PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Série

    Ellen DeGeneres terá quatro programas na plataforma de streaming HBO Max

    28 de setembro de 2019 /

    A apresentadora Ellen DeGeneres vai ter quatro séries na HBO Max, a nova plataforma de streaming da WarnerMedia. A novidade foi anunciada no programa “The Ellen Show”, líder de audiência do horário vespertino na TV americana. “Estou muito animada levar meus conteúdos para a HBO. Não sei quem é o Max, mas estou ansiosa para trabalhar com ele”, brincou a apresentadora. Apenas um dos novos programas será uma produção de ficção. Para quem não lembre, DeGeneres era atriz antes de virar uma apresentadora de sucesso e marcou a história da TV com a sitcom “Ellen”, em que se assumiu lésbica em horário nobre, numa época em que ninguém se arriscava a sair do armário tão publicamente – lá em 1997. A ficção será, na verdade, uma animação: “Little Ellen”, voltada para crianças. Era um projeto antigo, que estava sendo desenvolvido pela WBTV (Warner Bros. Television), e como o título diz vai mostrar a pequena Ellen, com 7 anos de idade, envolvendo-se uma série de aventuras na cidade de Nova Orleans. Ela deve dublar a si mesma, aproveitando a experiência bem-sucedida com sua personagem da Pixar, a pexinha Dory, de “Procurando Nemo” (2003) e “Procurando Dory” (2016). Foram encomendados nada menos que 40 episódios. Os demais serão dois reality shows, “Ellen’s Home Design Challenge” e “First Dates Hotel”, e um programa em formato de documentário, “Finding Einstein”. Em “Ellen’s Home Design Challenge”, oito designers precisarão mostrar toda a criatividade – e Ellen vai aparecer para comandar a atração e fazer seus comentários engraçados. “First Dates Hotel” é adaptação de um programa britânico e reunirá vários solteiros para ter uma experiência de primeiro encontro romântico em um hotel. Depois do encontro, eles decidem se querem se conhecer melhor ou não. Por fim, “Finding Einstein” pretende mostrar os gênios da nova geração, que têm potencial para ser os próximos Einsteins. O HBO Max deve estrear nos Estados Unidos no segundo semestre de 2020.

    Leia mais
  • Série

    Hollywood: Elenco de nova produção de Ryan Murphy revela volta de Jim Parsons às séries

    28 de setembro de 2019 /

    O produtor Ryan Murphy anunciou o elenco de sua próxima série na Netflix. “Hollywood” terá alguns veteranos das produções do criador de “American Horror Story”, “Pose” e da recente “The Politician”. Entre eles, Jim Parsons. O eterno Sheldon de “The Big Bang Theory” já tinha trabalhado com Murphy no telefilme “The Normal Heart” (2014), sobre a epidemia da Aids. “Hollywood” será seu segundo trabalho novo após o fim de “TBBT” na TV americana. Ele também está no elenco da adaptação da peça “Os Rapazes da Banda”, já filmada em 1970, que vai ganhar nova versão para a Netflix, igualmente produzida por Murphy. Além dele, os integrantes da “turma de Ryan Murphy” incluem Dylan McDermott (“American Horror Story”), Joe Mantello (também de “The Normal Heart”), Patti LuPone (“Pose”), Darren Criss (“Glee” e “American Crime Story”) e David Corenswet (“The Politician”). Mas há novos parceiros na lista: Maude Apatow (“Euphoria”), Samara Weaving (“A Babá”), Laura Harrier (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Holland Taylor (“Two and a Half Men”), Jake Picking (“Sicário: Dia do Soldado”) e a estrela da Broadway Jeremy Pope. A série tem poucos detalhes revelados. Desenvolvida em parceria com Ian Brennan, que trabalhou com Murphy como co-criador de “Glee” e “Scream Queens”, a série é descrita como “uma carta de amor à era de ouro da terra do cinema”. Vale lembrar que a era clássica de Hollywood já rendeu uma série famosa do produtor, “Feud”, que, em sua única temporada, mostrou a rivalidade entre as atrizes Bette Davis (vivida por Susan Sarandon) e Joan Crawford (Jessica Lange). Ainda não há previsão de estreia.

    Leia mais
  • Etc

    Diretor de Velozes e Furiosos é acusado de abuso sexual

    28 de setembro de 2019 /

    O diretor Rob Cohen, que lançou as franquias “Velozes e Furiosos” (em 2001) e “Triplo X” (em 2002), foi acusado de assédio sexual. A denúncia foi feita por uma mulher de 28 anos ao site The Huffington Post. Chamada de Jane (nome fictício) na reportagem, a vítima afirmou ter sido convidada pelo diretor para um encontro em 2015 com o objetivo de discutir um projeto de filme. O papo entre eles foi marcado em uma tabacaria, onde o diretor pediu um drinque para a mulher e a encorajou a beber. Depois, Cohen decidiu continuar a conversa no restaurante do hotel onde ele estava hospedado, em Nova York. “Onde ele pediu uma jarra de vinho e a teria encorajado a beber mais”, diz o artigo. Em seu relato, Jane conta se lembrar depois de acordar pelada no quarto do diretor, sendo molestada. Ela conseguiu se desvencilhar do agressor ao retomar a consciência, rolou na cama e acabou vomitando. De acordo com a reportagem do Huffington, que teve acesso ao prontuário da vítima, Jane passou por tratamento destinado a vítimas de assédio sexual e pessoas próximas dela confirmaram sua história. Procurado, Cohen negou a acusação por meio de seu advogado. O representante do diretor disse, ainda, que a publicação da reportagem seria apenas “mais uma forma da mídia se aproveitar do barulho do movimento #MeToo”, movimento de denúncias de abusos sexuais de homens poderosos, principalmente em Hollywood. No passado, Cohen já foi acusado de assédio sexual. A própria filha do diretor, Valkyrie Weather, contou ter sido molestada pelo pai quando tinha 2 anos. Ele também refutou as acusações de Valkyrie, uma mulher transexual que tem hoje 32 anos.

    Leia mais
  • Filme

    Pacificado: Coprodução brasileira filmada no Rio vence o Festival de San Sebastian

    28 de setembro de 2019 /

    O filme “Pacificado”, uma coprodução entre Brasil e EUA rodada no Rio de Janeiro, venceu o troféu Concha de Ouro como Melhor Filme do Festival de Cinema de San Sebastian, na Espanha. O longa acompanha a história de uma garota de 13 anos que forja uma amizade com um ex-traficante que vive em uma favela do Rio. Além de Melhor Filme, “Pacificado” venceu mais dois troféus no festival espanhol. Bukassa Kabengele, congolês naturalizado brasileiro, foi premiado como Melhor Ator. Ele é conhecido da TV brasileira por atuações em séries como “Carcereiros”, “Os Dias Eram Assim” e até “Malhação”. O outro prêmio foi para Laura Merians Gonçalves, Melhor Direção de Fotografia por seu primeiro longa-metragem, após uma carreira de curtas, séries e clipes de pop islandês (Bjork, Sigur Ros). A direção do longa é do americano Paxton Winters, que assumiu o projeto após se mudar, ele mesmo, para uma favela na capital carioca. Entre os produtores destaca-se o cineasta Darren Aronofsky (“Noé”, “Mãe!”). O elenco também inclui os atores Débora Nascimento (“Avenida Brasil”), José Loreto (“Mais Forte que o Mundo: A História de José Aldo”) e a revelação Cássia Nascimento, estreante que vive a protagonista feminina. A Fox vai lançar “Pacificado” no Brasil, mas ainda não há previsão para a estreia do filme em circuito comercial.

    Leia mais
  • Etc,  Filme

    CEO da Disney revela briga com CEO da Marvel para filmar Pantera Negra e Capitã Marvel

    28 de setembro de 2019 /

    Dois dos maiores sucessos de cinema da Marvel quase não foram lançados. O motivo? Preconceito. Quem fez a revelação foi ninguém menos que o CEO da Disney, Bob Iger, em seu livro de memórias, “The Ride of a Lifetime”, lançado nesta semana nos Estados Unidos. Ele conta em detalhes que precisou se livrar do CEO ultraconservador da Marvel Entertainment, Ike Perlmutter, um dos maiores contribuidores financeiros da campanha eleitoral de Donald Trump, para conseguir lançar “Pantera Negra” e “Capitã Marvel”. Perlmutter era dono de uma companhia de brinquedos que acabou assumindo as dívidas da Marvel e controlando a empresa a partir de 1997. Ele foi responsável por vender os direitos de personagens como o Homem-Aranha, X-Men, Quarteto Fantástico, Hulk, Demolidor e Justiceiro para empresas de cinema. E quando a Disney comprou a editora, o empresário israelense veio no pacote, criando problemas desde o início. Kevin Feige vivia tendo problemas com sua intromissão no Marvel Studios. Teria sido Perlmutter, por exemplo, quem mandou demitir Terrence Howard do papel de James Rhodes, porque o ator tinha salário que ele considerava muito alto, substituindo-o por Don Cheadle em “Homem de Ferro 2” – negros seriam todos iguais e o público nem notaria, segundo relatos. E ele criava dificuldades para todos os projetos imaginados por Feige, barrando a produção de filmes que tivessem minorias como protagonistas. Foi por isso que a Warner saiu na frente com “Mulher-Maravilha” e o filme da Viúva Negra, pedido pelos fãs, era sempre protelado. O israelense achava que filmes de heroínas ou heróis negros davam prejuízo. Um dos emails vazados na época do ataque hacker da Sony comprova a tese reacionária, mostrando que Perlmutter listava os desempenhos financeiros de “Elektra”, “Mulher-Gato” e “Supergirl” como justificativa para bloquear qualquer iniciativa de atender aos pedidos dos fãs sobre o filme da Viúva Negra ou de outras personagens femininas, além de heróis de minorias raciais. Bob Iger percebeu o problema e ficou do lado de Feige. “Estou nesta indústria há tempo suficiente para ouvir todo tipo de argumento ultrapassado, e eu aprendi sobre eles justamente isso: são apenas velhos que não sabem onde o mundo está hoje”, escreveu em seu livro. “Tínhamos a chance de fazer ótimos filmes e mostrar segmentos sub-representados e esses objetivos não eram mutuamente excludentes. Liguei para Ike e disse a ele para dizer à sua equipe que parasse de colocar obstáculos e ordenei que colocássemos ‘Pantera Negra’ e ‘Capitão Marvel’ em produção”. O CEO da Disney é modesto ao descrever o que fez. Ele não ficou só no pedido. Iger reestruturou todo o organograma da Marvel para tirar Perlmutter do caminho e fortalecer Feige. Na prática, desvinculou o Marvel Studios da Marvel Entertainment, transformando o estúdio presidido por Kevin Feige numa unidade da Disney. Assim, Feige deixou de ter Perlmutter como chefe, passando a responder diretamente aos cabeças do Walt Disney Studios, atualmente Alan Horn e Alan Bergman. E o resultado foram bilheterias cada vez maiores para os filmes da Marvel. Tanto “Pantera Negra” quanto “Capitã Marvel” renderam mais de US$ 1 bilhão, e o filme seguinte, “Vingadores: Guerra Infinita”, quebrou o recorde de faturamento mundial do cinema em todos os tempos. Além disso, “Pantera Negra” se tornou o primeiro título da Marvel indicado ao Oscar de Melhor Filme do ano. Ao mesmo tempo, a Marvel Television, que continuou sob controle de Perlmutter, passou a acumular cancelamentos, além de render o maior vexame recente sob o nome da Marvel: a série dos Inumanos. Feito à moda de Perlmutter, com baixo orçamento, diretor de filmes B e roteirista fraquíssimo, a série destruiu a franquia e virou um constrangimento por associar a Marvel à sua péssima realização. Por conta disso, quando começou a traçar os planos de lançamento da Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus), Iger decidiu encarregar a divisão de Feige de produzir as séries da Marvel exclusivas da plataforma, em vez da Marvel Television. Atualmente, inclusive, discute-se planos para restringir a Marvel Television à produção de séries animadas. Caso a tendência se concretize, todas as novas séries baseadas em quadrinhos da companhia teriam produção do Marvel Studios. E Ike Perlmutter passaria a ser a “rainha da Inglaterra” da empresa, sem nenhuma influência nos destinos cinematográficos e televisivos dos personagens.

    Leia mais
  • Filme

    Coringa ganha classificação etária para maiores de 16 anos no Brasil

    28 de setembro de 2019 /

    O filme “Coringa”, que tem preocupado autoridades americanas sobre o teor violento de sua trama, ganhou classificação indicativa para maiores de 16 anos no Brasil. O Ministério da Justiça divulgou a informação na sexta (27/9) em seu site. Os cinemas brasileiros não manifestaram as mesmas preocupações para a exibição do filme que as redes americanas. Desde sua exibição no Festival de Veneza, o longa tem causado polêmica por sua suposta romantização do personagem do Coringa, retratado como um “incel” perigoso e bem-sucedido, que usa táticas de terrorismo para levar caos a Gotham City. Um memorando interno do FBI sugere que a trama poderia inspirar ataques violentos. Diante do perigo, duas redes exibidoras dos EUA, AMC e Landmark, resolveram proibir a entrada de espectadores usando máscaras, pinturas faciais ou “qualquer objeto que esconda o rosto”. A Landmark também não permitirá o uso de fantasias nos EUA. Outra proibição definitiva é a de armas de brinquedo ou acessórios que “possam fazer os outros espectadores se sentirem desconfortáveis”, nas palavras da equipe da AMC. Em contrasta a estas medidas, outra rede importante de cinemas nos EUA, a Regal, rejeitou a ideia de que “Coringa” possa inspirar ataques violentos. “Não acreditamos que o conteúdo ou a existência de um filme possa ser causa ou sinal de violência”, disseram porta-vozes da rede em comunicado. “Coringa” estreia nos cinemas brasileiras na próxima quinta-feira (3/10), um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

    Leia mais
  • Sem categoria

    Conheça os mais famosos jogadores de cassino de Hollywood

    28 de setembro de 2019 /

    Os grandes astros do cinema e da música estão entre os maiores apostadores de cassinos nos Estados Unidos. E alguns chegam a ganhar muito dinheiro com isso. A situação até vira um certo incômodo para seus cassinos favoritos, que tentam evitar que alguns vencedores contumazes participem de jogos. Mas os famosos também atraem muitos curiosos. Por isso, embora nem todos os 50 estados da União permitam os jogos de azar, aqueles que o permitem – como o Nevada, onde fica Las Vegas – viraram verdadeiras capitais do turismo. Entretanto, a notoriedade às vezes incomoda e faz com que muitos dos clientes famosos se tornem adeptos dos jogos online. Os cassinos online já foram legalizados até no Brasil, onde os cassinos de verdade ainda são proibidos, e também em Portugal. Por lá, inclusive, vários sites oferecem bônus de boas-vindas pode usufruir os jogos. Conhece abaixo as três maiores celebridades que entraram para a História como habituês dos cassinos americanos. Frank Sinatra Os mais jovens conhecem o nome e a voz de Sinatra, mas talvez já não recordem que ele participou em cerca de 60 filmes e seriados de TV, entre eles a versão original de “Onze Homens e um Segredo” (1960), em que planejava um grande assalto em Las Vegas. Sinatra era um verdadeiro amante da vida boa, o que incluía muitas noites em cassinos. O Gaming Hall of Fame, criado em 1989 pela Associação Americana de Jogos, reconhece pessoas que desempenharam um papel importante na indústria. Sinatra foi incluído na lista em 1997. 50 Cent Outro músico que estendeu sua carreira ao cinema, participando em filmes como “A Volta dos Bravos” (2006) e “As Duas Faces da Lei” (2008), além de ter participado também na escrita de roteiros e criação da série “Power”. Curtis Jackson, seu nome real, é bem conhecido das salas de cassino americanas. Segundo o programa Entertainment Tonight, ele aprecia blackjack e poker mas sua onda é mesmo as apostas esportivas. Em 2012, apostou meio milhão de dólares em um jogo de futebol americano – e ganhou. Ben Affleck Esse ator é protagonista de um caso bem insólito, e que só está esperando um roteirista transformar em filme – e pegar o próprio Affleck em uma história autobiográfica! Em 2014, Ben Affleck foi proibido de jogar no Hard Rock Hotel & Casino, de Las Vegas. A mídia sensacionalista falou em vício no jogo, mas o próprio ator veio falar que não tem qualquer problema de adição e que nem sequer aposta em jogos de sorte ou azar. Ou seja, ele não considera o blackjack como um jogo de azar – embora esse jogo esteja classificado como tal à nível internacional, ao contrário do poker. Em suas declarações, reproduzidas pelo Entertainment Tonight, Affleck não dá detalhes sobre se é capaz, ou não, de contar as cartas. Alguns sites afirmam que sim; outros defendem que o ator simplesmente se tornou muito competente em gerenciar as probabilidades de conseguir um bom resultado. De qualquer forma, Affleck deixou uma crítica ao cassino, não concordando com o fato de que saber jogar muito bem possa ser considerado contra as regras. É bem possível que o super inteligente Ben Affleck tenha dominado a técnica da contagem de cartas. E será que isso é errado?

    Leia mais
  • Etc,  Série

    Linda Porter (1933 – 2019)

    28 de setembro de 2019 /

    A atriz Linda Porter morreu na sexta-feira (27/9), aos 86 anos, após uma longa batalha contra o câncer. Ela participou de dezenas de séries e filmes, mas ficou mais conhecida por seu papel mais recente, como Myrtle na sitcom “Superstore”. A atriz nasceu em janeiro de 1933, em Cleveland, Ohio, e começou a carreira apenas aos 55 anos de idade, em um episódio de “A Bela e a Fera”, de 1988. A partir daí, acumulou participações em produções que marcaram época, como a comédia “Cara, Cadê Meu Carro?” (2000) e as séries “Arquivo X”, “Plantão Médico” (ER), “Gilmore Girls”, “Two Broke Girls”, “How I Met Your Mother” e “American Horror Story”. Seus últimos trabalhos foram três episódios no revival de “Twin Peaks” e os 35 capítulos em que interpretou a funcionária mais velha da Cloud 9, a loja fictícia de “Superstore”. A personagem Myrtle Vartanian foi introduzida no quinto episódio da série e tinha virado assistente da nova gerente Amy (America Ferrera) após ser demitida na 3ª temporada. Infelizmente, Linda Porter não chegou a gravar nenhum episódio da 5ª temporada, que estreou na quinta-feira (26/9), devido a seu estado de saúde. Assim que a notícia de sua morte foi divulgada, os colegas de “Superstore” prestaram várias homenagens à atriz nas redes sociais. “A equipe da ‘Superstore’ perdeu um de seus melhores membros. Sempre engraçada, sempre vibrante e sempre entusiasmada. Não sei se alguém amou nosso programa mais do que Linda. Você e Myrtle farão muita falta”, resumiu a atriz Lauren Ash. “Linda não era apenas hilária, ela era incrivelmente doce, enérgica e entusiasmada – trabalhar com ela iluminava o dia de todos”, disseram os showrunners Gabe Miller e Jonathan Green, em nome da equipe da produção.

    Leia mais
  • Etc,  Filme

    Robert Garrison (1960 – 2019)

    28 de setembro de 2019 /

    O ator Robert Garrison, mais conhecido por seu trabalho em “Karate Kid” (1984), morreu na sexta-feira (27/9). Ele tinha 59 anos e nenhuma causa de morte foi divulgada, mas reportagens sugerem que ele estava doente já há algum tempo. Garrison interpretou Tommy, o membro mais sádico do dojo Cobra Kai, que morria de rir ao ver Daniel (Ralph Macchio) se dar mal dentro e fora do ringue. Ele reprisou o papel em “Karate Kid: Part II” (1986) e também na série “Cobra Kai” (2019), seu último trabalho, lançado em abril passado. Garrison começou a carreira aos 17 anos, estreando no cinema em “Invasão dos Extra-Terrestres” (1977), uma sci-fi barata com Robert Vaughn e Christopher Lee. Depois disso, fez pequenas participações no drama clássico “Brubaker” (1980), estrelado por Robert Redford, e no terror “Baile de Formatura” (1980), com Jamie Lee Curtis. Depois de conseguir seu papel de destaque em “Karate Kid”, ele ainda apareceu em “Águia de Aço” (1986) e séries como “St. Elsewhere”, “MacGyver – Profissão Perigo” e “Combate no Vietnã” (Tour of Duty), interrompendo suas atividades após o telefilme “Kung Fu: A Lenda Continua”, em 1995. O convite para participar da série “Cobra Kai” tinha resgatado sua carreira, além de lhe recompensar por participar de convenções de fãs de “Karate Kid” pelos últimos anos. O roteirista-produtor Jon Hurwitz revelou no Twitter que tinha planos para Garrison voltar a viver Tommy na 3ª temporada da série, que vai estrear em 2020. “Estávamos ansiosos para ver seu rosto sorridente novamente, pois tínhamos planos para Tommy voltar. Mas ele permanecerá em nossos pensamentos todos os dias enquanto nos esforçamos para deixá-lo orgulhoso”, escreveu.

    Leia mais
  • Filme

    Surgem detalhes da negociação que manteve o Homem-Aranha nos filmes da Marvel

    28 de setembro de 2019 /

    Detalhes da negociação entre Disney e Sony para a permanência do Homem-Aranha no MCU (sigla, em inglês, do Universo Cinematográfico da Marvel) começaram a vir à tona. O site Deadline apurou que os estúdios encontraram um meio termo entre suas propostas e entraram em acordo para compartilhar o herói em outros filmes. Enquanto a Sony queria manter o acordo original, em que a Disney ficava com 5% dos lucros das bilheterias, o estúdio dono da Marvel só aceitava renovar a parceria por 50%, contribuindo também com 50% do orçamento da produção. A diferença de propostas fez o negócio congelar. Até que a Disney sentiu a reação negativa dos fãs durante a feira D23, sua Comic-Con particular. Tom Holland, o intérprete do Homem-Aranha, foi ao evento divulgar sua participação num desenho da Pixar, mas o público – e a imprensa – só queria saber do que iria acontecer com o filme do super-herói. Por conta disso, a Disney decidiu voltar à mesa de negociações. Ainda de acordo com o Deadline, o estúdio dos Vingadores vai agora receber 25% das bilheterias, em troca de um investimento de 25% no orçamento da produção. Além disso, a Sony concordou em ceder o Aranha para outro filme do MCU. A novidade é que, em contrapartida, a Marvel não vai se opor à participação do Aranha num novo filme de Venom ou outro personagem derivado dos quadrinhos do herói. Mais que isso, o Aranhaverso poderá citar o MCU. Os personagens dos dois universos não serão exatamente compartilhados, mas estarão conectados – isto é, terão consciência da existência uns do outros. Isto significa que Morbius poderá ver uma notícia sobre o Homem de Ferro na televisão, por exemplo. Com alguma sorte, mais detalhes serão revelados em breve.

    Leia mais
  • Série

    Ator de Supernatural entra no Arrowverso em papel importante

    27 de setembro de 2019 /

    O ator Osric Chau, conhecido pelo papel do profeta Kevin Tran em “Supernatural”, entrou no Arrowverso. Ele terá o que os produtores chamam de uma “pequena” participação no crossover “Crise nas Infinitas Terras”. O detalhe é que o personagem é importante e pistas sugerem que ele pode ser integrado em “Legends of Tomorrow”. Chau viverá Ryan Choi, professor de física da Universidade de Ivy Town, que descobre que possui um papel fundamental a desempenhar na vindoura crise. Os mais atentos devem lembrar que o nome do personagem foi citado na 5ª temporada de “The Flash”, como o designer do anel futurista que Nora deu a seu pai, Barry. Nos quadrinhos da DC Comics, Ryan Choi é um gênio adolescente que usa seus conhecimentos para se transformar em super-herói. Ninguém menos que o novo Elektron (Atom, no original em inglês), depois que Ray Palmer desaparece no microverso durante a história de “Renascimento” (Rebirth). Ele também se torna membro da Liga da Justiça. Neste sentido, vale lembrar que o intérprete de Ray Palmer, o ator Brandon Routh, anunciou que ele e sua esposa Courtney Ford, que vive Nora Darhk, estão deixando o elenco fixo da série “Legends of Tomorrow” nos próximos episódios. O Arrowverso já substituiu super-heróis anteriormente, casos de Nuclear e Canário Negro. Além disso, a expectativa é que “Crise nas Infinitas Terras” resulte em fatalidades. O crossover irá ao ar em dezembro e janeiro, juntando as séries “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow” e a novata “Batwoman” na rede americana The CW. A história deve ser exibida no Brasil em janeiro pelo canal pago Warner.

    Leia mais
  • Série

    Crise nas Infinitas Terras: Brandon Routh volta a se vestir de Superman para o crossover do Arrowverso

    27 de setembro de 2019 /

    A rede The CW divulgou a primeira foto oficial do ator Brandon Routh de volta ao uniforme de Superman. 13 anos depois de estrelar “Superman: O Retorno” (2006), ele viverá o herói no crossover “Crise das Infinitas Terras”, que irá ao ar em dezembro e janeiro, juntando as séries “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow” e a novata “Batwoman” – quinteto também conhecido como Arrowverso – na rede americana. O ator interpretará uma versão mais velha do Superman, como demonstram os cabelos que começam a embranquecer. Curiosamente, Brandon Routh já faz parte do Arrowverso como Ray Palmer, o Elekton (Atom, no original em inglês), um dos personagens fixos de “Legends of Tomorrow”. Além disso, esse universo televisivo já tem um Superman, vivido por Tyler Hoechlin. E o detalhe é que esses dois personagens também participarão do crossover. A explicação é que o Superman de Brandon Routh virá de uma Terra paralela do multiverso da DC Comics. A história da “Crise das Infinitas Terras” vai abordar justamente o colapso dessa profusão de realidades alternativas, que também mostrará a versão do herói da série “Smallville”. O Superman envelhecido é um personagem clássico do multiverso. Ele pode ser lembrado pelos leitores mais antigos de quadrinhos como o herói da Terra 2, mas os mais jovens talvez só conheçam sua existência da minissérie/graphic novel “O Reino do Amanhã” (Kingdom Come), de Mark Waid e Alex Ross. O uniforme envergado por Routh até reproduz o “S” estilizado do design de Ross para a publicação de 1996. A participação no crossover marcará a primeira vez que Routh voltará ao uniforme de Superman desde o mal-fadado filme de Bryan Singer de 2006. A oportunidade foi comemorada pelo ator. Entretanto, ele também compartilhou uma má notícia, dando a entender que Ray Palmer será uma das vítimas de “Crise das Infinitas Terras”. Tanto ele quando sua esposa, Courtney Ford, intérprete de Nora Darhk, estão deixando o elenco fixo da série “Legends of Tomorrow” nos próximos episódios. Outra pequena informação (leia aqui) completa o quadro de despedida/transição do Elektron no Arrowverso.

    Leia mais
  • Série

    BoJack Horseman ganha trailer de sua 6ª e última temporada

    27 de setembro de 2019 /

    A Netflix anunciou mais um cancelamento. A série animada “BoJack Horseman” vai terminar em sua 6ª temporada. Junto do anúncio, a plataforma liberou o primeiro trailer dos episódios finais, que serão disponibilizados em duas partes: metade dos episódios em 25 de outubro, e a metade final só em 31 de janeiro de 2020. “Bojack Horseman” estreou em 2014, trazendo as desventuras do personagem título, um cavalo falnte dublado por Will Arnett (“Arrested Development”). Na trama, Bojack é o ex-astro de uma amada sitcom norte-americana, que está tentando reencontrar o sucesso, enquanto lida com os problemas de sua vida pessoal desregrada. Criada por Raphael Bob-Waksberg, a produção também inclui em seu elenco de dubladores Amy Sedaris (“Unbreakable Kimmy Schmidt”) como uma gata falante, Alison Brie (“GLOW”) como uma garota que namora um cachorrão (literalmente) e Aaron Paul (“Breaking Bad”) como o melhor amigo humano do protagonista. No final da 5ª temporada, lançada pela Netflix em setembro, o personagem dá entrada numa clínica de reabilitação. E a prévia do arco final mostra sua recuperação, além de uma mudança em sua atitude. “Eu desperdicei tantos anos sendo infeliz, porque achei que era a única maneira de ser. Eu não quero mais ser desse jeito”, diz Bojack no trailer, que pode ser visto abaixo – sem legendas.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie