Magreza de Chadwick Boseman chamava atenção, mas doença só foi revelada após morte
Um dos motivos da grande comoção em torno da morte de Chadwick Boseman na sexta-feira (28/8) foi a surpresa dos fãs e de muitos colegas ao descobrirem que ele enfrentava um câncer de cólon há quatro anos. O ator manteve a doença em segredo durante todo esse tempo, enquanto fazia alguns de seus trabalhos mais famosos, como o blockbuster “Pantera Negra”. Durante a divulgação deste filme, ele chegou a chorar ao contar a história de duas crianças com câncer terminal que não conseguiram resistir para ver a estreia nos cinemas. Em retrospecto, ele claramente se identificou com as jovens vítimas da doença, que tiveram suas trajetórias abruptamente interrompidas. Só quem sabia da doença era a família e as pessoas de seu círculo mais íntimo. Bastante reservado, o ator não revelou sequer que tinha se casado com Taylor Simone Ledward nos últimos meses, notícia que só veio à tona do dia de sua morte, quando o porta-voz da família contou que ele faleceu ao lado da esposa. “Minha vida não é da conta de ninguém, de verdade. Quando falo sobre coisas pessoais, torno-me uma espécie de celebridade. E minha vida pessoal acaba interferindo na parte profissional. Eu sou um ator, e as pessoas me conhecem pelos personagens que eu interpreto. Elas têm uma impressão sobre quem eu sou, mas não sabem realmente tudo”, chegou a dizer, numa entrevista recente. Apesar disso, sua aparência deixava claro que algo não estava bem com sua saúde. Em fevereiro, durante a cerimônia de entrega do Oscar, chamou atenção por estar bastante magro. E, desde então, não fez mais aparições públicas. Devido à pandemia de covid-19, ele se manteve recluso, em isolamento social, mostrando apenas o rosto em lives na internet. Mesmo assim, um vídeo publicado em suas redes sociais, em abril de 2020 (veja abaixo), chamou atenção para sua gritante perda de peso. O ator apareceu magérrimo para divulgar a “Operação 42”, iniciativa para ajudar hospitais que atendem comunidades negras durante a pandemia do novo coronavírus, e que foi batizada em homenagem ao filme “42: A História de uma Lenda” (2013), em que ele interpretou Jackie Robinson, primeiro jogador de beisebol negro a participar da liga profissional. Em junho, fotos de paparazzi flagraram o ator entrando em cadeira de rodas num hospital. O fato não foi esclarecido à época. Em nenhum momento, a doença do ator foi comunicada ou vazada para a imprensa. Diagnosticado com o estágio 3 do câncer em 2016, Chadwick Boseman enfrentou cirurgias e quimioterapia sem que o público soubesse, esperando superar as dificuldades de saúde para continuar a carreira, que tinha atingido o auge. Entretanto, não conseguiu evitar que doença evoluísse para o estágio 4, terminal. Ver essa foto no Instagram I am hearing stories of desperation from people all over the country, and we know our communities are suffering the most and urgently need help. Celebrating #JackieRobinsonDay with the launch of Thomas Tull’s #Operation42, a donation of 4.2 million dollars in personal protective equipment (PPE) to hospitals that service the African American Communities who have been hit the hardest by the Covid-19 pandemic. Thank you, Jackie, for refusing to accept the world as it is, for showing us that we can make a difference. Uma publicação compartilhada por Chadwick Boseman (@chadwickboseman) em 15 de Abr, 2020 às 6:36 PDT
Criador dos Novos Mutantes reclama do embranquecimento de Mancha Solar
Um dos criadores dos Novos Mutantes nos quadrinhos, Bob McLeod, não ficou nada feliz com a estreia do filme baseado em seu trabalho. Na sexta (28/8), dia em que a produção da 20th Century Studios chegou aos cinemas nos EUA, ele postou uma reclamação sobre o embranquecimento do herói Mancha Solar e o fato de os créditos do longa errarem até como se escreve seu nome. “Fiquei muito animado quando soube que eles estavam fazendo um filme de ‘Os Novos Mutantes’”, McLeod apontou no Facebook. “Achei que fazer isso como um filme de terror talvez fosse uma ideia interessante, mas não seria a melhor forma de apresentar os personagens ao público em geral. Mas, ei, meus personagens em um filme! Eu nunca tinha pensado que isso realmente aconteceria. ” “Mas, principalmente, fiquei muito desapontado por Roberto não ser baixinho e ter a pele escura. Mais um exemplo do embranquecimento de Hollywood”, acrescentou, referindo-se a Roberto da Costa, o Mancha Solar. McLeod responsabilizou o diretor Josh Boone. “Simplesmente não há desculpa. Então, basicamente, Josh Boone apagou tudo o que contribuí para a aparência dos personagens”, reclamou. Para completar, ele lamentou que seu nome tenha sido escrito incorretamente nos créditos do filme. “E agora o filme finalmente foi lançado e, aparentemente, eles creditaram alguém chamado Bob Macleod como co-criador. Eles nem se deram ao trabalho de verificar a grafia do meu nome em nenhum momento nos últimos três anos. E isso não pode ser corrigido. Isso ficará no filme para sempre. Acho que para mim este filme já deu”, completou. Bob McLeod foi o desenhista da graphic novel que introduziu os Novos Mutantes, roteirizada pelo célebre “x-critor” Chris Claremont, e o artista oficial dos primeiros três números da revista mensal dos personagens, além de ter trabalhado como arte-finalista de vários exemplares subsequentes. O trabalho de criação dos personagens coincidiu com sua lua de mel. Na história original, o brasileiro Roberto da Costa, mais conhecido por seu codinome mutante Mancha Solar, era um jovem negro de baixa estatura, mas pertencente à classe alta, filho de uma arqueóloga branca e um empresário negro. Mas, conforme os quadrinhos continuaram a ser publicados, a pele do personagem foi clareando sensivelmente. E ao ser adaptado para outras mídias, sempre foi interpretado por brancos. Quando o personagem virou desenho animado, na série “X-Men: Evolution”, ele foi dublado pelo americano Michael Coleman (“Once Upon a Time”). Quando estreou nos cinemas, em “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”, foi vivido pelo mexicano Adan Canto (“Designated Survivor”). Ao menos em “Os Novos Mutantes”, o ator branco que o interpreta é brasileiro, Henry Zaga (da série “13 Reasons Why”). No filme, ele é um dos cinco jovens mutantes que estão descobrindo suas habilidades e acreditam estar sendo ajudados em um hospital projetado para treiná-los, apenas para descobrir que se encontram presos no local e sujeitos a experiências. O filme também é estrelado por Maisie Williams (“Game of Thrones”), Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”), Charlie Heaton (“Stranger Things”), Blu Hunt (“The Originals”) e Alice Braga (“A Rainha do Sul”). Confira abaixo o post original de McLeod e uma arte de Mancha Solar assinada pelo desenhista. I was very excited when I heard they were making a New Mutants movie. I thought making it into a horror movie was… Publicado por Bob McLeod em Sexta-feira, 28 de agosto de 2020
Viola, Denzel e equipe do último filme de Chadwick Boseman homenageiam ator
A equipe de “A Voz Suprema do Blues”, título nacional de “Ma Rainey’s Black Bottom”, homenageou o ator Chadwick Boseman, morto na sexta (28/8), que desempenhou seu último papel no filme. Produção da Netflix, “A Voz Suprema do Blues” trata de tensões raciais e blues na Chicago de 1927, centrando-se numa disputa entre a cantora Ma Rainey (Viola Davis, vencedora do Oscar por “Fences/Um Limite Entre Nós”), seu trompetista (Boseman) e uma equipe de produtores e empresários brancos. Com produção de Denzel Washington (astro de “Fences”), o longa é dirigido por George C. Wolf (“A Vida Imortal de Henrietta Lacks”) e baseado em uma peça de 1982 do vencedor do Prêmio Pulitzer August Wilson (autor de “Fences”). Em comunicado, Ted Sarandos, co-CEO e Diretor de Conteúdo da Netflix, saudou o ator como “um super-herói na tela e na vida” e elogiou sua dedicação ao trabalho. “É impossível imaginar trabalhar no nível que ele trabalhava enquanto lutava bravamente contra sua doença. Seu legado como pessoa e artista inspirará milhões. Nossos pensamentos e orações estão com ele e sua família durante este momento difícil”, disse o executivo em comunicado. “Trabalhar com Chadwick em ‘Ma Rainey’ foi uma experiência gloriosa. Todos os dias pudemos testemunhar a ferocidade de seu talento e a gentileza de seu coração. Um ser humano verdadeiramente abençoado, amoroso, dotado e generoso”, acrescentou o diretor Wolfe. Produtor do filme, Denzel Washington também prestou sua homenagem. “Ele era uma alma gentil e um artista brilhante que ficará conosco por toda a eternidade através de suas performances icônicas ao longo de sua curta mas ilustre carreira. Deus abençoe Chadwick Boseman”, disse o astro. Já Viola Davis se manifestou nas redes sociais. “Chadwick … sem palavras para expressar minha devastação por ter perdido você. Seu talento, seu espírito, seu coração, sua autenticidade… Foi uma honra trabalhar ao seu lado, conhecê-lo… Descanse em paz, príncipe… Que bandos de anjos te cantem até o teu descanso celestial. Eu te amo!” A Netflix planejava começar a divulgação do filme na segunda (31/8), como uma première digital para a imprensa, seguida por perguntas e respostas para o elenco e o diretor, mas este evento foi cancelado devido à morte inesperada de Boseman. A trama, adaptada pelo dramaturgo Ruben Santiago-Hudson (“Lackawanna Blues”), reconstitui fatos reais da vida de Gertrude Malissa Nix Pridgett Rainey, a Ma Rainey, que também ficou conhecida como Rainha/Mãe do Blues ao se tornar uma das primeiras cantoras a gravar as próprias composições nos Estados Unidos. O personagem de Boseman é Levee, um trompetista talentoso, mas problemático, que está de olho na namorada de Rainey e também determinado a marcar seu próprio nome na indústria musical. Com os planos originais para o filme suspensos, não há, no momento, previsão para seu lançamento em streaming.
Netflix cancela divulgação do último filme de Chadwick Boseman
A Netflix cancelou os planos de divulgação de “Ma Rainey’s Black Bottom”, que se tornou o último filme estrelado por Chadwick Boseman, morto na sexta (28/8) de câncer de cólon aos 43 anos. Uma première digital para a imprensa estava marcada para segunda-feira (31/8), que seria acompanhada por uma sessão de perguntas com o elenco e o diretor. “Estamos com o coração partido com a notícia do falecimento de Chadwick Boseman, um ‘verdadeiro lutador’, como sua família o chamou em tributo comovente”, disse a Netflix em comunicado. “Esta é uma perda incrível. Estamos cancelando o evento de pré-estréia de ‘Ma Rainey’s Black Bottom’. Junte-se a nós para enviar seus pensamentos ao dele.” “Ma Rainey’s Black Bottom”, título que faz trocadilho com o “fundo do poço” e a “bunda negra” de Ma Raney, será lançado no Brasil com o título de “A Voz Suprema do Blues”. Ele chegou a ser finalizado e encontra-se pronto para ser lançado. O filme trata de tensões raciais e blues na Chicago de 1927, centrando-se numa disputa entre a cantora Ma Rainey (Viola Davis, vencedora do Oscar por “Fences/Um Limite Entre Nós”), seu trompetista (Boseman) e uma equipe de produtores e empresários brancos. Com produção de Denzel Washington (astro de “Fences”), o longa é dirigido por George C. Wolf (“A Vida Imortal de Henrietta Lacks”) e baseado em uma peça de 1982 do vencedor do Prêmio Pulitzer August Wilson (autor de “Fences”). A trama, adaptada pelo dramaturgo Ruben Santiago-Hudson (“Lackawanna Blues”), reconstitui fatos reais da vida de Gertrude Malissa Nix Pridgett Rainey, a Ma Rainey, que também ficou conhecida como Rainha/Mãe do Blues ao se tornar uma das primeiras cantoras a gravar as próprias composições nos Estados Unidos. O personagem de Boseman é Levee, um trompetista talentoso, mas problemático, que está de olho na namorada de Rainey e também determinado a marcar seu próprio nome na indústria musical. Embora tenha planejado começar já a divulgação do filme, a Netflix teria adiado o lançamento devido à morte inesperada de Boseman e não há previsão para sua chegada ao streaming.
Chadwick Boseman casou-se em segredo antes de morrer
O ator Chadwick Boseman casou-se em segredo com Taylor Simone Ledward, em uma cerimônia reservada antes de morrer de câncer na sexta-feira (28/8). Segundo o jornal britânico Daily Mirror, Boseman pediu Ledward em casamento em outubro do ano passado e os dois oficializaram a união em uma cerimônia privada e sem cobertura da mídia, em data não conhecida, mas provavelmente antes do câncer avançar. Ledward estava ao lado do ator quando ele morreu em sua casa, em Los Angeles, nos EUA, e os representantes do ator, ao anunciar sua morte, afirmaram que ele estava com sua esposa. Os dois mantiveram boa parte do relacionamento em segredo. Boseman só falou publicamente da esposa em março de 2019, quando ainda eram namorados, embora os dois fossem vistos juntos desde 2015. A oficialização do relacionamento ocorreu durante seu agradecimento durante a premiação de Melhor Ator da NAACP. “Simone, você está comigo todos os dias. Preciso te reconhecer agora. Eu te amo”, ele declarou.
Chadwick Boseman chorou por crianças com câncer nas filmagens de Pantera Negra
Um vídeo de Chadwick Boseman, gravado para a SiriusXM durante a divulgação de “Pantera Negra”, viralizou após sua morte na sexta (28/8) de câncer no cólon. A entrevista com o elenco do filme captura a emoção do ator ao relembrar a importância de “Pantera Negra” para duas crianças com câncer em estágio terminal. Diagnosticado com câncer desde 2016, ele mantinha a doença em segredo do público, mas não se conteve durante a entrevista de 2018, chorando ao contar como conheceu e manteve conversas com as crianças durante as filmagens. Ele disse que as crianças tentaram resistir o quanto puderam para ver “Pantera Negra”, um símbolo cultural, representado pelo primeiro super-herói negro. “Havia duas crianças pequenas, Ian e Taylor, que recentemente morreram de câncer”, Boseman disse. “Durante nossas filmagens, eu estava em contato com eles, sabendo que os dois eram terminais. E eles me disseram que estavam tentando resistir até pelo menos ‘quando o filme sair'”. “Até certo ponto, você ouve aquilo e pensa: ‘Eu preciso levantar e trabalhar. Preciso trabalhar direito’. E ver como nosso elenco trabalhou para fazer algo significativo para essas crianças…”, disse Boseman. “Mas ver como o mundo nos abraçou e eu percebo que elas [as crianças] anteciparam de algo ótimo. Eu lembro como quando era criança e ficava esperando pelo aniversário, pelo Natal, por um videogame novo. Eu vivi esperando por isso”, disse o ator, antes de começar a chorar. “Sim… significa muito”. Boseman descobriu sua doença no mesmo ano em que encarnou o Rei T’Challa pela primeira vez em “Capitão América: Guerra Civil”. A participação no filme dava início à trajetória do ator no MCU, acertada inicialmente para cinco filmes. Entre janeiro e abril de 2017, Boseman encabeçou as filmagens de “Pantera Negra”, sucesso de público com mais de US$ 1,3 bilhão arrecadados nas bilheterias ao redor do mundo, e de crítica. O longa dirigido por Ryan Coogler concorreu a seis Oscars, incluindo Melhor Filme, levando três estatuetas para casa. Coogler pretendia continuar a explorar esse mundo numa continuação, anunciada para 2022, mas o ator vai ficar devendo o filme. Ele realizou quatro dos longas de seu contrato, aparecendo ainda na dobradinha “Vingadores: Guerra Infinita” e “Vingadores: Ultimato”, maior bilheteria do cinema em todos os tempos. Veja o vídeo emocional de Chadwick Boseman abaixo.
Vingadores se despedem do intérprete de Pantera Negra
A morte de Chadwick Boseman, intérprete do Pantera Negra da Marvel, pegou fãs e colegas de surpresa, por ele ter mantido sua luta contra o câncer em segredo. Para os intérpretes dos Vingadores, o impacto foi ainda mais intenso, pois eles esperavam voltar a se encontrar em novos filmes. Entre a noite de sexta (28/8) e as primeiras horas deste sábado, o MCU (universo cinematográfico da Marvel) se manifestou em peso nas redes sociais, em mensagens de luto e homenagens ao Rei de Wakanda, que encontraram eco em todas as partes de Hollywood, no mundo da música, dos esportes e até na DC Comics, num uníssono “Wakanda Forever”. Veja algumas das mensagens (atualizadas) dos astros do MCU sobre a perda do talentoso ator e acompanhe as postagens originais logo abaixo (menos de Scarlett Johansson, que não usa redes sociais). Chris Evans, o Capitão América “Estou absolutamente arrasado. Isso vai além de partir o coração. Chadwick era especial. Original. Ele era um artista profundamente comprometido e constantemente curioso. Ele ainda tinha muito trabalho incrível para criar. Sou infinitamente grato por nossa amizade. Descanse no poder, rei.” Robert Downey Jr., o Homem de Ferro “O Sr. Boseman elevou o nível do jogo [da interpretação] enquanto lutava por sua vida … Isso é heroísmo… Vou me lembrar dos bons tempos, das risadas e da maneira como ele mudou o jogo. Chadwick para sempre.” Scarlett Johansson, a Viúva Negra “Chadwick não era apenas um ator profundamente emotivo e poderoso, mas também uma pessoa gentil, atenciosa, engraçada e gentil. Ele iluminava todos os dias cada vez que entrava em nosso trailer de cabelo e maquiagem ou no set com seu lindo sorriso.” Mark Ruffalo, o Hulk “Tudo o que tenho a dizer é que as tragédias acumuladas este ano só se tornaram mais profundas com a perda de Chadwick Boseman. Que homem e que talento imenso. Irmão, você foi um dos grandes de todos os tempos e sua grandeza estava apenas começando. Senhor te amo. Descanse no poder, rei.” Brie Larson, a Capitã Marvel “Chadwick era alguém que irradiava poder e paz. Que representava muito mais do que ele mesmo. Que tirava um tempo para ver mesmo como você estava e dizia palavras de encorajamento quando você se sentia inseguro. Estou honrada por ter as memórias que tenho. As conversas, a risada. Meu coração está com você e sua família. Sentiremos sua falta. Você nunca será esquecido. Descanse no poder e em paz, meu amigo.” Chris Hemsworth, o Thor “Vou sentir sua falta, cara. Absolutamente comovido. Uma das pessoas mais amáveis e genuínas que conheci. Enviando amor e apoio para toda a família.” Jeremy Renner, o Gavião Arqueiro “Chadwick é uma inspiração, um guerreiro com um grande coração bondoso que nunca esquecerei. Estou profundamente com o coração partido por sua morte. Enviando amor para a família Boseman.” Tom Holland, o Homem-Aranha “Chadwick, você era ainda mais um herói fora da tela do que dentro. Um modelo não apenas para mim no set, mas para milhões de outras pessoas ao redor do mundo. Você trouxe alegria e felicidade para tantas pessoas e estou orgulhoso de poder chamá-lo de amigo. Descanse em paz, Chadwick.” Benedict Cumberbatch, o Doutor Estranho “É tão triste ler que o rei de Wakanda se foi. Descansa em paz, Chadwick. Você sempre estará em nossos corações, eu não tenho palavras agora. Wakanda para sempre.” Sebastian Stan, o Soldado Invernal “O dia de hoje é mais do que devastador para compreender. Apenas choque e dor… Fiquei pasmo com Chadwick, como ator, em seu compromisso com o trabalho e como ser humano. Eu me inspirava nele. A maneira como ele se portava, quão atencioso e considerado ele era, quão generoso… ele elevava todos ao seu redor. Nada disso faz sentido para mim. Havia muito mais pra vir deste homem. É uma grande perda. Que lástima.” Paul Bettany, o Visão “Chadwick Boseman era brilhante, gentil e principesco, e o mundo é um lugar mais pobre sem ele. Meu amor, pensamentos e condolências a sua família.” Don Cheadle, o Máquina de Combate “Sentirei sua falta, irmão de aniversário. Você sempre foi leve e amoroso comigo. Meu Deus… Pra sempre e sempre.” Zoe Saldana, a Gamora “Descanse no poder, Rei T’Challa. Meu coração está tão pesado agora. Sua passagem me atingiu com força. Vou contar aos meus filhos sobre você para sempre. Você foi um dos homens mais elegantes que já conheci na minha vida. Foi uma honra compartilhar minutos com você na tela e ter cruzado com você durante a divulgação para a imprensa. Embora nosso contato fosse leve, você sempre deixou uma impressão duradoura por causa de sua energia, postura e maneiras gentis. Que o Universo te entregue à terra prometida, irmão. Que en paz y en poder logres descansar finalmente. Con lo poco que estuviste aquí, dejaste un legado increíble!!” Chris Pratt, o Senhor das Estrelas “Minhas orações estão com a família de Chadwick. O mundo vai sentir falta do seu enorme talento. Deus cuide de sua alma. Wakanda para sempre.” Karen Gillan, a Nebula Emoji de coração partido. Dave Bautista, o Drax “Wakanda para sempre”. Josh Brolin, o Thanos “Estou absolutamente chocado. Uma pessoa tão incrível e linda. Descanse em paz, irmão.” Samuel L. Jackson, o Nick Fury “Obrigado, Chadwick Boseman, por tudo que você nos deu. Precisávamos disso e vamos sempre apreciar. Um artista e irmão talentoso e generoso, que vai dolorosamente fazer falta. Descanse em paz”. Cobie Smulders, a Maria Hill “Obrigado pela sua arte. Obrigado por sua liderança. Descanse no poder. Enviando todo meu amor para sua família.” Gwyneth Paltrow, a Pepper Pots “Tive a sorte de passar algum tempo com Chadwick Boseman no set dos Vingadores. Fiquei tão impressionada com sua presença. Ele era a personificação do homem moderno; forte, inteligente, gracioso, controlado. Estou profundamente triste ao saber de sua morte nesta manhã. Que belo legado ele criou em uma vida tão curta.” Emily VanCamp, a Sharon Carter “Descanse no Poder, Chadwick. Tive a honra de trabalhar com Chadwick. Tivemos breves interações e eu não o conhecia bem, mas Deus, ele deixou uma boa impressão. Gentil, generoso, enraizado em suas convicções e um verdadeiro crente em seu ofício. Lembro-me de me sentir à vontade com ele, minha ansiedade de estar em uma grande produção, que me assustou na hora, mudava na sua presença. Ele me lembrou que era sobre o trabalho. O resto não importava e de repente eu relaxei. Sem mencionar a maneira como mudou uma geração. Parte meu coração que ele não possa continuar essa jornada, mas isso será cumprido em sua homenagem, tenho certeza. Obrigado por ser um guerreiro, Chadwick Boseman. Rei. Wakanda para sempre.” Daniel Bruhl, o Barão Zemo “Chocado e com o coração partido, meus pensamentos estão com sua família, Chadwick Boseman. Descanse em paz gigante.” Frank Grillo, o Ossos Cruzados “Descanse em paz irmão. Um ser humano maravilhoso levado muito cedo. Obrigado pelo legado que você deixou.” Taika Waititi, o Korg “Notícias devastadoras. Perdemos um dos grandes. Takoto mai rā e te ariki, te rangatira”. Sterling K. Brown, o N’Jobu “Eu não tenho palavras. Descanse em paz, Bruh. Obrigado por tudo que você fez enquanto esteve aqui. Obrigado por ser um amigo. Você é amado. Sentiremos a tua falta.” Forest Whitaker, o Zuri “Você iluminou nossos dias. Continuará a iluminar nossos corações e mentes. Deixe o paraíso ser abençoado conforme você ilumina o céu. Mandando meu amor e orações para a família. Que Deus continue a ter você no abraço eterno Dele. Descanse em paz Chadwick”. Angela Bassett, a Ramonda “Foi o destino que fez com que eu e Chadwick nos conectássemos, que fôssemos uma família. Mas o que muitos não sabem é que nossa história começou muito antes de sua atuação histórica como o Pantera Negra. Durante a estreia de ‘Pantera Negra’, Chadwick me lembrou de algo. Ele sussurrou que quando eu recebi meu diploma honorário da universidade de Howard, a que ele frequentou, ele era o estudante responsável por me guiar naquele dia. E aqui estávamos nós, anos depois como amigos e colegas, curtindo a noite mais gloriosa da história! Passamos semanas preparando, trabalhando e sentando juntos toda manhã em cadeiras de maquiagem, nos preparando para o dia juntos como mãe e filho. Estou honrada que aproveitamos essa experiência de um ciclo completo. A dedicação deste jovem homem era inspiradora, seu sorrido contagiante, seu talento irreal. Então eu presto tributo a este belo espírito, um artista consumado, um irmão de alma. ‘Você não está morto, apenas voou para longe’. Tudo o que você possuía, Chadwick, você dava de bom grado. Descanse agora, doce príncipe. Wakanda para sempre.” Ver essa foto no Instagram I’m absolutely devastated. This is beyond heartbreaking. Chadwick was special. A true original. He was a deeply committed and constantly curious artist. Few performers have such power and versatility. He had so much amazing work still left to create. I’m endlessly grateful for our friendship. My thoughts and prayers are with his family. Rest in power, King. 💙 Uma publicação compartilhada por Chris Evans (@chrisevans) em 28 de Ago, 2020 às 8:21 PDT Ver essa foto no Instagram Mr. Boseman leveled the playing field while fighting for his life… That’s heroism… I’ll remember the good times, the laughter, and the way he changed the game… #chadwickforever Uma publicação compartilhada por Robert Downey Jr. Official (@robertdowneyjr) em 29 de Ago, 2020 às 11:14 PDT Ver essa foto no Instagram All I have to say is the tragedies amassing this year have only been made more profound by the loss of @chadwickboseman. What a man, and what an immense talent. Brother, you were one of the all time greats and your greatness was only beginning. Lord, love ya. Rest in power, King. Uma publicação compartilhada por Mark Ruffalo (@markruffalo) em 28 de Ago, 2020 às 8:52 PDT Ver essa foto no Instagram Chadwick was someone who radiated power and peace. Who stood for so much more than himself. Who took the time to really see how you were doing and gave words of encouragement when you felt unsure. I’m honored to have the memories I have. The conversations, the laughter. My heart is with you and your family. You will be missed and never forgotten. Rest in power and peace my friend. Uma publicação compartilhada por Brie (@brielarson) em 28 de Ago, 2020 às 8:03 PDT Ver essa foto no Instagram Gonna miss you mate. Absolutely heartbreaking. One of the kindest most genuine people I’ve met. Sending love and support to all the family xo RIP @chadwickboseman Uma publicação compartilhada por Chris Hemsworth (@chrishemsworth) em 28 de Ago, 2020 às 8:40 PDT Ver essa foto no Instagram Chadwick is an inspiration, a warrior with a big kind heart that I’ll never forget. I’m so deeply heartbroken by his passing. Sending love to the Boseman family … R.I.P. Uma publicação compartilhada por Jeremy Renner (@jeremyrenner) em 28 de Ago, 2020 às 9:11 PDT Ver essa foto no Instagram Chadwick, you were even more of a hero off screen than on. A role model not only to me on set, but to millions of others around the world. You brought joy and happiness to so many and I’m proud to have been able to call you a friend. RIP Chadwick Uma publicação compartilhada por Tom Holland (@tomholland2013) em 28 de Ago, 2020 às 10:20 PDT Ver essa foto no Instagram It is so sad to read that the king of wakanda is gone, resting in peace Chadwick. You'll always be in our hearts, I have no words right now … #wakandaforever Uma publicação compartilhada por Benedict Cumberbatch 🦦 (@wlcumberbatch) em 28 de Ago, 2020 às 8:13 PDT Ver essa foto no Instagram Today is beyond devastating to comprehend. Just shock and pain…I was in awe of Chadwick, as an actor, in his commitment to the work and as a human. I looked up to him. The way he carried himself, how thoughtful and mindful he was, how generous…he elevated everyone around him. None of...
Chadwick Boseman (1977 – 2020)
O ator Chadwick Boseman, estrela do blockbuster “Pantera Negra”, morreu na noite de sexta (28/8) de câncer de cólon em sua casa, ao lado de sua família, aos 43 anos. Boseman manteve sua luta contra a doença em segredo do público, mas sua família revelou que ele tinha sido diagnosticado há quatro anos. “Um verdadeiro lutador, Chadwick perseverou em tudo e trouxe para vocês muitos dos filmes que vocês tanto amam”, disse sua família em um comunicado. “De ‘Marshall’ a ‘Destacamento Blood’ e vários outros, todos foram filmados durante e entre incontáveis cirurgias e quimioterapia. Mas a grande honra de sua carreira foi dar vida ao Rei T’Challa em ‘Pantera Negra’.” Kevin Feige, presidente da Marvel Studios e Chefe Criativo da Marvel, classificou o falecimento de Boseman de “absolutamente devastador. Ele era nosso T’Challa, nosso Pantera Negra e nosso querido amigo. Cada vez que ele pisava no set, ele irradiava carisma e alegria, e cada vez que ele aparecia na tela, ele criava algo verdadeiramente indelével”. “Ele incorporou muitas pessoas incríveis em seu trabalho, e ninguém era melhor em dar vida a grandes homens. Ele era tão inteligente, gentil, poderoso e forte quanto qualquer pessoa que retratou. Agora ele ocupa seu lugar ao lado deles como um ícone para todos os tempos. A família da Marvel Studios lamenta profundamente sua perda, e estamos de luto esta noite com sua família.” Robert A. Iger, presidente executivo e presidente do conselho da The Walt Disney Company, também emitiu uma declaração em luto por Boseman. “Estamos todos com o coração partido pela trágica perda de Chadwick Boseman – um talento extraordinário e uma das almas mais gentis e generosas que já conheci. Ele trouxe enorme força, dignidade e profundidade para seu papel inovador de Pantera Negra; destruindo mitos e estereótipos, tornando-se um herói tão esperado para milhões ao redor do mundo e inspirando todos nós a sonhar mais alto e exigir mais do que o status quo. “Ficamos tristes por tudo o que ele foi, assim como por tudo o que estava destinado a se tornar. Para seus amigos e milhões de fãs, sua ausência da tela é apenas eclipsada por sua ausência de nossas vidas. Todos nós da Disney enviamos nossas orações e sinceras condolências à família dele. ” Chadwick Boseman nasceu e foi criado na cidade de Anderson, na Carolina do Sul, e mais tarde estudou na Howard University, formando-se em 2000 com um Bacharelado de Belas Artes em Direção. Depois disso, fez cursos de teatro em Londres e conseguiu seu primeiro papel na TV em 2003, um episódio de “Third Watch”. Ele passou a aparecer em séries como “Law & Order”, “CSI: NY” e “ER”, até conseguir seu primeiro papel recorrente em 2008, na série “Lincoln Heights”. No mesmo ano, foi escalado no primeiro filme, “No Limite – A História de Ernie Davis”. A grande virada em sua carreira veio cinco anos depois, quando se tornou o protagonista de “42: A História de uma Lenda” (2013), cinebiografia do pioneiro do beisebol Jackie Robinson, o primeiro jogador negro a entrar na liga principal do esporte. O papel veio quando ele estava pensando em mudar de carreira e se tornar diretor, após assinar dois curta-metragens. “42” adiou definitivamente os planos de passar para trás das câmeras, tornando Boseman um ator requisitado. Em seguida, ele integrou o elenco de outro drama esportivo, “A Grande Escolha” (2014) e encarou mais uma cinebiografia, “Get on Up: A História de James Brown” (2014), encarnando o pai do funk. A mudança para as fantasias de ação com grandes orçamentos e muitos efeitos visuais se deu em “Deuses do Egito” (2016), filme que rendeu polêmica ao escalar atores brancos como egípcios. Ele não se esquivou da situação racista e foi incisivo durante as entrevistas de divulgação. “Quando me abordaram com o roteiro do filme, eu rezei para que essa polêmica acontecesse. E eu sou grato que aconteceu, porque, na verdade, eu concordo com ela”, disse na época à revista GQ, lamentando que Hollywood “não faz filmes de US$ 140 milhões estrelados por negros e pardos”. A atitude demonstrada durante o caos de “Deuses do Egito” poderia prejudicar um ator como ele em outros tempos. Mas em 2016 ajudou a mudar o jogo, encerrando a tradição de embranquecimento cinematográfico de Hollywood. Logo em seguida, Boseman jogaria a pá de cal no preconceito contra protagonistas negros em produções milionárias. Ele virou super-herói da Marvel em seu filme seguinte, “Capitão América: Guerra Civil” (2017), aparecendo pela primeira vez como T’Challa, príncipe de Wakanda, que se tornava rei e o lendário herói Pantera Negra. Mas foi só o aperitivo, num contrato para cinco produções, servindo de teaser para o filme solo do herói, “Pantera Negra”. Mais que um blockbuster de enorme sucesso mundial, com bilheteria de US$ 1,3 bilhão, “Pantera Negra” representou um fenômeno cultural, criando o bordão “Wakanda Forever”, com tudo o que ele representa. Não só um país extremamente avançado, Wakanda foi encarado como uma ideia, afrofuturismo como o cinema jamais tinha ousado apresentar, que subvertia gerações de colonialismo cinematográfico e a representação da África como um continente miserável. A África de “Pantera Negra” era um lugar de dar orgulho por sua inovação e progresso. Como T’Challa, Boseman reinou sobre essa visão, que empoderava não apenas homens negros, mas também mulheres negras, apresentadas como guerreiras imbatíveis e cientistas inigualáveis. O diretor Ryan Coogler pretendia continuar a explorar esse mundo numa continuação, anunciada para 2022, mas o ator vai ficar devendo o filme. Ele realizou quatro dos longas de seu contrato, aparecendo ainda na dobradinha “Vingadores: Guerra Infinita” e “Vingadores: Ultimato”, maior bilheteria do cinema em todos os tempos. Entre as aparições como Pantera Negra, Boseman ainda estrelou “Marshall: Igualdade e Justiça” (2017), outra cinebiografia, desta vez de Thurgood Marshall, o advogado que se tornaria o primeiro juiz afro-americano da Suprema Corte dos EUA. Ele ainda voltou a se reunir com os diretores de “Vingadores: Ultimato”, desta vez como produtores, no thriller de ação “Crime sem Saída” (2019), mas seus últimos trabalhos foram com cineastas negros. Neste ano, ele posou novamente como um herói lendário no filme “Destacamento Blood”, de Spike Lee. E chegou a terminar sua participação em “A Voz Suprema do Blues” (Ma Rainey’s Black Bottom), como um trumpetista ambicioso da banda da rainha do blues Ma Rainey. Baseado numa peça de August Wilson (“Fences”), o filme do diretor George C. Wolfe é coestrelado por Viola Davis e ainda não tem previsão de estreia. “A Voz Suprema do Blues” será sua derradeira aparição nas telas, mas ele ainda poderá ser ouvido numa participação especial no lançamento da série animada “What If”, da Disney+ (Disney Plus), onde deixou registrada sua voz como Pantera Negra pela última vez. A morte do jovem astro no auge de sua carreira deixou o mundo do entretenimento atordoado e dominou as redes sociais na madrugada, com reações de surpresa e lamentações, inclusive uma declaração inédita da DC Comics, declarando “Wakanda Forever” para “o herói que transcende universos”. “Este é um golpe esmagador”, disse o cineasta Jordan Peele no Twitter, um dos muitos que expressaram choque quando a notícia foi confirmada. “Estou devastado”, afirmou Chris Evans, o Capitão América da Marvel, acrescentando que “ele ainda tinha tanto por criar”. “Isso me quebrou”, assumiu a atriz Issa Rae. “Uma perda imensa”, resumiu o Twitter oficial da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA.
Crítica americana diz que filme de Bill & Ted é “totalmente excelente”
“Bill & Ted: Encare a Música” estreou nesta sexta (28/8) nos EUA com a melhor aprovação crítica de toda a trilogia. A imprensa americana adorou a continuação tardia da franquia dos anos 1980 estrelada por Keanu Reeves e Alex Winter. Continuação de “Bill & Ted: Uma Aventura Fantástica” (1989) e “Bill & Ted: Dois Loucos no Tempo” (1991), o filme atingiu 81% de aprovação no Rotten Tomatoes, com elogios para sua capacidade de equilibrar nostalgia com uma renovação da história, por meio das filhas dos personagens. Já há até campanha para a Orion Pictures lançar uma produção derivada, destacando Billie e Thea, vividas por Brigette Lundy-Paine (“O Escândalo”) e Samara Weaving (“Casamento Sangrento”). A maioria das resenhas também destaca o roteiro de Chris Matheson e Ed Solomon, que assinaram o filme original e conseguem registrar o amadurecimento dos personagens após três décadas, especialmente na interação dos protagonistas com as filhas adolescentes. Claro, houve quem odiasse. Por exemplo, um jornalista do Detroit News disse que Reeves “emburreceu” ao reprisar o papel de Ted. Segundo ele, “certas franquias deveriam ser esquecidas no passado”. Mas o tom geral foi bastante positivo. Confira alguns dos elogios abaixo. Rolling Stone “Depois de, uau, 30 anos, Reeves e Winter retornam como os roqueiros californianos para mais uma tentativa de salvar o mundo. E pouco importa se o filme perca o foco, porque esse trabalho de amor e fan-service é a cura totalmente excelente para essa depressão pandêmica horrorosa”. The Wrap “Para um filme em que o mundo pode acabar a qualquer momento, ‘Bill & Ted: Encare a Música’ é terrivelmente doce e alegre”. Forbes “É um filme com alma, otimista, lembrando que Bill & Ted são excessivamente bondosos e (quando a situação requer) não tão burros quanto parecem ser”. Variety “O filme é leve e superbobo – um balão cheio de nostalgia. Ele passa voando e te faz sorrir e gargalhar”. Globe and Mail “Mas embora a história pareça um pouco leve demais – e sim, eu ainda estou ciente de que estamos falando sobre um filme de ‘Bill & Ted’ – o caso é, em última análise, uma diversão alegre e inofensiva”. Time “‘Bill & Ted: Encare a Música’ é o filme de bem-estar desse loop infinito de tempo e do próximo. E embora seja pura fantasia, também representa um salto de fé que todos temos que estar dispostos a dar. Mesmo sem cabines telefônicas para viagens no tempo, o filme ensina que as pessoas têm o poder para mudar”. The New York Times “Não sei se isso me fez sentir jovem ou velho, mas, em geral, senti uma experiência totalmente excelente”. Para quem não lembra, Bill (Winter) e Ted (Reeves) eram dois estudantes extremamente estúpidos de uma high school americana, que repetiriam de ano se não fizessem um bom trabalho de História. Sua sorte muda quando um homem de futuro resolve ajudá-los, convidando-os para uma viagem no tempo, pois, por mais incrível que pudesse parecer, o destino da humanidade um dia dependeria da inteligência dos dois retardados, que criarão a música capaz de inspirar uma utopia perfeita. A comédia virou cult, ganhou sequência, série animada, videogame e até revista em quadrinhos, antes de sumir da lembrança da humanidade – obviamente, por uma artimanha do cientista maligno De Nomolos. O novo filme traz finalmente o desfecho da história, em que Bill e Ted precisarão cumprir a profecia – e criar a música perfeita. Escrito pelos criadores originais dos personagens, Chris Matheson (“Pateta: O Filme”) e Ed Solomon (“Homens de Preto”), o filme tem direção de Dean Parisot (“Heróis Fora de Órbita”) e também traz de volta William Sadler como a Morte. Depois de sofrer adiamentos, a estreia acabou acontecendo em VOD e nos cinemas já abertos nos EUA e Canadá, mas ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.
BLACKPINK volta a “quebrar” a internet em clipe de parceria com Selena Gomez
O grupo feminino de k-pop BLACKPINK lançou o clipe de sua parceria internacional com a americana Selena Gomez. A produção de “Ice Cream” traz as estrelas sensualizando o tema do sorvetão, entre brinquedos e a estética pop colorida (puxada para o rosa) que os fãs já se acostumaram a esperar dos vídeos das sul-coreanas. Curiosamente, a música foi composta por outra estrela do pop cor-de-rosa mundial, Ariana Grande. E, para variar, o vídeo está “quebrando a internet”. Em 20 horas, foi visto 70 milhões de vezes e agora só perde para o lançamento anterior do grupo, “How You Like That”, que em junho se tornou o clipe mais visto no YouTube em 24 horas com 82 milhões de visualizações – o recorde durou até a semana passada, quando o BTS estourou tudo com “Dynamite”, visto quase 100 milhões de vezes em seu dia de estreia.
Christina Aguilera canta nova versão de Reflection em clipe da trilha de Mulan
Christina Aguilera lançou o clipe da nova versão de “Reflection”, que faz parte da trilha sonora do filme de “Mulan”. A faixa é uma regravação da música do longa animado original da Disney, que projetou a carreira da então iniciante cantora em 1998, ao receber indicação ao Oscar. E é o que se chama de “balada épica”, quase toda cantada no volume 11. “O filme ‘Mulan’ e a música ‘Reflection’ coincidiram com o meu primeiro contrato com gravadora. É sensacional voltar a um filme tão incrível, cheio de poder e significado, e esse significado sustenta o teste do tempo: permanecer fiel a si mesmo, ser quem você é e ensinar como ser destemido”, disse Aguilera em comunicado. Além dessa faixa, ela gravou uma música inédita para a adaptação live action, “Loyal Brave True”, que também ganhou clipe (veja aqui). As duas músicas estarão no disco trilha sonora, que será lançado em 4 de setembro, mesma data da estreia do filme na plataforma Disney+ (Disney Plus) nos EUA. Como o Brasil ainda não tem Disney+ (Disney Plus), a estreia nacional de “Mulan” permanece uma incógnita.
Anitta se assume poderosa, empresária, f*** e milionária em clipe de Papatinho
O rapper Papatinho lançou o clipe de “Tá com o Papato”, que tem participação de Dfideliz, BIN e Anitta. E embora a cantora só se manifeste no último e menor trecho da canção, ela rouba a cena no clipe, rebolando e empinando, e também com o que manifesta na gravação. Num biquíni da grife francesa Louis Vuitton, Anitta mantém a pegada de ostentação dos rappers marrentos e manda recado de poderosa: “Call me Anitta diva, worldwide, bitch!” E engata: “Poderosa, empresária. Eu sou f***, milionária”. A auto-estima vira alta estima na gravação feita na Europa, bem longe da favela – e do cenário de pandemia descontrolada nacional – , onde ela deixa claro: “Aqui de cima ‘cês não vão tocar em mim”. As cenas descontraídas à beira da piscina, com os malvadinhos segurando armas de esguicho d’água, também oferecem um contraponto bem-vindo à letra, que beira apologia ao crime, apesar das referências armadas servirem como metáfora sexual (o revólver como símbolo fálico assumido). A direção ficou a cargo de Daniel Levenhagem, que trabalhou com Anitta em “Sien Medo”, mas o segredo da bela fotografia está na assinatura do famoso cinegrafista Lula Carvalho (“Tropa de Elite”) e do fotógrafo Danilo Arenas.
His Dark Materials: 2ª temporada ganha novo trailer legendado
A HBO divulgou um novo trailer legendado da 2ª temporada de “His Dark Materials”, que leva a protagonista para novos mundos. A prévia é mais violenta que o esperado, ao adaptar o segundo livro da saga conhecida no Brasil como “Fronteiras do Universo”. A série acompanha a menina Lyra Belacqua em suas aventuras por universos paralelos e uma guerra celestial envolvendo ciência, bruxaria e ursos-polares. A obra do escritor Philip Pullman já tinha sido levada ao cinema em 2006, no filme “A Bússola de Ouro”, estrelado por Nicole Kidman e Daniel Craig. Mas foi um grande fracasso de bilheteria e o projeto não teve continuação, deixando a história incompleta. “A Bússola de Ouro” é apenas o primeiro volume da trilogia literária iniciada em 1995 – os demais são “A Faca Sutil” (1997), que serve como base da 2ª temporada, e “A Luneta Âmbar” (2000). A versão televisiva é estrelada pela atriz Dafne Keen, a jovem revelação de “Logan”, no papel da protagonista Lyra. O ótimo elenco também inclui Ruth Wilson (“The Affair”), Lin-Manuel Miranda (“O Retorno de Mary Poppins”), Georgina Campbell (“Krypton”), Ruta Gedmintas (“The Stain”), Anne-Marie Duff (“As Sufragistas”), Andrew Scott (“Fleabag”) e Clarke Peters (“Três Anúncios para um Crime”), além de Amir Wilson (“O Jardim Secreto”) como Will Parry, jovem cujo destino começa a se entrelaçar com o de Lyra nos novos episódios. Já James McAvoy (“X-Men: Apocalipse”) teve a participação cortada na temporada, devido à pandemia de coronavírus (saiba mais). A 2ª temporada estreia em novembro, em dia ainda não anunciado.












