PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Etc,  Série

    Jeffrey Tambor é demitido de Transparent após denúncias de assédio

    15 de fevereiro de 2018 /

    O ator Jeffrey Tambor está oficialmente fora de “Transparent”, anunciou a Amazon nesta quinta-feira (15/2). Cerca de três meses após ser acusado de assédio sexual, o protagonista da série foi demitido e não participará da 5ª temporada. A decisão foi tomada após uma investigação interna, que apurou denúncia de uma ex-assistente de Tambor, Van Barnes, feita em uma publicação no seu perfil privado do Facebook, na qual relatava comportamento inadequado por parte do ator. Logo em seguida, a colega de elenco Trace Lysette acusou o ator de ter feito comentários sexuais e tentado abusar dela em ocasiões diferentes. Ambas são transexuais. O ator de 73 anos, que venceu dois prêmios Emmy de Melhor Ator de Série de Comédia por “Transparent”, chegou a vir a público negar “de maneira contundente e veemente” qualquer tipo de comportamento inadequado. Mas, após a segunda denúncia, disse que sua permanência na série tinha se tornado insustentável. “Por conta da atmosfera politizada que parece ter afetado nosso set, eu não vejo como posso voltar a ‘Transparent'”, ele desabafou, em comunicado. Em novo comunicado, refletindo a demissão do ator, a criadora da série disse respeitar e admirar as acusadoras de Tambor. “Eu tenho muito respeito e admiração por Van Barnes e Trace Lysette, cuja coragem em falar sobre suas experiências em ‘Transparent’ é um exemplo de liderança neste momento da nossa cultura”, disse Jill Soloway. “Nós agradecemos pelo apoio da população trans, que abraçou nossa visão para ‘Transparent’ desde a concepção da série. Ficamos de coração partido por causa da dor e do sentimento de traição que a situação delas gerou na comunidade. Vamos tomar medidas definitivas para nos certificamos de que o ambiente de trabalho reflita a segurança e a dignidade de cada indivíduo, e estamos dando passos para nos curarmos como uma família”, completou a produtora em nota à imprensa. Dessa forma torta, a série mais premiada da Amazon finalmente se equiparou à série mais premiada da Netflix. “House of Cards” também perdeu recentemente seu protagonista devido a acusações de assédio sexual. A produção da Netflix exibirá sua 6ª e última temporada sem Kevin Spacey. Provavelmente, as duas séries também terão a mesma conclusão para os personagens excluídos: uma morte fora de cena. O site da revista The Hollywood Reporter apurou que Jill Soloway teria solicitado para a Amazon um tempo maior para o desenvolvimento da 5ª temporada, visando estudar uma maneira de retirar a personagem Maura, interpretada por Tambor, da trama. A personagem é uma transexual novata da Terceira Idade, cuja transição de gênero pega a família de surpresa – e esta era a premissa inteira da série.

    Leia mais
  • Série

    The Innocents: Série sci-fi com Guy Pearce ganha primeiro teaser legendado

    15 de fevereiro de 2018 /

    A Netflix divulgou o primeiro teaser da nova série sci-fi britânica “The Innocents” (Os Inocentes), com o objetivo de apresentar o elenco da produção. A prévia chama atenção por destacar o ator Guy Pearce (“Alien: Covenant”), ao lado de Sorcha Groundsell (série “Clique”) e Percelle Ascott (série “Wizard vs. Aliens”), num clima bastante dramático. Criada por Hania Elkington e Simon Duric, a série de oito episódios é descrita como uma história de amor adolescente com reviravoltas sobrenaturais. Segundo a sinopse, o casal Harry (Ascott) e June (Groundsell) foge da repressão familiar para ficar junto, mas uma jornada extraordinária de descoberta destrói seu sonho inocente. Os segredos mantidos por seus respectivos pais testam seu amor até o ponto de ruptura, e o dom extraordinário que eles possuem desencadeia uma perseguição por forças poderosas com a intenção de dividi-los para sempre. Parece a descrição da série da Marvel “Cloak and Dagger” (Manto e Adaga). A conferir. A produção é da New Pictures, estúdio com sede no Reino Unido que também realiza “Requiem”, outra série britânica de temática sobrenatural disponibilizada pela Netflix. Ainda não há previsão para a estreia.

    Leia mais
  • Série

    Ralph Macchio volta a viver Karatê Kid no primeiro teaser da série Cobra Kai

    15 de fevereiro de 2018 /

    O YouTube Red divulgou o primeiro teaser de “Cobra Kai”, série que vai mostrar a volta de Ralph Macchio ao papel de Daniel San, o Karatê Kid. Numa reviravolta da trama original, ele será coadjuvante de seu inimigo no filme clássico de 1984, Johnny Lawrence, vivido por William Zabka. A trama vai mostra que os dois “fizeram as pazes”, mas Johnny ainda busca redenção. A trama vai girar em torno de seus esforços para reformar o infame dojo Cobra Kai, que ele pretende reabrir como sensei. Entretanto, isto trará de volta sua rivalidade com o bem-sucedido Daniel, que tenta manter a vida em equilíbrio, agora sem a ajuda de seu mentor, o Sr. Miyagi. A atração deve explorar as frustrações dos dois através do karatê, além de homenagear Pat Morita, intérprete de Miyagi, que faleceu em 2005. Macchio e Zabka também serão produtores da série, que é uma criação dos roteiristas Josh Heald (“A Ressaca”), Jon Hurwitz e Hayden Schlossberg (ambos de “American Pie: o Reencontro”). Os dois últimos assinarão a direção dos episódios. Além dos citados, há outro peso pesado de Hollywood no negócio: o ator Will Smith (“Esquadrão Suicida”), por meio de sua produtora Overbook, que responde pela produção. Os demais integrantes do elenco são Mary Mouser (série “Freakish”), Courtney Henggeler (série “Mom”), Xolo Maridueña (série “Parenthood”), Tanner Buchanan (série “Designated Survivor”) e o veteraníssimo Edward Asner (o eterno Lou Grant da série “Mary Tyler Moore” e voz original do vovô de “Up – Altas Aventuras”). A estreia vai acontecer “em breve” no serviço de streaming do YouTube.

    Leia mais
  • Série

    Comerciais e vídeos de bastidores apresentam a última temporada de O Negócio

    15 de fevereiro de 2018 /

    A HBO divulgou comerciais e vídeos de bastidores da 4ª e última temporada de “O Negócio”, sua série brasileira mais longeva. Nas prévias, as protagonistas tomam a decisão de revelar a suas famílias que são garotas de programa. As reações, como esperado, não são as melhores. A série acompanha três garotas de programa (posteriormente, quatro) que revolucionaram o mundo da prostituição de luxo em São Paulo, transformando sexo num negócio bem-sucedido, com abordagem empresarial. Criada por Luca Paiva Mello e Rodrigo Castilho (ambos de “Descolados” e “Agora Sim!”), a série brasileira voltará com mais 13 episódios estrelados por Rafaela Mandelli, Juliana Schalch, Michelle Batista e Aline Jones, e direção de Michel Tikhomiroff (“Confia em Mim”) e Júlia Pacheco Jordão (série “A Garota da Moto”). A última temporada de “O Negócio” estreia no dia 18 de março.

    Leia mais
  • Filme

    Suposto vídeo íntimo de Marcelo Adnet vaza na internet

    15 de fevereiro de 2018 /

    Um suposto vídeo íntimo de Marcelo Adnet teria vazado na internet. As imagens viriam de uma webcam e mostrariam o humorista se masturbando. A revelação foi feita pelo colunista Léo Dias, que descreveu o material. De acordo com o colunista do jornal O Dia, o vídeo mostra o ator do “Tá no Ar” fazendo caras e bocas e, depois de um corte, um homem do pescoço para baixo se masturbando. Não fica claro se há uma montagem entre o começo e o fim da reprodução. O feed dura 15 minutos e teria sido feito para uma mulher chamada Daniela C. Paula. A assessoria de imprensa de Adnet ainda não comentou o vazamento. O ator atualmente mora com a namorada Patrícia Cardoso, após se separar de sua mulher, a também comediante Dani Calabresa, em abril de 2017. O fim do casamento de sete anos aconteceu após flagras de supostos casos extraconjugais do humorista.

    Leia mais
  • Etc

    Bruna Marquezine é campeã do carnaval no Instagram com quase 2 milhões de curtidas

    15 de fevereiro de 2018 /

    Um foto de Bruna Marquezine recebeu 1,9 milhões de curtidas no Instagram durante o carnaval. Postada pela atriz de “Deus Salve o Rei” no sábado (10/2), a imagem em que ela aparece com um sutiã mínimo no bloco da Favorita, no Rio de Janeiro, foi a mais curtida na rede social durante todo o feriadão festivo. Em 2º lugar, ficou outra atriz da mesma novela, Marina Ruy Barbosa, vestida de diabinha, com 1,1 milhão de likes. Curiosamente, as duas fotos renderam historinha. A imagem de Marquezine virou tópico de discussão no Twitter, porque um fã de mulheres de plástico reclamou dos seios pequenos da atriz, levando outros a defenderem sua beleza natural. O número elevado de likes demonstra como ela se qualifica dentro da preferência nacional. Já a foto de Marina Ruy Barbosa foi tirada no interior, longe da folia, onde a atriz improvisou o clima, como explicou na postagem. Veja as duas imagens abaixo. CARNAVAL ☀️ Fui toda de @rosacha pro Bloco da Favorita hoje!!! Beleza @carlabiriba Foto @andrenicolau Styling @patriciazuffa Uma publicação compartilhada por Bruna Marquezine ♡ (@brumarquezine) em 10 de Fev, 2018 às 11:43 PST Nosso próprio bloco ?❤️☀️ Uma publicação compartilhada por Marina Ruy Barbosa (@marinaruybarbosa) em 12 de Fev, 2018 às 11:01 PST

    Leia mais
  • Série

    Criadora de One Day at Time revela critério da Netflix para cancelar séries

    15 de fevereiro de 2018 /

    A roteirista e produtora Gloria Calderón Kellett, criadora do reboot da sitcom “One Day at a Time”, acabou revelando o critério da Netflix para renovar ou cancelar séries, ao fazer um desabafo numa rede social, em que demonstrou preocupação com o destino de sua série, bem-vista pela crítica, mas, aparentemente, pouco vista pelo público. “Se você quer apoiar a série e a mim, POR FAVOR assista ao menos QUATRO episódios nos próximos dias”, escreveu a escritora no Twitter, usando letras maiúsculas para destacar determinadas palavras. “A Netflix decide qual série será renovada com base em visualizações [dos episódios]. Eu amo esta atração e amo escrever sobre esta família. POR FAVOR, ASSISTAM! Obrigada”, ela escreveu. O texto expõe que, assim como uma rede de TV convencional, a Netflix leva, sim, em consideração a audiência. Quatro episódios, assistidos durante determinado período, é a média que conta. E se não ficou claro, ela ainda repetiu: “Mamãe não é tão orgulhosa que não pode implorar. EU AMO esta família dentro e fora da tela. Representatividade importa. Mike Royce e eu tenho muitas histórias para contar! Os co-criadores de ‘One Day at a Time’ pedem aos fãs que vejam quatro episódios nos próximos dias”, Kellett escreveu no Twitter, linkando um artigo que fala sobre como o futuro da produção depende disso. A 2ª temporada do reboot de “One Day at a Time” estreou no dia 26 de janeiro e conquistou 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Mas, para demonstrar que qualidade não entra no algorítimo da Netflix, a 2ª temporada de “Lady Dynamite” também teve 100% de aprovação e foi cancelada assim mesmo – enquanto “Friends from College”, com 24% de aprovação, foi renovada. Gloria Calderón Kellett deve ter acesso aos números de visualizações dos episódios para ter feito um apelo em tom tão desesperado – aos gritos (que é o que representam letras maiúsculas no vocabulário online). Desde que o ano começou, a Netflix já cancelou “Lady Dynamite” e “Disjointed”. O “One Day at a Time” original foi criado por Norman Lear, um dos principais roteiristas-produtores de sitcoms de famílias americanas dos anos 1970 – que também criou “Os Jefferson”, “Maude”, “Tudo em Família” e “Good Times”. Na versão de 1975, a série acompanhava a mãe divorciada vivida por Bonnie Franklin, após ela se mudar com suas duas filhas (Mackenzie Phillips e Valerie Bertinelli) para um prédio de apartamentos em Indianápolis, onde a família contava com a ajuda do zelador Schneider (Pat Harrington) para lidar com os problemas do dia-a-dia. Na versão da Netflix, a família é latina. O reboot acompanha três gerações de uma família de origem cubana que vive sob um mesmo teto. A mãe e veterana militar Penélope (Justina Machado) alista a “ajuda” de sua mãe cubana Lydia (Rita Moreno) e do rico proprietário do imóvel Schneider (Todd Grinnell), enquanto cria dois adolescentes: sua filha radical Elena (Isabella Gomez) e o filho introvertido Alex (Marcel Ruiz). Sim, a produção mudou diversos detalhes, incluindo o sexo de um dos filhos. A atração recebeu elogios rasgados da imprensa norte-americana e se destaca por ser uma das poucas sobre família latina atualmente em produção nos Estados Unidos. A Netflix, por sinal, vai investir nesse filão em nova série ainda este ano: “On My Block”, prevista para 16 de março. HUGE favor: If you want to support me & the show then PLEASE watch & tell friends & family to watch at least FOUR episodes in the next few days. Netflix decides what gets picked up based on views. I love this show & love writing this relatable family. PLEASE WATCH! Thank you. — Gloria Calderón Kellett (@everythingloria) February 13, 2018 Momma Ain't Too Proud To Beg. I LOVE this family on screen & off. Representation matters @MikeRoyce & I have a lot of stories left to tell! 'One Day At A Time" Co-Creator Begs Fans To Watch "Four Episodes In The Next Few Days" https://t.co/z7lgBwpnBT Thanx @decider @OneDayAtATime — Gloria Calderón Kellett (@everythingloria) February 14, 2018

    Leia mais
  • Filme

    Coleção de pôsteres destaca os personagens de Jogador Nº 1

    15 de fevereiro de 2018 /

    A Warner divulgou uma coleção de pôsteres de “Jogador Nº 1” (Ready Player One), que destacam os diversos personagens e seus avatares no universo virtual da trama futurista. O longa, que marca a volta do diretor Steven Spielberg à ficção científica, é uma adaptação do livro homônimo de Ernie Cline. A história se passa em 2044, quando a humanidade se conecta no Oasis, uma utopia virtual, onde as pessoas podem viver o que sonham, interagir com outros jogadores e até se apaixonar. Mas o protagonista Wade Watts (Tye Sheridan, de “X-Men: Apocalipse”) quer mais que sonhar. Ele pretende resolver o enigma do criador do Oasis (Mark Rylance, de “Ponte dos Espiões”), que escondeu uma série de pistas na realidade virtual para premiar quem resolvê-las com a herança de sua enorme fortuna – e até o próprio Oasis. Milhões tentam conseguir o prêmio, sem sucesso, mas Wade está na frente da competição. Isto porque as chaves do enigma são baseadas numa cultura esquecida que ele domina: o entretenimento pop dos anos 1980. O elenco também inclui Olivia Cooke (série “Bates Motel”), Ben Mendelsohn (série “Rogue One: Uma História Star Wars”), Simon Pegg (“Missão Impossível: Nação Fantasma”), Hannah John-Kamen (série “Killjoys”), Ralph Ineson (“A Bruxa”), T.J. Miller (“Deadpool”), Lena Waithe (série “Master of None”), Win Morisaki (“Gokusen: The Movie”) e Letitia Wright (“Pantera Negra”). “Jogador Nº1” estreia em 29 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

    Leia mais
  • Filme

    Trailer dublado de Os Incríveis 2 mostra que maior desafio da continuação é a paternidade

    15 de fevereiro de 2018 /

    A Disney divulgou o trailer completo dublado de “Os Incríveis 2”. A prévia mostra o novo desafio do Sr. Incrível: ser pai. Ele deve cuidar das crianças para que sua esposa, Mulher-Elástica, possa voltar a combater o crime. Mas os problemas se revelam mais complicados que a matemática do ensino fundamental quando o bebê Zezé (Jack-Jack no original) começa a manifestar superpoderes e comportamento de supervilão ao ser contrariado. A família continua a ser dublada, em inglês, pelos atores Craig T. Nelson (série “Parenthood”), Holly Hunter (“Batman vs. Superman”) e Sarah Vowell (“Filhos do Divórcio”), mas o menino Flecha/Dash tem nova voz, o novato Huck Milner. Além deles, Samuel L. Jackson (“Os Oito Odiados”) também retorna como Frozone e o diretor Brad Bird continua a fazer a voz de Edna Moda. Nada disso será ouvido nos cinemas brasileiros, mas pode ser conferido abaixo, na versão original do trailer. Novamente escrito e dirigido por Bird, a continuação do clássico de 2004 da Pixar tem estreia marcada para o dia 28 de junho no Brasil, duas semanas após o lançamento nos Estados Unidos.

    Leia mais
  • Filme

    Estreias: Pantera Negra e filmes do Oscar 2018 ocupam os cinemas

    15 de fevereiro de 2018 /

    O novo filme de super-heróis da Marvel é o maior lançamento da semana, que também traz aos cinemas nada menos que quatro longas indicados ao Oscar 2018, além de uma estreia nacional em circuito invisível. Clique nos títulos de cada filme para ver seus trailers. “Pantera Negra” estreia neste fim de semana também nos Estados Unidos, onde a expectativa é de quebra de recordes. O filme tem incríveis 97% de aprovação entre a crítica americana, uma avaliação mais positiva que a da maioria dos indicados ao Oscar – “Eu, Tonya”, “Três Anúncios para um Crime” e “Mudbound”, por exemplo, têm 90%, 93% e 96%, respectivamente. Mesmo assim, há grande curiosidade em torno de seu desempenho internacional, já que o primeiro filme de super-herói negro de Hollywood reflete uma política de inclusão e diversidade pautada para e pelo público americano. Longe de seguir padrões pré-estabelecidos, o longa não traz a típica trama de “super-herói negro”, como as séries “Luke Cage” e “Black Lightning” (Raio Negro). Em vez de proteger bairros pobres infestados por crime, T’Challa (Chadwick Boseman) reina numa nação desenvolvida da África, onde há abundância, prosperidade e tecnologia de superprodução sci-fi. O conflito vem do desejo de preservar o segredo de Wakanda do mundo exterior versus duas outras opções bem diferentes: do vilão branco (Andy Serkis, retomando seu personagem de “Capitão América: Guerra Civil”) obstinado em explorar as riquezas naturais do país, como os velhos colonialistas europeus, e do líder dissidente (Michel B. Jordan, de “Creed”), que considera criminoso deixar outras nações africanas passarem fome, enquanto Wakanda poderia liderar todo o continente e mudar o mundo. Em meio a estes dilemas, o cineasta Ryan Coogler (“Creed”) ainda inclui sequências de ação dignas de “007”, coadjuvantes que roubam as cenas (e merecem seus próprios filmes) e conflitos internos tão bem desenvolvidos que muitos já chamam o resultado de “melhor filme da Marvel” – uma definição que parece surgir a cada novo lançamento do estúdio presidido por Kevin Feige. Mais bem-avaliado que “Pantera Negra” neste fim de semana só “Lady Bird – A Hora de Voar”. O filme chegou a bater o recorde de avaliações positivas do site Rotten Tomatoes, com 100% de aprovação com 194 resenhas elogiosas. Mas isto chamou tanta atenção que um blogueiro decidiu postar uma crítica negativa para virar assunto, baixando a nota para 99%. Estreia solo na direção da atriz Greta Gerwig (“Mulheres do Século 20”), o filme é baseado em suas lembranças de juventude, pontuadas por um humor desconsertante, que acompanha Saoirse Ronan (“Brooklyn”) em sua vida de estudante rebelde no Norte da Califórnia, tratada como ovelha negra da família pela própria mãe (Laurie Metcalf, a mãe de Sheldon na série “The Big Bang Theory”), embora se veja como uma joaninha (ladybird) querendo voar para a liberdade. Vencedor do Globo de Ouro de Melhor Comédia, “Lady Bird” foi indicado a cinco Oscars: Melhor Filme, Atriz (Ronan), Atriz Coadjuvante (Metcalf), Direção e Roteiro (ambos de Gerwig). Mas também foi acusado de plágio pela roteirista Josefina Lopez. Ela afirma que a história, supostamente inspirada pela juventude da diretora Greta Gerwig, é uma cópia de “Mulheres de Verdade Têm Curvas”, filme que ela escreveu em 2002. “Mudbound – Lágrimas sobre o Mississipi” conta outra história com elenco, direção e roteiristas negros. Terceiro longa-metragem da cineasta Dee Rees, após o drama lésbico indie “Pariah” (2011) e a telebiografia “Bessie” (2015), da HBO, a produção foi adquirida pronta pela Netflix por US$ 12,5 milhões em Sundance – a maior aquisição realizada no festival do ano passado. Foi lançada diretamente em streaming nos Estados Unidos, mas desembarca no Brasil – com três meses de atraso – pelo cinema, com direito ao indefectível subtítulo que parece existir para impedir lançamentos de filmes de nomes curtos no Brasil. Desta vez, a grosseria chama ainda mais atenção por conter um erro de português – a falta de acentuação em Mississípi. A trama gira em torno de duas famílias que convivem no sul rural dos Estados Unidos nos anos 1940. Uma delas é branca, racista e recém-chegada, tendo comprado sua fazenda com sonhos de grandeza. A outra é negra, humilde e trabalha naquelas terras há muitas gerações. Quando os filhos jovens das duas famílias retornam traumatizados da 2ª Guerra Mundial, acabam criando laços de amizade, forjados pela experiência compartilhada, o que incomoda ambos os lados. O soldado negro tem mais dificuldade em aceitar a situação de ter lutado pela liberdade dos europeus e voltar a um país segregado. O branco não pode ouvir um estouro de escapamento de carro sem achar que está levando tiros. Para piorar, ainda sente atração pela mulher negligenciada do irmão mais velho. Trata-se de uma adaptação do best-seller homônimo de Hillary Jordan, lançado em 2008 nos Estados Unidos, e sua filmagem ganhou um troféu do Gotham Awards, que abre a temporada de premiações de Hollywood. A consagração foi para o elenco, que inclui a cantora Mary J. Blige, indicada ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante. O filme também disputa o Oscar de Melhor Canção (novamente com Blige), Roteiro Adaptado (Dee Rees) e fez história com sua cinematógrafa, Rachel Morrison, a primeira mulher a disputar o prêmio da Academia na categoria de Direção de Fotografia. Vencedor do Festival de Toronto, do Globo de Ouro 2018 de Melhor Filme Dramático, e indicado a sete Oscars, “Três Anúncios para um Crime” é o terceiro longa virulento do inglês Martin McDonagh, cuja filmografia exalta o humor negro e a violência gratuita. O filme acompanha uma mãe inconformada com a incompetência da polícia após o estupro e assassinato da filha, que manda erguer cartazes cobrando providências e expondo o xerife de sua cidadezinha. O elenco destaca Frances McDormand (que venceu o Oscar há 20 anos por “Fargo”) no papel da mãe obstinada e Sam Rockwell (“Homem de Ferro 2”) como um assistente de xerife racista. Ambos disputam o Oscar, respectivamente de Melhor Atriz e Melhor Ator Coadjuvante, após venceram as duas categorias no SAG Awards, a premiação do Sindicato dos Atores. Desde então, o personagem de Rockwell virou centro de uma polêmica, em que o contexto do filme passou a ser denunciado por apresentar um racista como o herói da história. “Eu, Tonya” disputa três Oscars, que incluem a primeira indicação de Margot Robbie (“Esquadrão Suicida”) como Melhor Atriz pelo papel-título. Mas seu favoritismo está na categoria de Atriz Coadjuvante, após Allison Janney (série “Mom”) vencer tudo o que disputou na temporada, como o Globo de Ouro, o SAG e o Critics Choice. Ela rouba todas as cenas como uma das mães mais malvadas já vistas no cinema. E o que mais impressiona é que a personagem não é ficção. O longa é cinebiografia da patinadora Tonya Harding, que apesar de ter disputado os Jogos Olímpicos e conquistado a Medalha de Prata no Campeonato Mundial de Patinação de 1991, ficou conhecida como vilã da vida real, ao se envolver num ataque, planejado por seu marido, contra a rival Nancy Kerrigan, durante o treinamento para o Campeonato dos Estados Unidos de 1994. Visando tirar sua principal oponente do caminho para ficar com uma vaga olímpica, Harding conseguiu o oposto: foi banida do esporte por toda a vida. O filme de Craig Gillespie (“Horas Decisivas”) tenta mostrar o que a levou a esse extremo. Por fim, o drama brasileiro “Antes do Fim” chega em apenas quatro salas, com distribuição de seu próprio cineasta, Cristiano Burlan (“Mataram Meu Irmão”). Filmada em preto e branco, a obra parece filme antigo, da época em que discursos se sobrepunham à encenação e a teatralidade era “técnica cinematográfica”, o que, curiosamente, muitos taxavam de “cinema de arte” e não teatro filmado. O elenco assume referências, com as participações de Helena Ignez e Jean-Claude Bernardet, ela atriz e musa, ele crítico e ensaísta de um Brasil que hoje só existe em mostras de cinema. Para completar, a própria trama é acadêmica: discute o direito ao suicídio e é inspirada por um texto de Bernardet, que defende a morte como um ato de resistência contra o capitalismo farmacêutico. Sério. Foi exibido no Festival de Brasília, onde não foi levado a sério – isto é, saiu sem prêmios.

    Leia mais
  • Filme

    Equipe de filme sírio indicado ao Oscar 2018 é impedida de viajar aos Estados Unidos

    15 de fevereiro de 2018 /

    Indicado ao Oscar 2018 de Melhor Documentário, “Últimos Homens em Aleppo” não poderá contar com seu produtor nem com o personagem principal de sua filmagem na cerimônia de premiação. Turistas da Síria têm sua entrada proibida nos Estados Unidos desde o ano passado, devido a uma controvérsia lei de imigração do governo de Donald Trump. Para completar, o governo sírio se recusou a buscar uma solução diplomática para obter visto de viagem a tempo para o produtor Kareem Abeed e o membro fundador da organização humanitária Capacetes Brancos, Mahmoud Al-Hattar, que aparece no filme. A decisão foi considerada um golpe contra a equipe do documentário, que se tornou o primeiro filme produzido pela Síria a ser indicado ao Oscar. “Kareem, meu produtor e colega, não poderá vir para os EUA por causa da proibição de viagem do Trump”, disse o diretor de “Last Men in Aleppo”, Feras Fayyad, ao site The Hollywood Reporter. “Salvo um milagre, ele não estará no Oscar comigo. Somos artistas e só queremos compartilhar nossas histórias e nada mais. É muito triste que ele não tenha a oportunidade de compartilhar a dele”. “Últimos Homens em Aleppo” documenta as missões de busca e salvamento dos Capacetes Brancos, uma organização voluntária que atua em partes da Síria, controladas pelos rebeldes, para proporcionar auxílio médico em meio à sangrenta guerra civil que aniquila a população do país. O grupo foi selecionado para o Prêmio Nobel da Paz 2016, mas atraiu críticas do presidente sírio, Bashar al-Assad e de seus apoiadores, como o governo da Rússia, que chama os Capacetes Brancos de disfarce da Al-Qaeda. Al-Hattar também falou ao THR que está desapontado por não poder usar a plataforma Oscar para condenar “a Rússia, Assad e todos os que representam as autoridades e fornecem armas para reprimir o povo da Síria”. Ele acrescentou: “Queria estar no palco do Oscar para dizer: ‘É hora de acabar com esta guerra e parar aqueles que usam seu poder para nos destruir'”. Anteriormente, o diretor Feras Fayyad já tinha denunciado uma iniciativa de hackers e militantes do governo russo para sabotar as chances de seu filme ganhar o Oscar, por meio da proliferação de notícias falsas que afirmam que os integrantes da produção são terroristas disfarçados.

    Leia mais
  • Etc

    Escritor de Maze Runner é dispensado por agente literário após denúncias de assédio sexual

    15 de fevereiro de 2018 /

    Depois da acusação de assédio contra Jay Asher, escritor de “Os 13 Porquês”, outro autor de best-seller juvenil enfrenta denúncias similares. James Dashner, autor da franquia literária “Maze Runner”, que se transformou uma trilogia cinematográfica, foi dispensado por seu agente após acusações de má conduta sexual. O agente literário Michael W. Bourret disse, em declaração à Associated Press na quarta-feira (14/2), que “diante das circunstâncias”, ele não poderia mais representar Dashner. “Eu não poderia, em boa consciência, continuar trabalhando com James, e o dispensei ontem”, disse Bourret. As alegações contra Dashner, Jay Asher e outros escritores populares da literatura juvenil foram postadas num tópico de comentários no site do School Library Journal. As denúncias são todas anônimas e não dão maiores detalhes. No início desta semana, a diretora da Sociedade de Escritores e Ilustradores de Livros para Crianças disse à AP que Asher tinha sido expulso da associação. Uma porta-voz de Asher respondeu que não houve assédio, apenas múltiplas relações consensuais. Mas Asher também perdeu seu agente literário.

    Leia mais
  • Etc

    Autor de Os 13 Porquês se apresenta como mulherengo ao exigir retratação de acusação de assédio

    15 de fevereiro de 2018 /

    O escritor Jay Asher, autor do best-seller “Os 13 Porquês”, que inspirou a série “13 Reasons Why” na Netflix, manifestou-se, por meio de sua porta-voz Tamara Taylor, contra as alegações feitas pela diretora da Sociedade de Escritores e Ilustradores de Livros para Crianças (SCBWI, na sigla em inglês). Em entrevista para a Associated Press na segunda-feira (12/2), Lin Oliver afirmou que Asher violou o código de conduta da associação. Ele teria sido expulso da organização no ano passado, após acusações de assédio, mas a notícia só veio à tona com a ascensão do movimento #MeToo. Em comunicado, a porta-voz de Asher afirmou que não existe “nenhuma alegação, investigação ou descoberta de assédio sexual”, como afirmou Lin Oliver, diretora da Sociedade de Escritores e Ilustradores de Livros para Crianças. Ela ainda ressalta que Asher não foi expulso da entidade e que a falsa declaração causou danos à sua “subsistência”. Após ser dispensado por seu agente literário, ele exige uma retratação, sugerindo que pode processar a entidade. Uma curiosidade do comunicado é que, para evitar que Asher seja visto como assediador, o texto retrata o escritor como um grande e irresistível mulherengo, um homem envolvido em múltiplas relações consensuais com outras escritoras, enquanto estava casado. Leia a declaração completa abaixo: “A declaração recente da SCBWI sobre o autor Jay Asher é completamente falsa. Não houve alegação, investigação ou descoberta de assédio sexual. Em abril de 2017, o Sr. Asher concordou voluntariamente em não participar mais das conferências SCBWI. Isso foi uma resposta aos sentimentos feridos de um grupo de autoras com quem ele teve relações consensuais que acabaram mal. O Sr. Asher não foi banido pela SCBWI. De fato, quando ele deixou sua filiação caducar no verão passado, Lin Oliver, diretora executiva do grupo, sugeriu que ele continuasse com sua participação. Ele fez como solicitado, e a participação do Sr. Asher está ativa ainda hoje. Essas mulheres não eram subordinadas do Sr. Asher, eram seus pares e cada uma delas entrou em relacionamentos românticos com ele voluntariamente, com algumas inicialmente perseguindo-o. O Sr. Asher estava casado no momento desses relacionamentos, assim como muitas das mulheres. Ele lamenta profundamente a dor que essas decisões consensuais causaram a sua família e outros. As declarações falsas para os meios de comunicação resultaram em uma cobertura de notícias imprecisa e prejudicial, o que ameaça o sustento do Sr. Asher. O Sr. Asher buscou acompanhamento legal e está exigindo que a SCBWI e Lin Oliver retratem prontamente as declarações falsas e difamatórias que fizeram”.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie