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    Diretor do novo 007 vai transformar O Último dos Moicanos em série

    8 de janeiro de 2020 /

    O cineasta Cary Joji Fukunaga, que está a frente do vindouro “007 – Sem Tempo para Morrer”, já definiu seu próximo projeto. Ele vai adaptar “O Último dos Moicanos”, obra clássica de James Fenimore Cooper, passada durante as guerras indígenas do século 18 na América do Norte, numa série para a plataforma HBO Max. “O Último dos Moicanos” tem sido filmado desde o cinema mundo. A versão mais recente de cinema foi lançada em 1992, dirigida por Michael Mann e estrelada por Daniel Day-Lewis. A trama acompanha a história de duas irmãs, Cora e Alice Munro, filhas de um comandante inglês, que viajam por território selvagem para se juntar ao pai. Nessa perigosa jornada, ambas são acompanhadas pelo mestiço Hawkeye e os seus companheiros, Chingachgook e Uncas, os últimos sobreviventes da tribo dos moicanos. A história destaca um romance improvável entre Cora e um de seus companheiros de viagem, mas tem fim trágico, após suas vidas serem ameaçadas por Mangua, um índio huron traidor, que captura as irmãs, querendo se vingar dos homens brancos que o viciaram em whisky e o fizeram cair em desgraça. Por coincidência, Wes Studi, intérprete de Mangua, é um dos homenageados do Oscar 2020 pelas realizações de sua carreira. Ele será o primeiro ator indígena a receber esse reconhecimento. Fukunaga escreveu o roteiro da nova adaptação em parceria com Nicholas Osborne (produtor de “Lembranças”), mas não vai dirigir a série. O piloto será comandado por Nicole Kassell, experiente no universo das séries – assinou episódios de “The Killing”, “Better Call Saul”, “The Americans”, “The Leftovers” e “Watchmen”. Ainda não há previsão para a estreia da atração. Já a HBO Max será lançada em maio nos EUA.

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  • Filme

    Ator de Sense8 entra em Matrix 4

    8 de janeiro de 2020 /

    O ator alemão Max Riemelt, que viveu Wolfgang na série “Sense8”, juntou-se ao elenco de Matrix 4. Ele próprio revelou a novidade em sua conta no Instagram. Veja abaixo. Ele não é o único integrante de “Sense8” na produção. Toby Onwumere, intérprete de Capheus na 2ª temporada, também faz parte do elenco. A continuação também terá as voltas de Keanu Reeves como Neo e Carrie-Anne Moss na pele de Trinity. Curiosamente, os dois personagens morreram em “Matrix Revolutions” (2003). Além deles, Jada Pinkett Smith negocia retornar como Niobe, uma das líderes da rebelião de Zion contra as máquinas. E as novidades confirmadas incluem Jessica Henwick (“Punho de Ferro”), Neil Patrick Harris (“Desventuras em Série”), Jonathan Groff (“Mindhunter”) e Yahya Abdul-Mateen II (“Watchmen”). A história foi escrita por Aleksandar Hemon (roteirista de “Sense8”) e David Mitchell (autor do livro que virou “A Viagem”) em parceria com Lana Wachowski, que criou “Matrix” com a irmã Lilly, na época em que ambas eram “irmãos”. Desta vez, Lana é a única Wachowski envolvida no projeto. Ela também vai assinar a direção, completando uma separação da irmã que se iniciou na produção de “Sense8”. A trama do “Matrix” original passava-se no futuro, após uma Inteligência Artificial dominar o mundo. A maioria das pessoas, no entanto, vive sem saber disso, habitando uma “simulação” virtual do planeta antes do apocalipse. Porém, alguns conseguem se libertar e o hacker Neo (Reeves) é escolhido para se “desplugar” deste universo virtual e liderar uma revolução contra os computadores e robôs que escravizaram a humanidade. O filme de 1999 foi revolucionário por suas metáforas, que combinavam metafísica e sci-fi, mas também por suas cenas de ação, que introduziram o wire fu (o kung fu voador) e o feito “time bullet” (câmera lenta do ponto de vista de uma bala) no cinema ocidental. Fez tanto sucesso que ganhou duas continuações, que entretanto não tiveram a mesma repercussão, chegando a decepcionar os fãs da franquia. As filmagens do quarto longa devem começar nos primeiros meses de 2020. Ver essa foto no Instagram #matrix4 #happy #newmovie Uma publicação compartilhada por Max Riemelt (@maxriemelt) em 7 de Jan, 2020 às 12:11 PST

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  • Série

    Willow: Roteirista anuncia começo de trabalho na série derivada do filme dos anos 1980

    8 de janeiro de 2020 /

    O roteirista Jonathan Kasdan revelou no Twitter que já começou a trabalhar na série de “Willow”, produção da plataforma do Disney+ (Disney Plus) que adapta a clássica Sessão da Tarde “Willow: Na Terra da Magia” (1988), do diretor Ron Howard. “O escritório está aberto”, escreveu Kasdan, compartilhando a foto de um chapéu estampado com a imagem do personagem-título. Para quem não lembra, o filme original era centrada no anão Willow Ufgood (Warwick Davis), que relutantemente é forçado a proteger um bebê caçado pela Rainha Bavmorda (Jean Marsh). Uma profecia dizia que a criança traria a queda da rainha do mal. E para cumprir sua missão, Willow acaba sendo ajudado por um espadachim mercenário (Val Kilmer), que cruza seu caminho. O projeto é da Lucasfilm, para quem Howard dirigiu recentemente “Han Solo: Uma História Star Wars”. Vale lembrar que “Willow” foi escrito por ninguém menos que George Lucas. Durante uma participação no podcast “Happy Sad Confused”, da MTV, Howard disse que é produtor da série e que seus planos incluíam trazer de volta o ator Warwick Davis, intérprete original de Willow, para reprisar o seu papel. A ideia seria mostrar um Willow maduro, já que ele era muito jovem na trama original. “Warwick é tão legal e ele é tão bom ator que eu realmente espero que tenhamos a chance de ver o Willow maduro em ação”, disse Howard. O projeto será sua segunda parceria com o roteirista Jonathan Kasdan, que escreveu, justamente, “Han Solo: Uma História Star Wars” junto de seu pai, o célebre Lawrence Kasdan (roteirista de “O Império Contra-Ataca”, “O Retorno de Jedi” e “Os Caçadores da Arca Perdida”). Ainda não existe uma previsão de estreia para a série. The office is open. pic.twitter.com/wty5ENi3He — Jon Kasdan (@JonKasdan) January 6, 2020

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  • Série

    12ª temporada de Doctor Who estreia no Brasil ainda neste mês

    8 de janeiro de 2020 /

    A Globoplay anunciou que a 12ª temporada de “Doctor Who”, vai estrear na plataforma no dia 31 de janeiro, um mês após seu lançamento no Reino Unido e nos EUA. O serviço de streaming da Globo informa ainda que a disponibilização dos episódios será realizada de maneira tradicional, com a liberação de um capítulo novo por semana. Produzida pela rede BBC, a atual fase de “Doctor Who” estreou em 1º de janeiro no exterior. A 12ª temporada do revival (iniciado em 2005) também é a segunda a trazer Jodie Whittaker no papel principal.

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  • Filme

    Pelo segundo ano, Oscar não terá apresentador fixo

    8 de janeiro de 2020 /

    A cerimônia de premiação do Oscar será realizada pela segunda vez consecutiva sem um apresentador fixo. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (8/1) por Karen Burke, presidente da rede ABC, responsável pela transmissão oficial do evento nos Estados Unidos. Burke explicou, durante um evento da TCA (Associação de Críticos de TV dos EUA), que a decisão foi tomada em conjunto com a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, que entrega as estatuetas aos melhores do ano, após considerarem que a cerimônia sem um apresentador principal “funcionou no ano passado”, e por isso a estratégia seria repetida. A decisão de realizar a cerimônia de 2019 sem apresentador não foi programada, mas consequência de circunstâncias. Originalmente, o evento seria apresentado pelo comediante Kevin Hart (“Jumanji”), mas ele desistiu em meio a uma controvérsia sobre comentários homofóbicos que havia feito no Twitter. Considerando a falta de tempo para realizar uma troca, os produtores realizaram a primeira edição do Oscar sem um apresentador principal em 30 anos. Graças a essa iniciativa, o evento se tornou mais enxuto, com menor duração e seu nível de audiência subiu levemente em relação a 2018, atingindo quase 30 milhões de espectadores. O que não chegou a ser muito comemorado porque também foi a segunda audiência mais baixa da história da transmissão, superando apenas, justamente, 2018. A 92ª edição do Oscar será realizada em 9 de fevereiro no Teatro Dolby, em Los Angeles, com transmissão ao vivo no Brasil pelos canais Globo e TNT. Este ano, a cerimônia não vai cair no carnaval, mas quem acompanha pela TV aberta não deve esperar uma (rara) transmissão integral, já que a Globo paga uma fortuna pelos direitos da premiação dos astros de Hollywood, mas tradicionalmente prefere exibir o Big Brother Brasil no horário.

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  • Filme

    Censura: Desembargador do Rio manda Netflix tirar do ar o Especial de Natal do Porta dos Fundos

    8 de janeiro de 2020 /

    O TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro) determinou nesta terça-feira (7/10) que a plataforma de streaming Netflix retire do ar o Especial de Natal do Porta dos Fundos, intitulado “A Primeira Tentação de Cristo”. A decisão liminar foi concedida pelo desembargador Benedicto Abicair, da Sexta Câmara Cível do TJ-RJ, a pedido da Associação Centro Dom Bosco de Fé e Cultura, uma entidade conservadora católica, que já tinha entrado com um pedido anterior de censura na justiça carioca, devidamente rechaçado. O desembargador justificou a medida “para acalmar os ânimos”, uma nova modalidade de interpretação da lei. Após ter sua sede atacada por uma célula terrorista de direita, submeter o grupo de humoristas à censura foi a solução encontrada por Abicair “para acalmar os ânimos”. Serve como dica para outras organizações de extrema direita: molotov já é considerado um instrumento para proteger a “sociedade brasileira”. Na decisão, Abicair diz que o pedido para retirar do ar o programa é “mais adequado e benéfico, não só para a comunidade cristã, mas para a sociedade brasileira, majoritariamente cristã, até que se julgue o mérito do agravo”. Segundo o desembargador, o Ministério Público do Rio se manifestou favoravelmente à decisão, em razão do que definiu como “abuso do direito de liberdade de expressão através do deboche e do escárnio com a fé cristã”. Não ficou nisso. O desembargador também criticou a forma como os comediantes do Porta dos Fundos se manifestaram após a repercussão do especial de Natal. Segundo Abicair, eles agiram com “agressividade e deboche”. “Destaco, ainda, que a primeira Agravada não foi centrada e comedida ao se manifestar, nas redes sociais, conforme transcrito nas razões da ora Agravante, pois, ao meu ver, poderiam justificar sua ‘obra’ através de dados técnicos e não agindo com agressividade e deboche. Maior comedimento possibilitaria, talvez, debate em nível mais elevado, sem ferir, acintosamente, suscetibilidades”, afirmou, acrescentando que “toda ação provoca uma reação”, numa aparente alusão ao ataque à sede da produtora no Rio. Difícil entender de outra forma que não uma defesa do ataque terrorista contra o Porta dos Fundos. Benedicto Abicair também mandou a Netflix suspender trailers, making of, propagandas “ou qualquer alusão publicitária ao filme”, numa decisão frontalmente oposta a da juiza Adriana Sucena Monteiro Jara Moura, da 16ª Vara Cível do Rio de Janeiro, que em dezembro negou o mesmo pedido de censura da Associação Centro Dom Bosco, com base no mesmo parecer do Ministério Público – assinado pela promotora Barbara Salomão Spier. Em outras palavras, o mesmo caso foi julgado duas vezes com resultados opostos. Ou melhor, três vezes. O centro Dom Bosco recorreu da decisão de Adriana Moura, mas o desembargador de plantão confirmou o entendimento da juíza e não concedeu a liminar para tirar o especial do Porta dos Fundos do ar. Com o fim do recesso no Tribunal de Justiça do Rio, o processo foi distribuído para Abicair, que tomou a terceira decisão sobre o caso, a única diferente – e radical. Vale lembrar a decisão da juíza original, que desmontou o argumento do “abuso do direito de liberdade de expressão”, lembrando os limites previstos na legislação e a jurisprudência constitucional do STF (Supremo Tribunal Federal), “a quem compete interpretar e salvaguardar nossa Constituição, seus princípios e garantias”. Ela ponderou “os limites da liberdade de expressão em contraposição a outros direitos de igual hierarquia jurídica, como os da inviolabilidade da honra e da imagem”, que são previstos em lei, para concluir que “somente deva ser proibida a exibição, publicação ou circulação de conteúdo, em verdadeira censura”, de conteúdo “que possa caracterizar ilícito, incitando a violência, a discriminação, a violação de direitos humanos, em discurso de ódio”. “Ao assistir ao filme podemos achar que o mesmo não tem graça, que se vale de humor de mau gosto, utilizando-se de expressões grosseiras relacionadas a símbolos religiosos. O propósito de muitas cenas e termos chulos podem ser questionados e considerados desnecessários, mesmo dentro do contexto artístico criado com a paródia satírica religiosa. Contudo, há que se ressaltar que o juiz não é crítico de arte e, conforme já restou assente em nossa jurisprudência, não cabe ao Judiciário julgar a qualidade do humor, da sátira, posto que matéria estranha às suas atribuições”, avaliou a juíza. Adriana Sucena Monteiro Jara Moura ainda considerou a hipótese de ataque à liberdade religiosa, afirmando não ter constatado “a ocorrência de qualquer ilícito, nem mesmo o do tipo previsto no artigo 208 do Código Penal”, que prevê crimes contra o sentimento religioso. “Também não verifiquei violação aos Direitos Humanos, incitação ao ódio, à discriminação e ao racismo, sendo que o filme também não viola o direito de liberdade de crença, de forma a justificar a censura pretendida”, acrescentou. A juíza também citou que este foi o mesmo “entendimento do Juiz do Tribunal de Justiça de São Paulo, José Zoega Coelho, ao decidir caso análogo em referência ao ‘Especial de Natal’ do mesmo grupo humorístico, exibido em 23 de dezembro de 2013, determinando, em acolhimento ao parecer Ministerial, o arquivamento de Representação Criminal e que à época foi amplamente noticiado nas mídias”. Ela concluiu dizendo que “o filme controverso está sendo disponibilizado para exibição na plataforma de streaming da ré Netflix, para os seus assinantes. Ou seja, não se trata de exibição em local público e de imagens que alcancem àqueles que não desejam ver o seu conteúdo. Não há exposição a seu conteúdo a não ser por opção daqueles que desejam vê-lo. Resta assim assegurada a plena liberdade de escolha de cada um de assistir ou não ao filme e mesmo de permanecer ou não como assinante”. O contraste com a decisão de Benedicto Abicair não poderia ser mais gritante. Mas há apenas dois anos o desembargador pensava exatamente como a juíza. “Não vejo como, em uma democracia, censurar o direito de manifestação de quem quer que seja. Gostar ou não gostar. Querer ou não querer, aceitar ou não aceitar. Tudo é direito de cada cidadão, desde que não infrinja dispositivo constitucional ou legal”, escreveu o desembargador em novembro de 2017. A diferença? Na ocasião, ele defendia o direito de Jair Bolsonaro ser homofóbico, após dar declarações controversas em outro programa humorístico, o “CQC”. Foi derrotado, já que se tratava de situação enquadrada nos limites da lei – Moura listou os motivos acima – e Bolsonaro foi condenado a pagar R$ 150 mil a um fundo de defesa de direitos LGBQ+. Diante da polêmica, o ministro do STF Marco Aurélio Mello afirmou, ao colunista Bernardo Mello Franco do jornal O Globo, que a decisão de Abicair caracterizava censura e será derrubada pelos tribunais superiores. Para o ministro, a decisão de proibir o vídeo não tem amparo na Constituição. “É uma barbaridade. Os ares democráticos não admitem a censura”, afirmou.

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  • Série

    Ozark ganha teaser e data de estreia da 3ª temporada

    8 de janeiro de 2020 /

    A Netflix divulgou o teaser da 3ª temporada de “Ozark”, thriller criminal premiado no Emmy 2019 com os troféus de Melhor Atriz Coadjuvante e Direção. O vídeo não mostra cenas da trama, mas alude ao clima de riscos da próxima temporada, mostrando um croupier numa mesa de cassino, além de revelar a data de estreia em 27 de março. Criada por Bill Dubuque (roteirista de “O Contador”) e Mark Williams (diretor de “Um Homem de Família”), “Ozark” acompanha a família formada pelo contador Marty (Jason Bateman), sua mulher (Laura Linney) e seus filhos, que se mudam para uma região remota dos Estados Unidos após ele se envolver com um cartel do narcotráfico mexicano. O elenco também inclui Skylar Gaertner e Sofia Hublitz como os filhos do casal, além de Julia Garner, a vencedora do Emmy, como uma criminosa local que se associa a Marty. Além de estrelar, Bateman também é produtor e dirige vários episódios. Foi pelo trabalho no episódio de estreia da 2ª temporada, que ele levou o Emmy de Melhor Direção.

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    Locke & Key: Série de terror “amaldiçoada” ganha primeiro trailer legendado

    8 de janeiro de 2020 /

    A Netflix divulgou oito fotos e o primeiro trailer legendado da série “Locke & Key”, baseada nos quadrinhos homônimos de Joe Hill, filho do escritor Stephen King. A prévia marca o fim da maldição que impedia a produção de sair do papel. O detalhe é que a prévia não é muito assustadora, especialmente quando comparada à “A Maldição da Residência Hill”, sugerindo mais uma trama de fantasia que de terror. “Locke & Key” acompanha uma mãe e seus três filhos que se mudam para a antiga casa da família após o brutal assassinato do pai. No local, eles são assombrados por uma entidade do mal chamada Dodge, determinada a assombrá-los até conseguir o que quer: chaves para outras dimensões, que estão escondidas na residência. Os jovens Connor Jessup (“Falling Sky”), Emilia Jones (“Utopia”) e Jackson Robert Scott (“It: A Coisa”) vivem, respectivamente, os irmãos Tyler, Kinsey e Bode Locke, enquanto a mãe é interpretada por Darby Stanchfield (a Abby de “Scandal”). Trata-se do terceiro elenco diferente da produção, que antes de ganhar sinal verde da Netflix teve dois pilotos recusados, pela Hulu e pela Fox. Por sinal, Jackson Robert Scott, intérprete do pequeno Georgie em “It: A Coisa”, já estava escalado num piloto anterior. O anúncio da estreia é o fim de um trauma, após a produção sofrer quase uma década de rejeições. Vale lembrar que a Fox encomendou a primeira adaptação em 2011 – para Alex Kurtzman, Roberto Orci (roteiristas de “Star Trek” e criadores da série “Fringe”) e Josh Friedman (criador da série “Terminator: The Sarah Connor Chronicles”). E naquela ocasião o piloto, dirigido pelo cineasta Mark Romanek (“Não Me Abandone Jamais”), foi rejeitado. O produtor que conseguiu materializar a série foi Carlton Cuse (de “Lost” e “Bates Motel”), que se envolveu com o material durante o desenvolvimento de um segundo piloto para a Hulu. Na época, a falta de entusiasmo daquela plataforma chegou a surpreender o mercado, já que se tratava de uma produção do diretor Andy Muschietti, de “It: A Coisa”, e tinha em seu elenco três jovens atores daquele filme. Com a recusa do piloto de Muschietti, Cuse e Hill decidiram assumir a produção e levá-la para a Netflix. Mas mesmo após seu afastamento, Muschietti continua creditado como produtor. A 1ª temporada terá 10 episódios, que serão lançados em 7 de fevereiro.

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    GLAAD Media Awards: Filme brasileiro Sócrates é indicado ao principal prêmio LGBTQIA+ dos EUA

    8 de janeiro de 2020 /

    O filme brasileiro “Sócrates” está entre os indicados ao GLAAD Media Awards, prêmio da organização GLAAD, dedicada à incentivar a representação LGBTQIA+ na mídia e uma das mais ativas dos EUA. O longa de Alexandre Moratto concorre na categoria de Melhor Filme do Circuito Limitado (isto é, exibido em poucos cinemas). “Sócrates” acompanha o personagem-título, vivido por Christian Malheiros (da série “Sintonia”), um garoto gay de 15 anos de São Paulo que, após a morte de sua mãe, precisa aprender a viver sozinho. O filme já tinha rendido um prêmio de Revelação ao diretor Moratto no Independent Spirit Awards 2019, uma das principais premiações do cinema independente norte-americano. O ator Christian Malheiros também foi indicado em sua categoria. O GLAAD Media Awards vai apresentar os seus vencedores em dois eventos separados: em 19 de março, em Nova York, e em 16 de abril, em Los Angeles. Confira abaixo a lista completa dos indicados. Melhor Filme do Circuito Comercial O Escândalo Fora de Série Downton Abbey Judy Rocketman Melhor Filme do Circuito Limitado Adam A Maratona de Brittany Fin de Siglo As Herdeiras Kanarie Dor e Glória Retrato de uma Jovem em Chamas Rafiki Sócrates Esto No Es Berlín Melhor Documentário 5B Gay Chorus Deep South Leitis in Waiting State of Pride Wig Melhor Série Dramática Batwoman Billions Euphoria Killing Eve The L Word: Generation Q The Politician Pose Caçadores de Sombras Star Trek: Discovery Supergirl Melhor Série Cômica Brooklyn Nine-Nine Cara Gente Branca Dickinson One Day at a Time The Other Two Schitt’s Creek Sex Education Superstore Vida Work in Progress Melhor Episódio (em Série sem Personagem LGBTQIA+ Fixo) “Love” (Drunk History) “Murdered at a Bad Address” (Law & Order: SVU) “Spontaneous Combustion” (Easy) “This Extraordinary Being” (Watchmen) “Two Doors Down” (Dolly Parton’s Heartstrings) Melhor Telefilme Deadwood: O Filme Let It Snow Rent: Live Transparent: Musicale Finale Trapped: The Alex Cooper Story Melhor Minissérie Mrs. Fletcher The Red Line Tales of the City Olhos que Condenam Years & Years Melhor Programa Infantil/de Família Andi Mack The Bravest Knight High School Musical: The Musical: The Series The Loud House “Mr. Ratburn and the Special Someone” (Arthur) Rocko’s Modern Life: Static Cling She-Ra e as Princesas do Poder Steven Universe: The Movie “A Tale of Two Nellas” (Nella the Princess Knight) Twelve Forever Melhor Reality Show Are You The One? Bachelor in Paradise I Am Jazz Queer Eye RuPaul’s Drag Race Melhor Artista Musical Adam Lambert Brittany Howard Kevin Abstract Kim Petras King Princess Lil Nas X Melissa Etheridge Mika Tegan and Sara Young M.A

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    Tony Ramos tem alta hospitalar

    8 de janeiro de 2020 /

    O ator Tony Ramos já teve alta médica, após dar entrada no Hospital Municipal Rodolpho Perisse, em Búzios, na segunda-feira (6/1), por conta de fortes dores. De acordo com a assessoria da Globo, ele foi diagnosticado com gastroenterite, uma inflamação que afeta o estômago e o intestino delgado. O ator deixou o hospital de cadeira de rodas e acompanhado da mulher, Lidiane Barbosa, na madrugada de terça. Veja a foto abaixo. Em entrevista ao jornal local Folha de Búzios, Lidiane declarou que a pressão do ator subiu por causa de algo que ele teria comido. Tony chegou a ficar em observação no setor de traumas, mas deixou o local por volta das duas da manhã. Com 71 anos, Tony Ramos é um dos atores de maior prestígio da TV brasileira. Iniciou a carreira como galã na extinta TV Tupi, transferindo-se para a Globo em 1977, onde permanece até os dias de hoje. O seu último trabalho em novelas foi em “O Sétimo Guardião” (2018), onde interpretou o vilão Olavo Aragão Duarte de Almeida. Depois disso, ele filmou “45 do Segundo Tempo”, longa de Luiz Villaça, que está atualmente em pós-produção

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    Liam Neeson visita crianças venezuelanas refugiadas em Roraima

    8 de janeiro de 2020 /

    O ator irlandês Liam Neeson está no Brasil. Embaixador da Boa Vontade do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), ele visitou na terça-feira (7/1) crianças venezuelanas instalados em um alojamento de refugiados em Pacaraima, cidade de Roraima, localizada na fronteira do Brasil com a Venezuela. Bastante assediado, ele foi flagrado dançando com as crianças. Veja abaixo um dos muitos vídeos da passagem do ator por Roraima, que circulam nas redes sociais. A Unicef informou que “por questões de segurança, as informações sobre essa atividade não são públicas”, acrescentando que vai divulgar os detalhes da visita de Neeson nos próximos dias. O ator de 67 anos se tornou embaixador da Unicef em 2011. Em 2016, ele esteve no maior campo de refugiados do mundo, próximo à fronteira com a Síria. A ONU calcula que, atualmente, existem cerca de 240 mil venezuelanos no Brasil — a estimativa é que chegam cerca de 500 novos migrantes por dia. Mas a maioria dos refugiados venezuelanos está em outros países. O total excede 3 milhões de pessoas, segundo a ONU, principalmente na Colômbia e no Peru. Em dezembro, o Brasil concedeu o status de refugiado a 21.432 venezuelanos de uma só vez. A decisão foi tomada pelo Comitê Nacional de Refugiados (Conare), devido à gravidade da situação dos direitos humanos na Venezuela. Liam sings and dances with the children from Pacaraima. He is perfect. I'm very happy that he's so close to me … But I can't hug him as I would like. #liamneeson #pacaraima #roraima #brasil #venezuela @unicef pic.twitter.com/MDVGiTtqfy — LNfanBr💚🍀 (@liamneesonfanbr) January 7, 2020

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  • Série

    Crise nas Infinitas Terras: Novo pôster inclui transformação de Oliver Queen no Espectro

    8 de janeiro de 2020 /

    A rede The CW divulgou um novo pôster de “Crise nas Infinitas Terras”, o megacrossover de séries do Arrowverso, que se encerra na semana que vem. A arte traz um grande spoiler em relação ao line-up de heróis: a transformação de Olive Queen (Stephen Amell) no Espectro. Após sua morte, o Arqueiro Verde foi convocado por Jim Corrigan (Stephen Lobo) no purgatório para assumir seu papel na Crise. Nos quadrinhos, o Espectro original, Jim Corrigan, surgiu na década de 1940, criado por ninguém menos que Jerry Siegel, um dos “pais” do Superman. Ele também foi assassinado em sua história de origem, vítima de criminosos que investigava. Como sua alma se recusa a partir e entrar no além, ele retorna como Espectro, um espírito de vingança obcecado com a justiça, que possui poderes sobrenaturais praticamente ilimitados. Corrigan já tinha aparecido na série “Constantine” (2014), que acabou integrada ao Arrowverso, mas interpretado por outro ator (Emmett J Scanlan, o Lobo de “Krypton”). Além desse “detalhe”, o novo pôster da atração destaca as participações de Lex Luthor (Jon Cryer), de Raio Negro (Cress Williams), do estreante Ryan Choi (Osric Chau, de “Supernatural”) e ainda enfatiza a parceria entre as heroínas Batwoman (Ruby Rose) e Supergirl (Melissa Benoist), colocadas em posição central na luta contra o Anti-Monitor (LaMonica Garrett). Disparado o maior crossover já tentado na história da televisão, a versão live-action de “Crise nas Infinitas Terras” começou a ser exibida em 8 de dezembro nos Estados Unidos, ao longo de cinco episódios individuais das séries “Supergirl”, “The Flash”, “Legends of Tomorrow”, “Arrow” e a estreante “Batwoman”. Embora sua série tenha ficado de fora desta lista, o herói Raio Negro (Black Lightning) também participa da história, assim como personagens de diversas outras atrações, tanto atuais quanto clássicas. Após a exibição dos três primeiros episódios, o evento entrou em hiato de fim de ano e será concluído em 14 de janeiro nos Estados Unidos, com a exibição de capítulos consecutivos de “Arrow” e “Legends of Tomorrow”. Ainda não há previsão para a estreia do crossover no Brasil, que deve acontecer pelo canal pago Warner.

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  • Filme

    Equipe de Coringa revela dificuldades para trabalhar com Joaquin Phoenix

    7 de janeiro de 2020 /

    A equipe de maquiagem e cabelo de “Coringa” participou de uma apresentação especial dos profissionais do setor que foram pré-selecionados para disputar uma indicação no Oscar. E sem ter muito a mostrar em termos de efeitos visuais, os maquiadores e cabeleireiros revelaram no evento, realizado no fim de semana, que seu maior desafio no longa foi enfrentar o difícil Joaquin Phoenix nos bastidores da produção. Numa descrição do painel do filme, publicada no site NBP, os profissionais contaram que tiveram diversos confrontos com o ator, que desejava fazer sua própria maquiagem e cabelo no longa. Eles conseguiram entrar num acordo, mas, mesmo assim, não foram muito respeitados. Segundo o relato, Phoenix “saía no meio do processo de coloração de cabelo e desaparecia no meio das filmagens, então a equipe tinha dificuldade de encontrá-lo para finalizar o trabalho”. Os maquiadores ainda afirmaram que Phoenix não gostava de ser tocado muito frequentemente e que isso fazia com que sua maquiagem muitas vezes ficasse incompleta. “O processo de manter continuidade era tão difícil que a pessoa responsável por isso se demitiu”, registrou a cobertura da apresentação. Os profissionais contaram que só conseguiram trabalhar com Phoenix após desenvolverem um método para mantê-lo parado. “A equipe subornava ele com bolachas de água e sal”, que era só o que ele estava comendo para perder peso para o papel. Segundo o registro do painel, Phoenix estava sempre faminto e isso pode ter aumentado muito seu mau-humor durante as filmagens. No ano passado, o programa “Jimmy Kimmel Live” exibiu um vídeo dos bastidores de “Coringa”, que mostrava Phoenix tendo um ataque de diva contra o diretor de fotografia Lawrence Sher, até simplesmente abandonar a filmagem. Confira aqui. No domingo passado (5/1), Joaquin Phoenix ganhou o Globo de Ouro de Melhor Ator por seu papel em “Coringa”

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