Vídeo de bastidores de Doctor Who revela desmontagem do cenário da Tardis, marcando fim de uma era
A cena de destruição da Tardis, primeira coisa feita por Jodie Whittaker no papel de Doctor Who, durante a exibição do especial de Natal da série, foi tanto metafórica quanto prática. Sem os fogos de artifício dos efeitos visuais, a BBC disponibilizou um vídeo que confirma a destruição da nave usada por Peter Capaldi na série. Ou melhor, a desmontagem do cenário utilizado pela produção, em ritmo acelerado, marcando o fim de uma era. “Doctor Who” vai usar um novo cenário em 2018. Mas a forma como será feita a introdução de uma nova Tardis ainda é um mistério. Além de um novo Doctor Who e uma nova Tardis, a série terá também um novo showrunner em 2018: Chris Chibnall, criador da premiada série “Broadchurch”, de onde vem Whittaker (e que ironicamente era estrelada pelo ex-“Doctor Who” David Tennant). Ainda não há previsão para a estreia dos novos episódios. #DoctorWho will return in 2018… pic.twitter.com/76JQ0y96jG — Doctor Who Official (@bbcdoctorwho) 31 de dezembro de 2017
Gillian Anderson diz que a 11ª temporada de Arquivo X é sua despedida da série
Gillian Anderson anunciou sua aposentadoria de “Arquivo X”. A 11ª temporada da série marcará sua despedida do papel de Dana Scully. “Eu disse desde o início que seria o final para mim”, ela proclamou, em uma entrevista para a revista TV Guide. Não é a primeira vez que ela toca neste assunto. Gillian sugeriu que tinha voltada para dar um destino final à personagem durante a Comic Con de Nova York, em outubro, mas na ocasião as pessoas se mostraram incrédulas. “Fiquei um pouco surpresa com a reação [chocada] das pessoas”, ela comentou, “porque entendi que a volta seria para uma única temporada”. Embora a Fox não tenha se comprometido com temporadas adicionais além da próxima leva de episódios, o criador da série Chris Carter revelou ao TV Guide que ele não concebeu o último episódio como um final de série. “Há muito mais histórias de ‘Arquivo X’ contar”, ele disse. “Se nós vamos conseguir contá-las é um ponto de interrogação”. Originalmente exibida entre 1993 e 2002, “Arquivo X” ganhou seis novos capítulos em 2016 e terá mais dez em 2018, com estreia marcada já para 3 de janeiro nos Estados Unidos e uma semana depois no Brasil, pelo canal pago Fox.
Guillermo del Toro, Denis Villeneuve, Pedro Almodóvar e mais 10 cineastas elegem os melhores filmes de 2017
Vários cineastas fizeram listas de melhores filmes do ano, a pedido de diversas publicações. 13 delas podem ser lidas abaixo, representando os filmes favoritos de 2017 de Andrew Haigh (“45 Anos”), Denis Côté (“Vic+Flo Viram um Urso”), Denis Villeneuve (“Blade Runner 2049”), Guillermo del Toro (“A Forma da Água”), James Ponsoldt (“O Círculo”), Joshua Oppenheimer (“O Ato de Matar”), Kelly Fremon Craig (“Quase 18”), Luca Guadagnino (“Me Chama pelo seu Nome”), Matt Ross (“Capitão Fantástico”), Paul Schrader (“Vale do Pecado”), Pedro Almodóvar (“Julieta”), Sean Baker (“Projeto Flórida”) e Xavier Dolan (“É Apenas o Fim do Mundo”). O diretor do favorito ao Oscar 2018, Luca Guadagnino, fez a lista mais longa, com 20 títulos, enquanto o queridinho indie Sean Baker assinou a menor, com apenas quatro filmes. Algumas unanimidades emergem de forma evidente nas relações, como o próprio filme de Guadagnino, “Me Chama pelo seu Nome”. Mas há também muitas idiossincrasias. E pelo menos uma cara-de-pau: Pedro Almodóvar selecionou o argentino “Zama”, que ele próprio produziu. Confira abaixo: GUILLERMO DEL TORO “A Ghost Story”, de David Lowery “Lady Bird”, de Greta Gerwig “Dunkirk”, de Christopher Nolan “Três Anúncios para um Crime”, de Martin McDonagh “Corra!”, de Jordan Peele “Os Meyerowitz: Família Não Se Escolhe”, de Noah Baumbach “Bom Comportamento”, de Ben e Joshua Safdie “Tigers Are Not Afraid”, de Issa López “Ingrid Goes West”, de Matt Spicer “Confronto no Pavilhão 99”, de S. Craig Zahler DENIS VILLENEUVE “Dunkirk”, de Christopher Nolan “Those Who Make Revolution Halfway Only Dig Their Own Graves” “The Square – A Arte da Discórdia”, de Ruben Östlund “Três Anúncios para um Crime”, de Martin McDonagh “Mãe!”, de Darren Aronofsky “Pequena Grande Vida”, de Alexander Payne “O Estranho que Nós Amamos”, de Sofia Coppola Os curtas do Oats Studio, de Neill Blomkamp XAVIER DOLAN “Me Chame pelo Seu Nome”, de Luca Guadagnino “Lady Bird”, de Greta Gerwig “A Forma da Água”, de Guillermo Del Toro “O Sacrifício do Servo Sagrado”, de Yorgos Lanthimos “Terra Selvagem”, de Taylor Sheridan “The Post”, de Steven Spielberg “It – A Coisa”, de Andy Muschietti “Três Anúncios para um Crime”, de Martin McDonagh PEDRO ALMODÓVAR “Me Chame pelo Seu Nome”, de Luca Guadagnino “Trama Fantasma”, de Paul Thomas Anderson “120 Batimentos por Minuto”, de Robin Campillo “Três Anúncios para um Crime”, de Martin McDonagh “You Were Never Really Here”, de Lynne Ramsay “Zama”, de Lucrecia Martel “A Ghost Story”, de David Lowery “Colossal”, de Nacho Vigalondo “O Sacrifício do Servo Sagrado”, de Yorgos Lanthimos “Projeto Flórida”, de Sean Baker LUCA GUADAGNINO “Uma Mulher Fantástica”, de Sebastian Lelio “Depois da Tempestade”, de Hirokazu Kore-eda “Alien: Covenant”, de Ridley Scott “Austerlitz”, de Sergei Loznitsa “Doentes de Amor”, de Michael Showalter “Cinema, Manoel de Oliveira e Eu”, de João Botelho “Dunkirk”, de Christopher Nolan “Eight Hours Are Not a Day” (restaurado), de Rainer Werner Fassbinder “Visages, Villages”, de Agnes Varda “Eu Não Sou Seu Negro”, de Raoul Peck “Logan”, de James Mangold “Logan Lucky – Roubo em Família”, de Steven Soderbergh “A Cidade Perdida de Z”, de James Gray “Mrs. Fang”, de Wang Bing “Na Praia à Noite Sozinha”, de Hong Sang-soo “Paddington 2”, de Paul King “Fragmentado”, de M. Night Shyamalan “Twin Peaks: The Return”, de David Lynch “The Venerable W”, de Barbet Schroeder “Planeta dos Macacos: A Guerra”, de Matt Reeves ANDREW HAIG “Loveless”, de Andrey Zvyagintsev “A Festa”, de Sally Potter “Trama Fantasma”, de Paul Thomas Anderson “First Reformed”, de Paul Schrader “Mãe!”, de Darren Aronofsky “Lady Macbeth”, de William Oldroyd “God’s Own Country”, de Francis Lee “Corra!”, de Jordan Peele MATT ROSS “Thelma”, de Joachim Von Trier “Trama Fantasma”, de Paul Thomas Anderson “Grave”, de Julia Ducournau “A Forma da Água”, de Guillermo Del Toro “A Ghost Story”, de David Lowery “The Square – A Arte da Discórdia”, de Ruben Östlund “Lady Macbeth”, de William Oldroyd SEAN BAKER “120 Batimentos por Minuto”, de Robin Campillo “O Dia Mais Feliz da Vida de Olli Mäki”, de Juho Kuosmanen “Lady Macbeth”, de William Oldroyd “Dawson City, Frozen Time”, de Bill Morrison JAMES PONSOLDT “Visages, Villages”, de Agnes Varda “Corra!”, de Jordan Peele “Lovesong”, de So Yong Kim “Trama Fantasma”, de Paul Thomas Anderson “A Ghost Story”, de David Lowery “Bom Comportamento”, de Ben e Joshua Safdie “Projeto Flórida”, de Sean Baker “Lady Bird”, de Greta Gerwig “Me Chame pelo Seu Nome”, de Luca Guadagnino KELLY FREMON CRAIG “Mulher-Maravilha”, de Patty Jenkins “Me Chame pelo Seu Nome”, de Luca Guadagnino “Doentes de Amor”, de Michael Showalter “Corra!”, de Jordan Peele “Três Anúncios para um Crime”, de Martin McDonagh “Artista do Desastre”, de James Franco “The Post”, de Steven Spielberg “Meu Malvado Favorito 3″, de Kyle Balda e Pierre Coffin “The Keepers”, de Ryan White “Mommy Dead and Dearest”, de Erin Lee Carr JOSHUA OPPENHEIMER “Loveless”, de Andrey Zvyagintsev “A Gentle Creature”, de Sergei Loznitsa “Bom Comportamento”, de Ben e Joshua Safdie “Komunia”, de Anna Zamecka “First Reformed”, de Paul Schroeder “Wormwood”, de Errol Morris “Land of the Free”, de Camilla Magid DENIS CÔTÉ “Western”, de Valeska Grisebach “Twin Peaks: The Return”, de David Lynch “Ex Libris – The NY Public Library”, de Frederick Wiseman “Na Praia à Noite Sozinha”/ “The Day After”, de Hong Sang-soo “O Outro Lado da Esperança”, de Aki Kaurismäki PAUL SCHRADER “Detroit”, de Kathryn Bigelow “Uma Mulher Fantástica”, de Sebastian Lelio “Projeto Flórida”, de Sean Baker “Jane”, de Brett Morgen “Além das Palavras”, de Terence Davies “Lady Bird”, de Greta Gerwig “Eu, Tonya”, de Craig Gillespie “The Post”, de Steven Spielberg “Wormwood”, de Errol Morris “Doentes de Amor”, de Michael Showalter
Novo Star Wars supera US$ 1 bilhão mundial e vira maior bilheteria de 2017 nos EUA
“Star Wars: Os Últimos Jedi” precisou de apenas três fins de semana para atingir US$ 1 bilhão na bilheteria mundial. E o filme ainda nem estreou na China! Metade da fortuna veio do mercado doméstico, onde o longa da Disney/Lucasfilm atingiu US$ 517M (milhões) – ao somar mais US$ 52,2M, uma quantia impressionante para um título em sua terceira semana em cartaz. O valor representa o recorde de arrecadação do ano na América do Norte. O desempenho fez com que o novo “Star Wars” superasse o filme que liderava o faturamento anual doméstico desde março, “A Bela e a Fera” (US$ 504M), tornando-se o maior sucesso dos cinemas norte-americanos em 2017. Como a estreia no segundo maior mercado cinematográfico do planeta está marcada para 5 de janeiro, a arrecadação internacional ainda deve crescer muito. Ou seja, é questão de dias para “Os Últimos Jedi” atropelar “A Bela e a Fera” também no ranking mundial. Embora o filme da fábula encantada tenha conseguido virar o Ano Novo no topo global, com US$ 1,2 bilhão de faturamento em todo o mundo, as bilheterias vão continuar a vender ingressos de produções lançadas em 2017, e o montante de “Star Wars: Os Últimos Jedi” seguirá crescendo em velocidade espacial. A força da franquia não superou apenas rivais cinematográficos. Derrotou também hordas de trolls da internet, armados com petições, bots e discursos fascistoides de dar orgulho ao próprio Darth Vader. Sem esquecer de uma enxurrada de artigos de blogueiros frustrados que, contrariando a realidade, tentaram insistir que o filme era um fracasso. O resto do ranking das bilheterias norte-americanas permaneceu praticamente inalterado em relação à semana passada. Chama atenção o bom desempenho de “Jumanji: Bem-Vindo à Selva”, que fez US$ 50,5M em sua segunda semana, e a aparição de “Todo o Dinheiro do Mundo”, lançado no Natal, em 7º lugar. Confira abaixo. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Star Wars: Os Últimos Jedi Fim de semana: US$ 52,4M Total EUA: US$ 517,1M Total Mundo: US$ 1B 2. Jumanji: Bem-Vindo à Selva Fim de semana: US$ 50,5M Total EUA: US$ 169,8M Total Mundo: US$ 219,3M 3. A Escolha Perfeita 3 Fim de semana: US$ 17,7M Total EUA: US$ 64,2M Total Mundo: US$ 92,8M 4. O Rei do Show Fim de semana: US$ 15,2M Total EUA: US$ 48,7M Total Mundo: US$ 83,9M 5. O Touro Ferdinando Fim de semana: US$ 11,6M Total EUA: US$ 53,8M Total Mundo: US$ 125,7M 6. Viva – A Vida É uma Festa Fim de semana: US$ 6,5M Total EUA: US$ 178,9M Total Mundo: US$ 537,9M 7. Todo o Dinheiro do Mundo Fim de semana: US$ 5,4M Total EUA: US$ 12,6M Total Mundo: US$ 14,3M 8. O Destino de uma Nação Fim de semana: US$ 5,2M Total EUA: US$ 17,9M Total Mundo: US$ 23,3M 9. Pequena Grande Vida Fim de semana: US$ 4,6M Total EUA: US$ 17M Total Mundo: US$ 17M 10. Correndo Atrás de um Pai Fim de semana: US$ 3,7M Total EUA: US$ 12,7M Total Mundo: US$ 12,7M
Johnny Depp e Jude Law são destaques em seis fotos de Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald
A Warner divulgou seis novas fotos de “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”. Cinco delas são oficiais, dentre elas duas que tinham sido divulgadas anteriormente – em baixa resolução e manchadas pelo logotipo da revista Entertainment Weekly. A sexta imagem foi disponibilizada via revista Empire, que tratou de carimbar a cena. Os destaques são as presenças de Johnny Depp (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”) como o vilão do título e Jude Law (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”) como a versão jovem (e aparentemente sexy) de Alvo Dumbledore. A trama, que foi ambientada em Nova York no primeiro filme, acontecerá agora em Londres e Paris, e apresentará ainda mais ligações com a saga de “Harry Potter”. A história começa meses após os acontecimentos de “Animais Fantásticos e Onde Habitam”, com Gellert Grindelwald (Johnny Depp) reunindo novos seguidores para sua causa, que considera que os bruxos são superiores aos demais humanos. Somente Alvo Dumbledore, que um dia foi considerado o melhor amigo do vilão, poderá acabar com seus planos sombrios. No entanto, para que essa intervenção realmente ocorra, o futuro diretor de Hogwarts precisará da ajuda do ex-aluno Newt Scamander (Eddie Redmayne), que voltará a reunir Tina (Katherine Waterston), Jacob (Dan Fogler) e Queenie (Alison Sudol) em uma aventura por um mundo mágico repleto de perigos. Novamente escrito por J.K. Rowling e dirigido por David Yates, “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald” estreia em novembro de 2018.
Cineasta de Eu, Tonya dirigiu a verdadeira vítima da patinadora num comercial de 1992
Uma curiosidade veio à tona durante a divulgação de “Eu, Tonya”, um dos filmes cotados para o Oscar 2018. O diretor Craig Gillespie chegou a dirigir a verdadeira vítima da patinadora Tonya Harding, no começo de sua carreira. Em 1993, o cineasta dava seus primeiros passos como diretor de comerciais, quando gravou um vídeo da Campbell’s Soup estrelada pela rival de Harding, Nancy Kerrigan. Ela tinha acabado de vencer uma medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de Inverno de 1992, mas, pouco depois, Kerrigan viraria manchetes por razões muito diferentes: como vítima de uma ataque brutal que a tiraria das competições: a história narrada em “Eu, Tonya”. “Eu fiz o comercial de sopa com Nancy Kerrigan em 1993, três meses antes [do incidente com Harding]. Eu não sabia quem ela era; nós conseguimos esse trabalho para fazer esse comercial com uma patinadora, fomos ao Canadá e gravamos o vídeo, que eu tinha idealizado”, revelou Gillespie ao jornal Los Angeles Times. O diretor lembra a experiência de trabalhar com Kerrigan com carinho. “Ela era totalmente aberta. Aceitava fazer tudo que a gente propunha”, disse ele para a revista Vanity Fair. Confira abaixo o comercial com a famosa patinadora, dirigido pelo cineasta de “Eu, Tonya” há quase 25 anos.
Comercial de The Post destaca indicações ao Globo de Ouro 2018
A Fox divulgou um novo comercial de “The Post”, que evidencia as seis indicações do drama dirigido por Steven Spielberg no Globo de Ouro 2018. Além de indicação a Melhor Filme do ano, a prévia destaca as nomeações individuais do diretor e dos atores Meryl Streep (“A Dama de Ferro”) e Tom Hanks (“Capitão Phillips”). Lançado no Brasil com um subtítulo, “The Post – A Guerra Secreta” dramatiza o escândalo dos “Papéis do Pentágono”, documentos ultra-secretos de 14 mil páginas do governo dos Estados Unidos sobre o envolvimento americano na Guerra Vietnã. O título original é uma referência ao jornal The Washington Post. A trama gira em torno do dilema sofrido pela dona do jornal, pressionada pelo editor a desafiar o governo federal sobre o direito de publicar os documentos secretos em 1971. Ela poderia ser acusada de traição e perder o Washington Post na justiça. Hanks, que voltará a ser dirigido por Spielberg após quatro filmes, vive o editor do jornal, Ben Bradlee, enquanto Streep, que trabalhou anteriormente com o cineasta em “A.I. – Inteligência Artificial” (2001), terá o papel da proprietária Kay Graham. Curiosamente, é a primeira vez que os dois atores, gigantes de Hollywood, atuam juntos num filme. O forte elenco também inclui Sarah Paulson (série “American Horror Story”), Alison Brie (“Glow”), Bob Odenkirk (“Better Call Saul”) e Bruce Greenwood (“Star Trek”). O projeto foi trazido à Spielberg pela produtora Amy Pascal (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), que recebeu o roteiro original especulativo de Liz Hannah, uma estagiária e assistente de produção da série “Ugly Betty” e de filmes como “Encontro às Cegas” (2007) e “Reine Sobre Mim” (2007). O texto foi retrabalhado por Josh Singer, roteirista premiado por outro filme sobre reportagem-denúncia jornalística, “Spotlight: Segredos Revelados”, vencedor do Oscar 2016. Spielberg rodou o filme em tempo recorde, enquanto trabalhava na pós-produção de “Jogador Nº 1”, e o lançamento chegou em circuito limitado a tempo de disputar indicação ao Oscar. Apesar disso, a distribuição ampla só vai acontecer em 12 de janeiro. Já a estreia no Brasil está marcada para o dia 25 de janeiro.
Novo comercial da série do Raio Negro mostra os poderes elétricos do super-herói
A rede CW divulgou um novo comercial de “Black Lightning”, sua quinta série de super-heróis da DC Comics. A prévia mostra o protagonista soltando os raios que lhe dão nome. Criado por Tony Isabella (roteirista de “Luke Cage”) e Trevor Von Eeden em 1977, o herói foi batizado no Brasil como Raio Negro, apesar deste nome já identificar um herói da Marvel, o líder dos Inumanos (Black Bolt, no original) que também estreou na TV americana recentemente. O Raio Negro da DC tem poderes elétricos e foi o primeiro herói negro da editora a ter sua própria revista. Desenvolvida pelo casal Salim e Mara Brock Akil (das séries “The Game” e “Being Mary Jane”), a série não vai refletir as histórias iniciais do personagem, encontrando Jefferson Pierce uma década depois dele deixar seu uniforme de lado, a pedido da esposa, para priorizar sua família. Porém, eventos trágicos o trazem de volta à vida de vigilante mascarado. “Black Lightning” é estrelada por Cress Williams (“Prison Break” e “Code Black”) como Raio Negro e deverá mostrar a origem de duas novas super-heroínas: as filhas do personagem, vividas por Nafessa Williams (também da série “Code Black”) e China Anne McClain (“Gente Grande”). Nos quadrinhos, elas viram Tormenta (Thunder) e Rajada (Lightning). O elenco também inclui Christine Adams (série “Terra Nova”) como a mulher de Pierce e o rapper Krondon como o vilão Tobias Whale. Além de existir no mesmo universo das séries de “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl” e “Legends of Tomorrow”, a atração compartilha o mesmo produtor, Greg Berlanti. A estreia está marcada para 16 de janeiro nos Estados Unidos. Entretanto, enquanto as outras séries são exibidas no Brasil pelo canal pago Warner, “Black Lightning” será disponibilizada no país pela Netflix, a partir do dia 23 de janeiro.
Cena inédita do clássico O Clube dos Cinco é recuperada e disponibilizada na internet
Uma cena inédita de um dos filmes mais cultuados da década de 1980, “O Clube dos Cinco”, surgiu na internet. Trata-se de uma conversa no banheiro da escola entre as personagens de Molly Ringwald (a mãe de Archie, para as novas gerações) e Ally Sheedy, em que a primeira tenta se conectar e esbarra na barreira antissocial da segunda. O encontro acabou cortado na edição final do clássico do diretor John Hughes. Mas foi recuperado e será incluído como bônus do lançamento do filme em Blu-ray, agora dentro da The Criterion Collection, uma coleção de títulos cinéfilos remasterizados e acompanhados por material exclusivo. Quem é adolescente em 2017 talvez não saiba, mas “O Clube dos Cinco” foi o filme que definiu a adolescência como é conhecida hoje em dia, mostrando que, ao contrário dos dramas de rebeldia juvenil anteriores, os estudantes do Ensino Médio não eram todos iguais. Ao contrário, eles se dividiam em tribos distintas. Na trama, escrita e dirigida por Hughes, cinco alunos ficam de castigo no fim de semana na escola, e isso serve para introduzir suas tribos: a patricinha (Molly Ringwald), o atleta (Emilio Estevez), o rebelde (Judd Nelson), o nerd (Anthony Michael Hall) e a antissocial (Ally Sheedy). Mas a convivência forçada, ao longo do dia, mostra que, mesmo diferentes, eles podem encontrar pontos de conexão. Uma das lendas do clássico de 1985 é que os atores filmaram muito mais do que foi visto nos cinemas. Mas o próprio Hughes teria destruído todos os negativos com as cenas que não entraram na versão final. A cena extra seria apenas um aperitivo do material que acompanha a versão Criterion do filme, que será lançada em 2 de janeiro nos Estados Unidos.
John Williams volta à Star Wars para compôr o tema do filme de Han Solo
O filme solo de, hmm, Han Solo terá seu tema musical composto por John Williams, o veterano compositor de inúmeros clássicos do cinema, inclusive da trilha sonora de “Guerra nas Estrelas”, que introduziu o personagem em 1977. Mas Williams não fará a trilha completa da produção. As demais músicas estarão a cargo de John Powell, mais conhecido por trilhas de animação, como “Rio”, “A Era do Gelo” e “Como Treinar Seu Dragão” – pela qual foi indicado ao Oscar em 2011. A informação foi revelada em entrevista de Williams à revista Variety. “O plano atual é o seguinte: eu vou compôr um tema para Han Solo e John Powell ficará com a trilha sonora, que ele fará brilhantemente”, disse o músico e maestro. Williams trabalhou em todos os filmes de “Star Wars”, menos o spin-off anterior, “Rogue One” (2016). Ele não é o único veterano da franquia envolvido na nova produção. O roteiro de “Han Solo: Uma História Star Wars” foi escrito por Lawrence Kasdan, de “O Império Contra-Ataca” (1980) e “O Retorno de Jedi” (1983), em parceria com seu filho Jon Kasdan. Originalmente interpretado por Harrison Ford na franquia “Star Wars”, Han Solo será agora vivido por Alden Ehrenreich (“Ave César!”), numa produção que começou a ser dirigida por Phil Lord e Chris Miller (“Anjos da Lei”) e acabou finalizada por Ron Howard (“O Código Da Vinci”). “Han Solo: Uma História Star Wars” tem estreia marcada para o dia 24 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Meme do Ben Affleck triste ganha nova versão impagável após fracasso de Liga da Justiça
O fracasso de “Batman vs. Superman” foi acompanhado por um dos memes mais populares de 2016, o “Sad Affleck” – uma montagem que enfatizava o ator Ben Affleck, intérprete do novo Batman nos cinemas, com um semblante muito triste ao som da música “Sound of Silence”, da dupla Simon & Garfunkel. Pois o fracasso de “Liga da Justiça” inspirou a versão 2.0 do meme, em que o ator volta a aparecer cabisbaixo durante uma entrevista para divulgar o filme. A música desta vez é “I Need Some Sleep”, da banda Eels. E claro que é novamente impagável. A divulgação de “Sad Affleck 2: O Retorno” coincide com a matéria da revista Variety que lista “Liga da Justiça” como a maior decepção do ano, e afirma que o ator “já demorou demais como o Cavaleiro das Trevas (ele parece entediado)”. Confira abaixo. E aproveite para lembrar, logo em seguida, o “Sad Affleck original”.
Americanos acham que o nome de Gal Gadot é um dos mais difíceis de pronunciar
Dizer Schwarzenegger é facinho. Difícil mesmo é falar Gadot. Segundo dados do aplicativo de idiomas Babbel, revelados pelo canal de notícias CNN, o nome da intérprete de Mulher-Maravilha está entre as 10 palavras que os americanos mais erraram ao pronunciar em 2017, tudo graças ao sobrenome israelense. O sobrenome da atriz deve ser pronunciado como “gah-dott”, enfatizando o T do final, enquanto os americanos engolem a última letra, chamando-a de “gah-dô”. Também não é o caso de cariocar e chamá-la de “gah-dóti”. Em entrevista para a revista GQ, ela comentou que ensina jornalistas a falar seu nome direito e que mesmo assim as pessoas erram 60% das vezes. Veja abaixo um vídeo que mostra como ela pronuncia seu nome e como os americanos se atrapalham ao tentar repeti-lo.
Vingadores: Guerra Infinita vai começar logo após cena final de Thor: Ragnarok
Os diretores Joe e Anthony Russo (“Capitão América: Guerra Civil”) revelaram como “Vingadores: Guerra Infinita” se conecta com “Thor: Ragnarok”. Em entrevista ao site ComicBook, a dupla contou que o filme começará logo após a cena final do último lançamento da Marvel, e encontrará Thor em uma situação delicada. “Nós estamos pegando a história dele [Thor], logo após o final de ‘Thor: Ragnarok’, e no final daquele filme, como qualquer fã sabe, o planeta dele, Asgard, foi destruído, e então o personagem está em um novo território” explicou Anthony Russo. Para o diretor, isto oferece uma oportunidade de “transformação radical” no personagem, e ele “estará evoluindo de um modo que não pode mais voltar atrás”. Filme mais esperado de 2018, o terceiro “Vingadores” deve reunir quase todos os heróis que já apareceram nas produções da Marvel para enfrentar a ameaça de Thanos (Josh Brolin). Com direção dos irmãos Russo, a estreia está marcada para 26 de abril no Brasil.












