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    Diretor de Azul É a Cor Mais Quente é acusado de agressão sexual a atriz

    31 de outubro de 2018 /

    O diretor tunisiano Abdellatif Kechiche, vencedor da Palma de Ouro por “Azul É a Cor Mais Quente” (2013), está sendo acusado de agressão sexual por uma atriz que não teve o nome revelado. De acordo com a imprensa francesa, o caso contra uma “jovem atriz” aconteceu em um jantar em Paris, ainda em junho. Uma queixa teria sido registrada na polícia francesa no dia 6 de outubro, que se tornou pública apenas agora. O crime, conforme as informações iniciais, teria acontecido no apartamento de um amigo mútuo da atriz e do diretor. Por meio de seus advogados, Kechiche nega a acusação, sem dar maiores explicações. As autoridades não revelaram detalhes do caso e qual exatamente teria sido a acusação. O caso é investigado por uma repartição da polícia local. Na época de “Azul É a Cor Mais Quente”, a atriz Léa Seydoux acusou Kechiche de estender demais as filmagens das cenas de sexo, fazendo-a repetir várias vezes e por vários dias as encenações mais tórridas com a atriz Adèle Exarchopoulos, sem roupas. Ele a considerou mal-agradecida. Além da Palma de Ouro para o diretor, o Festival de Cannes premiou as duas atrizes por “Azul É a Cor Mais Quente”.

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    Primeiro episódio de Cobra Kai atinge 50 milhões de visualizações no YouTube

    31 de outubro de 2018 /

    O primeiro episódio da série “Cobra Kai”, liberado de graça no YouTube, atingiu uma marca impressionante: 50 milhões de visualizações após cinco meses. A façanha foi comemorada nas contas oficiais da produção nas redes sociais. Veja abaixo o tuíte celebrativo. A atração, que retoma os personagens do filme clássico “Karatê Kid”, foi o primeiro grande sucesso do YouTube Premium – ainda chamado de YouTube Red na época de seu lançamento, em maio. A série dá continuidade ao enredo do filme de 1984, mostrando como estão atualmente os dois antigos rivais Johnny Lawrence (William Zabka) e Daniel Larusso (Ralph Macchio). Após “fazerem as pazes”, Johnny ainda busca redenção e resolve reabrir o infame dojo Cobra Kai como sensei. Entretanto, isto traz de volta o conflito com o bem-sucedido Daniel, que tenta manter a vida em equilíbrio, agora sem a ajuda de seu mentor, o Sr. Miyagi. A atração usa comédia e melodrama para explorar as frustrações dos dois através do karatê, além de homenagear Pat Morita, que morreu em 2005. Macchio e Zabka também são produtores da série, que é uma criação dos roteiristas Josh Heald (“A Ressaca”), Jon Hurwitz e Hayden Schlossberg (ambos de “American Pie: o Reencontro”). Os dois últimos assinaram a direção dos episódios. Além dos citados, há outro peso pesado de Hollywood no negócio: o ator Will Smith (“Esquadrão Suicida”), por meio de sua produtora Overbook, que responde pela produção. O filho de Smith estrelou o “remake” de “Karatê Kid” em 2010. Os demais integrantes do elenco são Mary Mouser (série “Freakish”), Courtney Henggeler (série “Mom”), Xolo Maridueña (série “Parenthood”), Tanner Buchanan (série “Designated Survivor”) e o veteraníssimo Edward Asner (o eterno Lou Grant da série “Mary Tyler Moore” e voz original do vovô de “Up – Altas Aventuras”). A 2ª temporada começou recentemente a ser gravada para um lançamento em 2019. Cobra Kai Never Dies. 50 Million views and counting. #CobraKai #NoMercy pic.twitter.com/SyN72aj3zB — Cobra Kai (@CobraKaiSeries) October 31, 2018

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    Cate Blanchett vai viver militante anti-feminista em sua primeira série americana

    31 de outubro de 2018 /

    A atriz Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”) vai estrelar sua primeira série americana, mais de duas décadas após sua última incursão no gênero, feita ainda no começo de sua carreira na televisão australiana. Ela viverá uma militante anti-feminista que impediu uma emenda constitucional nos Estados Unidos que garantiria a igualdade de direitos para todos, sem distinção de sexo. Intitulada “Mrs. America”, a série foi criada por Dahvi Waller, produtora-roteirista de “Mad Men” e “Halt and Catch Fire”, e vai contar a história de Phyllis Schlafly, uma ativista conservadora, conhecida por sua oposição ao feminismo, e seu papel crucial na derrota da Emenda de Igualdade de Direitos (Equal Rights Amendment, ERA) na década de 1970. A sinopse apresentada pelo canal pago FX, que vai exibir a produção, diz: “Através dos olhos das mulheres dessa época, tanto de Schlafly como das feministas Gloria Steinem, Betty Friedan, Shirley Chisholm, Bella Abzug e Jill Ruckelshaus, a série explorará como um dos campos de batalha mais duros nas guerras culturais dos anos 1970 ajudou a dar origem ao movimento conservador da Maioria Moral e mudou para sempre a nossa paisagem política”. “Não podia haver um momento mais apropriado para revisar este período da história recente”, completou Blanchett, no comunicado da produção. “Não poderia ser mais relevante do que hoje em dia.” Ainda não há previsão para a estreia.

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    El Diablero: Série de terror mexicano da Netflix ganha primeiro trailer legendado

    31 de outubro de 2018 /

    A Netflix divulgou um novo pôster e o primeiro trailer legendado de sua série mexicana “Diablero”, uma produção de terror, que acompanha a batalha eterna entre o bem e o mal em meio a demônios e anjos nas ruas da Cidade do México. A prévia é repleta de possessões, criaturas das trevas e efeitos visuais, centrando-se na aliança instável dos protagonistas. A trama começa quando o Padre Ramiro Ventura busca o auxílio do legendário “diablero”, ou caçador de demônios, Elvis Infante, para encontrar sua filha. Com a ajuda de Nancy, uma heroína dos tempos modernos, esse trio improvável vive em uma constante batalha entre os dois mundos e inicia uma série de eventos que podem determinar o destino da humanidade. Ao longo do caminho, eles irão prender e vender demônios, anjos caídos e criaturas de outro mundo em um mercado negro que tem conexão com um circuito de luta clandestino. A trama é baseada no livro “El Diablo me Obligó”, de F. G. Haghenbeck, e tem produção e direção de José Manuel Cravioto (“Sr. Ávila”). O elenco inclui Christopher Von Uckermann (da série “Kdabra”), Horacio Garcia Rojas (“Carga Preciosa”), Giselle Kuri (“Sonho em Outro Idioma”), Dolores Heredia (série “El Chapo”), Humberto Busto (também de “El Chapo”), Flavio Medina (“A Ditadura Perfeita”) e Quetzalli Cortes (série “Tres Milagros”), entre outros. A estreia está marcada para 21 de dezembro e faz parte de um esforço da plataforma para lançar mais produções em espanhol e português e aumentar sua presença no mercado latino-americano.

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    Parceria dos heróis Falcão e Soldado Invernal vai continuar em série da Marvel

    30 de outubro de 2018 /

    A Marvel vai produzir uma série com Falcão e Soldado Invernal para o serviço de streaming da Disney, afirmou a revista Variety, que revelou até o roteirista encarregado de desenvolver o piloto: Malcolm Spellman, escritor da série “Empire”. O projeto faz parte de uma nova linha de séries com os integrantes dos Vingadores que não tiveram filmes solos. A nova atração vai se juntar a duas outras produções noticiadas anteriormente, que seriam centradas em Loki e na Feiticeira Escarlate, e estreladas por seus intérpretes de cinema, respectivamente Tom Hiddleston e Elizabeth Olsen. Ao contrário das demais séries da Marvel, produzidas pela divisão televisiva da empresa, os spin-offs dos Vingadores terão produção de Kevin Feige, o presidente do estúdio Marvel de cinema e responsável pelos filmes dos super-heróis. Os intérpretes de Falcão e Soldado Invernal são Anthony Mackie e Sebastian Stan, que voltarão a viver Falcão e o Soldado Invernal em “Vingadores 4”, que estreia nos cinemas brasileiros em 2 de maio. A série deve continuar sua história após os eventos do filme.

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    Eiza González e Rebecca Hall entram em Godzilla vs Kong

    30 de outubro de 2018 /

    As atrizes Eiza González (“Em Ritmo de Fuga”) e Rebecca Hall (“Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas”) foram confirmadas no elenco de “Godzilla vs Kong”, que vai juntar os monstros do estúdio Legendary. “Godzilla vs Kong” será continuação de “Godzilla II: Rei dos Monstros” e voltará a trazer parte do elenco daquele filme, como Millie Bobby Brown (“Stranger Things”), Kyle Chandler (“Bloodline”) e Zhang Ziyi (“O Tigre e o Dragão”), além de Alexander Skarsgard (“A Lenda de Tarzan”), Julian Dennison (“Deadpool 2”), Demián Bichir (“A Freira”) e Brian Tyree Henry (“Atlanta”). O longa tem direção de Adam Wingard (“Bruxa de Blair”) e previsão de lançamento para maio de 2020, exatamente um ano após “Godzilla II: Rei dos Monstros”.

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    Cineasta de Operação Overlord vai dirigir novo filme de Flash Gordon

    30 de outubro de 2018 /

    O diretor australiano Julius Avery, que está prestes a se tornar mais conhecido do público com o lançamento do terror “Operação Overlord”, foi contratado pela Fox para escrever e dirigir uma nova versão de “Flash Gordon” no cinema. O projeto está em desenvolvimento há bastante tempo e já teve Matthew Vaughn (“Kingsman” e “Kick-Ass”) cotado para dirigir. Vaughn, em vez disso, vai produzir a nova adaptação. Ele teria sido um dos incentivadores da contratação de Avery para o longa. “Flash Gordon” será o terceiro filme de Avery, que estreou com o thriller australiano “Sangue Jovem” (2014), estrelado por Ewan McGregor, Brenton Thwaites e Alicia Vikander, e está apavorando com “Overlord”, que tem 93% de aprovação no Rotten Tomatoes e estreia na próxima semana (8/11) no Brasil. O diretor se define como fã de Flash Gordon e foi rapidamente contratado após apresentar para o estúdio como imaginaria um resgate do personagem. Criado pelo gênio dos quadrinhos Alex Raymond em 1934, “Flash Gordon” acompanha o herói do título num planeta alienígena chamado Mongo, onde vai parar com sua namorada e um cientista russo, aliando-se à revolucionários que pretendem derrubar o ditador Ming, um líder sanguinário com planos para a conquista da Terra. Repleto de mulheres fatais, com direito às primeiras minissaias da História, além de naves espaciais, raios laser, homens-leões e homens com asas, a obra de Raymond já foi adaptada em três filmes na época dos seriados de aventura dos anos 1930 e 1940, cujo visual avançado chegou a servir de referência para “Guerra nas Estrelas” e “O Império Contra-Ataca”. O personagem também ganhou um filme em 1980, que tentou pegar carona justamente no sucesso de “Guerra nas Estrelas”, mas o resultado decepcionou os fãs dos quadrinhos e é mais lembrado por sua trilha sonora, composta pela banda Queen, e por ter virado piada na comédia “Ted”, de Seth MacFarlane. Caso seja bem-sucedida, a produção pode inaugurar uma nova franquia baseada em quadrinhos na Fox, que vai perder os “X-Men” para a Marvel, em consequência de sua aquisição pela Disney. Relembre abaixo a famosa música tema de “Flash Gordon” de 1980.

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    Chloe Moretz e Jack O’Connell vão viver Bonnie e Clyde em novo filme sobre os gângsteres

    30 de outubro de 2018 /

    A famosa história do casal de gângsteres dos anos 1930 Bonnie e Clyde vai ganhar um novo filme. Chloe Grace Moretz (“Carrie, a Estranha”) e Jack O’Connell (“Invencível”) foram confirmados nos papéis de Bonnie Parker e Clyde Barrow na produção, intitulada “Love Is a Gun”. O filme é baseada no livro de mesmo nome, do jornalista Jeff Guinn, que investiga a trajetória do casal de criminosos para descobrir o Hollywood não contou sobre sua relação explosiva e crimes violentos. A indústria cinematográfica americana já abordou os crimes do casal em diversas produções, como “Gangsters em Fúria” (1958) e mais famosamente “Bonnie e Clyde – Uma Rajada de Balas” (1967). Este último é considerado um marco do cinema americano, o primeiro hit de uma nova estética violenta nos cinemas, que o subtítulo nacional entrega, e um importante passo para o surgimento da chamada Nova Hollywood. O longa dirigido por Arthur Penn concorreu a 10 estatuetas do Oscar, inclusive de Melhor Filme, mas acabou perdendo para outra grande produção, “No Calor da Noite”. A produção é tão famosa que foi homenageada pelo Oscar por ocasião de seus 50 anos, em 2017, com a participação dos protagonistas originais, Warren Beatty e Faye Dunaway, na entrega do troféu de Melhor Filme. E o vencedor não foi “La La Land”, como também entrou para a História da premiação. O roteiro de “Love Is a Gun” é assinado por de Sheldon Turner (“Amor Sem Escalas”) e Johnny Newman (“Narcos”) e a direção está a cargo do espanhol Kike Maíllo, que estreia em Hollywood após o sucesso do thriller “Toro” em seu país natal. O filme ainda não tem previsão de estreia. Além desta produção, a história do casal também está sendo filmada para a Netflix, no longa “The Highwaymen”, que junta Kevin Costner (“O Homem de Aço”) e Woody Harrelson (“Planeta dos Macacos: A Guerra”) como os policiais que caçaram os dois gângsteres. A foto abaixo mostra os verdadeiros Bonnie Parker e Clyde Barrow.

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    Netflix anuncia data da 4ª temporada de Fuller House após demissão do criador da série

    30 de outubro de 2018 /

    A Netflix divulgou um vídeo nas redes sociais com o elenco de “Fuller House” para revelar a data de estreia da 4ª temporada da série: 14 de dezembro. Isto provavelmente significa novos episódios de temática natalina. “Fuller House” é uma continuação da clássica “Três É Demais” (Full House, no original) e gira em torno das filhas crescidas da atração original. As primeiras temporadas renderam algumas das maiores audiências da Netflix, segundo medições independentes, mas a produção dos novos episódios foi marcada por bastidores tumultuados, que tem rendido boatos de cancelamento da série. Jeff Franklin, o criador da atração, foi demitido em março, após ser acusado de agressividade verbal e por fazer declarações inadequadas no set da gravações e na sala de roteiristas. Detalhes das condutas consideradas impróprias não foram revelados. Mas, como resultado das alegações, a WBTV (Warner Bros. Television) resolveu não renovar o contrato de produção do veterano roteirista de TV, criador de “Três É Demais” (Full House) em 1987 e seu spin-off atual na Netflix. Em nota, a divisão televisiva da Warner foi sucinta: “Não renovamos o acordo de produção de Jeff Franklin e ele não estará mais trabalhando conosco”. Os próximos episódios serão os primeiros a mostrar a família Tanner sem produção de Franklin. A série original dos anos 1980 acompanhava um pai (Bob Saget) que tinha que criar as três filhas (vividas por Candace Cameron Bure, Jodie Sweetin e as gêmeas Olsen em um papel compartilhado) com a ajuda de dois solteirões (John Stamos e Dave Coulier). Na continuação, uma das filhas, D.J., passa por uma situação similar. Viúva recente, mãe de três filhos – de 12, 7 anos e poucos meses de idade, ela contará com o apoio de sua família para dar conta do recado. A personagem volta a ser vivida pela mesma atriz, Candace Cameron Bure, que tinha 10 anos de idade quando a série começou em 1987 e comemorou 18 ao final da atração, em 1995. O trio principal, desta vez, inclui ainda sua irmã roqueira Stephanie Tanner (Jodie Sweetin) e sua melhor amiga Kimmy (Andrea Barber), que agora também tem uma filha adolescente – e, nos novos episódios, um irmão disponível. As três são as novas adultas da atração, que passam a morar juntas no velho cenário da sitcom, com seus respectivos filhos. Além delas, “Fuller House” também traz participações dos adultos originais de “Três É Demais”, agora vivendo a crise da Terceira Idade, especialmente Bob Saget como o pai de D.J., que continua amigo dos personagens de Dave Coulier e John Stamos. Até Lori Loughlin retorna como a Tia Becky, esposa de Jesse (John Stamos) e mãe de dois gêmeos, que ela deu à luz no final da série original. Apenas as gêmeas Olsen optaram por não participar do projeto, afirmando que desistiram de atuar e hoje direcionam suas carreiras para o universo da moda – onde são muito bem-sucedidas, por sinal. A 4ª temporada terá maior presença dos “pais”, que, conforme revelado nos últimos episódios, estão se mudando de volta para San Francisco, além da gravidez de Kimmy.

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    BoJack Horseman é renovada para a 6ª temporada

    30 de outubro de 2018 /

    A Netflix anunciou a renovação da série “BoJack Horseman” pelas redes sociais. Veja abaixo. A animação adulta estrelada por Will Arnett (“Arrested Development”), no papel de um cavalo que tem sua própria série de TV, voltará em 2019 em sua 6ª temporada. Criada por Raphael Bob-Waksberg, a produção também inclui em seu elenco de dubladores Amy Sedaris (“Unbreakable Kimmy Schmidt”) como uma gata falante, Alison Brie (“GLOW”) como uma garota que namora um cachorrão (literalmente) e Aaron Paul (“Breaking Bad”) como o melhor amigo humano do protagonista. As boas notícias também vem a cavalo.#BoJackHorseman renovada para a temporada 6! pic.twitter.com/Ou0GbfMAjN — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) October 30, 2018

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    Naomi Watts vai estrelar série derivada de Game of Thrones na HBO

    30 de outubro de 2018 /

    Após longas negociações, a atriz Naomi Watts (“A Série Divergente: Convergente”) assinou contrato para liderar o elenco do piloto da primeira série derivada de “Game of Thrones” na HBO. Sem título revelado, o spin-off foi criado pela roteirista Jane Goldman (“Kingsman”, “Kick-Ass”, “X-Men: Primeira Classe”) e pelo escritor George R. R. Martin, autor dos livros da saga “As Crônicas de Gelo e Fogo”, que inspiraram “Game of Thrones”. A trama se passa 8 mil anos antes dos eventos da série original e pretende apresentar a Era de Ouro dos heróis e também a hora mais sombria de Westeros, com a origem dos caminhantes brancos e o surgimento dos primeiros Starks lendários. A equipe criativa por trás do projeto não deu muitos detalhes sobre a personagem de Watts, além do fato dela interpretar uma integrante carismática da nobreza que esconde um segredo obscuro. Não está claro, tampouco, se a personagem de Watts será a protagonista do projeto. Em julho, o presidente da programação da HBO, Casey Bloys, disse que a produção tinha personagens masculinos e femininos fortes. “Há personagens femininas muito fortes, mas é um conjunto”, disse ele. “Jane é uma ótima escritora, não queremos limitá-la a escrever protagonistas femininas. Há muitas personalidades muito complicadas no roteiro do piloto.” Nenhum dos atores do programa atual aparecerá na nova série, que retratará um Westeros muito diferente de “Game of Thrones”. Além desse projeto, há outros quatro roteiros sendo avaliados para virar derivados de “Game of Thrones”, desenvolvidos por Max Borenstein (“Godzilla”, “Kong: A Ilha da Caveira”), Brian Helgeland (“Sobre Meninos e Lobos”, “Robin Hood”), Carly Wray (séries “Mad Man” e “The Leftovers”) e Bryan Cogman (roteirista e produtor de “Game of Thrones”). Martin também trabalhou no roteiro de Cogman. Mas, por enquanto, apenas a história desenvolvida por Jane Goldman recebeu sinal verde para produzir um piloto. Isto não significa que a produção da 1ª temporada está garantida. O piloto precisará ser aprovado pelos executivos da HBO para virar série. Duas vezes indicada ao Oscar, Naomi Watts também está gravando atualmente a série limitada do canal pago Showtime sobre Roger Ailes, o fundador da Fox News, na qual contracenará com Russell Crowe.

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    O Mundo Sombrio de Sabrina é processada por Igreja satanista por cópia realista da escultura de Baphomet

    30 de outubro de 2018 /

    A série “O Mundo Sombrio de Sabrina” surpreendeu os desavisados por mostrar a família da protagonista como devotos do diabo. Mas em vez de esperados protestos de grupos de pressão evangélicos, os produtores se surpreenderam por receber ameaças de uma Igreja satanista, que decidiu processar a Netflix. O pomo da discórdia é uma estátua de Baphomet, uma figura com cabeça de bode venerada pelos satanistas, que aparece com destaque na Escola das Artes Ocultas que Sabrina (Kiernan Shipka) frequenta para aprender a ser bruxa. Segundo Lucien Greaves, líder da seita Satanic Temple, a estátua tem exatamente o mesmo design da que se encontra em seu templo em Detroit, nos EUA. Ele ainda diz que a seita tem os direitos autorais da estátua, e que pretende processar a Netflix. “Sim, estamos tomando ações legais contra o roubo da nossa propriedade intelectual, protegida por direitos autorais, contra a Netflix e sua série ‘O Mundo Sombrio de Sabrina’. Eles não podem se apropriar do nosso design para promover o seu patético pânico satânico”, escreveu Graves no Twitter. “Eu estou realmente impressionado com as pessoas me perguntando porque tomaríamos atitudes legais contra a Netflix”, completou mais tarde. “Vocês teriam a mesma atitude se uma obra de ficção usasse uma mesquita real como o quartel-general de uma organização terrorista?”. Curiosamente, Sabrina não retrata os satanistas como maléficos apenas por serem adoradores do diabo. Ao contrário, mostra que bruxas e magos seguem um código de ética moral, e que eles acreditam que o diabo não representa o mal na Terra, mas o livre arbítrio. São temas que também fazem parte, ainda que menos didaticamente, da série “Lucifer”. A diferença é que Sabrina pretende usar os conhecimentos das Artes Ocultas para derrotar o próprio diabo, que ela descobre ser um grande mentiroso com uma agenda sinistra. Compare abaixo as imagens de Baphomet da série com a escultura original, inaugurada em 2015. Yes, we are taking legal action regarding #TheChillingAdventuresofSabrina appropriating our copyrighted monument design to promote their asinine Satanic Panic fiction. — Lucien Greaves (@LucienGreaves) October 29, 2018 I'm amazed that anybody is confused as to why we would seek legal remedy over Sabrina using our monument. Would they be as understanding of a fictional show that used a real mosque as the HQ of a terrorist cell? A fictional Blood Libel tale implicating real world Jews? — Lucien Greaves (@LucienGreaves) October 29, 2018

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    Salários milionários explicam por que cada vez mais estrelas de cinema decidem fazer séries

    30 de outubro de 2018 /

    Não é à toa que cada vez mais astros do cinema estão migrando para as séries. A revista Variety revelou nesta terça (30/10) que eles estão recebendo fortunas para fazer a transição. Atores como Javier Bardem, Julia Roberts e Reese Witherspoon fecharam recentemente contratos milionários para estrelar novas séries. O ator espanhol vai encabeçar a sua primeira série americana, “Cortés”, megaprodução da Amazon sobre o explorador Hernán Cortés no século 16. E receberá US$ 1,2 milhão por episódio da série, sua primeira empreitada no gênero desde 1986, quatro anos antes de estrear no cinema espanhol. Já Reese Witherspoon recebeu milhões não declarados para voltar à 2ª temporada de “Big Little Lies”, na HBO, e vai ganhar US$ 1,1 milhão por capítulo de uma nova produção da Apple, ainda sem título, sobre os bastidores de um programa de TV matinal, na qual contracenará com Jennifer Aniston. A ex-“Friends” também decidiu voltar às séries, após mais de uma década dedicada ao cinema, pelo salário – os mesmos US$ 1,1 milhão por episódio da colega. A atriz Julia Roberts foi outra atraída pelo dinheiro em série. Ela receberá US$ 600 mil por episódio como protagonista de “Homecoming”, que estreia na sexta-feira (2/10) na Amazon. O detalhe é que este não é o único pagamento que os astros de cinema recebem ao fechar contrato para estrelar uma série. Eles também ganham créditos de produtores, obtendo percentagens dos lucros quando as atrações são vendidas para o exterior, lançadas em outras mídias ou reprisadas. O trabalho é maior, mas os valores superam salários de muitas estrelas atuais de Hollywood. Por conta disso, a expectativa é que as séries tenham cada vez mais astros famosos.

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