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    Milla Jovovich vira mamãe pela terceira vez e compartilha fotos da nova filhinha

    4 de fevereiro de 2020 /

    A atriz Milla Jovovich revelou em seu Instagram que virou mamãe pela terceira vez. Ela postou as fotos da bebê, que nasceu na manhã de domingo (2/1), depois que sua filha mais velha, Ever, de 12 anos, se adiantou e compartilhou um foto com toda a família ao redor da mamãe orgulhosa na segunda-feira (3/2). Curiosamente, todas as três filhas de Milla e do diretor Paul W. S. Anderson têm nomes masculinos. A mais nova foi batizada de Osian Lark Elliot. “Osian Lark Elliot Jovovich-Anderson nasceu! Osian é um nome de menino galês e é pronunciado O-shin”, explicou a estrela. “Agora, eu sei que o nome é longo, mas a família não entrou em acordo”, disse, revelando que ela e a filha do meio, Dashiel, de 4 anos, queriam batizar o bebê de Elliot, enquanto o marido e Ever preferiam Lark. Milla e Anderson se conheceram durante as filmagens de “Resident Evil”, em 2002, que virou franquia e praticamente outra gestação bem-sucedida da família, rendendo ao todo seis longas. A mamãe coruja disponibilizou um álbum de fotos no Instagram, revelando inclusive o rostinho da menina e da amamentação, além de imagens em que cada integrante da família se reveza para mimar a bebê. “Obviamente vou postar mais fotos mais tarde, mas estamos todos exaustos porque as últimas noites foram loucas!”, finalizou. A ucraniana mais bem famosa de Hollywood será vista a seguir nos cinemas em nova adaptação de videogame, “Monster Hunter”, novamente dirigida pelo marido – e com participação da brasileira Nanda Costa. O filme estreia em setembro. Ver essa foto no Instagram Hey Everyone!!! So without my knowledge @evergaboanderson spilled the beans on the new baby yesterday 🙄🤦🏻‍♀️😂 which makes this “old news” but anyway, at 8:56am on 02/02/2020 our baby girl Osian Lark Elliot Jovovich-Anderson was born! Osian is a welsh boy’s name and it’s pronounced O-shin. Now I know the name is long, but the family couldn’t agree on her middle name. Ever and my mom wanted Lark, @dashielanderson and I wanted Elliot. Then my husband Paul chimes in with another vote for Lark, so Smushy and I were out numbered 😛! At least she has many to choose from later in life if she wants to drop a few. She’s so beautiful! Her hair is lighter than the other girls was and she’s very strong. Her little hands get in the way and they’re hard to control and she’s already lifting her head up to see what’s going on! She’s our miracle baby and we’re all so grateful to have her and completely obsessed with her!! I will obviously post more pics later, but we are all exhausted because the last few nights have been crazy! I send you all so much love from the cloud I’m flying on!!! Xoxo m❤️☁️✨⚡️⭐️💥☄️ Uma publicação compartilhada por Milla Jovovich (@millajovovich) em 3 de Fev, 2020 às 10:59 PST Ver essa foto no Instagram Welcoming Baby! Welcome to the world my new sister Osian (pronounced O-shun like the body of water)! We love you!!! ♥️ Photo: @chrissbrenner Uma publicação compartilhada por Ever Gabo Anderson (@evergaboanderson) em 2 de Fev, 2020 às 1:39 PST

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    Stephen King deleta conta no Facebook em protesto contra fake news

    4 de fevereiro de 2020 /

    O escritor Stephen King surpreendeu seus seguidores nas redes sociais ao anunciar que está deixando o Facebook. O famoso autor de clássicos do terror moderno, como “O Iluminado” e “It: A Coisa”, disse que estava se sentindo desconfortável com a quantidade de fake news espalhadas em sua timeline pela rede social de Mark Zuckerberg, bem como pela falta de segurança transmitida pelo serviço. “Estou saindo do Facebook. Não me sinto confortável com a enxurrada de informações falsas permitidas em sua política de publicidade, nem estou confiante em sua capacidade de proteger a privacidade de seus usuários. Siga-me (e Molly, também conhecida como A Coisa do Diabo) no Twitter, se quiserem”, escreveu, em sua despedida. Ao contrário do Twitter e do Spotify, que decidiram banir todo o tipo de anúncios políticos, ou do Snapchat, que faz verificação das informações transmitidas, o Facebook não anunciou medidas do tipo. Em vez disso, Mark Zuckerberg insistiu, em dezembro passado, na defesa do direito de qualquer um espalhar as mentiras que quiser. Segundo ele, “as pessoas devem ser capazes de julgar por si mesmas o caráter dos políticos”, comparando o veto aos anúncios e posts mentirosos à censura. O discurso deve mudar se outros influenciadores seguirem o gesto de Stephen King.

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    Kleber Mendonça Filho vai integrar o júri do Festival de Berlim 2020

    4 de fevereiro de 2020 /

    O diretor brasileiro Kleber Mendonça Filho, de “Aquarius” e “Bacurau”, foi convidado a integrar o júri principal do Festival de Berlim 2020, responsável por escolher os melhores do evento e entregar o troféu Urso de Ouro ao vencedor da competição cinematográfica. Ele se junta ao ator britânico Jeremy Irons, presidente do comitê, e a outros cinco jurados anunciados nesta terça (4/2): a atriz franco-argentina Bérenice Bejo (de “O Artista” e “O Passado”), a produtora alemã Bettina Brokemper (parceira dos filmes de Lars von Trier, de “Dogville” a “A Casa que Jack Construiu”), a diretora palestina Annemarie Jacir (“Wajib – Um Convite de Casamento”), o diretor e roteirista americano Kenneth Lonergan (“Manchester à Beira Mar”) e o ator italiano Luca Marinelli (“Entre Tempos”). Este ano, Berlim vai deixar de entregar um prêmio, o Alfred Bauer, que reconhece o melhor filme que “abre novas perspectivas sobre a arte cinematográfica”. A decisão foi tomada após a imprensa alemã publicar acusações sobre o passado nazista de Bauer. Antes de se tornar o primeiro diretor do Festival de Berlim, de 1951 a 1976, ele teria trabalhado com Joseph Goebbels na máquina de propaganda nazista. Ainda não está claro se o prêmio será reintroduzido com um novo nome. Entre os 18 filmes que Kleber Mendonça Filho e seus colegas de júri avaliarão para a premiação está o brasileiro “Todos os Mortos”, dirigido por Marco Dutra (“As Boas Maneiras”) e Caetano Gotardo (“O que se Move”). A lista tem seis filmes dirigidos por mulheres, entre eles “First Cow”, da americana Kelly Reichardt, “The Roads Not Taken”, da inglesa Sally Potter, e “El Prófugo”, da argentina Natalia Meta. Outros candidatos de “pedigree” são “Undine”, do alemão Christian Petzold, “Siberia”, do americano Abel Ferrara, “The Woman Who Ran”, do sul-coreano Hong Sangsoo, “Irradiated”, do cambojano Rithy Panh, “There Is No Evil”, do iraniano “Mohammad Rasoulof”, e “Le Sel des Larmes” (The Salt of Tears), do veterano cineasta francês Philippe Garrel. O Festival de Berlim 2020 ocorrerá entre os dias 20 de fevereiro e 1º de março.

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    Shannen Doherty revela que está novamente com câncer

    4 de fevereiro de 2020 /

    A atriz Shannen Doherty revelou nesta terça (4/2) que terá que lutar novamente contra um câncer. Há três anos, ela anunciou que um tumor nos seios havia entrado em remissão após tratamento. Graças a isso, chegou a voltar ao trabalho, aparecendo na série “Riverdale” e estrelando o reencontro de atores de “Barrados no Baile”, produção que a tornou conhecida nos anos 1990 pelo papel de Brenda. Em entrevista ao programa “Good Morning America”, da rede ABC, a atriz de 48 anos contou que o novo tumor está em estágio 4, e que sabe do diagnóstico desde o ano passado, mas resolveu manter o sigilo. Ela não especificou o tipo de câncer que a ataca desta vez, dizendo apenas que resolveu compartilhar a informação porque se tornaria pública em questão de dias, devido a um processo que move contra a companhia de seguros State Farm. “Vai sair em questão de dias ou uma semana que eu tenho o estágio 4. Então, meu câncer voltou e é por isso que estou aqui. Não acho que tenha assimilado ainda. É uma pílula amarga para engolir de várias maneiras. Definitivamente, tenho dias em que digo ‘Por que eu?’. E então eu digo: “Bem, por que não eu? Quem mais? Quem mais ao meu lado merece isso?'”, disse. Doherty disse que trabalhou em “BH 90210”, o reencontro de “Barrados no Baile” do ano passado, em meio a seus problemas de saúde. Chorando, ela disse que decidiu se juntar ao elenco em parte para prestar homenagem ao falecido ator Luke Perry e ser um exemplo para outros que lutam contra doenças. “Eu pensei … as pessoas podem olhar para isso e dizer: ‘Oh meu Deus, sim. Ela pode trabalhar e outras pessoas no estágio 4 também podem trabalhar.’ Nossa vida não termina no minuto em que obtemos esse diagnóstico”, acrescentou. O estágio 4 é o mais avançado dos cinco estágios diagnosticados de câncer – começa com estágio 0, um tipo de displasia, e termina no 4, com metástase, ou seja, espalhado para outros órgãos ou todo o corpo. Veja o vídeo da revelação abaixo.

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    José Luis Cuerda (1947 – 2020)

    4 de fevereiro de 2020 /

    O cineasta José Luis Cuerda, diretor de clássicos do cinema espanhol como “Amanece Que No es Poco” (1989) e “A Língua das Mariposas” (1999), morreu nesta terça (4/2) em Mardi, aos 72 anos de idade. A notícia foi confirmada pela Academia de Cine, principal instituição cinematográfica do país europeu, mas a causa da morte não foi anunciada. Em sua carreira, Cuerda desenvolveu obras dramáticas impactantes, que por vezes adentravam o terreno do filme de gênero, com fantasias sobrenaturais, e participação constante de crianças entre os protagonistas. Foi o caso, por exemplo, de seu primeiro grande sucesso nos cinemas espanhóis, “El Bosque Animado” (1987), uma fantasia baseada no romance homônimo de Wenceslao Fernández Flórez, que ganhou cinco prêmios Goya (o “Oscar espanhol”), incluindo o de Melhor Filme, e chegou a ser indicada ao troféu de filme europeu do ano da Academia Europeia de Cinema. Já seu filme mais conhecido no mercado internacional foi um drama bastante realista, “A Língua das Mariposas”, história emocionante sobre um menino e seu professor durante a guerra civil espanhola dos anos 1930, que rendeu a Cuerda o Goya de Melhor Roteiro. O sucesso de suas obras permitiu que se lançasse como produtor e ajudasse a lançar a carreira de outro cineasta talentoso e importante do cinema espanhol fantástico. Cuerda produziu “Morte ao Vivo” (Tesis, 1996), o tenso e excelente primeiro filme de Alejandro Amenábar, e seguiu parceiro do diretor em seus dois clássicos seguintes, “Preso na Escuridão” (Abre los Ojos, 1997), que ganhou remake estrelado por Tom Cruise (“Vanilla Sky”), e o célebre terror “Os Outros” (2001), estreia em inglês de Amenábar, protagonizado por Nicole Kidman. O próprio Cuerda, porém, nunca fez a transposição de sua carreira para Hollywood. Preferiu firmar aliança com o cinema argentino, por meio de “A Educação das Fadas” (2006), estrelado por Ricardo Darín. Seus último grande filme foi “Los Girasoles Ciegos” (2008), que também lhe rendeu um Goya de Roteiro, além de um troféu de Direção no Festival de Cartagena. Ele lançou mais três longas depois disso, um deles documentário, encerrando a carreira com “Tiempo Después”, lançado em 2018.

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  • Filme

    Estrelas de Aves de Rapina dão dicas para curtir o carnaval como personagens de quadrinhos

    4 de fevereiro de 2020 /

    As estrelas de “Aves de Rapina: Arlequina e Sua Emancipação Fantabulosa” gravaram um vídeo especialmente para o Brasil, onde arriscam um pouco de português e dão dicas de como curtir o carnaval como suas personagens dos quadrinhos – com muito glitter e roupas “emprestadas”. O vídeo foi gravado por Margot Robbie (a Arlequina), Jurnee Smollett-Bell (Canário Negro), Mary Elizabeth Winstead (Caçadora), Ella Jay Basco (Cassandra Cain) e Rosie Perez (Renee Montoya). Na trama, suas personagens se aliam para enfrentar os vilões interpretados por Ewan McGregor (Máscara Negra) e Chris Messina (Victor Zsasz). Escrito por Christina Hodson (“Bumblebee”) e dirigido pela chinesa Cathy Yan (“Dead Pigs”), “Aves de Rapina” estreia nesta quinta (6/2) no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Fevereiro chegou e trouxe duas coisas fantabulosas: Carnaval e #AvesDeRapina. Confira as dicas que o elenco do filme preparou para aproveitar ao máximo essa festa! #AvesDeRapina, 6 de fevereiro nos cinemas. Compre já seu ingresso. pic.twitter.com/nbHEYIxtEe — Warner Bros. Pictures Brasil (@wbpictures_br) February 3, 2020

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  • Série

    Sebastian Stan revela nova foto da série do Falcão e o Soldado Invernal

    3 de fevereiro de 2020 /

    O ator Sebastian Stan divulgou uma nova foto da série “Falcon and the Winter Soldier” (Falcão e Soldado Invernal) em seu Instagram. A imagem remete a uma cena vista no comercial das séries da Marvel na plataforma Disney+ (Disney Plus), exibido no domingo (2/2) durante o intervalo do Super Bowl nos EUA (e que pode ser visto aqui também). A trama de “Falcão e o Soldado Invernal” está a cargo do roteirista Malcolm Spellman (da série “Empire”) e, além dos dois Vingadores do título, interpretados por Anthony Mackie (Falcão) e Stan (Soldado Invernal), também traz Emily Van Camp de volta ao papel de Sharon Carter, que ela interpretou em dois filmes do Capitão América, e Daniel Brühl, que retoma a identidade de Barão Zemo, vilão responsável pelos eventos de “Capitão América: Guerra Civil”. A principal novidade no elenco central fica por conta da participação de Wyatt Russell (“Operação Overlord”) como John Walker, o Agente Americano (U.S. Agent). A série deve ser lançada ainda este ano na Disney+ (Disney Plus), com episódios assinados por Kari Skogland, diretora premiada de episódios de “The Handmaid’s Tale”, “The Walking Dead” e “The Americans”. Ver essa foto no Instagram #TheFalconAndTheWinterSoldier @disneyplus 📸: @chuckzlotnick Uma publicação compartilhada por Sebastian Stan (@imsebastianstan) em 3 de Fev, 2020 às 7:16 PST

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  • Série

    Spinning Out é cancelada pela Netflix

    3 de fevereiro de 2020 /

    Mais uma série foi cancelada pela Netflix. “Spinning Out” não terá 2ª temporada. A decisão se tornou pública um mês após o lançamento dos 10 episódios inaugurais – e finais – da série, que chegaram à plataforma em 1 de janeiro. A série trazia a atriz inglesa Kaya Scodelario (“Maze Runner”, “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”), que é filha de brasileira, como uma atleta no competitivo mundo da patinação no gelo. Prestes a desistir do esporte após uma desastrosa queda, que fez com que perdesse uma competição importante, ela decide passar para a categoria de duplas, com um patinador “bad boy” que não consegue arranjar um par. O elenco ainda destacava January Jones (“Mad Men”) como a mãe da protagonista, Willow Shields (“Jogos Vorazes”) como sua irmã e Evan Roderick (“Arrow”) como o “bad boy” da patinação. “Spinning Out” foi criada por Samantha Stratton (“The Arrangement”), que teve carreira como patinadora, em coprodução com Lara Olsen (“A Bela e a Fera”). Vale destacar, ainda, que a série ganhou uma das “traduções” mais bizarras da seleção de bizarrices da Netflix Brasil. “Spinning Out” foi lançada no Brasil com o título “nacional” de “Spin Out”! É sério. Será que foi cancelada porque pesquisas de “Spinning Out” resultavam em série inexistente? Não deve ser possível.

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  • Etc

    Governo Bolsonaro acusa diretora de Democracia em Vertigem de “denegrir” o Brasil

    3 de fevereiro de 2020 /

    O governo Bolsonaro decidiu atacar a cineasta Petra Costa em seus canais oficiais. A Secretaria de Comunicação da Presidência da República (Secom) acusou a cineasta do documentário “Democracia em Vertigem”, indicado ao Oscar 2020, de “denegrir uma nação” diante da mídia dos EUA. Em um série de posts do Twitter, em inglês e português, a Secom sustenta que a cineasta “assumiu o papel de militante anti-Brasil e está difamando a imagem do País no exterior”, “sem respeito por sua Pátria e seu povo”, por denunciar, em entrevistas, o perfil autoritário do governo, seus ataques a minorias, desmandos na área de meio-ambiente e os reflexos da eleição passada no aumento dramático no número de mortes em ações policiais. “É incrível que uma cineasta possa criar uma narrativa cheia de mentiras e prognósticos absurdos a fim de denegrir uma nação só porque não aceita o resultado das eleições”, diz um dos tuítes da Secom, que busca desmentir pontualmente as “fake news” da diretora, criando sua própria versão dos fatos. Leia abaixo toda a narrativa oficial – que ignora dados como recordes de desmatamentos, pressão mundial para início de trabalhos de defesa ambiental, acusação leviana do presidente contra ONGs, que envolveram ataques gratuitos até ao ator Leonardo DiCaprio, projetos para garimpagem e atividades agropecuárias em terras indígenas, sem esquecer a situação catastrófica de poluição litorânea, além das tentativas de aprovar leis que isentam de punição militares e policiais, e descriminalizar a letalidade em ação policial (autos de resistência). O vídeo que acompanha os tuítes é ainda mais parcial, chegando a afirmar que “o governo federal não fez nenhuma ação contra direitos de minorias”. O presidente só disse publicamente que “não fazia sentido” incentivar filmes e séries de temática LGBTQIA+, afirmando que ia “mandar pro pau” projetos do gênero, o que levou à derrubada de um edital. Também esteve por trás de censura explícita e demissão de quem autorizou publicidade estatal com LGBTQs+ e da notória proibição de manifestações artísticas sobre diversidade sexual em centros culturais ligados a estatais. “Nenhuma ação”? A votação do Oscar se encerra nas próximas horas (em 4/2), mas o governo brasileiro, que até então não tinha ajudado a única representante do cinema nacional que disputa a premiação, acabou prestando grande serviço, ao fazer propaganda gratuita de última hora. O ataque acaba materializando um forte motivo para os votantes optarem pelo filme de Petra Costa, em repúdio a mais uma manifestação contra o trabalho de artistas feita oficialmente pela administração de Bolsonaro. A campanha anti-Petra se dá em função de a cineasta ter ganhado grande visibilidade com a indicação ao Oscar e estar no centro da mídia americana, dando diversas entrevistas em que denuncia o crescente autoritarismo do governo. Claramente sem perceber a ironia, o ataque da Secom apenas confirma o diagnóstico da diretora para o mundo inteiro – ainda escandalizado ao descobrir que o Brasil tinha um secretário de Cultura simpatizante do nazismo. Ninguém nega, nem a própria Petra, que “Democracia em Vertigem” faz uma retrospectiva de um ponto de vista pessoal – e assumidamente petista – dos eventos recentes da política brasileira, com ênfase no impeachment de Dilma Rousseff. Trata-se de uma peça da guerra de narrativas políticas. Há outra, feita pelo MBL, chamado “Não Vai Ter Golpe”, que conta versão diferente. E democracia é exatamente isso, a convivência entre diferenças de perspectivas. Quem tem bom-senso sabe que a parcialidade faz parte desse jogo. Entretanto, não vem à lembrança outro caso em que o governo de um país democrático – a Rússia não se enquadra – tenha denunciado um cineasta como anti-patriota por conta de críticas políticas, como a Secom acaba de fazer. Vale considerar que, se criticar um presidente fosse “denegrir uma nação”, Bolsonaro seria um dos maiores anti-patriotas da história do Brasil. Não só atacou os governos petistas como votou pelo Impeachment de Dilma Rousseff. Mas ele se considera o maior patriota de todos. E tem seu direito constitucional garantido de criticar presidentes passados, porque um nação democrática não se confunde com seus governantes. Quando a crítica ao governo passa a ser considerado antipatriotismo, a declarada saudade da ditadura do presidente sai do terreno das ideologias para se materializar com a força de uma ação oficial. Nesse sentido, é interessante reparar ainda na escolha de palavras da Secom. “Denegrir” é o termo mais politicamente incorreto que poderia ter sido usado na situação. Sua inclusão ajuda a aprofundar o intertexto, num vislumbre da mente dos responsáveis pelo ataque oficial, que ainda chamam negros brasileiros de afro-americanos. Só que afro-americano é um termo que identifica exclusivamente afro-descendentes nos EUA – e não no Brasil. Ou seja, se a discussão for racismo no governo, a Secom contribuiu apenas para piorar o quadro. Para completar, ressalte-se que a Secom está atualmente envolvida num escândalo político, graças às denúncias sobre a atuação de seu chefe, Fábio Wajngarten, suspeito de peculato (subtração ou desvio, por abuso de confiança, de dinheiro público), advocacia administrativa (patrocinar, direta ou indiretamente, interesse privado perante a administração pública) e quebra do princípio da impessoalidade na administração (colocar interesses pessoais acima do interesse público), que estão sendo investigadas pelo MPF (Ministério Público Federal) e pelo TCU (Tribunal de Contas da União). Nos Estados Unidos, a cineasta Petra Costa assumiu o papel de militante anti-Brasil e está difamando a imagem do País no exterior. Mas estamos aqui para mostrar a realidade. Não acredite em ficção, acredite nos fatos. pic.twitter.com/NLnf8gA87c — SecomVc (@secomvc) February 3, 2020 Filmmaker Petra Costa played the role of an anti-Brazil activist and tarnished the country's image abroad with a series of fake news in an interview on American television. pic.twitter.com/jRxCGqLoAo — SecomVc (@secomvc) February 3, 2020 It is unbelievable that a filmmaker can create a narrative full of lies and absurd forecasts in order to denigrate a nation just because she does not accept the result of elections. — SecomVc (@secomvc) February 3, 2020 Quanto ao suposto excesso de letalidade das forças policiais do Rio de Janeiro, é importante lembrar que essa é uma responsabilidade do Governo do Estado do Rio de Janeiro. — SecomVc (@secomvc) February 3, 2020 O presidente @jairbolsonaro já reforçou o compromisso brasileiro com o Meio Ambiente e a preservação da Amazônia em discurso na ONU e com ações efetivas. A criação do Conselho da Amazônia e da Força Nacional Ambiental são duas delas. — SecomVc (@secomvc) February 3, 2020 O @MMeioambiente lançou o Pacto pelo Ambientalismo de Resultado: incluir para preservar. O resultado: combate ao desmatamento ilegal na Amazônia e tolerância zero com os desmatadores. — SecomVc (@secomvc) February 3, 2020

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    Pluto TV: Plataforma gratuita de filmes, séries e variedades chega à América Latina em março

    3 de fevereiro de 2020 /

    A ViacomCBS anunciou que vai lançar sua plataforma gratuita de streaming Pluto TV nos países da América Latina no final de março. O anúncio foi feito em evento para imprensa nesta segunda (3/2), um ano após o conglomerado de comunicação americano adquirir a PlutoTV por US$ 340 milhões. O Brasil, porém, terá que esperar um pouco mais. A expectativa é que o serviço seja disponibilizado em português até o final do ano. Ao contrário da franqueza da WarnerMedia em relação ao HBO Max, a ViacomCBS não cita questões relacionadas à economia e à legislação brasileira por trás de sua decisão de adiar o lançamento no país. Mas esse “atraso” também pode ter motivação política. De forma diferente dos serviços de streaming mais populares, como Amazon, Netflix, Globoplay e Apple+, o uso da PlutoTV é gratuito. Em vez de assinaturas, seu modelo de negócios é baseado na venda de anúncios, que o usuário é obrigado a assistir em seus vídeos. Atualmente, a Pluto TV tem cerca de 20 milhões de usuários mensais nos Estados Unidos e desde setembro, quando iniciou sua expansão mundial, também opera na Europa. O lançamento na América Latina vai disponibilizar 24 canais gratuitos de filmes, séries, variedades, desenhos e programação ao vivo. Mas o planejamento é chegar a quase 100 no final de 2020 – junto com a provável estreia no Brasil. O conteúdo vem, primordialmente, das empresas do conglomerado, como os estúdios de cinema Paramount e DreamWorks Animation, os canais pagos MTV, Nickelodeon, E!, Bravo, Comedy Central e as redes CBS e Sky, mas também de parcerias com terceiros, como a rede BBC, os estúdios MGM e Sony Pictures e os canais pagos NBC News e Fox Sports. Além disso, no Brasil, a Viacom é sócia do grupo Porta dos Fundos. O acesso à plataforma será disponibilizada por três meios: por aplicativo (iOS e Android), pelo site da empresa e também no menu de canais das operadoras de TV paga. Vale lembrar que a ViacomCBS também possuiu uma plataforma de streaming com modelo de assinatura, a CBS All Access, que tem programação exclusiva e, por enquanto, continua restrita ao público americano.

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  • Série

    I Am Not Okay with This: Série teen com astros de It – A Coisa ganha primeiro teaser

    3 de fevereiro de 2020 /

    A Netflix divulgou o primeiro teaser de “I Am Not Okay with This”, série teen estrelada por Sophia Lillis e Wyatt Oleff (a Beverly e o Stanley de “It: A Coisa”). A prévia mostra justamente um encontro constrangedor dos dois a caminho da escola. De quebra, revela como os dois atores adolescentes mudaram fisicamente em três anos, mas mantém os mesmos cortes de cabelo. A série adapta os quadrinhos homônimos de Charles Forsman (autor de “The End of the F***ing World”), que giram em torno de Sydney (a personagem de Lillis), uma garota que está tentando passar pelo ensino médio enquanto lida com as complexidades de sua família, suas dúvidas sobre sexualidade e misteriosos superpoderes que começa a desenvolver. A adaptação tem roteiros de Christy Hall e direção de Jonathan Entwistle, justamente a dupla responsável pela versão live-action de “The End of the F***ing World”. O elenco ainda inclui os jovens atores Sofia Bryant (“The Good Wife”), Kathleen Rose Perkins (“You’re the Worst”), Aidan Wijtak-Hissong (“Falling Water”) e Richard Ellis (“Veronica Mars”). Com oito episódios de meia hora em sua 1ª temporada, “I Am Not Okay with This” chega na plataforma de streaming em 26 de fevereiro.

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  • Filme

    Hamilton: Disney anuncia o documentário mais caro de todos os tempos

    3 de fevereiro de 2020 /

    A Disney anunciou o lançamento de uma versão para o cinema do espetáculo da Broadway “Hamilton”, prevista para chegar às telas em outubro de 2021. Mas deixou de fora o detalhe mais importante da notícia. Segundo apurou o site Deadline, a aquisição dos direitos de exibição foi a mais cara de todos os tempos, girando em torno de US$ 75 milhões. Se esse preço for real, será mesmo um negócio nunca visto. Porque o “filme” nada mais é que um registro da peça, feito durante três noites consecutivas no final da temporada do elenco original. Trata-se, sim, de um documentário da montagem teatral no palco do Richard Rodgers Theatre, apenas incrementado por takes alternativos gravados com o teatro vazio – feitos com o objetivo de multiplicar os ângulos e dar uma aparência mais “cinematográfica” à edição de imagens – , de modo a evitar a aparência tediosa de “teatro filmado”. O custo ficou tão elevado porque os direitos foram disputados com concorrentes de peso, inflacionando o valor dos direitos da obra de Lin-Manuel Miranda, vencedora de 11 prêmios Tony em 2016, além do Prêmio Pulitzer de Drama. Entretanto, é justo constatar que, por esse orçamento, seria possível realizar uma adaptação inédita, exclusiva e superproduzida do mesmo musical. Afinal, a Universal recusou produzir a adaptação cinematográfica de “Em um Bairro de Nova York”, outra obra de Miranda, pelo orçamento chegar em US$ 30 milhões. A Warner, que acabou realizando a adaptação, pagou os direitos e a filmagem completa por cerca de US$ 20 milhões, o que incluiu o salário do próprio Miranda como ator. O filme “Em um Bairro de Nova York” – não o registro documental da peça – estreia em junho. O diretor Tommy Kail dirigiu a versão teatral e o filme de “Hamilton”, que será lançado nos cinemas em 15 de outubro de 2021 – antes de encontrar seu inevitável lar na plataforma Disney+ (Disney Plus). Disney presents: Hamilton. With The Original Broadway Cast. Filmed onstage at The Richard Rodgers Theatre. In A Theater Near You.October 15, 2021. #Hamilfilm pic.twitter.com/08YP6CTbF8 — Walt Disney Studios (@DisneyStudios) February 3, 2020

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  • Filme

    Turma da Mônica: Isabelle Drummond será versão live-action da Tina

    3 de fevereiro de 2020 /

    A atriz Isabelle Drummond entrou na Turma da Mônica. Apesar de não ser a mesma criança que estreou no cinema há 20 anos, em “Xuxa Popstar” (2000), ou que viveu Emília no “Sítio do Pica-Pau Amarelo” (2001-2005), ela vai interpretar uma personagem importante dos quadrinhos infantis criados por Mauricio de Sousa no próximo filme da franquia. Isabelle será Tina, a primeira adolescente a ter aventuras próprias no universo dos quadrinhos da Mônica. Quando foi criada por Mauricio de Sousa em 1964, Tina ainda era uma pré-adolescente com visual hippie e cheia de gírias, e foi a personagem que mais mudou com a passagem do tempo. Para começar, já nos anos 1970 cresceu vários centímetros e transformou-se em seu oposto, como uma adolescente vaidosa. Ela continuou crescendo, no ritmo lento dos quadrinhos, até chegar aos dias atuais como jovem adulta de 22 anos, formada em Jornalismo. Tina vai estrear em live-action em “Turma da Mônica: Lições”, a continuação de “Turma da Mônica: Laços”, filme que deu carne e osso para Mônica, Cebolinha, Cascão e Magali. O segundo longa vai levar a Turma da Mônica para a escola e voltará a reunir o elenco de “Laços”, Giulia Benite (Mônica), Kevin Vechiatto (Cebolinha), Laura Rauseo (Magali) e Gabriel Moreira (Cascão). Assim como o anterior, a continuação também é baseada numa graphic novel dos irmãos Lu e Vitor Cafaggi. Em “Lições”, os quatro amigos esquecem de fazer as lições da escola e têm que encarar as consequências, que não são poucas. A nova jornada valorizará ainda mais a amizade desta turma. O elenco também volta a trazer Monica Iozzi, como Dona Luísa, e Paulo Vilhena, vivendo Seu Cebola, além de introduzir Malu Mader (“Haja Coração”) como a professora das crianças. As filmagens acontecem até a semana que vem na cidade de Poços de Caldas, em Minas Gerais, mas a data de estreia ainda não foi marcada.

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