Netflix renova A Ordem para a 2ª temporada
A Netflix renovou a série A Ordem (The Order) para sua 2ª temporada. A produção, que mistura fantasia e horror, terá 10 novos episódios com previsão de estreia em 2020. A trama gira em torno de um calouro, escolhido para entrar numa ordem secreta de sua universidade e se tornar um mágico. Mas algo sombrio ronda a escola, determinado a matar seus alunos. Empurrado para um mundo de magia, monstros e intrigas, ele descobre segredos de família e uma batalha clandestina entre lobisomens e praticantes de magia negra. A série é uma produção canadense da Nomadic Pictures (produtora de “Van Helsing”), criada pelo roteirista Dennis Heaton (“Ghost Wars”), e seu elenco inclui Jake Manley (o Fisher de “iZombie”), Sarah Grey (a Stargirl de “Legends of Tomorrow”), Matt Frewer (o Dr. Leekie em “Orphan Black”), Sam Trammell (o Sam de “True Blood”) e Max Martini (do filme “Círculo de Fogo”). A 1ª temporada com 10 episódios estreou em 7 de março em streaming.
She-Ra enfrenta Felina no trailer da 2ª temporada
A DreamWorks Animation divulgou o trailer da 2ª temporada de “She-Ra e as Princesas do Poder”, reboot da série clássica dos anos 1980. A prévia destaca o confronto da heroína do título com sua antiga amiga da Horda, Felina. A nova versão da personagem, desenvolvida por Noelle Stevenson (roteirista de “Enrolados Outra Vez” e “Lego Star Wars”), chamou atenção por compartilhar o protagonismo entre várias “Princesas do Poder” e por incluir personagens LGBTs entre as heroínas. A série também mudou o visual da heroína, que ganhou aparência de anime, deixando She-Ra menos sexualizada e mais adolescente. Exibida na Netflix, a 2ª temporada da série estreia no dia 26 de abril.
Intérprete de Felicity anuncia saída da série Arrow
A atriz Emily Bett Rickards anunciou rm um post em sua conta no Instagram neste sábado (30/3), que está deixando o elenco da série “Arrow”. Em seu comunicado, Rickards escreveu: “Felicity e eu somos muito ligadas, mas após sete temporadas estaremos nos despedindo de vocês”. “Agradeço a todos pelo tempo que compartilhamos; os monstros que enfrentamos e assustamos; e os hambúrgueres que comemos. Vou mantê-los em meu coração para sempre e espero que vocês façam o mesmo; porque ela não estaria viva se não fosse por todos vocês”, acrescentou. Emily Bett Rickards estreou na série do Arqueiro Verde no terceiro episódio da 1ª temporada, quando sua personagem, então uma funcionária da empresa da mãe de Oliver Queen, foi vista pela primeira vez. Praticamente uma figurante, a atriz conseguiu chamar atenção e, após reaparecer em outras pequenas aparições, acabou promovida ao elenco regular. Mais que isso, tornou-se a principal protagonista feminina da série, casando-se com o herói vivido por Stephen Amell. Com a saída de Emily Bett Rickards ao final da 7ª temporada, os fãs se perguntam como a ausência de Felicity será explicada na 8ª e última temporada da série – já que ela foi vista num flashforward que mostrou o futuro de Star City. “Arrow” vai chegar ao fim na próxima temporada, com apenas 10 episódios encomendados para concluir a trama – possivelmente durante o novo crossover do Arrowverso, “Crise nas Infinitas Terras”, previsto para ir ao ar no final da fall season de 2019. Visualizar esta foto no Instagram. ❤️????? The time has come to talk of many memes. Of bows and arrows and superheroes and Olicity and Queens And why TGA is so damn hot And yes, canaries need more scenes… But wait just one minute before we go and do all that For this makes me out of breath To have this not small chat Felicity and I are a very tight two But after one through seven we will be saying goodbye to you I thank you all for the time we’ve shared The elevators we have climbed The monsters we have faced and scared And The burgers we have dined I will keep her in my heart for always And I hope that you can too Because she would not be alive if it weren’t for all of you ? Love, Felicity and Me Uma publicação compartilhada por emilybett (@emilybett) em 30 de Mar, 2019 às 11:24 PDT
The Blacklist perde integrante de seu elenco central
A atriz Mozhan Marno deixou o elenco da série “The Blacklist”. Intérprete da agente Samar Navabi desde a 2ª temporada, ela teve sua última participação exibida na sexta-feira (29/3) nos Estados Unidos. Spoiler. Ao longo da temporada, os roteiristas mostraram que Navabi jamais se recuperou completamente de um acidente de carro que a deixou debaixo d’água por muitos minutos, cortando o oxigênio em seu cérebro. Este acidente resultou numa demência vascular, que afetava as atividades de seu cérebro continuamente. O serviço de inteligência do qual Navabi fazia parte acabou descobrindo sua saúde em declínio e, temendo que sua memória confusa dela pudesse comprometer a agência, entregando alguma informação confidencial, contratou um grupo de mercenários para matá-la. Percebendo a persistência dos assassinos, Navabi decidiu deixar a cidade e se esconder. Desta forma, Mozhan Marno não retornará para a 7ª temporada de “The Blacklist”, já encomendada pela rede NBC. “The Blacklist” é exibida no Brasil pelo canal pago AXN.
Berlin Station é cancelada após três temporadas
O canal pago americano Epix anunciou o cancelamento da série “Berlin Station” após sua 3ª temporada. O último episódio foi ao ar em 18 de fevereiro nos Estados Unidos. Criada pelo estreante Olen Steinhauer e o veterano Bradford Winters (série “Boss”), “Berlin Station” acompanhava as atividades do agente da CIA Daniel Meyer (Richard Armitage, da trilogia “O Hobbit”) numa missão secreta em Berlim, Alemanha. Com a ajuda de um espião veterano (Rhys Ifans, de “O Espetacular Homem-Aranha”), Daniel tenta identificar quem é o espião responsável por divulgar para o público informações secretas do governo. Durante suas investigações, ele se depara com uma conspiração que liga o caso a Washington. O último episódio servia tanto para encerrar a série como para continuar numa nova temporada, deixando apena alguns personagens sem resolução. O bom elenco da atração também incluía Richard Jenkins (minissérie “Olive Kitteridge”), como o veterano da Guerra Fria que atua como chefe da CIA em Berlim, Michelle Forbes (série “Powers”), como a chefe de um dos departamentos da agência, e Keke Palmer (série “Scream Queens”) no papel da mais nova e jovem agente designada para a sede alemã da CIA.
Série Stargirl divulga primeira imagem da super-heroína do título
A DC Entertainment divulgou a primeira imagem da nova série “Stargirl”, que apresenta o visual heroico da personagem do título, interpretada por Brec Bassinger (“The Goldbergs”). A prévia foi apresentada durante a WonderCon, convenção geek de Anaheim, na Califórnia, e acompanhado pelo anúncio de que a estreia, prevista inicialmente para agosto na plataforma de streaming da editora de quadrinhos, foi adiada para 2020. A série vai mostrar como a estudante Courtney Whitmore se alia aos heróis da Sociedade da Justiça da América. Na trama, Courtney é uma jovem adolescente que, ao descobrir os seus poderes, tenta juntar um grupo de super-heróis e salvar o mundo de uma ameaça que vem direto do passado. A produção foi desenvolvida por Geoff Johns, co-criador da série “The Flash”, que foi também quem criou Stargirl nos quadrinhos. Para lançar sua nova heroína, ele juntou vários coadjuvantes e elementos da rica história da DC Comics, buscando ligar Stargirl à Era de Ouro dos super-heróis (anos 1940). Mas, para a série, decidiu simplificar a trama, mesclando personagens e referências. Isto afeta, inclusive, a forma como a personagem é conhecida no Brasil. Ela chegou a ser chamada de Sideral nas publicações nacionais. Mas a versão live-action não permite outra nomeação que não seja Stargirl, seu segundo nome nos quadrinhos. A explicação é longa. Apesar de ser uma criação do final dos anos 1990, Stargirl é a culminação do legado de dois super-heróis clássicos. Mas Johns fez alterações significativas nessa origem para a série, mesclando as duas inspirações numa só. O ponto focal da história é um ajudante de super-herói, que vários anos após se aposentar se torna o padrasto de Courtney Whitmore. Criado em 1941 por Jerry Siegel, um dos autores de Superman, Listrado (Stripesy) era o parceiro adulto de Sideral (Star-Spangled Kid). Os dois foram uma apropriação da ideia de Capitão América e Bucky, heróis patrióticos que os antecederam. Inspirados a combater nazistas, também usavam uniformes com listras e estrelas. Mas, curiosamente, Sideral seria o equivalente a Bucky, um adolescente mirrado. Apesar disso, era o protagonista das histórias, enquanto seu ajudante era o adulto Listrado. Essa inversão acabou sendo seu maior diferencial. Décadas mais tarde, já adulto, Sideral mudou seu nome para Celestial (Skyman), passando a liderar o grupo de heróis Corporação Infinito (Infinity Inc) até ser morto em 1988. Enquanto isso, seu ex-parceiro Pat Dugan se aposentou e se casou com a mãe de uma adolescente irritante, chamada Courtney Whitmore. E a jovem resolveu virar heroína e assumir a identidade do antigo parceiro do padrasto, Sideral, só para aborrecê-lo. Vendo que ela ia se dar mal, Dugan resolveu retomar a carreira de herói, criando um uniforme robótico e assumindo a identidade de F.A.I.X.A. para acompanhar e tentar proteger a heroína amadora. O que, na prática, resultou num revival repaginado da parceria original entre Sideral e Listrado. Mas essa história em quadrinhos ainda incluía outro herói clássico. Depois de um tempo atuando como Sideral, Courtney recebeu de presente o cetro poderoso de Starman (na verdade, do filho do Starman dos anos 1940), que também decidiu se aposentar. E foi só a partir daí que ela assumiu a identidade de Stargirl, em homenagem ao dono do cetro original, e ingressou na Sociedade da Justiça da América – o grupo mais antigo de super-heróis da DC, anterior à Liga da Justiça. A série vai “simplificar” essa história ao combinar Sideral e Starman na mesma pessoa. Ou melhor, vai chamar Sideral de Starman, simplesmente. Assim, na cronologia da série, Pat Dugan foi parceiro de Starman e Courtney Whitmore resolve virar Stargirl desde o começo. Deu para entender? Muita gente não gostou, porque isso tira créditos de Jerry Siegel, autor que é simbolo da luta pelo reconhecimento ao trabalho dos artistas de quadrinhos. Afinal, Sideral é mais importante que Starman na origem de Stargirl. Além de Brec Bassinger, o elenco destaca Luke Wilson (do clássico “Legalmente Loira”) como Pat Dugan/Listrado, Amy Smart (“Efeito Borboleta”) como Barbara Whitmore, a mãe da heroína, Joel McHale (“Community”) como Starman, Henry Thomas (“The Haunting of Hill House”) como Doutor Meia-Noite, Brian Stapf (“Valor”) como Pantera e Lou Ferrigno Jr. (“S.W.A.T.”) como Homem-Hora, além de Joy Osmanski (“Santa Clarita Diet”) Neil Hopkins (“Matador”) e Nelson Lee (“Blade: The Series”) como os supervilões Tigresa, Mestre dos Esportes e Rei Dragão, integrantes da Sociedade da Injustiça. Atualmente em produção, “Stargirl” teve a estreia adiada para a equipe trabalhar nos efeitos visuais, que não são poucos, já que envolvem muitos super-heróis e supervilões. A expectativa é que tudo fique pronto para um lançamento no primeiro trimestre de 2020.
Viúva Negra assume a liderança dos Vingadores no pôster russo do novo filme
A Marvel divulgou um novo pôster de “Vingadores: Ultimato”, desta vez voltado para o mercado russo. E a arte chama atenção por colocar a heroína russa Viúva Negra em primeiro plano. Trata-se de uma variação de um pôster anterior, que trazia o Capitão América à frente dos outros heróis. Desta vez, a personagem de Scarlett Johansson é quem lidera a ação. A atriz é a única integrante dos Vingadores originais que tem retorno garantido após este lançamento, num filme solo da Viúva Negra – que, entretanto, é um prólogo e pode se passar antes de uma possível morte da personagem. Com direção dos irmãos Joe e Anthony Russo, “Vingadores: Ultimato” estreia em 25 de abril nos cinemas brasileiros, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Diretor diz que Vingadores: Ultimato teve as melhores sessões de teste da Marvel
Com menos de um mês para chegar nos cinemas, “Vingadores: Ultimato” já foi exibido para alguns sortudos em sessões de teste, com o objetivo de avaliar a reação do público e ajudar os diretores a realizarem mudanças que fossem necessárias – por exemplo, diminuir sua duração, que é a maior de todos os filmes da Marvel. Mas, segundo o diretor Joe Russo, os testes de público foram “um dos melhores da história da Marvel” e eles não quiseram mexer em nada. Estão absolutamente confiantes que essa animação vai se refletir em comentários positivos e grandes bilheterias quando o filme for lançado. “Somos vigilantes sobre usar a audiência para nos dizer se estamos no caminho certo ou se estamos tomando péssimas decisões. Com ‘Ultimato’, houve uma das respostas mais incríveis da história da Marvel. Independentemente do tamanho, [o filme] foi abraçado pela audiência em testes”, disse o cineasta, que assina o filme com seu irmão Anthony Russo, em entrevista ao site Box Office Pro. Ele ainda explicou que, para chegar nas três horas de projeção da trama, passou meses com o irmão na sela de edição, tentando chegar na melhor versão possível do filme. “Somos rigorosos sobre pontos da história e passamos meses na sala de edição mexendo e transformando a narrativa em diversas formas diferentes até chegar na melhor versão”, contou. O resultado deste trabalho chega aos cinemas brasileiros em 25 de abril, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Rammstein volta após dez anos com clipe superproduzido e polêmico
A banda alemã de metal industrial Rammstein voltou à ativa de forma bombástica, após dez anos sem lançar discos. Primeiro clipe de seu novo álbum, “Deutschland” (Alemanha) explodiu no YouTube e impactou as redes sociais por trazer menções ao holocausto, gerando críticas da comunidade judaica. A presidente do Congresso Judeu Europeu, Charlotte Knobloch, chegou a dizer que a banda passou dos limites. “Com esse vídeo, eles passaram do ponto. A instrumentalização e tratar o Holocausto como algo trivial, como mostram as imagens, é irresponsável”, ela reclamou ao tabloide Bild. Felix Klein, da comissão que combate antissemitismo no governo alemão, foi no mesmo tom. “É uma exploração desrespeitosa em nome de uma liberdade artística.” O clipe é uma superprodução. E uma porrada como a música da banda, repleto de imagens violentas, que traçam a História da Alemanha, sempre cercada de mortes, desde os tempos do império romano até um enterro sci-fi no espaço sideral. O nazismo faz parte desta História, assim como as cruzadas, os conflitos entre católicos e protestantes, os comunistas de Berlim Oriental, a tragédia do zepelim de Hindeburg, os terroristas da extrema esquerda dos anos 1970 e os protestos incendiários da extrema direita atual, todos representados na obra. Os integrantes da banda atuam como personagens dessa convulsão histórico-social, enquanto a própria Alemanha (Germania) é representada por uma modelo negra (Ruby Commey), que simboliza as lutas do país e seu destino inexorável, rumo à morte. Cheio de simbolismo, o clipe tem quase 10 minutos, que passam voando diante de tanta criatividade – numa das cenas, Germania dá luza a um lobo, pelas mãos ensanguentadas de um cardeal. Polêmico, claro, como a música da banda – e como se espera de seus clipes após “Mein Teil”(2004). Mas não antissemita. Muito antes pelo contrário. A direção é de Specter Berlin, pseudônimo de Eric Remberg, um respeitado diretor alemão de publicidade, designer e fundador do selo de rap Aggro Berlin, que em 2017 transformou um álbum do rapper Marteria em filme – “Antimarteria”.
Cillian Murphy vai se juntar a Emily Blunt na continuação de Um Lugar Silencioso
Cillian Murphy (“Dunkirk”) abriu negociações para se juntar a Emily Blunt na sequência de “Um Lugar Silencioso”. Os detalhes da trama também estão em um lugar muito silencioso, mas fontes da revista The Hollywood Reporter vazaram que Murphy interpretará um homem com intenções misteriosas, que se une à família do filme original. Os intérpretes da mãe e dos filhos sobreviventes já tiveram seus retornos confirmados. Além de Emily Blunt, os jovens Millicent Simmonds e Noah Jupe reprisarão seus papéis. E embora tenha morrido na trama original, John Krasinski também estará de volta, pelo menos atrás das câmeras como diretor – além de também ter contribuído com o roteiro. Com um orçamento de US$ 17 milhões, “Um Lugar Silencioso” arrecadou US$ 341 milhões nos cinemas de todo o mundo e venceu vários prêmios, do troféu do Sindicato dos Atores (SAG Award) para Emily Blunt ao Critics Choice de Melhor Filme de Terror/Sci-Fi do ano passado. O longa ainda disputou o Oscar 2019 de Melhor Edição de Som, fato significativo, já que sua trama gira em torno da necessidade de se manter silêncio o tempo inteiro, para evitar o ataque de monstros desconhecidos responsáveis pelo apocalipse. O filme original acompanhou os esforços da família formada por Blunt, Krasinski e seus filhos para sobreviver a esse cenário. E Krasinski chegou a comentar que gostaria de expandir esse grupo no próximo lançamento. A continuação tem estreia prevista para maio de 2020.
Jai Courtney diz que voltará a viver Capitão Bumerangue no novo Esquadrão Suicida
O ator Jai Courtney afirmou que vai voltar a interpretar o Capitão Bumerangue no novo filme do “Esquadrão Suicida”, escrito e dirigido por James Gunn (“Guardiões da Galáxia”). “Estamos preparados para filmar daqui a alguns meses”, disse Jai em entrevista ao Business Insider. “Não há muito mais que posso revelar, mas, sim, vocês verão o Capitão Bumerangue de volta com certeza”. A Warner ainda não confirmou quais atores do filme original voltarão para o novo projeto, que, por sinal, não está sendo considerado uma continuação, e sim uma reinvenção da franquia. O plano de Gunn seria reunir novos personagens da DC para a produção. Mesmo assim, Margot Robbie é considerada garantida no papel de Arlequina. Já Will Smith, intérprete do Pistoleiro no filme de David Ayer, será substituído por Idris Elba (“A Torre Negra”). O novo “Esquadrão Suicida” tem data de lançamento prevista para agosto de 2021.
Nicolas Cage diz na Justiça que estava bêbado quando se casou
Para pedir a anulação de seu casamento, Nicolas Cage disse que estava bêbado quando assinou os papéis do matrimônio com a maquiadora Erika Koike em Las Vegas nesta semana. As informações são do site TMZ, que teve acesso à ação judicial protocolada pelo ator para cancelar a união. Cage explica em seu processo que “Erika sugeriu que eles deveriam se casar” e que ele reagiu de “forma impulsiva e sem entendimento do impacto de suas ações”. O ator ainda afirma que o casamento foi uma fraude porque ela não revelou “toda a natureza e extensão de seu relacionamento com uma outra pessoa”, nem foi sincera ao esconder que possuía um histórico criminal. O cancelamento do matrimônio seria justificável, segundo Cage, porque “conflitos de personalidades tornam os dois incompatíveis no casamento”. O TMZ ainda conseguiu fotos do casal minutos após eles se casarem – e o clima tenso é o oposto de uma lua de mel. Segundo testemunhas, a dupla brigou na saída do cartório antes de ir embora. Veja as fotos abaixo. O casal está junto desde abril de 2018 e Koike é a quarta esposa de Cage, após Patricia Arquette (1995-2001), Lisa Marie Presley (2002-2004) e Alice Kim (2014-2016).
Liam Neeson volta a se desculpar por confissão racista
O ator Liam Neeson voltou a se desculpar pela revelação polêmica feita durante a divulgação de seu novo filme “Vingança a Sangue-Frio”. Numa entrevista do começo de fevereiro, ele confessou que já teve desejo “de matar um homem negro” após uma amiga ser estuprada. A frase pegou mal e as explicações do contexto só pioraram a situação, gerando impacto negativo nas bilheterias do novo filme do ator. “Vingança a Sangue Frio” registrou a pior estreia do astro desde 2010. Desde então, ele disse ter refletido bastante. “Ao longo das últimas semanas, tenho refletido e falado com várias pessoas que foram prejudicadas pela minha lembrança impulsiva de um estupro brutal de uma querida amiga há quase 40 anos e meus pensamentos e ações inaceitáveis”, disse o ator em novo comunicado. “O horror do que aconteceu com minha amiga deu início a pensamentos irracionais que não representam a pessoa que eu sou. Para explicar essas declarações: eu passei do ponto e magoei muitas pessoas em um momento em que a linguagem é tão frequentemente armada e uma comunidade inteira de pessoas inocentes é alvo de atos raivosos”, acrescentou. “O que não consegui perceber é que não se trata de justificar minha raiva há tantos anos, mas também do impacto que minhas palavras têm hoje. Eu estava errado em fazer o que fiz. Eu reconheço que, embora os comentários que fiz não reflitam, de forma alguma, meus verdadeiros sentimentos, eles foram prejudiciais e divisivos. Eu peço desculpas profundamente.”, concluiu. Durante a entrevista realizada ao jornal Independent, Neeson contou que pretendia se vingar do estupro de uma de suas melhores amigas. “Minha reação imediata foi… Eu perguntei se ela sabia quem foi, e ela disse que não. Perguntei se era alguém branco ou negro, e ela disse negro”, disse Neeson. “Eu fui para a rua com um cassetete, esperando que alguém me abordasse. Eu sinto vergonha de dizer isso hoje em dia. Eu fiquei andando pela rua todas as noites por uma ou duas semanas, esperando que algum negro viesse para cima de mim ou algo assim. Para que eu pudesse matá-lo”, completou. Após as declarações, o ator de 66 anos negou ao programa “Good Morning America”, da emissora americana ABC, ter preconceito. “Não sou racista”, garantiu, explicando que “nunca tinha experimentado esse sentimento antes”. “Foi um impulso primitivo de atacar alguém”. Após a polêmica, “Vingança a Sangue-Frio” chegou a ser adiado no Brasil por algumas semanas, estreando no dia 14 de março.










