Atriz de The 100 é presa após atacar namorado e chora na polícia
Marie Avgeropoulos, atriz da série “The 100”, teve um surto de Bloodreina na vida real. O site TMZ descobriu que ela foi presa em Los Angeles na semana passada e responde a um processo por violência doméstica após atacar o namorado, em uma história bastante confusa. De acordo com o TMZ, a atriz canadense de 32 anos foi levada pelos policiais na madrugada do dia 5 de agosto depois que seu parceiro ligou para a polícia denunciando a agressão, ainda dentro do carro onde estavam. O homem tinha marcas no corpo e por isso a intérprete de Octavia Blake foi presa, embora ele tenha pedido que os policiais não a levassem. Segundo as fontes do site, Marie misturou remédios controlados que havia começado a tomar recentemente com vinho e ficou descontrolada. A intenção do rapaz ao ligar para a polícia teria sido parar com a confusão e não fazê-la ser presa. O namorado de Marie também é canadense e ambos não têm familiaridade com o sistema legal norte-americano. O próprio rapaz, que não teve a identidade revelada, pagou a fiança e não prestou queixa. Em sua mugshot (foto da ficha policial, acima), a atriz aparece chorando.
Joel Kinnaman vai estrelar nova série sci-fi do criador de Battlestar Galactica
O ator sueco Joel Kinnaman (“Esquadrão Suicida”) trocou uma série sci-fi por outra. Ele saiu de “Altered Carbon”, na Netflix, para estrelar a nova série sci-fi de Ronald D. Moore, criador “Battlestar Galactica”, em desenvolvimento para a plataforma de streaming da Apple. Ainda sem título, a série é uma sci-fi especulativa, que vai lidar com uma linha temporal alternativa. A trama imagina o que teria acontecido se a corrida espacial entre Estados Unidos e União Soviética não tivesse acabado nos anos 1970, após a conquista da lua. Kinnaman vai liderar o elenco como o melhor astronauta da NASA, Edward Baldwin. E, com a escalação, chega a sua terceira série de streaming, cada uma para uma plataforma diferente. Ele também está no elenco do thriller “Hanna”, na Amazon. Além do sueco, também entraram na atração os atores Sarah Jones (“The Path”) e Michael Dorman (“Patriot”), que viverão Tracy e Gordo Stevens, um proeminente casal da NASA. Coproduzida pela Sony Television, a série juntará Moore com dois produtores de “Fargo”, Matt Wolpert e Ben Nedivi, que trabalharão nos roteiros da atração. Esta também será a terceira série de Moore em produção atualmente. Ele é responsável ainda pelo sucesso “Outlander”, no canal pago Starz, e “Philip K. Dick’s Electric Dreams”, na Amazon.
Novo vídeo de A Freira foi considerado tão assustador que o YouTube tirou da página oficial
A Warner não poderia desejar propaganda melhor para “A Freira”, o filme da freira demoníaca de “Invocação do Mal 2”. O YouTube tirou um novo vídeo do terror da página oficial do estúdio, oficialmente por considerá-lo muito assustador. Veja o tuíte da justificativa abaixo. De acordo com uma política de anúncios que veta “conteúdo violento e chocante”, o YouTube proíbe “imagens horríveis” e “promoções que podem chocar ou assustar” o público. Mas o vídeo foi rapidamente copiado e sobreviveu em endereços não oficiais. E ele não faz jus ao “hype”, com um susto costumeiro de passeio de Trem Fantasma. Mostra apenas a criatura do título emergindo subitamente da escuridão por um segundo, acompanhada pelo som estridente de uma trilha sonora histérica – típica do gênero. Como os spin-offs anteriores do universo de “Invocação do Mal”, “A Freira” será um prólogo. Na trama, Taissa Farmiga (de “American Horror Story”) vive uma jovem noviça, que tem visões da freira sombria. Estas visões alertam a Igreja, que a convoca para visitar uma abadia romena “com longa história”, na companhia de um padre (Demián Bichir, de “Os Oito Odiados”). A criatura que assombra seus sonhos teria a ver com eventos que aconteceram naquele lugar. Juntos, eles precisam desvendar um segredo profano, arriscando não só suas vidas, mas também sua fé e suas almas para confrontar a força malévola que assume a forma da mesma freira que aterrorizou o público em “Invocação do Mal 2”. O elenco ainda inclui Jonas Bloquet (“Faces de uma Mulher”), Charlotte Hope (série “Game of Thrones”), Ingrid Bisu (“Toni Erdmann”) e Jonny Coyne (série “Mom”). O diretor James Wan (de “Invocação do Mal” e sua continuação) e o roteirista Gary Dauberman (de “Annabelle” e sua sequência) assinam a história, mas a direção está a cargo de Corin Hardy (“A Maldição da Floresta”). “A Freira” tem estreia prevista para 6 de setembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Appreciate you bringing this to our attention! This ad violates our shocking content policy and it's no longer running as an ad. More info here: https://t.co/dOUocjUevh — Team YouTube (@TeamYouTube) August 14, 2018
Next Gen: Animação da Netflix muito parecida com Operação Big Hero ganha trailer dublado
A Netflix divulgou o trailer da animação “Next Gen”, em versão dublada em português. A prévia é bonitinha, com uma animação computadorizada bem caprichada, mas sua história se parece muito, demais, absurdamente a “Operação Big Hero” (2014). Na trama, uma garotinha faz amizade com um robô, o leva para casa e os dois se juntam para impedir um cientista louco que planeja dominação global. Do design simpático do robô à influência dos animes japoneses, tudo lembra a produção da Disney vencedora do Oscar de Melhor Animação de 2015. Escrito e dirigido pela dupla Joe Ksander e Kevin R. Adams, que trabalharam juntos na animação de “9: A Salvação”, o filme traz Charlyne Yi (da série “House”) como a voz da heroína Mai e diversos artistas famosos no elenco de dubladores, como Jason Sudeikis (“Família do Bagulho”), Michael Peña (“Homem Formiga e a Vespa”), David Cross (“Arrested Development”) e Constance Wu (“Fresh Off the Boat”). Para ouvir as vozes originais, veja também o trailer americano abaixo, disponibilizado sem legendas. A estreia vai acontecer em 7 de setembro em streaming.
Viggo Mortensen conduz Mahershala Ali pelo sul racista dos EUA no trailer de Green Book
A Universal divulgou fotos, pôster e o primeiro trailer de “Green Book”, um dos filmes selecionados para o Festival de Toronto 2018 com ambição de se projetar para o Oscar. A prévia revela uma trama envolvente sobre percepções raciais nos Estados Unidos segregado dos anos 1960, sugerindo um “Conduzindo Miss Daisy” (1989) às avessas com dois atores do maior calibre. Viggo Mortensen (“Capitão Fantástico”) interpreta um caipira que arranja emprego como motorista de um pianista erudito negro, vivido por Mahershala Ali (“Moonlight”). Conforme os dois embarcam numa longa viagem pelo sul dos Estados Unidos, cumprindo uma turnê do pianista em apresentações para ricaços brancos, as diferenças entre os dois se tornam evidentes, mas também começam a diminuir. O pianista ensina um pouco de refinamento para o grosso motorista, que, por sua vez, apresenta ao patrão alguns dos prazeres simples da vida. Entretanto, a situação da dupla chama atenção de racistas. Por curiosidade, “Green Book” era o nome de um guia de viagens para negros, vendido nos Estados Unidos do período. A história é baseada em fatos reais e foi escrita e dirigida por Peter Farrelly em sua primeira incursão dramática, após ficar conhecido por formar com seu irmão Bobby uma das parcerias mais bem-sucedidas das comédias americanas dos anos 1990, responsável por sucessos como “Débi & Lóide” (1994) e “Quem Vai Ficar com Mary” (1998). O elenco também inclui Linda Cardellini (“Pai em Dose Dupla”), Don Stark (“Café Society”), P.J. Byrne (“Rampage”), Brian Stepanek (“Young Sheldon”) e Iqbal Theba (“Glee”). A première vai acontecer em setembro, durante o Festival de Toronto, e ainda não há previsão de estreia.
Nova versão de Adoráveis Mulheres está juntando elenco para concorrer ao Oscar
A nova versão de cinema para o clássico literário “Adoráveis Mulheres” (Little Women) vai juntar um elenco impressionante. A produção do próximo filme da diretora Greta Gerwig, indicada ao Oscar por “Lady Bird: A Hora de Voar”, já confirmou Emma Stone (“La La Land”), Saoirse Ronan (também de “Lady Bird”) e Timothée Chalamet (mais um de “Lady Bird”), está praticamente acertada com Meryl Streep (“Mamma Mia!”) e abriu negociações com Laura Dern (“Livre”). Este elenco aponta uma clara intenção de produzir um filme focado na temporada de premiações. Todos os citados já foram indicados ou venceram o Oscar. Apesar disso, mesmo este elenco terá dificuldades de entusiasmar o público a ir ao cinema. O motivo é simples: “Adoráveis Mulheres” é uma das histórias femininas mais filmadas de todos os tempos. Todo mundo já deve ter visto alguma versão dessa história antes. O que leva à pergunta: por quê refilmá-la mais uma vez? Não há sequer a desculpa de reapresentar a trama para novas gerações. Uma adaptação como minissérie foi exibida na TV britânica em dezembro passado. E esta já tinha sido a terceira versão do livro de Alcott realizada pela BBC, após minisséries nas décadas de 1950 e 1970. Hollywood foi mais fundo na exploração a obra, numa coleção de filmagens que vem desde o cinema mudo. As mais famosas foram “As Quatro Irmãs” (1933) com a jovem Katharine Hepburn, “Quatro Destinos” (1949) com a adolescente Elizabeth Taylor e “Adoráveis Mulheres” (1994), que reuniu simplesmente Winona Ryder, Kirsten Dunst, Claire Danes e Trini Alvarado como as irmãs March, além de Susan Sarandon e Christian Bale. Desta vez, a ideia é trazer Meryl Streep como mãe de Saoirse Ronan, Emma Stone e mais duas a serem escaladas, além de Timothée Chalamet como interesse romântico de uma das irmãs. Ronan interpretará a jovem protagonista Jo, enquanto Stone viverá sua irmã Meg, Streep encarnará a Sra. Marsh e Chalamet dará vida a Theodore “Laurie” Laurence, futuro marido de Amy, ainda não escalada. O estúdio Tri-Star quer a britânica Florence Pugh (“Lady Macbeth”) no papel, mas a escalação não foi confirmada. Gerwig foi contratada inicialmente pelo estúdio para polir o roteiro, mas, após o sucesso de “Lady Bird”, os executivos decidiram dar mais responsabilidades à jovem cineasta, contratando-a para dirigir o longa. O romance homônimo de Louisa May Alcott foi baseada em sua própria vida, inspirada pela juventude passada entre as irmãs, e há décadas é uma leitura obrigatória para os estudantes dos Estados Unidos.
Tessa Thompson dará voz à protagonista do novo filme de A Dama e o Vagabundo
A Disney encontrou a Dama de sua nova versão do clássico “A Dama e o Vagabundo”. Tessa Thompson, vista recentemente em “Thor: Ragnarok”, vai emprestar sua voz para a cocker spaniel mimada que se paixona pelo Vagabundo, dublado por Justin Theroux (“The Leftovers”). A produção vai combinar filmagens “live action”, de atores de carne e osso, com animação realista feita por computador, ao estilo de “Mogli – O Menino Lobo”, em que os animais falantes foram criados por animação digital e dublados por atores conhecidos. Entre os dubladores dos cachorros, também está confirmada Ashley Jensen (“Extras”), no papel de uma cachorrinha Terrier escocesa chamada Jackie – no desenho de 1955, o personagem era um cachorro chamado Jock. Já entre os humanos, o destaque é Kiersey Clemons (“Dope: Um Deslize Perigoso”) como Darling, dona da cadela Dama. No clássico da Disney, a Dama acaba na rua depois que seus donos têm um bebê. Ela é salva de uma matilha raivosa pelo Vagabundo, que lhe mostra que ser um cão sem coleira pode ser divertido. O filme apresenta uma das cenas mais icônicas da Disney: um jantar de espaguete romântico realizado em um beco, que inclui um dos beijos mais famosos da história do cinema. A nova versão tem roteiro de Andrew Bujalski, um cineasta indie premiado com o troféu John Cassavettes (para filmes feitos por menos de US$ 500 mil) no Spirit Awards 2013 pela comédia “Computer Chess”, e direção a cargo de Charlie Bean, responsável pela animação “Lego Ninjago: O Filme”. Interessante reparar que essa equipe destoa muita das produções das demais refilmagens de desenhos do estúdio, que reúne cineastas renomados e grandes estrelas de cinema. Isso talvez se deva ao fato de o filme não estar sendo desenvolvido para o cinema, mas para a vindoura plataforma de streaming da Disney, prevista para 2019.
Diretora divulga foto das filmagens de Mulan, inspirada em cena do desenho animado
A diretora Niki Caro (da série “Anne with an E”) postou em seu Instagram uma foto do primeiro dia de filmagens da versão com atores de “Mulan”. A imagem traz a jovem atriz chinesa Liu Yifei (“O Reino Perdido”) refletida num lago, com uma tela verde enorme ao fundo para o acréscimo de efeitos visuais. Veja acima. Na legenda, Caro escreveu: “Reflexions” (reflexos), que é também o título de uma música do desenho original da Disney, cantada pela personagem numa cena em ela tem a imagem refletida em várias superfícies, inclusive um lago. Veja abaixo. A versão com atores, porém, promete ser bem diferente do desenho de 1998. O novo filme não terá dragões bonzinhos, mas manterá a premissa básica da jovem que se disfarça de homem para ir à guerra no lugar do pai doente. E há promessa de muitas cenas de ação, com a contratação de astros de filmes chineses de artes marciais, como Donnie Yen (“Rogue One”) e Jet Li (“Os Mercenários”), escalados respectivamente como o comandante Tung, mentor e professor da heroína, e o Imperador da China. Além deles, também se destacam na produção a célebre atriz Gong Li (“Memórias de Uma Gueixa”), que interpretará uma feiticeira maligna, e o havaiano Jason Scott Lee (que viveu Bruce Lee na cinebiografia “Dragão: A História de Bruce Lee”). O roteiro foi escrito por quatro pessoas, entre elas a dupla Amanda Silver e Rick Jaffa (de “Planeta dos Macacos: A Origem” e “No Coração do Mar”). “Mulan” também será o primeiro filme de fábulas “live action” da Disney dirigido por uma mulher, após “Alice no País das Maravilhas” (2012), “Malévola” (2014), “Cinderela” (2015), “Mogli” (2016) e “A Bela e a Fera” (2017) terem sido comandadas por homens. A relação da diretora neozelandesa com a Disney vem desde o drama esportivo “McFarland dos EUA”, que fez sucesso no mercado doméstico em 2015. Mas ela é mais lembrada por trabalhos com tom de fábula e heroína adolescente, como o filme “Encantadora de Baleias” (2002) e a recente série “Anne with an E”, na Netflix. A estreia está prevista apenas para março de 2020.
Todo mundo é parente dos Romanoffs no trailer da nova série do criador de Mad Men
A Amazon divulgou o trailer de “The Romanoffs”, nova série de Matthew Weiner, o criador de “Mad Men”. O vídeo explora a curiosa premissa da produção, mostrando diversas pessoas que se apresentam como integrantes da nobre família Ramonoff. O projeto é descrito como uma antologia contemporânea, que focará oito histórias diferentes ao redor do mundo sobre pessoas que acreditam ser descendentes da família imperial russa Romanoff, assassinada há 100 anos. Weiner dirige todos os episódios, além de ser responsável pelos roteiros e a produção executiva. O fascínio que ronda a família remonta a 1918, quando os revolucionários bolcheviques, que transformaram a Rússia num país comunista, assassinaram brutalmente o czar Nicolau II, a mulher e os filhos. Mas o fato de o corpo de uma de suas filhas, Anastasia, não ter sido enterrado com a família alimentou, por muito tempo, teorias de que ela teria sobrevivido à tragédia e fugido da Rússia com uma identidade nova. Várias mulheres reivindicaram ser Anastásia, e Hollywood até produziu um clássico sobre o mistério, “Anastácia, A Princesa Esquecida” (1956), com Ingrid Bergman no papel de uma mulher que podia ou não ser a princesa perdida. Graças a isso, muitos afirmam até hoje descenderem de Anastasia, embora um esqueleto que poderia ser da princesa tenha sido encontrado em outra cova, na região em que os Romanoff foram executados. Na série, cada episódio terá um elenco diferente, uma história diferente e um local diferente. A única coisa que mantém a unidade temática é que todas as histórias envolvem pessoas que acreditam ser descendentes da família Romanoff. Esta abordagem permitiu à Weiner selecionar um elenco invejável para a produção. Alguns dos atores incluem Isabelle Huppert (“Elle”), Aaron Eckhart (“Invasão a Casa Branca”), Kathryn Hahn (“Perfeita É a Mãe!”), Amanda Peet (“Dormindo Com as Outras Pessoas”), Jack Huston (“Ben-Hur”), Corey Stoll (“Homem-Formiga”), Diane Lane (“Liga da Justiça”), Ron Livingston (“Invocação do Mal”), Noah Wyle (série “Falling Skies”), Kerry Bishé (“Halt and Catch Fire”), Marthe Keller (“Além da Vida”), Clea DuVall (“Veep”), Radha Mitchell (“Horror em Silent Hill”), Paul Reiser (“Stranger Things”), Hugh Skinner (“Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo!”), Griffin Dunne (“Oito Mulheres de um Segredo”) e três ex-integrantes de “Mad Men”, Christina Hendricks, John Slattery e Cara Buono. A lista ajuda a explicar porque a atração é uma das mais caras da Amazon. Mesmo assim, esteve duas vezes prestes a ser cancelada devido a dois escândalos. O primeiro escândalo foi o que precipitou o movimento #MeToo, a denúncia de abusos sexuais do produtor Harvey Weinstein. Como “The Romanoffs” era uma produção da TWC (The Weinstein Company), a Amazon optou por tirar a série da empresa e investir sozinha na sua gravação, orçada em US$ 75 milhões. Um mês após tomar essa decisão, o criador da série, Matthew Weiner, se somou ao crescente número de personalidades de Hollywood acusadas de assédio sexual. A roteirista Kater Gordon, que venceu um Emmy por seu trabalho em “Mad Men”, afirmou ao site The Information que Weiner se comportou de forma imprópria com ela há oito anos. Como a polêmica não teve grande repercussão, a Amazon respirou fundo e foi adiante. “The Romanoffs” vai estrear em 12 de outubro.
Robin Hood não sabe se é Karatê Kid ou Batman no novo trailer legendado
A Paris Filmes divulgou a versão legendada do segundo trailer de “Robin Hood”, um mês depois do lançamento nos Estados Unidos. E a prévia reforça a transformação da nova versão do lendário herói medieval em pastiches de outros personagens. Após a primeira prévia revelar grandes semelhanças com o protagonista da série “Arrow”, agora os paralelos são com o treinamento de “Karatê Kid” e o filme “Batman Begins”, desde a preparação do herói para combater o mal até o combate contra um exército de assassinos comandado por um tirano, sem esquecer da identidade secreta, dos saltos num uniforme com capuz e capa esvoaçante e a obstinação por salvar Gotham, ou melhor Nothingham. O detalhe final fica por conta da trilha sonora escolhida para o trailer, demasiadamente similar à composição de Hans Zimmer no filme da Warner. A ideia é, para não soar depreciativo, diferente de todas as abordagens já tentadas com o personagem, que encanta Hollywood desde que Errol Flyn apareceu com ceroulas e pena na cabeça há 80 anos. Outro diferencial é que o intérprete volta a ser mais jovem que as versões recentes do herói, encarnadas por Kevin Costner e Russell Crowe. Taron Egerton filmou o longa com 28 anos, a mesma idade de Errol Flynn na época do clássico “As Aventuras de Robin Hood” (1938). Com direção de Otto Bathurst (série “Peaky Blinders”), “Robin Hood” mostrará o protagonista voltando das Cruzadas e encontrando a região de Sherwood tomada por corrupção e maldade. Decidido a fazer justiça, ele rouba dos opressores para dar aos oprimidos e acaba inspirando o povo a se rebelar contra a tirania. Ou seja, a história de sempre, por isso a diferença está nos detalhes. O elenco do filme inclui Jamie Foxx (“Em Ritmo de Fuga”) como João Pequeno (Little John, no original, embora o original fosse branco), Jamie Dornan (“Cinquenta Tons de Cinza”) como Will Scarlet, Tim Minchin (série “Californication”) como Frei Tuck, Ben Mendelsohn (“Rogue One: Uma História Star Wars”) como o Xerife de Nottingham e Eve Hewson (“Ponte dos Espiões”), filha do cantor Bono Vox (ele mesmo, do U2), no papel de Lady Marian. A estreia está marcada para 22 de novembro no Brasil, um dia depois do lançamento nos Estados Unidos.
Lucifer: Vídeo de bastidores anuncia o começo das gravações da 4ª temporada
A Netflix divulgou um vídeo de bastidores em que o elenco de “Lucifer” volta a se reunir para anunciar o começo das gravações a 4ª temporada. “Os fãs fizeram isso!”, diz o ator Tom Ellis, enquanto o elenco aplaude e celebra. A plataforma de streaming resgatou a série, que foi cancelada pela Fox em maio, devido a uma ruidosa campanha de fãs, que colocou a hashtag #SafeLucifer entre os principais tópicos do Twitter. Os showrunners Joe Henderson e Ildy Modrovich revelaram que o novo ciclo irá contar apenas com 10 episódios, todos inéditos. Mas fora a duração menor, característica das produções em streaming, a série deverá permanecer igual à sua versão da TV aberta. Para começar, a história será a mesma que os produtores imaginavam para a primeira metade da 4ª temporada na Fox. Como terão menos episódios para trabalhar, eles decidiram concentrar seus esforços para contar uma história só. Não ficou claro se isso significa abandonar a estrutura de um crime por capítulo, mas não parece ser o caso, uma vez que já planejavam contar a trama desta forma na TV aberta. Anteriormente, Henderson tinha revelado que a ideia da 4ª temporada era explorar como a detetive Chloe Decker lidaria com a descoberta de que Lucifer é realmente o diabo. Além de manter os planos originais, os novos episódios também devem ter a mesma média de duração de 43 minutos, que a série tinha na Fox. A data de estreia dos novos episódios ainda não foi anunciada. Lucifer. Season 4. Day 1 of shooting! Knock 'em dead @tomellis17 @LaurenGerman @Aimee_Garcia @RachaelEHarris @kevinmalejandro & @LesleyAnnBrandt #LuciferOnNetflix pic.twitter.com/pR7VOCN0xk — See What's Next (@seewhatsnext) August 13, 2018
Kristen Stewart finge ser escritor homossexual em fotos do filme que vai encerrar o Festival de Toronto 2018
A produção indie “Jeremiah Terminator LeRoy”, em que Kristen Stewart (“Personal Shopper”) encarna a maior farsa literária do século, foi selecionada como filme de encerramento do Festival de Toronto 2018 e ganhou nove fotos, que enfatizam seus bastidores. O filme dramatiza a história verídica por trás do sucesso do personagem-título. Jeremiah “Terminator” LeRoy foi o pseudônimo usado pela autora norte-americana Laura Albert com o objetivo de alcançar o sucesso com falsos livros autobiográficos. Com um passado de prostituição, drogas e homossexualidade, LeRoy, o jovem autor fictício, causou sensação com a publicação de seu primeiro livro, “Sarah”, em 1999. Fez tanto sucesso que surgiram pedidos para entrevistas, negociações de adaptações cinematográficas, etc. A saída da escritora para não ser desmascarada foi convencer sua cunhada andrógina a fingir ser a autora transexual dos livros. Com uma peruca loira e visual fashionista/trash, Savannah Knoop virou LeRoy e encantou Hollywood, mesmo fingindo timidez para não dizer nada. Chegou até produzir filmes, como “Elefante” (2003), de Gus Van Sant, e “Maldito Coração” (2004), de Asia Argento, baseado num livro de JT LeRoy. A farsa durou seis anos e enganou inúmeras celebridades, roqueiros, mídia, o mundo da moda, o círculo literário e a indústria cinematográfica, até ser desmascarada numa reportagem do jornal The New York Times em 2005. A história do filme é baseada no livro de memórias de Savannah, “Girl Boy Girl: How I Became JT LeRoy”, sobre o período em que fingiu ser o escritor homossexual. Roteiro e direção são de Justin Kelly, que dirigiu “I Am Michael”, outra história controversa sobre celebridade real – no caso, um ex-ativista gay que se torna pastor homofóbico. Além de Kristen Stewart como Savannah/LeRoy, o elenco destaca Laura Dern (“Big Little Lies”) como Laura Albert, Jim Sturgess (“Hard Sun”) como Geoffrey Knoop (o marido de Laura), e participações de Diane Kruger (“Em Pedaços”), James Jagger (o filho de Mick, da série “Vinyl”) e da cantora Courtney Love (“Sons of Anarchy”). A première mundial vai acontecer em 16 de setembro na cidade canadense de Toronto, no último dia do festival, e ainda não há previsão para lançamento comercial.
Festival de Toronto 2018 será aberto com filme da Netflix estrelado por Chris Pine
O Festival de Veneza 2018 não é mais o único a dar as boas vindas às produções da Netflix, após o banimento de Cannes. A organização do Festival de Toronto 2018, principal mostra de cinema da América do Norte, anunciou que a edição deste ano será aberta por “Outlaw King”, uma superprodução medieval da plataforma de streaming, que traz o ator Chris Pine (“Mulher-Maravilha”) como o rei da Escócia Robert the Bruce (conhecido no Brasil como Roberto I). A trama é ambientada no começo do século 14, após Robert the Bruce ser coroado Rei dos Escoceses e enfrentar um invasão surpresa do Rei Edward (ou Eduardo I) da Inglaterra, que ocupou a Escócia e o declarou um fora-da-lei – daí o título em inglês de “Rei Fora-da-Lei”. Considerado o maior guerreiro de sua época, Robert lutou bravamente contra os invasores e, após derrotas iniciais, conseguiu unir os escoceses e libertar o país, tornando a Escócia uma nação independente e originando a primeira declaração de direitos universais, que inspirou a Revolução Francesa. Historiadores afirmam que sem Robert the Bruce não existiria a Escócia, pois o país teria sido absorvido pela Inglaterra. Sua vitória, numa longa campanha que se estendeu até a morte do Rei Edward, foi tão definitiva e uniu tanto o povo do país que a Escócia nunca mais foi conquistada. Não é à toa que ele é considerado um dos maiores heróis da história escocesa. Apesar disso, há poucos filmes sobre o rei. Um dos mais famosos foi o blockbuster “Coração Valente” (1995), em que ele apareceu de forma coadjuvante, interpretado por Angus Macfadyen. Lançado no ano seguinte, “The Bruce” tem maior relevância, por ser uma produção britânica focada no mesmo recorte histórico do filme da Netflix. Com filmagens nos locais onde muitas das batalhas reais aconteceram, “Outlaw King” marca o reencontro de Pine com o diretor David Mackenzie, que é escocês e dirigiu o ator no premiado thriller “A Qualquer Custo” (2016). O elenco também inclui Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: Era de Ultron”), Florence Pugh (“Lady Macbeth”), Callan Mulvey (“Capitão América 2: O Soldado Invernal”) e Billy Howle (“Dunkirk”). A exibição vai acontecer em 6 de setembro na cidade canadense de Toronto, abrindo o festival, que vai acontecer até o dia 16 de setembro. A estreia em streaming está marcada para 9 de novembro e o filme também deve ser exibido em circuito limitado nos cinemas dos Estados Unidos na mesma data, para cumprir regra de classificação ao Oscar.












