John Cena (“Bumblebee”), Peter Capaldi (o “Doctor Who”), David Dastmalchian (“Homem-Formiga”)a, Storm Reid (“Euphoria”), Nathan Fillian (“Castle”), Flula Borg (“A Escolha Perfeita 2”), Pete Davidson (“Saturday Night Live”), Michael Rooker (também de “Guardiões da Galáxia”), Mayling Ng (a Gamora do game “Marvel Strike Force”), Sean Gunn (irmão do diretor e Kraglin nos “Guardiões da Galáxia”), Joaquín Cosio (“007: Quantum of Solace”), Steve Agee (“Superstore”), Jennifer Holland (“Brightburn”), Tinashe Kajese (“Valor”), a portuguesa Daniela Melchior (“O Caderno Negro”), o argentino Juan Diego Botto (“Jogos Infantis”) e até o cineasta neo-zelandês Taika Waititi (“Jojo Rabbit”). A estreia de “O Esquadrão Suicida” está marcada para agosto de 2021. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por James Gunn (@jamesgunn)

    Leia mais
  • Filme

    Petição de fãs de Johnny Depp tenta tirar Amber Heard de Aquaman 2

    14 de novembro de 2020 /

    Os fãs de Johnny Depp elegeram a ex-mulher do ator, Amber Heard, que um tribunal de Londres considerou vítima de agressão constante durante o período de casamento, como alvo de uma campanha de ódio na internet. Uma antiga petição aberta no site Change.org está experimentando um surto de popularidade repentina, passando a reunir mais de 1,3 milhão de assinaturas para tentar forçar a Warner a demitir a atriz da continuação de “Aquaman”. O ressurgimento sugere uma retaliação pelo afastamento de Johnny Depp de “Animais Fantásticos 3”. Na justificativa, a petição demonstra como ficou datada, ao afirmar o oposto da sentença proferida pelo juiz Andrew Nicol. Há duas semanas, Nicol concordou com a afirmação do jornal britânico The Sun de que Johnny Depp é um “espancador de esposa”, diante de evidências apresentadas num tribunal. Entretanto, os argumentos da petição afirmam o oposto. Amber Heard é que “foi denunciada como abusadora doméstica por Johnny Depp”. Eles citam como prova um processo de US$ 50 milhões que Depp está movendo contra a ex-mulher, mas ignoram o de US$ 100 milhões que ela lançou em resposta. Dizem que “Amber Heard é um agressora doméstica conhecida e comprovada”, mas não falam o mesmo de Depp, que agora é reconhecido na Justiça como tal. O texto peticionário também afirma que “desde o divórcio, ela tem sistematicamente lutado para arruinar Depp em Hollywood, repetindo vários relatos de incidentes falsos em que ela realmente abusou de Johnny Depp, mas mentiu que ele era o agressor”. Em seu veredito, Nicol ouviu toda essa ladainha e decidiu que as alegações de agressão de Depp contra Heard, mencionadas pelo The Sun e reiteradas pela atriz na corte, eram “substancialmente verdadeiras”. O que mais pesou nesta decisão foram os testemunhos, gravações, documentos e fotos que Heard e a advogada do jornal apresentaram. A atriz disse que Depp se transformava em um alter ego ciumento, “o monstro”, depois de consumir drogas e álcool, e neste estado ameaçou matá-la com frequência. Ela detalhou surtos de violência extrema em que o ator a teria estrangulado, esmurrado, estapeado, chutado, lhe dado uma cabeçada e lhe atirado objetos. Uma das gravações trazia Depp confessando uma cabeçada. Nicol disse que aceitou 12 dos 14 relatos da atriz como verdadeiros, incluindo a agressão que ela sofreu em sua festa de 30 anos e um outro incidente que a deixou com os olhos roxos. Ele também validou a descrição de Heard de um período de três dias de tortura, com “ataques contínuos e múltiplos”, enquanto eles estavam na Austrália para as filmagens de “Piratas do Caribe 5”. Depp também depôs diante do juiz Andrew Nicol durante a audiência de três semanas na Alta Corte de Londres, expondo alguns dos momentos mais sombrios de seu casamento de curta duração para o tribunal – e o mundo. O argumento do ator e seu advogado foi todo baseado na definição de Amber como mentirosa. Não só isso. Ela também seria uma esposa infiel. Em outras palavras, chamaram a atriz de “vadia mentirosa”. É este mesmo argumento machista que é reiterado pela petição, com 1,3 milhão de pessoas assinando embaixo. Mas é importante lembrar que esta petição não começou agora. Ela já vem tentando tirar Amber Heard de “Aquaman” há mais de um ano e surgiu após o próprio Depp tentar a mesma iniciativa. Durante o julgamento, a defesa do jornal The Sun revelou que o ator mandou uma mensagem para sua assistente em 4 de junho de 2016, depois que se separou, dizendo: “Quero que ela seja substituída no filme da WB [Warner Bros]”. Embora tenha dito que não foi responsável pela petição, que surgiu no final de 2019, o ator confirmou seus planos diante do tribunal. “Eu estava me sentindo bastante amargo. Eu disse que queria que ela fosse substituída na sequência de ‘Aquaman'”. Uma semana depois de ele ser demitido de “Animais Fantásticos 3”, a petição simplesmente dobrou o número de assinaturas.

    Leia mais
  • Série

    9-1-1: Trailer apresenta a nova catástrofe destruidora da 4ª temporada

    14 de novembro de 2020 /

    A rede americana Fox divulgou o trailer da estreia da 4ª temporada de “9-1-1”, que segue a tradição de catástrofe da série. Depois de um terremoto e um tsunami nas temporada passadas, desta vez é o rompimento da represa e um grande deslizamento de terra que ameaça destruir Los Angeles. A prévia mostra o letreiro de Hollywood desabando morro abaixo, ao som de “Ain’t No Mountain High Enough”, de Marvin Gaye e Tammi Terrell. O drama procedimental de Ryan Murphy, Brad Falchuk e Tim Minear retorna em janeiro nos EUA. E, além das emergências fictícias de filmes de desastre, a temporada deve refletir o tema da pandemia de coronavírus. A série estrelada por Angela Bassett (“Pantera Negra”), Peter Krause (“The Catch”), Jennifer Love Hewitt (“The Client List”), Kenneth Choi (“The Last Man on Earth”), Aisha Hinds (“Under the Dome”), Ryan Guzman (“Heroes: Reborn”), Rockmond Dunbar (“Prison Break”), Oliver Stark (“Into the Badlands”) e Corinne Massiah (“Mistresses”) também é exibida no canal Fox no Brasil.

    Leia mais
  • Filme

    Ryan Murphy revela primeiros detalhes de American Horror Stories

    14 de novembro de 2020 /

    O criador de “American Horror Story”, Ryan Murphy, forneceu as primeiras informações sobre a sua nova série de antologia, “American Horror Stories” (no plural), que é derivada de sua atração de terror. As novidades foram compartilhadas após o produtor divulgar o primeiro pôster da atração em suas redes sociais. Ao comentar a imagem com seguidores, Murphy disse: “Estamos fazendo 16 episódios autônomos de uma hora investigando mitos, lendas e histórias de terror… muitos desses episódios apresentarão estrelas da ‘AHS’ que você conhece e ama. Mais a seguir … ” Na sequência, vários astros de “American Horror Story” e outras produções de Murphy curtiram o cartaz e fizeram breves comentários, incluindo Dylan McDermott, Cody Fern, Billy Porter e Evan Peters. Além deles, Sarah Paulson, que é praticamente um talismã do produtor, também estará envolvida no spin-off, mas não necessariamente na tela. A atriz vencedora do Emmy e do Globo de Ouro adiantou, durante um painel da Netflix para “Ratched”: “Eu estarei dirigindo algo.” O título no plural explica a diferença básica de “American Horror Stories” para a atração de terror que vai para sua 10ª temporada no canal pago FX. O derivado também é uma série de terror em formato de antologia, mas em vez de contar apenas uma história por temporada, terá histórias diferentes e completas em cada um de seus episódios. Daí, o “Stories”. Apesar de derivar de uma atração do canal FX, a produção não deve ser lançada na TV paga, mas em streaming, dentro da aba do FX na plataforma Hulu – batizada de FX on Hulu. Ainda não há previsão de estreia.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie