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  • Filme,  Música

    Neil Innes (1944 – 2019)

    30 de dezembro de 2019 /

    O ator e músico inglês Neil Innes, que fez vários trabalhos com a trupe de comédia Monty Python, morreu no domingo (29/12) aos 75 anos, enquanto viajava com a família na França. Segundo seu agente a morte foi inesperada, porque ele não estava doente. A carreira de Innes começou no início dos anos 1960 com a formação da Bonzo Dog Doo-Dah Band, uma combinação de rock e comédia de vanguarda, que em 1968 lançou o single “I’m the Urban Spaceman”, co-produzido por Paul McCartney. Uma das músicas da banda, “Death Cab for Cutie”, de 1967, mais tarde inspirou o nome de uma banda de rock indie americana. A estreia na TV se deu pelas mãos dos Beatles, numa participação no telefilme clássico “Magical Mystery Tour” (1967), que também incluiu uma música de sua banda. A partir daí, a Bonzo Dog Doo-Dah Band passou a fazer participações musicais no programa humorístico “Do Not Adjust Your Set”, que foi o embrião do Monty Python. As duas temporadas da comédia, exibidas entre 1967 e 1969, contava com os futuros pythons Eric Idle, Terry Jones e Michael Palin. A banda se dispersou na época do lançamento do humorístico “Monty Python’s Flying Circus” em 1969, levando Innes a explorar novas parcerias. Ele se tornou um “associado” dos pythons ao contribuir com músicas originais para esquetes e para dois álbuns de comédia da trupe, além de participar de shows, acompanhando os comediantes em várias turnês. Quando o Monty Python decidiu fazer filmes, Innes estreou como compositor cinematográfico. Ele criou várias músicas e teve pequenos papéis em “Monty Python em Busca do Cálice Sagrado” (1975) e “A Vida de Brian” (1979) – este último, por sinal, foi produzido pelo ex-beatle George Harrison. Ao final do programa televisivo dos pythons, Innes continuou trabalhando com os integrantes do grupo em diferentes projetos. Ele participou do programa de esquetes “Rutland Weekend Television”, concebido por Eric Iddle em 1975, que exibia a “programação” de um canal de TV de baixo orçamento. A produção não teve o mesmo sucesso do “Flying Circus”, mas originou o personagem mais conhecido de Innes, o músico fictício Ron Nasty, um pastiche de John Lennon que liderava a banda televisiva The Rutles. The Rutles chegou a tocar ao vivo no programa humorístico americano “Saturday Night Live” e ganhou um telefilme especial em 1978, escrito, dirigido e coestrelado por Eric Iddle, que se tornou cultuadíssimo. Intitulado “The Rutles: All You Need Is Cash”, o longa narrava o apogeu e a queda do grupo musical, com depoimentos de artistas famosos (George Harrison e Mick Jagger, por exemplo), satirizando de forma explícita a carreira dos Beatles – e o mais interessante: com aval dos próprios Beatles. Para completar, a banda ainda lançou um disco de verdade. Curiosamente, outra banda “pastiche” dos Beatles, Oasis, foi processada por plágio de uma das músicas de Innes. Os irmãos Gallagher foram obrigados a dar créditos de compositor para ele na canção “Whatever”, de 1994. Essa história real acabou incorporada ao folclore da banda fictícia, inspirou uma música inédita (“Shangri-La”) e promoveu um breve revival dos Rutles, que lançaram um disco de “faixas raras” em 1996 – “The Rutles Archaeology”, paródia de “The Beatles Archaeology”. Innes também participou do filme “Jabberwocky: Um Herói por Acaso” (1977), fantasia estrelada por Michael Palin, Terry Jones e dirigida por Terry Gilliam (responsável pelas animações dos pythons e pela direção do “Cálice Sagrado”), e de outros projetos individuais dos humoristas, como “O Padre Apaixonado” (1982), igualmente estrelado por Palin, e “As Aventuras de Erik, o Viking” (1989), de Terry Jones. Além disso, continuou a acompanhar as turnês dos pythons, como foi registrado no célebre documentário “Monty Python – Ao Vivo no Hollywood Bowl” (1982). Paralelamente, ele ainda teve o seu próprio programa de TV, “The Innes Book of Records”, que durou três temporadas, de 1979 a 1981, antes de migrar para a programação infantil da BBC – compondo músicas e atuando em produções como a fantasia “Puddle Lane” (1985-1988) e similares por vários anos. Um de seus últimos trabalhos foi o documentário “The Rutles 2: Can’t Buy Me Lunch” (2004), uma retrospectiva da carreira dos Rutles. Relembre (ou conheça) abaixo cinco músicas dos Rutles, em clipes extraídos do telefilme clássico de 1978.

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  • Filme

    Depois do Baby Yoda, vem aí o Baby Sonic…

    29 de dezembro de 2019 /

    Depois do fenômeno de popularidade do pequeno “Baby Yoda”, nome dado pelos fãs à “Criança” (The Child) da série do Disney+ (Disney Plus) “The Mandalorian”, a Paramount resolveu apresentar um “Baby Sonic” em seu “Sonic – O Filme”. A versão mirim do ouriço azul ganhou um pôster e apareceu num trailer, ambos feitos para o mercado japonês, que podem ser vistos abaixo. As primeiras imagens do personagem em sua idade mais jovem já se tornaram virais, sempre comparados ao Baby Yoda nas redes sociais. Mas isso não é ruim para o estúdio. No começo do ano, a reação foi oposta em relação ao visual inicial de Sonic no filme. Diante da rejeição, o personagem foi redesenhado e a data de estreia do filme atrasada para garantir a substituição dos efeitos visuais. “Sonic – O Filme” marca a estreia de Jeff Fowler como diretor de longas, após disputar o Oscar de Melhor Curta Animado por “Gopher Broke” (2004). O filme também conta com produção do diretor Tim Miller (de “Deadpool”), que roteirizou “Gopher Broke” com Fowler. O elenco inclui James Marsden (“Westworld”), Tika Sumpter (“Policial em Apuros”), Neal McDonough (“Legends of Tomorrow”), Adam Pally (“The Mindy Project”), Ben Schwartz (“House of Lies”) como a voz em inglês de Sonic e Jim Carrey (“Sim Senhor”) como o vilão Dr. Ivo Robotnik (que foi rebatizado de Dr. Eggman nos games mais recentes), cientista maluco que é o grande inimigo do ouriço nos games. A estreia está marcada para 13 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Reality,  TV

    Depois de boatos de quase morte, Zac Efron afirma que está bem de saúde

    29 de dezembro de 2019 /

    Em meio a boatos de que teria quase morrido na véspera de Natal, gravando seu reality show “Killing Zac Efron”, o ator Zac Efron finalmente se pronunciou nas redes sociais sobre seu estado de saúde. Uma semana depois de ser fotografado de óculos escuros numa loja de Los Angeles, o galã de “High School Musical ” e “Baywatch” resolveu confirmar o que todos viram: ele está bem de saúde. Aparentemente, os rumores de sua quase morte foram mesmo exagerados. Segundo uma notícia do jornal The Sunday Telegraph, replicada em todo o mundo neste fim de semana, o ator de 32 anos de idade teria contraído uma doença gravíssima, enquanto gravava a produção de seu reality show de sobrevivência em Papua-Nova Guiné, e precisou ser transportado de helicóptero para a cidade de Brisbane, na Austrália, para ser internado num hospital na véspera do Natal. Questão de “vida ou morte”, afirmaram vários programas de fofocas, jornais, revistas, sites, blogs e plataformas sociais. Desenvolvido para a ainda inédita plataforma Quibi, a produção de “Killing Zac Efron” acompanhava o ator numa aventura “real” na selva em Papua-Nova Guiné. Para protagonizar a atração, o galã se comprometeu a ficar “longe de tudo” numa ilha remota e deserta por 21 dias, com nada além de equipamentos básicos e um guia. Foi neste contexto que teria caído doente, diagnosticado com “uma forma de infecção tifoide ou bacteriana semelhante”. Mas, em seu Instagram, Efron contou uma história muito diferente. O ator agradeceu a todos que o procuraram para saber como ele estava, disse que estava em casa para passar o fim do ano com a família e explicou: “Eu fiquei doente em Papua-Nova Guiné, mas melhorei rápido e terminei três semanas incríveis de gravação em P.N.G.” Depois da notícia bombástica da quase morte do ator, que não foi confirmada por nenhuma fonte, a equipe de Efron vinha mantendo silêncio completo sobre o caso. Ele também não disse nada na inauguração em que foi visto há uma semana, época em que estaria morrendo. E este mistério premeditado ajudou a colocar o nome de sua nova série, “Killing Zac Efron”, em evidência. Mesmo com suas explicações, o ator ainda manteve a história bastante vaga, guardando detalhes como chamariz para os episódios. “Killing Zac Efron” ainda não tem data de estreia prevista, mas a plataforma Quibi deverá ser lançada em abril nos Estados Unidos, focada no mercado de conteúdos curtos para celulares. Ver essa foto no Instagram Very thankful to everyone who has reached out. I did get sick in Papua New Guinea but I bounced back quick and finished an amazing 3 weeks in P.N.G. I’m home for the holidays with my friends and family. Thanks for all the love and concern, see you in 2020! Uma publicação compartilhada por Zac Efron (@zacefron) em 29 de Dez, 2019 às 3:47 PST

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  • Filme

    Fandango confirma Mulher-Maravilha 1984 como filme mais aguardado de 2020

    29 de dezembro de 2019 /

    A expectativa para o lançamento de “Mulher-Maravilha 1984” está nas alturas. Depois de uma pesquisa da Atom Tickets, a segunda maior rede de ingressos online dos Estados Unidos, revelar que o a continuação de “Mulher-Maravilha” é o filme mais esperado de 2020, uma enquete da rede Fandango, que lidera esse mercado, chegou à mesma conclusão. Na nova pesquisa, “Mulher-Maravilha 1984” é seguido por mais dois filmes de super-heróis na preferência do público: “Viúva Negra” e “Eternos”, duas produções da Marvel. “Viúva Negra” também tinha aparecido em 2º lugar no ranking da Atom Tickets. Os três filmes tem outro detalhe em comum: todos são dirigidos por mulheres, assim como o 4º colocado, “Mulan”. Os quadrinhos da DC tem outra adaptação no Top 10: “Aves de Rapina”, também dirigido por uma cineasta feminina e que estreia já em fevereiro. Veja abaixo os dez filmes mais aguardados de 2020, segundo a Fandango. 1. “Mulher-Maravilha 1984” 2. “Viúva Negra” 3. “Eternos” 4. “Mulan” 5. “007: Sem Tempo para Morrer” 6. “Um Lugar Silencioso 2” 7. “Aves de Rapina” 8. “Em um Bairro de Nova York” 9. “Soul” 10. “Velozes e Furiosos 9”

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  • Série

    Sacred Lies: Juliette Lewis investiga crime no trailer fantasmagórico da 2ª temporada

    29 de dezembro de 2019 /

    O Facebook divulgou o pôster e o trailer fantasmagórico da 2ª temporada de “Sacred Lies”. Com estrutura de antologia, a série de investigação criminal acompanha uma nova história com personagens diferentes em seus novos episódios, e recebeu um subtítulo para se diferenciar do arco anterior. Chamada de “Sacred Lies: The Singing Bones”, a trama traz Juliette Lewis (“Segredos e Mentiras”) como uma detetive que investiga um caso de garota desaparecida em meio a uma floresta sombria, e foi inspirada pela fábula “O Osso Cantador”, dos irmãos Grimm. Realização da Blumhouse, produtora especializada em terror, a série é uma criação de Raelle Tucker, roteirista-produtora de “True Blood” e “Jessica Jones”, e também traz no elenco de sua 2ª temporada os atores Ryan Kwanten (“True Blood”), Emily Alyn Lind (“Code Black”), Kimiko Glenn (“Orange Is the New Black”) e Siobhan Williams (“Deadly Class”). A estreia dos novos episódios está marcada para 20 de fevereiro no Facebook Watch.

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  • Filme

    Os Órfãos: Finn Wolfhard aterroriza babá em trailer de terror

    29 de dezembro de 2019 /

    A produtora Entertaiment One, parceira do estúdio Universal, divulgou o pôster e o trailer britânicos de “Os Órfãos” (The Turning), nova versão do clássico do terror gótico americano “A Volta do Parafuso”. A prévia recria, com efeitos modernos, atores mirins famosos e clima de “Invocação do Mal”, uma das histórias de fantasmas mais conhecidas e filmadas de todos os tempos. Baseada na obra de Henry James, a produção conta a história de uma jovem governanta e babá, que aceita cuidar de crianças numa mansão afastada e logo passa a acreditar que o comportamento delas é influenciado por uma assombração na residência. A governanta/babá é vivia por Mackenzie Davis (heroína do vindouro “Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”) e as crianças são Finn Wolfhard (o Mike de “Stranger Things”) e Brooklynn Prince (a revelação de “Projeto Flórida”). O clima de “Invocação do Mal” se deve ao fato de a adaptação ser escrita justamente pelos autores do terror de 2013, os irmãos gêmeos Chad e Carey Hayes. Já a direção é da italiana Floria Sigismondi, conhecida por clipes musicais (de David Bowie a Dua Lipa), que estreou no cinema com “The Runaways: Garotas do Rock” (2010). A estreia está marcada para 30 de janeiro no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Frozen 2 ultrapassa bilheteria total do primeiro filme na América do Norte

    29 de dezembro de 2019 /

    A animação “Frozen 2” já superou a bilheteria do primeiro filme na América do Norte. Em sua quinta semana em cartaz, a continuação atingiu US$ 416,6 milhões nos Estados Unidos e Canadá, deixando para trás o total de US$ 400,7 milhões somados por “Frozen”. A nova produção da Disney também está perto de superar o longa de 2013 no mercado internacional. Em todo o mundo, “Frozen 2” atingiu US$ 1,21 bilhão neste domingo (29/12), ficando apenas 60 milhões atrás de “Frozen”, que faturou US$ 1,27 bilhão. Apesar de ter sido considerado a maior bilheteria de animação por muitos anos, “Frozen” não detém mais este recorde, tendo sido superado em 2019 pela remake de “O Rei Leão” (US$ 1,6 bilhão). Dentre as bilheterias mundiais do ano, “Frozen 2” ocupa o 3º lugar, atrás justamente de “O Rei Leão” e do filme que atingiu a maior bilheteria de todos os tempos, “Vingadores: Ultimato” (US$ 2,7 bilhão). Graças a esse desempenho, a Disney, que produziu os três longas citados, tornou-se o primeiro estúdio a somar mais de US$ 10 bilhões em bilheteria mundial num único ano. O público brasileiro, porém, ainda não viu o filme. O lançamento oficial só vai acontecer na quinta-feira (2/1) no Brasil, último país do mundo a receber a produção.

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  • Reality,  TV

    Imprensa quase mata Zac Efron, que fatura publicidade gratuita para seu novo projeto

    29 de dezembro de 2019 /

    O ator Zac Efron conseguiu grande cobertura espontânea da mídia para o lançamento de seu reality show “Killing Zac Efron”. Segundo uma notícia do jornal The Sunday Telegraph, replicada em todo o mundo, o ator de 32 anos de idade teria contraído uma doença gravíssima, enquanto gravava a produção de sobrevivência, e precisou ser transportado de helicóptero para a cidade de Brisbane, na Austrália, para ser internado num hospital na véspera do Natal. Questão de “vida ou morte”, afirmaram vários programas de fofocas, jornais, revistas, sites, blogs e plataformas sociais. Desenvolvido para a ainda inédita plataforma Quibi, a produção de “Killing Zac Efron” acompanhava o ator numa aventura “real” na selva- em Papua-Nova Guiné. Para protagonizar a atração, o galã de “High School Musical” e “Baywatch” se comprometeu a ficar “longe de tudo” numa ilha remota e deserta por 21 dias, com nada além de equipamentos básicos e um guia. Foi neste contexto que teria caído doente, diagnosticado com “uma forma de infecção tifoide ou bacteriana semelhante”. Apesar da notícia bombástica, nada disso pôde ser verificado. Nenhum jornalista australiano conseguiu confirmar a internação do ator. Nenhum paparazzi registrou fotos de sua passagem pelo St Andrews War Memorial Hospital ou mesmo de sua alta. A única informação com fonte é uma declaração do Dr Glenn McKay, diretor do suposto resgate médico, que disse não poder discutir informação de pacientes, mas confirmou que um “americano de 30 anos anos foi levado de Papua-Nova Guiné para Brisbane para receber atenção médica”. Ninguém da equipe de Efron comenta o caso, o que só aumenta os comentários da mídia. Em suma, nada poderia ser melhor para a divulgação da série, que está guardando todos os detalhes para seus episódios. Apesar de estar à beira da morte e com uma doença letal, Efron apareceu de óculos escuros há alguns dias numa loja de shopping de Los Angeles – fotos de suas “compras” (mais para gifts) apareceram no Instagram há uma semana atrás, época em que supostamente estaria morrendo. “Killing Zac Efron” ainda não tem data de estreia prevista, mas a plataforma Quibi deverá ser lançada em abril nos Estados Unidos, focada no mercado de conteúdos curtos para celulares. Veja abaixo, as imagens de uma semana atrás de Zac Efron fazendo compras. Ver essa foto no Instagram Thank you Z for showing up at our friends and family shopping. Conor you are the man for the magic! 🙏🏻🤘🏻💥 Uma publicação compartilhada por Christoph Bertsch (@christophbertsch) em 21 de Dez, 2019 às 8:18 PST Ver essa foto no Instagram Look If you had One shot Or one opportunity To seize everything you ever wanted In one moment Would you capture it Or just let it slip? Vejo will capture it in 2020. Happy holidays to everybody. I❤️ my Vejo team. Uma publicação compartilhada por Christoph Bertsch (@christophbertsch) em 23 de Dez, 2019 às 11:35 PST

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  • Etc,  Filme

    Barack Obama lista Parasita, O Irlandês e Watchmen entre seus filmes e séries favoritos de 2019

    29 de dezembro de 2019 /

    O presidente americano mais pop de todos os tempos, Barack Obama, divulgou sua lista de filmes favoritos de 2019, acrescentando também três séries que considerou “tão poderosas quanto os filmes”. A lista incluiu uma produção dele mesmo, o documentário “Indústria Americana” (American Factory), que Obama lembrou ser finalista a uma indicação ao Oscar. Trata-se do primeiro lançamento da produtora Higher Ground, criada por Barack e Michelle Obama, que fechou contrato de exclusividade com a Netflix. “Indústria Americana” não é o único documentário da lista, que também destaca “Amazing Grace”, sobre uma gravação histórica da cantora Aretha Franklin, e “Apollo 11”, dedicado à conquista da lua, mas a ênfase é mesmo em obras de ficção. Ao lado de filmes que tem aparecido em listas similares, como “O Irlandês”, de Martin Scorsese, e “História de um Casamento”, de Noah Baumbach, também disponibilizados na Netflix, Obama chama atenção para filmes que foram premiados em festivais do começo do ano e aparentemente esquecidos pelos críticos, como “A Vida de Diane”, que conquistou três prêmios em Tribeca, o drama indie “The Last Black Man in San Francisco”, que rendeu prêmio de Melhor Direção a Joe Talbot no Festival de Sundance, e a produção britânica “The Souvenir”, vencedora de Sundance. Ele ainda demonstra acompanhar o cinema internacional, citando, entre os títulos selecionados, “Pássaros de Verão”, dos colombianos Cristina Gallego e Ciro Guerra, “Em Trânsito”, do alemão Christian Petzold, “Atlantics”, da senegalesa Mati Diop, “Amor Até as Cinzas”, do chinês Jia Zhangke, e, claro, “Parasita”, de Bong Joon Ho. Os demais títulos americanos são “Adoráveis Mulheres”, de Greta Gerwig, “Luta por Justiça”, de Destin Daniel Cretton, “Ford vs Ferrari”, de James Mangold, “The Farewell”, de Lulu Wang, e a comédia indie “Fora de Série”, estreia da atriz Olivia Wilde na direção. A maioria esmagadora são produções independentes. Para completar, Obama cita as séries “Fleabag”, “Watchmen” e “Inacreditável” (Unbelievable). Confira abaixo o post original do Twitter, em que o ex-presidente dos Estados Unidos divulga sua votação de fim de ano. Next up are my favorite movies and TV shows of 2019. Of course, there’s also American Factory, a film from our own production company, Higher Ground, that was recently shortlisted for an Oscar. Here’s the full list: pic.twitter.com/PEcgwotcxm — Barack Obama (@BarackObama) December 29, 2019

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  • Filme

    Universal desiste de promover Cats na temporada de prêmios

    29 de dezembro de 2019 /

    Diante do desastre crítico e financeiro de “Cats“, a Universal resolveu cortar despesas e não vai investir em inscrever e divulgar o filme para as premiações de 2020. Havia uma expectativa em relação a “Beautiful Ghosts”, única composição inédita da trilha do filme, que obteve a indicação solitária do filme ao Globo de Ouro. Mas a música cantada por Taylor Swift não foi considerada entre as 15 pré-selecionadas ao Oscar de Melhor Canção Original, o prêmio que realmente vale, e portanto não receberá verba extra para aumentar suas chances nem sequer no evento da Associação da Imprensa Estrangeira em Hollywood. Para completar, a produção também foi removida da plataforma de streaming da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA, onde os membros votantes do Oscar podem assistir aos filmes que disputam indicações a prêmios. A adaptação de Tom Hooper do clássico espetáculo da Broadway de Andrew Lloyd Weber tornou-se um dos maiores fracassos do ano, com aprovação de apenas 18% da crítica, na média registrada pelo site Rotten Tomatoes, e US$ 36 milhões de bilheteria mundial após duas semanas em cartaz. Diante das críticas terríveis, o estúdio anunciou que distribuiria uma nova versão de “Cats” com efeitos visuais aprimorados, na tentativa de salvar o filme. Mas não houve resultado visível na reversão de sua rejeição. Antes mesmo da estreia, a produção já tinha ganhado fama negativa, devido ao primeiro – e aterrorizante – trailer.

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  • Filme

    Star Wars: A Ascensão Skywalker já faturou mais de US$ 700 milhões mundiais

    29 de dezembro de 2019 /

    “Star Wars: A Ascensão Skywalker” manteve a liderança da bilheteria norte-americana em seu segundo fim de semana em cartaz. O filme fez mais US$ 72 milhões entre sexta e domingo (29/12) e, após lotar os cinemas no feriado de Natal, atingiu US$ 361,7 milhões nos Estados Unidos e Canadá. Com isso, a diferença para o desempenho de “Os Últimos Jedi” no mesmo período caiu para 6,3 milhões, aproximando-se da expectativa original. Embora a estreia tivesse sido muito boa, o mercado esperava mais do final de uma saga tão famosa, já que sua bilheteria inicial foi a pior da atual trilogia. No mundo inteiro, “A Ascensão Skywalker” superou os US$ 700 milhões de arrecadação, rumando para o inevitável US$ 1 bilhão nos próximos dias. “Jumanji: Próxima Fase” também permaneceu na mesma posição, como o segundo filme mais assistido da América do Norte. A aventura, que estreia em 16 de janeiro no Brasil, mostrou ter fôlego em sua terceira semana em cartaz, fazendo respeitáveis US$ 35 milhões. Ao todo, o longa estrelado por Dwayne “The Rock” Johnson, Jack Black, Kevin Hart e Karen Gillan já soma US$ 175,4 milhões no mercado doméstico e US$ 472 milhões mundiais. Com 95% de aprovação da crítica, “Adoráveis Mulheres” teve a melhor estreia do fim de semana em mais de um sentido. O drama de época dirigido por Greta Gerwig abriu em 3º lugar, com US$ 16 milhões, número que sobe para US$ 29 milhões com as pré-estreias. O lançamento no Brasil está marcado para 9 de janeiro. Já a animação “Um Espião Animal” agradou 72% da crítica, mas ficou apenas em 5º lugar, atrás do bilionário “Frozen 2” – que, por sinal, ultrapassou a bilheteria doméstica do primeiro filme ( saiba mais aqui). O faturamento de “Um Espião Animal” foi de apenas US$ 13,2 milhões, quantia desastrosa para uma produção orçada em estimados US$ 110 milhões. A maior parte dessa fortuna pagou o elenco de dubladores famosos, como Will Smith e Tom Holland, que nem sequer é aproveitado nas versões internacionais. O desenho que pode se tornar o primeiro fracasso da Blue Sky (logo após ser adquirida pela Disney) chega dublado em português aos cinemas brasileiros em 23 de janeiro. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana na América do Norte, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Star Wars: A Ascensão Skywalker Fim de semana: US$ 72M Total EUA e Canadá: US$ 361,7M Total Mundo: US$ 704,3M 2. Jumanji: Próxima Fase Fim de semana: US$ 35,3M Total EUA e Canadá: US$ 175,4M Total Mundo: US$ 472M 3. Adoráveis Mulheres Fim de semana: US$ 16,5M Total EUA e Canadá: US$ 23,9M Total Mundo: US$ 30,2M 4. Frozen 2 Fim de semana: US$ 16,4M Total EUA e Canadá: US$ 421,2M Total Mundo: US$ 1,2B 5. Um Espião Animal Fim de semana: US$ 13,2M Total EUA e Canadá: US$ 22M Total Mundo: US$ 34,2M   6. Entre Facas e Segredos Fim de semana: US$ 9,7M Total EUA e Canadá: US$ 110,2M Total Mundo: US$ 211,9M 7. Joias Brutas Fim de semana: US$ 9,5M Total EUA e Canadá: US$ 20M Total Mundo: US$ 20M 8. Cats Fim de semana: US$ 4,8M Total EUA e Canadá: US$ 17,8M Total Mundo: US$ 36,9M 9. Escândalo Fim de semana: US$ 4,7M Total EUA e Canadá: US$ 15,6M Total Mundo: US$ 16M 10. O Caso Richard Jewell Fim de semana: US$ 4M Total EUA e Canadá: US$ 16M Total Mundo: US$ 16M

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  • Filme

    Ethan Hawke tem Catherine Deneuve como sogra em trailer de comédia dramática

    28 de dezembro de 2019 /

    A IFC Films divulgou o pôster e o trailer americanos da comédia dramática “The Truth” (La Verité), primeiro filme ocidental do premiado cineasta japonês Hirokazu Koreeda, vencedor da Palma de Ouro do Festival de Cannes em 2018 com “Assunto de Família”. A prévia mostra o encontro do personagem do americano Ethan Hawke com sua sogra francesa venenosa, vivida por Catherine Deneuve. Curiosamente, os dois também interpretam atores na trama. Apresentada como uma diva, Deneuve tem uma relação conflituosa com a filha, que ganha vida por meio de outra grande estrela francesa, Juliette Binoche. Paralelamente ao enredo central, o longa ainda presta uma homenagem à carreira de Deneuve, ao longo de várias reminiscências. “The Truth” teve première em agosto no Festival de Veneza e estreia comercialmente em 20 de março nos EUA. Por enquanto, não há previsão para seu lançamento no Brasil.

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  • Filme

    Never Rarely Sometimes Always: Drama indie com a cantora Sharon Van Etten ganha primeiro trailer

    28 de dezembro de 2019 /

    A Focus Features divulgou o primeiro trailer de “Never Rarely Sometimes Always”, filme selecionado para o Festival de Sundance 2020. A prévia capricha no drama, ao acompanhar duas primas adolescentes, que partem do interior da Pennsylvania para a cidade de Nova York, em busca de auxílio médico para interromper uma gravidez não planejada. Escrito e dirigido por Eliza Hittman (da série “13 Reasons Why”), “Never Rarely Sometimes Always” traz Sidney Flanigan como a garota grávida e Talia Ryder como sua prima. Ambas são estreantes em longa-metragem. O elenco também inclui, em sua estreia cinematográfica, a cantora Sharon Van Etten, além dos atores Ryan Eggold (“New Amsterdam”) e Théodore Pellerin (“Boy Erased”). A première vai acontecer em 24 de janeiro no Festival de Sundance (EUA) e a estreia comercial está marcada para 13 de março nos cinemas norte-americanos. Não há previsão para o lançamento no Brasil.

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