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    Siren: Série sobre sereias assassinas bate recordes de audiência nos Estados Unidos

    6 de abril de 2018 /

    A estreia de “Siren”, série sobre sereias assassinas, tornou-se a segunda maior audiência da história do canal pago americano Freeform. O lançamento, com a exibição de dois episódios consecutivos, foi assistido por 1,5 milhão de telespectadores em seus três primeiros dias de exibição, na semana passada nos Estados Unidos. A audiência só foi menor que a da estreia de “Shadowhunters” em janeiro de 2016, data que marcou a mudança de identidade do antigo canal ABC Family para Freeform. Ou seja, “Siren” teve a maior audiência do canal em mais de dois anos. Mas quando somadas as plataformas digitais, a série das sereias superou “Shadowhunters”, atingindo um total de 4,3 milhões de telespectadores em três dias. Para completar, “Siren” liderou a audiência ao vivo da TV paga americana entre o público feminino e foi a série mais comentada nas redes sociais no dia de sua estreia. A trama se passa em Bristol Cove, uma cidade costeira conhecida pela lenda de um dia ter abrigado sereias. Quando a chegada de uma garota misteriosa prova que este folclore tem fundo verdadeiro, fica claro que as sereias são predadores que retornam para reclamar seu lugar de direito. A série é estrelada por Alex Roe (“A 5ª Onda”) como Ben, um jovem biólogo marinho que se vê atraído por Ryn, a nova garota misteriosa da cidade, interpretada por Eline Powell. Como curiosidade, a atriz também viveu uma sereia no filme “Rei Arthur: A Lenda da Espada”. O elenco ainda inclui Sibongile Mlambo (série “Black Sails”), Ian Verdun (visto na série “Lucifer”), Rena Owen (“O Último Caçador de Bruxas”) e Fola Evans-Akingbola (série “Death in Paradise”), além de Patrick Gallagher (“Uma Noite no Museu 3”) e Tammy Gillis (série “Ghost Wars”) em papéis recorrentes.

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  • Série

    Intérprete de Ava Sharpe entra no elenco fixo de Legends of Tomorrow

    6 de abril de 2018 /

    A renovação de “Legends of Tomorrow” resultou numa promoção para a atriz Jes Macallan. A intérprete da agente do tempo Ava Sharpe entrou para o elenco fixo da série na 4ª temporada. Antes de se destacar em “Legends”, a atriz integrava o elenco de “Misstress”. Ela entrou na trama como Ava Sharpe durante a atual 3ª temporada e, além de liderar a agência reguladora do tempo, se envolveu romanticamente com Sara Lance (Caity Lotz). Um episódio recente ainda revelou que Ava é uma clone, mas ainda há muito mistério envolvendo sua história, segredos que apenas Rip Hunter (Arthur Darvill) parece saber. Macallan não será a única novidade no elenco fixo da próxima temporada. O ator Matt Ryan, intérprete de John Constantine, também terá um papel permanente nos novos episódios da série.

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  • Filme

    Remake de Fahrenheit 451 com Michael B. Jordan ganha trailer legendado

    6 de abril de 2018 /

    A HBO divulgou um trailer legendado do remake do clássico sci-fi “Fahrenheit 451”. A prévia mostra livros queimando e o trabalho dos bombeiros – que não é o esperado – , com ênfase na doutrinação de crianças sobre a importância de acabar com a cultura. A tensão crescente deságua no começo do questionado do bombeiro vivido por Michael B. Jordan (“Pantera Negra”), que chega a confrontar seu chefe, interpretado por Michael Shannon (“O Homem de Aço”). O destaque é a cena em que Shannon oferece “A Metamorfose”, de Franz Kafka, para Jordan ler, como prova da inutilidade da literatura, numa ironia desconcertante. Baseado na influente trama distópica do escritor Ray Bradbury, originalmente publicada em 1953 – e que já virou um filme cultuado de François Truffaut em 1966 – , “Fahrenheit 451” se passa num futuro totalitário, em que as pessoas sofrem lavagem cerebral de programas de televisão idiotizantes e são proibidas de ler. Nesta sociedade, o trabalho do corpo de bombeiros é um dos mais importantes, responsável por incendiar bibliotecas e qualquer resquício de cultura antiquada. O nome da obra se refere à temperatura (451 em graus fahrenheit) da queima dos livros. Enquanto no filme europeu dos anos 1960 todos os personagens eram brancos, a nova versão segue o bombeiro negro Montag (papel de Jordan), que passa a questionar a motivação dos subversivos para esconder livros. O elenco também inclui Laura Harrier (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”) como Millie, a mulher de Montag, cuja imersão nas mídias sociais e consumismo resultam num casamento distante, e Sofia Boutella (“A Múmia”) como Clarisse, uma apaixonada por literatura que desperta dúvidas no protagonista sobre o seu próprio trabalho. O filme da HBO tem roteiro e direção de Ramin Bahrani (“A Qualquer Preço” e “99 Casas”) e estreia em maio.

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    Molly Ringwald critica cenas de assédio sexual de Clube dos Cinco e Gatinhas e Gatões

    6 de abril de 2018 /

    A atriz Molly Ringwald, a eterna “Garota de Rosa-Shocking”, resolveu revisitar seus clássicos adolescentes dos anos 1980 com um olhar maduro, marcada pela perspectiva do movimento #MeToo, e encontrou muito o que recriminar nos filmes que ajudaram a redefinir a adolescência para uma geração. Em um ensaio publicado na revista The New Yorker, ela criticou diversas cenas escritas e dirigidas por John Hughes, diante de problemas que encontrou ao rever “Gatinhas e Gatões” (1984) e “Clube dos Cinco” (1985) com sua filha. Curiosamente, ela não reclamou de “A Garota de Rosa Shocking” (1986). A lista de problemas vai de cenas de assédio sexual até estereótipos ofensivos. A cena que mais a incomoda é o momento em que Bender (o personagem Judd Nelson) levanta a saia de Claire, sua personagem em “Clube dos Cinco”, especialmente diante das denúncias contra Harvey Weinstein. “Ao assistir ‘Clube dos Cinco’ com minha filha, eu fiquei pensando sobre essa cena. Principalmente depois de várias mulheres revelarem suas acusações de assédio sexual contra o produtor Harvey Weinstein e com a força do movimento #MeToo. Se atitudes que subjugam as mulheres se tornaram sistemáticas em nossa sociedade, acredito que a arte que consumimos e adoramos tem alguma culpa na hora de reforçar esse tipo de situação. Bender assedia Claire sexualmente durante todo o filme. Quando não está sexualizando-a, passa a atacá-la verbalmente ou a chama de apelidos maldosos. Ele nunca se desculpa e, no fim, ainda fica com a garota!”, lamenta. Ela ainda contou que, graças a boa relação que tinha com John Hughes, conseguiu fazê-lo cortar uma cena muito machista do filme, que envolvia a professora de educação física nua na piscina da escola, espiada pelo professor Sr. Vernon (Paul Gleason). “Havia uma cena em que uma professora atraente de educação física nadava nua na piscina da escola e o Sr. Vernon, o professor encarregado de cuidar da detenção dos alunos, a espiava. Essa cena não estava no roteiro original quando eu li, mas John quis colocar e eu pedi para ele cortá-la. A atriz pode ter ficado brava comigo, mas acredito que o filme fica melhor sem essa cena”. Ringwald ainda conta que ficou incomodada com a quantidade de palavras pejorativas como “fag” e “faggot”, referentes a gays, disparadas em “Clube dos Cinco” – “jogadas o tempo inteiro no longa”. Além disso, a atriz também reclamou do nerd (Anthony Michael Hall) que, em “Gatinhas e Gatões”, leva uma adolescente bêbada (Haviland Morris) para casa e se aproveita que ela está desacordada para tirar fotos como se eles tivessem transado. Apesar de perceber que o tempo mudou a perspectiva sobre essas cenas, ela mantém seu orgulho de ter trabalho com Hughes e de todas suas parcerias. Não só pela oportunidade que recebeu, mas pela importância que os filmes alcançaram na história do cinema. “Ver que dois filmes dele tinham mulheres como protagonistas [Gatinhas e Gatões e A Garota de Rosa-Shocking, ambos estrelados por ela] e examinavam sentimentos delas diante de coisas simples que aconteciam em suas vidas, e viraram sucessos de bilheteria, foi algo incrível. Considere que os poucos blockbusters dos últimos anos estrelados por jovens mulheres foram, majoritariamente, ambientados em futuros distópicos ou envolviam vampiros e lobisomens.” Molly Ringwald continua trabalhando em obras voltadas para adolescentes. Depois de viver a mãe da personagem de Shailene Woodley na série “A Vida Secreta de uma Adolescente Americana” (The Secret Life of the American Teenager), ela interpreta a mãe de Archie Andrews (K.J. Apa) em “Riverdale”.

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  • Série

    Após fracassar em streaming, Carcereiros vai finalmente estrear na Globo

    6 de abril de 2018 /

    Um ano após vencer o prêmio de Melhor Série Internacional do MIPTV 2017, festival/feira internacional de televisão, em Cannes, “Carcereiros” vai finalmente estrear na Globo. A emissora anunciou nesta sexta (6/4), que a série chega à TV em 26 de abril. Mas ela já estava disponível na plataforma Globo Play desde junho do ano passado, numa experiência para testar o interesse do público por produtos exclusivos de streaming. O resultado do teste, porém, foi decepcionante. Os números disponíveis no próprio aplicativo indicam que os 12 episódios da 1ª temporada foram vistos 849,5 mil vezes, ao todo. O primeiro episódio, o mais popular, teve 192 mil visualizações. Já o último, apenas 45 mil. Isto significa que, de cada quatro espectadores que assistiram à estreia, apenas um viu o desfecho. Sinal de que houve rejeição grande à série ou de que a exibição por streaming não agrada ao público da Globo. Gravada no último trimestre de 2016, “Carcereiros” deveria ter estreado em janeiro de 2017, mas as rebeliões dos presídios da região Norte fizeram com que fosse adiada na ocasião. Como a produção já estava inteiramente gravada, ela foi exibida no MIPTV 2017, na França, onde acabou consagrada. “Carcereiros” adapta o segundo livro da trilogia carcerária de Drauzio Varella, a mesma que rendeu o filme “Carandiru” (2003), de Hector Babenco. A trama é centrada nos conflitos cotidianos de agentes penitenciários. A série é estrelada por Rodrigo Lombardi (novela “Velho Chico”) no papel de Adriano, o carcereiro que tem a responsabilidade de passar o cadeado e controlar todo acesso às celas de um presídio. Colocado diariamente diante de dilemas éticos e morais, ele vive entre muros, grades, armas, ameaças e conflitos – humanos e psicológicos, principalmente. E também encara problemas dentro de sua própria casa. Além de Rodrigo Lombardi, o elenco inclui Aílton Graça (“Até que a Sorte nos Separe 3”), Matheus Nachtergaele (“Trinta”), Chico Díaz (“Em Nome da Lei”), Giovanna Rispoli (novela “Totalmente Demais”) e o rapper Projota, entre outros. A adaptação foi escrita por Marçal Aquino (“Eu Receberia as Piores Notícias dos seus Lindos Lábios”) e Fernando Bonassi (“Carandiru”), e a direção é de José Eduardo Belmonte (“Alemão”) e Fernando Grostein Andrade (“Quebrando o Tabu”). Os roteiristas e Belmonte também trabalharam juntos em “Supermax”. Para se ter ideia de como a abordagem é forte, no primeiro capítulo, intitulado “O Resgate”, explode uma rebelião, enquanto o agente Adriano (papel de Lombardi) é incumbido de levar um preso de um pavilhão para outro. Mas o presidiário só aceita se mudar se levar consigo sua namorada, uma travesti. O que pode não ter agradado aos fãs de seriados é que, nos episódios, as histórias de ficção são intercaladas com trechos de um documentário realizado por Fernando Grostein Andrade e Pedro Bial (“Jorge Mautner: O Filho do Holocausto”), no qual agentes veteranos relembram histórias reais vividas dentro de presídios. Nisto, a produção se aproxima mais de um quadro do “Fantástico” do que de uma série da Netflix. A Globo já encomendou a 2ª temporada da série. Veja o trailer abaixo.

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    Elenco de Murphy Brown se reúne na primeira imagem do revival da série clássica

    6 de abril de 2018 /

    O elenco da série clássica “Murphy Brown” já voltou a se encontrar. A atriz Candice Bergen, intérprete da personagem-título, divulgou uma foto do reencontro em seu Instagram. Uma das séries mais premiadas da rede CBS, vencedora de 17 prêmios Emmy, “Murphy Brown” voltará à TV após 20 anos, na onda dos revivals bem sucedidos que tem levantado a audiência da TV americana. Neste ano, os retornos de “Will & Grace” e “Roseanne” surpreenderam ao atrair muito mais público que o esperado – e ambas já foram renovadas para novas temporadas. A série original foi exibida durante dez anos, de 1988 à 1998, acompanhando os bastidores de um telejornal, que tinha como estrela a jornalista celebridade Murphy Brown, uma ex-alcoólatra que se tornou mais ranzinza após passar por reabilitação. Assumidamente liberal, ela considerava o governo Bush seu maior inimigo, e quando não reclamava de tudo, tentava lidar com a família e problemas financeiros. O revival está a cargo da criadora da atração, Diane English, e a produção contará com todo o original, inclusive a estrela Candice Bergen, vencedora de cinco prêmios Emmy de Melhor Atriz de Série de Comédia pelo papel-título. Além de reunir o elenco clássico, a atração contará com a adição do ator Jake McDorman (astro de “Limitless”), que viverá o filho adulto da protagonista. Avery Brown era uma criança no final da série e será reintroduzido como um jornalista que segue os passos de sua mãe e se mostra muito parecido com ela, inclusive no espírito competitivo. Curiosamente, o antigo intérprete do personagem se tornou bastante diferente de McDorman. Era ninguém menos que Haley Joel Osment, que depois do fim da série foi ver gente morta em “O Sexto Sentido” (1999) e hoje em dia aparece gordinho e com indícios de calvície precoce em séries como “Arquivo X” e “Silicon Valley”. Outra novidade do revival será o personagem vivido por Nik Dodani (da série “Atypical”), que terá a responsabilidade de atualizar Murphy e a equipe do telejornal para as mídias sociais do século 21. O ator, inclusive, pode ser visto na foto do elenco, logo atrás de Candice Bergen. Os demais atores na imagem são Faith Ford (Corky Sherwood, na série), Joe Regalbuto (Frank Fontana) e Grant Shaud (Miles Silverberg), que aparecem acompanhados da criadora Diane English. A produção terá 13 episódios, que deverão refletir os dias atuais, com a proliferação das mídias sociais e das notícias falsas (fake news), além do governo de Donald Trump. A previsão de estreia é para o outono (entre setembro e novembro) nos Estados Unidos. MURPHY BROWN…together again. Coming to your neighborhood TV in the fall. Just in time… Uma publicação compartilhada por Candice ? (@bergenbags) em 5 de Abr, 2018 às 9:43 PDT

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  • Série

    Everything Sucks: Série adolescente passada nos anos 1990 é cancelada pela Netflix

    6 de abril de 2018 /

    A Netflix cancelou sua nova série adolescente “Everything Sucks!”, sobre a juventude dos anos 1990. Comparada à cultuada “Freaks and Geeks” (1999), de Judd Apatow, a série não virou frisson, atingindo 69% de aprovação entre a crítica norte-americana. Com o cancelamento, ela ficará sem fim, já que o último episódio termina num cliffhanger – a famosa situação-limite que precisa ser resolvida no próximo capítulo. A série combinava drama e comédia, ao acompanhar adolescentes da época – e seus pais – durante rituais típicos de todas as gerações, como escola, amizades, namoro e sexualidade, com uma novidade do período: a internet. A trama se passava em 1996 em Boring, uma cidade que realmente existe com este nome (Tedioso, em inglês) no Oregon, e girava em torno de um grupo de estudantes do Ensino Médio, que decidiram juntar forças para criar um filme – com os meninos acreditando que assim iam finalmente conquistar algumas garotas. Com muitas referências à cultura pop dos anos 1990, a começar pelo título – nome de um disco da banda punk Descendents, lançado justamente em 1996 – , a série era criação de uma dupla em ascensão no cinema indie americano: o ator e roteirista Ben York Jones (“Newness”) e o diretor e roteirista Michael Mohan (“Save the Date”). O elenco incluía Peyton Kennedy (do terror “Fábula Americana”), Jahi Winston (minissérie “The New Edition Story”), Rio Mangini (série “Bella e os Bulldogs”), Sydney Sweeney (série “The Handmaid’s Tale”), Zachary Ray Sherman (série “90210”) e Patch Darragh (série “The Path”). A 1ª e única temporada foi disponibilizada em 16 de fevereiro.

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  • Filme

    Stephen King elogia Um Lugar Silencioso: “Trabalho extraordinário”

    6 de abril de 2018 /

    O terror “Um Lugar Silencioso” conquistou a crítica americana em sua estreia neste fim de semana, mas um comentário em particular será guardado com especial carinho por John Krasinski, que estrela, escreveu e dirigiu o filme. Ninguém menos que o escritor Stephen King (“It – A Coisa”) foi ao Twitter rasgar elogios à produção. “É um trabalho extraordinário. Atuação maravilhosa, mas a coisa principal é o silêncio, e como faz o alcance da câmera se expandir como poucos filmes conseguiram”, escreveu King. O filme está atualmente com 96% de aprovação da crítica, com apenas seis críticas negativas num total de 167 resenhas, mas atinge 100% entre os críticos que o Rotten Tomatoes considera elite – de jornais e revistas. Em sua avant-première no Festival SXSW, foi aplaudido de pé. O terror é o terceiro filme dirigido por Krasinski, após as comédia indies “Brief Interviews with Hideous Men” (2009) e “Família Hollar” (2016), e marca a primeira vez que ele contracena com sua esposa na vida real, a atriz Emily Blunt (“Sicario”). Os dois vivem os pais de uma família em fuga, que se afasta da civilização para viver no mais completo silêncio, numa fazenda isolada. O motivo do silêncio são criaturas terríveis, que invadiram o planeta e reagem ao menor barulho. Considerado o melhor terror do ano, até este momento, o filme também estreou no Brasil na quinta-feira (5/4) A QUIET PLACE is an extraordinary piece of work. Terrific acting, but the main thing is the SILENCE, and how it makes the camera's eye open wide in a way few movies manage. — Stephen King (@StephenKing) April 6, 2018

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    Sandy defende virgindade digital contra a pirataria na Netflix

    6 de abril de 2018 /

    A cantora e atriz Sandy é a estrela de uma nova campanha da Netflix para divulgação de uma de suas produções, que também embute uma mensagem anti-pirataria. Com um tom que parece defender a abstinência sexual e a castidade, evocando o suposto comportamento pudico da época em que Sandy era solteira, o mote da divulgação é “Eu resolvi esperar”, com direito a hashtag. “A gente tem que resistir e esperar a hora certa”, diz Sandy. Mas o suposto teor sexual da mensagem é, na verdade, um alerta contra a pirataria. O vídeo foi feito para divulgar a segunda parte da série espanhola “La Casa de Papel”, que virou frisson nacional. O problema é que os capítulos que chegam agora ao catálogo internacional da Netflix estrearam em outubro na Espanha. A demora para a disponibilização no serviço streaming fez com que muitos fãs assistissem à série por meio ilegais na internet. O vídeo ainda conta com o “relato” de jovens que resistiram à tentação de perder a virgindade digital, diante da possibilidade de pegar “um vírus” e não gozar sua primeira vez com a série da melhor forma possível — o vírus, no caso, seria uma consequência de entrar em sites perigosos de pirataria. “São milhares de pessoas que resolveram não se entregar”, declara Sandy no vídeo. “Quem se resguardou para esse momento vai aproveitar da melhor forma possível, porque tudo tem a sua hora.” Criada por Álex Pina (da também cultuada série sci-fi “El Barco”), “La Casa de Papel” chega nesta sexta (6/4) na Netflix.

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    Chris Pratt dá show de simpatia em vídeos com fãs brasileiros

    6 de abril de 2018 /

    O ator Chris Pratt não demonstrou apenas ser bom de prato em São Paulo, devorando de pastel de feira a feijoada com caipirinha, ele também comprovou sua simpatia ao encontrar fãs e mandar um recado meigo para uma fã-mirim, em vídeos disponibilizados no site da Marvel Brasil. Ao receber mensagem da mãe de uma garotinha chamada Olivia, que pretendia comemorar seus 4 anos com uma festa temática de “Guardiães da Galáxia”, Pratt, que vive o herói Peter Quill, resolveu torná-la “oficialmente” parte do time. “Você é oficialmente um membro dos Guardiões da Galáxia a partir deste exato momento. Se algum dia alguém te questionar, você mostre esse vídeo e diga que Peter Quill disse que você é um membro dos Guardiões da Galáxia. Parabéns!”, disse o astro num dos vídeos feitos no país. Ele também surpreendeu alguns fãs convidados pela Disney para falar de suas expectativas sobre o filme “Vingadores: Guerra Infinita”, aparecendo de surpresa, derretendo corações e conquistando com grande espontaneidade. O estúdio, claro, também disponibilizou isso no YouTube, conforme se pode ver abaixo. Pratt chegou a São Paulo na terça (3/4) e encontrou muito o que fazer na cidade. Além de seu compromisso num evento com fãs – e a imprensa – realizado na noite de quarta, ele treinou MMA com os lutadores Minotouro e Minotauro, foi à Vila Madalena, passeou pelo parque Ibirapuera e frequentou os mais diversos restaurantes, experimentando de churrasco a sushi, sem esquecer dos pratos típicos paulistanos mencionados no começo do texto.

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    Lennie James diz que poderia continuar em The Walking Dead, mas preferiu o spin-off

    6 de abril de 2018 /

    O ator Lennie James, intérprete de Morgan em “The Walking Dead”, revelou que foi sua escolha trocar de série, após receber a proposta de levar seu personagem para o spin-off “Fear the Walking Dead”. Em entrevista ao site Digital Spy, ele afirmou que, após refletir com sua esposa, preferiu partir para a nova aventura. Ele contou que recebeu a proposta do showrunner Scott M. Gimple. Quando ele o chamou para uma conversa à parte, a primeira coisa que pensou é que iria ser informado sobre a morte do seu personagem. “Minha primeira reação foi ‘graças a Deus’ por não ser o caso, mas então ele disse que era algo muito mais estranho. Ele falou de seu novo papel supervisionando as duas séries e perguntou: ‘O quanto você gostaria de continuar a história de Morgan em ‘Fear the Walking Dead?'”. A proposta pegou o ator de surpresa. “No fim da conversa, Scott disse que eu devia ter várias perguntas e, para ser honesto, eu provavelmente tinha, mas não conseguia fazer nenhuma”. James disse que precisava refletir. E conversou bastante com sua mulher e novamente com o produtor antes de tomar sua decisão. “Nós começamos a conversar sobre isso nas semanas e nos meses seguintes, e era muita coisa para levar em conta. Não era um caso de ‘isso vai acontecer’, foi genuinamente um caso do que eu achava, absolutamente havia uma escolha”, acrescentou. “Também não era um caso de que se não fosse Morgan, seria outra personagem. Eles diziam ‘estamos pensando em fazer isto, e se você não quiser, nós vamos seguir um caminho totalmente diferente'”. Ao final, ele concordou que esse era o melhor caminho, e sua decisão moldou os rumos da 4ª temporada de “Fear the Walking Dead”. Consequência disso, a estreia dos novos episódios do spin-off vai acontecer no mesmo dia e no instante seguinte ao final da 8ª temporada de “The Walking Dead”, em 15 de abril.

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    Marcas investiram US$ 150 milhões para incluir produtos em Vingadores: Guerra Infinita

    6 de abril de 2018 /

    “Vingadores: Guerra Infinita” ainda não estreou, mas já rendeu US$ 150 milhões para a Marvel. Segundo o site Deadline, este é o valor estimado de investimentos de anunciantes na produção. Trata-se de valor recorde para a Marvel. O montante é o dobro do investimento publicitário no filme anterior da franquia, “Era de Ultron”, de 2015, mas apenas ligeiramente superior ao do recordista anterior, “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”. Os US$ 140 milhões despejados longa do herói adolescente levou o personagem a virar garoto-propaganda de serviços de telefonia e automóveis, entre outras campanhas lançadas em paralelo ao filme. Em relação aos Vingadores, o Deadline apurou que só a Coca-Cola investiu US$ 40 milhões para divulgar seus produtos. Portanto, se entre o salvamento do mundo e uma morte trágica algum herói dar uma pausa para arrotar, o barulho ouvido serão dos dólares do refrigerante. Outras marcas envolvidas no financiamento da produção incluem as embalagens plásticas Ziploc, várias empresas alimentícias, um banco, a companhia aérea American Airlines e os carros de luxo Infiniti. Há também investimento de Samsung, Qualcomm, Unilever e Quaker em mercados fora dos Estados Unidos. O investimento elevado ajuda a equalizar as despesas de produção, que não são pequenas. O orçamento das filmagens e pós-produção de “Vingadores: Guerra Infinita” é estimado em US$ 200 milhões, sem contar os gastos de marketing para divulgar o filme, geralmente de montante similar. A recente viagem de Chris Pratt a São Paulo, por exemplo, saiu do orçamento de marketing. A estreia está marcada para 26 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Dado Dolabella é solto após 60 dias de prisão por não pagar pensão alimentícia

    6 de abril de 2018 /

    O ator Dado Dolabella foi solto do 33° Distrito Policial de Pirituba na madrugada desta sexta-feira (6/4), após 60 dias preso por deixar de pagar a pensão alimentícia do filho Eduardo, de 7 anos. Segundo a mãe do ator, Pepita Rodrigues, ele planeja voltar para o Rio de Janeiro. “O Dado está bem e agora já quer voltar para a casa dele”, disse à revista Veja. A liberdade de Dolabella, no entanto, pode durar pouco tempo. A Justiça carioca emitiu mandado de prisão referente a um outro processo envolvendo o ator. Ele é acusado de dano e injúria pela modelo Viviane Sarahyba, sua ex-esposa. Procurado, o 33° DP afirmou que não recebeu nenhum pedido de transferência para o Rio de Janeiro. Dado cumpriu o prazo de dois meses na prisão em Pirituba por dever quase R$ 200 mil em pensão alimentícia ao filho, fruto do relacionamento com Fabiana Vasconcellos. No local, o ator de 37 anos dividiu um espaço com outros 40 detentos. Não foi a primeira vez que Dolabella foi detido por não pagar pensão. Em agosto do ano passado, o ator foi preso pelo mesmo motivo, mas foi solto em menos de 24 horas.

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