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  • Série

    General Leia Organa vai aparecer na nova série animada de Star Wars

    19 de agosto de 2018 /

    A dubladora Rachel Butera (voz de Natasha no remake de “Alceu e Dentinho”) revelou que dará vida – literalmente – a uma famosa personagem da franquia “Star Wars” na nova série animada da franquia espacial. Ela compartilhou entre seus seguidores no Twitter que dublará a General Lea Organa, personagem que marcou a carreira da falecida atriz Carrie Fisher. A revelação foi feita após a exibição do primeiro trailer de “Star Wars Resistence”, que destacou a participação vocal de Oscar Isaac como Poe Dameron. Além do ator de “O Despertar da Força” e “Os Últimos Jedi”, a produção também contará com a voz de Gwendolyne Christie, repetindo seu papel como a vilã Phasma. “Finalmente posso anunciar que tenho a incompreensível honra de dublar o papel de Leia Organa na nova série ‘Star Wars Resistance’ em outubro deste ano”, ela escreveu em seu Twitter. A série vai se passar antes dos eventos de “Star Wars: O Despertar da Força”, mas contará com integrantes conhecidos do longa-metragem, inclusive o robô BB-8, que terá destaque na trama sobre o surgimento da Primeira Ordem. Poe Dameron será responsável por despachar o recém-nomeado espião Kaz, o protagonista da série, para o Colossus, uma gigantesca plataforma de reabastecimento de aeronaves em um planeta aquático externo, lar de alienígenas, droids e criaturas novas e coloridas. Enquanto está disfarçado, Kaz trabalha como mecânico e mora com um velho amigo de Poe, Yeager, piloto veterano que opera uma oficina de reparos numa espaçonave, que ainda inclui em sua tripulação: Tam, Neeku e seu velho androide astromecânico Bucket. Com Kaz, também vem BB-8, que o ajudará a competir em corridas espaciais perigosas, manter sua missão em segredo e evitar o perigo da Primeira Ordem. Criado por Dave Filoni, que também foi responsável por “Star Wars Rebels”, a nova série ainda inclui entre seus dubladores os atores Donald Faison (“Scrubs”), Jim Rash (“Community”), Bobby Moynihan (“Saturday Night Live”), Suzie McGrath (“East Enders”), Scott Lawrence (“Mr. Mercedes “), Myrna Velasco (“Elena de Avalor”) e Josh Brener (“Silicon Valley”). A estreia está marcada para 7 de outubro nos Estados Unidos. I can finally announce that I have the incomprehensible honor of voicing the role of Leia Organa in the new Star Wars Resistance out this October. Thank you ⁦@CESDTalent⁩ ⁦@DisneyLucasfilm⁩ @sternshow + Carrie Fisher. Sneak peak trailer here: https://t.co/4bVZW4Nvf6 — Rachel Butera (@RachelAButera) August 18, 2018

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  • Série

    Lauren Cohan confirma spoiler sobre destino de Maggie em The Walking Dead

    19 de agosto de 2018 /

    A atriz Lauren Cohan voltou a afirmar que sua saída de “The Walking Dead”, prevista para a próxima temporada, não representará o final da trajetória de Maggie na trama. Quase um mês depois de dizer que “a história de Maggie é aberta”, a atriz reforçou que pode retomar a personagem mais adiante. “Há ainda uma chance de eu explorar Maggie e vai ser divertido se eu conseguir fazer”, ela revelou para a agência Associated Press. Em suma ela deu a entender que Maggie não morrerá na trama, podendo voltar a aparecer na história em alguma futura temporada. Tudo dependerá, claro, da agenda da atriz, que pode se abrir caso, por exemplo, sua nova série “Whiskey Cavalier” fracasse. Na nova entrevista, ela também justificou sua saída de “The Walking Dead”, politicamente evitando comentar sua briga por aumento de salário. “Oito anos é muito tempo para estar nessa profundidade emocional, e foi muito divertido para mim, pois nunca pensei em drama quando estava começando a atuar, sempre me imaginei fazendo coisas mais leves”, disse. Sua nova produção, “Whiskey Cavalier”, segue essa linha mais leve, já que é uma comédia de ação e espionagem. A estreia deve acontecer apenas em 2019.

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  • Filme

    Podres de Ricos surfa na onda da diversidade para ultrapassar Megatubarão nas bilheterias norte-americanas

    19 de agosto de 2018 /

    Diversidade está em alta e patriotismo intervencionista em baixa neste fim de semana nos cinemas norte-americanos. Mostrando que Hollywood só tem a ganhar ao dar mais espaço para minorias, “Podres de Ricos” estreou em 1ª lugar nas bilheterias dos Estados Unidos e Canadá. O filme é uma bobagem, uma comédia romântica de gente rica, ao estilo das novelas mexicanas e da Globo, baseada num best-seller popularzão. Mas a minoria que embasa seu sucesso não são os 10% mais ricos: o elenco da produção é totalmente composto por atores de descendência asiática. Isto não acontecia num filme americano há 25 anos, desde “O Clube da Felicidade e da Sorte” (1993). O longa dirigido por Jon M. Chu (“Truque de Mestre: O 2º Ato”) faturou US$ 25,2m (milhões) no fim de semana. E como teve lançamento antecipado na quarta-feira (15/8), já soma 34m na América do Norte. Não chega a ser um fenômeno, como os super-heróis da diversidade “Mulher-Maravilha” e “Pantera Negra”, mas é um desempenho muito bom para seu nicho e orçamento. Vale lembrar que a última comédia romântica a fazer mais de US$ 20m em sua estreia foi “Descompensada” em julho de 2015 – abriu com US$ 30,1m. O lançamento também contou com boa vontade da crítica, que deu 92% de aprovação para uma história que não teria tanta repercussão se fosse estrelada por brancos – afinal, qual a graça de ver gente branca, bonita e rica encontrando o amor e o final feliz, quer dizer, após mil filmes disso? “Este é um filme culturalmente significativo, ponto”, disse o chefe de distribuição da Warner, Jeff Goldstein, para o site da revista The Hollywood Reporter, faturando o discurso de inclusão. “Isso mostra a todos nós que precisamos olhar para fora da caixinha”. “Podres de Ricos” custou só US$ 30m de produção e deve faturar alto quando chegar na Ásia na próxima semana. No Brasil, porém, a estreia só deve acontecer em novembro, quando já tiver saído de cartaz na maioria dos demais países. O romance asiático-hollywoodiano derrubou “Megatubarão” para o 2º lugar no ranking norte-americano. O filme do bicho boca-aberta fez mais US$ 21,1m e chegou a US$ 83,7m em duas semanas no mercado doméstico. Mas o total mundial já está em US$ 314,1m, para fechar a boca de quem profetizou seu fracasso. Foram US$ 117,2m apenas na China, onde o longa desfruta de seu maior êxito comercial. Por falar em fracasso, a bilheteria de “22 Milhas” é um aviso bastante claro para o diretor Peter Berg e o ator Mark Wahlberg. É o quarto filme consecutivo que os dois fazem juntos, todos com a valorização de patriotas da classe trabalhadora e cada um rendendo menos que o anterior. Este mais recente tem a ver com o primeiro, “O Grande Herói”, de 2013, mas também com um filme anterior do diretor, “O Reino”, de 2007, ao fazer a apologia do intervencionismo americano no exterior. A trama, inclusive, se passa num país inventado para não ofender sensibilidades, já que é francamente ofensiva em sua valorização do “grande herói” americano encarnado por Wahlberg. Foi eviscerado pela crítica, com apenas 20% de aprovação no site Rotten Tomatoes, e rendeu meros US$ 13,6m em seu lançamento nos cinemas, a pior abertura ampla nos 20 anos da carreira cinematográfica do diretor Peter Berg. A estreia no Brasil está marcada para 20 de setembro. E Berg já está filmando seu quinto filme consecutivo com Wahlberg… A terceira estreia ampla da semana também se deu mal. A aventura pré-histórica “Alfa”, que conta uma espécie de fábula da domesticação do primeiro lobo, abriu com US$ 10,5 milhões, virtualmente empatado com “Missão: Impossível – Efeito Fallout”. Por sinal, o longa de ação de Tom Cruise ultrapassou uma marca importante em sua quarta semana, superando os US$ 500m mundiais. E com um detalhe significativo: o filme ainda não estreou na China. Já “Alfa” chega em 9 de setembro no Brasil. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Podres de Ricos Fim de semana: US$ 25,2m Total EUA e Canadá: 34m Total Mundo: US$ 34,7m 2. Megatubarão Fim de semana: US$ 21,1m Total EUA e Canadá: US$ 83,7m Total Mundo: US$ 314,1m 3. 22 Milhas Fim de semana: US$ 13,6m Total EUA e Canadá: US$ 13,6m Total Mundo: US$ 14,1m 4. Missão: Impossível – Efeito Fallout Fim de semana: US$ 10,5m Total EUA e Canadá: US$ 180,7m Total Mundo: US$ 501,4m 5. Alfa Fim de semana: US$ 10,5m Total EUA e Canadá: US$ 10,5m Total Mundo: US$ 10,5m 6. Christopher Robin Fim de semana: US$ 8,8m Total EUA e Canadá: US$ 66,8m Total Mundo: US$ 89,6m 7. Infiltrado na Klan Fim de semana: US$ 7m Total EUA e Canadá: US$ 23m Total Mundo: US$ 24,9m 8. Slender Man Fim de semana: US$ 4,9m Total EUA e Canadá: US$ 20,7m Total Mundo: US$ 21,1m 9. Hotel Transilvânia 3 Fim de semana: US$ 3,6m Total EUA e Canadá: US$ 153,8m Total Mundo: US$ 425,9n 10. Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo Fim de semana: US$ 3,3m Total EUA e Canadá: US$ 111,2m Total Mundo: US$ 319m

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  • Série

    Mariana Ximenes entra na 2ª temporada da série inédita Ilha de Ferro

    19 de agosto de 2018 /

    A atriz Mariana Ximenes (“Uma Loucura de Mulher”), que não estrela um trabalho na rede Globo desde a novela “Haja Coração” (2016), voltará a gravar uma produção da emissora. Segundo informações do jornal O Globo, ela entrou na 2ª temporada de “Ilha de Ferro”, série dramática que já encerrou a produção de seu primeiro ano, mas ainda não tem data de estreia definida. Na atração, ela fará par romântico com Cauã Reymond (“Não Devore Meu Coração”), que vive o protagonista da série, envolvido ainda com Maria Casadevall (novela “Os Dias Eram Assim”, o que renderá um triângulo amoroso. “Ilha de Ferro” está sendo guardada pela Globo para lançar seu novo serviço de streaming, que tem sido anunciado a conta-gotas. A produção é considerada a série mais cara da história do canal. Apenas a cidade cenográfica construída nos Estúdios Globo, que reproduz uma plataforma de extração de petróleo – a tal “Ilha de Ferro” do título – , custou mais de R$ 2 milhões. Escrita por Max Mallmann e Adriana Lunardi, com supervisão de Mauro Wilson, a série tem direção do cineasta Afonso Poyart (“Mais Forte que o Mundo: A História de José Aldo”) e ainda traz no elenco Sophie Charlotte (“Reza a Lenda”), Klebber Toledo (série “A Fórmula”), Osmar Prado (minissérie “Nada Será Como Antes”) Taumaturgo Ferreira (“Os Parças”), Jonathan Azevedo (novela “A Força do Querer”), Milhem Cortaz (“O Lobo Atrás da Porta”) e Moacyr Franco (“Como se Tornar o Pior Aluno da Escola”). A renovação de “Ilha de Ferro” foi anunciada em maio, junto de “Carcereiros” e “Sob Pressão”.

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  • Filme

    Carlos Saldanha revela ter planos de produzir filme animado totalmente feito no Brasil

    19 de agosto de 2018 /

    O cineasta Carlos Saldanha, que disputou o Oscar 2018 de Melhor Animação por “O Touro Ferdinando”, quer fazer um longa animado 100% produzido no Brasil. A revelação foi feita ao jornal O Globo, durante o Festival de Gramado, em que foi homenageado com o Troféu Eduardo Abelin, concedido a realizadores brasileiros de destaque, Ele afirmou que ainda “há muito trabalho a ser feito”, mas já iniciou conversas nesse sentido. “Não desisti da ideia e tenho conversado com muitos produtores, porque é um desejo meu mesmo. O problema aqui é a estrutura, que temos de construir do zero. Lá fora é muito mais fácil porque eles têm a infra toda pronta. Aqui, não”, explicou. Saldanha, que este ano também foi homenageado pelo Festival Anima Mundi, está atualmente trabalhando em outro projeto brasileiro, a série “Cidades invisíveis”, que ele está produzindo para a Netflix, com Marcos Pigossi no elenco. As gravações vão começar no segundo semestre, em São Paulo e no Rio.

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  • Série

    3ª temporada de Stranger Things será inspirada pela comédia cult Assassinato por Encomenda

    18 de agosto de 2018 /

    O ator David Harbour, intérprete do chefe de polícia Jim Hopper em “Stranger Things”, fez uma revelação inusitada sobre o que esperar da 3ª temporada da série, atualmente em produção. Em entrevista para a revista Variety, ele revelou que os próximos episódios serão inspirados pelo filme “Assassinato por Encomenda” (Fletch), estrelado por Chevy Chase. Segundo Harbour, cada temporada faz referência aos filmes lançados no ano em que a trama se passa, e a 3ª temporada será situada em 1985, ano de lançamento da comédia clássica. Incluir as referências virou até uma marca dos irmãos Duffer, criadores da série. “Os Duffers são muito específicos a cada ano com os filmes. E ‘Fletch’ é um filme com o qual vamos brincar e nos divertir nesta temporada, o que você não esperaria de ‘Stranger Things’ e do universo de Spielberg e certamente não esperaria de um temporada mais sombria”, afirmou o ator. Na comédia cultuada, Chevy Chase interpretava Irwin M. “Fletch” Fletcher, um repórter de jornal que usa vários disfarces para conseguir as histórias mais suculentas. E um dos novos personagens da 3ª temporada é descrito como um “jornalista do The Hawkins Post, com moral questionável e um senso de humor doentio”. Seu intérprete é Jack Busey, que também estará em breve nos cinemas em “O Predador”. Outros atores que entraram na temporada foram Cary Elwes (“Jogos Mortais”), que viverá o prefeito de Hawkins, e Maya Hawke (minissérie “Little Women”), a filha de Uma Thurman e Ethan Hawke, que viverá uma colega de trabalho de Steve (Joe Keery) no novo shopping da cidade. A 3ª temporada de “Stranger Things” só vai estrear em 2019.

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  • Série

    Revelação infantil do filme Projeto Flórida será protagonista de série de mistério da Apple

    18 de agosto de 2018 /

    A atriz mirim Brooklynn Prince, de apenas 8 anos, que mostrou seu talento precoce no filme “Projeto Flórida” (2017) e venceu o Critics Choice 2018 de Melhor Ator Jovem, vai dar vida à personagem principal de uma nova série de mistério da Apple. Ainda sem título, a produção é inspirada pela história real de Hilde Lysiak, uma menina de 11 anos que, obcecada em virar repórter, desvendou um crime sozinha. Ela conseguiu pistas e trouxe à tona os implicados num assassinato em sua cidade natal, Selinsgrove, Pensilvânia, publicando a notícia num jornal local que ela própria criou, o Orange Street News (conheça o site oficial). As habilidades de investigação de Hilde chamaram atenção da mídia nacional e internacional. Mas a história também atraiu muitos comentários negativos, que tentaram minimizar o feito. Hilde rebateu o pouco caso ao tornar sua reportagem viral. Hoje, ela lidera uma iniciativa para capacitar a próxima geração de influenciadores, ativistas e líderes dos Estados Unidos. A versão fictícia acompanhará uma menina que se muda do Brooklyn para a terra natal de seu pai, uma pequena cidade à beira do lago. Quando chega lá, sua perseguição obstinada pela verdade a leva a desenterrar um caso criminal que todos na cidade, incluindo o próprio pai, tentaram enterrar. A série foi criada pelas produtoras-roteiristas Dana Fox (do filme “Como Ser Solteira”) e Dara Resnik (da série “Castle”), e terá 10 episódios.

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  • Filme

    Terror de O Nó do Diabo mostra que o Brasil é um país assombrado pela injustiça social

    18 de agosto de 2018 /

    Muitas histórias de terror usam o arquétipo do “lugar ruim”: a casa assombrada, o cemitério, o castelo do cientista louco… E é sempre melhor quando eles têm uma história. Por exemplo, um dos mais famosos lugares ruins do terror, a Hill House do romance de Shirley Jackson – adaptado duas vezes para o cinema, no clássico “Desafio do Além” (1963) e no pavoroso, no mau sentido, “A Casa Amaldiçoada” (1999) – tinha uma história longa de eventos tenebrosos, exposta logo no início da obra, abrangendo várias décadas. Um catálogo de coisas ruins é um elemento que dá um sabor especial a um exemplar do gênero. O filme de terror brasileiro “O Nó do Diabo” é sobre um lugar ruim, e um lugar ruim com história. Uma fazenda, antigo engenho no sertão paraibano, serve como palco para cinco histórias assustadoras envolvendo o passado do lugar. As histórias se passam entre 2018 e 1818, regredindo no tempo, e sempre se relacionam de alguma forma ao trabalho escravo que havia no local. Trata-se de uma proposta não muito comum no cinema de gênero do Brasil, a de filme de antologia. Cada uma das histórias teve seu diretor – são eles Gabriel Martins, Ian Abré e Jhésus Tribuzi, com Ramon Porto Mota dirigindo duas – e seus próprios roteiristas, mantendo em comum os trabalhos do montador Daniel Bandeira, que confere um admirável ritmo fluido à produção – o filme chega a dar a impressão de ser mais curto do que as suas duas horas reais e as transições entre as histórias são suaves e inteligentes – e do diretor de fotografia Leonardo Feliciano, que explora de maneira brilhante tanto a luz quanto a escuridão, além de uma ou outra paisagem mais estranha. Ambos contribuem de maneira excepcional para o clima inquietante de maior parte da projeção, e esses dois elementos, a montagem e a fotografia, conferem ao filme uma unidade que filmes de antologia de terror no cinema dificilmente conseguem. O que também ajuda a manter viva a unidade temática central do projeto, a noção de um mal histórico, algo que se propaga no tempo e é tão essencialmente brasileiro. O mal da escravidão e das desigualdades sociais decorrentes assombra os personagens e está sempre presente como pano de fundo das histórias. A primeira delas, a atual, faz breves alusões à situação política conturbada dos últimos anos no país e toca de leve em questões raciais e econômicas, ressaltando a boa e velha capacidade do cinema de gênero de abordar essas questões, muitas vezes de forma até mais incisiva do que filmes, ditos, mais “sérios” e “elevados”. A tônica se mantém nas demais histórias, trazendo fantasmas; uma interessante desconstrução do espaço e tempo fílmicos (na quarta história); uma figura vilanesca vivida pelo ótimo ator Fernando Teixeira que, de maneira emblemática, aparece em todos os segmentos; e até zumbis na história final, com momentos que lembram o clássico “A Noite dos Mortos-Vivos” (1968) do norte-americano George A. Romero. É o tipo de filme que, quanto menos se falar das tramas, melhor para o espectador. Claro, nenhuma das histórias reinventa a roda – qualquer espectador mais escolado no gênero terror consegue adivinhar como elas vão se desenvolver, e há um pouco de desnível entre elas. A quinta e última acaba sendo a menos interessante, e nem todos os espectadores devem abraçar a “viagem” da quarta história. Mesmo assim, “O Nó do Diabo” merece elogios, e muitos, por ser tão consistente, interessante, bem defendido pelos seus atores e tão incisivo na sua visão compartilhada sobre o horror de se viver no Brasil. Um país onde a propriedade é colocada muito, mas muito mesmo, acima do ser humano, onde a violência é constante, e o passado escravocrata e de séculos de exploração ainda está vivo, um espectro pairando sobre a sociedade. No mesmo ano em que também tivemos o excepcional “As Boas Maneiras”, “O Nó do Diabo” é mais uma prova de que o horror cinematográfico no Brasil está muito vivo. E deve mesmo: afinal, a vida real e a História são fontes de inspiração quase ilimitada. Seria o Brasil mais um “lugar ruim”? Talvez não seja para tanto, mas com certeza é um lugar assombrado.

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  • Série

    DuckTales desvenda um dos maiores mistérios da Disney: que fim levou a mãe de Huguinho, Zezinho e Luisinho

    18 de agosto de 2018 /

    A série animada “DuckTales: Os Caçadores de Aventuras”, além de ser incrivelmente divertida, desvendou um dos maiores mistérios da história da Disney: que fim levou a mãe de Huguinho, Zezinho e Luisinho. O final da 1ª temporada, que foi ao ar neste sábado (18/8) nos Estados Unidos, pelo canal pago Disney XD, revelou o destino de Dumbela Pato (Della Duck, no original), a irmã do Pato Donald, após a falta de informações sobre seu sumiço angustiar Huguinho, Zezinho e Luisinho desde o primeiro capítulo. Já os leitores dos quadrinhos dos Patos da Disney sofrem com essa dúvida há quase um século. Afinal, o que teria levado a mãe dos patinhos a deixar seus filhos com o tio Donald nos anos 1930 e sumir? Várias teorias foram abordadas para justificar o abandono das crianças. E a série animada resolveu lançar mão de uma delas, publicada numa versão holandesa dos gibis do Pato Donald em 2014, sobre Dumbela ter virado astronauta e desaparecido no espaço – numa referência, por sinal, a um curta animado dos anos 1940, em que Donald revelou vir de uma família de pilotos. Esta trama é explorada, junto com a culpa do Tio Patinhas na história, com pistas reveladas ao longo de toda a temporada, pintando Dumbela como uma pata destemida e aventureira, que viveu grandes aventuras ao lado de Patinhas e Donald. O sumiço da irmã também seria a razão da mudança de comportamento de Donald, que virou um pato desanimado e medroso, bem diferente das histórias que os sobrinhos descobriram sobre o passado da família. O detalhe é que Dumbela não se perdeu no espaço para sempre. Ela foi parar na lua e o último capítulo da 1ª temporada marcou a primeira vez que ela falou numa animação. A personagem, que estreou muda em flashbacks da série, é dublada em inglês por ninguém menos que Paget Brewster, atriz da série “Criminal Minds”. E ela será personagem recorrente da 2ª temporada, já confirmada. O que representará uma reviravolta e tanto para a história dos Patos da Disney. Dumbella passará agora a viver, pela primeira vez, aventuras ao lado dos filhinhos – algo que já tinha sido antecipado pela versão em quadrinhos de “DuckTales” no começo do ano – , mudança que demonstra como os avanços justos do feminismo afetam até personagens centenários do entretenimento infantil. No Brasil, a série é exibida pelo Disney Channel.

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  • Filme

    Thomas Mann entra no elenco da nova versão de A Dama e o Vagabundo

    18 de agosto de 2018 /

    A Disney definiu quem viverá o dono da cachorrinha Dama na nova versão de “A Dama e o Vagabundo”. O ator Thomas Mann (de “Kong: A Ilha da Caveira”) viverá Jim Dear e será um dos poucos a aparecer de carne e osso na produção, já que os animais ganharão vida por meio de técnicas de captura de movimentos e animação computadorizada – mesma técnica de “Mogli – O Menino Lobo”, em que os animais falantes foram criados por animação digital e dublados por atores conhecidos. Na história, o personagem de Mann será casado com Darling, vivida por Kiersey Clemons (“Dope: Um Deslize Perigoso”). Já os cachorros do título serão dublados por Tessa Thompson (“Thor: Ragnarok”) e Justin Theroux (“The Leftovers”). Além deles, Ashley Jensen (“Extras”) foi confirmada no papel de uma cachorrinha Terrier escocesa chamada Jackie – no desenho de 1955, o personagem era um cachorro chamado Jock. No clássico animado de 1955, a Dama acaba na rua depois que seus donos têm um bebê. Ela é salva de uma matilha raivosa pelo Vagabundo, que lhe mostra que ser um cão sem coleira pode ser divertido. O filme apresenta uma das cenas mais icônicas da Disney: um jantar de espaguete romântico realizado em um beco, que inclui um dos beijos mais famosos da história do cinema. A nova versão tem roteiro de Andrew Bujalski, um cineasta indie premiado com o troféu John Cassavettes (para filmes feitos por menos de US$ 500 mil) no Spirit Awards 2013 pela comédia “Computer Chess”, e direção está a cargo de Charlie Bean, responsável pela animação “Lego Ninjago: O Filme”. Interessante reparar que essa equipe destoa muita das produções das demais refilmagens de desenhos do estúdio, que reúne cineastas renomados e grandes estrelas de cinema. Isso talvez se deva ao fato de o filme não estar sendo desenvolvido para o cinema, mas para a vindoura plataforma de streaming da Disney, prevista para 2019.

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    Filme Sexy Beast, que rendeu indicação ao Oscar para Ben Kingsley, vai virar série

    18 de agosto de 2018 /

    O filme britânico “Sexy Beast” (2000), lançado no Brasil com o mesmo título, virou projeto de série, numa parceria entre os estúdios Anonymous Content e Paramount Television, responsáveis por sucessos como “13 Reasons Why” e “The Alienist”. Filme de estreia do cineasta Jonathan Glazer (“Reencarnação” e “Sob a Pele”), “Sexy Beast” é um filme de gângsteres que rendeu até uma indicação ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante para Ben Kingsley. Na trama, Ray Winstone vive Gal Dove, um ladrão que resolve se aposentar da vida do crime, saindo em férias com sua mulher e amigos para a Espanha. Mas seu antigo parceiro Don Logan (papel de Kingsley) quer que ele participe de um grande assalto em Londres e se recusa a aceitar “não” como resposta. Ian McShane também está no elenco com o poderoso chefão Teddy Bass, que se beneficiaria do crime. A série seria um prólogo que contaria o passado criminoso desses personagens, mostrando o começo da parceria entre Gal Dove e Don Logan, na época em que começam a trabalhar para o chefão Teddy Bass e Gal conhece e se apaixona pela estrela de cinema adulto DeeDee – sua futura esposa. Gal é um ladrão brilhante e Don é um gângster cruel, e a série vai explorar o complicado relacionamento do par, em meio à loucura sedutora do mundo criminoso de Londres durante os vibrantes e voláteis anos 1990. A atração está sendo desenvolvida por Michael Caleo, roteirista das séries clássicas “Rescue Me” e “Os Sopranos”, além do filme “A Família”, de Luc Besson, e será oferecida para interessados, visando um lançamento na TV paga ou em plataformas de streaming.

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  • Filme

    Tubarões atacam dinossauros no novo trailer do último Sharkanado

    18 de agosto de 2018 /

    O canal pago Syfy divulgou um novo trailer do sexto telefilme da franquia “Sharknado”. Intitulado “The Last Sharknado: It’s About Time”, a prévia promete encerrar a série de filmes trash com viagens no tempo. E a prévia mostra tubarões comendo dinossauros, enfrentando bruxaria medieval, lutando contra a independência dos Estados Unidos e virando robôs no futuro. Isto mesmo. Depois de expandir as fronteiras dos ataques de tubarões voadores para o mundo, incluindo o Rio de Janeiro no filme anterior, os Sharknados agora atacam também no passado e no futuro. A continuação é novamente dirigida por Anthony C. Ferrante e volta a contar com os protagonistas Ian Ziering (série “Barrados no Baile”), Tara Reid (“American Pie: O Reencontro”) e Cassandra Scerbo (série “Make It or Break It”), especialistas na catástrofe inusitada dos tornados repletos de tubarões, criados por condições meteorológicas bizarras. A exibição do besteirol está marcada para domingo (19/8), inclusive no Brasil – com transmissão às 22h, também no Syfy.

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  • Etc

    Nick Jonas compartilha fotos de sua festa de noivado indiano com a “futura Sra. Jonas”, Priyanka Chopra

    18 de agosto de 2018 /

    Oficializou. O cantor e ator Nick Jonas (“Jumanji: Bem-Vindo à Selva”) abriu seu coração ao confirmar o noivado com a atriz indiana Priyanka Chopra (da série “Quantico”) em seu Instagram. Ele postou fotos românticas com a noiva e escreveu “A futura Sra. Jonas. Meu coração. Meu amor”. Entre as imagens de seu Instagram, também apareceram cenas da festa do noivado na Índia, com a reunião das famílias dos dois noivos e muita oração, em clima tradicional indiano. “Oração, família e amados como as fundações para este novo capítulo”, ele descreveu. Veja abaixo. Os rumores em torno do relacionamento do casal circulavam desde 2017 após os dois irem irem juntos ao baile de gala do Met. Na ocasião, a atriz negou seu envolvimento com o músico: “Nós dois estávamos vestindo Ralph Lauren e decidimos ir juntos. Foi divertido”, ela despistou. Mas os dois estavam realmente juntos há pelos menos três meses. Inclusive, passaram parte dessa fase romântica no Brasil. Ela viajou exclusivamente para acompanhar o show do agora noivo no país, que aconteceu há cerca de dois meses. Future Mrs. Jonas. My heart. My love. Uma publicação compartilhada por Nick Jonas (@nickjonas) em 18 de Ago, 2018 às 2:45 PDT

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