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    Batwoman terá nova personagem principal após saída de Ruby Rose

    2 de junho de 2020 /

    Os produtores de “Batwoman” encontraram uma solução radical para substituir Ruby Rose. Em vez de trocar a intérprete de Kate Kane, a Batwoman, a série vai ter uma nova personagem principal. Depois que Rose anunciou que não voltaria para a 2ª temporada, os produtores tiveram várias discussões e chegaram à conclusão que o melhor seria criar uma nova personagem para o papel de Batwoman, em vez de apenas trocar a atriz e manter Kate Kane, que é a identidade original da heroína nos quadrinhos. A mudança veio à tona por meio de um aviso de testes para a nova personagem, cuja cópia foi postada no Reddit e confirmada por diversos sites americanos. De acordo com o anúncio, a nova personagem vai se chamar “Ryan Wilder” e seria mais jovem que Kate. Ela é descrita como uma mulher de 20 e poucos anos que “está prestes a se tornar a Batwoman”. Não está claro se Ryan Wilder é um personagem recém-criado ou um código para designar outra personagem existente da DC, mas a 2ª temporada da série da CW mostrará como ela se torna a Batwoman. Curiosamente, a identidade de Batowoman foi assumida por apenas uma personagem ao longo nas publicações da DC, enquanto Batgirl já foi seis personagens diferentes. A primeira delas, ainda chamada de “Bat-Girl”, era sobrinha de Kate Kane. O detalhe é que seu nome real, Betty/Bette Kane, é muito parecido com o escolhido pelos produtores da série para nomear a irmã gêmea de Kate, Beth Kane, mais conhecida como a vilã Alice. O nome Ryan Wilder, por outro lado, parece mais uma homenagem ao filme “Van Wilder” (2002), estrelado por Ryan Reynolds – lançado no Brasil como “O Dono da Festa”. Segundo o aviso de testes, a nova personagem “é simpática, bagunçada, um pouco pateta e indomada. Ela também não é nada como Kate Kane, a mulher que usava o traje de batalha antes dela”. A descrição acrescenta que Ryan é ex-traficante de drogas, mas está reformada e sóbria, vivendo em um van com uma planta. Ela também é uma lutadora altamente qualificada, mas extremamente indisciplinada. Como sua antecessora, Ryan é lésbica, e o aviso pede que atrizes LGBTQIA+ se inscrevam para o papel. Quando Ruby Rose anunciou sua saída da série, a WBTV (Warner Bros. TV), que produz a atração, e a rede The CW, que a exibe, disseram em comunicado conjunto que escalariam um membro da comunidade LGBTQ no papel principal. Como dezenas de outras séries, “Batwoman” foi forçada a terminar sua temporada mais cedo devido à pandemia de coronavírus. Apenas 20 dos 22 episódios planejados foram gravados, mas não está claro se uma transição para uma nova protagonista seria estabelecida nos dois episódios que não foram concluídos.

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  • Série

    Roteirista de Law & Order e Chicago: PD é demitido por posar armado contra manifestantes

    2 de junho de 2020 /

    O produtor Dick Wolf tomou medidas rápidas e enérgicas contra um roteirista recém-contratado para trabalhar no novo spin-off da franquia “Law & Order”, que será estrelado por Christopher Meloni. Craig Gore foi contratado no início de maio e demitido nesta terça (2/6) após publicar um post polêmico nas redes sociais. Na noite de segunda-feira (1/6), em meio a protestos antirracistas, Gore postou uma foto de si mesmo armado e com o seguinte texto: “A Sunset está sendo saqueada a dois quarteirões de mim. Você acha que eu não vou acender filhos da puta que estão tentando f**** com minha propriedade, pela qual trabalhei a vida toda? Pense de novo…” O astro Christopher Meloni foi confrontado por seguidores a respeito do post e disse que não conhecia o roteirista, passando a responsabilidade para seu showrunner. “Matt Olmstead é meu showrunner. Não recebi nenhuma informação sobre qualquer contratação, não faço ideia de quem é essa pessoa ou o que ela faz”, ele respondeu. Poucas horas depois, Dick Wolf, chefe de Olmstead, demitiu Gore, que já havia trabalhado para o prolífico produtor em “Chicago: PD”, da rede NBC. “Não vou tolerar essa conduta, especialmente durante essa hora de luto nacional. Estou demitindo Craig Gore imediatamente”, disse Wolf em comunicado. Gore também foi demitido por sua agência de talentos, Paradigm. A empresa afirmou em comunicado na tarde de terça-feira: “Craig Gore não é mais um cliente da Paradigm. Condenamos seu post nos termos mais fortes possíveis”. O spin-off ainda sem título de “Law & Order” vai girar em torno de uma unidade do crime organizado da polícia de Nova York, liderada por Eliott Stabler, antigo personagem de Meloni em “Law & Order: SVU”. Os créditos de Gore também incluem roteiros de “SWAT”, da rede CBS, que também é uma série policial. Truth: Matt Olmstead is my Showrunner I have gotten no word on ANY hirings I have no idea who this person is or what they do https://t.co/Mtik40kij7 — Chris Meloni (@Chris_Meloni) June 2, 2020 Dick Wolf’s statement regarding Craig Gore: “I will not tolerate this conduct, especially during our hour of national grief. I am terminating Craig Gore immediately.” — Wolf Entertainment (@WolfEnt) June 2, 2020

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  • Filme

    Filmes do cancelado Festival de Cannes competirão no Festival de San Sebastian

    2 de junho de 2020 /

    A pandemia de covid-19 impediu a entrega da Palma de Ouro em 2020, mas os filmes selecionados para o cancelado Festival de Cannes ainda terão a chance de vencer a Concha de Ouro, prêmio principal do Festival de San Sebatian, evento cinematográfico de maior prestígio da Espanha. Os dois festivais firmaram uma parceria e San Sebastian incluirá os títulos selecionados para a competição de Cannes em sua disputa oficial, que vai acontecer entre 18 e 26 de setembro – logo após o Festival de Veneza e simultaneamente ao Festival de Toronto. “Circunstâncias excepcionais, medidas excepcionais”, disse Thierry Frémaux, diretor artístico de Cannes, em comunicado, que revelou detalhes de sua programação cancelada, sem, entretanto, nomear nenhum dos filmes selecionados. A revelação dos títulos acontecerá posteriormente, mas já se sabe que entre eles figuram obras como “The French Dispatch” de Wes Anderson, “Comes Morning” de Naomi Kawase, “Memoria” de Apichatpong Weerasethakul, e “Druk – Mais uma Rodada” (Another Round) de Thomas Vinterberg. Graças aos acordos firmados por Cannes, esses títulos também serão exibidos em outros festivais de fim de ano, ao redor do mundo. O festival físico de Cannes teve que ser cancelado por causa da pandemia de coronavírus Depois de ver seus planos de realização e posterior adiamento inviabilizados pela pandemia, a organização do Festival de Cannes decidiu que revelaria sua seleção oficial e promoveria sua exibição em festivais parceiros em todo o mundo. Além de San Sebastian, Frémaux fechou exibições nos festivais de Toronto, Pusan, Deauville, Pusan e Nova York. Ao todo, Cannes escolheu 56 filmes em sua seleção oficial de 2020. Eles incluem longas que seriam exibidos em mostras paralelas e fora de competição, mas que agora serão reunidos em uma única lista, não divididos nas categorias tradicionais do festival. Frémaux também divulgou estatísticas que mostram que 16 filmes, ou 28,5% do total, foram dirigidos por mulheres, em comparação com 14 títulos (23,7%) do ano passado. “Esse número crescente de diretoras na seleção é resultado de uma evolução observada por vários anos”, observou Frémaux. “Ela atesta, em número e em valor, a contribuição artística e humana das mulheres no cinema contemporâneo, sejam elas diretoras ou técnicas”, disse o responsável por Cannes. A seleção oficial incluiu filmes dos EUA, Coréia do Sul, Japão e Reino Unido, mas também de territórios raramente representados em Cannes, como Bulgária, Geórgia, Congo. Mas o cinema francês, sempre destacado em Cannes, seria particularmente forte este ano, com 21 títulos na escalação oficial, em comparação com os 13 do ano passado e os 10 de 2018. A Frémaux anunciará a programação completa do que seria o Festival de Cannes 2020 na quarta-feira (3/6).

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  • Etc,  Filme

    Peggy Pope (1929 – 2020)

    2 de junho de 2020 /

    Peggy Pope, atriz veterana que participou da série “Soup” e do grande sucesso de cinema “Como Eliminar seu Chefe”, morreu na quarta passada (27/5), em Fort Collins, Colorado (EUA), aos 91 anos. A causa da morte não foi revelada. Nascida em Nova Jersey, Florence Pope (seu nome real) fez sua estréia na Broadway em 1959, aos 30 anos, e teve longa carreira nos palcos de Nova York, trabalhando ao lado de astros como James Stewart e Sam Waterston. A atriz começou a fazer séries em 1966. Entre participações em atrações como “A Feiticeira”, “Rhoda”, “Barnaby Jones” e “Fama”, acabou entrando para o elenco de duas produções de curta duração da rede CBS, vivendo uma colega de trabalho de James Coco em “Calucci’s Department” (1973) e a mãe frustrada de Steve Guttenberg em “Billy” (1979). Mas ela é mais lembrada por um papel bem menor: a sra. David, que apareceu em seis episódios de “Soup” (1977–1981), onde, depois de conhecer o personagem gay de Billy Crystal, admitiu à filha que ele tinha sido seu “primeiro homo”. Seu destaque cinematográfico também foi como uma personagem secundária, a engraçada secretária Margaret, que incentivava suas colegas de trabalho (interpretadas por Dolly Parton, Lily Tomlin e Jane Fonda) a levar adiante os planos que batizaram a comédia “Como Eliminar seu Chefe” (1980). Ela até participou da série derivada do filme, em 1982. Seu currículo ainda incluiu filmes como “Tudo em Família” (1981), “O Último Guerreiro das Estrelas” (1984), “Procura-se Rapaz Virgem” (1985), “O Substituto” (1996) e “Choke – No Sufoco” (2008). Em 2011, Pope publicou sua autobiografia, “Atta Girl”, e dois anos depois se aposentou das telas, com a comédia “Amigas Inseparáveis” (2013).

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  • Série

    Episódio de Black-ish sobre violência policial vai ganhar reprise especial nos EUA

    2 de junho de 2020 /

    A rede americana ABC vai reprisar um episódio de 2016 de “Black-ish” que lida com a violência policial. O criador da série, Kenya Barris, disse que fica com “o coração partido” por o episódio ainda ser relevante hoje. Intitulado “Hope”, o episódio acompanha as reações da família Johnson a um caso judicial envolvendo um adolescente afro-americano que supostamente foi vítima de violência policial. Quando as crianças começam a fazer perguntas sobre isso, Dre (Anthony Anderson) e Bow (Tracee Ellis Ross) tem um conflito sobre como abordar a questão. Dre e seus pais (interpretados por Laurence Fishburne e Jenifer Lewis) querem oferecer uma visão envernizada sobre como o sistema jurídico trata os negros, enquanto Bow opta por uma mensagem mais esperançosa sobre como poderia ser. “Faz 1,562 dias desde que compartilhamos esse episódio com o mundo e fico com o coração partido por esse episódio parecer tão oportuno quanto antes e estranhamente premonitório sobre o que está acontecendo hoje com os negros neste país”, Barris disse, nas redes sociais. Quando “Hope” foi originalmente ao ar, em fevereiro de 2016, Barris dizia: “Só espero que seja bem recebido e espero que realmente inicie uma conversa, porque acho que é uma conversa que precisamos ter”. O episódio será exibido nesta terça-feira (2/6) nos EUA, junto com “Juneteenth”, a estréia da 4ª temporada da série, que apresenta números musicais sobre o feriado que marca o fim da escravidão no Texas. Ambos os capítulos ganharão tratamento de “especial” para refletir os movimentos antirracistas que eclodiram nos EUA na última semana, após o assassinato de George Floyd, sufocado por policias brancos. Vale lembrar ainda que Barris teve problemas com a própria ABC em 2018, quando a rede descartou um episódio de “Black-ish” em que Dre contava ao filho uma história de ninar que incluía diálogos e imagens consideradas anti-Trump. Barris contou à revista The Hollywood Reporter que, depois de tentar fazer cortes no capítulo, ele e a rede concordaram mutuamente em arquivá-lo, porque “o resultado não era uma representação verdadeira do que pretendíamos fazer”. O episódio censurado seria uma reação a um ataque de Donald Trump contra a série. O presidente dos EUA chamou “Black-ish” de racista, acusação que já tinha desferido contra o cineasta Spike Lee e congressistas negras. Em compensação, é bem mais difícil lembrar um tuíte de Trump que acuse algum branco de racismo. Após a polêmica, Barris acabou assinando um contrato de exclusividade com a Netflix.

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  • Filme

    Warner libera filme Luta por Justiça para o público aprender sobre racismo estrutural

    2 de junho de 2020 /

    A Warner resolveu disponibilizar de graça nos EUA a versão digital de “Luta por Justiça”, filme de 2019 que aborda o preconceito racial do sistema de justiça do país. O objetivo é oferecer uma fonte de referência sobre o racismo estrutural americano, que tem gerado situações como o assassinato de George Floyd e motivado os protestos antirracistas dos últimos dias. No longa, Michael B. Jordan (“Pantera Negra”) interpreta o advogado Bryan Stevenson que assume o caso de um homem negro (Jamie Foxx, de “O Espetacular Homem-Aranha 2”) condenado à morte por assassinato, apesar das evidências comprovarem sua inocência. Enquanto luta pela vida de seu cliente, ele enfrenta todo tipo de obstáculo racista e manobras legais do sistema para levar o inocente à morte, apenas por ser negro. A trama é baseada em fatos reais e tem direção do cineasta Destin Daniel Cretton (“O Castelo de Vidro”), que vai dirigir “Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings” para a Marvel. O anúncio da liberação de “Luta por Justiça” foi feito nesta terça (2/6), no Twitter oficial do filme. “Acreditamos no poder da história. Nosso filme ‘Luta por Justiça’, baseado no trabalho da vida do advogado de direitos civis Bryan Stevenson, é um recurso que podemos humildemente oferecer a quem estiver interessado em aprender mais sobre o racismo sistêmico que atormenta nossa sociedade. Durante o mês de junho, o filme estará disponível gratuitamente em plataformas digitais de VOD nos EUA”, diz o texto. “Para participar ativamente da mudança que nosso país está buscando tão desesperadamente, encorajamos vocês a aprender mais sobre o nosso passado e as inúmeras injustiças que nos levaram aonde estamos hoje. Obrigado aos artistas, equipe e advogados que ajudaram a fazer esse filme acontecer. Assista com sua família, amigos e aliados”, completa. Não há informação sobre a extensão dessa iniciativa a outros países. No Brasil, “Luta por Justiça” ainda está sendo oferecido para locação digital por R$ 14,90 nos sites de VOD. Veja abaixo o trailer legendado do filme.

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    Mais atores negros de Glee sugerem que Lea Michele tinha atitudes preconceituosas

    2 de junho de 2020 /

    Depois que Samantha Marie Ware revelou ter sido maltratada por Lea Michele nos bastidores de “Glee”, outros atores negros da série se manifestaram, sugerindo que a estrela tinha atitudes preconceituosas. Tudo começou quando Lea Michele tuitou sobre a morte de George Floyd e incluiu a hashtag #BlackLivesMatter. Ware, que teve papel recorrente na 6ª temporada de “Glee”, rapidamente ironizou a declaração com um “LMAO” e revelou que Michele ameaçou “defecar” na peruca afro que ela usava enquanto estava no programa. “Lembra quando você fez da minha primeira série de televisão um inferno?!?! Porque eu nunca esquecerei”, escreveu Ware, usando apenas letras maiúsculas. “Acredito que você disse a todos que, se tivesse a oportunidade, defecaria na minha peruca! Entre outras microagressões traumáticas que me fizeram questionar uma carreira em Hollywood”, completou. O comentário da atriz teve ampla repercussão e o ator Dabier, que apareceu em apenas um episódio da série, deu outro testemunho sobre o suposto racismo de Michele. “Garota você não me deixava sentar na mesa com outros membros do elenco porque ‘eu não pertencia lá'”, ele escreveu. A polêmica ainda rendeu gifs de dois outros integrantes negros do elenco. Alex Newell, que interpretou Wade “Unique” Adams, e uma das principais atrizes de “Glee”, Amber Riley, intérprete de Mercedes Jones, publicaram imagens que sugeriam estímulo ao confronto. Veja abaixo. Até o momento, Michele não respondeu aos comentários no Twitter. LMAO REMEMBER WHEN YOU MADE MY FIRST TELEVISON GIG A LIVING HELL?!?! CAUSE ILL NEVER FORGET. I BELIEVE YOU TOLD EVERYONE THAT IF TOU HAD THE OPPORTUNITY YOU WOULD “SHIT IN MY WIG!” AMONGST OTHER TRAUMATIC MICROAGRESSIONS THAT MADE ME QUESTION A CAREER IN HOLLYWOOD… https://t.co/RkcaMBmtDA — SAMEYAAAAAA (@Sammie_Ware) June 2, 2020 GIRL YOU WOULDNT LET ME SIT AT THE TABLE WITH THE OTHER CAST MEMBERS CAUSE “I DIDNT BELONG THERE” FUCK YOU LEA https://t.co/s4NoLdtqRs — Dabier (@OfficialDabier) June 2, 2020 https://t.co/80ohlWM4Yd pic.twitter.com/tcfQyhgiGP — Alex Newell (@thealexnewell) June 2, 2020 pic.twitter.com/mgq6Vtcmgm — Amber Patrice Riley (@MsAmberPRiley) June 2, 2020

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  • Etc,  Filme

    Harvey Weinstein quis mutilar Princesa Mononoke em briga que terminou com espada samurai

    2 de junho de 2020 /

    Antes de ser conhecido como um predador sexual condenado, o produtor Harvey Weinstein tinha outra fama negativa na indústria cinematográfica. Ele ganhou o apelido de “Harvey Mãos de Tesoura” por mutilar filmes estrangeiros para diminuir suas durações em lançamentos nos Estados Unidos. Essa mania rendeu uma briga famosa, bastante noticiada em 2013, contra o premiado diretor Bong Joon-ho (“Parasita”), que resultou no adiamento de um ano na estreia do filme “Expresso do Amanhã” nos EUA. Tentando impedir cortes, o cineasta viu seu filme ter distribuição protelada e ainda receber lançamento limitado, apesar de ser uma superprodução. Agora, Steve Alpert, ex-chefe da divisão internacional do Studio Ghibli, revelou que Weintein também ameaçou processar a produtora japonesa por causa da duração do clássico animado “Princesa Mononoke” (1997), do mestre Hayao Miyazaki. A informação veio à tona na biografia do executivo, “Sharing a House with the Never-Ending Man: 15 Years at Studio Ghibli”. Na época, Harvey Weinstein era o chefão da Miramax, produtora que negociou os direitos de distribuição do filme nos EUA. Mesmo após a desastrosa experiência com a primeira versão americana – e reeditada – de “Nausicaä do Vale do Vento”, Weinstein exigiu que “Princesa Mononoke” tivesse sua duração original de 135 minutos reduzida para 90. Após a recusa de Hayao Miyazaki, o produtor americano teria entrado em estado de cólera. “Se você não cortar a p**** do filme você nunca vai trabalhar nessa p**** de indústria de novo! Você tá me entendendo, c******? Nunca”. Mas Miyazaki manteve sua posição e se recusou a editar o filme, que chegou aos cinemas em sua duração completa. O confronto deu origem à lenda de que a resposta de Miyazaki ao chilique de Weinstein teria sido o envio de uma espada samurai com um bilhete escrito “sem cortes” grudado na lâmina. Miyazaki, por sinal, não só continuou trabalhando “nessa p**** de indústria” como seu filme seguinte foi distribuído diretamente pela Disney. E mais: “Viagem de Chihiro” (2001) simplesmente venceu o Oscar de Melhor Animação. Já Weinstein foi condenado a 23 anos de prisão por estupro e crimes sexuais em março passado, num primeiro de muitos julgamentos sobre os abusos sexuais em série que ele cometeu contra atrizes iniciantes. O homem que se achava todo-poderoso e que recebeu mais agradecimentos que Deus nos discursos do Oscar está atualmente sob custódia na prisão Wende Correctional Facility em Erie County, no estado de Nova York.

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    Filmagens dos próximos Missão: Impossível devem ser retomadas em setembro

    2 de junho de 2020 /

    As filmagens das sequências de “Missão: Impossível” devem recomeçar em setembro, apurou a revista Variety junto ao ator Simon Pegg e ao assistente de direção Tommy Gormley. A informação acompanha a publicação de diretrizes de saúde para a retomada de filmagens no Reino Unido, onde a equipe pretende reiniciar a produção. Pegg afirmou que as primeiras cenas a serem gravadas no retorno serão em locais abertos. Mais tarde, a produção retornará aos estúdios do Reino Unido, seguindo as novas normas de distanciamento social e higiene sanitária. Apesar das dificuldades, a equipe tentará encontrar uma forma de manter o nível de ação que o público espera da franquia. “Esse é o nosso desafio, não somos um filme pequeno. Fazemos espetáculo, e é isso que as pessoas esperam de nós”, disse Gormley. “Temos protocolos e revisamos todos os procedimentos com cuidado. Vamos colocar tudo em andamento novamente. Algumas coisas são mais desafiadoras, como as cenas de ação, com bastante figurantes etc, mas não podemos fazer um ‘Missão: Impossível’ sem lutas ou carros.” Para complicar, dois longas da franquia estão sendo filmados simultaneamente. A produção tinha recém-chegado na Itália quando o país se tornou o epicentro europeu do coronavírus. Com a paralisação das filmagens, o filme ainda perdeu um dos integrantes de seu elenco. O adiamento causou conflito de agenda com outro filme que Nicholas Hoult (“X-Men: Fênix Negra”) pretendia filmar. Assim, Esai Morales, que viveu o vilão Exterminador na 2ª temporada de “Titãs”, foi contratado há duas semanas para seu lugar, como antagonista das continuações. Ambos os filmes foram escritos e serão dirigidos por Christopher McQuarrie, que retorna ao posto após o sucesso dos dois últimos filmes. Tom Cruise também retoma seu papel na franquia, como o agente Ethan Hunt, ao lado de outros integrantes da saga de espionagem, como Rebecca Ferguson e Simon Pegg, intérpretes de Ilsa Faust e Benji Dunn, e Vanessa Kirby, recentemente introduzida como Alanna Mitsopolis/Viúva Branca. Outro retorno confirmado é o de Henry Czerny (mais conhecido pelo papel de vilão da série “Revenge”), que viveu Eugene Kittridge, diretor da Força Missão: Impossível (IMF, na sigla em inglês) no primeiro longa, de 1996. Para completar, as novidades ainda incluem Hayley Atwell (“Agent Carter”), Shea Whigham (também de “Agent Carter”) e Pom Klementieff (“Guardiões da Galáxia”). Devido à paralisação das filmagens, as duas sequências receberam novas previsões de estreia da Paramount. “Missão: Impossível 7” ficou para 19 de novembro de 2021, e o filme seguinte, “Missão: Impossível 8”, foi remarcado para 4 de novembro de 2022.

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    J.J. Abrams se compromete a doar US$ 10 milhões para organizações antirracistas

    2 de junho de 2020 /

    O cineasta JJ Abrams (“Star Trek”, “Star Wars: A Ascensão Skywalker”) comprometeu-se a doar US$ 10 milhões para organizações antirracistas nos Estados Unidos, por meio de sua produtora Bad Robbot e da fundação que compartilha com sua esposa, Katie McGrath. A iniciativa foi anunciada pelo Instagram da Bad Robot e acompanhada por um texto que ressalta a importância de grandes empresas lutarem por uma sociedade mais igualitária. A doação é uma forma de Abrams se alinhar à onda de protestos contra a brutalidade policial que abate cidadãos negros nos Estados Unidos. O assassinato de George Floyd por asfixia, quando detido por policiais brancos na segunda passada (25/5), foi o estopim de manifestações antirracistas que explodiram por todo o país e, uma semana depois, não tem previsão para serem encerradas. Veja a seguir a íntegra do comunicado da Bad Robot. “Chega é chega. Chega de brutalidade policial. Chega de privilégios desmedidos. Chega de falar educadamente. Chega de conforto branco. Chega de oportunidades desiguais. Chega de esgotar nossos amigos e colegas. Chega de ser indiferente. Chega de ser não intencional. Chega de injustiça. Chega de mortes. CHEGA. Nós da Bad Robot somos gratos aos vários estudiosos, ativistas, organizadores e líderes lutando nas linhas de frente da mudança em nosso país sistemicamente injusto. É essa constelação de pensadores e feitores que têm o projeto para uma união mais perfeita, justa, igualitária e gentil. Nesses tempos de fragilidade, palavras importam, ouvir é crítico e investir é necessário. Os séculos que negligenciaram e abusaram de nossos irmãos e irmãs negros só podem ser tratados por um investimento escalável. Uma revisão maciça e ponderada sobre a política tributária, uma que efetivamente reconheça as necessidades de muitos nesse país, não só dos poucos, está muito atrasada. Filantropia corporativa e privada nunca pode alcançar o impacto necessário para tratar dessas desigualdades sistêmicas, mas como empresas e indivíduos capazes, devemos fazer o que pudermos até nossos líderes políticos tomarem a frente. Entre a Bad Robot e a fundação familiar Katie McGrath e JJ Abrams, nos comprometemos à um adicional de US$ 10 milhões pelos próximos 5 anos para organizações e esforços baseados nos ideais antirracistas que preenchem os vãos, elevam os pobres e constroem uma América justa para todos. Estamos honrados em anunciar que os primeiros US$ 200 mil investidos serão destinados às seguintes organizações: Black Futures Lab, Black Lives Matter LA, Community Coalition, Equal Justice Initiative e Know Your Rights Camp.” Ver essa foto no Instagram We at Bad Robot are grateful to the many scholars, activists, organizers and leaders fighting on the frontlines of change in our systemically unjust country. #blacklivesmatter To learn more about each organization go to link in bio. Uma publicação compartilhada por Bad Robot (@bad_robot) em 1 de Jun, 2020 às 4:02 PDT

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    Tenet ganha primeiro comercial e reforça que será lançado nos cinemas

    2 de junho de 2020 /

    A Warner divulgou o primeiro comercial oficial de 30 segundos de “Tenet”, o misterioso filme de ação de Christopher Nolan, que os próprios atores tiveram dificuldades para entender. Rodado em sete países com câmeras IMAX e filme analógico de 70mm, “Tenet” deveria estrear em 23 de julho no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos. E apesar da proximidade da data e de todos os cinemas estarem fechados, devido à pandemia de covid-19, o vídeo reforça que o longa será lançado “nos cinemas”, sem dar maiores explicações. A prévia também volta a mostrar cenas com efeito “rewind”, acontecendo de trás pra frente, enquanto o protagonista (John David Washington, de “Infiltrado na Klan”) descobre que alguém “fabricou” uma ameaça terrorista global “no futuro” e ele deve usar um novo processo radical de reversão do tempo para impedir a 3ª Guerra Mundial. Ou, como “explica” a sinopse: “Armado com apenas uma palavra – Tenet – e lutando pela sobrevivência do mundo, o protagonista precisa partir em uma missão dentro do mundo da espionagem internacional, que irá revelar algo além do tempo. Não é viagem no tempo. É inversão.” O elenco do filme também inclui Robert Pattinson (“Bom Comportamento”), Elizabeth Debicki (“As Viúvas”), Clémence Poésy (“The Tunnel”), Martin Donovan (“Big Little Lies”), Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: Era de Ultron”) e Dimple Kapadia (“Confinados”), atriz veterana de Bollywood em seu primeiro grande papel em Hollywood, além de dois velhos conhecidos dos filmes de Nolan, Michael Caine (trilogia “Batman”) e Kenneth Branagh (“Dunkirk”).

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    Perry Mason volta aos anos 1930 em novo trailer do reboot da HBO

    2 de junho de 2020 /

    A HBO divulgou um pôster e o novo trailer de “Perry Mason”, que traz o advogado mais famoso da ficção de volta à TV, com Matthew Rhys (vencedor do Emmy por “The Americans”) no papel-título. A prévia mostra Mason nos anos 1930 e antes de se tornar o tal advogado famoso, como detetive que investiga um sequestro sórdido envolvendo políticos e religiosos. O clima é totalmente noir. Com oito episódios, a série limitada recontextualiza Perry Mason em seus primeiros anos de atividade como investigador particular durante o pós-guerra em Los Angeles. O maior diferencial do reboot é justamente sua encenação nos anos 1930, época dos primeiros livros do personagem, criado por Erle Stanley Gardner. Essa característica não chamou atenção nos filmes e séries anteriores, porque eram contemporâneos dos livros -os sete longas de “Perry Mason” foram lançados entre 1934 e 1940 e a série imensamente popular, que consagrou o ator Raymond Burr, exibida entre 1957 e 1966. As histórias eram contemporâneas porque Gardner só parou de escrever os casos do mais famoso advogado da literatura ao morrer em 1970 – ele até apareceu no último episódio da série clássica, em 1966. Com isso, a maioria do público acabou esquecendo que o personagem surgiu na época da Lei Seca e dos gângsteres de chapéu e metralhadora. Mas é esta encenação original que a nova série retoma. O revival de “Perry Mason” foi desenvolvido pelos roteiristas Rolin Jones e Ron Fitzgerald (ambos de “Friday Night Lights”) para a Team Downey, a produtora do ator Robert Downey Jr., que chegou a considerar uma adaptação cinematográfica. Além de Rhys, o elenco destaca a vencedora do Emmy Tatiana Maslany (“Orphan Black”) e o vencedor do Emmy John Lithgow (“The Crown”), além de Chris Chalk (o Lucius Fox de “Gotham”), Juliet Rylance (“McMafia”), Madeline Zima (“Californication”), Shea Whigham (“Agent Carter”), Robert Patrick (“O Exterminador do Futuro 2”) e outros. Dirigida e coproduzida pelo também vencedor do Emmy Tim Van Patten (“Boardwalk Empire”), “Perry Mason” será lançada em 21 de junho.

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  • Série

    NOS4A2: Veja o trailer da 2ª temporada

    2 de junho de 2020 /

    O canal pago americano AMC divulgou o pôster e o trailer da 2ª temporada de “NOS4A2” (lê-se “Nosferatu”), que se passará oito anos após os eventos da 1º temporada. De acordo com a sinopse, Vic McQueen (Ashleigh Cummings) continua ainda mais determinada em destruir Charlie Manx (Zachary Quinto), enquanto Charlie, tendo enfrentado sua própria mortalidade, está em busca de vingança. Dessa vez, ele vai atrás da pessoa mais importante para a Vic – seu filho de oito anos, Wayne. A corrida pela alma do Wayne coloca ambos em rota de colisão. Baseada no livro de mesmo nome do autor Joe Hill (“Amaldiçoado”), filho do escritor Stephen King (“It – A Coisa”), a série acompanha a luta de Vic, uma jovem artista que descobre que tem uma habilidade sobrenatural de rastrear Charlie Manx, um vilão aparentemente imortal, que se alimenta de almas de crianças e depois joga o que sobrou delas em “Christmasland” – “uma distorcida vila natalina imaginada por Manx, onde todos os dias são Natal e a infelicidade é contra a lei”, segundo a descrição oficial. O elenco também inclui Olafur Darri Olafsson (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”), Virginia Kull (“Sneaky Pete”) e Ebon Moss-Bachrach (“O Justiceiro”). A adaptação é assinada pela produtora-roteirista Jami O’Brien (de “Fear the Walking Dead”) e também é transmitida no Brasil pelo canal pago AMC. A estreia da 2ª temporada está marcada para 21 de junho.

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