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    Earl Cameron (1917 – 2020)

    4 de julho de 2020 /

    O ator Earl Cameron, um dos primeiros e maiores astros negros do cinema britânico, morreu na sexta-feira (3/7) em sua casa em Kenilworth, na Inglaterra, de causas não reveladas. Ele tinha 102 anos. Cameron virou ator por acaso. Imigrante de Barbados, trabalhava como lavador de pratos quando foi visitar um amigo nos bastidores de um musical no West End londrino no final dos anos 1940. Naquele dia, um ator foi demitido e ele acabou aproveitado no ensaio para cantar um refrão. Não só entrou na peça como participou de diversas montagens teatrais, antes de fazer sua estreia bombástica nas telas em 1951, escalado pelo célebre diretor Basil Dearden como um marinheiro recém-chegado de navio em Londres, no clássico noir “Beco do Crime”. Naquele filme, o personagem de Cameron se envolvia com uma garota branca (Susan Shaw), num contexto de racismo e crime que entrou para a História. Foi o primeiro romance interracial produzido pelo cinema britânico. Apesar desse começo impactante, ele foi relegado a papéis menores nos longas seguintes, atuando geralmente em produções passadas na África, ainda no período colonial britânico, como “Simba” (1955), “Odongo” (1956), “A Morte Espreita na Floresta” (1956), “A Marca do Gavião” (1957) e até na série “O Caçador Branco” (1957). Só foi voltar à Londres urbana em novo filme de Dearden, o clássico “Safira, a Mulher Sem Alma” (1959), noir excepcional, vencedor do BAFTA de Melhor Filme Britânico, que se passava nos clubes noturnos de jazz da capital inglesa e novamente revisitava as relações interracionais e o racismo contra imigrantes caribenhos. Desde vez, ele interpretou um médico, irmão da personagem-título. Era o assassinato de sua irmã, confundida com uma mulher branca pela polícia, que dava início à trama, apresentada como uma investigação de crime racial. Após outras aventuras coloniais, inclusive um Tarzan – foi parceiro do herói em “Tarzan, o Magnífico” (1960) – , ele estrelou seu terceiro drama racial, “Lá Fora Ruge o Ódio” (1961), mais uma vez numa relação com uma mulher branca. Dirigido por Roy Ward Baker, o drama trazia o ator como o operário-modelo de uma fábrica, que era selecionado para receber uma promoção, despertando grande ressentimento entre seus colegas brancos. Cameron fez outro Tarzan – “Os Três Desafios de Tarzan” (1963) – e sua maior produção colonial, “Os Rifles de Batasi” (1964), de John Guillermin, antes de virar um agente secreto aliado de James Bond em “007 Contra a Chantagem Atômica” (1965). Ele também participou de “Dezembro Ardente” (1973), romance estrelado e dirigido por Sidney Poitier em Londres, integrou a produção libanesa “Maomé – O Mensageiro de Alá” (1976), ao lado de Anthony Quinn, e voltou a contracenar com o intérprete de 007, Sean Connery, em “Cuba” (1979). Mas aos poucos tomou o rumo da TV, onde apareceu em dezenas de produções, inclusive nas célebres séries “Doctor Who” e “O Prisioneiro”, antes de dar uma pausa de 15 anos nas telas. Retornou apenas na década de 1990 para dar continuidade à longa filmografia. Entre seus trabalhos mais recentes estão o thriller “A Intérprete” (2005), de Sydney Pollack, estrelado por Nicole Kidman, o premiado “A Rainha” (2006), de Stephen Frears, que consagrou Helen Mirren, e “A Origem” (2010), de Christopher Nolan, com Leonardo DiCaprio.

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    Super-heróis da TV adotam máscaras contra covid-19 em campanha de conscientização

    4 de julho de 2020 /

    A Warner Bros. Television (WBTV) divulgou nas redes sociais uma coleção de imagens com os heróis das séries da rede The CW usando máscaras de proteção contra a covid-19. “Algumas máscaras ocultam identidades. Algumas máscaras salvam vidas. Se você precisa sair, seja um super-herói. Por favor, use uma máscara para sua segurança e saúde de outras pessoas”, diz o texto que acompanha as imagens. Os heróis que serviram de modelo para a campanha de conscientização são Flash, Supergirl, Arqueiro Verde, Raio Negro e Stargirl. Esta última, caçula da turma, é a única que (ainda) não faz parte oficial do Arrowverso. Curiosamente, ficaram de fora Batwoman, que está em processo de escalar uma nova protagonista, e os personagens de “Legends of Tomorrow”. Confira abaixo. Ver essa foto no Instagram Some masks hide identities. Some masks save lives. If you must go out, be a superhero. Please wear a mask, for your safety and the health of others. #ShowUsYourMask #ShowUsYourSuperMask #ConnectedTogether #TBT Uma publicação compartilhada por Warner Bros TV (@warnerbrostv) em 2 de Jul, 2020 às 2:29 PDT

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    Jason, de Sexta-Feira 13, faz campanha pelo uso de máscaras em Nova York

    4 de julho de 2020 /

    O estado de Nova York, nos EUA, lançou uma campanha criativa e inusitada para incentivar as pessoas a usarem máscaras como proteção contra a pandemia de covid-19. Para isso, escalou um garoto-propaganda famoso, conhecido por sempre usar máscara. Ninguém menos que Jason Voorhees, o serial killer da franquia “Sexta-Feira 13”. O vídeo mostra Jason andando pelo metrô e pelas ruas de Nova York, com o macacão e a máscara de hockey icônicas da franquia. “Não é fácil. A máscara pode nos fazer as pessoas se sentirem desconfortáveis”, ele explica, enquanto o vídeo revela o terror dos pedestres em seu caminho. Por outro lado, Jason também não consegue pegar um táxi, já que todos se assustam, levando-o a desabar: “Gostaria que todos pudessem me ver da maneira que eu sou… Por trás da máscara eu sou apenas um cara normal”. No final, uma menina se aproxima e lhe oferece uma máscara de pano. O vídeo termina com um um aviso: “Usar uma máscara pode ser assustador. Não usar pode ser mortal. Usem máscaras”. Para fãs da franquia de terror, vale lembrar que esta não é a primeira vez que Jason passeia por Manhattan. Ele já assustou os moradores locais em 1989, no filme “Sexta-Feira 13 – Parte 8: Jason Ataca Nova York”.

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    Paris Jackson desperta ódio ao ser escalada como Jesus em filme indie

    4 de julho de 2020 /

    Paris Jackson, a filha do cantor Michael Jackson, virou alvo de uma campanha de ódio após ser escalada para viver Jesus Cristo no longa independente “Habit”. Uma petição no site Change.org reuniu mais de 300 mil assinaturas contra a produção do filme, descrito como “lixo cristofóbico”. “Um novo filme blasfemo de Hollywood, que tem previsão de ser lançado em breve, descreve Jesus como uma mulher lésbica”, diz o texto do abaixo-assinado. “O filme ‘Hábit’ é estrelado por Paris Jackson, que interpreta o papel de ‘Jesus lésbico'”, reforça o protesto. Além dessa petição, uma campanha da organização One Million Moms – que “se opõe à imoralidade, violência, vulgaridade e palavrões da mídia de entretenimento” – juntou outros 76 mil ao protesto contra “o sacrilégio”. Além de Jackson, o filme traz no elenco a ex-Disney Bella Thorne e o ator-roqueiro Gavin Rossdale (cantor da antiga banda Bush). O release da produção explica que “Habit” gira em torno de “uma garota de rua esperta e festeira com um fetiche em Jesus (que) se envolve em um negócio violento de drogas e encontra uma saída possível, disfarçando-se como uma freira”. Não há nenhuma informação oficial da produção a respeito da sexualidade da personagem de Jackson, nem pistas de como as campanhas tiveram acesso a essa informação. Até então, tudo o que se sabia de “Habit” era devido a fotos das filmagens, em que Bella Thorne aparecia como freira. Elas chamaram atenção da mídia, porque pouco antes a atriz tinha vencido um prêmio por sua estreia como diretora de filmes pornôs. “Habit” foi escrito pela atriz Suki Kaiser (que virou roteirista em “Van Helsing”) e dirigido pela também atriz Janell Shirtcliff, em sua estreia na função. Atualmente em pós-produção, ainda não tem previsão de estreia. Mas já conta com campanha publicitária em vários sites – como Change.org e Onemillionmoms.com.

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    Funimation: Serviço de streaming de animes chega ao Brasil nos próximos meses

    4 de julho de 2020 /

    A Funimation anunciou que vai lançar seu streaming no Brasil e no México ainda em 2020. A novidade, anunciada durante o evento FunimationCon 2020 e compartilhada no Twitter (veja abaixo), revelou que o serviço vai disponibilizar animes dublados e legendados nos dois países. A empresa existe desde os anos 1990 e se consolidou como o maior distribuidor de anime da América do Norte – é responsável, por exemplo, pelo sucesso da franquia “Dragon Ball” em inglês. A plataforma de streaming FunimationNow foi lançada em 2016. E, um ano depois, a Sony comprou a companhia. Nos EUA, o serviço é conhecido por reunir diversas séries clássicas, como “Dragon Ball Z”, “One Piece”, “Cowboy Bebop” e “Naruto”, com lançamentos recentíssimos de anime. “O anime é especial porque fala igualmente com pessoas de diferentes culturas, regiões e idiomas ao redor do mundo”, disse Colin Decker, CEO da Funimation, em comunicado. “O público da América Latina está entre os mais apaixonados do mundo e clama por mais. Expandir a Funimation para o México e o Brasil é o próximo passo natural para servirmos esses fãs e ampliarmos nossas marcas.” A distribuidora comunicou que oferecerá séries legendadas e dubladas em espanhol e português. O lançamento deve acontecer entre setembro e dezembro no Brasil, mas ainda não estão definidos os títulos que serão disponibilizados – direitos de distribuição variam de país para país. Por enquanto, a Funimation garantiu a inclusão de pelo menos uma série recente, “Tokyo Ghoul:re”. As próximas informações serão divulgadas nas redes sociais. O endereço Funimation Brasil já está funcionando no Twitter, no Facebook e no Instagram. Veja o teaser de “Tokyo Ghoul:re” abaixo, já com dublagem em espanhol. Se acabo la espera. 👀 Funimation streaming is coming to Mexico🇲🇽 and Brazil!🇧🇷 #SiempreMásAnime #FunimationCon Read on: https://t.co/TD25IP9tu2 pic.twitter.com/O7ivT0KX2E — Funimation (@FUNimation) July 3, 2020

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  • Série

    Comédia clássica Feitiço do Tempo pode virar série

    3 de julho de 2020 /

    Considerado um dos melhores filmes de Bill Murray e do diretor Harold Ramis, “Feitiço do Tempo” pode virar série. A revelação foi feita por Stephen Tobolowsky, que viveu o incômodo Ned Ryerson no longa de 1993. Durante um podcast, ele contou ter encontrado um produtor da Sony Pictures, durante participação numa série, que lhe convidou a retomar ao papel. “Eu estava trabalhando em ‘The Goldbergs’ ou ‘Schooled’, uma dessas séries, e um dos [produtores] me viu e disse ‘Stephen! Stephen! Estamos trabalhando em uma série de ‘Feitiço do Tempo’. Você poderia ser o Ned na TV?’” contou o ator para o podcast Production Meeting. “E eu respondei ‘sim, sem problemas’… Mas se passaram 30 anos para o Ned. O que aconteceu na vida dele?”. Curiosamente, o ator já voltou ao papel de Ned neste ano. Ele apareceu num comercial de carro durante o Super Bowl, em que reencontrava Bill Murray em novo loop temporal. Lançado em 1993, o filme escrito e dirigido por Harold Ramis se tornou um dos mais influentes de todos os tempos, inspirando dezenas de produções de diferentes gêneros a adotarem tramas de loop temporal. Na história, Bill Murray vivia o jornalista Phil, que faz à contragosto a cobertura do Dia da Marmota em Punxsutawney, Pensilvânia – uma festa tradicional, ligada a uma superstição sobre a duração do inverno. Ao dormir e acordar no hotel local, ele percebe que as situações do dia anterior começam a se repetir. O principal sinal era justamente a aparição de Ned, que insistia em cumprimentá-lo, sempre do mesmo jeito. Logo, Phil descobre que está preso numa repetição infinita do Dia da Marmota e não consegue sair mais da cidade. Só o que lhe resta é decidir como vai viver o mesmo dia todos os dias, optando pelas mais diferentes formas, até encontrar um final feliz de comédia romântica. Veja abaixo o trailer do filme original.

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  • Série

    Nova série animada de Star Trek ganha pôster e data de estreia

    3 de julho de 2020 /

    A plataforma CBS All Access divulgou o primeiro pôster da série animada “Star Trek: Lower Decks”, que revela a data de estreia da 1ª temporada. Veja abaixo. Criada por Mike McMahan, roteirista de “Rick and Morty”, a atração vai explorar a vida dos oficiais menos importantes da Federação, que realizam trabalhos sem glamour nas espaçonaves menos prestigiadas da saga. “Lower Decks” será a segunda série animada da história de “Star Trek”. A primeira, “Jornada nas Estrelas: A Série Animada” foi ao ar entre 1973 e 1974 e era escrita por alguns dos roteiristas da série original dos anos 1960, além de trazer o elenco clássico em sua dublagem. Desta vez, porém, o tom é completamente diferente, enfatizando o humor. Com isso, a produção também será a primeira comédia oficial do universo trekker. A série tira seu título de um dos episódios mais elogiados de “Star Trek: A Nova Geração”. “Lower Decks” foi ao ar na 7ª temporada da série e mostrou uma missão da nave Enterprise pelos olhos dos oficiais em treinamento, todos buscando uma promoção. A premissa agradou tanto que foram encomendadas, de cara, duas temporadas da série. “Star Trek: Lower Decks” vai se juntar a “Star Trek: Discovery”, “Short Treks” e “Star Trek: Picard” na programação da CBS All Access – e há mais duas produções em desenvolvimento derivadas desse universo em constante expansão. Com 10 episódios, a 1ª temporada estreia em 6 de agosto nos EUA. A CBS All Access ainda não está disponível no Brasil, mas suas séries têm chegado ao país pela Netflix e Amazon.

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    Sítio do Picapau Amarelo vai virar filme

    3 de julho de 2020 /

    Depois de várias séries, o “Sítio do Picapau Amarelo” vai ganhar um filme em live-action. A produção vai se chamar “De Volta ao Sítio do Picapau Amarelo” e contará uma história inédita envolvendo os personagens de Monteiro Lobato, como a boneca de pano Emília, Narizinho e Pedrinho, interpretados por novos atores. A expectativa é que as filmagens comecem em 2021, com direção de Fabrício Bittar (“Bugados”), que também assina o roteiro ao lado do escritor infantil Jim Anotsu. Mesmo sem ter nenhuma cena filmada, a produtora Clube Filmes (“Exterminadores do Além contra a Loira do Banheiro”) já divulgou o primeiro pôster do longa, que supostamente traz alguns easter eggs da nova aventura. Confira abaixo.

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    Versão definitiva de Apocalypse Now é o principal lançamento digital da semana

    3 de julho de 2020 /

    A principal novidade online do fim de semana é a “versão definitiva” de um dos filmes mais reverenciados da história do cinema. “Apocalypse Now: Final Cut” é a terceira edição oficial do clássico de guerra de Francis Ford Coppola – sem contar a “cópia de trabalho” que venceu o Festival de Cannes – , remontada pelo próprio diretor, e chega ao streaming após inaugurar o Belas Artes Drive-In Confira abaixo mais detalhes deste e de outros lançamentos digitais inéditos nas salas de cinema, que chegam aos serviços de VOD (locadoras online) e streaming neste fim de semana. A curadoria não inclui títulos clássicos (são muitos e com alta rotatividade) e produções de baixa qualidade que, em outros tempos, sairiam diretamente em vídeo. Apocalypse Now: Final Cut | EUA | 1979-2018 Depois do sucesso da exibição do filme de Francis Ford Coppola no Belas Artes Drive-In, a plataforma de streaming do cinema disponibiliza a nova versão estendida do cult de 1979 junto com dois documentários sobre seus bastidores: “Apocalipse de um Cineasta” (1991) e “Dutch Angle: Fotografando Apocalypse Now” (2019). Com 3 horas de duração, o filme em si é uma versão maior que a exibida nos cinemas em 1979 – mas menor que a disponibilizada em DVD (“Apocalypse Now: Redux”) – e conta com imagem e som remasterizados. A première deste “Final Cut” aconteceu no Festival de Tribeca, em Nova York, em abril de 2018. Disponível no Belas Artes à La Carte. Feito em Casa | EUA | 2020 Antologia de curtas realizados durante a quarentena por uma equipe seleta – e impressionante – de 17 cineastas de várias regiões do mundo. Cada curta tem de cinco a sete minutos e uma das curiosidades da produção é a primeira parceria entre o diretor chileno Pablo Larrain (“Neruda”) e a atriz americana Kristen Stewart (“As Panteras”), que a seguir trabalharão juntos em “Spencer”, cinebiografia da princesa Diana. Larrain é o produtor do projeto e ele encomendou um dos curtas a Stewart, que assina seu segundo trabalho no formato, após estrear como curtametragista em “Come Swim”, de 2017. Os demais diretores são o italiano Paolo Sorrentino (“A Grande Beleza”), a japonesa Naomi Kawase (“Esplendor”), o malinês Ladj Ly (“Os Miseráveis”), o casal libanês Nadine Labaki e Khaled Mouzanar (“Cafarnaum”), a zambiana Rungano Nyoni (“Eu Não Sou uma Bruxa”), a mexicana Natalia Beristáin (“No Quiero Dormir Sola”), o alemão Sebastian Schipper (“Victoria”), o chinês Johnny Ma (“Viver para Cantar”), as britânicas Gurinder Chadha (“A Música da Minha Vida”), de origem indiana, e Ana Lily Amirpour (“Garota Sombria Caminha pela Noite”), de origem iraniana, a atriz americana Maggie Gyllenhaal (“The Deuce”), a diretora de fotografia Rachel Morrison (“Pantera Negra”), o americano filho de brasileiros Antonio Campos (“Simon Assassino”), o chileno Sebastián Lelio (“Uma Mulher Fantástica”) e, claro, o próprio Larrain, que descreve a experiência da antologia como um “festival de cinema muito estranho, bonito e único”. Disponível na Netflix. Adú | Espanha | 2020 Três jornadas, que se entrecruzam de forma dramática, ilustram diferentes lados de uma história sobre imigrantes ilegais africanos que tentam chegar na Europa. A produção da Paramount, dirigida por Salvador Calvo (“Os Últimos das Filipinas”), foi feita para o cinema, mas acabou adquirida pela Netflix para distribuição internacional. Disponível na Netflix. Desperados | EUA | 2020 A comédia escrita, dirigida e estrelada por mulheres gira em torno de uma neurótica (Nasim Pedrad, de “Aladdin”) que encontra o “date perfeito” (Robbie Amell), mas pira quando ele fica cinco dias sem retornar suas ligações. Após enviar um email cheio de insultos, ela descobre que ele sofreu um acidente, está no hospital e a ama. Desesperada por conta das mensagens, a neurótica traça um plano com suas duas melhores amigas (Anna Camp e Sarah Burns) para pegar o celular dele antes que ele tenha alta. O detalhe é que o celular está no México. Ao chegar no hotel, ela se depara com outro ex-date (Lamorne Morris), que logo é envolvido no esquema frenético. A direção de LP (Lauren Palmigiano), que já fez muitas sitcoms, opta por um tom histérico similar às comédias brasileiras. Há quem goste. Disponível na Netflix. Lemedel | Chile | 2019 O documentário, premiado no Festival de Berlim com o Teddy de Melhor Filme LGBTQIA+, aborda a vida do escritor, artista visual e pioneiro do movimento Queer na América Latina Pedro Lemebel, que abalou as estruturas da sociedade conservadora do Chile durante a ditadura de Augusto Pinochet, nos anos 1980. Disponível em iTunes, Google Play, Now, Vivo Play e YouTube Filmes. Atleta A | EUA | 2020 O documentário relata a polêmica que se abateu sobre a ginástica olímpica dos EUA com o surgimento de denúncias de abuso sexual do médico da seleção feminina, acobertadas pela federação esportiva. Dirigido pelos cineastas Bonni Cohen e Jon Shenk (de “Uma Verdade Mais Inconveniente”), o filme se aprofunda nas denúncias devastadoras das atletas, acompanhando o trabalho dos repórteres do pequeno jornal americano IndyStar, responsáveis pela revelação da cultura de abusos a que eram submetidas as estrelas da elite olímpica americana, até o julgamento do caso, que aconteceu em 2018 e levou à renúncia de todo o comitê olímpico de ginástica feminina dos EUA. Disponível na Netflix. Bryan Stevenson: Luta Por Igualdade | EUA | 2020 Documentário sobre o advogado que inspirou o filme “Luta por Justiça” (2019), e que foi vivido por Michael B. Jordan no cinema. A produção da HBO também debate as origens da injustiça racial e como ela evoluiu até os dias de hoje. De acordo com Stevenson, o sistema de justiça criminal “te trata melhor se você é rico e culpado do que se você é pobre e inocente”. Disponível na HBO Go.

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    Trailer de comédia da HBO Max traz Seth Rogen em papel duplo

    3 de julho de 2020 /

    A plataforma HBO Max divulgou o trailer de “An American Pickle”, comédia que traz Seth Rogen (“Vizinhos”) em papel duplo. Na trama, Rogen interpreta um imigrante do Leste Europeu que chega em Nova York com sonhos de fortuna no começo do século 20, mas logo ao chegar cai num caldo de pickles na fábrica em que trabalha e acaba “preservado” por 100 anos. Ao acordar, ele descobre que o mundo mudou radicalmente e o único parente vivo que possui é um neto que nunca conheceu, também vivido por Rogen. Os dois decidem se juntar num negócio de pickles, sonhando com o antigo plano de riqueza da família. Mas o trailer revela que, para viver no mundo moderno, o velho imigrante ainda precisará descobrir se David Bowie é homem ou mulher. Na verdade, esta é a única piada do trailer inteiro, cuja história parte de uma premissa similar a “O Dorminhoco” (1973), de Woody Allen, e a animação “Futurama”. Escrito por Simon Rich, roteirista de “Divertida Mente” (2015) e criador da série “Miracle Workers”, o filme tem direção de Brandon Trost, que trabalhou com Rogen na série “Future Man”. E o elenco também inclui Sarah Snook (“Succession”), Jorma Taccone (“Popstar: Sem Parar, Sem Limites”), Jeff Daniel Phillips (“The Gifted”) e Kevin O’Rourke (“O Irlandês”). A estreia está marcada para 6 de agosto em streaming nos EUA. A HBO Max ainda não está disponível no Brasil.

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    Leonardo Villar (1923 – 2020)

    3 de julho de 2020 /

    O ator Leonardo Villar, consagrado pelo Festival de Cannes em “O Pagador de Promessas” (1962), morreu na manhã desta sexta-feira (3/7) em São Paulo, aos 96 anos, vítima de uma parada cardíaca. Ele tinha sido internado em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) após se sentir mal na noite de quarta. Nascido em Piracicaba, no interior de São Paulo, Leonildo Motta (seu nome de batismo) foi virar Leonardo Villar no teatro. Ele atuou em peças da Companhia Dramática Nacional (CDN), no Teatro Brasileiro de Comédia (TBC) e no programa televisivo de clássicos da dramaturgia “Grande Teatro Tupi” (entre 1952 e 1959) antes de ser alçado ao estrelato mundial como Zé do Burro, o personagem principal de “O Pagador de Promessas”. O filme tinha sido rejeitado pelo autor da peça original, Dias Gomes, após mudanças no texto promovidas pelo então galã transformado em cineasta Anselmo Duarte. Até os diretores do Cinema Novo atacaram a produção, jamais superando a inveja por sua consagração. Mas o fato é que “O Pagador de Promessas”, com um galã atrás das câmeras e um estreante no cinema diante delas, encantou a crítica mundial e faturou a Palma de Ouro. É até hoje, 58 anos depois, o único filme brasileiro vencedor de Cannes. E com o seguinte detalhe: venceu “apenas” os clássicos absolutos “O Anjo Exterminador”, de Luís Buñuel, “Cléo das 5 às 7”, de Agnès Varda, “O Eclipse”, de Michelangelo Antonion, e “Longa Jornada Noite Adentro”, de Sidney Lumet. Foi também o primeiro filme da carreira de Villar. Ator de teatro, ele ficou com o papel por insistência de Duarte, que recusou “sugestões” sucessivas para que Mazzaropi estrelasse o longa, o que facilitaria seu sucesso comercial. A grande ironia é que o filme tornou-se um sucesso justamente pela interpretação crível e inesquecível do ator, que deu vida ao simples Zé do Burro, um homem que só queria pagar uma promessa, carregando uma cruz gigante contra a vontade da Igreja local. Villar foi a alma de “O Pagador de Promessas”, carregando-o nas costas como o personagem, até o tapete vermelho da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA, que encerrou a trajetória consagradora do longa com uma indicação ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro. Graças à fama de Zé do Burro, Villar se estabeleceu como um dos principais astros do cinema brasileiro, dando vida a outros personagens e obras icônicas, como os papéis-títulos de “Lampião, Rei do Cangaço” (1964), de Carlos Coimbra, e o excepcional “A Hora e a Vez de Augusto Matraga” (1965), de Roberto Santos, que lhe rendeu o troféu Candango de Melhor Ator no Festival de Brasília. Estabelecendo uma bem-sucedida parceria com Coimbra, ainda estrelou dois sucessos do diretor, “O Santo Milagroso” (1967) e “A Madona de Cedro” (1968), sem esquecer o maior título da carreira de Cacá Diegues, “A Grande Cidade ou As Aventuras e Desventuras de Luzia e Seus 3 Amigos Chegados de Longe” (1966). Ele viveu até Jean Valjean na versão brasileira de “Os Miseráveis”, clássico de Victor Hugo transformado em novela por Walther Negrão em 1967, na Bandeirantes. Mas a partir da entrada na rede Globo, com “Uma Rosa Com Amor” em 1972, praticamente trocou o cinema pelas novelas, com passagens por cerca de 30 sucessos da emissora, incluindo “Estúpido Cupido”, “Tocaia Grande”, a versão original e o remake de “Os Ossos do Barão”, “Barriga de Aluguel”, “Laços de Família”, “Pé na Jaca”, até “Passione”, seu último trabalho em 2011, em que viveu o divertido Antero Gouveia. Entre uma novela e outra, intercalou telefilmes da Globo, entre eles “O Duelo” (1973) e “O Crime do Zé Bigorna” (1974), com Lima Duarte, mas isso também significou longos períodos afastado do cinema. De todo modo, os poucos filmes da fase final de sua carreira marcaram época, como “Ação Entre Amigos” (1998), de Beto Brant, “Brava Gente Brasileira” (2000), de Lúcia Murat, e “Chega de Saudade” (2007), de Laís Bodanzky.

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    Globoplay chega ao quinto programa caseiro durante o isolamento social

    3 de julho de 2020 /

    O Globoplay estreou nesta sexta-feira (3/7) “Cada um no Seu Quadrado”, seu quinto programa produzido de forma caseira durante o período de isolamento social. O acúmulo de produções, num período em que poucos estão gravando – até os estúdios da Globo estão fechados – , demonstra uma grande capacidade criativa, bem como o arsenal de talentos envolvidos com a plataforma. O primeiro lançamento foi o humorístico “Sinta-se em Casa”, criado e protagonizado por Marcelo Adnet em sua casa. A iniciativa superou as limitações das “lives” com imitações divertidas e um texto cheio de graça, mas que também reflete a situação política do país. Depois veio “Que Tal um Pouco de Esperança e Boas Notícias”, feito por Luciano Huck, que é basicamente o “Some Good News” do ator e cineasta John Krasinski (“Um Lugar Silencioso”). Trata-se de uma tentativa de passar mensagens positivas e valorizar boas ações durante a pandemia. O terceiro programa foi “Sterblitch Não Tem um Talk Show: o Talk Show”, que combina gravações de “lives”, em que o comediante Eduardo Sterblitch interage com o público, e entrevistas com personalidades. Disponibilizado na semana passada, “Diário de um Confinado” é a primeira obra de ficção da leva, estrelada por Bruno Mazzeo como um personagem solteiro e solitário que tem que lidar com as dificuldades da quarentena. A série de comédia com 12 episódios curtos (“quibis” de 10 minutos) foi criada pelo ator em parceria com sua mulher, Joana Jabace, que é diretora de séries e novelas da Globo. Por isso, mesmo lidando com as restrições do confinamento, com gravações em sua própria casa e sem auxílio de equipe técnica, o resultado surpreende pelo acabamento profissional – tem o famoso “padrão Globo”. Vale observar que a produção também conta com participações remotas de peso – Renata Sorrah, Fernanda Torres, Debora Bloch, Lucio Mauro Filho, Luciana Paes, etc. Por fim, a estreia desta sexta, “Cada um no Seu Quadrado”, é uma espécie de talk show comandado por Fernando Caruso e Paulo Vieira, que recebem quatro convidados rotativos. Na estreia, eles se reúnem com os amigos Débora Lamm, Fabiula Nascimento, Bruno Mazzeo e Lúcio Mauro Filho simulando um bate-papo caseiro, por videoconferência, em que conversam, brincam e se questionam sobre temas relacionados à situação de isolamento atual. Com a exceção do programa de Adnet, aberto ao público em geral, todos os demais estão disponíveis apenas para assinantes da plataforma. Já “Diário de um Confinado” será lançado na TV aberta neste sábado (4/7), pela rede Globo. Veja abaixo o trailer da estreia de “Diário de um Confinado” na televisão, com trilha dos Titãs.

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    Produção de Michael Bay sobre a pandemia é paralisada por descumprir regras de proteção

    3 de julho de 2020 /

    O filme “Songbird”, que pretendia ser a primeira grande produção hollywoodiana a abordar a pandemia de coronavírus, teve suas filmagens proibidas. Justamente por causa da pandemia de covid-19. Produzido por Michael Bay (“Transformers”), o filme contaria com astros como Demi Moore (“Margin Call”), Craig Robinson (“Ghosted”) e Peter Stormare (“Deuses Americanos”), mas recebeu ordem do SAG-AFTRA, o sindicato dos atores dos EUA, para não iniciar os trabalhos. O SAG-AFTRA acusou os responsáveis pelo filme de “não serem transparentes sobre suas medidas de segurança” relacionadas ao coronavírus. “Isso é algo que, obviamente, nós levamos muito a sério”, disse o porta-voz da instituição ao site The Hollywood Reporter. “Além disso, como explicitamos na ordem que enviamos ao filme, os produtores não aceitaram assinar o nosso acordo”, completou, referindo-se a um documento do sindicato estabelecendo as regras obrigatórias para todas as produções que quiserem retomar atividades em meio à pandemia. O filme tem direção de Adam Mason (“A Cadeira do Diabo”), um especialista em terrores baratos, que co-escreveu o roteiro com Simon Boyes (“Má Conduta”). Os dois já trabalharam juntos em sete filmes, desde a estreia de ambos em “Jogos Sangrentos” (2006). A trama abordaria um futuro próximo que mostraria o agravamento do quadro da pandemia, no qual o mundo continuaria sob severas ordens de isolamento. A produção cita filmes como “Atividade Paranormal” e “Cloverfield” como influências para criar “um clima de paranoia” na sua trama. Os dois filmes são mais conhecidos por usar cenas captadas por câmeras amadoras, manipuladas pelos próprios atores. São exemplos da estética “found footage”, cuja narrativa é construída sobre vídeos “encontrados” após os fatos, com as imagens da trama. A equipe acertou detalhes da pré-produção através de videoconferências, tecnologia que também foi usada no processo de escalação e preparação dos atores. “Songbird” foi o segundo filme proibido de iniciar suas filmagens pelo sindicato devido à problemas no protocolo de proteção da covid-19. Anteriormente, o SAG-AFTRA tinha impedido as filmagens de uma comédia chamada “Courting Mom & Dad”, estrelada por Scott Baio (“See Dad Run”) e Kristy Swanson (“SEAL Team”).

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