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    Mel Gibson pretende filmar kamikazes em novo filme passado na 2ª Guerra Mundial

    30 de abril de 2018 /

    Após fazer as pazes com a crítica – e a Academia – com “Até o Último Homem” (2016), Mel Gibson prepara-se para dirigir um novo filme. E não é a continuação de “A Paixão de Cristo” (2004), que ele estaria desenvolvendo. Segundo o site The Hollywood Reporter, Gibson pretende filmar “Destroyer”, mais um filme passado na 2ª Guerra Mundial, como seu último longa. A coincidência é ainda maior, já que a trama também lida com a batalha de Okinawa, como o lançamento de 2016. Trata-se de uma adaptação de um livro de John Wukovits sobre os ataques dos kamikazes, pilotos suicidas japoneses, contra os navios da frota americana. O relato verídico conta como a tripulação do destroyer USS Laffey defendeu seu navio de um ataque impressionante de 22 pilotos kamikazes. O roteiro já está pronto, escrito por Rosalind Ross, roteirista da série “Matador”, que é namorada de longa data de Gibson. Mas a produção pode não acontecer imediatamente, pois Gibson também negocia estrelar o filme baseado na série clássica “Cyborg – O Homem de Seis Milhões de Dólares”, ao lado de Mark Wahlberg para a Warner Bros. Os dois trabalharam juntos recentemente em “Pai em Dose Dupla 2” e Wahlberg estaria fazendo lobby para repetir a parceria. Caso Gibson aceite a proposta para estrelar a sci-fi de ação, as filmagens de seu próximo longa como diretor só deverão começar no final do ano.

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  • Etc

    Ashley Judd processa Harvey Weinstein por prejudicar sua carreira

    30 de abril de 2018 /

    A atriz Ashley Judd entrou com uma ação na justiça da Califórnia nesta segunda-feira (30/4) por difamação e assédio sexual, entre outras acusações, contra o produtor Harvey Weinstein, alegando que ele prejudicou sua carreira depois que ela recusou o seus avanços sexuais. O processo civil, apresentado no Tribunal Superior de Los Angeles, em Santa Monica, alega que Weinstein fez com que Judd perdesse uma papel importante no filme “O Senhor dos Anéis”, ao propagar “mentiras infundadas” contra ela. Na ação, o advogado da atriz alega que Weinstein “retaliou a sra. Judd por ela rejeitar seus abusos sexuais, quando ele a encurralou em um quarto de hotel sob o pretexto de discutir negócios”. “Weinstein usou seu poder na indústria do entretenimento para prejudicar a reputação de Judd e limitar sua capacidade de encontrar trabalho”, acrescenta o processo. O texto recorda que Judd sentia que algo “invisível” estava atrasando sua carreira, mas ela não percebeu o que era até dezembro, quando ficou claro que a culpa era de Weinstein. A atriz chegou a negociar com o diretor Peter Jackson e sua equipe em 1998 para interpretar um dos dois papéis principais na trilogia de fantasia, mas Weinstein “torpedeou” a oportunidade dizendo que ela “era um ‘pesadelo’ para se trabalhar e deveria ser evitada… a todo custo”. Assim, Weinstein teria usado seu poder na indústria do entretenimento para prejudicar a reputação de Ashley Judd e limitar sua capacidade de encontrar emprego em boas produções. Segundo a atriz, ela nunca soube porque não tinha sido escalada para o filme. A verdade só surgiu após ler uma entrevista de Jackson, publicada em dezembro, na qual ele contou o que houve, afirmando que, na época, não tinha razão para questionar o que lhe foi dito, mas que agora suspeitava ter sido alimentado com informações falsas para benefício da agenda de Weinstein. Na ocasião, Jackson pediu desculpas às atrizes por ter acreditado nas mentiras de quem agora se sabe ser um predador sexual, e lamentou ter sido cúmplice na lista negra que prejudicou suas carreiras. O processo contra Weinstein também detalha as alegações feitas por outras atrizes, incluindo Salma Hayek e Uma Thurman, que dizem que o magnata ameaçou suas carreiras depois que elas o rejeitaram sexualmente. Também alega que Mira Sorvino foi igualmente preterida para um papel de “O Senhor dos Anéis” pela mesma razão que Judd. Ashley Judd foi a primeira atriz famosa a denunciar o comportamento sexualmente abusivo de Harvey Weinstein, na reportagem do jornal The New York Times publicada em outubro de 2017, inspirando uma avalanche de acusações, que deram origem ao movimento de mídia social #MeToo contra assédio e agressão sexual. Por sua coragem ao interromper o silêncio das vítimas de Weinstein, ela foi considerada uma das personalidades do ano pela revista Time. Desde sua denúncia, mais de 70 mulheres vieram à público acusar Weinstein de assédio, abuso e até mesmo estupro.

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  • Filme

    Lupita Nyong’o negocia estrelar remake de clássico de ação de John Woo

    30 de abril de 2018 /

    A atriz Lupita Nyong’o (“Pantera Negra”) está em negociações para estrelar um remake do filme clássico de ação “The Killer – O Matador” (1989), dirigido em Hong Kong pelo mestre John Woo. O próprio John Woo está por trás da produção, que ele pretende dirigir em sua volta a Hollywood, 15 anos após seu último filme americano – a sci-fi “O Pagamento” (2003). Segundo o site The Hollywood Reporter, o filme será coproduzido pela Universal Pictures e a produtora canadense eOne, de Mark Gordon. O filme original marcou época e ajudou a introduzir Woo e o ator Chow Yun-Fat ao público ocidental. Na trama, Yun-Fat vivia um assassino profissional desiludido, que aceitava um último trabalho para pagar o tratamento que restauraria a visão de uma cantora, que ele cegou acidentalmente durante um assassinato encomendado. Lupita Nyong’o não seria a cantora, mas uma versão feminina do protagonista, numa inversão de papéis para o século 21. Ainda não há previsão para a estreia.

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  • Filme

    Quentin Tarantino e diversos atores entram na justiça para cobrar milhões de Weinstein

    30 de abril de 2018 /

    A falência da produtora The Weinstein Company vem atraindo diversos interessados em seus ativos, mas também há muitas dívidas a serem acertadas. Para o diretor Quentin Tarantino, nenhum negócio de venda do estúdio pode ser fechado sem que ele receba sua parte: US$ 4,5 milhões em direitos autorais devidos. O advogado do cineasta deu entrada num processo na justiça da Califórnia para preservar seus direitos e impedir que os diretores da TWC possam embolsar milhões com a venda, sem antes acertar sua dívida. E ele não foi o único a tomar essa iniciativa. Atores como Leonardo DiCaprio, Jennifer Lawrence, Brad Pitt, Jake Gyllenhaal, Bill Murray, Meryl Streep e Julia Roberts alegam que a empresa lhes deve pagamentos por direitos autorais. Até o próprio Harvey Weinstein, cujo escândalo sexual causou a falência da empresa, está cobrando dinheiro da TWC na justiça. A dívida de Tarantino é a maior de todas, porque sua parceria com Weinstein foi duradoura. Começou ainda nos anos 1990, na época da primeira produtora dos irmãos Weinstein, a Miramax, que lançou seus primeiros filmes, “Cães de Aluguel” (1992), “Pulp Fiction” (1994) e “Jackie Brown” (1997). Mas a preocupação do diretor é mesmo com os quatro filmes que dirigiu para a Weinstein Company na última década. Segundo os papéis da declaração de falência, são devidos royalties de “À Prova de Morte” (2007), “Bastardos Inglórios” (2009), “Django Livre” (2012) e “Os Oito Odiados” (2015), pelos quais o diretor reclama, respectivamente, US$ 300 mil, US$ 575 mil, US$ 1,25 milhão e cerca de US$ 2,5 milhões. Leonardo DiCaprio contesta um pagamento devido em seu contrato de atuação em “Django livre”. Jake Gyllenhaal e Rachel McAdams entraram com ações indenizatórias pelo filme “Nocaute”, de 2015. Jennifer Lawrence alega não ter recebido informações suficientes sobre os rendimentos do filme “O Lado Bom da Vida” (2012). Os advogados da atriz pedem para analisar os registros financeiros da produtora para ver o faturamento gerado pelo premiado filme e concluir a participação dela nos lucros. O mesmo acontece em relação a Meryl Streep e Julia Roberts por “Álbum de Família” (2013), e Brad Pitt, por “O Homem da Máfia” (2012), que reclamam da falta de registros financeiros e também da proposta do devedor de transferir seus contratos no leilão sem acenar com nenhuma compensação correspondente aos aditivos contratuais. Outros nomes importantes que entraram na Justiça incluem o autor Stephen King, os herdeiros de Wes Craven, Lin-Manuel Miranda (pelo musical inédito “In the Heights”) e o diretor David O. Russell.

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  • Etc

    Miley Cyrus relembra primeira polêmica e retira pedido de desculpas de dez anos atrás

    30 de abril de 2018 /

    Uma das primeiras polêmicas de Miley Cyrus está completando dez anos, e a cantora-atriz resolveu tirar a controvérsia do armário. No meio de várias reminiscências e fotos antigas, ela publicou uma reprodução da capa do jornal sensacionalista New York Post sobre o caso em suas redes sociais, e deixou claro ter se arrependido de pedir desculpas na ocasião. Em 2008, no auge da fama com a série “Hannah Montana”, Miley, então com 15 anos, fez um ensaio com a fotógrafa Annie Leibovitz para a revista Vanity Fair. Uma das fotos mostrava o seu dorso nu. Consideradas muito sensuais, as imagens causaram ira nos pais dos fãs do série infantil do Disney Channel. Pressionada, a atriz pediu desculpas. Tanto ela quanto a fotógrafa alegaram ter sido interpretadas de maneira errada e não imaginavam que a repercussão seria tão grande. Agora, com 25 anos, Miley resolveu retirar o pedido de desculpas e acrescentar uma resposta à altura do nível da publicação. “Eu não estou arrependida. Vão se f*der”. Veja abaixo. IM NOT SORRY Fuck YOU #10yearsago pic.twitter.com/YTJmPHKwLX — Miley Ray Cyrus (@MileyCyrus) April 29, 2018

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  • Série

    Diretor de Rua Cloverfield 10 vai comandar série de super-heróis dos criadores de Preacher

    30 de abril de 2018 /

    O diretor Dan Trachtenberg (“Rua Cloverfield, 10”) fechou contrato para comandar o primeiro episódio e dar o tom de “The Boys”, nova série de super-heróis, em desenvolvimento para o serviço de streaming da Amazon. Adaptação da publicação homônima de Garth Ennis, o autor de “Preacher”, a trama gira em torno de um grupo de vigilantes, que tem missão de vigiar a atividade dos super-heróis para a CIA. Ao conceber “The Boys”, Ennis declarou que pretendia superar as situações ultrajantes que consagrou em “Preacher”. E o resultado é barra-pesada, marcado por cenas de ultraviolência, estupros e ilustrações das piores tendências da humanidade. A ideia por trás da publicação consiste em examinar o que pessoas comuns fariam se ganhassem super-poderes. A conclusão é que virariam babacas. E para lidar com um monte de super-heróis metidos, o governo resolve contratar pessoas insuportáveis, capazes de resolver problemas delicados de forma brutal. Os responsáveis pela produção são os mesmos que transformaram “Preacher” em série, o ator Seth Rogen e seu parceiro Evan Goldberg, que agora se juntaram a Eric Kripke, criador de “Supernatural” e “Timeless”, para desenvolver a nova atração. O elenco inclui Karl Urban (“Thor: Ragnarok”), Karen Fukuhara (“Esquadrão Suicida”), Jack Quaid (“Jogos Vorazes”) e Laz Alonso (“Velozes e Furiosos 4”) como os Boys – ainda falta um integrante não anunciado – e Antony Starr (série “Banshee”), Chace Crawford (série “Gossip Girl”), Dominique McElligott (série “House of Cards”), Nathan Mitchell (“Scorched Earth”), Jessie T. Usher (“Independence Day: Ressurgimento”) e Erin Moriarty (série “Jessica Jones”) como super-heróis. A série ganhou encomenda de 8 episódios, que deverão estrear apenas em 2019.

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  • Série

    Teaser superproduzido de 13 Reasons Why revela data de estreia da 2ª temporada

    30 de abril de 2018 /

    A Netflix divulgou um teaser legendado e superproduzido da 2ª temporada de “13 Reasons Why”, que mais lembra um clipe de música com efeitos visuais que uma chamada de série. A prévia destaca os personagens que retornam, introduz a trama da continuação, ao avisar que as fitas foram apenas o começo, e divulga a data de estreia dos novos episódios. A 1ª temporada foi centralizado na história de Hannah (Katherine Langford), uma estudante de ensino médio que comete suicídio e deixa uma caixa com fitas de áudio explicando porque ela decidiu tirar a própria vida. Os novos episódios vão mostrar como a vida continua para seus colegas, cada um com seus casos de abusos particulares. A trama causou polêmica, após muitos pais acharem que a série glamourizou o suicídio, e também houve muita discussão na mídia a respeito da forma como as situações foram retratadas na produção, de forma chocante e sem aviso prévio. Por conta disso, a Netflix reavaliou como abordar os temas sensíveis da trama – não só suicídio, como assédio sexual e bullying. A principal novidade será a produção de um programa que servirá de companhia para os episódios, em que psicólogos, educadores e os próprios atores debaterão os eventos apresentados. Será uma expansão do que foi o “Beyond the Reasons” (Por trás das Razões), um especial de meia hora com entrevistas de bastidores da 1ª temporada. Por fim, o site oficial da produção oferecerá recursos para adolescentes em crise, para ajudar a prevenir suicídios ou autoflagelamentos. De acordo com um estudo encomendado pela Netflix, enquanto a maioria dos pais achou a falta de fontes de suporte um problema, a maioria dos adolescentes e jovens adultos disse que “13 Reasons Why” os ajudou a processar os temas discutidos. Mais da metade dos adolescentes disse que se desculparam com alguém pelo modo como havia tratado essa pessoa no passado, e quase 75% afirmou que passou a ter mais consideração pelas pessoas após assistir à série. A data de estreia da 2ª temporada foi anunciada para o dia 18 de maio.

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  • Série

    Neil Gaiman compartilha foto e vídeo da produção da 2ª temporada de American Gods

    30 de abril de 2018 /

    O escritor Neil Gaiman compartilhou uma foto e vídeo com o elenco de “American Gods” nesta segunda-feira (30/4) para anunciar o começo das gravações da 2ª temporada da série. O longo hiato na produção se deve a problemas de bastidores, que levaram o canal Starz a precisar trocar showrunners. Os criadores da série, Bryan Fuller (criador também de “Hannibal” e “Star Trek: Discovery”) e Michael Green (indicado ao Oscar 2018 pelo roteiro de “Logan”), abandonaram a produção depois de um impasse com a produtora FremantleMedia. Segundo a revista Variety, a dupla estava exigindo um orçamento maior para a 2ª temporada do programa (que já estaria perto de US$ 10 milhões por episódio). Além da disputa sobre orçamento, os showrunners queriam seguir um rumo diferente com a série do que a produtora tinha em mente. Como as partes não chegaram um acordo, os dois deixaram “American Gods”, preocupando os fãs da adaptação da obra de Neil Gaiman em relação aos rumos e a qualidade da produção. Relatos indicam que os dois deixaram a maioria dos roteiros prontos, mas eles não teriam sido integralmente aprovados em razão dos custos. Para complicar, alguns atores também deixaram o elenco em solidariedade aos produtores originais, que foram substituídos por Jesse Alexander, assistente de Fuller em “Hannibal” e “Star Trek: Discovery”. O final da 1ª temporada foi ao ar em junho de 2017. Mas, devido aos problemas citados, a série só vai retornar com novos episódios em 2019. No Brasil, “American Gods” é disponibilizada pelo serviço de streaming da Amazon. If you’re wondering what the fuss is about here’s footage of American Gods Season 2 at the House on the Rock. It’s what Season 1 was leading up to. Out in 2019 on @AmericanGodsSTZ Starz in the US, @GodsOnAmazon Amazon Prime Video in the rest of the world. pic.twitter.com/xYe2To63g3 — Neil Gaiman (@neilhimself) April 30, 2018 Me? What am I doing? Oh, just hanging out with gods and mortals at the House on the Rock. Why, yes, that is the Biggest Carousel in the World. Nothing special. (YES, IT WAS AMAZING. YES, IT WAS AS AMAZING AS YOU WOULD THINK.) @GodsOnAmazon @AmericanGodsSTZ pic.twitter.com/BhLEPLTp7d — Neil Gaiman (@neilhimself) April 30, 2018

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  • Filme

    Premiadíssimo terror brasileiro As Boas Maneiras ganha trailer e cartaz

    30 de abril de 2018 /

    A Imovision divulgou o pôster e o trailer do terror “As Boas Maneiras”, um dos filmes brasileiros mais premiados dos últimos meses. A prévia revela uma gravidez monstruosa, acompanhada por elogios da crítica internacional. Na trama, uma enfermeira da periferia de São Paulo (Isabél Zuaa, de “Joaquim”) é contratada por uma mulher rica, grávida e misteriosa (Marjorie Estiano, de “Sob Pressão”), para ajudar na casa e, após o nascimento, ser babá de seu filho. As duas desenvolvem uma forte relação de amizade, mas a gravidez se revela um horror, especialmente nas noites de lua cheia, a ponto de transformar a mulher conforme chega a hora do parto. O segundo longa realizado em parceria pelos diretores Juliana Rojas e Marco Dutra (de “Trabalhar Cansa”) foi o grande vencedor do Festival do Rio 2017, onde arrematou os troféus de Melhor Filme, Atriz Coadjuvante (Marjorie Estiano) e Fotografia (o português Rui Poças, de “Uma Mulher Fantástica”). Além disso, também venceu o Festival do Uruguai, o Prêmio Especial do Júri no Festival de Locarno, na Suiça, o Prêmio do Público no L’Etrange Festival, na França, e o Prêmio da Crítica no Festival de Sitges, na Espanha, entre muitas outras consagrações internacionais. A estreia nos cinemas brasileiros está marcada para 7 de junho.

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  • Filme

    Vídeo legendado de Han Solo traz aliens, robôs e mundos sombrios sob domínio do Império

    30 de abril de 2018 /

    A Disney divulgou um novo vídeo legendado de “Han Solo: Uma História Star Wars”, repleto de cenas inéditas e acompanhado por comentários do diretor, roteirista e elenco, com destaque para o trio formado por Han Solo (Alden Ehrenreich, de “Ave César!”), Chewbacca (Joonas Suotamo) e Lando Calrissian (Donald Glover, de série “Atlanta”), além de Qi’Ra (Emilia Clarke, de “Game of Thrones”). O vídeo faz um serviço melhor em apresentar a produção que os trailers oficiais, ao descrever o clima e a época em que a ação se passa. Totalmente diferente das produções da saga “Star Wars”, a trama de “Han Solo” é um prólogo que antecede a rebelião, portanto é o primeiro filme da franquia a mostrar como era a vida há muito tempo, numa galáxia distante, sob o domínio do Império. A prévia também enfatiza o design ambicioso – e sombrio – de diferentes planetas e muitos efeitos visuais, com diferentes alienígenas, robôs e naves, demonstrando a grandiosidade do longa-metragem. “Han Solo: Uma História Star Wars” tem roteiro do veterano Lawrence Kasdan (“O Império Contra-Ataca”) e de seu filho Jon Kasdan (“A Primeira Vez”), e Ron Howard assina a direção final, após a demissão da dupla Christopher Miller e Phil Lord (“Anjos da Lei”) pela Lucasfilm, no meio das filmagens. A estreia está marcada para 24 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Música

    Rodrigo Santoro estrela clipe cinematográfico do DJ Alok

    30 de abril de 2018 /

    A Spinnin’ Records disponibilizou no YouTube o aguardado clipe de “Ocean”, do DJ Alok, que chegou a ter première em cinema de São Paulo na terça passada (24/4) e foi apresentado em primeira mão no programa “Fantástico”, da Globo, na noite de domingo (29/4). O vídeo é realmente cinematográfico, desde o elenco, encabeçado por Rodrigo Santoro (“Ben-Hur”), até o senso estético da produção, dirigida por Thiago Eva, da Bossa Nova Filmes, um diretor de publicidade que deve ambicionar outros voos após esse trabalho. Com roteiro dramático que conta uma história completa de vida e morte, entremeada por acensão, queda e redenção, numa narrativa não linear, “Ocean” se foca no personagem de Santoro. Ele é um marido, pai de família e empresário bem-sucedido, que um dia vê todas suas realizações e conquistas desmoronarem, ao ser diagnosticado com um tumor no cérebro. Este drama é condensado nos primeiros minutos da produção, mas logo se desdobra em revelações embutidas nas entrelinhas, que aos poucos revelam as imperfeições do personagem, um homem mulherengo, que trai a esposa, dá pouca atenção ao filho e tem uma longa desavença com o pai. Com os dias contados, ele resolve passar tudo isso a limpo, dedicando-se a resolver os conflitos e fazer as pazes com as pessoas mais importantes de sua vida. O tema do oceano, que dá título à canção, é explorado de forma simbólica, com imagens poderosas que reúnem os efeitos visuais da produção. O primeiro desmaio do personagem de Santoro é comparado a um mergulho no fundo do mar. A correção de rumo em sua vida passa pelo resgate de um desenho de baleia, feito ainda criança, e o reencontro com o prazer da pintura, após abandonar o emprego, culminando na entrega de um quadro de baleia para o pai, que o reprimia. Ao mesmo tempo, ele passa a incentivar o filho, cujo prazer de discotecar ele também recriminava. Ao final de oito minutos de duração, o protagonista morre, mas seu filho sobe ao palco para se revelar, já crescido, como o DJ Alok. Perfeito. A história é inspirada na vida de Alok, que assina o roteiro em parceria com o diretor e dois roteiristas, Gustavo Gessullo e Willame Morais. Além de Santoro, que estrela o primeiro clipe de sua carreira, o elenco destaca Marina Ruy Barbosa (novela “Deus Salve o Rei”), Maria Manoella (também de “Deus Salve o Rei”) e Genésio de Barros (“Polícia Federal: A Lei é para Todos”). Produzido pela Bossa Nova, o clipe foi filmado durante cinco dias em locações como a Reserva Ecológica da Jureia, litoral norte de São Paulo, no apartamento do DJ na capital paulista e em um de seus shows na cidade de Belo Horizonte.

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  • Série

    Fear the Walking Dead: Morte inesperada de protagonista foi pedido de intérprete

    30 de abril de 2018 /

    Um dos personagens principais de “Fear the Walking Dead”, presente desde o começo da série, despediu-se da produção no episódio exibido no domingo (29/4), numa cena de morte trágica. Para quem não viu “Good Out Here”, o terceiro capítulo da 4ª temporada, a revelação a seguir é spoiler. Nick, interpretado por Frank Dillane, teve a conclusão mais triste da série, já que sua morte não foi causada por zumbis, mas por alguém supostamente “inocente”, num arco que sugeria uma trajetória de redenção do personagem – um junkie que, durante boa parte da série, pensava primeiro em si mesmo. De acordo com Andrew Chambliss, um dos novos showrunners da série (ao lado de Ian Goldberg), a morte de Nick foi um pedido do ator, feito ainda na temporada anterior. “Na verdade, isso vem desde a 3ª temporada, antes de Ian e eu assumirmos. Frank Dillane perguntou aos produtores e à AMC se ele poderia sair da série, pois queria ir atrás de outras oportunidades”, contou o produtor ao site TVLine. “Uma das nossas primeiras tarefas para a 4ª temporada foi encontrar uma trama que oferecesse à Nick uma despedida apropriada. Ele estava na série desde o primeiro episódio, então era muito importante para nós e para Frank encontrar uma morte que fosse emotiva e que impactasse o restante da história a ser contada”, completou. Ian Goldberg, o outro showrunner, elogiou o trabalho de Dillane, em entrevista ao site The Hollywood Reporter. “Devemos dizer que trabalhar com Frank foi incrível. Somos grandes fãs do trabalho dele com o desenvolvimento de Nick nas temporadas anteriores. Ele foi muito receptivo quando apresentamos a ideia para a morte de Nick. Achamos que ele interpretou a cena lindamente e compreendeu as ramificações emocionais”. O próprio ator pediu para contar ao resto do elenco sobre sua morte, o que, segundo testemunho dos produtores, abateu os demais intérpretes, que tiveram dificuldades em aceitar a situação. A tristeza foi transmitida na cena da morte, já que naquele instante eles estavam perdendo um colega querido na produção. A morte do personagem terá grande impacto nos rumos da produção. Mas apesar da cena brutal, Nick ainda vai continuar aparecendo em flashbacks durante a atual temporada, já que os episódios deste ano estão sendo estruturados em duas linhas de tempo distintas. Não é a primeira vez que um ator principal de “Fear the Walking Dead” pede para sair da série. Travis, personagem de Cliff Curtis, foi morto na 3ª temporada a para que o ator pudesse se dedicar às sequências de “Avatar”. Frank Dillane, porém, não tem nenhum projeto grandioso em vista – que se saiba. Ele será visto a seguir em dois filmes de diretores estreantes, o terror britânico “Astral” e o drama australiano “Maestro”. Spin-off de “The Walking Dead”, “Fear the Walking Dead” é exibida no Brasil pelo canal pago AMC.

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  • Filme

    James Gunn confirma que Guardiões da Galáxia Vol. 3 vai se passar após Vingadores 4

    30 de abril de 2018 /

    O calendário é claro, mas muita gente ainda acha que o final apocalíptico de “Vingadores: Guerra Infinita” poderia afetar o lançamento de “Guardiões da Galáxia Vol. 3”. Atenção: o texto a seguir contém os spoilers do filme que atualmente quebra recordes nas bilheterias. No cronograma da Marvel, “Guardiões da Galáxia Vol. 3” só será lançado um ano após “Vingadores 4”. E por um motivo óbvio. É que sua trama depende da reversão programada de algumas mortes de “Guerra Infinita”. Perguntado sobre esta cronologia, o diretor James Gunn confirmou os planos, sem assumir a ressurreição coletiva, que deve virar meme entre os fãs da DC Comics que nunca levaram a sério a morte do Superman. Gunn esclareceu a dúvida ao responder a uma seguidora no Instagram, num post sobre spoilers com uma foto do primeiro encontro do Senhor das Estrelas (Chris Pratt) com Gamora (Zoe Saldana). Mas a pergunta foi mais longa que a resposta. “Questão importante, mas tudo bem se você não puder ou quiser responder. Gostaria de saber se as sequências de ‘Homem-Aranha: de Volta ao Lar’ ou ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’ vão se passar depois de ‘Vingadores 4’, ou literalmente antes de ‘Guerra Infinita'”, quis saber a seguidora. O cineasta então respondeu: “‘Guardiões da Galáxia’ é depois. Eu sei a resposta para a pergunta sobre ‘Homem-Aranha’, mas não cabe a mim responder”. “Vingadores 4” estreia em 2 de maio de 2019 no Brasil, a continuação de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” dois meses depois, em 5 de julho, e “Guardiões da Galáxia Vol. 3” em 2020. Quem ainda acredita que a Marvel possa lançar um filme do Homem-Aranha sem o Homem-Aranha e um dos Guardiões da Galáxia sem os principais Guardiões, deve considerar tudo o que leu acima também como spoiler de “Vingadores 4”. Mas os espectadores menos inocentes de “Guerra Infinita” já sabiam de tudo isso.

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