PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Música

    Última música de Chris Cornell ganha novo clipe com cenas do filme A Promessa

    25 de novembro de 2017 /

    A última música de Chris Cornell ganhou um novo clipe. “The Promise”, música-tema do filme “A Promessa”, foi relançada com o arranjo orquestral da produção cinematográfica, num vídeo que mescla imagens do cantor, dos bastidores da gravação e cenas do longa-metragem. O resultado é bombástico e emocional, em franco contraste à versão divulgada anteriormente, centrada no violão e na voz do cantor, num vídeo que ilustrava o drama atual dos refugiados. Compare os dois clipes abaixo. Estrelado por Christian Bale (“A Grande Aposta”), Oscar Issac (“Star Wars: O Despertar da Força”) e Charlotte Le Bon (“A Travessia”), “A Promessa” se passa durante os últimos dias do Império Otomano e da 1ª Guerra Mundial, e denuncia o extermínio da raça armênia. Bale interpreta um repórter da Associated Press que tenta registrar o massacre, que os turcos negam existir. O filme tem roteiro e direção de Terry George, que concorreu ao Oscar por outro filme sobre um genocídio histórico, “Hotel Ruanda” (2004), mas, apesar do tema de denúncia social, não empolgou. Ignorado no circuito dos festivais, os produtores apostam agora na música para conseguir figurar entre os indicados ao Oscar 2018. Cantor icônico da banda Soundgarden, Chris Cornell morreu logo após a estreia do filme nos cinemas, suicidando-se em maio deste ano.

    Leia mais
  • Música

    Elvis Costelo canta música-tema do filme sobre a estrela noir Gloria Grahame

    25 de novembro de 2017 /

    Elvis Costello divulgou o clipe de “You Shouldn’t Look at Me That Way”, música-tema do drama britânico “Film Stars Don’t Die in Liverpool” sobre o romance dos últimos dias da vida da estrela do cinema noir Gloria Grahame. A prévia traz o artista cantando ao piano, sobre o palco de uma antiga sala de cinema vazia, que é um cenário utilizado no filme. A edição, inclusive, utiliza cenas do longa em que a atriz Annette Bening e o ator Jamie Bell aparecem no mesmo local. O envolvimento de Costello na trilha sonora tem uma história intrigante. A ideia surgiu quando o diretor Paul McGuigan e a produtora Barbara Broccolli assistiam a um show do cantor e uma imagem de Gloria Grahame foi projetada no palco, durante uma canção (“Church Underground”). Mais que uma coincidência, McGuigan acreditou que se tratava de destino. Os bastidores do clipe também despertam curiosidade. Ele marca a estreia na direção de uma fotógrafa de família famosa, que, apesar de herdeira da Kodak, tem sobrenome ligado à história do rock: Mary McCartney, filha de Linda e Paul McCartney. Como a mãe, ela seguiu carreira fotográfica, mas já trabalhou com o pai, operando câmeras no documentário “Paul McCartney: In the World Tonight” (1997). Costello a conhece desde que ela era adolescente. Ele inclusive já gravou um disco em parceira com Paul McCartney, o clássico “Flowers in the Dirt”, de 1989. “You Shouldn’t Look at Me That Way” vai disputar uma vaga entre os indicados ao Oscar 2018 de Melhor Canção Original.

    Leia mais
  • Filme

    Annette Bening vive a estrela do cinema noir Gloria Grahame em trailer de drama elogiadíssimo

    25 de novembro de 2017 /

    A Sony Pictures Classics divulgou o trailer, 16 fotos e o pôster americano de “Film Stars Don’t Die in Liverpool”, elogiadíssimo drama britânico em que Annette Bening (“Mulheres do Século 20”) vive a estrela do cinema noir Gloria Grahame (“No Silêncio da Noite”, “Os Corruptos”) no final de sua vida. A música que toca ao fundo da prévia é de Elvis Costello. Veja o clipe aqui. Recebida com elogios rasgados da crítica (95% de aprovação no Rotten Tomatoes), a atuação de Bening pode render a quinta indicação da atriz ao Oscar. Na trama, ela incorpora a estrela hollywoodiana já em fase decadente, que viaja para Liverpool, na Inglaterra, em 1981 para trabalhar numa peça de teatro, e acaba se envolvendo num romance com um homem muito mais jovem, encarnado por Jamie Bell (“Quarteto Fantástico”). A história é baseada nas memórias de Peter Turner, o personagem de Bell. E o que começa como a atração de um jovem aspirante a ator por uma femme fatale lendária logo vira um relacionamento profundo, que precisará ser testado quando a atriz descobre que está morrendo de câncer, aos 57 anos de idade. A adaptação foi roteirizada por Matt Greenhalgh, especialista em cinebiografias de ícones populares, como Ian Curtis, em “Control” (2007), e John Lennon, em “O Garoto de Liverpool” (2009). A direção é de Paul McGuigan (“Victor Frankenstein”) e o elenco ainda inclui Julie Walters (“As Aventuras de Paddington”), Stephen Graham (série “Boardwalk Empire”) e Vanessa Redgrave (“Foxcatcher”). Depois de passar pelo circuito de festivais, o filme estreia em circuito limitado em 29 de dezembro nos Estados Unidos e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.

    Leia mais
  • Série

    Crossover das séries de heróis da DC ganha novo pôster e três trailers com spoilers

    25 de novembro de 2017 /

    A rede CW divulgou o novo pôster e o segundo trailer épico do próximo crossover das séries “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl” e “Legends of Tomorrow”. E além do material oficial, duas prévias também vazaram na internet. Uma delas, sobre o segundo dia de exibição, traz vários spoilers, que vão além da interrupção do casamento de Barry Allen/Flash (Grant Gustin) e Iris West (Candice Patton) por nazistas de outra dimensão – vistos no primeiro trailer – e mostram Supergirl (Melissa Benoist) prisioneira. Intitulado “Crisis on Earth-X” (Crise na Terra-X), o crossover vai mostrar uma invasão dos supervilões de Terra-X, planeta de um universo paralelo em que a 2ª Guerra Mundial durou décadas e onde um grupo de heróis, conhecidos como Combatentes da Liberdade, luta para derrotar o 3º Reich. A premissa também serve para introduzir o novo herói Ray, vivido por Russell Tovey (da série inglesa “Being Human”). Esta dimensão paralela foi introduzida em quadrinhos clássicos da Liga da Justiça justamente num crossover – com a Sociedade da Justiça – de 1973, que tem o mesmo título dos episódios televisivos e também serviu para introduzir os Combatentes da Liberdade – heróis dos anos 1940 que DC adquiriu e relançou naquela história, publicada em duas edições. Mas o crossover televisivo ainda inclui elementos de uma história mais antiga. Os supervilões da trama, apresentados como versões malignas do Arqueiro Verde, Flash e Supergirl, lembram o Sindicato do Crime. Criado pelo genial Gardner Fox (o Stan Lee da DC) em 1964, o Sindicato do Crime era a versão do mal da Liga da Justiça da Terra 3, outro mundo do multiverso governado por supervilões. A exibição de “Crisis on Earth-X” vai acontecer em duas noites consecutivas nos Estados Unidos, começando na segunda-feira (27/11), com episódios de “Supergirl” e “Arrow”, e terminando na terça-feira (28/11), com os capítulos de “The Flash” e “Legends of Tomorrow”. No Brasil, as séries são exibidas com duas semanas de diferença no canal pago Warner. Veja também 100 fotos do crossover televisivo neste link.

    Leia mais
  • Série

    4ª temporada de Black Mirror ganha primeiro trailer focado no episódio de Jodie Foster

    25 de novembro de 2017 /

    A Netflix divulgou duas fotos e o trailer de “Arkangel”, primeiro episódio da 4ª temporada de “Black Mirror”. O capítulo que abre a nova leva de histórias da série de antologia sci-fi foi escrito por Charlie Brooker, o criador da série, e tem direção de Jodie Foster. A prévia mostra Rosemarie DeWitt (“Poltergeist: O Fenômeno”) como uma mãe suburbana preocupada com a filhinha, e não parece uma história sci-fi, a não ser por pequenos detalhes, como comentários sobre viver dois mil anos e lembrar dos tempos em que as crianças podiam ser crianças, mas principalmente a estranha injeção aplicada na cabeça da menina. Chama atenção a divulgação ser focada num único episódio, em vez de na série inteira. Anteriormente, a Netflix também tinha divulgado um pôster exclusivo do capítulo. O marketing ecoa o fato de “Black Mirror” ter vencido recentemente um prêmio Emmy inusitado. Além da vitória de Charlie Brooker na categoria de Melhor Roteiro para Série Limitada, Especial ou Telefilme, a Academia da Televisão dos Estados Unidos considerou um episódio isolado da 3ª temporada, “San Junipero”, o Melhor Telefilme do ano! A 4ª temporada de “Black Mirror” terá ao todo seis episódios, mas ainda não há previsão para a estreia.

    Leia mais
  • Filme

    Joe Manganiello divulga primeira foto oficial como o vilão Exterminador

    25 de novembro de 2017 /

    O ator Joe Manganiello (“Magic Mike”) divulgou a primeira foto oficial em que aparece caracterizado como o vilão Exterminador (Deathstroke), também conhecido pela identidade civil de Slade Wilson. Com os cabelos descoloridos, o ator aparece bem diferente de seus papéis anteriores, mas próximo do visual do personagem nos quadrinhos da DC Comics. O Exterminador aparece brevemente ao final de “Liga da Justiça”, preparando a trama da continuação. Mas a história também pode ser explorada num filme solo do vilão, que a Warner está desenvolvendo com o diretor Gareth Evans, responsável pelo cultuadíssimo filme de ação indonésio “Operação Invasão” (The Raid). A participação foi originalmente revelada por Ben Affleck, intérprete de Batman, num vídeo compartilhado em seu Twitter em agosto do ano passado. A imagem foi gravada de um monitor do set e originou o rumor de que o Exterminador seria o vilão do filme solo do Batman. Na época, ainda não se sabia quem era o intérprete do personagem, nem em qual filme ele apareceria. Após ser confirmado no papel, o próprio Manganiello desconversou em entrevistas sobre a participação, até o público vê-lo no cinema. “Liga da Justiça” estreou na semana passada, batendo recorde de bilheteria no Brasil, mas preocupando a Warner por ter o pior desempenho de todos os filmes do universo compartilhado da DC Comics na América do Norte.

    Leia mais
  • Série

    Stranger Things: Irmã de Lucas terá papel maior na 3ª temporada

    25 de novembro de 2017 /

    A atriz Priah Ferguson, que interpreta Erica, a irmã caçula de Lucas (Caleb McLaughlin) em “Stranger Things”, terá papel maior na trama da 3ª temporada. A revelação foi feita por Matt Duffer, um dos criadores de “Stranger Things”, que elogiou bastante a menina em entrevista ao site Vulture. “Não existe nenhuma versão da 3ª temporada em que Erica não esteja com um papel realmente maior! Ela terá. Ela é muito boa”, ele comentou. Duffer disse ainda que Ferguson foi um grande achado para a produção. “Ela chegou arrasando no set, e eu pensei ‘talvez ela tenha dado sorte na audição’, mas era todo dia. Qualquer desculpa que temos para colocar Erica em ação, nós usamos”. Ainda não há previsão para a estreia da 3ª temporada de “Stranger Things” na Netflix.

    Leia mais
  • Etc,  Filme

    Radicais indianos querem matar atriz de xXx: Reativado por papel em filme inédito

    25 de novembro de 2017 /

    Grupos extremistas indianos estão apelando para o terrorismo para impedir o lançamento do épico “Padmaavat” (anteriormente intitulado “Padmavati”) na Índia. Um dos mais radicais, denominado Karni Sena, ameaçou queimar os cinemas que exibirem o filme no país e também no exterior. E após os integrantes do elenco e da equipe sofrerem ameaças físicas, com a queima de bonecos representando o diretor e atores, um cadáver foi encontrado na sexta-feira (24/11) perto de um dos locais de filmagem, com uma nota sobre seu corpo referenciando o filme. A intérprete da protagonista, Deepika Padukone, vista recentemente em “xXx: Reativado”, é o principal alvo da fúria dos radicais e está com a cabeça à prêmio. Uma recompensa para quem decapitá-la foi endossada e teve seu valor aumentado pelo líder do partido político de direita Bharatiya Janata no começo da semana. Ela já tinha sido atacada no set do filme em janeiro, por radicais do Karni Sena. Em março, uma turba invadiu as filmagens e queimou cenários, figurino e jóias usadas na produção. Segundo o site Deadline, tudo isso está acontecendo com base em boatos a respeito de cenas que “Padmaavat” teria. Ninguém ainda viu o filme. E tampouco há consenso sobre os motivos dos protestos violentos. Alguns grupos o acusam de ter conteúdo sexual ofensivo, enquanto outros alegam que há imprecisões históricas. Mas a trama nem sequer é histórica. Ela é baseada numa ficção. “Padmaavat” conta a história de Rani Padmavati, uma rainha Mewar imaginada no poema épico homônimo do século 16, escrito por Malik Muhammad Jayasi. Ao longo de séculos, o relato do poema assumiu um significado histórico, embora haja pouca evidência de que os eventos envolvendo Padmavati tenham realmente ocorrido. Não há sequer registros de que a rainha tenha existido, embora o sultão descrito seja uma figura histórica e sua conquista militar tenha ocorrido. A trama gira em torno do desejo do sultão de Dheli por sua beleza, a ponto de sitiar sua fortaleza, no Forte Chittor, para tomá-la do Rei Ratan Sen. Após a conquista do forte, ela prefere o suicídio a ser capturada. O filme é baseado na versão operística que o diretor do filme, Sanjay Leela Bhansali, um dos mais premiados da Índia, transformou num espetáculo musical, exibido sem problemas em Paris e Roma na década passada. O poema também já foi filmado no passado, nos anos 1960, sem nenhum protesto. Os grupos extremistas alegam que o filme inclui uma sequência de sonhos em que o sultão muçulmano seduz a rainha hindu, transformando-a em sua amante – o que hindus consideram ofensivo. O diretor Bhansali negou repetidamente que tal cena exista, sem aplacar a ira dos radicais. Outros protestam contra a transformação do sultão de Dheli num “Khal Drogo indiano”, em referência ao bárbaro da série “Game of Thrones” – o que muçulmanos consideram ofensivo. Como pano de fundo para tanta fúria, há uma motivo que nada tem a ver com a história mostrada nas telas. Chama-se machismo. Para estrelar o filme, Deepika Padukone se tornou a primeira atriz indiana a receber um salário maior que os dos colegas masculinos de elenco. Isto pode ter irritado os grupos altamente conservadores, liderados por homens que não aceitam a igualdade feminina. Digno de nota é o fato de que a recompensa por sua cabeça ser exatamente o montante que ela recebeu pelo papel. Em comunicado, a produtora Viacom18 anunciou ter adiado o lançamento indiano indefinidamente e a Paramount, que adquiriu o filme para o resto do mundo, decidiu aguardar antes de marcar qualquer estreia internacional. “A Viacom18 Motion Pictures, o estúdio atrás de ‘Padmaavat’ adiou voluntariamente a data de lançamento do filme de 1 de dezembro de 2017”, diz o texto da produtora. “Junto com Sanjay Leela Bhansali, um dos cineastas mais talentosos de sua geração, a Viacom18 Motion Pictures criou uma bela obra-prima cinematográfica em ‘Padmaavat’, que captura o valor, dignidade e tradição de Rajput em toda a sua glória. O filme é um retrato eloquente de um poema que preencherá todos os indianos com orgulho e mostrará a proeza de contar histórias de nosso país em todo o mundo. Somos uma corporação responsável e respeitador ada lei e temos o maior respeito pela lei do país e todas as instituições e órgãos estatutários, incluindo o Conselho Central de Certificação de Filmes”. Confira abaixo o trailer do filme, que obteve mais de 48 milhões de visualizações desde que foi disponibilizado, no início de outubro.

    Leia mais
  • Filme

    Jane Fonda e Robert Redford descobrem o segredo da melhor idade em Nossas Noites

    25 de novembro de 2017 /

    A solidão dói mais na terceira idade, mas tem remédio, demonstra o filme “Nossas Noites” (Our Souls at Night), de Ritesh Batra, lançado em streaming na Netflix. O diretor indiano já tinha em seu currículo uma história romântica belíssima, “Lunchbox” (2013), envolvendo amor por correspondência. Em “Nossas Noites”, o relacionamento é frontal. Os protagonistas são um casal de viúvos idosos, que começam a dormir juntos. É até estranho usar a palavra “idoso” a respeito de Robert Redford e Jane Fonda, que já formaram um dos casais mais lindos do cinema, mas eles já assumiram faz tempo suas idades. Redford, inclusive, parece curtir bastante suas rugas. O filme é baseado no romance homônimo de Kent Haruf (“Histórias Divididas”), publicado postumamente em 2015, e tem roteiro da dupla Scott Neustadter e Michael H. Weber (“A Culpa É das Estrelas”). Na trama, Jane Fonda é Addie Moore, uma mulher que resolve ser direta. Vai até a casa de seu vizinho Louis Walters (Redford) e faz a proposta: ele topa ou não topa passar a dormir na casa dela, pelo menos para efeito de experiência? A ideia nem é fazer sexo, mas ter alguém junto na cama, para conversar antes de dormir, alguém que seja interessante. E ela acha Louis interessante. O sexo, o amor, e tudo o mais poderiam aparecer depois, se tudo funcionasse. Louis fica um pouco chocado com a proposta, mas depois de refletir resolve entrar na casa de Addie, ainda que inicialmente pela porta dos fundos. É muito bom ver como o filme lida com a relação dos dois, esse tatear em busca de uma intimidade que não existia antes, mas que deve passar a existir à medida que eles forem se conhecendo. Esse tipo de relação é mais comum do que se imagina, entre pessoas que sabem que não têm tempo a perder. Os mais jovens têm a mania de deixar escapar o tempo, gastando energia de forma fútil. “Nossas Noites” não inventa a roda e não é uma história de amor fora do comum, do ponto de vista formal. Mas é muito bem conduzida em sua narrativa, com o cuidado reconhecido de Batra com as palavras e os silêncios. Além disso, tem como inegável atrativo o fato de reunir dois dos maiores astros da “Nova Hollywood”, que não filmavam juntos há quatro décadas – após contracenarem em três clássicos: “Caçada Humana” (1966), de Arthur Penn, “Descalços no Parque” (1967), de Gene Saks, e “O Cavaleiro Elétrico” (1979), de Sydney Pollack.

    Leia mais
  • Filme

    A Trama alerta para a radicalização perigosa da juventude

    25 de novembro de 2017 /

    Embora tenha uma filmografia relativamente curta, Laurent Cantet se especializa em filmes que abordam questões sociais. Sua obra mais conhecida, “Entre os Muros da Escola” (2008), que lhe deu a Palma de Ouro, era um retrato incômodo e barulhento da rotina de um professor de uma escola pública em uma França que convive com múltiplas etnias e que parece estar em constante atrito. Ele explorou o tema antes dos vários ataques terroristas que se tornaram rotina no país. Falar sobre etnias e ao mesmo tempo citar terroristas pode soar reducionista, como se a culpa dos vários atos criminosos fosse dos muçulmanos em geral, ou dos árabes como um todo. E esta radicalização é justamente o tema de “A Trama” (2017), o novo filme de Cantet. O filme acompanha o trabalho de uma escritora idealista, Olivia (Marina Foïs, de “Polissia”), que desenvolve um workshop para a realização de um romance coletivo, escrito em parceria com vários jovens de diferentes etnias e posicionamentos políticos e sociais conflitantes. Um dos adolescentes, Antoine (o estreante Matthieu Lucci), se destaca nas discussões, devido principalmente à sua tendência ao fascismo, o que inclusive o torna agressivo com alguns colegas. Quando ele entrega sua redação a respeito de um tema que possa servir de base para a elaboração do romance, sua escrita incomoda os colegas mais sensíveis. Seu pequeno trecho de ficção sobre um banho de sangue em um iate soa quase criminoso. Alguém diz que é como se o rapaz tivesse prazer quase sexual ao escrever sobre algo tão violento. Como o espectador não vê o filme apenas pelos olhos de Olivia, acompanhando um pouco da rotina de Antoine, é convidado a também relativizar a figura do rapaz, que gosta de crianças e que é um tanto enigmático em sua solidão, em sua preferência por estar só naquela cidadezinha costeira. Ou a solidão não seria uma opção, mas algo imposto por seu destino? A questão de perspectiva é bastante explorada pela trama de “A Trama”, que aborda as várias possibilidades de se contar uma história, nas discussões entre professora e alunos. Mas, num determinado momento, o filme opta por uma virada concreta no enredo, que lhe faz mudar de gênero, aproximando-o do suspense. Uma decisão inteligente, já que o andamento fora paralisado no choque de diferenças de opiniões, que freavam as tentativas de algum aprofundamento. Até o ataque à casa de espetáculos Bataclan, em Paris, é citado, embora apenas superficialmente. Em seu filme, Cantet aproxima-se de um rapaz confuso que, com ideias pouco saudáveis de ódio e slogans fascistas do tipo “a Europa para os europeus”, demonstra potencial para virar um terrorista ou mesmo um psicopata. Mas, ao enquanto o representa como alguém de quem se deve manter distância, as palavras finais do rapaz chamam a atenção para a necessidade de cuidado, no sentido mais afetivo do termo.

    Leia mais
  • Filme

    Colo retrata a depressão sufocante da crise econômica

    24 de novembro de 2017 /

    A Revolução dos Cravos de abril de 1974 e a União Europeia trouxeram novos ventos, novas esperanças e novas possibilidades reais de avanço social, econômico e político a Portugal. Mas a crise bateu e trouxe desalento e frustração ao mundo familiar da classe média lusitana. As pessoas precisam de colo, mas quem há de poder dar-lhes, em momentos de dureza e restrições, impostos por uma política de austeridade, que lá, como cá no Brasil, produz desemprego, perda de direitos, roubando sonhos dos jovens e deixando a todos exaustos? “Colo”, da realizadora portuguesa Teresa Villaverde, é um mergulho no microcosmos doméstico que se esfacela pelo desamparo e diante da perda do direito à própria felicidade. Quando o pai tem de viver um prolongado e desesperador período de desemprego, a mulher tem de multiplicar seus trabalhos para tentar suprir as necessidades da casa, enquanto a filha adolescente entra na fase de rebeldia e contestação. Tudo começa a desmoronar. Todos se distanciam, uns dos outros, e vão perdendo a capacidade de entrar em empatia com o que vive cada um. O filme mostra o desgaste da família que produz uma incapacidade de reagir ao que quer que seja. É destrutivo viver nesse desalento, nessa ausência de afeto, nesse desencanto diante da vida. Teresa Villaverde se debruça também, em paralelo, na realidade próxima da adolescente e de seus amigos e de como eles enxergam a si mesmos, a seus pais e o quanto estão perdidos, sem saber como ajudar a superar a depressão da família. O filme “Colo” é um contundente retrato do que acontece às pessoas quando a crise econômica se impõe e a felicidade parece um sonho distante. É um olhar para o desamparo do ser humano. Um olhar atento, preocupado, perplexo, não propriamente desesperançado, mas sem respostas para o momento. A obra apresenta uma fotografia com tonalidades esmaecidas de cor. Nas filmagens externas, sugere um fim de tarde algo cinzento e, nos espaços internos, utiliza luz rebaixada, com ambientes escurecidos e até luzes de palco reduzidas por filtros. Isso, associado ao ritmo lento da evolução da narrativa e às performances contidas dos atores e atrizes, dá ao espectador a sensação clara de abatimento, que permeia a vida dos personagens, independentemente de qualquer diálogo. Teresa Villaverde é uma cineasta importante de uma geração que se destaca a partir dos anos 1990, renova e dá novo vigor à produção autoral do país. Representa, também, uma leva crescente de mulheres atuando de forma intensa no cinema em todo o mundo, o que tem enriquecido e trazido novas perspectivas para a sétima arte.

    Leia mais
  • Filme

    Liga da Justiça teria mensagem secreta de Joss Whedon sobre qualidade do filme

    24 de novembro de 2017 /

    Enquanto alguns fãs tentam convencer a Warner a lançar uma “versão do diretor” de “Liga da Justiça”, que apresente a visão integral de Zack Snyder, seu substituto na conclusão do filme, Joss Whedon, tem sido mantido distante da imprensa. Whedon não participou das entrevistas de divulgação, nem fez comentários nas redes sociais ou compartilhou fotos do set, como Snyder tem feito. Mas mesmo em silêncio total já deu pistas sobre o que acha da produção que foi convocado a “consertar”, ao curtir uma série de tuítes que criticaram o vilão Lobo da Estepe. Agora, os fãs repararam num sinal desconsertante no filme, uma espécie de “easter egg” escondido por Whedon, que explicitaria sua opinião e o motivo porque ele não tem falado sobre o lançamento. Durante os créditos de abertura de “Liga da Justiça”, logo após o nome de Whedon aparecer como roteirista, o público é apresentado a um sem-teto, que mostra um cartaz em que se lê: “Eu tentei”. Muitos acreditam que isso é uma mensagem codificada de Whedon, sugerindo que ele tentou (e falhou em) salvar o filme. Também é possível que seja mera coincidência. Mas não dá para negar que esse tipo de comentário sutil combina com o perfil do diretor. “Liga da Justiça” está atualmente em cartaz nos cinemas brasileiros, após bater o recorde de arrecadação como a maior estreia do país em todos os tempos.

    Leia mais
  • Filme

    Zack Snyder “curte” campanha por versão do diretor de Liga da Justiça

    24 de novembro de 2017 /

    A campanha que pede para a Warner lançar uma “versão do diretor” de “Liga da Justiça” ganhou um reforço inesperado. Um post pedindo mais assinaturas no abaixo-assinado acabou recebendo uma curtida de ninguém menos que o próprio diretor original do filme. Zack Snyder, que se afastou da produção devido uma tragédia familiar no início do ano, curtiu uma postagem de apoio à iniciativa com um link para a petição na rede social Vero. Veja abaixo. O texto do abaixo-assinado justifica o pedido de uma “versão do diretor” ao afirmar que a edição que está sendo exibida nos cinemas favorece a visão de Joss Whedon, convocado para terminar o filme, ao deixar de lado diversas decisões que Snyder tinha tomado quando era diretor. “Para consternação de muitos, o filme lançado pela Warner Bros. não é a que os fãs estavam esperando”, descreve o texto da petição. A campanha, no site Change.org, quer que “a Warner Bros. restaure as cenas removidas e a visão original que Zach tinha antes de sua saída”. Alguns fãs dos quadrinhos dos super-heróis ficaram decepcionados pelo fato de muitas cenas vistas nos trailers não aparecerem na edição exibida nas telas. Além da versão do diretor, a petição ainda pede para que seja restaurada a trilha sonora original de Tom Holkenborg (Junkie XL), que também foi substituído durante a produção – por composições de Danny Elfman (“Batman”). A esperança de quem assina é que a Warner se sensibilize e veja o potencial comercial de um Blu-ray com a versão do diretor. Mas nunca é demais considerar a ironia: após “Batman vs. Superman”, os fãs faziam petições para tirar Zack Snyder de “Liga da Justiça”. Fellow DC and Zack Snyder Fan @fionadcpositive on Vero, is helping with the petition and Zack Snyder himself liked the petition to get his director's cut! Keep sharing the petition wherever you can! #ZackSnyder #TomHolkenborg #JunkieXL #WarnerBros #BluRays #ManofSteel #BatmanvSupermanDawnofJustice #SuicideSquad #WonderWoman #JusticeLeague #Scores #Movies #MovieReview #DC #DCEU #BenAffleck #HenryCavill #GalGadot #JasonMomoa #EzraMiller #RayFisher #Petition #DirectorsCut #Score Uma publicação compartilhada por Roberto Mata Gutiérrez (@robertomata.dceu) em Nov 21, 2017 às 4:39 PST

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie