Agents of SHIELD é renovada para a 6ª temporada
A rede ABC anunciou a renovação de “Agents of SHIELD” para sua 6ª temporada. A série tem prestígio por ser a primeira produção televisiva da Marvel, após o sucesso do universo cinematográfico dos heróis de quadrinhos. Ela também é a série de maior conexão com os filmes da Marvel, refletindo em sua trama eventos importantes, como a ascensão da HIDRA em “Capitão América: O Soldado Invernal” (2014) e até a destruição causada por Thanos em “Vingadores: Guerra Infinita” (2018). Apesar disso, não tem audiência de blockbuster. Muito antes pelo contrário. A 5ª temporada, que se encerra na sexta-feira (18/5) nos Estados Unidos, foi assistida em média por 2 milhões de telespectadores ao vivo, rendendo apenas 0,5 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. Assim, ao estender sua produção mais um ano, a ABC condiciou o retorno à diminuição de episódios da próxima temporada. O próximo arco da série terá 13 capítulos, em vez dos 22 das temporadas anteriores. A renovação também reflete o anúncio de que um personagem da série, o Agente Coulson (vivido por Clark Gregg), será visto no cinema. “Agents of SHIELD” foi criada em torno de Coulson, após ele ser dado como morto no primeiro filme de “Os Vingadores” (2012). Agora, ele voltará a aparecer num filme, “Capitã Marvel”, previsto para março de 2019, e sua participação pode ajudar a atrair público para a atração televisiva. Caso “Blindspot” fosse cancelada, também havia rumores do ressurgimento da deusa Sif na série. Interpretada pela atriz Jaimie Alexander, Sif apareceu em dois episódios de “Agents of SHIELD”, após se destacar nos dois primeiros filmes de “Thor”. Mas ao entrar em “Blindspot”, a agenda de gravações da série acabou impossibilitando a atriz de retornar ao universo Marvel. Ninguém sabe seu destino após ela faltar a dois apocalipses, em “Thor: Ragnarok” e “Vingadores: Guerra Infinita”. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Sony.
Margot Kidder (1948–2018)
Morreu a atriz canadense Margot Kidder, que ficou conhecida por interpretar Lois Lane em quatro filmes do “Superman”. Ela faleceu em sua casa no estado americano de Montana, aos 69 anos, de causas não divulgadas. Kidder começou a carreira no final dos anos 1960, fazendo diversas aparições em séries. Mas seu talento só ficou claro após o papel duplo de “Irmãs Diabólicas” (1972), primeiro suspense da carreira do diretor Brian De Palma, em que se alternou entre duas personagens, a gêmea boazinha e a gêmea psicopata. A repercussão do filme a transformou numa espécie de “scream queen” e a levou a outros lançamentos cultuados do terror, como o slasher “Noite do Terror” (1974), de Bob Clark, e o primeiro “Horror em Amityville” (1979), de Stuart Rosenberg. E esta poderia ter sido a tendência de sua filmografia, caso não tivesse sido “salva” por um super-herói voador. Ao ser escalada para formar par com Christopher Reeve em “Superman: O filme” (1978), Margot Kidder reivindicou um lugar de destaque na cultura pop. Ela não foi apenas a protagonista feminina de um dos melhores filmes de super-heróis de todos os tempos. Ela foi destaque num elenco que tinha Marlon Brando e Gene Hackman roubando cenas. O diretor Richard Donner contou ter percebido que tinha achado sua Lois Lane no momento em que Kidder entrou no teste para o papel. A primeira coisa que ela fez ao chegar foi tropeçar na entrada. “E eu simplesmente me apaixonei. Vi que ela era perfeita, com seu comportamento atrapalhado”, revelou o cineasta, em entrevista à revista The Hollywood Reporter em 2016. Sua atuação introduziu elementos cômicos ao papel da repórter determinada, além de dar a Lois um viés feminista, conforme ela tenta superar Clark Kent para virar a primeira jornalista a entrevistar Superman. Ao mesmo tempo, a química entre os dois personagens também aproximou a adaptação dos quadrinhos das tramas clássicas das comédias românticas, em que rivais se atraem. E, para completar, também comoveu com um arco dramático, a ponto de inspirar até música de Gilberto Gil: “Super-Homem – A Canção”, centrada no amor do herói por sua musa, tão forte que era capaz de “mudar o curso da História por causa da mulher”, numa alusão à trama. O papel de Lois Lane atingiu ainda maior desenvolvimento em “Superman II – A Aventura Continua” (1980), que foi além do que os quadrinhos ousavam mostrar na época, sugerindo sexo entre a repórter do Planeta Diário e Clark Kent/Superman. A atriz viveu Lois em mais dois filmes, até “Superman IV: Em Busca da Paz” (1987), mas eles não repetiram nem a qualidade nem o sucesso dos primeiros lançamentos. Ao mesmo tempo, sua opção por investir em comédias acabou estagnando sua carreira por falta de sucessos – mesmo contracenando com ases do humor, como Richard Pryor (“Apuros e Trapalhadas de um Herói”) e Ted Danson (“Pequeno Tesouro”). De forma inesperada para todos que a assistiram levantar voo no cinema, Kidder desapareceu no final dos anos 1980. Havia boatos de que ela se tornara uma atriz difícil de lidar. Mas a verdade é que seu comportamento resultava de uma luta, até então perdida, contra um transtorno bipolar. A situação se tornou pública de forma sensacionalista, quando ela foi descoberta morando nas ruas, como uma sem-teto, em 1996. O incidente teve uma repercussão enorme e ajudou Kidder a recuperar algo parecido com uma carreira, com participações em séries em filmes. Ela apareceu até em “Smallville”, série sobre a juventude do Superman, como homenagem dos produtores em 2004, e tornou-se porta-voz da causa das pessoas que sofrem de transtornos mentais. Seu último trabalho foi o filme B “The Neighborhood”, lançado em 2017. Margot Kidder foi casada três vezes, todas com integrantes da indústria cinematográfica – o roteirista Thomas McGuane (“Duelo de Gigantes”), com quem teve uma filha, o diretor Philippe de Broca (de “Cartouche”, falecido em 2004) e o também ator John Heard (de “A Marca da Pantera”, falecido em 2017). A DC Comics, editora dos quadrinhos de Superman, prestou-lhe uma última homenagem nas redes sociais, agradecendo a atriz “por ser a Lois Lane com quem tantos de nós crescemos”. Thank you for being the Lois Lane so many of us grew up with. RIP, Margot Kidder. pic.twitter.com/IhY73TB52P — DC (@DCComics) May 14, 2018
Cláudia Celeste (1952 – 2018)
A atriz Cláudia Celeste, primeira travesti a atuar em novelas brasileiras, morreu na madrugada de domingo (13/5), aos 66 anos, no Rio de Janeiro. Segundo informações das redes sociais, a atriz estava com pneumonia e o quadro se agravou. Carioca de Irajá, Cláudia começou a carreira como dançarina Go Go-Girl do Beco das Garrafas, após trabalhar como cabeleireira em Copacabana. Mas não demorou a teatralizar sua vida, após se destacar num concurso de danças como “A Lebre Misteriosa do Imperial”, nome que fazia referência a seu padrinho artístico, Carlos Imperial. Foi o produtor artístico quem também a batizou de Cláudia Celeste. Sua estreia nos palcos aconteceu na montagem histórica de “O Mundo É das Bonecas”, em 1973, no lendário Teatro Rival, na Cinelândia. Realizado por Américo Leal (avô da atriz Leadra Leal), foi o primeiro show de travestis a obter uma licença do governo, depois da ditadura militar proibir este tipo de produção. A projeção a levou a ser eleita Miss Brasil Trans e a chamar atenção de produtores de cinema e TV. Ela acabou estreando nas telas na comédia “Motel” (1974), três anos antes de o diretor Daniel Filho resolver incorporar um espetáculo do Rival – “Transetê no Fuetê” – na trama da novela “Espelho Mágico” (1977), da TV Globo. A atriz chegou a contracenar com a mocinha Sonia Braga. Mas sua participação na novela acabou cortada depois que a imprensa celebrou – ou denunciou – a primeira travesti na TV. “Antes, ninguém sabia que eu era travesti, nem Daniel Filho. Ninguém nunca me perguntou! E, como ficou muito ti-ti-ti, tiraram os capítulos que eu já tinha feito”, contou a atriz em entrevista à revista Geni, em 2013. Mas Cláudia foi recompensada e manteve seu pioneirismo, 14 anos depois. Em 1988, ela se tornou a primeira travesti a integrar o elenco de uma novela do início ao fim. Foi em “Olho por Olho”, na extinta TV Manchete, no qual interpretou a travesti Dinorá, apaixonada por Mário Gomes. Ela também participou de dois filmes nos anos 1980: o drama criminal “Beijo na Boca” (1982), também estrelado por Mário Gomes, e o inacreditável trash futurista “Punks – Os Filhos da Noite” (1982), com Lady Francisco. Na época desse filme, até chegou a ensaiar uma carreira como cantora de rock, formando a banda Coisa que Incomoda. Em 2016, a atriz foi a grande homenageada na primeira edição do Festival TransArte, evento que trata de identidade de gênero e sexualidade.
Roberto Farias (1932 – 2018)
O diretor Roberto Farias, um dos nomes mais importantes do cinema nacional, morreu na madrugada desta segunda-feira (14/5), aos 86 anos. A casa da morte não foi divulgada, mas ele faleceu em casa, após relatos de saúde fragilizada. Irmão do ator Reginaldo Faria, com quem trabalhou em seus principais filmes, Roberto iniciou a carreira na época das chanchadas, como assistente de direção de Watson Macedo (“Aviso aos Navegantes”), na Atlântida. Entre seus primeiros filmes como diretor estavam comédias da época, como “Rico Ri à Toa” (1957), estrelada por Zé Trindade, e “Um Candango na Belacap” (1961), com a dupla Ankito e Grande Otelo. Mas os destaques de sua carreira foram obras dramáticas, incluindo um clássico da filmografia nacional, “Assalto ao Trem Pagador” (1962), thriller que viabilizou o gênero policial no Brasil. O próprio Farias tinha feito uma incursão anterior ao gênero, “Cidade Ameaçada” (1960), sobre um perigoso criminoso de São Paulo, vivido por Jardel Filho, que chegou a participar da disputa da Palma de Ouro do Festival de Cannes. Mas “Assalto ao Trem Pagador” foi o longa que acabou com a romantização do “bandido do bem” no Brasil, um inspiração dos filmes dos foras-da-lei de Hollywood. “Assalto ao Trem Pagador” também marcou época ao deixar os cenários dos estúdios e invadir as ruas e favelas, dando mais realismo às cenas de ação. Por isso, é considerado o grande precursor dos filmes de crime no país, tendo influenciado de “Cidade de Deus” a “Tropa de Elite”. Farias ainda foi responsável pela invenção do cinema pop nacional, ao levar Roberto Carlos e a Jovem Guarda para as telas. O diretor assinou a trilogia “Roberto Carlos em Ritmo de Aventura” (1969), “Roberto Carlos e o Diamante Cor-de-Rosa” (1970) e “Roberto Carlos a 300 Quilômetros por Hora” (1971), inspirados nos filmes dos Beatles – “Os Reis do Iê-Iê-Iê” e “Help” – e também incluiu participações de Erasmo Carlos e Wanderléa. Para completar, antecipou-se à abertura política com o primeiro filme de denúncia da prática de tortura da ditadura militar e o uso político da Copa do Mundo de 1970 para alienar os brasileiros, no impactante drama “Pra Frente, Brasil” (1982). Além de vencer o Festival de Gramado, o filme foi premiado em Berlim. Mas ele não foi só um grande diretor. Sua importância para a cultura brasileira também inclui o período em que presidiu a Embrafilme, entre 1974 e 1978, estimulando a produção daquela que é considerada a fase áurea do cinema nacional. Ele conseguiu convencer a ditadura que investir na produção de filmes brasileiros era uma forma de fortalecer a identidade nacional diante da influência americana, que dominava a cultura da época. E o resultado foi a liberação de uma verba jamais vista para a produção de filmes no país, elevando a participação dos filmes nacionais a 33% do total do parque exibidor, culminando no surgimento dos primeiros blockbusters brasileiros – como “Dona Flor e Seus Dois Maridos” (1976), “Xica da Silva” (1976) e “A Dama da Lotação” (1978). Isto, claro, não o transformou num aliado da “direita”, como demonstrou o tapa na cara de “Pra Frente, Brasil”. Ele também assumiu a produção de um punhado de clássicos, cujos temas polêmicos não chegariam às telas sem seu empenho pessoal, entre eles “Azyllo Muito Louco” (1970), de Nelson Pereira dos Santos, “Toda Nudez Será Castigada” (1973), de Arnaldo Jabor, “A Rainha Diaba” (1974), de Antonio Carlos da Fontoura, e “Mar de Rosas” (1978), de Ana Carolina. Entretanto, “Pra Frente, Brasil” custou caro a Farias. Embora premiado, foi considerado “capaz de provocar incitamento contra o regime vigente, a ordem pública, as autoridades e seus agentes” e acabou vetado para exibição pública. Além disso, o fato de ter sido produzido com dinheiro público causou a demissão do sucessor de Farias na Embrafilme. Além disso, os militares exigiram o ressarcimento da verba da produção. Além de enfrentar dificuldades para realizar seu lançamento comercial, o diretor perdeu apoio da Embrafilme para novos projetos. Endividou-se e sua carreira sofreu, ainda que o filme tenha finalmente vindo à público um ano depois, após as eleições em que os candidatos do governo foram derrotados. Apaixonado por Fórmula 1, Farias ainda fez um documentário sobre Emerson Fittipaldi, “O Fabuloso Fittipaldi” (1973), e um vídeo sobre Ayrton Senna, “Acelere Ayrton” (1986). Mas só comandou mais um longa de ficção em toda a vida, “Os Trapalhões no Auto da Compadecida” (1987). Os anos seguintes foram dedicados à TV, principalmente à séries da TV Globo, como “As Noivas de Copacabana” (1982), “Contos de Verão” (1993), “Memorial de Maria Moura” (1994), “Decadência” (1995), “Sob Nova Direção” (2004-2007) e “Faça Sua História” (2008), seu último trabalho como diretor, realizado há uma década. Mas ele não se afastou completamente do cinema, tendo fundado a Academia Brasileira de Cinema (ABC), entidade que dirigiu nos últimos 11 anos, com a proposta de lançar um equivalente nacional à Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, responsável pelo Oscar. A ABC criou o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, que anualmente premia os melhores do cinema nacional. E em 2018 assumiu a função de selecionar o candidato brasileiro a uma vaga no Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira.
Ryan Reynolds canta disfarçado de unicórnio em programa da TV sul-coreana
O ator Ryan Reynolds fez uma aparição surpresa num programa de TV sul-coreano para divulgar “Deadpool 2”, disparando a audiência da televisão local. Ele surpreendeu ao participar de “King of Mask Singer”, equivalente ao antigo quadro do Cantor Mascarado, que integrava o “Cassino do Chacrinha” nos anos 1980. A atração sul-coreana é exatamente igual àquela em que Roberto Carlos chegou a aparecer de máscara e bigode falso: uma celebridade canta uma canção, enquanto o público – e um grupo de “jurados” – tenta adivinhar sua identidade. O que ninguém esperava é que o cantor disfarçado de unicórnio, o bichinho favorito do Deadpool, e que entoou uma versão bastante afinada de “Tomorrow”, do musical “Annie”, fosse se revelar um astro americano de Hollywood. “Oi gente! Me desculpem pela canção”, brincou o ator, depois de se revelar sem máscara. “Obrigado por me receberem, foi eletrizante. Foi uma honra e vocês me levaram ao limite”. Reynolds disse que foi a primeira vez que cantou para uma platéia em um palco. Mas não se preocupou com o nervosismo, porque estava usando uma frauda para adultos. “Deadpool 2” estreia nesta quinta-feira (17/5) nos cinemas brasileiros.
Filmes de diretores brasileiros são aplaudidos no Festival Cannes
Eles não estão na competição pela Palma de Ouro, portanto longe dos principais holofotes do Festival Cannes 2018. Mas “Arctic”, “Los Silencios” e “O Grande Circo Místico” foram recebidos com aplausos durante suas pré-estreias mundiais no evento francês. Exibido na seleção da Meia-Noite do festival, “Arctic” foi considerado uma surpresa, já que assinado por um estreante em longas, o youtuber paulista Joe Penna, que mora nos Estados Unidos desde 1999. O filme é uma coprodução islandesa e americana, estrelada pelo dinamarquês Mads Mikkelsen (“Rogue One”), e acompanha, praticamente sem diálogos, a luta pela sobrevivência do protagonista, após um acidente aéreo no meio da neve ártica. Elogiadíssimo pela imprensa internacional e comparado positivamente a “O Náufrago” (2000), “127 Horas” (2010) e “Até o Fim” (2013), o filme atingiu uma média de 89% de aprovação no Rotten Tomatoes. Parte da programação da Quinzena dos Realizadores, “Los Silencios”, da brasileira Beatriz Seigner (“Bollywood Dream — O Sonho Bollyoodiano”), também é uma coprodução estrangeira, da Colômbia e da França. A trama se passa numa comunidade de refugiados na fronteira amazônica, entre o Peru, a Colômbia e o Brasil, e a forma com que seus habitantes convivem com seus mortos rendeu comparações da crítica internacional aos dramas espirituais do filipino Apichatpong Weerasethakul. A crítica da revista The Hollywood Reporter caprichou nos adjetivos, ao definir o trabalho como “tocante” e “artística e espiritualmente nutritivo”. Apresentado em sessão especial fora de competição, “O Grande Circo Místico” marcou a volta de Cacá Diegues à ficção cinematográfica após 12 anos – desde “O Maior Amor do Mundo” (2006). Mas até este trabalho é uma coprodução internacional, desta vez com o Brasil puxando as parcerias com Portugual e França. Além disso, foi rodado em Portugal, devido às leis que proíbem uso de animais selvagens em produções no Brasil, e destaca o ator francês Vincent Cassel (“O Filme da Minha Vida”) entre os papéis principais. “O Grande Circo Místico” era originalmente um poema do escritor Jorge de Lima (1893-1953), que inspirou um espetáculo de dança de Naum Alves de Souza nos anos 1980 e um álbum musical homônimo de Chico Buarque e Edu Lobo. Inspirado em tudo isso, o filme conta os feitos e desventuras dos membros de uma companhia circense ao longo de um século, entre 1910 e 2010. Recebeu aplausos, mas teve as críticas internacionais mais mornas do trio.
Gotham é renovada para 5ª e última temporada
A rede Fox decidiu renovar “Gotham” para sua 5ª e última temporada. A decisão de estender a história foi tomada para permitir aos produtores encerrarem a trama da série. Assim, os últimos episódios deverão se focar na transformação do jovem Bruce Wayne (David Mazouz) em Batman. A quantidade de episódios não foi revelada, mas o retorno pode acontecer numa temporada reduzida, devido à baixa audiência da atração, a segunda pior do canal. A série tem média de 2,62 milhões de telespectadores e registra 0,8 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. Isto só supera a cancelada “The Exorcist”, na programação da Fox. Criada por Bruno Heller (criador também da série “Mentalist”), a produção acompanha o começo da carreira do futuro Comissário Gordon (Ben McKenzie) em seus primeiros dias como detetive policial em Gotham City, e a adolescência de Bruce Wayne, logo após o assassinato de seus pais. A série também mostra a juventude do Pinguim (Robin Lord Taylor), da Mulher Gato (Camren Bicondova) e do Charada (Cory Michael Smith), revelando os eventos que os transformaram nos vilões dos quadrinhos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.
Dan Stevens será marido de Natalie Portman em sci-fi do criador de Legion
O ator Dan Stevens vai estender sua parceria com o criador de “Legion”, o roteirista-produtor Noah Hawley, para o cinema. O protagonista de “Legion” vai estrelar “Pale Blue Dot”, sci-fi que marcará a estreia de Hawley como cineasta. No filme ele vai contracenar com Natalie Portman (“Aniquilação”), Jon Hamm (“Em Ritmo de Fuga”) e Zazie Beetz (“Deadpool 2”). O filme contará a história de uma astronauta, interpretada por Natalie Portman, que começa a perder sua ligação com a realidade após voltar de uma missão no espaço. A trama explorará os efeitos do isolamento no espaço em astronautas, que ao retornar para a Terra demonstram perda de contato com a realidade. Stevens interpretará o marido de Portman e, por enquanto, não há mais informações sobre os personagens de Jon Hamm e Zazie Beetz. “Pale Blue Dot” compartilha seu título com um livro do astrônimo Carl Sagan, por sua vez inspirado numa fotografia da Terra, que, vista do espaço, parece um pálido ponto azul. Ainda não há previsão para a estreia.
Ator de American Pie vai substituir ator demitido na série baseada em Máquina Mortífera
A série “Lethal Weapon”, baseada na franquia cinematográfica “Máquina Mortífera”, conseguiu encontrar um substituto para o ator Clayne Crawford, demitido no final da 2ª temporada, após denúncias de mau comportamento nos bastidores da produção. A rapidez e a escolha dos produtores agradou à rede Fox, que decidiu dar um voto de confiança para a atração, renovando-a para sua 3ª temporada. O escolhido foi o ator Seann William Scott, que se tornou conhecido como o Stifler da franquia “American Pie”. Ele não irá assumir o personagem de Crawford, Martin Riggs, que foi vivido por Mel Gibson no cinema, mas um papel que não existia nos filmes. Scott interpretará um novo parceiro de Murtaugh (Damon Wayans). E assim a série se afastará de vez da premissa cinematográfica, provavelmente enveredando mais para o humor, tendo em vista que os dois protagonistas atuais são atores de comédia. A demissão de Clayne Crawford foi anunciada um dia após a exibição nos Estados Unidos do último episódio gravado. Ela seria resultado de ataques de fúria durante as gravações, que criaram um ambiente descrito como hostil nos bastidores, a ponto de colegas e equipe técnica ameaçarem não querer trabalhar mais com ele. O ator até chegou a pedir desculpas nas redes sociais, mas a situação já tinha chegado ao ponto de um “ou ele ou eu”.
Novo comercial legendado de Deadpool tem participação de David Beckham
A Fox divulgou um novo comercial legendado e criativo de “Deadpool 2”, com participação do ex-jogador de futebol David Beckham. A premissa é uma piada do primeiro filme, em que o herói zoou a voz de Beckham. No vídeo, ele tenta pedir desculpas pela piada, mas o atleta não quer saber. Até que, de tanto insistir, os dois fazem as pazes. O problema é que Beckham resolve citar os filmes pelos quais o intérprete de Deadpool, Ryan Reynolds, deveria pedir desculpas de verdade. Ele concorda com a maioria, de “Lanterna Verde” a “Blade Trinity”, mas fica irritado quando ouve o título do terror “Boltneck”, um trash completo, do começo de sua carreira, que ele considera uma “obra-prima”. Hilário. “Deadpool 2” também arrancou elogios da crítica nas redes sociais, e estreia nos cinemas brasileiros na quinta (17/5), uma semana antes do lançamento nos Estados Unidos.
Terry Crews agradece Mark Hamill por ajudar a salvar Brooklyn Nine-Nine do cancelamento
O ator Terry Crews fez questão de agradecer a Mark Hamill, o eterno Luke Skywalker, pela “força” dada nas redes sociais para o resgate da série “Brooklyn Nine-Nine”. Quando a Fox anunciou o cancelamento da “Brooklyn Nine-Nine” em sua 5ª temporada, Hamill reclamou publicamente no Twitter, afirmando que “não estava preparado para dizer adeus” à série. E avisou que costuma guardar ressentimentos contra canais que cancelavam programas que ele ama. Pois 24 horas depois, a série foi resgatada por outro canal e garantiu sua 6ª temporada – agora, pela NBC. Terry Crews aproveitou para agradecer Hamill pessoalmente por usar “a força” a favor da série de comédia. “Quero pessoalmente lhe agradecer, Mark, por usar a Força para salvar ‘Brooklyn Nine-Nine'”, ele escreveu. Confira abaixo. Oh NOOOOOOOOO!!!!!!!!! ???? I'm SO not ready to say #ByeBye99. Be forewarned @FOXTV-when networks dump shows I love, I'm known for holding grudges a long, L-O-N-G time. I'm still mad @CBS didn't renew #SquarePegs! ?#EverythingILikeGetsCancelled https://t.co/NEry6Hrpng — Mark Hamill (@HamillHimself) 10 de maio de 2018 @HamillHimself I want to personally THANK YOU Mark for using the power of the force to save Brooklyn Nine Nine! *Wipes dirt off shoulder* — terrycrews (@terrycrews) 12 de maio de 2018
Ezra Miller vai viver o pintor Salvador Dalí no cinema
O ator americano Ezra Miller (o Flash da “Liga da Justiça”) vai viver o consagrado pintor surrealista Salvador Dalí na biografia “Dali Land”, informou o site Deadline. A trama se passará na Nova York da década de 1970 e será narrada por James, um assistente do pintor. Entre flashbacks da trajetória de Dalí, o longa vai apresentar o mundo complexo e um tanto sujo das artes. Ben Kingsley (“Homem de Ferro 2”) viverá a versão mais velha do pinto e o elenco também inclui Lesley Manville (“Trama Fantasma”), Frank Dillane (série “Fear the Walking Dead”) e Tim Roth (“Os Oito Odiados”). O roteiro e a direção são de Mary Harron (“Psicopata Americano”), mas ainda não há previsão de estreia. Ezra Miller não é a primeira escolha “surreal” para viver o pintor catalão. Em 2008, o inglês Robert Pattinson também o interpretou no cinema, no filme “Poucas Cinzas: Salvador Dalí”.
Cena cortada do final de The Big Bang Theory revela homenagem da série a Stephen Hawking
A página oficial de “The Big Bang Theory” no YouTube revelou uma cena cortada do episódio final da 11ª temporada, exibido na última quinta-feira (11/5) nos Estados Unidos, que presta uma homenagem especial ao físico Stephen Hawking. No vídeo, Amy (Mayim Bialik) e Sheldon (Jim Parsons) estão em casa quando Penny (Kaley Cuoco) e Leonard (Johnny Galecki) chegam trazendo presentes do casamento que haviam sido enviados para o apartamento deles. Um dos pacotes é de Stephen Hawking. “Ele deve ter enviado antes de morrer”, diz Leonard. O presente é um relógio de bolso, com uma mensagem gravada: “Sheldon, estou muito feliz por você finalmente ter se casado com a Amy. Já era hora. Hahaha. Com amor, Stephen”. “E eu achava que já tinha chorado tudo o que podia”, comenta Leonard. Em seguida, surge na tela uma foto de Hawking com o elenco da série e uma mensagem em homenagem ao cientista. “A uma das mais brilhantes mentes do universo, membro querido da nossa família: nós vamos sentir profundamente a sua falta. Com amor, de todos da família ‘Big Bang Theory'”. Stephen Hawking chegou a aparecer em nada menos que sete episódios da série, como ele mesmo, entre 2012 e 2017. O cientista faleceu em março, aos 76 anos, vítima de complicações da esclerose lateral amiotrófica, doença degenerativa com a qual convivia desde a juventude.












