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    Cold Skin: Sereias assassinas atacam ilha isolada em trailer e fotos de terror europeu

    21 de janeiro de 2018 /

    O terror europeu “Cold Skin” ganhou pôster, 22 fotos e trailer. Passada num farol numa ilha isolada, durante o ano de 1914, a trama acompanha a luta de dois homens para sobreviver aos ataques cotidianos de hordas de criaturas anfíbias – sereias e tritões, que podem ser tanto encantadores quanto sanguinários. A história é baseada no best-seller do autor catalão Albert Sanchez Pinol, com roteiro de Jesús Olmo (“Extermínio 2”) e Eron Sheean (“O Abrigo”). A direção é do francês Xavier Gens (“(A) Fronteira”, “Hitman”) e o elenco destaca o inglês David Oakes (série “The White Queen”), o irlandês Ray Stevenson (série “Black Sails”) e a espanhola Aura Garrido (“Viral”) sob maquiagem de sereia. Coprodução entre a França e a Espanha, o filme já entrou em cartaz nos cinemas espanhóis, mas ainda está sendo exibido no circuito dos festivais internacionais, por isso não possui data de estreia em outros países.

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    Traffik: Trailer de suspense racial mostra tensão e violência no nicho de Corra!

    21 de janeiro de 2018 /

    A distribuidora indie Hidden Empire divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Traffik”, suspense com ênfase em conflito racial, que visa o nicho de “Corra!”. A prévia acompanha o casal vivido por Omar Epps (série “House”) e Paula Patton (“Warcraft”), que tem seus planos de fim de semana romântico numa mansão no campo interrompidos por uma gangue de caminhoneiros caipiras, envolvida com tráfico de mulheres. A referência à escravidão não pode ser mais direta, e ganha ainda mais impacto diante do estilo de vida bem-sucedido dos protagonistas. Escrito e dirigido por Deon Taylor, cineasta afro-americano que já filmou neo-nazistas no thriller “Supremacy” (2014), o longa ainda traz em seu elenco Dawn Olivieri (série “House of Lies”), Missi Pyle (“Capitão Fantástico”), William Fichtner (“As Tartarugas Ninja”), Roselyn Sanchez (série “Devious Maids”), Laz Alonso (“Detroit em Rebelião”), Luke Goss (“Tekken”) e Scott Anthony Leet (“Argo”). A estreia está marcada para 27 de abril nos Estados Unidos e não há previsão de lançamento no Brasil.

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    Suspense francês de vingança feminina ganha trailer sangrento

    21 de janeiro de 2018 /

    O suspense francês “Revenge” ganhou o pôster e seu primeiro trailer. Com título auto-explicativo, trata-se de um história de vingança (revenge). A italiana Matilda Anna Ingrid Lutz (“O Chamado 3”) estrela o filme como a jovem amante de um milionário bonitão casado, que acaba estuprada pelos amigos dele durante um fim de semana de “diversão” e é abandonada para morrer no deserto. Só que ela se prova mais forte que o ódio e, no melhor estilo grindhouse, começa a caçá-los, esguichando sangue por todo o lado. Escrita e dirigida pela estreante Coralie Fargeat, a trama evoca o clássico slasher “A Vingança de Jennifer” (1978), que chegou a ser proibido em alguns países. Apesar da história batida, a estilização visual agradou a crítica, o que lhe rendeu 100% de aprovação no Rotten Tomatoes após passar nos festivais de Toronto e Sundance. A estreia está marcada para 7 de fevereiro na França e não há previsão de lançamento no Brasil.

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    Nova comédia com cachorros falantes ganha primeiro trailer

    21 de janeiro de 2018 /

    A Open Road divulgou o pôster e o trailer de “Show Dogs”, mais uma comédia de cachorros falantes e seus donos sem noção. Desta vez, o astro canino é um policial disfarçado, que trabalha com um humano sem disfarce para solucionar o caso do rapto de um panda. A investigação os conduz aos bastidores de um concurso de beleza canina, transformando a trama num encontro de duas comédias do ano 2000: “Miss Simpatia” e “O Melhor do Show”. Além disso, como se trata de um filme para crianças, a prévia já adianta a indefectível piada de peido, obrigatória para a faixa etária. Comédias de cachorros falantes são, aparentemente, algo em que um diretor pode se especializar. “Show Dogs” é a quarta do cineasta Raja Gosnell, após “Scooby Doo” (2002), “Scooby-Doo 2: Monstros à Solta” (2004) e “Perdido para Cachorro” (2008). O roteiro é de Max Botkin (“Onde Está Segunda?”) e Marc Hyman (“Como Treinar seu Dragão”) e o elenco é formado por Will Arnett (série “Arrested Development”), Natasha Lyonne (série “Orange Is the New Black”) e diversos cachorros dublados por Stanley Tucci (“Transformers: A Era da Extinção”), Alan Cumming (série “The Good Wife”) e o rapper Ludacris (“Velozes e Furiosos 8”), entre outros. A estreia está marcada para 18 de maio nos Estados Unidos e não há previsão de lançamento no Brasil.

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    Jumanji completa três semanas em 1º lugar na América do Norte

    21 de janeiro de 2018 /

    “Jumanji: Bem-Vindo à Selva” se manteve no topo das bilheterias norte-americanas pelo terceiro fim de semana consecutivo. Mesmo com a bilheteria em queda, após um mês em cartaz, faturou mais US$ 20 milhões e atingiu duas metas importantes, ultrapassando os US$ 300 milhões no mercado doméstico e os US$ 700 milhões em todo o mundo. Trata-se de um sucesso consolidado, o que provavelmente significa novas sequências, uma vez que sucesso é algo em falta no estúdio Sony. Como nas semanas anteriores, o filme estrelado por Dwayne Johnson, Kevin Hart, Jack Black e Karen Gillan não tomou conhecimento da concorrência das demais estreias amplas. Foram três, exatamente como no fim de semana passado. O drama de guerra “12 Heróis”, estrelado por Chris Hemsworth, abriu em 2º lugar, com US$ 16,5M, seguido pelo thriller de ação “Covil de Ladrões”, com Gerard Butler, que fez US$ 15,3M. Ambos os filmes estreiam em março no Brasil. O novo drama de Steven Spielberg, “The Post – A Guerra Secreta”, completou o Top 5 com US$ 12,1M. Isto significa que a terceira estreia da semana foi um grande fiasco. O romance country “Forever My Girl” abriu apenas em 10º lugar, com US$ 4,7M. Ao menos, custou somente US$ 3,5M e não deve quebrar sua distribuidora indie. Vale observar ainda que, após bater o recorde de aprovação no site Rotten Tomatoes, o filme infantil “Paddington 2” reagiu nas bilheterias e subiu uma posição, passando do 7º para o 6º lugar. Esta simpática produção britânica estreia em 1 de fevereiro no Brasil. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Jumanji: Bem-Vindo à Selva Fim de semana: US$ 20M Total EUA: US$ 316,9M Total Mundo: US$ 767,7M 2. 12 Heróis Fim de semana: US$ 16,5M Total EUA: US$ 16,5M Total Mundo: US$ 16,5M 3. Covil de Ladrões Fim de semana: US$ 15,3M Total EUA: US$ 15,3M Total Mundo: US$ 15,3M 4. The Post – A Guerra Secreta Fim de semana: US$ 12,1M Total EUA: US$ 45,1M Total Mundo: US$ 55M 5. O Rei do Show Fim de semana: US$ 11M Total EUA: US$ 113,4M Total Mundo: US$ 231,4M 6. Paddington 2 Fim de semana: US$ 8,2M Total EUA: US$ 25M Total Mundo: US$ 172,2M 7. The Commuter Fim de semana: US$ 6,6M Total EUA: US$ 25,7M Total Mundo: US$ 36,3M 8. Star Wars: Os Últimos Jedi Fim de semana: US$ 6,6M Total EUA: US$ 604,2M Total Mundo: US$ 1,2B 9. Sobrenatural: A Última Chave Fim de semana: US$ 5,9M Total EUA: US$ 58,7M Total Mundo: US$ 126,8M 10. Forever My Girl Fim de semana: US$ 4,7M Total EUA: US$ 4,7M Total Mundo: US$ 4,7M

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    Lou resgata intelectual feminina que encantou Nietzsche e Freud

    21 de janeiro de 2018 /

    “Lou” é uma cinebiografia da intelectual Lou Andreas-Salomé, nascida em 1861, em São Petersburgo, na Rússia. Mas que viveu toda sua vida na Alemanha, falecendo em 1937. E que vida! Filósofa, romancista e, depois, psicanalista, foi uma revolucionária em tempos de descobertas e mudanças, o final do século 19 e início do 20. Atuando sempre fora dos padrões e das expectativas sociais, Lou foi uma mulher que escandalizou seu tempo, nas questões de gênero. Seu comportamento público era totalmente surpreendente para uma mulher daquela época. Basta dizer que ela manteve, por um bom tempo, um convívio a três, com os filósofos Friederich Nietzsche e Paul Rée, influenciando e sendo influenciada por eles, intelectualmente, sem sexo, sem a menor intenção de casar ou ter filhos com nenhum deles, ou com qualquer outro. Era uma figura forte, porque também se dedicava intensa e prioritariamente aos estudos, o que lhe deu uma dimensão intelectual fantástica. Encontrou em Rainer Maria Rilke, o jovem poeta e escritor, um envolvimento maior. Ele era uma figura que incorporava o feminino em si mesmo e essa foi uma das coisas que a encantou, segundo se vê no filme “Lou”. Fez análise com ninguém menos do que Sigmund Freud, com quem aprendeu e desenvolveu trabalhos na área nascente da psicanálise. Aos 72 anos de idade, se vale do jovem filólogo Ernst Pfeiffer para escrever suas memórias e, mais uma vez, impressionar um homem importante. O filme “Lou” conta essa experiência, a da construção das memórias contadas e ditadas ao filólogo. E, na forma de flashback, ela repassa sua história, escolhendo e selecionando o que lhe interessa contar. Essa forma acaba sendo bem convencional e não muito atraente. Mas a história contada, a de Lou, essa é impactante. Três atrizes vivem a vida de Lou, em diferentes etapas: Liv Lisa Fries, na adolescência, que desponta para o novo, Katharina Lorenz, em todos os episódios da vida adulta, narrados por Nicole Heesters, a Lou aos 72 anos. O elenco masculino traz personagens um tanto complicados de interpretar: o delicado e apaixonado Rilke, o superbigodudo Nietzsche, o filósofo Rée, desejando e engolindo uma situação que o incomodava, o escritor Pfeiffer, jovem apaixonado por uma mulher já idosa, e o discreto e imponente Freud, como analista. Todos grandes homens, de certo modo, a serviço dessa grande mulher. As caracterizações desses personagens deixam um tanto a desejar, mas o trabalho da diretora Cordula Kablitz-Post (do documentário “Nina Hagen – Godmother of Punk”) consegue envolver pela força de um relato pouco conhecido de uma figura feminina que merece ser resgatada, pela importância histórica que tem.

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    Corpo e Alma combina imagens repulsivas e oníricas para contar uma história de amor

    21 de janeiro de 2018 /

    “Corpo e Alma” é um filme imageticamente forte. Sua abordagem do matadouro de animais onde se passa a história mostra, de um lado, toda a assepsia exigida pelos controles oficiais, ao mesmo tempo em que exibe o sangue e as entranhas dos animais, a selvageria que é o abatedouro e o esquartejamento. O paradoxo é que o dono do estabelecimento, que com ele lucra e vive, nem aguenta ver o que se faz lá e não entende quando um candidato a funcionário não se incomoda com o que vê. O natural é se incomodar, claro, se houver alguma sensibilidade. Esse mesmo personagem, Endre (Morcsányi Géza), mostra-se reservado, até tímido, no seu ambiente de domínio e se aproxima com dificuldade de uma nova colaboradora, inspetora que lá chegou: Mária (Alexandra Borbély). Ela é travada ao contato e às relações, numa existência despreparada para o convívio humano que escape aos rígidos códigos de controle que ela utiliza no trabalho, sem nenhuma flexibilidade. Esses dois personagens carentes se encontrarão numa narrativa bem construída, em que se destaca o inusitado fato de que, noite após noite, eles experienciam sonhos idênticos. Sonhos que remetem a impulsos de caráter instintivo, projetados em animais, não o gado abatido no matadouro, mas cervos se encontrando na neve. E aqui, novamente, as imagens dessa natureza gelada e dos bichos são bastante sedutoras. Ou seja, os sonhos são belos, remetem a uma história de amor. Intrigante, estranha, assustadora, mas, sim, uma história de amor. A realização cinematográfica se vale do onírico e do poético para mostrar a fragilidade e a vulnerabilidade do humano e da possibilidade de amar. A crueldade está presente no cotidiano e o sofrimento parece ser uma condição indissociável da própria vida. A diretora Ildiko Enyedi mostra mão firme num tema rarefeito, que pede personagens inibidos, bloqueados. Exigindo, portanto, desempenhos contidos, voltados para dentro. Um desafio que, sobretudo, Alexandra Borbély vence brilhantemente. Mas todo o clima do filme e o desempenho do elenco seguem no mesmo diapasão. “Corpo e Alma” venceu o Urso de Ouro na edição do ano passado do Festival de Berlim, como Melhor Filme, e foi indicado pela Hungria para disputar uma vaga no Oscar 2018 de Filme de Língua Estrangeira.

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    A Forma da Água vence o prêmio do Sindicato dos Produtores dos EUA

    21 de janeiro de 2018 /

    “A Forma da Água”, de Guillermo del Toro, segue acumulando vitórias na temporada de premiações que conduz ao Oscar 2018. Após vencer o Festival de Veneza e o Critics Choice 2018, a fantasia romântica foi escolhido Melhor Filme do ano pelo Sindicato dos Produtores dos Estados Unidos (PGA, na sigla em inglês). Realizada na noite de sábado (20/1) em Los Angeles, a 29ª edição da entrega do PGA Awards premiou o filme de monstro do diretor mexicano com o troféu Darryl F. Zanuck pela excelência da produção. Del Toro não compareceu para receber o prêmio, porque seu pai estava doente no México, mas agradeceu em seu Twitter. “Quero agradecer ao PGA por nos dar essa imensa distinção”, disse. O coprodutor J. Miles Dale representou a equipe nos agradecimentos e contou que o título do filme deveria ter sido “Um Conto de Fadas para Tempos Difíceis”. “Isso foi antes da eleição (para presidente dos EUA). O filme se passa em 1962, mas é realmente sobre o mundo hoje”, disse. Com a vitória, “A Forma da Água” dispara como favorito ao Oscar. Desde 2000, o PGA Awards só diferiu da premiação da Academia em quatro ocasiões, quando “Moulin Rouge!” (2001), “Pequena Miss Sunshine” (2006), “A Grande Aposta” (2015) e “La La Land” (2016) venceram o prêmio dos produtores e, digamos assim, os filmes errados (“Uma Mente Brilhante”, “Os Infiltrados”, “Spotlight” e “Moonlight”) ficaram com o Oscar. A cerimônia também reconheceu “Corra!”, de Jordan Peele, com o prêmio que leva o nome do produtor Stanley Kramer e visa distinguir a obra mais importante do ano para “iluminar e aumentar a conscientização pública sobre importantes questões sociais”. “Viva – A Vida É uma Festa”, confirmou que é a unanimidade do ano entre as animações e “Jane”, de Brett Morgen, levou o troféu de Melhor Documentário. Nas categorias de séries, venceram apenas produções de streaming, reafirmando os títulos consagrados pelo Globo de Ouro e Critics Choice, com “The Handmaid’s Tale” como Melhor Série de Drama e “Marvelous Mrs. Maisel” como Comédia. Para completar, a antologia “Black Mirror” foi considerada a Melhor Minissérie ou Telefilme. Ou seja, troféus para a Hulu, Amazon e Netflix. Vencedores do PGA Awards 2018 Melhor Filme “A Forma da Água” Prêmio Stanley Kramer “Corra!” Melhor Animação “Viva – A Vida É Uma Festa” Melhor Documentário “Jane” Melhor Série Dramática “The Handmaid’s Tale” Melhor Série Cômica “The Marvelous Mrs. Maisel” Melhor Minissérie ou Filme para TV “Black Mirror” Melhor Programa Infantil “Sésamo” Melhor Programa de Não-Ficção “Leah Remini: Scientology and the Aftermath” Melhor Programa de Variedades ou Talk Show “Last Week Tonight with John Oliver” Melhor Programa de Competição “The Voice” Melhor Programa de Curta Duração “Carpool Karaoke” Melhor Programa de Esportes “Real Sports with Bryant Gumbel”

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    Suspense indie com Bil Skarsgard e Bella Thorne ganha fotos e teaser impactante

    21 de janeiro de 2018 /

    A produção indie “Assassination Nation” divulgou fotos e seu primeiro teaser na véspera de sua pré-estreia no Festival de Sundance 2018. As imagens são intrigantes e belas, numa estilização de violência quase fashion – um “Battle Royale” (o filme) em clima de “Bad Blood” (o clipe). Segundo longa escrito e dirigido por Sam Levinson, “Assassination Nation” é descrito como um suspense de humor negro, que mostra como a pacata cidade de Salém mergulha no caos. Por trás do surto está um provocador que começa a publicar detalhes da vida digital privada de todos os moradores nas redes sociais. O primeiro filme de Levinson, “Bastidores de um Casamento”, foi premiado como o Melhor Roteiro do Festival de Sundance em 2011. Depois disso, ele assinou o roteiro de “O Mago das Mentiras” (2017), telefilme da HBO estrelado por Robert De Niro. E retorna agora ao festival com um filme de teaser impactante. O elenco é repleto de jovens atores, algumas bem conhecidos, como Bill Skarsgård (“It: A Coisa”), Bella Thorne (série “Famous in Love”), Suki Waterhouse (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”) e Cody Christian (série “Teen Wolf”), outros prestes a virar estrelas, como Odessa Young (série “High Life”), Hari Nef (série “Transparent”), Danny Ramirez (série “The Gifted”) e Maude Apatow (a filha do diretor Judd Apatow e da atriz Leslie Mann, vista na série “Girls”). Para completar, ainda há adultos como Colman Domingo (série “Fear the Walking Dead”), Joel McHale (série “Community”), Anika Noni Rose (série “Power”) e Susan Misner (série “The Americans”). “Assassination Nation” terá sua avant-première mundial neste domingo (21/1), em Sundance, mas ainda não possui previsão de distribuição comercial.

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    Weinstein Company suspende todos lançamentos, incluindo Maria Madalena

    21 de janeiro de 2018 /

    A empresa dos irmãos Weinstein, The Weinstein Company, desistiu de manter seu cronograma de lançamentos, após o escândalo que envolveu seu proprietário Harvey Weinstein. Enquanto negocia com possíveis compradores, o estúdio decidiu suspender suas estreias futuras, inclusive de títulos que já tinha começado a divulgar, como “Maria Madalena”. O filme religioso, que traz Rooney Mara no papel-título e Joaquin Phoenix como Jesus, tinha estreia prevista para 30 de março, no fim de semana da Páscoa. Também foram suspensas a comédia “War with Grandpa”, com Robert De Niro, e “The Upside”, remake do sucesso francês “Intocáveis” (2011) com Bryan Cranston e Kevin Hart, agendados para fevereiro e março, respectivamente. Eles se juntam ao adiamento anterior de “A Batalha das Correntes” (The Current War), em que Benedict Cumberbatch vive Thomas Edison. Previsto para 24 de novembro nos Estados Unidos, o filme não tem mais expectativa de estreia. Não está claro como ou se a decisão da TWC afetará a distribuição internacional desses filmes. Dos quatro citados, apenas “Maria Madalena” tem estreia marcada no Brasil, para o dia 15 de março.

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    Jack Huston e Tessa Ferrer vão estrelar 2ª temporada de Mr. Mercedes

    21 de janeiro de 2018 /

    Os atores Jack Huston (“Ben-Hur”) e Tessa Ferrer (série “Grey’s Anatomy”) vão estrelar a 2ª temporada de “Mr. Mercedes”, ao lado dos atores do elenco original. A atração, que foi concebida como uma minissérie baseada no livro homônimo de Stephen King, fez tanto sucesso que ganhou renovação e ímpeto para explorar mais o universo do escritor. King escreveu uma trilogia de mistérios com o detetive aposentado Bill Hodges, vivido na série por Brendan Gleeson (“O Guarda”). “Mr. Mercedes” foi o primeiro deles. O título batizava um serial killer motorizado, vivido por Harry Treadaway (série “Penny Dreadfull”) na 1ª temporada. O vilão retorna no terceiro volume, “End of Watch”, e, por coincidência, Treadaway também está confirmado na volta da série. “End of Watch” envolve a evolução de Brady Hartsfield, o assassino conhecido como Mr. Mercedes, que, durante um coma, começa a desenvolver poderes mentais e afetar as pessoas no hospital para continuar seu reinado de terror. O canal pago Audience Network não confirmou que a história da 2ª temporada será a do livro de King, mas Jack Huston viverá um médico que trata Hartsfield e Tessa Ferrer será sua esposa, diretora de marketing de uma empresa farmacêutica. Uma curiosidade: o avô de Jack, o lendário cineasta John Huston, dirigiu o avô de Tessa, o ator José Ferrer, no clássico “Moulin Rouge” (1952). Além deles, a série ainda terá participação de Maximiliano Hernandez (série “The Last Ship”), no papel de um promotor público, e o retorno dos atores Jharrel Jerome, Scott Lawrence, Breeda Wool, Justine Lupe e Holland Taylor. Novamente escrita e produzida pela dupla David E. Kelley (também criador de “Big Little Lies”) e Dennis Lehane (autor dos livros que inspiraram “Ilha do Medo” e “Sobre Meninos e Lobos”), a 2ª temporada começará a ser gravada em fevereiro, mas ainda não tem previsão de estreia.

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    Rachel Weisz vai estrelar ficção científica indie

    21 de janeiro de 2018 /

    A atriz inglesa Rachel Weisz (“A Luz Entre Oceanos”) vai estrelar a sci-fi indie “Cloud One”, com roteiro e direção do croata Goran Dukic (“Paixão Suicida”). O enredo está sendo mantido em sigilo. As únicas informações sobre a produção é que se trata de uma ficção científica com bases realistas e que a história é inspirada num conto do israelense Etgar Keret (que dirigiu “Jellyfish”). Segundo o site da revista Variety, as filmagens vão acontecer na primavera do hemisfério Norte, entre março e junho. Weisz vai aparecer muitas vezes nos cinemas em 2018. Ela será vista a seguir em “The Mercy”, do inglês James Marsh, que estreia em fevereiro no Reino Unido, em “Disobedience”, do chileno Sebastián Lelio (“Uma Mulher Fantástica”), previsto para abril nos Estados Unidos, e “The Favourite”, do grego Yorgos Lanthimos (“O Lagosto”), esperado para o fim do ano. Nenhum destes filmes tem datas de lançamento no Brasil.

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    Shadowhunters: Trailer da 3ª temporada capricha nos efeitos para introduzir nova vilã

    21 de janeiro de 2018 /

    O canal pago americano Freeform divulgou o trailer da 3ª temporada de “Shadowhunters” com imagens cinematográficas, que sugerem um aumento significativo no orçamento dos efeitos especiais. O visual apocalíptico coincide com a introdução de uma nova vilã na série: a mãe de todos os demônios, Lilith, vivida por Anna Hopkins (que foi a mãe do filho de Oliver Queen em “Arrow”). Adaptação dos livros da franquia juvenil “Os Instrumentos Mortais”, de Cassandra Clare, “Shadowhunters” retorna em 20 de março nos Estados Unidos. No Brasil, a série é disponibilizada pela Netflix.

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