Lana Del Rey lança curta com três músicas de seu último disco
A cantora Lana Del Rey divulgou um curta de 14 minutos para seu disco mais recente, “Norman F***ing Rockwell”, dirigido por seu irmão Chuck Grant. Além da faixa-título, o vídeo também contém as canções “Bartender” e “Happiness Is a Butterfly”. Lana começou a divulgação do disco em setembro de 2018, com o lançamento da faixa “Mariners Apartment Complex”, e seguiu extraindo clipes do disco, como “Doin’ Time”, que chegou a virar meme ao mostrar uma versão gigante da cantora andando pela cidade de Los Angeles. Além deste álbum, ela gravou recentemente um cover de “Season of the Witch” para o filme “Histórias Assustadoras para Contar no Escuro” e participou da trilha de “As Panteras”, dividindo vocais com Ariana Grande e Miley Cyrus na faixa “Don’t Call me Angel”. Esta gravação rendeu polêmica, porque as rádios receberam uma versão compacta, sem a parte de Lana Del Rey.
Novos livros de Stephen King vão virar séries: Carrie e Jerusalem’s Lot
Stephen King vai ter novos livros transformados em série. O canal pago Epix desenvolve a produção de “Jerusalem’s Lot” e o FX estaria em estágio inicial de negociações para produzir uma adaptação de “Carrie, a Estranha”. O projeto de “Carrie” chama mais atenção, mas é o que possui menos detalhes conhecidos. Segundo apurou o site Collider, para se diferenciar das adaptações anteriores do célebre romance – duas no cinema, duas na TV – a personagem seria interpretada por uma atriz negra ou transexual, visando evidenciar o preconceito que ela sofre. Vítima de bullying, Carrie se vinga de toda sua escola com poderes telecinéticos, num dos finais mais famosos do terror moderno. Por sua vez, o conto “Jerusalem’s Lot” nunca foi adaptado anteriormente – apesar do título ser parecido com o do romance “Salem’s Lot”, já filmado duas vezes. Esta produção está em processo avançado e já escalou seu protagonista. O ator Adrien Brody, vencedor do Oscar por “O Pianista”, vai estrelar a atração no papel do capitão Charles Boone. Passada nos anos de 1850, a trama segue Boone, que se muda com sua família para a pequena e aparentemente monótona cidade de Preacher’s Corners, no Maine, depois que sua esposa morre em um acidente marítimo. No entanto, Charles logo terá que enfrentar os segredos da sórdida história de sua família e lutar para acabar com a escuridão que atormenta os Boones há gerações. Nenhuma das duas produções tem previsão de estreia.
Malignant: James Wan anuncia final das filmagens de seu novo terror
O cineasta James Wan anunciou que terminou de filmar “Malignant”, seu próximo terror – e primeiro longa como diretor desde o sucesso do blockbuster “Aquaman” no ano passado. Mas o trabalho ainda está longe de ser encerrado, como ele mesmo lembrou na legenda do post. “Mal posso esperar para trabalhar na pós-produção”, escreveu. O filme é baseado em “Malignant Man”, quadrinhos criados pelo próprio Wan e publicados pela editora Boom! Studios em 2011. A história original gira em torno de Alex Gates, que está morrendo de uma doença terminal e resignado com seu destino. Até descobrir que seu tumor maligno é na verdade um misterioso parasita alienígena que lhe confere poderes incríveis e um propósito: lutar contra um exército secreto que se esconde entre a humanidade. Wan também assina o roteiro, em parceria com a atriz Ingrid Bisu (uma das freiras de “A Freira”), e fez uma mudança importante na adaptação, ao dar o protagonismo para a atriz Annabelle Wallis (de “A Múmia” e “Peaky Blinders”). O elenco também inclui Jake Abel (o terceiro irmão Winchester de “Supernatural”), Maddie Hasson (“Impulse”), George Young (“Containment”) e a citada Ingrid Bisu. “Malignant” tem estreia prevista para 13 de agosto no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Ver essa foto no Instagram So we wrapped principal photography on MALIGNANT over the weekend. Big THANK YOU to an amazing cast and crew!! You all worked hard and delivered something special! Can’t wait to get into post. Uma publicação compartilhada por James Wan (@creepypuppet) em 10 de Dez, 2019 às 2:20 PST
Aves de Rapina recebe classificação “R”, proibido para menores nos EUA
A produção de “Aves de Rapina” recebeu oficialmente a classificação “R” nos Estados Unidos. Trata-se do equivalente ao “proibido para menores”, embora não seja a classificação mais elevada. Um filme “R-Rated” é proibido para menores de 17 anos, mas pode ser visto por adolescentes que forem acompanhados por pais ou responsáveis. Já a classificação seguinte, “NC-17”, proíbe terminantemente a presença de menores, mesmo com o pai e a mãe. A razão para a faixa etária elevada, segundo a MPA (Associação do Cinema dos EUA), são “cenas fortes de violência, palavras de baixo calão e alguns materiais envolvendo sexo e drogas”. Com isso, “Aves de Rapina” se junta a “Kick-Ass”, “Kick-Ass 2”, “Deapool”, “Logan” e “Coringa” na lista de filmes de super-heróis/vilões de quadrinhos rotulados pela MPA com um “R”. Os quatro últimos foram lançados no Brasil com indicação para maiores de 16 anos, mas “Kick-Ass”, que veio antes (em 2010), acabou recebendo “censura” para 18 anos. Escrito por Christina Hodson (“Bumblebee”), dirigido pela chinesa Cathy Yan (“Dead Pigs”) e com um longo título oficial, “Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa”, o filme vai juntar a Arlequina (vida por Margot Robbie) com novas “amiguinhas”: o grupo de heroínas conhecido como Aves de Rapina, formado por Canário Negro (Jurnee Smollett-Bell, de “True Blood”), Caçadora (vivida por Mary Elizabeth Winstead, de “Rua Cloverfield, 10”), Cassandra Cain (Ella Jay Basco, da série “Teachers”) e até a policial Renee Montoya (Rosie Perez, de “O Conselheiro do Crime”) na versão do cinema. Para completar, ainda entram na história os vilões Máscara Negra (Ewan McGregor, de “Christopher Robin”) e Victor Zsasz (Chris Messina, de “The Mindy Project”). A estreia está prevista para 6 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Star Trek: Picard ganha novo trailer com cenas inéditas
A plataforma CBS All Access divulgou um novo trailer de “Star Trek: Picard”, com cenas inéditas da série que continua as aventuras do antigo capitão de “Star Trek: A Nova Geração”, sucesso televisivo dos anos 1980. A série vai mostrar o que aconteceu com Jean-Luc Picard (Patrick Stewart) desde que foi visto pela última vez, há quase duas décadas – no filme “Jornada Nas Estrelas: Nêmesis” (2002). Aposentado, ele é trazido de volta à ação por um pedido de ajuda de uma jovem em perigo (vivida por Isa Briones, de “Ladrões”), que chama sua atenção para uma grande ameaça. Sem contar com apoio ou consideração da Federação, Picard decide juntar uma equipe de voluntários, entre renegados e velhos conhecidos, para uma nova missão. Mas não sem antes consultar/despedir-se de seus antigos companheiros de tripulação, o que também permite aos fãs descobrir o destino dos demais personagens da “Nova Geração”. A novíssima geração de tripulantes de “Picard”, por sua vez, é formada por Alison Pill (de “Scott Pilgrim Contra o Mundo” e “Vice”), Harry Treadaway (“Penny Dreadful”, “Mr. Mercedes”), Santiago Cabrera (“Heroes”, “Big Little Lies”), Michelle Hurd (“Demolidor”, “Blindspot”) e Rebecca Wisocky (“Devious Maids”), além de incluir Jeri Ryan, que retoma o papel da borg Sete de Nove (Seven of Nine), de “Star Trek: Voyager”. A equipe de produção destaca Michael Chabon (roteirista de “John Carter”) como showrunner, sob supervisão executiva de Alex Kurtzman, que conduz a saga espacial desde o filme “Star Trek” (2009) e é o chefão da franquia. Apesar de ser uma produção original da CBS All Access, “Star Trek: Picard” será disponibilizada no Brasil pela Amazon Prime Video, a partir de 24 de janeiro de 2020 – um dia depois da estreia nos Estados Unidos. A um mês de sua estreia, a série já se encontra virtualmente renovada.
The Witcher é destruído pela crítica americana: “Game of Thrones genérico”, “brega” e “chato”
No fim de semana marcado pelas críticas negativas à “Star Wars: A Ascensão Skywalker” e cat-tastróficas para “Cats”, pouca gente destacou outro lançamento mal-avaliado, precedido de grande expectativa e campanha milionária de marketing, que também decepcionou com apenas 58% de avaliação no Rotten Tomatoes. Trata-se da série “The Witcher”, lançamento da Netflix, orçado em US$ 80 milhões (US$ 10 milhões por episódio), que blogueiros geeks vinham comparando a “Game of Thrones”, antes de assistir a qualquer episódio. A diferença entre os dois produtos, porém, provou-se abissal. A maioria dos 58% que aprovaram a produção pertencem exatamente ao grupo de geeks que gostaram sem ver. Mas na votação dos chamados “críticos Top”, divisão do Rotten Tomatoes que separa as tomatadas genéricas das tomatadas de grife, o fiasco foi incontornável. Apenas 33% dos jornalistas da grande imprensa gostaram da produção. Isto significa que decepção com a série foi maior que a causada pelo final da saga “Star Wars”, que teve 57% de aprovação geral e 48% entre os tops. A revista Entertainment Weekly utilizou até a impiedosa nota F, a pior de todas, reservada apenas para lixos completos. Chamando de “The Witcher” de “terrível” em seu título, a resenha (na verdade, um bate-papo) da publicação massacrou tudo na série, da peruca de Henry Cavill, protagonista da trama, ao excesso de nudez gratuita, sem esquecer explicações confusas que não fazem sentido, para concluir que “The Witcher” é “brega” e “chato”. A revista The Hollywood Reporter foi na mesma linha, ressaltando que “há muito papo furado” e “muitas cenas paradas e chatas”: “‘The Witcher’ tem a pretensão de ser uma trama fantasiosa ambiciosa, mas em vez disso se mostra uma exposição sem fim de nomes [de lugares e criaturas] estúpidos.” O jornal New York Times não perdoou e fez piada com as comparações entre a produção da Netflix e o drama consagrado da HBO, concluindo: “‘Game of Thrones’ agora tem a sua versão genérica”. Só que em vez da qualidade da produção recordista do Emmy, “The Witcher” parece mais “uma série sobrenatural do Syfy”, de aparência e tom trash. Detalhe: o Rotten Tomatoes considerou esta crítica entre as positivas. Para completar, a rede CNN acrescentou que “The Witcher” “é um aspirante muito fraco” ao posto de novo “Game of Thrones”. E ainda fuzilou: “Felizmente, aqueles que estão à procura de algo para assistir, seja na Netflix ou em plataformas rivais, tem em mãos um leque de opções [melhores]”. Empolgada pelo que ninguém tinha visto, a Netflix já encomendou a produção da 2ª temporada. E os responsáveis podem estar agora temendo por seus empregos.
Daniel Day-Lewis ligou para elogiar Adam Sandler após ver Jóias Brutas
Considerado um dos maiores atores do cinema, o britânico Daniel Day-Lewis (“Lincoln”) ligou para cumprimentar Adam Sandler por seu desempenho em “Joias Brutas” (Uncut Gems). A revelação foi feita por Sandler, que vem realmente recebendo muitos elogios por seu desempenho no filme dos irmãos Benny e Josh Safdie (“Bom Comportamento”). “Estava comprando tênis num dia desses e olho o telefone e é Daniel Day-Lewis. Ele começou a falar que ficou se segurando na cadeira da frente [no cinema] e o quanto ele adorou o filme e todo mundo que está nele. Foi a melhor ligação da história”, contou Sandler, durante participação no The Bill Simmons Podcast. Day-Lewis é o único intérprete que já venceu três Oscars de Melhor Ator – por “Meu Pé Esquerdo” (1989), “Sangue Negro” (2007) e “Lincoln” (2012). Há outros atores com três Oscars, mas essa contagem inclui troféus de Coadjuvante. Sandler, por sua vez, é mais conhecido por comédias de gosto duvidoso, que lhe renderam alguns Framboesas de Ouro, troféu considerado o anti-Oscar, que elege os piores do ano. Apesar disso, já tinha demonstrado capacidade dramática em um par de produções indies bem-avaliadas. Em “Joias Brutas”, ele interpreta Howard Ratner, um joalheiro judeu trambiqueiro de Nova York metido em apostas esportivas de alto risco, que podem lhe render o maior lucro ou a maior dívida de sua vida. Este papel já rendeu indicação ao Spirit Awards, considerado o “Oscar indie”, e cria expectativa em torno de seu nome para a premiação oficial da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood. Produção indie do estúdio A24, “Joias Brutas” vai chegar ao Brasil em 31 de janeiro, diretamente no streaming da Netflix.
The Midnight Gospel: Netflix anuncia série animada do criador de Hora de Aventura
A Netflix anunciou a produção e divulgou as duas primeiras imagens da série animada “The Midnight Gospel”, nova criação de Pendleton Ward, responsável pelo aclamado desenho “Hora de Aventura”. Ward desenvolveu “The Midnight Gospel” em parceria com o comediante e apresentador Duncan Trussell (que dublou Ron James em “Hora de Aventura”), e com apoio do estúdio Titmouse Animation, responsável por “Big Mouth”, na mesma Netflix. A série acompanha Clancy, um “locutor interdimensional com um simulador de multiverso defeituoso, que decide deixar o conforto de sua casa para entrevistar seres de mundos em extinção”. Os trechos de entrevistas serão inspirados no podcast de Trussell, “Duncan Trussell Family Hour”, que já acumula mais de 360 edições com participações de Dan Harmon (criador de “Rick & Morty”), Rob Schrab (criador de “The Suits”) e muitas celebridades exotéricas em discussões metafísicas sobre o sentido do universo. Sem data de estreia definida, “The Midnight Gospel” deve chegar ao streaming em 2020.
Veja uma cena completa da série animada de Velozes e Furiosos
A Netflix divulgou uma cena repleta de ação de “Velozes e Furiosos: Espiões do Asfalto” (Fast & Furious: Spy Racers), série animada derivada da franquia “Velozes e Furiosos”. A prévia mostra uma missão ousada de Tony Toretto, primo adolescente de Dom Toretto (Vin Diesel). Na trama, ele é recrutado por uma agência federal para se infiltrar em uma liga profissional de corridas que serve como fachada para uma poderosa organização criminosa. O ator Tyler Posey (de “Teen Wolf”) dubla Tony Toretto e o elenco de vozes originais ainda inclui Camille Ramsey (“American Vandal”), Luke Youngblood (da franquia “Harry Potter), Charlet Chung (“Overwatch”) e Jorge Diaz (“Jane the Virgin”). A produção executiva inclui o próprio Vin Diesel, além de Neal Mortiz e Chris Morgan, produtores da franquia cinematográfica. A estreia vai acontecer em 26 de dezembro.
Eduardo e Mônica: Filme baseado na música do Legião Urbana ganha primeiro trailer
A Gávea Filmes divulgou o primeiro trailer de “Eduardo e Mônica”, romance estrelado por Alice Braga (“A Rainha do Sul”) e inspirado na famosa música da banda Legião Urbana. A prévia destaca a diferença cultural gritante entre o casal, que também pertence a gerações diferentes, além de fazer referências às descrições contidas na canção, escrita por Renato Russo. A música, escrita por Renato Russo, conta a história de amor entre dois jovens, um vestibulando de jornalismo e uma estudante de medicina, que eram tão diferentes um do outro que se completaram. Alice Braga vive a Mônica e Gabriel Leone (novela “Os Dias Eram Assim”) é o Eduardo A direção está a cargo de um “especialista” em Legião Urbana, René Sampaio, que já levou com sucesso outra música da banda para o cinema, “Faroeste Caboclo” (2013), e o elenco coadjuvante também inclui um integrante daquele filme, Fabricio Boliveira – além de Victor Lamoglia (“Socorro! Virei uma Garota”), Otávio Augusto (“Hebe”), Bruna Spinola (“Impuros”) e Ivan Mendes (“Me Chama de Bruna”). “Eduardo e Mônica” tem estreia marcada para 9 de abril.
Anne with an E: Última temporada ganha trailer legendado
A Netflix divulgou o trailer legendado da 3ª temporada de “Anne with an E”, que encerra a série. A prévia de tom dramático destaca o crescimento da jovem que dá título à atração, que chega aos 16 anos com sentimentos divididos. A alegria por estar virando uma mulher também gera tristeza por ela não saber sua origem – mais especificamente, quem são seus pais. Acreditando que isso é importante para estabelecer sua verdadeira identidade, ela acaba entrando em atrito com os pais adotivos. Coprodução da rede canadense CBC, “Anne with an E” é inspirada num dos maiores clássicos da literatura canadense, “Anne de Green Gables”, de L.M. Montgomery, que rendeu mais 10 volumes de continuação. A saga foi publicada entre 1908 e 1939 e acompanhou praticamente toda a vida da personagem, da infância à velhice. A decisão de terminar a produção, porém, deve-se ao modo como a série foi concebida, visando apenas o público infantil. Assim, o crescimento da atriz Amybeth McNulty, que também chegou aos 16 anos de idade, foi considerado o ponto de encerrar a história, atingindo a idade de Anne ao final do primeiro livro – ela vai dos 11 aos 16 no romance original. O fim da série encerra a expectativa de mostrar a chegada de Anne na vida adulta – ela completa 18 anos no segundo volume – , que assim se encerra como a adaptação mais premiada da obra de Montgomery, levada inúmeras vezes para as telas de cinema e televisão – até mesmo como animação. “Anne with an E” venceu o Canadian Screen Awards como Melhor Série Dramática e até mesmo o DGA Awards, prêmio do Sindicato dos Diretores dos Estados Unidos, conquistado pela cineasta neozelandesa Niki Caro (“Terra Fria”) – atualmente à frente da versão live-action de “Mulan” para a Disney. A série foi desenvolvida por Moira Walley-Beckett (criadora de “Flesh and Bone” e roteirista de “Breaking Bad”) e também conta com direção da canadense Patricia Rozema (“Palácio das Ilusões”), entre outros. O último episódio foi exibido em novembro no Canadá, mas o lançamento internacional em streaming vai acontecer somente em 3 de janeiro.
Paddington: Nova série do ursinho disponibiliza primeiro episódio
O ursinho Paddington vai ganhar uma nova série animada produzida pela Nickelodeon, chamada em inglês de “The Adventures of Paddington”. A novidade foi compartilhada pelo Twitter oficial do personagem infantil e confirmada com a disponibilização de um episódio completo e mais dois vídeos da atração no canal da Nick Jr. no YouTube. Criado em 1958 pelo escritor inglês Michael Bond (1926 – 2017), Paddington é um urso peruano que chega em Londres na estação de trem de Paddington com uma mala contendo um pote de marmelada de laranja quase vazio e uma etiqueta em seu pescoço: “Por favor, cuide desse urso. Obrigado”. Uma família inglesa, os Brown, acolhe o urso, sem saber o que os espera, uma vez que Paddington é extremamente desastrado. A primeira adaptação do personagem foi justamente numa série animada, produzida pela rede BBC nos anos 1970 com grande sucesso. Depois disso, Paddington ainda ganhou mais dois desenhos diferentes, exibidos até 2013. Só recentemente o personagem chegou ao cinema. No filme “As Aventuras de Paddington” (2014), o urso ganhou a voz de Ben Whishaw (“007 Contra Spectre”), e o próprio Bond integrou o elenco, numa pequena participação. A continuação de 2017 foi ainda mais-bem sucedida e há planos para um terceiro filme. Ben Whishaw também é o dublador da nova – a quarta – série animada do ursinho, desenvolvida por James Lamont e Jon Foster (criadores de “I Live with Models”), que vai estrear em 20 de janeiro nos Estados Unidos. As prévias abaixo incluem a abertura da atração, uma aventura completa e um vídeo com várias cenas divertidas que mostram porque Paddington é tão adorado.
High Fidelity: Série baseada em Alta Fidelidade ganha primeiro trailer e data de estreia
A plataforma Hulu divulgou o primeiro trailer, fotos e a data de estreia de “High Fidelity”, série baseada no livro de Nick Hornby e no filme de Stephen Frears, lançados no Brasil como “Alta Fidelidade”. Estrelada por Zoe Kravitz (a Mulher-Gato do vindouro filme de Batman), a série troca o sexo e a raça do protagonista, sem esquecer a cidade da locação, mas mantém a premissa. Na trama, a atriz vive a fã de música definitiva, que tem uma loja de discos de vinil no Brooklyn, em Nova York, faz bicos de DJ e costuma criar rankings de Top 5 para tudo, desde seus hits favoritos até seus relacionamentos. No filme de 2000, o papel foi desempenhado por John Cusack, que usava músicas como ponto de partida para compartilhar com a câmera seus relacionamentos passados. A prévia da série sugere que esse artifício foi preservado. Mesmo com várias mudanças, não dá para questionar a escalação de Zoe Kravitz no papel de enciclopédia ambulante do rock, já que ela tem uma banda (LolaWolf) e é filha do músico Lenny Kravitz. “Música é uma parte muito importante da minha vida”, ela disse, numa entrevista de 2014 ao site Refinery29. “Obviamente, meu pai é músico, mas minha mãe também ama música. É apenas uma coisa importante em nossa família. Há música sendo tocada na casa o tempo todo. Sempre esteve muito presente na minha vida e eu não conseguia me imaginar vivendo minha vida sem música. É uma enorme parte da minha conexão com outras pessoas”. Outro detalhe curioso na escalação é que a mãe de Zoë Kravitz, a atriz Lisa Bonnet, viveu a ex-namorada de Cusack no filme de 2000! A adaptação foi feita pelas roteiristas Veronica West e Sarah Kucserka, que trabalharam juntas em “Ugly Betty”, “Brothers and Sisters”, “Hart of Dixie” e “Bull”, que encararam a missão de transformar uma trama geek essencialmente masculina numa série de abordagem feminina. “High Fidelity” será a terceira série de Zoë Kravitz, que sempre se dedicou mais ao cinema. Ela participou de “Californication” em 2011 e estrelou recentemente as duas temporadas de “Big Little Lies”. O elenco também inclui David H. Holmes (“Josie & Jack”), Da’Vine Joy Randolph (“Meu Nome É Dolemite”), Jake Lacy (“Girls”), Kingsley Ben-Adir (“Peaky Blinders”), Rainbow Francks (“Stargate: Atlantis”) e Thomas Doherty (“Legacies”). Originalmente produzida para a Disney+ (Disney Plus), a série passou para a Hulu devido ao contexto adulto, que traz diversas situações sexuais e uma protagonista que, numa das montagens do vídeo, revela-se bissexual. A estreia está marcada para 14 de fevereiro.












