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    Capitã Marvel voa mais alto, mais longe e mais rápido em novo comercial legendado

    3 de fevereiro de 2019 /

    A Marvel divulgou um novo pôster e mais um comercial legendado de “Capitã Marvel”. Exibido na TV americana durante o intervalo do Super Bowl, o vídeo destaca como a heroína é superpoderosa ao repetir, feito mantra, que ela voa “mais alto, mais longe e mais rápido”. “Higher”, “further” e “faster” também são as palavras enfatizadas no cartaz. Primeiro filme da Marvel protagonizada por uma super-heroína, o longa se passa nos anos 1990 e vai mostrar a chegada da personagem interpretada por Brie Larson (“O Quarto de Jack”) na Terra. Ela acha que faz parte da civilização kree, mas aos poucos começa a lembrar ter um passado humano e, com a ajuda de Nick Fury (Samuel L. Jackson), começa a resgatar sua memória, enquanto combate invasores skrulls. O elenco também inclui Jude Law (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”), Gemma Chan (da série “Humans”), Annette Bening (“Mulheres do Século 20”), Ben Mendelsohn (“Rogue One: Uma História Star Wars”), os retornos de Djimon Hounsou e Lee Pace como seus personagens de “Guardiões da Galáxia” (2014), além de Clark Gregg como o agente Coulson, da série “Agents of SHIELD”. Dirigido pelo casal de cineastas indies Anna Boden e Ryan Fleck (“Parceiros de Jogo”), “Capitã Marvel” chega aos cinemas brasileiros em 7 de março, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Nós: Novo terror do diretor de Corra! ganha comercial arrepiante

    3 de fevereiro de 2019 /

    A Universal divulgou o comercial arrepiante de “Nós” (Us) que foi exibido durante o intervalo do Super Bowl na TV americana. A prévia do novo filme de terror do diretor e roteirista Jordan Peele (“Corra!”) é repleta de imagens perturbadoras e apresenta seu tema a partir de uma série de coincidências, que incomodam a protagonista. O longa vai contar a velha história da viagem de fim de semana que acaba mal, mas de forma bastante inesperada. Na trama, um casal leva os filhos para um passeio no litoral, esperando curtir um momento em família. A tranquilidade da viagem é interrompida quando visitantes não convidados aparecem, instaurando o caos. O detalhe é que os visitantes são eles mesmos (“nós”) em versões distorcidas, sobrenaturais e sedentas por sangue. O elenco destaca Lupita Nyong’o e Winston Duke (ambos de “Pantera Negra”) como os pais, além de Elizabeth Moss (“The Handmaid’s Tale”), Anna Diop (“Titãs”), Tim Heidecker (“Homem-Formiga e a Vespa”), Yahya Abdul-Mateen II (“Aquaman”) e o estreante Duke Nicholson, neto do lendário ator Jack Nicholson (“O Iluminado”). A estreia no Brasil foi marcada para 21 de março, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.

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    Novo terror produzido por Guillermo del Toro ganha quatro teasers

    3 de fevereiro de 2019 /

    A CBS Films divulgou o pôster e quatro teasers de “Scary Stories to Tell in the Dark”. Exibidos originalmente no intervalo televisivo do Super Bowl, os vídeos têm a marca registrada de Guillermo del Toro (“A Forma da Água”), com meninos assustados por monstros que avançam nas sombras. As prévias também indicam uma estrutura de antologia, com três histórias diferentes. O cineasta assina a produção da adaptação dos livros homônimos do escritor Alvin Schwart, mas a direção é do norueguês André Øvredal (“O Caçador de Trolls”, “A Autópsia”). Iniciada em 1981, a trilogia traz contos de terror voltados para o público infantil e, graças às artes fantasmagóricas que ilustravam suas páginas, ingressou na lista das obras mais banidas das escolas americanas. Del Toro revelou que os livros eram favoritos de sua juventude, e que é proprietário de dez ilustrações originais de Stephen Gammell, o artista original das publicações. Del Toro assinou o roteiro original em parceria com John August (“Sombras da Noite”), mas os créditos finais ficaram com os irmãos Dan e Kevin Hageman (da série animada “Caçadores de Troll”, criada por Del Toro). Já o elenco inclui Gabriel Rush (“O Grande Hotel Budapeste”), Michael Garza (“Wayward Pines”), Zoe Margaret Colletti (“Annie”) e Gil Bellows (“Eyewitness”). A estreia está marcada para 9 de agosto nos Estados Unidos e ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.

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    Alita: Anjo de Combate pede para não ser subestimada em novo comercial

    3 de fevereiro de 2019 /

    A Fox divulgou o comercial de “Alita: Anjo de Combate” exibido no intervalo do Super Bowl na TV americana. O vídeo traz a protagonista dizendo que não é para subestimá-la, o que é um marketing metalinguístico, considerando as críticas negativas da imprensa. Além de Rosa Salazar (de “Bird Box”) no papel-título, o filme traz Christoph Waltz (“Django Livre”), Jennifer Connelly (“Noé”), Keean Johnson (série “Nashville”), Mahershala Ali (“Moonlight”), Casper Van Dien (“Tropas Estrelares”), Michelle Rodriguez (“Velozes e Furiosos”), Ed Skrein (“Deadpool”) e Eiza González (“Em Ritmo de Fuga”) em dois papéis diferentes. A história adapta o mangá criado por Yukito Kishiro em 1990 sobre a ciborgue do século 26 chamada Alita, que é encontrada em um ferro-velho por um cientista. Sem memórias, ela demonstra uma habilidade letal para as artes marciais e tenta ser aceita entre os humanos, enquanto é perseguida por conta de seu passado. A adaptação foi escrita pelo cineasta James Cameron (“Avatar”), que também assina a produção e tinha planos para dirigir o filme, mas perdeu o ímpeto ao mergulhar na megalomania das sequências de “Avatar”. Assim, o longa passou para as mãos de Robert Rodriguez (“Sin City”). A estreia está marcada para o dia 14 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Animação O Parque dos Sonhos ganha novos trailers

    3 de fevereiro de 2019 /

    A Paramount divulgou um novo trailer americano e o comercial do Super Bowl da animação “O Parque dos Sonhos” (Wonder Park). O filme conta a história de um parque de diversões criado pela imaginação de June, uma menina de 12 anos. Escrito pela dupla Josh Appelbaum e André Nemec (de “As Tartarugas Ninja”), o longa curiosamente não teve o nome do diretor divulgado. Isto porque Dylan Brown, animador de “Os Incríveis” e diretor do curta “Festa-Sauro Rex” (da franquia “Toy Story”), foi dispensado da função após surgirem denúncias de comportamento inapropriado. David Feiss (das séries animadas “A Vaca e o Frango” e “Eu Sou o Máximo”) teria assumido a direção, mas o estúdio não fez anúncio oficial. E este não foi o único contratempo da produção, que trocou um dos dubladores, Jeffrey Tambor, após ele ser demitido da série “Transparent” sob acusações de assédio. As vozes remanescentes são dubladas em inglês por Jennifer Garner (“Clube de Compra Dallas”), Matthew Broderick (o eterno Ferris Bueller de “Curtindo a Vida Adoidado”), Mila Kunis (“Perfeita É a Mãe”), Kenan Thompson (da série “Kenan & Kel”), Ken Jeong (“Se Beber, Não Case”), Norbert Leo Butz (série “Bloodline”), Ken Hudson Campbell (“Cruzeiro das Loucas”), o apresentador John Oliver e a menina Brianna Denski (“Desejo e Esperança”) como June. A estreia está marcada para 14 de março no Brasil, e logo em seguida o filme vai virar uma série no canal pago Nickelodeon.

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    Jussie Smollett aparece em público pela primeira vez após agressão e se diz o “Tupac gay”

    3 de fevereiro de 2019 /

    O ator Jussie Smollett, da série “Empire”, fez sua primeira aparição pública após sofrer um ataque racista e homofóbico que o deixou hospitalizado. O retorno aconteceu em um show em Los Angeles, que estava marcado antes da agressão. Além de assegurar ao público que estava bem, o artista de 36 anos referiu-se a si mesmo como o “Tupac gay”, em tom de brincadeira. “Ainda não estou totalmente recuperado, mas vou me recuperar e me manter firme com vocês”, disse ele. “Eu tinha que estar aqui hoje. Não podia deixar aqueles filhos da p*** vencerem. Eu sempre vou lutar pelo amor, e espero que vocês lutem comigo”. Smollett então contou que não facilitou para os agressores: “Acima de tudo, eu briguei de volta. Eu sou o Tupac gay”. Antes do ator e cantor subir ao palco, seus irmãos Jurnee, Jazz, Jake, Jocqui e Joel subiram ao palco para homenageá-lo. Joel, o mais velho, revelou que havia pedido ao irmão para não se apresentar. “Eu queria sinceramente que ele ficasse fora dos holofotes até se recuperar. Mas após muito debate, muita discussão e muitas lágrimas, minha família e eu percebemos que esta noite é parte importante da recuperação de Jussie. Ele é um lutador desde pequeno. Ele enfrentou os agressores dele e continua a lutar”. “Jussie é um verdadeiro artista, é como ele respira”, continuou Joel. “Mas acima de tudo, ele é a epítome do amor. Então, em nome da família Smollett, estamos muito orgulhosos do nosso irmão hoje e estamos aqui com vocês hoje para dar a ele confiança e apoio enquanto ele compartilha sua música, sua alma e seu amor para tornar este mundo um lugar melhor e não se curvar ao ódio”. O astro da série “Empire” foi agredido na terça-feira (29/1), ao sair de um restaurante, por dois homens que utilizaram insultos homofóbicos e racistas enquanto o atacaram, chutaram suas costelas, jogaram alvejante sobre sua pele e tentaram enforcá-lo com uma corda. Na série da Fox, ele interpreta o músico Jamal Lyon, filho de Lucious (Terrence Howard) e Cookie (Taraji P. Henson). Além de ser um jovem negro, o personagem é gay. O ator também assumiu ser gay publicamente em uma entrevista a Ellen DeGeneres, em 2015, afirmando que prefere manter sua vida pessoal longe dos olhos do público.

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    Cancelamento de Boy Erased no Brasil gera suspeita de censura por filme denunciar cura gay

    3 de fevereiro de 2019 /

    Previsto para estrear no Brasil na última quinta (31/1), o filme “Boy Erased: Uma Verdade Anulada” teve sua estreia cancelada em cima da hora. O drama, que conta a história real de um jovem que se submete a um tratamento de “cura gay” nos EUA, sairá agora diretamente em VOD no país. A decisão repentina causou revolta na internet. Após um tuíte do estúdio Universal confirmar o cancelamento, diversos internautas consideraram se tratar de censura, relacionando o fato ao avanço da direita evangélica no governo federal. Os rumores se intensificaram após o autor do livro, Garrard Conley, lamentar o cancelamento em seu perfil no Twitter. Além dele, o ator Kevin McHale, famoso pela série “Glee”, usou o Instagram para reclamar, fazendo a conexão que os brasileiros anteciparam. “Banir um filme sobre terapia de conversão é perigoso! Bolsonaro é uma ameaça Às vidas LGBTQIA+. Eu te amo, Brasil, e vou lutar com vocês”, escreveu o ator. A explicação oficial da assessoria da Universal Pictures diz que se trata “única e exclusivamente por uma questão comercial baseada no custo de campanha de lançamento versus estimativa de bilheteria nos cinemas”. O cancelamento também reflete o anti-clímax criado pela falta de indicações do filme na temporada de premiações, apesar de ele ter conquistado elogios da crítica americana – tem 80% de aprovação no site Rotten Tomatoes, que compila a nota da imprensa escrita em inglês. Não por acaso, “Boy Erased” foi indicado apenas a prêmios de críticos, o Globo de Ouro e o Critics Choice Awards, e exclusivamente em categorias de interpretação e música. O longa é inspirado em livro de memórias homônimo, que foi lançado no Brasil no mês passado pela editora Intrínseca. Escrito por Garrard Conley, ele conta como o protagonista é forçado, aos 19 anos de idade, a escolher entre sua sexualidade e sua família aparentemente amorosa, mas religiosa – ou seja, intolerante. Por amar os pais, ele se deixa matricular num grupo de conversão evangélica para se “curar” da homossexualidade e voltar a ser bem-vindo em sua própria casa e no reino de Deus. Mas tudo o que consegue com esta decisão é humilhação e violência. O elenco destaca Lucas Hedge (de “Manchester à Beira-Mar”) como o personagem do título, Nicole Kidman (“Lion”) como sua mãe e Russell Crowe (“A Múmia”) como seu pai pastor, além de Joel Edgerton (“Operação Red Sparrow”) no papel do responsável pelo programa de conversão. Edgerton ainda assina o roteiro e a direção do longa, em seu segundo trabalho na função, após o intenso suspense “O Presente” (2015). Este também é o segundo filme sobre “cura gay” de 2018 que fica sem lançamento no Brasil. Vencedor do Festival de Sundance e lançado em agosto nos Estados Unidos, “O Mau Exemplo de Cameron Post” (The Miseducation of Cameron Post) trouxe uma perspectiva feminina sobre o tema, com Chloe Moretz (“Carrie, a Estranha”) no papel principal. Por conta disso, o ativista Mathew Shurka, que trabalhou como consultor de “Boy Erased” e é fundador da organização Born Perfect, que trabalha contra a chamada “terapia de conversão”, acredita que a distribuidora deveria dar mais detalhes sobre o cancelamento. Segundo ele, a decisão corre o risco de abrir precedentes para outros fillmes com temática LGBT não serem distruibuídos por “razões comerciais”. “Trabalhei de graça no filme, pois a própria produtora disse que ele foi feito para “salvar vidas’. Isso quer dizer que, por razões comerciais, a Universal não quer salvar vidas?”, ele disse ao jornal O Globo.

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    Annie Awards: Homem-Aranha no Aranhaverso vence tudo no “Oscar da animação”

    3 de fevereiro de 2019 /

    “Homem-Aranha no Aranhaverso” saiu consagrado do Annie Awards 2019, premiação que celebra as melhores produções do gênero, lançadas no cinema e na TV. O filme da Sony venceu todas as categorias que disputou, na cerimônia realizada na noite de sábado (2/2) em Los Angeles, incluindo Melhor Animação, Direção, Roteiro e Dublagem. Não é à toa que o Annie Awards é considerado o “Oscar da animação”. Geralmente, os vencedores do prêmio também conquistam a estatueta de Melhor Animação na cerimônia da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. Confira abaixo a lista completa dos vencedores, que também inclui prêmios para “O Retorno de Mary Poppins”, “Os Incríveis 2”, o japonês “Mirai”, a série do “Mickey Mouse” e duas produções da Netflix, “Hilda” e “BoJack Horseman”, líderes das categorias “televisivas”. Melhor Longa Animado Homem-Aranha no Aranhaverso Melhor Longa Animado Independente Mirai Melhor Produção Especial Animada O Retorno de Mary Poppins Melhor Curta Animado Weekends Melhor Série de Animação – Crianças em Idade Pré-Escolar Ask the StoryBots Melhor Série de Animação – Crianças Hilda Melhor Série de Animação – Público Geral BoJack Horseman Melhor Direção em Série Animada Disney Mickey Mouse – Eddie Trigueros Melhor Direção em Longa Animado Homem-Aranha no Aranhaverso – Bob Persichetti, Rodney Rothman, Peter Ramsey Melhor Roteiro em Longa Animado Homem-Aranha no Aranhaverso Melhor Roteiro em Série Animada Hilda Melhor Dublagem em Longa Animado Ilha dos Cachorros – Bryan Cranston como Chief Melhor Dublagem em Série Animada BoJack Horseman – Will Arnet, como BoJack Melhor Edição em Programa para a TV Operação Big Hero: A Série Melhor Edição em Filme de Animação Homem-Aranha no Aranhaverso Melhor Música em Longa Animado Os Incríveis 2 – Michael Giacchino Melhor Música em Série Animada Disney Mickey Mouse – Christopher Willis Melhor Design de Produção para a TV Age of Sail Melhor Design de Produção em Filme de Animação Homem-Aranha no Aranhaverso Melhor Storyboard para a TV Disney Mickey Mouse Melhor Storyboard em Filme de Animação Os Incríveis 2 Melhores Efeitos de Animação em Produção para a TV Tales of Arcadia: Trollhunters Melhores Efeitos de Animação em Filme de Animação WiFi Ralph: Quebrando a Internet Melhor Animação de Personagem em Produção para TV Hilda – O Rei, Hilda, Arfur Melhor Animação de Personagem em Filme de Animação Homem-Aranha no Aranhaverso – Múltiplos Personagens Melhor Animação de Personagens em Filme Live-Action O Retorno de Mary Poppins Melhor Animação de Personagens em Video Game GRIS – Gris (Cinemático) (VENCEDOR) Melhor Design de Personagem em Produção para TV Rapunzel’s Tangled Adventure – Rapunzel Bird, Cassandra Bird, Father Parrot, Special Birds Melhor Design de Personagem em Filme de Animação Homem-Aranha no Aranhaverso – Múltiplos Personagens Melhor Produção de Realidade Virtual Crow: The Legend Melhor Comercial de TV Animado Greenpeace ‘There’s a Rang-Tan In My, Bedroom’ Melhor Filme de Estudante Best Friend

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    Festival de Sundance 2019 consagra filmes de cineastas femininas

    3 de fevereiro de 2019 /

    O Festival de Sundance, mais importante evento do cinema independente americano e fomentador de novos talentos, anunciou os vencedores de sua edição de 2019 na noite de sábado (2/2) na cidade de Park City, Utah. E a premiação chamou atenção por destacar filmes dirigidos por mulheres. As categorias principais consagraram obras de cinco diretoras, enquanto apenas um filme de diretor masculino saiu reconhecido. O detalhe é que até este foi uma codireção com uma cineasta feminina. O fenômeno é importante por demonstrar que uma nova geração empoderada está sedenta para sepultar o clube do bolinha da Academia, que historicamente ignora trabalhos de diretoras mulheres na cerimônia do Oscar. A premiação principal de Sundance é dividida em quatro seções: longas americanos, longas internacionais, documentários americanos e documentários internacionais. “Clemency”, segundo longa-metragem da diretora e roteirista Chinonye Chukwu, foi eleito pelo júri o Melhor Filme Americano. A trama acompanha uma diretora de prisão (Alfre Woodard) que, após anos de execuções no corredor da morte, passa a confrontar os problemas psicológicos e emocionais derivados de seu trabalho. Chukwu subiu ao palco agradecendo aos produtores de “Clemency”, que buscaram uma diretora para contar a história, e e explicou que fez o filme “para que nós, enquanto sociedade, possamos parar de definir as pessoas pelos seus piores atos possíveis, acabar com o encarceramento em massa e desmantelar a complexa indústria prisional, enraizando nossas sociedades na verdadeira justiça, misericórdia e liberdade”. Entre os longas internacionais, o premiado foi “The Souvenir”, da britânica Joanna Hogg. O longa conta a história de uma jovem cineasta que põe em risco suas ambições profissionais ao se envolver com um homem viciado em drogas. Apesar de ter sido elogiado pelos críticos, o filme brasileiro “Divino Amor”, de Gabriel Mascaro, não foi premiado no festival. “One Child Nation”, da dupla Nanfu Wang e Zhang Lynn, foi escolhido o Melhor Documentário Americano. O filme se concentrou na experiência da cineasta chinesa Wan, radicada em Nova York, que usou sua família para discutir a política de filho único da China e como esse experimento social moldou gerações de pais e filhos. Por fim, “Honeyland”, de Tamara Kotevska e Ljubomir Stefanov, que retrata a luta de um apicultor macedônio para proteger seu sustento, venceu Melhor Documentário Internacional pelo júri, e ainda saiu com dois prêmios especiais: Melhor Fotografia e de Impacto para Mudança. Confira abaixo a lista dos prêmios principais de Sundance. Premiação de Longas de Ficção Americanos Prêmio do Júri: “Clemency” Prêmio do Público: “Brittany runs a marathon” Melhor Direção: Joe Talbot (“The Last Blackman in San Francisco”) Melhor Roteiro: Pippa Bianco (“Share”) Melhor Revelação: Rhianne Barreto, “Share” Premiação de Documentários Americanos Grande Prêmio do Júri: “One child nation” Prêmio do Público: “Knock Down the House” Melhor Direção: Steven Bognar e Julia Riechert (“American Factory”) Premiação de Longas de Ficção Internacionais Prêmio do Júri: “The Souvenir” Prêmio do Público: “Queen of the Hearts” Melhor Direção: Lucía Garibaldi (“The Sharks”) Premiação de Documentários Internacionais Prêmio do Júri: “Honeyland” Prêmio do Público: “Sea of shadows” Melhor Direção: Mads Brügger (“Cold Case Hammarskjöld”)

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    Alfonso Cuarón vence o prêmio do Sindicato dos Diretores dos EUA por Roma

    3 de fevereiro de 2019 /

    O cineasta Alfonso Cuarón foi o grande vencedor da premiação do Sindicado dos Diretores dos Estados Unidos (DGA, na sigla em inglês). Ele venceu o DGA Awards 2019 por “Roma”, em cerimônia realizada na noite de sábado (2/2) em Los Angeles. Cuarón derrotou Bradley Cooper (“Assim Nasce Uma Estrela”), Spike Lee (“BlacKkKlansman”), Adam McKay (“Vice”) e Peter Farrelly (“Green Book”) como Melhor Diretor de cinema do ano passado. O prêmio reforça ainda mais o favoritismo do mexicano para vencer o Oscar 2019, cuja cerimônia acontece no dia 24 de fevereiro. Mas vale observar que a premiação da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas tem uma relação diferente de candidatos, já que inclui cineastas estrangeiros que não são vinculados ao sindicato americano. São eles o grego Yorgos Lanthimos (por “A Favorita”) e o polonês Pawel Pawlikowski (por “Guerra Fria”), que ocupam as vagas de Bradley Cooper e Peter Farrelly no Oscar. Foi o segundo troféu do DGA conquistado por Cuarón, que já tinha sido consagrado como melhor diretor por “Gravidade” há cinco anos. Na ocasião, ele também venceu o Oscar da categoria. Se a vitória de Cuarón era esperada, a premiação da categoria de Diretor Estreante registrou uma surpresa. O cineasta Bo Burnham venceu pelo filme indie “Oitava Série”, superando Bradley Cooper, que concorria até na categoria principal por “Nasce uma estrela”. Uma outra curiosidade é que Adam McKay, o diretor de “Vice” derrotado por Cuarón no prêmio de cinema, foi premiado por sua direção na série dramática “Succession” na HBO. Confira abaixo a lista completa dos vencedores aos prêmios de TV e cinema, menos programas de variedades e outras áreas não cobertas pela Pipoca Moderna. Melhor Direção em Cinema Alfonso Cuarón (“Roma”) Melhor Estreia na Direção Bo Burnham (“Oitava Série”) Melhor Direção em Documentário Tim Wardle – “Three Identical Strangers” Melhor Direção em Série de Drama Adam McKay – “Succession: Celebration” Melhor Direção em Série de Comédia Bill Hader – “Barry: Chapter One: Make Your Mark” Melhor Direção em Série Limitada, Especial ou Telefilme Ben Stiller – “Escape at Dannemora”

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    Capitã Marvel enfrenta vilão skrull na primeira cena completa de seu filme

    3 de fevereiro de 2019 /

    A Marvel divulgou o primeiro vídeo com um trecho completo inédito de “Capitã Marvel”. A sequência mostra a heroína interpretada por Brie Larson (“O Quarto de Jack”) correndo sobre um trem em movimento. Enquanto luta contra um alienígena skrull e demonstra seus superpoderes, ela é acompanha à distância por um carro com Nick Fury (Samuel L. Jackson) e o agente Coulson (Clark Gregg). Primeiro filme da Marvel protagonizada por uma super-heroína, o longa se passa nos anos 1990 e vai mostrar a chegada da personagem interpretada por Brie Larson na Terra. Ela acha que faz parte da civilização kree, mas aos poucos começa a lembrar ter um passado humano e, com a ajuda de Nick Fury, começa a resgatar sua memória, enquanto combate invasores skrulls. O elenco também inclui Jude Law (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”), Gemma Chan (da série “Humans”), Annette Bening (“Mulheres do Século 20”), Ben Mendelsohn (“Rogue One: Uma História Star Wars”) e os retornos de Djimon Hounsou e Lee Pace como seus personagens de “Guardiões da Galáxia” (2014). Dirigido pelo casal de cineastas indies Anna Boden e Ryan Fleck (“Parceiros de Jogo”), “Capitã Marvel” chega aos cinemas brasileiros em 7 de março, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Vidro se mantém no topo das bilheterias da América do Norte pela terceira semana consecutiva

    3 de fevereiro de 2019 /

    Por conta do Super Bowl, a final do campeonato de futebol americano, os cinemas dos Estados Unidos e do Canadá tiveram uma das piores bilheterias dos últimos tempos, com o melhor faturamento abaixo dos US$ 10 milhões. Enfrentando apenas um lançamento inédito no fim de semana, “Vidro” conseguiu se manter em 1º lugar pela terceira vez consecutiva. Responsável pela maior arrecadação, fez somente US$ 9,5M (milhões), mas está prestes a ultrapassar os US$ 200M em todo o mundo. É mais um sucesso da carreira do diretor M. Night Shyamalan, que bancou por conta própria o orçamento de US$ 23M e terá retorno considerável com seu investimento. A dramédia “Amigos para Sempre”, remake do sucesso francês “Intocáveis” (2011), também repetiu o 2º lugar, mas sua arrecadação internacional é um desastre. Sinal óbvio de que, hoje em dia, só americano vê remake americano. No Brasil, onde foi lançado em 17 de janeiro, não entrou nem no Top 10. A estreia da semana, por sinal, foi outro remake. “Miss Bala” trouxe Gina Rodriguez (“Jane the Virgin”) no papel que Stephanie Sigma desempenhou no original mexicano de 2011. Sem o diretor Gerardo Naranja, que depois comandou episódios tensos da série “Narcos”, “Miss Bala” implodiu em sua reprise em inglês com bilheteria de US$ 6,5M. Os fracassos dos remakes são cada vez mais óbvios. Mas Hollywood continua pagando para refilmar o que o resto do mundo já viu quando era original, assim como continua pagando direitos de videogames que nunca fazem sucesso ao virar filme. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Vidro Fim de semana: US$ 9,5M Total EUA e Canadá: US$ 88,6M Total Mundo: US$ 198,9M 2. Amigos para Sempre Fim de semana: US$ 8,8M Total EUA e Canadá: US$ 75,5M Total Mundo: US$ 81,6M 3. Miss Bala Fim de semana: US$ 6,7M Total EUA e Canadá: US$ 6,7M Total Mundo: US$ 6,7M 4. Aquaman Fim de semana: US$ 4,7M Total EUA e Canadá: US$ 323,5M Total Mundo: US$ 1,1B 5. Homem-Aranha no Aranhaverso Fim de semana: US$ 4,4M Total EUA e Canadá: US$ 175,2M Total Mundo: US$ 347,2M 6. Green Book – O Guia Fim de semana: US$ 4,3M Total EUA e Canadá: US$ 55,8M Total Mundo: US$ 81,3M 7. O Menino que Queria Ser Rei Fim de semana: US$ 4,2M Total EUA e Canadá: US$ 13,1M Total Mundo: US$ 16,7M 8. A Caminho de Casa Fim de semana: US$ 3,5M Total EUA e Canadá: US$ 35,9M Total Mundo: US$ 50,9M 9. Escape Room Fim de semana: US$ 2,9M Total EUA e Canadá: US$ 52M Total Mundo: US$ US$ 96M 10. They Shall Not Grow Old Fim de semana: US$ 2,4M Total EUA e Canadá: US$ 10,7M Total Mundo: US$ 10,7M

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    Playlist: Conheça os 50 melhores clipes indies de janeiro de 2019

    3 de fevereiro de 2019 /

    Pipoca Moderna mergulhou no “Lado B” do YouTube para selecionar bem mais que “120 Minutes” de clipes indies, tão atuais que mal foram indexados nos mecanismos de busca. “Novas Tendências”, mas também velhos conhecidos como Jon Spencer, The Chemical Brothers, Swervedriver e The Specials, em 50 vídeos lançados em janeiro de 2019. Alguns, definitivamente, não são para crianças. Mas outros são especialmente indicados para mães roqueiras. Como os estilos dos 50 artistas selecionados variam tanto quanto a definição do que é indie, da balada distorcida à batida eletrônica, os clipes foram organizados visando uma transição mais harmônica entre cada um. Assim, o playlist funciona também como trilha sequencial. Veja quem é quem abaixo. E aperte play para ouvir o som que o mundo está fazendo agora. 1 Bad Child – Bad Child (EUA) | 2 Hante. – Wild Animal (França) | 3 White Lies – Tokyo (Inglaterra) | 4 The Ninth Wave – Half Pure (Escócia) | 5 Stephen Malkmus – Viktor Borgia (EUA) | 6 Joy Downer – Plastic Wrap (EUA) | 7 HÆLOS – Kyoto (Inglaterra) | 8 Everyone You Know – Dance Like We Used To (Inglaterra) | 9 The Chemical Brothers – MAH (Inglaterra) | 10 Xiu Xiu – Pumpkin Attack on Mommy and Daddy (EUA) | 11 Sleaford Mods – Kebab Spider (Inglaterra) | 12 Jon Spencer – Beetle Boots (EUA) | 13 Julia Jacklin – Pressure To Party (Austrália) | 14 Estrons – Strangers (País de Gales) | 15 Angel Du$t – Big Ass Love (EUA) | 16 Circa Waves – Movies (Inglaterra) | 17 Stella Donnelly – Old Man (Austrália) | 18 Yacht Punk – Indian Summer (EUA) | 19 Mitski – A Pearl (EUA) | 20 Ex:Re – The Dazzler (Inglaterra) | 21 Hand Habits – Can’t Calm Down (EUA) | 22 Calica – Bitch (EUA) | 23 Houses – Fast Talk (EUA) | 24 Cass McCombs – Absentee (EUA) | 25 The Killers – Land of the Free (EUA) | 26 Sharon Van Etten – Seventeen (EUA) | 27 Priests – The Seduction of Kansas (EUA) | 28 Fat White Family – Feet (Inglaterra) | 29 Half-Alive – Arrow (EUA) | 30 Lambchop – Everything for You (EUA) | 31 Balthazar – Wrong Vibration (Bélgica) | 32 Swervedriver – Spiked Flower (Inglaterra) | 33 Money For Rope – Actually (Austrália) | 34 Orville Peck – Dead of Night (EUA) | 35 Sports Team – M5 (Inglaterra) | 36 Soak – Knock Me Off My Feet (Irlanda do Norte) | 37 Daniele Luppi & Parquet Courts – Talisa (Itália) | 38 Black Leather Jacket – Village People (Bélgica) | 39 Mike Krol – What’s the Rhythm (EUA) | 40 Cherry Glazerr – Wasted Nun (EUA) | 41 Le Butcherettes – Give/Up (México) | 42 Cage The Elephant – Ready to Let Go (EUA) | 43 Samia – Lasting Friend (EUA) | 44 Slaves – Photo Opportunity (EUA) | 45 Beirut – Landslide (EUA) | 46 These New Puritans – Inside the Rose (Inglaterra) | 47 Pond – Daisy (Austrália) | 48 Rosalía – De Aquí No Sales (Espanha) | 49 Mira Calix – Rightclick (Inglaterra) | 50 The Specials – 10 Commandments (Inglaterra)

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