Zac Efron divulga primeira foto como o serial killer Ted Bundy
O ator Zac Efron (“Baywatch”) divulgou nas redes sociais a primeira foto em que aparece caracterizado como Ted Bundy, um dos serial killers mais famosos dos Estados Unidos, para o filme “Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile”. A imagem registra os bastidores de uma cena da produção, após a prisão do homem que descreveu a si mesmo como “o maior filho da mãe de coração frio que você já conheceu”. O filme tem direção de Joe Berlinger, conhecido por realizar a trilogia de documentários “Paradise Lost”, que acabou ajudando a libertar três jovens presos injustamente após o assassinato ritual de crianças em West Memphis. O caso rendeu comoção nacional, porque eles foram condenados por serem fãs de heavy metal. Além destes e outros documentários, ele dirigiu apenas um filme de ficção há 17 anos, o terror “A Bruxa de Blair 2: O Livro das Sombras” (2000), que, em retrospectiva e comparado ao novo “Bruxa de Blair” (2016), não era tão ruim assim. O roteiro é de Michael Werwie (do vindouro suspense “Lost Girls”, com Sarah Paulson) e a produção está a cargo de Nicolas Chartier, responsável pelos filmes premiados no Oscar “Guerra ao Terror” (2009) e “Clube de Compra Dallas” (2013). A escalação de Efron para viver Bundy faz sentido. Afinal, o assassino foi descrito pelas vítimas que sobreviveram a seu ataque como um homem educado e bonito. Ele também tinha preferência por mulheres “jovens e atraentes”, como as descrevia, para raptar, estuprar e matar. Costumava invadir residências e preferia estuprar as mulheres depois de matá-las, muitas vezes decapitando suas cabeças. Ted Bundy assumiu a culpa pelo assassinato de pelo menos 30 mulheres, cometidos em sete estados americanos diferentes, entre 1974 e 1978 — entretanto, as investigações apontam que o número de vítimas pode ter sido muito maior. Ele foi preso pela primeira vez em 1975, quando a polícia ainda não sabia a extensão de seus crimes, escapou e só foi detido definitivamente em 1978. Condenado à pena de morte, passou mais de uma década na prisão, até ser executado em 1989. A vida de Bundy já inspirou alguns filmes, a maioria feita para a TV e nenhum particularmente memorável. “Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile” também conta no elenco com Lily Collins (“O Mínimo para Viver”), como namorada de Bundy, e ainda não tem previsão de estreia. Meet Ted. #BehindTheScenes ? pic.twitter.com/42IREG2kX6 — Zac Efron (@ZacEfron) January 17, 2018
Homem-Elástico ganha novo uniforme no próximo episódio de The Flash
A rede CW divulgou o trailer e 20 fotos de “The Elongated Knight Rises”, episódio da 4ª temporada de “The Flash”, que vai ao ar na próxima terça (16/1) nos Estados Unidos. O vídeo mostra Barry Allen (Grant Gustin) na prisão, após ser incriminado por um assassinato que não cometeu, deixando o combate ao crime a cargo do time de coadjuvantes da série. É a deixa para o Homem-Elástico (Hartley Sawyer) assumir mais responsabilidade. E com poderes e responsabilidades, vem… um novo uniforme, como demonstra uma das imagens. Já era tempo, já que o traje que ele usava, como o próprio Elástico definiu, era “feio de doer” (tradução aproximada do termo “butt-ugly”). A decisão de incluir o Homem-Elástico na série foi uma das melhores surpresas da temporada. Afinal, Ralf Dibny, o Homem-Elástico, é um dos aliados mais antigos de Barry Allen nos quadrinhos. Ele fez sua estreia justamente numa história do Velocista Escarlate, criado por John Broome e Carmine Infantino em 1960, com grande input do editor Julius Schwartz, que queria um novo coadjuvante para o Flash. Eventualmente, ele ganhou histórias próprias e também entrou na Liga da Justiça. Ao longo dos anos, Ralf fez fortuna no showbusiness e casou com a namorada Sue Dearbon, formando um dos casais mais bacanas dos quadrinhos. Uma das características de suas histórias individuais é que Ralf e Sue investigavam pistas e mistérios ao estilo dos antigos romances de detetives, conseguindo resolver mais crimes que o próprio Batman. Até tudo ruir na minissérie “Crise de Identidade” em 2004, quando Sue foi assassinada por Jean Loring, a esposa de Ray Palmer (o Elektron), levando o herói divertido a se tornar sombrio. Obcecado em trazer Sue de volta à vida, ele fez todo tipo de pactos sobrenaturais, mas só conseguiu reencontrá-la com sua própria morte no crossover “52”. A série destaca o Ralph Dibny divertido das primeiras aventuras do herói, com interpretação de Harley Sawyer (da novela “The Young and the Restless”). “The Flash” é exibida pelo canal pago Warner no Brasil.
Millie Bobby Brown estaria namorando cantor teen
A Millie Bobby Brown, intérprete da personagem Eleven (Onze) em “Strangers Things”, estaria namorando o cantor teen Jacob Sartorius. Os dois ainda são adolescentes. Ela tem apenas 13 anos e ele 15. A afirmação de que não se trata apenas de amizade partiu da revista US Weekly. De acordo com fontes da publicação, os dois estão juntos desde outubro de 2017 e chegaram a passar o Revéillon juntos na Disney, em Orlando, ao lado de suas famílias. Os fãs de Millie são testemunhas do clima entre os dois jovens, com várias mensagens carinhosas trocadas em comentários no Instagram. No mais recente, a garota agradeceu o urso de pelúcia que ganhou de presente de Sartorius (foto acima). “Obrigado pelo urso”. “De nada”, respondeu o intérprete da música “Chapstick” nos comentários. Os seguidores estão acompanhando tudo sem shippar. Eles se preocupam com o jovem coração de Brown. “Se você um dia ferir esta garotinha, nós vamos destruir você, Jacob” e “Cuidado com nossa Millie, ela é muito preciosa para nós e você não pode magoá-la”, escreveram alguns internautas.
Comercial revela que Mon-El usará uniforme clássico dos quadrinhos na série Supergirl
A rede CW divulgou um novo comercial de sua programação, com participação dos protagonistas das séries que compõem sua midseason. E em meio ao desfile de personagens, uma imagem de super-herói chamou atenção. Coadjuvante de “Supergirl”, Mon-El apareceu com o uniforme clássico dos quadrinhos, em vermelho e azul, com direito à capa esvoaçante. O visual é bem diferente do vestido pelo ator Chris Wood no episódio da Legião dos Super-Heróis. E pode representar alguma reviravolta da trama. O personagem surgiu em 1961 para uma aparição única na revista do Superboy, mas a criação de Robert Bernstein e George Papp fez tanto sucesso que se tornou recorrente, até sua história ganhar um final feliz. A aparição de Mon-El marcou época pelo enredo trágico, que partiu o coração de milhares de crianças nos anos 1960. Originalmente, ele chegava a Terra sem memórias e, por ter os mesmos poderes, acabava confundido com um kryptoniano por Superboy. Feliz por ter encontrado um amigo poderoso de sua idade, o jovem Clark Kent foi quem batizou o desconhecido com o nome Mon-El, compartilhando seu sobrenome kryptoniano (Kal-El) ao “adotá-lo” como primo. Mas a alegria dura pouco, pois o alienígena se mostra imune à kryptonita e faz Superboy perceber que o estranho não poderia ser quem imaginava. Achando que estava sendo enganado por algum inimigo ardiloso, o jovem de aço decide desmascarar o farsante colocando-o diante de kryptonita para ver sua reação. O problema é que, para se proteger da radiação venenosa, o herói usa uma caixa de chumbo. Mas Mon-El, que na verdade vinha do planeta Daxam, era vulnerável ao chumbo, substância mortal para os daxamitas, e o erro de Superboy acaba envenenando-o. Diante da morte certa do amigo, Superboy recorre à única solução que consegue imaginar: enviá-lo para a Zona Fantasma, onde os piores criminosos de Krypton ainda viviam, de forma incorpórea, enquanto se dedicaria a encontrar uma cura para resgatá-lo. Ele nunca conseguiu cumprir a promessa. Mas Mon-El foi resgatado, mil anos depois, no século 30, quando Brianiac 5 desenvolveu um cura para seu envenenamento. Livre da Zona Fantasma, ele acabou convidado a integrar a Legião dos Super-Heróis. Toda essa história orientou a adaptação do personagem em “Supergirl”, que preservou alguns pontos-chaves da origem de Mon-El, como o envenenamento por chumbo e sua ida ao futuro, onde é curado e vira um legionário. “Supergirl” está atualmente em sua 3ª temporada nos Estados Unidos e é exibida com poucos dias de atraso no Brasil pelo canal pago CW. A série também tem seus primeiros episódios transmitidos na madrugada da rede Globo.
Astros de Banshee e Gossip Girl serão super-heróis na nova série dos criadores de Preacher
A nova série de super-heróis “The Boys” anunciou diversas novidades em seu elenco. Os atores Antony Starr (da série “Banshee”), Chace Crawford (“Gossip Girl”), Jessie T. Usher (“Survivor’s Remorse”), Dominique McElligott (“The Last Tycoon”) e Nathan Mitchell (“iZombie”) vão interpretar integrantes do grupo Os Sete, os super-heróis da trama. O detalhe é que eles não são os protagonistas, mas os antagonistas da história, centrada nos personagens do título. Os quadrinhos criados por Garth Ennis, o autor de “Preacher”, são uma sátira de humor negro ao gêneros dos poderosos encapuzados. A trama gira em torno de um personagem chamado Billy Carniceiro, que vigia a atividade dos super-heróis para a CIA, atento para que não saiam do controle do governo e não se tornem uma ameaça pública devido a seus grandes poderes. Para realizar sua missão, Billy junta uns amigos da pesada (Hughie Mijão, Leite Materno, O Francês e A Fêmea) e acaba descobrindo que os super-heróis não são tão certinhos e agradáveis como as pessoas imaginam. A revelação da verdade sobre os super-heróis destrói os sonhos de uma aspirante a heroína chamada Starlight, identidade de Annie January, uma jovem crente e certinha do interior, capaz de soltar raios pelos olhos. Seu sonho é se tornar uma super-heroína real como os famosos Sete (seven), a versão de Ennis da Liga da Justiça. Mas, quando é convidada a fazer um teste para entrar no grupo, a trama dá uma guinada para o mundo de Harvey Weinstein. Anteriormente anunciada, Erin Moriarty (“Jessica Jones”) viverá Annie January, restando agora escalar os Boys do título. Os responsáveis pela produção são os mesmos que transformaram “Preacher” em série, o ator Seth Rogen e seu parceiro Evan Goldberg. Eles se juntaram a Eric Kripke, criador de “Supernatural” e “Timeless”, para desenvolver “The Boys”, que recebeu encomenda de oito episódios pela Amazon. A 1ª temporada ainda não tem previsão de estreia.
Série The Tick é renovada para a 2ª temporada
A Amazon Prime Video anunciou a renovação da série “The Tick” para sua 2ª temporada. Personagem de quadrinhos, o Tick ganhou sua primeira revista em 1988, escrita e desenhada pelo jovem Ben Edlund, então com 20 anos de idade. O personagem, que se disfarça de carrapato azul, surgiu como uma paródia das histórias de super-heróis, e a publicação o mostrava em luta com os mais diferentes vilões, sempre de forma atrapalhada. Fez tanto sucesso que ganhou uma versão animada em 1994. A atração durou três temporadas e é reprisada até hoje. Mas o personagem também já teve uma série com atores reais, estrelada por Patrick Warburton (série “Rules of Engagement”), que rendeu apenas nove episódios em 2001. Assim como as anteriores, a nova atração foi desenvolvida pelo criador do personagem dos quadrinhos, o roteirista-produtor Ben Edlund (que também escreve a série “Supernatural”). Ele continua à frente da produção na 2ª temporada, que voltará a contar com os protagonistas Peter Serafinowicz (de “Guardiões da Galáxia”), como The Tick, e Griffin Newman (da série “Vinyl”), como Arthur. A série acompanha o ponto de vista de Arthur Everest, um contador sem nenhum tipo de superpoder, que acaba virando ajudante de herói ao se aliar ao Tick, após descobrir que a cidade em que vive é controlada por um supervilão. Parceria do Amazon Studios com a Sony Pictures, a 2ª temporada de “The Tick” terá 10 episódios e começará a ser produzida ainda em 2018.
Ruth Wilson vai estrelar minissérie de época sobre a vida de sua avó
A atriz Ruth Wilson (série “The Affair”) vai produzir e estrelar uma minissérie de época sobre avó. Intitulada “Mrs. Wilson”, a produção acompanhará a vida de Alison Wilson entre os anos 1930 na Índia e os 1960 na Inglaterra. Casada com um escritor de mistério, a sra. Wilson fica surpresa ao virar viúva e descobrir que seu marido tinha diversas outras esposas, porque mantinha inúmeras identidades diferentes e secretas. Ele não era um escritor, mas, na verdade, um espião inglês. A minissérie é uma coprodução da rede pública britânica BBC com a rede pública americana PBS, com roteiro de Anna Symon (“Indian Summers”), e ainda não tem previsão de estreia.
Rupert Friend entra na série do roteirista de Cisne Negro e do diretor de Meu Amigo, o Dragão
O ator Rupert Friend (série “Homeland) entrou na série “Strange Angel”, uma produção de credenciais cinematográficas, que será exibida pela plataforma de streaming CBS All Access. Ele se junta a Jack Reynor (“Transformers: A Era da Extinção”, “Detroit em Rebelião”), anteriormente anunciado como protagonista da atração. Criada pelo roteirista Mark Heyman (roteirista de “Cisne Negro”) e com direção do cineasta David Lowery (“Meu Amigo, o Dragão”), “Strange Angel” vai contar a história real de Jack Parsons (papel de Reynor), fazendo uma intersecção entre realidade e ficção científica. A produção é de outro cineasta, Ridley Scott (“Todo o Dinheiro do Mundo”), e a trama adapta o livro homônimo de George Pendle sobre Parsons, um brilhante e ambicioso trabalhador dos anos 1930, que começou como zelador de uma fábrica de produtos químicos em Los Angeles, mas teve sonhos fantásticos que o levaram a criar a ciência dos foguetes espaciais. Ao longo de sua jornada, Parsons adentrou um mundo misterioso que incluiu rituais de magia sexual e o séquito do ocultista Aleister Crowley. Friend viverá Ernest Donovan, o vizinho que se torna o guia do jovem cientista na viagem ao lado escuro de Los Angeles. “Strange Angel” ainda não tem previsão de estreia.
Brigitte Bardot diz que denúncias de assédio de atrizes são “hipócritas, ridículas e desinteressantes”
A ex-atriz francesa Brigitte Bardot, que foi símbolo sexual do cinema por três décadas, considera que as atuais denúncias de assédio sexual feitas por algumas atrizes são “hipócritas, ridículas e desinteressantes”. Em entrevista publicada na terça-feira (16/1) no site da revista Paris Match, a antiga estrela, hoje com 83 anos, criticou atrizes que usam roupas provocantes para ir a encontros com produtores “com o objetivo de conseguir um papel”, e mesmo assim reclamam de assédio. Para ela, “isso ocupa o lugar de temas importantes que poderiam ser discutidos”. Dez anos mais velha que as colegas francesas que confrontaram o movimento #Metoo como um surto de puritanismo, ela também defendeu os galanteios masculinos. Ela assegura “nunca ter sido vítima de assédio sexual” e nunca se incomodou com elogios. Ao contrário. “Eu achava agradável que me dissessem que eu era bonita ou que eu tinha um pescoço bonito. Este tipo de elogio é agradável”, descreveu a atriz, que se aposentou em 1973 para se dedicar em tempo integral à causa dos direitos animais. “Há muitas atrizes que vão provocando os produtores para conseguir um papel. Depois, para que se fale delas, dizem que sofreram assédio… Na realidade, mais do que beneficiá-las, isso as prejudica”, opinou. Apenas nisso Bardot e as atrizes do movimento #Metoo concordam. Foi temendo ser prejudicas que elas ficaram caladas por tanto tempo. Algumas descrevem até ameaças de morte para não falar.
Livro polêmico sobre os bastidores do governo Trump vai virar série
O livro “Fogo e Fúria – Por Dentro da Casa Branca de Trump” vai virar série, informou a revista The Hollywood Reporter. Uma das obras mais comentadas do início de 2018, que revela os bastidores do governo do presidente norte-americano, “Fogo e Fúria” teve seus direitos adquiridos pela Endeavor Content por mais de US$ 1 milhão. Mas, por enquanto, não há nenhum estúdio anexado à sua adaptação ou canal definido para sua exibição. Escrito por Michel Wolff, que também será produtor da série, o livro viralizou assim que foi anunciado e entrou rapidamente para a lista dos mais vendidos do New York Times. A repercussão causou estragos na carreira de antigos colaboradores do presidente, citados como fontes de revelações perturbadoras, e também na imagem de Trump, descrito no livro como alguém sem preparo para o cargo que ocupa. Há alguns dias, o próprio Trump ameaçou tomar medidas legais contra o autor. “Vamos olhar muito seriamente as leis de difamação em nosso país”, disse o presidente ao final de uma reunião com seu gabinete para discutir o primeiro ano de governo e os planos para o futuro. Para Trump, as leis devem ser modificadas de forma que “quando alguém diz algo que é falso e difamatório sobre uma pessoa, esta tenha a capacidade de recorrer à justiça”. Trump acrescentou que as “leis atuais sobre difamação são uma vergonha e uma desgraça, e não representam os valores americanos ou os valores de igualdade”. O autor do livro, Michel Wolff, não é um jornalista político. Sua carreira foi construída na área do entretenimento, como colunista da revista Vanity Fair, fundador do site Newser, editor da revista Adweek e autor de uma biografia de Rupert Murdock, o ex-dono do conglomerado Fox.
Contos de Philip K. Dick que inspiraram a série Electric Dreams serão lançados pela primeira vez no Brasil
Os contos de Philip K. Dick que inspiraram a série “Electric Dreams”, da Amazon, serão publicados pela primeira vez no Brasil. Eles serão reunidos em uma coletânea da editora Aleph, com lançamento previsto para a segunda quinzena de março. Os textos foram publicados originalmente entre os anos de 1953 e 1955 e abordam vários temas presentes na obra do autor, cujas histórias renderam filmes como “Blade Runner”, “Vingador do Futuro” e “Minority Report”, além da série “The Man in the High Castle” na própria Amazon. O livro terá o mesmo título da série, “Philip K. Dick’s Electric Dreams”, em inglês. A série chegou ao Brasil na última sexta-feira (12/1).
Kristen Wiig e Octavia Spencer vão estrelar novas séries produzidas por Reese Witherspoon
As atrizes Kristen Wiig (“Missão Madrinha de Casamento”) e Octavia Spencer (“Estrelas Além do Tempo”) vão estrelar novas séries produzidas pela colega Reese Witherspoon, que ficou poderosa após o sucesso de “Big Little Lies” no canal pago HBO. Ambas as produções foram encomendadas pela Apple, que irá lançar sua nova programação de streaming ainda neste ano. Ainda sem título, a atração de Wiig é inspirada na coleção de contos de Curtis Sittenfeld, “You Think It, I’ll Say It”, desenvolvida por Colleen McGuinness (produtora-roteirista de “30 Rock”), e será a primeira série de comédia da Apple. Já a série de Spencer é um suspense intitulado “Are You Sleeping”. A adaptação do livro homônimo de Kathleen Barber foca a obsessão americana por podcasts sobre crimes reais, que se tornaram um fenômeno no país. O desenvolvimento está a cargo da roteirista Nichelle Tramble Spellman (série “The Good Wife”). Além desses dois projetos, Witherspoon também está em outra série da Apple, anteriormente anunciada. Trata-se de um drama ainda sem título, em que contracenará com sua “irmã” de “Friends”, Jennifer Aniston. A Apple também desenvolve um remake da série de antologia “Amazing Stories”, de Steven Spielberg, uma nova sci-fi de Ronald D. Moore (criador de “Battlestar Galactica”), atualmente disputa com a HBO uma nova criação de J.J. Abrams, responsável pelos revivals de “Star Trek” e “Star Wars”. Nenhuma dessas séries tem previsão de estreia.
Ellen Pompeo assina para mais duas temporadas de Grey’s Anatomy e dá entrevista polêmica
A atriz Ellen Pompeo renovou seu contrato para estrelar mais dois anos de “Grey’s Anatomy” – nas vindouras 15ª e 16ª temporadas. Pelo acordo, ela passará a receber US$ 20 milhões, o que a torna a atriz mais bem paga das séries dramáticas da TV americana. Além disso, foi promovida a produtora – não só da série que tem o nome de sua personagem, mas também de spin-offs como o que será estrelado por Jason George, e com a preferência para desenvolver novos projetos na rede ABC por meio de sua empresa, Calamity Jane. Para marcar o feito, ela deu uma entrevista polêmica, em que conta detalhes dos bastidores da produção, que pretende evitar que se repitam, agora que tem o poder para fazer isso. Falando com a revista The Hollywood Reporter, ela explicou como o machismo impediu, por mais de uma década, que ela fosse considerada a protagonista de direito de “Grey’s Anatomy”, mesmo tendo sempre sido a protagonista de fato desde o primeiro capítulo, já que sua personagem, Meredith Grey, batiza a atração. Sem papas na língua, a atriz contou que só conseguiu valorização após seu colega Patrick Dempsey, intérprete de Derek, seu marido na série, deixar a produção. “Para mim, a saída de Patrick do elenco foi um momento muito importante. Eles sempre o usavam como munição contra mim. ‘Nós não precisamos de você, nós temos Patrick’, disseram por anos”, contou a atriz. Ela lembrou que esse argumento rechaçou vários pedidos de aumento que ela fez, e a impediu de receber mais que ele durante muitos anos. “A série é ‘Grey’s Anatomy e eu sou a Meredith Grey. Mas eles não me davam aumento. Eu poderia ter ido embora, então por que não fui? É a minha série, eu sou a protagonista. Eu tenho certeza que me senti como muitas atrizes se sentem: por que eu deveria deixar um ótimo papel por causa de um cara? Você fica confusa, mas então pensa ‘Não vou deixar um cara me tirar da minha própria casa’”. A atriz também diz ter odiado o fato de, imediatamente após a saída de Dempsey, os produtores sentirem necessidade de incluir um novo galã no elenco para ser seu par romântico. “O que aconteceu quando Patrick saiu da série? Primeiro, um pico de audiência, e eu dei uma risada legal sobre isso. Mas a verdade é que mal ele assinou a rescisão e eles já se precipitaram para incluir um cara novo. Eu estava de férias na Sicília, relaxando após o desfecho tumultuado da temporada, quando começaram a me ligar. ‘O que você acha desse cara?’. E me enviaram fotos. E eu respondi: ‘Vocês estão loucos? Por que acham que precisam substituir essa pessoa?’. Eu não conseguia acreditar em como o estúdio e a rede tinham pressa em incluir logo um novo pênis na série. Trouxeram Martin Henderson, mas acabaram não curtindo o enredo, então o tiraram abruptamente”. No meio dessas idas e vindas, a criadora da série, Shonda Rhimes, assinou um contrato multimilionário com a Netflix, colocando o futuro de “Grey’s Anatomy” em dúvida. E foi quando Pompeo resolveu aproveitar a oportunidade para chutar a porta. “Falei ‘se você quer que a série acabe, tudo bem. Mas se você quer continuar, eu preciso ser incentivada. Eu preciso me sentir empoderada e me sentir dona dessa série’”, contou. “O que eu disse para Shonda foi a verdade: ‘Eu não posso fazer mais nada, e isso é frustrante para mim criativamente. Eu faço 24 episódios de TV por ano e, pelo contrato, não posso aparecer em mais nada. E dirigir é legal, mas apenas me faz ficar longe dos meus filhos’. Então, eu disse ‘tem que ser muito dinheiro. E tem que me ajudar com a minha produtora, porque produzir é algo que eu realmente aprecio. É onde está a minha criatividade agora’”. O resultado foi seu novo contrato, que a torna a atriz mais poderosa das séries dramáticas americanas.












