PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Etc

    Filha de Stan Lee é acusada de bater no pai e dilapidar fortuna da família

    10 de abril de 2018 /

    Os relatos de abuso contra Stan Lee, de 96 anos, ganharam um novo capítulo. A revista The Hollywood Reporter publicou uma reportagem-denúncia que acusa J.C. Lee, filha única do criador dos heróis da Marvel, de abusar fisicamente de seu pai e sua mãe, Joan Lee, que faleceu em julho do ano passado, e se juntar a pessoas interessas em dilapidar a fortuna da família. A publicação conseguiu um documento de fevereiro deste ano assinado pelo próprio Stan Lee no escritório de seu então advogado, Tom Lallas, onde ele acusa três homens – Jerardo “Jerry” Olivarez (cuidador de Lee na época), Keya Morgan (atual cuidador de Lee) e Kirk Schenck (advogado de J.C. Lee) – de tentar controlar suas propriedades e dinheiro. Eles teriam influenciado sua filha que, de tempos em tempos, exigia mudanças em seu testamento, incluindo a transferência de propriedades para seu nome. No texto, Stan Lee afirma: “Tudo isso aumentava junto com seu maior medo: que após minha morte, ela ficaria sem casa e destituída”. Segundo o documento, J.C. Lee, de 67 anos, conta “com poucos amigos adultos” e os três homens insinuariam uma amizade com um único propósito: ter acesso ao controle das propriedades e dinheiro do lendário quadrinista. Poucos dias depois de registrar esse documento em cartório, Lallas e outros empregados de Lee foram demitidos e a filha dele contratou diversos substitutos – um novo contador, um novo assistente, um novo cuidador e até um novo jardineiro. A reportagem ainda afirma que J.C. Lee teria machucado fisicamente seus pais em 2014. Um dia, ela chegou em casa e viu um Jaguar na entrada. Imediatamente ela assumiu que o carro era pra ela, mas assim que descobriu que ele havia sido “apenas” alugado, teria surtado. Após tomar uma bronca da mãe (na época com 92 anos), a mulher a pegou pelo braço e a jogou contra uma janela, a derrubando no chão. Stan Lee (com 91 anos) começou a gritar com a filha e ela teria pego o quadrinista pela cabeça e batido contra uma cadeira. Antigos cuidadores ainda reportaram que J.C. Lee costumava ligar para o pai durante o dia para gritar com ele e pedir mais dinheiro. Na declaração assinada em fevereiro, ele diz que “não é incomum ela pedir US$ 20 mil até US$ 40 mil em cartões de crédito”. Mais: “também é comum ela gritar comigo se não consegue o que quer”. A última aparição pública do quadrinista foi durante a Silicon Valley Comic Con, no fim de semana passado, e muitos fãs descreveram sua participação como perturbadora, com o criador do Homem-Aranha aparentemente sendo forçado a caminhar pela convenção contra sua vontade. O número de telefone do quadrinista foi mudado e, segundo o THR, seus emails são monitorados e respondidos por Keya Morgan, o cuidador contratado por sua filha. “Stan Lee tem problemas de visão e não consegue ler letras pequenas”, justificou-se Morgan a THR. Assim que foi informado que a revista preparava a reportagem, Morgan também gravou um vídeo em que Lee diz que o documento em que acusa a filha é “totalmente incorreto, impreciso, enganoso e insultante”. Confrontado com essa declaração, o ex-advogado do escritor diz que Lee repassou todo o conteúdo com ele, “palavra por palavra, linha por linha”. Lee também disse no vídeo: “Minha relação com minha filha nunca foi melhor e meu amigo Keya Morgan e eu também temos um ótimo relacionamento… Qualquer um que esteja dizendo outra coisa… está se espalhando mentiras”. Atualmente, Lee conta com um patrimônio entre US$ 50 milhões e U$ 70 milhões – recebendo US$ 1 milhão da Marvel por ano.

    Leia mais
  • Filme

    Jumanji ultrapassa Homem-Aranha e vira maior bilheteria da Sony na América do Norte

    10 de abril de 2018 /

    Finalmente aconteceu. “Jumanji: Bem-Vindo à Selva” virou a maior bilheteria da história da Sony na América do Norte, ao atingir US$ 403,707M (milhões) nesta terça-feira (10/4). O filme superou o antigo líder de arrecadação, o primeiro “Homem-Aranha” (2002), que reinou por 16 anos no topo do ranking doméstico do estúdio, com US$ 403,706M. O montante também representa um dos maiores faturamentos mundiais do estúdio. Com US$ 950,7M, perde apenas para “007 – Operação Skyfall”, único filme da Sony que rendeu mais de US$ 1 bilhão nas bilheterias. A arrecadação também supera todos os filmes já feitos pelos integrantes do elenco no mercado doméstico, inclusive as franquias “Velozes e Furiosos”, de Dwayne Johnson, e “Guardiões da Galáxia”, de Karen Gillan. Os dois estrelaram “Jumanji” ao lado de Jack Black e Kevin Hart. Não é por acaso que a Sony trabalha atualmente no desenvolvimento de uma sequência para o blockbuster, prevista para dezembro de 2019.

    Leia mais
  • Série

    Os Simpsons tinham um problema com Apu, que virou crise após o último episódio

    10 de abril de 2018 /

    A série “Os Simpsons” finalmente pode ter encontrado uma polêmica da qual não consegue se livrar. Lançada em 1989, a atração influenciou uma nova geração de animações televisivas, mas também gerou muitas controvérsias por seu humor politicamente incorreto. E uma das situações mais comentadas é a forma caricatural com que lida com o personagem indiano Apu, dono do Kwik-E Mart. O personagem chegou a inspirar um documentário lançado em 2017, “The Problem with Apu”. O filme traz entrevistas com celebridades como Aziz Ansari, Kal Penn e Maulik Pancholy, que contam histórias sobre serem provocados por pessoas que tem Apu como único ponto de referência sobre como as pessoas do sul da Ásia falam ou se comportam. E convida o público a reavaliar o personagem. Na época do lançamento, até o dublador original de Apu, Hank Azaria, e outros envolvidos com o programa pareceram receptivos às críticas levantadas. Mas o episódio mais recente da série, exibido no domingo (8/4) nos Estados Unidos, resolveu retomar a polêmica, sugerindo totalmente o contrário. No capítulo “No Good Read Goes Unpunished” (algo como “Nenhuma boa leitura fica impune”), Marge Simpson quer que sua filha Lisa leia um livro que marcou sua infância. Quando pega o fictício “A Princesa no Jardim”, no entanto, avalia que o livro tornou-se problemático e decide reescrevê-lo. Marge lê a nova versão para Lisa, mas percebe que sua “edição” ficou sem graça – acabou “tirando o espírito e personalidade do livro”. A mãe então pergunta para a filha: “O que devo fazer?” Lisa então olha para a tela da TV e diz, dirigindo-se diretamente ao público: “Algo que começou há décadas, aplaudido e inofensivo, agora é politicamente incorreto. O que se pode fazer?” Uma foto de Apu com a inscrição “Don’t have a cow” (expressão que significa “não exagere”) aparece ao lado da cama de Lisa. Marge então diz: “Vamos lidar com algumas coisas no futuro.” E Lisa conclui: “Se lidarmos.” O comediante Hari Kondabolu, produtor e narrador de “The Problem with Apu”, reagiu negativamente logo após a exibição do episódio. Em sua conta no Twitter, ele escreveu: “Uau. Politicamente incorreto? Este foi o aprendizado do meu filme e da discussão que ele despertou? Cara, eu realmente amava este programa. Isto é triste.” Em outro post, acrescentou: “Em ‘The Problem with Apu’, usei Apu e ‘Os Simpsons’ como ponto de partida para uma conversa maior sobre a representação de grupos marginalizados e por que isso é importante. A resposta de ‘Os Simpsons’ hoje à noite não é um alfinetada em mim, mas ao que muitos consideram um avanço.”

    Leia mais
  • Série

    Vídeo do remake de Perdidos no Espaço destaca a nova Dra. Smith

    10 de abril de 2018 /

    A Netflix divulgou um novo vídeo do remake da série “Perdidos no Espaço” (Lost in Space), que destaca a nova Dra. Smith, interpretada por Parker Posey (“O Homem Irracional”). A mudança de sexo do personagem é uma das principais mudanças da nova série em relação à produção original dos anos 1960. Para quem esqueceu, ou é muito jovem para saber, a série original “Perdidos no Espaço”, criada em 1965 pelo lendário produtor Irwin Allen (o mesmo de “Viagem ao Fundo do Mar”, “Túnel do Tempo” e “Terra de Gigantes”), era uma versão sci-fi do clássico literário juvenil “A Família Robinson”, história de uma família que naufraga numa ilha deserta, escrita pelo pastor suíço Johann David Wyss em 1812. Na trama televisiva, a ilha é substituída por outro planeta. A produção clássica se passava em 1997 – três décadas no futuro da época – , no começo do programa de colonização espacial dos Estados Unidos, com o envio da família Robinson em uma viagem de 5 anos e meio para fundar a primeira base espacial humana num planeta de outro sistema solar, na constelação da estrela Alpha Centauri. Porém, o espião Dr. Zachary Smith (o papel da vida de Jonathan Harris) sabotava a missão, levando a nave Júpiter 2 a sair da rota e ficar perdida no espaço. Até, eventualmente, chegar num planeta desconhecido. A nova versão também se passa 30 anos no futuro (no final dos anos 2040) e traz Toby Stephens (série “Black Sails”) como John Robinson, Molly Parker (série “House of Cards”) como Maureen Robinson, o menino Maxwell Jenkins (série “Sense8”) como Will, a adolescente Taylor Russell (série “Falling Skies”) como Judy, Mina Sundwall (“O Plano de Maggie”) como Penny, o argentino Ignacio Serricchio (série “Bones”) como o piloto Don West e Parker Posey como a Dra. Smith. Além da mudança sexual do vilão Dr. Smith, outras alterações em relação à série original são a inclusão de um latino (Serricchio) e uma mulher negra (Russell) na tripulação. Por sinal, Don e Judy formavam um casal na série clássica. Além disso, o robô, que imortalizou a frase “Perigo, Will Robinson”, agora é alienígena. O remake foi escrito por Matt Sazama e Burk Sharpless, autores dos filmes “Dracula – A História Nunca Contada” (2014), “O Último Caçador de Bruxas” (2015) e “Deuses do Egito” (2016). Além deles, a série tem produção de Zack Estrin, roteirista-produtor de “Prison Break” e criador de “Once Upon a Time in Wonderland”. A estreia acontece na sexta, dia 13 de abril.

    Leia mais
  • Série

    Remake de Perdidos no Espaço ganha 20 fotos novas

    10 de abril de 2018 /

    A Netflix divulgou 20 novas fotos do remake da série “Perdidos no Espaço” (Lost in Space), que apresentam os personagens, alguns efeitos visuais e os cenários da atração. Para quem esqueceu, ou é muito jovem para saber, a série original “Perdidos no Espaço”, criada criada em 1965 pelo lendário produtor Irwin Allen (o mesmo de “Viagem ao Fundo do Mar”, “Túnel do Tempo” e “Terra de Gigantes”), é uma versão sci-fi do clássico literário juvenil “A Família Robinson”, história de uma família que naufraga numa ilha deserta, escrita pelo pastor suíço Johann David Wyss em 1812. Na trama televisiva, a ilha é substituída por outro planeta. A produção dos anos 1960 se passava em 1997 – três décadas no futuro da época – , no começo do programa de colonização espacial dos Estados Unidos, com o envio da família Robinson em uma viagem de 5 anos e meio para fundar a primeira base espacial humana num planeta de outro sistema solar, na constelação da estrela Alpha Centauri. Porém, o espião Dr. Zachary Smith (o papel da vida de Jonathan Harris) sabotava a missão, levando a nave Júpiter 2 a sair da rota e ficar perdida no espaço. Até, eventualmente, chegar num planeta desconhecido. A nova versão também se passa 30 anos no futuro (no final dos anos 2040) e traz Toby Stephens (série “Black Sails”) como John Robinson, Molly Parker (série “House of Cards”) como Maureen Robinson, o menino Maxwell Jenkins (série “Sense8”) como Will, a adolescente Taylor Russell (série “Falling Skies”) como Judy, Mina Sundwall (“O Plano de Maggie”) como Penny, o argentino Ignacio Serricchio (série “Bones”) como o piloto Don West e Parker Posey (“O Homem Irracional”) como a Dra. Smith. As maiores mudanças em relação ao casting original ficaram por conta da troca de sexo do vilão Dr. Smith, imortalizado por Jonathan Harris, e a inclusão de um latino (Serricchio) e uma mulher negra (Russell) na tripulação. Por sinal, Don e Judy formavam um casal na série clássica. Além disso, o robô, que imortalizou a frase “Perigo, Will Robinson”, agora é alienígena. O remake foi escrito por Matt Sazama e Burk Sharpless, autores dos filmes “Dracula – A História Nunca Contada” (2014), “O Último Caçador de Bruxas” (2015) e “Deuses do Egito” (2016). Além deles, a série tem produção de Zack Estrin, roteirista-produtor de “Prison Break” e criador de “Once Upon a Time in Wonderland”. A estreia acontece na sexta, dia 13 de abril.

    Leia mais
  • Música

    Série da Netflix sobre o cantor Luis Miguel ganha trailer legendado

    10 de abril de 2018 /

    A Netflix divulgou o pôster, as fotos e o trailer de “Luis Miguel – A Série”, que dramatiza a vida do popular cantor mexicano Luis Miguel, um fenômeno dos anos 1980 e 90. A prévia traz Diego Boneta (“Rock of Ages”) como o protagonista, em conflitos com seu pai músico-empresário (Óscar Jaenada, de “Águas Rasas”), sofrendo de amor, “amargando” a solidão do sucesso e sobrevivendo a penteados bregas. A série é uma versão oficial dos eventos, aprovada pelo próprio Luis Miguel e escrita por Daniel Krauze (da série “Sincronía”). Ao contrário da maioria de suas atrações, o serviço de streaming vai disponibilizar apenas um episódio por semana, todos os domingos, a partir de 21 de abril.

    Leia mais
  • Série

    Produtor revela planos para uma 2ª temporada de Troia: A Queda de uma Cidade

    10 de abril de 2018 /

    A chegada de “Troia: A Queda de uma Cidade” (Troy: Fall of a City) à Netflix deu início à discussão sobre a possibilidade de uma continuação para a série. Em entrevista ao site The Hollywood Reporter, o produtor Derek Wax (que também produz a série “Humans”) assumiu o interesse em realizar uma 2ª temporada, revelando já ter conversado com o roteirista David Farr (da minissérie “The Night Manager”) a este respeito. “David Farr tem uma ideia maravilhosa para onde a 2ª temporada pode ir, mas é basicamente uma opção das emissoras continuar ou não. Ela precisa render interesse na Netflix por tempo suficiente para que eles tomem uma decisão”. Ou seja, se a série fizer sucesso na Netflix, a coprodução com a BBC deve ser renovada. O produtor não revelou qual seria a história abordada, já que a Guerra de Troia se conclui com a queda da cidade, como diz o título da atração. Mas há três obras clássicas que abordam o período posterior à guerra: “A Odisseia”, de Homero, “A Eneida”, de Virgílio, e “Electra”, de Eurípedes, que tratam dos destinos de três personagens importantes, que sobrevivem ao conflito: respectivamente, Odisseus (Ulisses, na mitologia romana), Eneias e Agamenon. Além destes, o final do herói grego Diomedes é revelado na “Heracleia”, de Peisândro de Rodes, coleção dos poemas épicos sobre os Doze Trabalhos de Héracles (Hércules, na mitologia romana).

    Leia mais
  • Série

    Veja o trailer legendado de Troia: A Queda de uma Cidade, novidade da Netflix

    10 de abril de 2018 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado de “Troia: A Queda de uma Cidade” (Troy: Fall of a City), série britânica que liderou a audiência, mas também gerou polêmica durante sua exibição no Reino Unido. A série teve grande repercussão na mídia e nas redes sociais, graças à escalação controversa de atores negros como intérpretes de heróis e deuses gregos. A decisão foi toma em nome da liberdade artística dos produtores, que optaram por anacronismo politicamente correto para retratar personagens descritos como brancos por Homero e retratados em afrescos, estátuas e até em moedas da Grécia antiga dessa forma. As mudanças mais significativas envolveram Aquiles, interpretado por David Gyasi (“Interestelar”), Eneias, vivido pelo “brasileiro” Alfred Enoch (“How To Get Away With Murder”), e até Zeus, maior deus dos gregos, representado por Hakeem Kae-Kazim (“Black Sails”) – jogando por terra inúmeras representações pictóricas do velhinho de barbas, roupas e pele claras, soltando raios nos pobres mortais. Como as escalações dizem mais respeito ao século 21 do que ao século 13 antes de Cristo, alegraram os defensores de uma agenda de inclusão, mas frustram quem esperava uma recriação mais fiel do épico de Homero, a ponto de gerar editoriais sobre o assunto. “Por que a nova série da BBC ‘Troy: Fall of a City’, passada há 1,2 mil anos antes de Cristo, sente a necessidade de nos doutrinar sobre raça e gênero?’, indagou uma manchete do tabloide The Sun. “Controvérsia espreita a escalação do mítico Aquiles com um ator negro no novo épico da BBC”, publicou o site Greek Hollywood Reporter. Os produtores defenderam as escalações em entrevista à revista Variety, afirmando que o “mundo dos mitos” permite “uma liberdade maravilhosa” de casting. “Diversidade está no coração do nosso casting e no coração do que a BBC e a Netflix querem. Isto só é controverso se as pessoas tentam criar uma controvérsia a partir disso”, afirmou Derek Wax, numa frase digna, como diriam os gregos, dos melhores sofistas. Comentários no Twitter lembram que os africanos não tem nenhuma relação com a mitologia grega ou com a história da Grécia antiga. Alguns se disseram “chocados” com a “tentativa da BBC de reescrever a História da Grécia”. Poderia se argumentar que pelo menos os troianos não eram europeus brancos, já que sua cidade ficava na Turquia. Mas a verdade é que até eles eram gregos. A região de Anatólia foi colonizada pelos gregos e pertencia à civilização helênica, compartilhando, inclusive, os mesmos deuses, como descreve o poema épico de Homero. Enquanto alguns se limitaram à discussão histórica, a polêmica também traz à tona argumentos francamente racistas. Nunca falta tampouco quem lembre situação oposta, um filme sobre o Pantera Negra estrelado por um ator branco. Entretanto, antes de “Pantera Negra” existiu “O Fantasma” (1996), herói branco de quadrinhos passados na África. A cultura e a sociedade simplesmente evoluem. Mas a polêmica não é realmente sobre os avanços do presente, mas a respeito do anacronismo representado pela ação afirmativa da escalação. Recriar o passado sob uma ótica politicamente correta pode, em seu extremo, levar à situação-limite de retratar o período da escravidão sem escravos negros. A abordagem inclusiva também falha em respeitar os povos e culturas originais, tendo efeito oposto ao esperado. Criador da série, David Farr defendeu sua opção dizendo que lidou com mitos e não com História factual para justificar suas decisões de elenco. “Ninguém sabe se a versão de Homero, que foi escrita 500 anos depois [da Guerra de Troia], é fiel aos fatos ou se é inteiramente mítica”, ele afirmou, referindo-se ao poema épico “A Ilíada”, de 3,2 mil anos atrás. É bom lembrar que o mesmo poderia ser dito sobre a Bíblia.

    Leia mais
  • Série

    Supergirl ganha novo pôster e trailer estendido da volta da série

    10 de abril de 2018 /

    A rede CW divulgou o trailer estendido e o pôster da volta de “Supergirl”. A imagem traz a heroína em meio à fumaça e pergunta se o público sentiu saudades dela, enquanto a prévia fúnebre se encarrega das explosões, que acontece no enterro do Homem-Brinquedo, pai de Winn Schott (Jeremy Jordan), o melhor amigo de Kara (Melissa Benoist). O episódio inclui participação da atriz Laurie Mecalf (indicada ao Oscar por “Lady Bird”) como mãe de Winn e vai mostrar como o legado do vilão se torna uma ameaça para a heroína. Atualmente em hiato, “Supergirl” retorna na próxima segunda (16/4) com o episódio intitulado “Schott Through The Heart” – sim, um trocadilho com o famoso hit do Bon Jovi – para a reta final de sua 3ª temporada. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.

    Leia mais
  • Série

    Filme Estrelas Além do Tempo vai virar série

    10 de abril de 2018 /

    O filme “Estrelas Além do Tempo” (Hidden Figures) vai virar série. A produção está sendo desenvolvida pelo canal pago National Geographic, com envolvimento dos produtores do longa-metragem. A trama cinematográfica, por sua vez, era uma adaptação de um livro de não ficção de Margot Lee Shetterly, sobre a história real de cientistas negras responsáveis por contribuições cruciais no programa espacial dos Estados Unidos. Sucesso de bilheterias, “Estrelas Além do Tempo” rendeu US$ 235 milhões e foi indicado ao Oscar 2017 de Melhor Filme. Escrito e dirigido por Theodore Melfi, o longa trazia Taraji P. Henson, Octavia Spencer e Janelle Monáe como protagonistas. A adaptação dá sequência aos planos do National Geographic para desenvolver mais séries tradicionais, após o sucesso de “Genius” – que contou a história de Albert Einstein em sua 1ª temporada e tratará da vida de Pablo Picasso na 2ª. Até então, o canal era conhecido por exibir apenas obras de viés documental.

    Leia mais
  • Etc

    Rachel McAdams vira mamãe após tentar manter gravidez em segredo

    10 de abril de 2018 /

    A atriz Rachel McAdams (“Doutor Estranho”) foi flagrada pelos paparazzi com um bebê recém-nascido, durante um passeio a um parque de Los Angeles, ao lado de seu namorado, o roteirista Jamie Linden (“Jogo do Dinheiro”). Veja abaixo. Ela tentou manter a gravidez escondida da imprensa, mas em fevereiro a revista People e o programa E! News revelaram seu segredo – que, entretanto, não foi confirmado por seus representantes para a imprensa. Segundo o site Hollywood Pipeline, o casal conversou com algumas pessoas no parque sobre como “o recém-nascido dormia bem e não os incomodava durante a madrugada”. A mamãe de 39 anos ficou afastada do público durante todo o período de gestação. Por conta disso, faltou ao tapete vermelho e às entrevistas de divulgação de sua comédia mais recente, “A Noite do Jogo”, que revelariam sua gravidez avançada. O filme, em que ela atua ao lado de Jason Bateman, chega em 10 de maio no Brasil.

    Leia mais
  • Filme

    Produtora deixa escapar que Michelle Pfeiffer está em Vingadores: Guerra Infinita

    10 de abril de 2018 /

    A produtora Victoria Alonso, que trabalha nos filmes da Marvel, deixou escapar um segredo da produção de “Vingadores: Guerra Infinita”, durante entrevista à revista The Hollywood Reporter. Ao comentar grandiosidade do filme e a quantidade de astros envolvidos, ela mencionou o nome de uma atriz que, até então, ninguém sabia que participaria do filme. “Não vou mentir para você, eu chorei. Você tem que se tocar, você vê todas estas estrelas falando sobre outras estrelas e tipo ‘Meu Deus, é a Michelle Pfeiffer? É! Foi como um momento muito Hollywood, o que eu achei bonito e adorável”, ela contou. Michelle Pfeiffer está no elenco de “Homem-Formiga e a Vespa”, o lançamento seguinte da Marvel, mas não havia indícios de sua participação em “Vingadores: Guerra Infinita”. A atriz vive a personagem Janet Van Dyne, a Vespa original, mãe de Hope Van Dyne (Evangeline Lilly), que desapareceu no universo subatômico há muitos anos, segundo relatado no filme “Homem-Formiga” (sem a atriz) em 2015. Assim, “Vingadores: Guerra Infinita” marcará a estrela da atriz, que já foi a Mulher-Gato nos anos 1990, no universo cinematográfico da Marvel. O filme chega aos cinemas brasileiros em 26 de abril, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

    Leia mais
  • Música

    Pabllo Vittar é Indestrutível em clipe que denuncia a homofobia

    10 de abril de 2018 /

    Pabllo Vittar lançou um novo clipe, “Indestrutível”, o sexto e último do disco “Vai Passar Mal” (2017). A música é brega de doer, com direito a rima de dor e amor. Mas o vídeo se diferencia dos anteriores, da alegria que marca a carreira do cantor, por ser inspirado em uma memória dolorosa de adolescência cercada por homofobia, ódio, discriminação e intolerância. Gravado em preto e branco, vem acompanhado pela informação de que “73% dos jovens LGBTs sofrem bullying nas escolas”. O ponto central do clipe é a dor causada pelo preconceito, que geralmente começa com agressão verbal sofrida na escola, durante a adolescência, e descamba para a violência física. O título da música reforça a convicção de Pabllo em sua força interior e na de outros jovens. “Eu sei que tudo vai ficar bem e as minhas lágrimas vão secar”, ele canta, antes de concluir “Se recebo dor, te devolvo amor”. Com direção de Bruno Ilogti, responsável pelos clipes de Anitta, o vídeo mostra Pabllo desmontado e triste, mas termina com sua transformação em diva sobre um palco, aplaudido por uma grande plateia, que inclui o menino que ilustrou o sofrimento da história. Ao final, o cantor se dirige aos espectadores dando seu testemunho contra a violência da homofobia, que afeta milhares de adolescentes “como eu”. “Tá na hora de transformar o preconceito em respeito”, ela proclama. Uma curiosidade da produção é que o vídeo contou com o apoio da Coca-Cola Brasil. A empresa colocou suas duas maiores marcas – Coca-Cola e Fanta – a serviço do combate ao preconceito para a construção de uma sociedade mais tolerante e plural. “Essa Coca é Fanta sempre foi uma expressão usada de forma pejorativa. E nosso papel é ajudar na conscientização dos brasileiros mostrando o impacto que essas ofensas tem na vida de uma pessoa. Por isso nos juntamos a Pabllo nesse projeto para transformar o preconceito em respeito, celebrando a liberdade”, afirmpi Conrado Tourinho, gerente sênior de comunicação e marketing integrado da Coca-Cola Brasil, em comunicado.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie