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  • Música

    Novo clipe de Drake é propaganda descarada da Nike

    14 de agosto de 2020 /

    Drake lançou clipe novo, que na verdade é uma propaganda ostensiva da Nike. A marca é exibida de forma descarada ao longo do vídeo, enquanto o rapper canadense finge ter virado atleta. Gravado no Nike World Headquarters, o QG da marca em Oregon, nos EUA, “Laugh Now Cry Later” também tem participações de astros esportivos patrocinados pela Nike, como Kevin Durant, Odell Beckham Jr. e Marshawn Lynch. Já a música é uma parceria com Lil Durk e se arrasta com batida repetitiva e produção genérica marcada por “vocal delay throws”, o já batido efeito vocal replicado por centenas de rappers nos últimos tempos.

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  • Música

    Miley Cyrus retoma sensualidade em clipe glamouroso

    14 de agosto de 2020 /

    Miley Cyrus está de volta. No clipe de “Midnight Sky”, ela aparece com novo visual, ostentando cabelos curtos como em sua fase mais rebelde e sensual. O look acompanha a retomada das cenas de nudez, o fashionismo e as batidas eletrônicas. Ou seja, “Midnight Sky” marca o retorno da sensualidade estilosa e dançante, que tinha se tornado balada recatada durante o período que durou seu casamento com Liam Hemsworth. Solteira e bissexual, “The Bitch Is Back”. Ou, como ela canta: “Eu nasci para correr, eu não pertenço a ninguém”. O vídeo dirigido por ela mesma, em clima de isolamento sensual, também tem muito glitter, com maquiagens brilhantes, bolas de cristal de discoteca e roupas inspiradas na era glam(ourosa) do rock dos anos 1970. Neste sentido, as referências vão além da óbvia Madonna, absorvendo Debbie Harry, Phil Collins e principalmente a rouquidão de Stevie Nicks. “Edge of Seventeen” é claramente a grande inspiração de “Midnight Sky”, menos escondida que os seios que Miley tapa com as mãos. O lançamento é o primeiro single de Miley em quase um ano, desde “Slide Away” em setembro do ano passado.

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  • Música

    Jill Scott vai viver a rainha do gospel Mahalia Jackson no cinema

    14 de agosto de 2020 /

    A cantora e atriz Jill Scott (Lady Eve na série “Black Lightning”) vai viver a rainha da música gospel Mahalia Jackson em uma nova cinebiografia. Intitulado “Mahalia!”, o longa conta com produção de Jamie Foxx (“Ray”) e Queen Latifah (“Bessie”), dois atores que já estrelaram filmes biográficos aclamados pela crítica. “Esta é uma história incrivelmente importante para contar e estou entusiasmada em trabalhar neste projeto com Jamie”, disse Queen Latifah em comunicado sobre o filme, que deve contar como Mahalia Jackson se tornou uma das artistas de maior sucesso do mundo e fonte inspiradora do famoso discurso “I Have a Dream” de Martin Luther King Jr. “Mahalia!” ainda não tem diretor definido nem cronograma de filmagens, mas, apesar de estar em estágio inicial, a produção já garantiu os direitos de todo o catálogo de sucessos de Jackson, incluindo o grande clássico gospel “Amazing Grace”.

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  • Etc

    Warner implode DC Comics na véspera da DC FanDome

    14 de agosto de 2020 /

    A duas semanas do evento mundial DC FanDome, a WarnerMedia causou um abalo sísmico na editora DC Comics, demitindo um terço de sua equipe editorial, incluindo o Editor-Chefe Bob Harras e alguns editores de grandes títulos, como Mark Doyle (Batman), Bryan Cunningham (O Relógio do Juízo Final) e Andy Khouri (Harleen). Este último foi o mentor do lançamento do selo Black Label, que aposentou a Vertigo (divisão adulta da DC). Além disso, Jim Lee, lendário ilustrador de diversas histórias da casa, perdeu o cargo de Chefe-Criativo e, segundo apurou o site ComicBook, deverá ser substituído por um gerente “do mundo do e-sports”. Sabe-se lá porquê. Mas os cortes não se limitaram à editora. Também afundaram um pouco mais a plataforma de streaming DC Universe, que teve a maioria de sua equipe demitida. “A DC Universe morreu na largada, com a aquisição da Warner pela AT&T”, disse uma fonte não identificada ao site The Hollywood Reporter, lembrando que o foco dos novos donos da Warner é concentrar todo seu conteúdo no serviço de streaming HBO Max. Lançada antes da conclusão da venda da Warner, em maio de 2018, a DC Universe lançou as séries “Titãs”, “Patrulha do Destino”, “Stargirl”, “Monstro do Pântano”, “Justiça Jovem” e “Harley Quinn” (Arlequina). Alguns desses programas já começaram a ser transmitidos na HBO Max. E “Stargirl” trocou o streaming pela rede The CW. Outra vítima do massacre econômico foi a DC Direct, fabricante de mercadorias e colecionáveis ​​da empresa. A divisão foi fechada depois de 22 anos, com suas atividades incorporadas pela Warner Bros. Consumer Products. A DC não fez comentários sobre a implosão de seus negócios. Mas será curioso ver o que a editora irá comemorar no DC FanDome, sua primeira grande convenção de fãs, que deverá ser realizada no dia 22 de agosto em clima de fim de festa. De todo modo, vale observar que os cortes também atingiram as divisões de cinema e séries da companhia, levando à demissão de pesos-pesados como Robert Greenblatt, presidente da WarnerMedia Entertainment, Kevin Reilly, diretor de conteúdo da WarnerMedia, e Keith Cocozza, vice-presidente executivo de marketing e comunicações, que trabalhou na empresa por 19 anos. As demissões podem ter causa na crise econômica gerada pela pandemia de coronavírus, mas também refletem a chegada de um novo presidente-executivo na WarnerMedia, Jason Kilar, ex-CEO da Hulu, que foi escolhido pela AT&T em abril para lançar – e priorizar – a HBO Max.

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  • Filme

    Academia Brasileira de Cinema ganha aval para indicar candidato nacional ao Oscar

    13 de agosto de 2020 /

    A Academia Brasileira de Cinema (ABC) foi reconhecida oficialmente como única responsável por escolher o filme que representará o Brasil na busca de uma vaga na disputa de Melhor Filme Internacional no Oscar. A instituição brasileira recebeu aval da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA (AMPAS, na sigla em inglês) e já iniciou o processo seletivo, que neste ano terá mudança de critério, abrangendo lançamentos de streaming, devido à pandemia de covid-19. Até 2016, a escolha era uma atribuição da Secretaria do Audiovisual, vinculada ao Ministério da Cultura. A Academia Brasileira tinha direito apenas a duas vagas fixas dentre os membros da comissão. Isto mudou após a escolha polêmica daquele ano. “Pequeno Segredo” foi selecionado em detrimento do premiado “Aquarius”, de Kleber Mendonça Filho. À época, o cineasta chegou a afirmar que seu longa havia sofrido uma “retaliação política” do governo Temer, devido a protestos da equipe contra o “golpe” no Festival de Cannes. No ano seguinte, após um acordo com o então ministro da Cultura do governo Temer, Sérgio Sá Leitão, a Academia passou a ser responsável pela formação da comissão, mas ainda sob supervisão da Secretaria do Audiovisual. Graças ao aval da Academia americana, este vínculo agora deixa de ser necessário. “É um espaço que foi ocupado pelos governos, mas não havia qualquer determinação de que deveria ser assim”, disse Jorge Peregrino, presidente da entidade, ao jornal O Globo. “Natural que a Academia ganhe esse papel de protagonismo, assim como o de entidades similares ao redor do mundo”. A comissão responsável pela escolha foi formada com Afonso Beato (diretor de fotografia), Clelia Bessa (produtora), Lais Bodanzky (produtora e diretora), Leonardo Monteiro de Barros (produtor), Lula Carvalho (diretor de fotografia), Renata Magalhães (produtora), Rodrigo Teixeira (produtor), Roberto Berliner (produtor e diretor) e Viviane Ferreira (diretora e roteirista). Dos nove integrantes, quatro também são membros da AMPAS – Afonso Beato, Lais Bodanzky, Lula Carvalho e Rodrigo Teixeira. Eles vão selecionar longas lançados entre 1º de outubro de 2019 e 31 de dezembro de 2020, data ampliada devido à covid-19. Até o ano passado, o limite de lançamento era 31 de outubro do ano anterior à cerimônia do Oscar. A cerimônia do Oscar em 2021 está marcada para o dia 25 de abril.

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  • Etc

    Autor do musical Cats se voluntaria para testar vacina contra covid-19

    13 de agosto de 2020 /

    O compositor inglês Andrew Lloyd Webber, considerado “o rei da Broadway”, postou em seu Instagram uma foto em que revela ter sido um dos voluntários dos testes da vacina desenvolvida pela Universidade de oxford contra o novo Coronavírus. Autor de musicais clássicos como “Evita”, “O Fantasma da Ópera” e “Cats”, ele aparece recebendo uma dose da vacina, na foto compartilhada na rede social. Aos 72 anos de idade, Lloyd Webber disse ter se voluntariado para que a vacina possa permitir a volta do público aos teatros. “Farei de tudo para provar que os teatros podem reabrir com segurança”, declarou, ao lado da imagem. Durante a pandemia, Webber também ajudou a produzir a série online “The Show Must Go On”, na qual as produções de seus musicais são exibidas gratuitamente em vídeo por um tempo limitado. Ver essa foto no Instagram Just completed the Oxford Covid-19 vaccine trial. I’ll do anything to get theatres large and small open again and actors and musicians back to work. – ALW #SaveOurStages @nivassoc Uma publicação compartilhada por Andrew Lloyd Webber (@andrewlloydwebber) em 13 de Ago, 2020 às 9:15 PDT

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  • Série

    Gatunas: Temporada final da série da atriz de Deadpool ganha trailer legendado

    13 de agosto de 2020 /

    A Netflix divulgou fotos e o trailer legendado da 2ª e última temporada de “Gatunas” (Trinkets), série sobre cleptomaníacas adolescentes estrelada por Brianna Hildebrand (a Míssil Adolescente Megassônico de “Deadpool”). A 1ª temporada de 10 episódios foi premiada com o Emmy de Melhor Série Juvenil e Melhor Roteiro de Série Juvenil do ano passado. A categoria é uma premiação do Daytime Emmy, dedicada aos melhores da programação diurna da TV americana, apesar de a série não ter horário de exibição – é disponibilizada em streaming. A trama acompanha três garotas viciadas em furtos de lojas, que nunca foram pegas e se desafiam a ser mais ousadas. Kiana Madeira (a vilã Spin em “The Flash”) e a novata Quintessa Swindell completam o trio central. A prévia do final da história mostra que alguns vícios são difíceis de superar, mas elas agora tem outros desafios, relacionados a suas identidades raciais e sexuais. A trama é uma adaptação do best-seller homônimo de Kirsten Smith, roteirista de Sessões da Tarde clássicas, como “10 Coisas que Eu Odeio em Você” (1999) e “Legalmente Loira” (2001). A própria escritora assina a adaptação, em parceria com Amy Andelson e Emily Meyer (ambas roteiristas de “Ela Dança, Eu Danço 3” e “Naomi & Eli e a Lista do Não Beijo”). Já a showrunner é Linda Gase (“Switched at Birth”). Os novos episódios estreiam em 25 de agosto.

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  • Filme,  Música

    Sharon Osbourne diz que cinebiografia de Ozzy será “proibida para menores”

    13 de agosto de 2020 /

    Sharon Osbourne, a esposa e empresária de Ozzy, prometeu que a cinebiografia de seu marido será completamente diferente de “Bohemian Rhapsody” (2018), sobre a vida e a obra de Freddie Mercury, cantor do Queen. Produtora do longa, Sharon disse que está trabalhando em um filme para adultos, proibido para menores. “Não é como nenhuma outra história”, afirmou sobre a trama do filme, em entrevista para a revista Rolling Stone. “Não é apenas ‘rock’n’roll, loucuras e agora sou vovô!’. É muito mais do que isso”. Questionada sobre possíveis paralelos com “Bohemian Rhapsody”, ela rechaçou as comparações. “Aquele foi um filme para gerações mais novas. É limpo demais… Apresentou toda uma geração para músicas que eles nunca tinham ouvido. Foi fenomenal nesse aspecto, mas não acho um bom filme. É um filme correto, feito para canais de TV cristãos”. “O nosso filme será muito mais realista”, continuou. “Não queremos nada limpo, coisas brilhando nem nada disso. Não estamos fazendo para as crianças. Será um filme adulto, proibido para menores. Espero que seja uma história com a qual todos possam se relacionar. Você não precisa ser fã da música, será uma história de um sobrevivente”. Sharon está falando desse filme há dois anos, mas a produção só recentemente contratou um roteirista, cujo nome não foi revelado. A contratação foi anunciada na mesma entrevista, mas pelo filho do cantor, Jack Osbourne. “Nós temos um roteirista”, ele afirmou, revelando que “falamos para abordar de 1979 a 1996”. O período significa que a era de ouro do Black Sabbath será ignorada ou abordada apenas superficialmente para privilegiar a carreira solo do cantor e, claro, seu relacionamento com Sharon, com quem ele se casou neste período – mais especificamente, em 1982.

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  • Filme

    Intérprete de Ciborgue diz que produtor de Liga da Justiça ameaçou sua carreira

    13 de agosto de 2020 /

    O ator Ray Fisher voltou a fazer acusações contra a equipe de “Liga da Justiça” nas redes sociais. Desta vez, ele acusou o produtor Geoff Johns de ameaçar acabar com sua carreira caso insistisse em levar adiante as queixas contra o cineasta Joss Whedon durante as refilmagens. O intérprete de Ciborgue denunciou Joss Whedon no início de julho. “O tratamento de Joss Whedon com o elenco e com a equipe de ‘Liga da Justiça’ foi grosseiro, abusivo, nada profissional e completamente inaceitável”, ele escreveu no Twitter, acrescentando que o diretor foi “incentivado, de várias maneiras, por Geoff Johns e Jon Berg”, os produtores do filme. Agora, ele deu mais detalhes, dizendo ter sido chamado para uma reunião no escritório do roteirista e produtor Geoff Johns. No local, ele ouviu ameaças por conta de seu empenho em expor os problemas que alega ter visto na produção de “Liga da Justiça”, como o comportamento abusivo do diretor substituto. Whedon comandou apenas a fase de refilmagens, após o afastamento de Zack Snyder da produção. Fisher escreveu: “Durante as filmagens de ‘Liga da Justiça’ em Los Angeles, Geoff Johns me chamou até o escritório dele para minimizar e censurar minhas tentativas (e as do meu agente) em levar minhas queixas até as pessoas certas na cadeia de comando. Ele fez uma ameça velada à minha carreira. Esse comportamento não pode continuar”. Nenhuma das acusações de Fisher ganhou resposta de Whedon e Johns até o momento. Diante do silêncio, ele chegou a desafiar Whedon a processá-lo se fosse mentira. Já Jon Berg acusou Fisher de estar pelo menos exagerando. O produtor disse que as alegações se devem a seu descontentamento em ter de falar “Booyah” no filme, um bordão do Ciborgue que se tornou famoso nos quadrinhos. Geoff Johns é o único dos três ainda envolvido ativamente com produções da DC Comics. Neste ano, Johns lançou a série “Stargirl”, que ele criou, escreveu e produziu, baseada em seus próprios quadrinhos para a editora. Ele também é roteirista de “Mulher-Maravilha 1984”. Berg, por sua vez, tenta tirar do papel vários projetos, mas seu último crédito como produtor de filmes da DC foi em “Aquaman” (2018). E embora não esteja mais atrelado a filmes da DC, Whedon continua trabalhando para a Warner. A HBO vai lançar sua próxima série, “The Nevers”, em 2021. Ver essa foto no Instagram Accountability>Entertainment Uma publicação compartilhada por Ray Fisher (@ray8fisher) em 12 de Ago, 2020 às 1:58 PDT

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  • Filme

    Star Wars vai ganhar especial de Natal da Lego na Disney+

    13 de agosto de 2020 /

    A Disney anunciou a produção de um novo especial de fim de ano de “Star Wars”, que desta vez será uma animação com bonecos da Lego. O lançamento, que teve sua primeira foto revelada (acima), estreará em novembro na plataforma Disney+ (Disney Plus), o serviço de streaming da empresa. O especial contará com Rey e outros personagens da trilogia mais recente de “Star Wars”, e terá como tema o Dia da Vida, um feriado importante na galáxia muito, muito distante. O Dia da Vida foi introduzido no primeiro especial de Natal de “Star Wars”, cujo viés cômico causou estranheza e foi repudiado pelos fãs da época – em 1978, um ano após o lançamento do filme originalmente conhecido como “Guerra nas Estrelas”. No novo especial, a heroína Rey será “lançada em uma aventura através de momentos adorados da histórica cinemática de ‘Star Wars’ ao longo de várias épocas”, segundo o comunicado da Disney. A trama vai se passar após os eventos de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”, quando Rey deixa seus amigos para se preparar para o Dia da Vida. Ao viajar com BB-8 para obter um conhecimento mais profundo da Força, ela chega num misterioso templo Jedi e acaba lançada no passado, onde entra em contato com Luke Skywalker, Darth Vader, Yoda, Obi-Wan Kenobi e outros heróis e vilões icônicos de todos nove filmes da saga Skywalker. Claramente inspirada na premissa do “Fantasma do Natal Passado” criada por Charles Dickens em seu clássico “Um Conto de Natal”, a animação tem como maior atrativo o encontro de Rey com a versão jovem de Luke Skywalker. Todos os atores dos filmes, como Daisey Ridley (Rey) e Mark Hamill (Luke), vão dublar seus personagens. A atração vai estrear no dia 17 de novembro no Disney+ (Disney Plus), serviço de streaming que também tem previsão para chegar ao Brasil em novembro.

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  • Etc

    Lançamento da Disney+ (Disney Plus) é confirmado para novembro no Brasil

    13 de agosto de 2020 /

    A Disney oficializou o lançamento da sua plataforma de streaming no Brasil em novembro. Em comunicado dirigido para os mercados da América Latina e Caribe, Diego Lerner, presidente da The Walt Disney Company Latin America, confirmou a data, estabelecida como meta desde o ano passado, e adiantou planos de produção de conteúdo local para a Disney+ (Disney Plus). “Sabemos que nosso público da América Latina está ansioso pela chegada do Disney+ (Disney Plus), o único serviço de streaming que oferecerá acesso exclusivo a todas as estreias dos conteúdos disponíveis de Disney, Marvel, Pixar, Star Wars e National Geographic. Além disso, todos os clássicos animados da Disney estarão juntos pela primeira vez em um único e exclusivo destino. A proposta de entretenimento será complementada por uma oferta robusta de séries e filmes originais do Disney+ (Disney Plus), um selo de produção própria, com uma variedade de títulos que podem ser vistos apenas em nossa plataforma, bem como conteúdo original produzido localmente em vários países da região para os mais diversos públicos”, disse Lerner. A partir do seu lançamento na América Latina, a Disney+ (Disney Plus) se tornará a única opção de acesso em streaming para os conteúdos cinematográficos de todas as marcas do conglomerado, encerrando assim a provisória parceria com a Amazon, que atualmente disponibiliza os filmes da Disney no Brasil. Mais detalhes sobre o lançamento serão anunciados “em breve”, de acordo com o release. Mas uma lista preliminar, incluída no texto, reforça que a plataforma trará para o Brasil os grandes sucessos da plataforma, como as séries “The Mandalorian” e “High School Musical: The Musical: The Series” e o musical “Hamilton”. Além disso, os próximos lançamentos da plataforma ocorrerão simultaneamente no Brasil. Isto abrange aguardadas séries da Marvel, como “Falcão e o Soldado Invernal” e “Wandavision”, por exemplo, além de “The Right Stuff”, minissérie da National Geographic sobre o começo do programa espacial americano.

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  • Filme

    O Diabo de Cada Dia: Suspense com Tom Holland e Robert Pattinson ganha trailer tenso

    13 de agosto de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer original de “O Diabo de Cada Dia” (The Devil All the Time, no original), novo filme que vai juntar Tom Holland (o Homem-Aranha) e Robert Pattinson (o Batman). Os dois já trabalharam juntos em “Z: A Cidade Perdida” (2016). A prévia é extremamente tensa e envolve vários personagens, numa trama repleta de pecado, mortes e vingança. O elenco estelar da produção também destaca Sebastian Stan (o Soldado Invernal), Mia Wasikowska (a Alice no País das Maravilhas), Bill Skarsgard (o Pennywise), Jason Clarke (o John Connor de “Exterminador do Futuro: Gênesis”), Eliza Scanlen (a Amma de “Objetos Cortantes”) e Riley Keough (a Capable de “Mad Max: Estrada da Fúria”). Para completar o time de astros, o produtor é Jake Gyllenhaal (o Mysterio). Já a direção está a cargo do semi-brasileiro Antonio Campos. Nascido e criado em Nova York, Campos nunca viveu no Brasil, mas o nome denuncia sua origem. Ele é filho do jornalista Lucas Mendes (do programa “Manhattan Connection”) e da produtora indie americana Rose Ganguzza (“Margin Call”, “Versos de um Crime”), e vem se destacando com filmes bem avaliados no circuito de festivais desde sua estreia, “Buy It Now” (2005), premiada no Festival de Cannes. Ele também dirigiu “Depois da Escola” (2008), “Simon Assassino” (2012) e “Christine” (2016), sempre gerando comentários positivos, além de ter assinado os primeiros episódios das duas temporadas da série “The Sinner”. “O Diabo de Cada Dia” é a adaptação do livro de Donald Ray Pollock, que foi lançado no Brasil pela DarkSide Books com o título “O Mal Nosso de Cada Dia”. A trama é um suspense que envolve diversos habitantes de uma cidadezinha americana, a fictícia Knockemstiff, em Ohio. Holland vive o personagem central, Arvin Russell, descrito como um garoto problemático que deve lidar com as demais pessoas sinistras da região para tentar salvar quem ele mais ama. Pattinson vive o segundo personagem mais importante, um pastor com crise de fé, chamado Preston Teagardin. Os dois vão entrar em rota de colisão. A estreia está marcada para 16 de setembro em streaming.

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  • Música

    Katy Perry faz primeiro grande lançamento exclusivo de clipe no Facebook

    13 de agosto de 2020 /

    Duas semanas após o anúncio de que o Facebook vai disputar o mercado de clipes com o YouTube, a cantora Katy Perry fez o primeiro grande lançamento exclusivo do novo canal musical da rede social. Trata-se de uma novo vídeo de “Smile”. No clipe, a cantora joga um videogame com um avatar inspirado nela mesma, mas vestida de palhaço, vencendo com amor e sorrisos as diversas etapas de um jogo de temática circense. Do ponto de vista artístico, o vídeo segue a tendência das produções cheias de elementos coloridos que caracteriza a carreira da cantora, incluindo animação computadorizada digna de cinema nas cenas do game. Mas o vídeo não veio acompanhado de créditos para identificar a equipe responsável. Do ponto de vista comercial, o lançamento revela a limitação da ambição do Facebook. Quem quiser incluir o código do clipe em seu site, vai encontrar um recado na tela: “Este vídeo não pode ser incorporado porque pode apresentar conteúdo de outra pessoa”. Isto concentra as exibições num único local: o próprio Facebook. E mantém o YouTube na vantagem, porque a incorporação do código do portal do Google não só é “amigável” para o usuário como permite uma multiplicação de fontes que faz disparar as visualizações dos vídeos. A conclusão é que, no Facebook, além do público se sentir limitado, a proibição de incorporação vai render menor contagem de views. Para assistir ao vídeo na página do Facebook de Katy Perry, clique na imagem abaixo.

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