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  • Série

    Legacies: Spin-off da série The Originals ganha fotos oficiais

    11 de agosto de 2018 /

    A rede The CW divulgou as primeiras três fotos oficiais de “Legacies”, spin-off da série “The Originals”. As imagens destacam a personagem principal, a adolescente Hope Mikaelson (Danielle Rose Russell), que aparece na Escola Salvatore, treinando com Alaric (Matthew Davis) e ao lado do encarcerado Landon (Aria Shahghasemi), interesse romântico introduzido no final de “The Originals”. A série vai girar em torno de Hope, “a filha de uma longa linhagem de vilões das histórias”, filha de uma lobisomem e de um vampiro, neta de uma bruxa poderosa e não muito diferente dos demais estudantes de sua escola em Mystic Falls, herdeiros das criaturas do universo inaugurado em 2009 pela série “The Vampire Diaries”, que relutam entre virar heróis ou vilões. A sinopse oficial trata justamente disto: “Na última década, os heróis e vilões icônicos de ‘The Vampire Diaries’ e ‘The Originals’ cativaram o público em todo o mundo. Eles deixaram um legado duradouro de amor e família em seu rastro, que continua em ‘Legacies’, um novo drama emocionante que conta a história da próxima geração de seres sobrenaturais na Escola Salvatore para Jovens Superdotados. É aqui que a filha de Klaus Mikaelson, Hope Mikaelson, de 17 anos, os gêmeos de Alaric Saltzman, Lizzie e Josie Saltzman, e outros jovens adultos – incluindo o descendente de político MG e o misterioso Landon Kirby – amadurecem da maneira mais anticonvencional possível, formados para serem as melhores versões de si mesmos… apesar de seus piores impulsos. Essas jovens bruxas, vampiros e lobisomens se tornarão os heróis que eles querem ser – ou os vilões que nasceram para ser? Enquanto lutam para proteger seu segredo, sua cidade de Mystic Falls e, eventualmente, o mundo, eles terão que confiar no folclore antigo e nos contos para aprender a lutar contra seus inimigos de longo alcance”. Além dos intérpretes conhecidos de Hope e Alaric, o elenco inclui Kaylee Bryant (“Santa Clarita Diet”) e Jenny Boyd (“A Jornada dos Vikings”) como as irmãs Saltzman, além de Aria Shahghasemi (“No Alternative”) e Quincy Fouse (“The Goldbergs”). Criada por Julie Plec, responsável pelo universo vampírico da CW desde “The Vampire Diaries”, “Legacies” vai estrear em 25 de outubro, pouco mais de dois meses após o final de “The Originals” – que foi ao ar em 1 de agosto nos Estados Unidos.

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  • Série

    The Deuce: Trailer da 2ª temporada revela salto temporal

    11 de agosto de 2018 /

    A HBO divulgou o trailer da 2ª temporada de “The Deuce”, que mostra um salto temporal, conforme registra a peruca de James Franco (“Artista do Desastre”) e os comentários sobre o sucesso da empreitada pornográfica dos protagonistas. Enquanto a temporada inaugurou se passou entre os anos de 1971 e 1972, quando a pornografia estava apenas decolando, a 2ª temporada chegará até 1977, no auge da produção dos filmes adultos. Criada por David Simon e George Pelecanos (respectivamente criador e roteirista de “The Wire”, uma das melhores séries já feitas), “The Deuce” conta a história da legalização e do crescimento da indústria pornográfica em Nova York, abordando também a epidemia da Aids, a violência resultante do aumento do tráfico de cocaína e a especulação imobiliária que acabou mudando a cidade. Além de James Franco em papel duplo (ele interpreta irmãos gêmeos), o elenco também destaca a atriz Maggie Gyllenhaal (“Batman – O Cavaleiro das Trevas”), Margarita Levieva (série “Revange”), Gary Carr (série “Downton Abbey”), Emily Meade (“Nerve”), Lawrence Gilliard Jr. (série “The Walking Dead”), Chris Bauer (série “True Blood”), Dominique Fishback (minissérie “Show Me a Hero”), Michael Rispoli (série “Magic City”), Kim Director (“A Bruxa de Blair 2”), Olivia Luccardi (série “Orange Is the New Black”) e o rapper Method Man (série “Luke Cage”). A nova temporada estreia em 9 de setembro.

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  • Filme

    Tesnota usa sequestro para explorar tensão das divisões étnicas e sociais da ex-União Soviética

    11 de agosto de 2018 /

    “Tesnota” é o primeiro longa-metragem do diretor russo Kantemir Balagov, que também responde pela montagem e pelo roteiro do filme, este em parceria com Anton Yarush. Indícios claros de um trabalho autoral, que se confirma desde as primeiras imagens, nada convencionais. Apresenta uma fotografia que enfatiza tons escuros e cores fortes ao mesmo tempo, fazendo sobressair as tensões do ambiente. O foco do filme é uma comunidade judaica, fechada e marginalizada, na localidade de Nalchik, cidade natal do diretor e capital da República Cabárdia-Balcária, parte da Federação Russa. O ano: 1998. A personagem central Ilana (Darya Zhovnar), de 24 anos, trabalha na oficina do pai como mecânica e ama um personagem cabardino, num relacionamento algo clandestino, não aceito pela família. Trata-se do que na própria trama do filme é referido como sendo as tribos, que são discriminadas pelos russos. O evento central da narrativa é o sequestro de um casal de noivos, logo após a cerimônia de compromisso deles. David, o noivo, é o irmão mais novo de Ilana. E a questão que se colocará é a de como pagar o resgate pedido sem mexer com a polícia, para evitar maiores complicações. O dinheiro servirá para mostrar, de um lado, um espírito de coletividade e solidariedade, mas, de outro, o ressentimento de alguns, a chantagem e também a tentativa de se aproveitar da situação para conseguir algum objetivo, difícil de ser alcançado por outro meio. A família de Ilana e David não tem posses suficientes e a própria oficina mecânica, que é sua fonte de sustento, estará em questão. Assim como o casamento de Ilana. Passaram a vida se mudando de um lado para o outro, para tentar sobreviver e escapar dos preconceitos. O sequestro parece levá-los de volta para a estrada. Inevitável será enfrentar questões éticas, que poderão complicar ou arruinar a vida de cada um deles: pai, mãe, irmãos e parceiros amorosos. As decisões que todos têm de tomar são vitais, decisivas e urgentes. Todo esse clima de angústia e tensão é muito bem trabalhado ao longo do filme, em ritmo lento e seguro. Pouco é explicitado verbalmente, o que importa é o que está por trás do não dito. Está muito presente nos semblantes, gestos, posturas, silêncios. Elementos fundamentais em “Tesnota”, que dependem do bom desempenho do elenco. O cineasta tem uma referência e fonte de influência muito fortes. Estudou e atuou no departamento de cinema da Universidade de Stravropol, com Alexander Sokurov, um grande cineasta russo da atualidade que, por sinal, é um dos produtores de “Tesnota”. O filme foi exibido nos festivais de Munique, Montreal e Cannes, onde se destacou na mostra Um Certo Olhar (Un Certain Regard), recebendo o prêmio da crítica internacional (FIPRESCI).

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  • Filme

    Ana e Vitória foge das armadilhas da cinebiografia musical para virar retrato geracional

    11 de agosto de 2018 /

    A primeira cena de “Ana e Vitória” estabelece rapidamente que o filme não é uma cinebiografia tradicional das cantoras do título, mas um retrato geracional, ao mostrar um grupo de pessoas em uma festa olhando para os seus próprios aparelhos celulares em meio a uma pequena multidão. Quando não, estão usando os celulares para filmar a moça que está cantando. Esse hábito moderno faz com que as pessoas estejam quase o tempo todo com a cabeça voltada para baixo, como se estivessem tristes, ainda que vez ou outra estejam sorrindo e conversando com alguém. E isso mostra como a solidão pode ter “evoluído”, passando a sensação falsa de ter ficado menor por causa do ambiente virtual, mas a necessidade de encontrar uma pessoa para amar continua sendo algo intenso no espírito humano. Há também uma mudança de valores muito interessante captadas na tela. As duas meninas, Ana Caetano e Vitória Falcão, vivendo a si mesmas, têm relações com pessoas do mesmo sexo com certa naturalidade. Ana, inclusive, até prefere as meninas, como dá a entender desde o começo. Mas “Ana e Vitória” é um filme, acima de tudo, sobre amizade feminina, com foi, anos atrás, o belíssimo “Baixo Gávea” (1986), de Haroldo Marinho Barbosa. A diferença é aqui temos uma outra pegada, um outro diretor com maior familiaridade com a linguagem jovem. Matheus Souza, que já havia trabalhado com outra estrela da música e do mundo pop, Clarice Falcão, em “Eu Não Faço a Menor Ideia do que Eu Tô Fazendo com a minha Vida” (2012), desta vez se arrisca a fazer um musical com as jovens cantoras de Tocantins, que na vida real se identificam como Anavitória e estão fazendo um sucesso popular bem considerável. Por mais que Souza pareça ter um jeito quase amador de lidar com a dramaturgia e com os diálogos, eles são espirituosos e não buscam ser intelectuais. Na verdade, o filme consegue ser inteligente justamente porque suas personagens agem de maneira natural e falam muita bobagem. Uma das primeiras conversas de Ana com Vitória sobre comer formiga ser bom para a vista é um exemplo disso. E essa é apenas uma dentre as várias outras passagens que exploram o jeito simples das duas meninas que se aventuram pelo Rio de Janeiro. O filme acompanha a jornada de união e sucesso das duas jovens, que começam a cantar juntas, fazer sucesso e a arrebanham uma legião de fãs. Para a surpresa delas. Há algumas passagens cantadas e que apresentam novas canções da dupla, e algumas delas são cointerpretadas por Clarissa Müller, que faz par romântico com Ana. Pena que as novas canções não sejam tão inspiradas quanto as do primeiro disco, mas isso não tira o brilho do filme. No fim das contas, “Ana e Vitória” apresenta mais uma história sobre chegadas e partidas, encontros e desencontros amorosos, que poderia pertencer a qualquer garota dessa geração, mais do que a história profissional das duas meninas. O que é ótimo, pois acaba por flagrar um momento muito especial da vida humana, aquele momento em que tudo é muito incerto e doloroso, mas também muito excitante e cheio de vida.

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  • Etc,  Série

    Atores de Fear the Walking Dead dão entrevista divertida para Danilo Gentili

    11 de agosto de 2018 /

    Dois dos principais atores de “Fear the Walking Dead” vieram ao Brasil para promover a estreia da segunda metade da 4ª temporada, e passaram pelo programa “The Noite”, do SBT, na sexta-feira (10/8). Para entrar no “clima”, o programa teve brincadeiras típicas da produção, com a participação de atores vestidos de zumbis, mas não foi isso que tornou a entrevista divertida – muito antes pelo contrário. Mesmo demonstrando não ter acompanhado as reviravoltas dos capítulos mais recentes, Danilo Gentili acabou realizando um bom bate-papo, em que, além de falar da série, os atores Alycia Debnam-Carey (Alicia) e Colman Domingo (Victor) revelaram detalhes de suas vidas pessoais, como a saudade de comida australina da atriz e a convivência do ator com Will Smith na época da escola. Veja abaixo. A série virou praticamente outra, agora que Alycia Debnam-Carey é a única sobrevivente do elenco do episódio inaugural, exibido em 2015. A mudança envolveu a introdução de novos personagens no começo da temporada, vividos por Maggie Grace (de “Lost” e “Busca Frenética”), Garret Dillahunt (série “The Gifted”), Jenna Elfman (série “Imaginary Mary”), Alexa Nisenson (“Te Pego na Saída”) e a chegada de Lennie James (o Morgan de “The Walking Dead”), que se juntaram aos sobreviventes dos episódios anteriores, agora reduzidos a Alicia, Victor e Luciana (Danay Garcia). Os próximos capítulos vão fazer ainda mais adições ao elenco, reveladas durante a San Diego Comic-Con. A série também ganhou novo dia de exibição no Brasil: às segundas, a partir de 13 de agosto, um dia após a transmissão nos Estados Unidos, pelo canal pago AMC.

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  • Filme

    Brie Larson, Michael B. Jordan e Jamie Fox vão estrelar filme sobre famoso caso de racismo judicial

    11 de agosto de 2018 /

    Os atores Brie Larson (“Kong: Ilha da Caveira”), Michael B. Jordan (“Pantera Negra”) e Jamie Foxx (“Em Ritmo de Fuga”) vão estrelar o drama “Just Mercy”, próximo filme do cineasta indie Destin Daniel Cretton. O longa vai adaptar o livro de memórias “Just Mercy: A Story of Justice and Redemption”, que conta a história real de Bryan Stevenson, um jovem advogado que luta por igualdade judicial em um sistema legal racista, e que se envolve num caso famoso do final dos anos 1980. Jordan vai interpretar Stevenson e Foxx dará vida a Walter McMillian, um homem falsamente acusado e condenado por assassinado, que passou seis anos no corredor da morte por um crime que não cometeu. O papel de Brie Larson não foi divulgado. Mas este será o terceiro filme consecutivo do diretor com participação da atriz. Ela despontou para as premiações de cinema em “Temporário 12” (2013), vencendo o troféu de Melhor Atriz do Festival de Locarno e obtendo indicação ao Spirit Awards, dois anos de conquistar o Oscar por “O Quarto de Jack” (2015), e reprisou a parceria com Cretton em “O Castelo de Vidro” no ano passado. A previsão de estreia é para janeiro de 2020.

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  • Música

    Dave Grohl se multiplica para tocar sete instrumentos em clipe-documentário

    11 de agosto de 2018 /

    Dave Grohl lançou um mini-documentário na página da banda Foo Fighters no YouTube. Gravado em preto e branco, “Play” traz depoimentos em homenagem à artistas que dedicam sua vida a um instrumento. Mas a maior parte do vídeo é dedicado a mostrar Grohl registrando a música-título em estúdio, na qual ele toca todos os instrumentos. Ele se multiplica em cena, graças a efeitos de edição. São sete instrumentos e a música dura 23 minutos. Vale lembrar que ele gravou todos os instrumento no primeiro disco do Foo Fighters em 1994, quando ainda não existiam outros membros na banda. Quem for muito fã também pode optar por ver o artista tocando cada um dos instrumentos individualmente no site oficial do projeto – aqui. A faixa já está disponível nas plataformas digitais e será lançada em vinil em 23 de setembro.

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  • Série

    Ator de Friends entra na série Will & Grace

    11 de agosto de 2018 /

    O ator David Schwimmer, até hoje lembrado como o Ross de “Friends”, vai estrelar um revival na TV americana, mas de outra série clássica. Ele foi escalado para um papel recorrente na 2ª (ou 10ª) temporada do revival de “Will & Grace”. Schwimmer interpretará o novo interesse amoroso de Grace (Debra Messing). A princípio, o ator participará de um arco de cinco episódios, mas os roteiros ainda estão sendo escritos. A participação em “Will & Grace” será o primeiro trabalho de Schwimmer num sitcom desde o fim de “Friends” em 2004. Numa guinada na carreira, o ator optou por fazer mais papéis dramáticos e virar diretor. A 10ª temporada de “Will & Grace” estreia no dia 4 de outubro nos Estados Unidos e a série já se encontra renovada pra seu 11º ano. No Brasil, a sitcom é transmitida pelo canal pago Fox.

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  • Série

    Stephen Amell dá boas vindas à Ruby Rose no Arrowverse

    10 de agosto de 2018 /

    Stephen Amell, protagonista da série “Arrow”, foi ao Twitter desejar boas-vindas a Ruby Rose, recém-chegada ao Arrowverse como estrela da nova série da “Batwoman”. “Hey, Ruby Rose – Bem-vinda!! São personagens como a Batwoman que carregarão o nosso universo para o futuro. Te vejo em breve!”, escreveu o ator. E ela, que tinha prometido sair do Twitter para se concentrar no trabalho, voltou especialmente para agradecer. “Bastante obrigado, Stephen. Isto vai ser muito divertido”, ela respondeu. Ruby Rose vai encarnar Kate Kane, a Batwoman, num crossover previsto para ir ao ar no final do ano na CW. Nesta história, a nova heroína irá contracenar com os personagens de “Arrow”, “The Flash” e “Supergirl”. E depois, caso a audiência confirme as expectativas, ganhará sua própria série semanal, com lançamento planejado para 2019. Caroline Dries será a roteirista e showrunner do projeto. Ela tem uma longa história junto à CW, tendo trabalhado como roteirista e produtora em “The Vampire Diaries” e “Smallville”, e compartilha a mesma orientação sexual da heroína e da atriz. Para quem não acompanha quadrinhos, é interessante saber que Batwoman foi a primeira heroína de Gotham City. Kate Kane, a versão feminina de Batman, surgiu 12 anos antes de Batgirl, criada por Edmond Hamilton e Sheldon Moldoff em 1956 como possível interesse romântico do Homem-Morcego, em resposta às alegações sobre a suposta homossexualidade do herói – denunciada pelo controvertido livro “Sedução dos Inocentes”. Isto acabou se tornando irônico, devido ao posterior desenvolvimento da personagem. A fase original acabou em 1964, quando o editor Julius Schwartz resolveu cortar a maioria dos coadjuvantes supérfluos de Batman – havia até um batcão. E Batwoman só foi retornar com força em 2006, numa versão repaginada pelo evento “52”, que rebutou os quadrinhos da editora. Foi nessa volta que ela se assumiu lésbica, tornando-se a mais proeminente heroína LGBTQIA+ da editora. Apesar disso, esta opção sexual não foi facilmente assimilada pela Warner, que demorou a incorporar a personagem em seus projetos da DC Comics. Até a animação que tinha seu nome no título, “Batman: O Mistério da Mulher-Morcego”, optou por retratar a heroína com uma identidade diferente. Mas os tempos evoluem e, há dois anos, a animação “Batman: Sangue Ruim” finalmente debutou a versão atual de Kate Kane, com a voz de Yvonne Strahosky (da série “The Handmaid’s Tale”) e a mesma orientação sexual dos quadrinhos. Agora, Ruby Rose será a primeira atriz a interpretar uma versão “live action” de Batwoman. Mais que isso, será a primeira protagonista lésbica de uma série de super-heróis. O produtor Greg Berlanti, que é gay assumido, tem introduzido diversos personagens LGBTQIA+ nas séries da DC. Vale lembrar que Sarah Lance, a Canário Branco, foi a primeira a ter relacionamento com outras mulheres no Arrowverse. A personagem interpretada por Caity Lotz define-se como bissexual. Já a policial Maggie Sawyer (vivida por Floriana Lima) se estabeleceu como a primeira lésbica em “Supergirl”, ajudando a irmã da heroína a descobrir sua verdadeira sexualidade. Por sinal, Maggie e Kate Kane tem história nos quadrinhos. As duas só não casaram porque a DC vetou, o que levou à demissão dos responsáveis pelo noivado do casal em 2013. Avanços e retrocessos. Thank you so much Stephen. This is going to be so much fun. X https://t.co/LI3TCuAfzm — Ruby Rose (@RubyRose) August 10, 2018

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  • Música

    Filha de Elvis Presley grava dueto póstumo com o cantor para disco de gospel

    10 de agosto de 2018 /

    Um dueto póstumo inédito de Elvis Presley com sua filha ganhou um clipe, que mistura imagens do arquivo pessoal da família em Graceland com cenas do famoso especial televisivo de Elvis de 1968 e os registros da gravação de Lisa Marie Presley em estúdio nos dias de hoje, 50 anos depois. Intitulada “Where No One Stands Alone”, a música dá nome a um novo álbum do cantor, dedicado a gravações de estilo gospel, que foi lançado nesta sexta-feira (10/8). Além de participação vocal, Lisa também é creditada como uma das produtoras da bora. “Quando tinha 2 anos, Elvis Presley me disse: ‘Tudo o que eu conhecia era música gospel. Isso se tornou parte da minha vida. É tão natural quando dançar. Um meio de escapar dos meus problemas e meu jeito de me libertar’. Foi a música gospel que alimentou ferozmente sua paixão musical, embora sua síntese única entre o country, o popular e o R&B tenham feito dele um ídolo para milhões de pessoas ao redor do mundo. Familiares e amigos se recordam de ouvir com frequência Elvis cantando música gospel em casa e durante o aquecimento para seus shows”, recordou Lisa, no comunicado do projeto. A filha única de Elvis demorou a se decidir pela carreira de cantora, tendo lançado seu primeiro disco apenas em 2003, aos 35 anos de idade. Ela nasceu em 1968 e é mãe da atriz Riley Keough (“Mad Max: Estrada da Fúria”).

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  • Filme

    Star Trek 4 fica em risco com ameaça de desistência de Chris Pine

    10 de agosto de 2018 /

    A nave Enterprise está com problemas para voltar a sair da garagem espacial da Paramount. Após muita protelação, o estúdio finalmente decidiu dar sinal verde para a produção de “Star Trek 4”, mas a demora em tomar essa decisão fez com que a tripulação mudasse de ideia sobre embarcar na viagem. Chris Pine, que interpreta o Capitão Kirk, e Chris Hemsworth, que deveria voltar a interpretar seu pai na trama, após participar do reboot da franquia em 2009, não fecharam acordos para as filmagens, segundo apurou o site The Hollywood Reporter. Os dois atores estavam em negociações avançadas, mas fontes da publicação afirmam que as conversas foram concluídas com ambos abandonando a franquia, após ouvirem que teriam que reduzir suas pretensões salariais. Pine e Hemsworth estrelam blockbusters de super-heróis da DC e da Marvel, e não estariam dispostos a ouvir falar em redução ou cortes de pagamentos, após se acostumarem a contratos de estrelas. Mas a Paramount argumenta que “Star Trek” não pode ser comparado a “Mulher-Maravilha” e “Vingadores”, e quer evitar encarecer o orçamento da produção com salários inflacionados. Alega que o último filme da franquia, “Star Trek: Sem Fronteiras”, deu prejuízo, ao fazer apenas US$ 343,4 milhões em todo o mundo, com um orçamento de US$ 190 milhões. Para completar o entrave, a Paramount ainda terá pela frente a negociação com outros membros do elenco – incluindo Zoe Saldana, Zachary Quinto, Karl Urban, Simon Pegg e John Cho. De acordo com o THR, as negociações não afetam os planos da Paramount e suas parceiras na produção, a Skydance e a Bad Robot, que tratam o projeto como prioridade e não pretendem adiar seu cronograma de filmagem. Mas isso não esclarece qual será o próximo passo para “Star Trek 4”. O filme pode trocar o elenco. Ou os atores podem retomar a discussão com novas propostas na mesa. “Star Trek 4” seria o primeiro filme da franquia dirigido por uma mulher, S.J. Clarkson (da série “Jessica Jones”).

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  • Série,  TV

    Globo é condenada por falta de ética com autora do livro que inspirou a minissérie Chiquinha Gonzaga

    10 de agosto de 2018 /

    A rede Globo foi condenada na Justiça por agir com falta de ética, descaso e quebra de contrato, numa sentença indenizatória que chega tarde e é irrisória em relação ao prejuízo moral e material sofrido pela autora do livro que inspirou a minissérie “Chiquinha Gonzaga”. O processo foi motivado por uma quebra de compromisso datada de 1999, quando a Globo estreou “Chiquinha Gonzaga” sem dar créditos à escritora Dalva Lazaroni de Moraes. Ela tinha cedido gratuitamente os direitos de adaptação de seu livro, “Chiquinha Gonzaga: Sofri e Chorei: Tive Muito Amor”, que inspirou a minissérie, em troca da divulgação de sua obra nos créditos. Imaginava que isso poderia reverter em vendas do livro e torná-la mais conhecida para fechar novos contratos editorais, ao mesmo tempo em que enfrentava um doloroso tratamento contra o câncer de mama. Pois a minissérie foi ar com autoria de Lauro César Muniz, sem mencionar o nome da escritora, nem mesmo o título do livro, o que se transformou em “frustração, mágoa e constrangimento”, como relatou o advogado Sylvio Guerra no processo. Dalva chegou a procurar a emissora, que se retratou e passou a colocar o nome da escritora e de seu livro nos créditos a partir do 20º capítulo (de um total de 38 episódios), cumprindo o acordo pela metade. Entretanto, quando a minissérie foi reprisada pelo Canal Viva em 2010, a história se repetiu. O nome da escritora foi suprimido dos episódios. Mais que isso. Ao investigar quando o corte tinha acontecido, ela descobriu que a Globo tirou seus créditos ao vender a minissérie para fora do país, quando a atração foi exibida no exterior. A escritora decidiu então entrar com uma ação judicial contra a Globo. Mas a lentidão da justiça brasileira, alimentada por uma sequência de recursos impetrados pela emissora, impediu que ela comemorasse sua vitória. Dalva Lazaroni de Moraes faleceu em julho de 2016, dois anos antes da sentença. A Globo se recusou a lhe dar o simples prazer de ver seu nome na obra, mesmo ela não tendo cobrado os direitos da adaptação. No documento judicial, o titular da 31ª Vara Cível do Rio de Janeiro, Paulo Assad Estevam, reconhece a influência do livro de Dalva na minissérie da Globo e registra que a omissão dos créditos, além de causar “grave prejuízo” à imagem da escritora, a fez sofrer um baque psicológico. Ele condenou a Globo a pagar aos herdeiros R$ 150 mil de indenização por danos morais e a inserir os créditos de Dalva e seu livro em todos os capítulos de “Chiquinha Gonzaga”, sempre que a série for exibida ou comercializada. Segundo o site Notícias da TV, o advogado Sylvio Guerra vai recorrer da decisão. “É uma sentença muito bem fundamentada, mas o valor não condiz com a realidade, até porque o juiz julgou apenas o dano moral, não apreciou o dano material. Não concordo com esse valor de R$ 150 mil. E faltou também o juiz arbitrar uma multa para caso a Globo não cumpra a determinação de exibir os créditos”, diz. Já a Globo afirmou que não comenta casos sub judice. No processo, porém, a rede confirmou que celebrou um contrato com escritora pela cessão de direitos autorais do livro, e admitiu que, “por um equívoco” não inseriu os créditos nos primeiros 20 episódios da minissérie.

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  • Série

    Criadora de Insatiable diz que campanha “politicamente correta” contra a série é censura

    10 de agosto de 2018 /

    A série “Insatiable” chegou nesta sexta (10/8) na Netflix envolta em polêmicas, após ser acusada de gordofobia e body shaming (humilhação corporal). Apenas a divulgação de seu trailer foi suficiente para inspirar uma petição online, que já atingiu mais de 230 mil assinaturas, pedindo para a plataforma cancelar a produção. A trama acompanha a vingança de uma ex-gordinha, vivida por Debby Ryan (estrela da série “Jessie”, do Disney Channel). Vítima de bullying no colegial, ela decide mudar de dieta, fica glamourosa e vai à forra, num acerto de contas virulento. Cheia de momentos ultrajantes, acabou desagradando quem não viu e não gostou. E a impressão negativa contagiou a crítica. No dia de sua estreia, a série contava com meros 13% de aprovação no Rotten Tomatoes. Agora, a criadora da atração, Lauren Gussis (roteirista de “Dexter”), resolveu contra-atacar, defendendo “Insatiable” por seu potencial de gerar incômodo e comparando a campanha contra a série à censura. “Eu queria cutucar esses assuntos através da comédia. Mas cada um dessas assuntos que os personagens lidam – de distúrbios alimentares ao transtorno dismórfico corporal, sexualidade, a necessidade de validação, o desejo de ser perfeito, doença mental – eu enfrentei cada uma dessas coisas”, revelou Gussis, em entrevista ao site The Hollywood Reporter. “Acho que estamos diante de um perigo real de censura se decidirmos que só podemos contar histórias de uma certa maneira para que todos se sintam seguros. Por experiência própria, o crescimento vem de desconforto e dor. Se ouvir essas coisas é desconfortável, eu entendo. São temas sensíveis. A ferida é profunda, mas não acho que a solução é me silenciar ou silenciar outras pessoas. Eu acho que a solução é falar, para que possamos discutir a respeito. É representar a realidade, ao invés de outra versão idealizada da verdade que não seja realista, o que nos mantém ainda mais distantes de ter uma conversa honesta e chegar a uma compreensão mais profunda de nós mesmos”, defende a criadora. Em outras palavras, ignorar o problema não faz o problema sumir. A repórter ainda questionou: “Mas como ajuda mostrar pessoas maltratando outras porque são gordas? A mensagem não deveria ser o contrário, que não se deve tratar mal as pessoas?” “Eu acho que essa é a mensagem da série, sim”, diz Gussis. “Quer dizer, veja o que acontece quando você trata alguém tão mal. Ela se transforma em uma pessoa realmente violenta, com raiva, e cada ação tem uma reação igual e oposta”. E então ela aponta o problema da pergunta, que está na raiz do ataque politicamente correto à produção. “Eu também acho que, na arte, ‘deveria’ é uma palavra muito, muito perigosa. Eu acho que se tentarmos dizer às pessoas como elas devem contar suas histórias, se tentarmos silenciá-las, então estamos fazendo o oposto do que a arte precisa fazer, que é estimular discussões. E eu acho que estamos, como sociedade, chegando muito perto desse perigo de censura. Eu acho que se dissermos às pessoas, e aos artistas especificamente, que você só pode contar uma história de uma certa maneira e você só tem permissão para contar uma história de uma forma que me faça sentir confortável, nós abrimos mão da capacidade de discutir e crescer com essas discussões”, concluiu.

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