HBO passa a oferecer assinatura para dispositivos móveis no Brasil
O HBO Go, serviço de streaming da HBO, já pode ser assinado pelos brasileiros sem a necessidade de contratação de um pacote de TV a cabo. A novidade começou a valar a partir desta quinta-feira (30/11). Segundo a empresa, o serviço funcionará como um aplicativo, que pode ser assinado pelas lojas virtuais da Apple e do Google Play. O HBO GO estará disponível em dispositivos móveis com sistema operacional iOS (iPad, iPhone, iPod Touch) ou Android e no site www.hbogo.com.br. E “Estamos muito animados com o lançamento da HBO GO nas lojas digitais no Brasil. É um passo importante para que os brasileiros possam ter mais acesso ao nosso conteúdo exclusivo e assisti-lo a qualquer hora e em qualquer lugar”, disse Francisco Smith, vice-presidente executivo da HBO Latin America, em comunicado oficial. “Oferecer esse serviço faz parte da estratégia da empresa de tornar o conteúdo premium da HBO ainda mais acessível, de maneira fácil e rápida”. O grande problema da oferta é que a assinatura de streaming não será mais barata que a da TV paga, o que impede qualquer comemoração a respeito da novidade. O serviço custará US$ 10,99 (cerca de R$ 35) ao mês para usuários da Apple, e R$ 34,90 para os de Android. Ou seja, praticamente o mesmo, senão um pouco maior, que o atualmente cobrado para assinantes de TV paga que adquirem os pacotes da empresa – com direito ao acesso via streaming. A lógica, porém, indica que o preço deveria ser menor, tendo em vista que o assinante da TV também tem acesso ao streaming, mas o do streaming só verá a série na TV se apelar para Chromecast, Xbox 360 (com Xbox Live), Apple TV da 4ª geração ou Android TV.
Atriz de Lost e Busca Frenética entra em Fear the Walking Dead
A atriz Maggie Grace, que estrelou a série “Lost” e a trilogia cinematográfica “Busca Frenética”, juntou-se ao elenco da 4ª temporada de “Fear the Walking Dead”. Ela é a quarta novidade da atração, que está formando um elenco de prestígio para sua nova temporada. Além dos integrantes originais da série, Kim Dickens, Frank Dillane, Alycia Debnam-Carey, Colman Domingo e Danay Garcia, os próximos episódios contarão com Garret Dillahunt e Jenna Elfman, e com Lennie James, que trará o personagem Morgan de “The Walking Dead” para o spin-off. Até o momento, nenhuma informação foi adiantada sobre os papéis dos novos integrantes do elenco. A produção da 4ª temporada já começou no Texas, numa mudança de locação da série, refletindo o que disse o vilão vivido por Ray McKinnon (da série “Sons of Anarchy”) a respeito de viajar para “o que restou de Houston”. Os novos episódios de “Fear the Walking Dead” ainda não têm previsão de estreia.
Atriz de Big Little Lies negocia estrelar filme do Pikachu
A atriz Kathryn Newton, um dos destaques da série “Big Little Lies”, está em negociações finais para estrelar o filme “Detetive Pikachu”, primeiro longa com atores baseado nos jogos de “Pokémon”. Intérprete de uma filha da personagem de Reese Witherspoon em “Big Little Lies”, Newton deverá ficar com o principal papel feminino da produção e dividir as cenas com o ator Justice Smith (série “The Get Down”), já definido como protagonista. Os personagens do filme ainda não foram revelados e ainda não há sinopse oficial da produção do estúdio Legendary, mas a trama será baseada no game do Detetive Pikachu, lançado para Nintendo 3DS em fevereiro, antes da febre do “Pokémon Go”. No jogo, um garoto americano chamado Tim Goodman descobre que consegue entender o que Pikachu fala através das infinitas repetições de seu próprio nome. Assim, os dois começam a trabalhar juntos para resolver mistérios. Detalhe: no game, Pikachu usa um chapeuzinho à la Sherlock Holmes. O roteiro da adaptação foi escrito por Nicole Perlman (“Guardiões da Galáxia”) e Alex Hirsch (criador da série animada “Gravity Falls”) e a direção está a cargo de Rob Letterman (“Goosebumps – Monstros e Arrepios”). Ainda não há previsão para a estreia.
Atriz de Desperate Housewives terá papel de Joan Collins no remake de Dinastia
Os produtores de “Dynasty” definiram quem viverá a importante personagem Alexis Carrington, cuja introdução marcou uma virada na trama da série original dos anos 1980, graças a um desempenho inesquecível de Joan Collins. A nova versão de Alexis será vivida por Nicollette Sheridan, que ficou conhecida pelo papel da “perua” Eddie Britt na série “Desperate Housewives”. A rede CW, inclusive, divulgou a primeira imagem da atriz no papel. Veja acima. Embora a matriarca malévola só tenha sido introduzida na 2ª temporada da “Dinastia” clássica, ela deve aparecer já nos próximos episódios da temporada inaugural do remake, para complicar o casamento de seu ex-marido Blake com Cristal, se aliar aos filhos rebeldes Fallon e Steven, e ainda lutar pelo que tem direito como uma Carrington. A estratégia de antecipar sua entrada em cena tem a ver com a baixa audiência da série, que corre risco de ser cancelada pela rede CW. Os produtores conseguiram uma sobrevida, com a encomenda de episódios extras, que devem servir para introduzir a personagem. Com isso, o primeiro ano de “Dynasty” terá 22 episódios, o tamanho regular de uma série da TV aberta americana. Contudo, mais importante que a personagem, é a contratação de Nicollette Sheridan, e por um motivo completamente alheio ao destino de “Dynasty”. A atriz estava sumida desde que sua personagem foi morta em “Desperate Housewives”, e este exílio de quase uma década servia para confirmar a existência de uma lista negra da indústria televisiva americana. Nicollette chegou a ir à Justiça contra Marc Cherry, criador de “Desperate Housewives”, alegando ter sido demitida injustamente da série após denunciar o produtor por abuso – ela foi agredida. Cherry chegou a declarar durante o julgamento que estava arrependido pelo modo em que tratou a atriz. Mas, mesmo com a confissão, outras 10 testemunhas trazidas ao julgamento pelo canal ABC corroboraram a tese de que a morte da personagem vivida pela atriz já estava prevista antes dos fatos denunciados, e convenceram a maioria dos jurados a votar a favor do canal. Sheridan interpretou a sensual dona-de-casa Eddie Britt em cinco temporadas da atração televisiva. Mas depois que a atriz reclamou publicamente do produtor, sua personagem foi assassinada na trama. Desde então, ela ficou quase sem trabalhar e nunca mais tinha conseguido um papel com a mesma visibilidade da série das donas de casa. Seu advogado, Neil Meyer, afirmou que se tratava de uma punição corporativa da indústria televisiva, por ela ter denunciado o produtor. Só que as conspirações de bastidores implodiram nos últimos meses, após a união de diversas atrizes contra abusos cometidos por outros produtores, que resultaram numa sucessão de denúncias que abalaram as estruturas da indústria. Diversos artistas e executivos, até então considerados intocáveis, foram demitidos. E listas negras como a que supostamente barrava Nicollette Sheridan por denunciar abusos passaram a ser mal-vistas.
Criadores de American Gods abandonam a série
Os criadores da série “American Gods”, Bryan Fuller e Michael Green, abandonaram a produção da 2ª temporada, depois de um impasse com a produtora FremantleMedia. Segundo a revista Variety, a dupla estava exigindo um orçamento maior para a 2ª temporada do programa (que já estaria perto de US$ 10 milhões por episódio). Além da disputa sobre orçamento, os showrunners queriam seguir um rumo diferente com a série do que a produtora tinha em mente. Como as partes não chegaram um acordo, os dois deixaram “American Gods”, preocupando os fãs da adaptação da obra de Neil Gaiman em relação aos rumos e a qualidade da produção. Relatos indicam que os dois deixaram a maioria dos roteiros prontos, mas eles não teriam sido integralmente aprovados em razão dos custos. O conflito de bastidores também explica porque a produção ainda não começou a gravar sua 2ª temporada. Bryan Fuller chegou a abandonar seu emprego dos sonhos, como showrunner de “Star Trek: Discovery”, após ser um trekker por anos, para se dedicar a “American Gods”. Ele agora vai concentrar seus esforços na adaptação de “Amazing Stories”, recriação da série dos anos 1980 de Steven Spielberg, que está em desenvolvimento na Apple. Já Michael Green continuará focado no cinema, desenvolvendo as continuações/spin-offs de dois de seus sucessos deste ano: “Logan” e “Assassinato no Expresso do Oriente”. O roteirista também escreveu os recentes “Blade Runner 2049” e “Alien: Covenant”.
Relatos Selvagens sai de cartaz após três anos de exibição ininterrupta em São Paulo
O filme que está há mais tempo em cartaz no Brasil vai deixar os cinemas no fim de semana, após três anos – 162 semanas – de exibição ininterrupta. “Relatos Selvagens” terá sua última sessão no sábado (2/11), no Cine Caixa Belas Artes, em São Paulo, às 16h20. O Belas Artes planeja uma sessão especial para marcar a despedida do filme, que teve sua primeira exibição no Brasil durante a abertura da 38º edição da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, em 2014. Com uma estrutura episódica, “Relatos Selvagens” lida de forma cômica com histórias de tragédia, amor, decepção e violência, a partir de relatos do cotidiano. Dirigido por Damián Szifron e produzido pelo cineasta espanhol Pedro Almodóvar, tornou-se o maior sucesso do cinema argentino não só no Brasil, mas em vários países do mundo. Além da popularidade, também conquistou indicação ao Oscar de Melhor Filme de Língua Estrangeira, venceu o BAFTA (o Oscar britânico) na mesma categoria, o Goya (o Oscar espanhol) de Melhor Filme Ibero-americano e fez a limpa na premiação da Academia Argentina, vencendo 10 prêmios do “Oscar local”.
Jim Nabors (1930 – 2017)
O ator Jim Nabors, que viveu o personagem Gomer Pyle em “The Andy Griffith Show” e em sua própria sitcom, morreu na manhã desta quinta (30/11) em sua casa no Havaí, aos 87 anos. James Thurston Nabors nasceu em 12 de junho de 1930, no Alabama. Filho de um policial, ele se formou em administração de empresas e trabalhou até como telefonista para a ONU (Organização das Nações Unidas), em Nova York, antes de se mudar para a California, onde o clima era melhor para sua asma. Ele arranjou emprego como editor de imagens da rede NBC em 1960, mas à noite se apresentava como comediante amador. Nabors fazia uma show num teatro de cabaré em Santa Monica, quando foi “descoberto” por Andy Griffith, que o considerou perfeito para interpretar um novo personagem em sua série na CBS: Gomer Pyle, um mecânico afável, pouco inteligente e extremamente feliz, que trabalhava no posto de gasolina de Wally (Norman Leavitt) em Mayberry. O personagem iria aparecer em apenas um episódio, que foi exibido no meio da 3ª temporada do “Andy Griffith Show”, em dezembro de 1962, mas surpreendeu os produtores por agradar ao público, que pediu seu retorno. Diante da repercussão, Nabors foi contratado para integrar o elenco fixo da atração. Mas o ator não ficou muito tempo na série. Gomer Pyle fez tanto sucesso que os produtores resolveram dar-lhe seu próprio programa. Gomer Pyle se alistou nos fuzileiros navais americanos no final da 4ª temporada, num episódio que serviu de piloto para o spin-off centrado no personagem. A mudança deu mais que certo. “Gomer Pyle: USMC” tornou-se um dos maiores sucessos da TV americana nos anos 1960. Durou cinco temporadas, entre 1964 e 1969, e chegou a ser exibida no Brasil com o título “Fuzileiro das Arábias”. Na trama, o recruta atrapalhado Pyle era invariavelmente perseguido pelo sargento esquentado Vince Carter (Frank Sutton). A interação dos personagens acabou inspirando um dos quadros mais populares do programa “Os Trapalhões” na Globo, ainda que sem os devidos créditos. Apesar de retratar militares em plenos anos 1960, a série nunca abordou a guerra do Vietnã. Mas o ator confessou que a presença do conflito era evidente nos créditos de abertura e o assombrava, pois muitos dos fuzileiros reais com quem marchava no começo dos episódios morreram no conflito asiático. Em 1969, quando a série estava em 2º lugar na audiência geral da TV americana, Nabors resolveu sair da produção, alegando que buscava novos desafios. Ele dizia que nem sequer se considerava ator, porque só tinha interpretado um único personagem em sua carreira inteira. Assim, virou apresentador de programa de variedades. Embora “The Jim Nabors Hour” tenha durado só dois anos, a atração revelou seu talento como cantor. Ele acabou gravando mais de duas dúzias de discos com sua voz de barítono, que costumava surpreender aqueles que se acostumaram a ouvi-lo exclamar “Gawleleee!” (“golly”, ou nossa!, com sotaque sulista), seu bordão televisivo. Ele tentou emplacar uma nova série em 1975, a comédia sci-fi “The Lost Saucer”, mas a produção foi cancelada após 15 episódios e Nabors nunca mais protagonizou nenhuma outra produção. Curiosamente, ele não se aventurou muito no cinema. A culpa é de sua estreia como um beatnik na comédia “Papai Não Sabe Nada” (1963), estrelada por James Stewart e Sandra Dee. Sua voz carregada de sotaque, que se tornaria famosa, desagradou tanto aos produtores que acabou dublada por outro ator. A experiência negativa o afastou do cinema por duas décadas. Ele só fez mais três filmes, todos consecutivos e ao lado do amigo Burt Reynolds, aparecendo como o antagonista da comédia clássica “A Melhor Casa Suspeita do Texas” (1982), voltando a ser mecânico em “O Imbatível” (1983) e reciclando o recruta “Homer Lyle” em “Um Rally Muito Louco” (1984). Nesta época, seus trabalhos já se resumiam a participações eventuais em séries como “O Barco do Amor”, “Supermáquina” e “The Carol Burnett Show”. Sem muitas opções, ele acabou voltando a viver Gomer Pyle. Primeiro, num telefilme de reencontro do elenco de “The Andy Griffith Show”, “Return to Mayberry”, exibido em 1986. Depois, num episódio de “Hi Honey, I’m Home” exibido em 1991, quando encerrou a carreira. Embora seu personagem mais famoso fosse fictício, a Marinha americana reconheceu a importância de Gomer Pyle para a imagem da corporação e resolveu oficializar sua promoção, passando-o de soldado raso para cabo num evento de marketing militar nos anos 2000. A ironia é que se o verdadeiro Jim Nabors quisesse ser fuzileiro, seria impedido, já que ele era homossexual. Gays declarados não podiam ter carreira militar nos Estados Unidos até 2011. Nabors manteve sua vida particular privada enquanto esteve em atividade, embora rumores de homossexualidade tenham sugerido até um casamento secreto com Rock Hudson nos anos 1970. Mas após se afastar do showbusiness, ele saiu do armário e se casou oficialmente com Stan Cadwallader, após três décadas de relacionamento, em janeiro de 2013, um mês após o casamento entre pessoas do mesmo sexo ser considerado legal em Washington.
Lady Bird é eleito melhor filme do ano pelos críticos de Nova York
A rodada das listas de melhores do ano da crítica americana teve sua segunda votação divulgada. Após o National Board of Review, é a vez do New York Film Critics Circle, Associação de Críticos de Cinema de Nova York, revelar seus favoritos. A votação divulgada nesta quinta-feira (30/11) elegeu “Lady Bird” o Melhor Filme de 2017 e confirmou que os filmes independentes são os grandes destaques da temporada. Primeiro longa dirigido pela atriz Greta Gerwig (de “Frances Ha”), “Lady Bird” encantou a crítica americana, conseguindo estabelecer um recorde de aprovação no site Rotten Tomatoes, como o filme mais elogiado de todo o site. Além de Melhor Filme, também rendeu o prêmio de Melhor Atriz para Saoirse Ronan. A trama é baseada na juventude de Gerwig e acompanha uma garota (Ronan) do Norte da Califórnia, que é tratada como ovelha negra da família pela própria mãe (Laurie Metcalf, a mãe de Sheldon na série “The Big Bang Theory”), mas ela própria se vê como uma joaninha (ladybird), querendo voar. Apesar de “Lady Bird” ser um filme estreante, curiosamente, o eleito como Melhor Diretor Estreante foi outro: Jordan Peele, de “Corra!”. O segundo filme mais votado foi “Projeto Flórida”, que rendeu os prêmios de Melhor Direção para Sean Baker e Melhor Ator para Willem Dafoe. Dafoe, por sinal, foi o único veterano a conquistar reconhecimento nas categorias de interpretação. Na eleição dos Melhores Coadjuvantes, Timothée Chalamet voltou a vencer um prêmio por “Me Chame por Seu Nome”, enquanto uma inesperada Tiffany Haddish surpreendeu ao ganhar pela comédia “Girls Trip”. Veja a lista completa dos favoritos da crítica nova-iorquina abaixo. Melhores de 2017: New York Film Critics Circle Melhor Filme: “Lady Bird” Melhor Direção: Sean Baker, de “Projeto Flórida” Melhor Ator: Timothée Chalamet, por “Me Chame por Seu Nome” Melhor Atriz: Saoirse Ronan, por “Lady Bird” Melhor Ator Coadjuvante: Willem Dafoe, por “Projeto Flórida” Melhor Atriz Coadjuvante: Tiffany Haddish, por “Girls Trip” Melhor Roteiro: Paul Thomas Anderson, por “A Trama Fantasma” Melhor Direção de Fotografia: Rachel Morrison, por “Mudbound” Melhor Filme Estrangeiro: “120 Batimentos por Minuto” (França), de Robin Campillo Melhor Documentário: “Faces Places” (França), de Agnès Varda Melhor Animação: “Viva: A Vida é uma Festa” Melhor Filme de Diretor Estreante: “Corra!”, de Jordan Peele Prêmio Especial: Molly Haskell (crítica de cinema do The New York Times)
Crossover das séries da DC Comics será exibido de forma integral nesta sexta no Brasil
O badalado crossover “Crisis on Earth-X”, que reúne episódios das séries “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl” e “Legends of Tomorrow”, será exibido no Brasil nesta sexta-feira (1/12). O canal pago Warner vai exibir os quatro episódios que formam a história de forma consecutiva a partir das 21h40, como se fosse um filme. Uma boa ideia, já que os telespectadores americanos até consideraram o especial melhor que o longa-metragem da “Liga da Justiça”, numa votação realizada pelo site TVLine. Há bons motivos para o entusiasmo: a história inclui dois casamentos, um funeral, estreias de novos heróis, supervilões decentes e até nazistas de outra dimensão, além de muita ação e… sexo! Em “Crisis on Earth-X”, os heróis da DC se reúnem para celebrar o casamento de Barry Allen/Flash e Iris West, mas a comemoração acaba interrompida pela chegada dos vilões da Terra-X, uma dimensão paralela em que os nazistas venceram a 2ª Guerra Mundial. A história movimentada ajudou as quatro séries a atingirem suas maiores audiências do ano, vistas por 2,7 milhões de telespectadores ao vivo nos Estados Unidos. O problema com a chegada do crossover ao país é o timing, já que a Warner exibe as séries da DC Comics com cerca de duas semanas de atraso em relação aos Estados Unidos. Para programar “Crisis on Earth-X” nesta sexta, o canal pago brasileiro pulará um episódio em todas as séries. E isto fará com que alguns elementos da trama não façam sentido, como os comentários de Supergirl sobre o casamento de Mon-El, que ela só vai descobrir no episódio que normalmente iria ao ar na próxima semana no Brasil. O lado positivo desta antecipação é que ela pode fazer cair o espaço da exibição das séries no Brasil para uma semana. Isto é, se “Crisis on Earth-X” não for reprisado em duas semanas, quando a história se encaixaria na programação normal do canal Warner. A Conferir.
Série de comédia SMILF é renovada para a 2ª temporada
O canal pago americano Showtime anunciou a renovação de sua nova série de comédia “SMILF”. A decisão foi tomada após a exibição de quatro dos dez episódios encomendados para sua 1ª temporada. A atração registrou uma das melhores audiências de novatos do canal, com uma estreia assistida por 768 mil pessoas ao vivo, números que foram dobrados com reprises e outras plataformas. Impulsionada por uma exibição junto da estreia da 7ª temporada de “Shameless”, que bateu recorde de público, a série segurou a audiência nos episódios seguintes, que registraram 500 mil telespectadores ao vivo. “SMILF” é baseado no curta-metragem indie homônimo de Frankie Shaw (a Shayla Nico na série “Mr. Robot”), premiado no festival de Sundance de 2015. Além de escrever e produzir, Shaw também dirige e estrela os episódios como Bridgette, uma garota de 20 e poucos anos, que mora em Boston e tenta ter uma carreira, amizades e sexo, enquanto reluta em aceitar a realidade de ser uma mãe jovem e solteira. O título, por sinal, é uma gíria sexista, abreviatura de Single Mom I’d Like to F* (mãe solteira que eu gostaria de transar). Mas como mostra a série, apesar de bonitinha, jovem e solteira, a protagonista não consegue transar de jeito nenhum, justamente por causa de seu bebê. A 1ª temporada estreou em 5 de novembro nos Estados Unidos e a exibição do último episódio está marcada para 31 de dezembro. Ainda não há previsão para a estreia no Brasil.
Mindhunter é renovada para a 2ª temporada
A Netflix anunciou oficialmente a renovação de “Mindhunter” para sua 2ª temporada. A notícia foi compartilhada no Twitter oficial da atração e acompanhada por um vídeo. Veja abaixo. Considerada uma das melhores séries do serviço de streaming em 2017, “Mindhunter” é produzida pelo cineasta David Fincher (“Seven”, “Zodíaco”, “Garota Exemplar”) e a atriz Charlize Theron (“Mad Max: Estrada da Fúria”), e conta a história real da primeira equipe de elite do FBI dedicada a investigar serial killers. A produção é baseada no livro de memórias “Mind Hunter: Inside the FBI’s Elite Serial Crime Unit”, publicado em 1996 pelo agente John Douglas – vivido por Jonathan Groff (séries “Glee” e “Looking”) na atração. A trama mostra como ele juntou especialistas de várias áreas para estudar a mente de psicopatas, que se encontram encarcerados, e como passou a utilizar esse conhecimento para caçar assassinos soltos. O elenco inclui Holt McCallanay (“Sully”), Anna Torv (série “Fringe”), Cotter Smith (série “The Americans”), Sonny Valicenti (“A Última Ressaca do Ano”) e Hannah Gross (“Quando Eu Era Sombrio”). Além de produzir, Fincher também dirigiu alguns episódios, como fez com “House of Cards” – quatro capítulos na 1ª temporada. Ainda não há previsão para a estreia da 2ª temporada, que deve ser disponibilizada no final de 2018. We need to talk to more subjects. pic.twitter.com/7pTnxAhM0G — MINDHUNTER (@MINDHUNTER_) November 30, 2017
Participação de Johnny Depp na continuação de Animais Fantásticos e Onde Habitam causa controvérsia
A participação de Johnny Depp no papel-título de “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald” está causando controvérsia nas redes sociais, devido à política de tolerância zero de Hollywood contra casos de violência contra mulheres, em “vigor” desde a denúncia de Harvey Weinstein em outubro. Uma seguidora da escritora J.K. Rowling, criadora da franquia “Harry Potter” e autora do roteiro do novo filme, chegou a ser bloqueada por questionar o fato, o que só aumentou a discussão. A fã, identificada apenas como Lindsey, lembrou que o ator Jamie Wayllet, que interpretou o personagem secundário Vincent Crabbe na franquia “Harry Potter”, foi substituído após ser acusado de plantar maconha na casa da mãe, enquanto Jonny Depp, acusado de de violência doméstica contra a ex-mulher, Amber Heard, foi promovido a protagonista da sequência de “Animais Fantásticos e Onde Habitam” após uma breve aparição. “Se eu entendi corretamente, o ator que interpretou Crabbe, um personagem menor, foi demitido de ‘Harry Potter’ por usar drogas. Mas Johnny Depp, que abusou da mulher, ganha um papel importante nos seus filmes? Corrija-me se eu estiver errada”, disse Lindsey para a escritora. Sem responder, J.K. Rowling bloqueou a usuária do Twitter. Mas os usuários lembraram que a própria escritora falou mal de Harvey Weinstein quando as acusações de assédio sexual contra o produtor explodiram, em outubro. Na ocasião, a autora disse que homens como ele “são muito perigosos para estar em liberdade”. A polêmica também fez o diretor do filme, David Yates, se manifestar. “Honestamente, há uma questão neste momento, no qual muitas pessoas são acusadas de coisas por várias vítimas, e é assustador. Com Johnny, parece para mim que uma pessoa tentou atingi-lo e alegou algo. Só posso falar sobre o homem que vejo todos os dias. Ele é cheio de decência e bondade e isso é tudo o que vejo. Qualquer acusação que exista não condiz com o ser humano com quem estive trabalhando”, ele afirmou em entrevista à revista Entertainment Weekly. Diante da insistência do repórter que o entrevistou, Yates continuou: “Algumas mulheres na vida de Depp disseram as mesmas coisas – esse não é o humano que conheço. É bem diferente dos casos em que há múltiplos acusadores, ao longo de muitos anos, que precisam ser investigados e a partir dos quais devemos refletir sobre a nossa indústria permissiva. Johnny não está nesta categoria de nenhuma forma. É uma questão encerrada.” Mas o público não parece ver muita diferença. Diante de demissões, processos e consequências claras contra os acusados de assédio e abuso em Hollywood, a “promoção” de Johnny Depp se tornou controversa, especialmente por seu papel fazer parte de uma franquia adorada pelas crianças, como prólogo de “Harry Potter”. Para quem não lembra, a atriz Amber Heard se separou de Johnny Depp de forma tumultuada, após o surgimento de uma foto em que aparecia com o rosto machucado e de um vídeo que mostrava o ator bêbado e agressivo, o que acelerou o processo de separação. Para deixar claro que não estava atrás de dinheiro, Heard doou tudo o que obteve no divórcio para causas de defesa da mulher e para um hospital infantil. Desde então, fez muitas insinuações sobre ter sido vítima de violência doméstica. Atualmente em produção, “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald” tem estreia marcada para novembro de 2018, e os planos de J.K. Rowling preveem a produção de mais três continuações.
Reddit acumula spoilers sobre Vingadores: Guerra Infinita e “revela” quem morre
Após a confirmação de que super-heróis vão morrer em “Vingadores: Guerra Infinita”, o primeiro trailer do filme passou a virar fonte de diversas teorias. Há desde quem acredite que a ordem da aparição dos personagens seja uma lista de morte até os que juram ter visto o Visão morrer numa das cenas exibidas de forma veloz na prévia. Os debates chegaram a se tornar especialmente intensos nos fóruns da plataforma Reddit. Até começarem a surgir aqueles que garantem saber tudo sobre o enredo do filme. A verdade é que os spoilers alegados são completamente conflitantes. Quer saber quem morre? Leia abaixo. Mas nada está confirmado. Em todas as versões, as mortes mais importantes acontecem no time dos Guardiões da Galáxia. Uma versão afirma que Nebula (ou Nebulosa) é assassinada por Thanos. Em outra é Gamora, o que faz Nebula finalmente se juntar aos Guardiões para enfrentar seu “pai”. Uma terceira versão sustenta que mais de um dos Guardiões morre, e o primeiro é Drax. Entre os Vingadores, o Visão é o mais cotado, descrito como morto na maioria dos autoproclamados spoilers. Afinal, ele possui uma das jóias do infinito que Thanos quer juntar em sua manopla. Outros personagens na lista de óbitos incluem o vilão Loki, após se aliar a Thanos, a família do Gavião Arqueiro e a guerreira Ayo, uma das Dora Milage. Em compensação, alguns personagens mortos podem reaparecer. Como Mercúrio, ressuscitado por uma das jóias do infinito, e o Caveira Vermelha, que estaria no espaço desde o fim da 2ª Guerra Mundial. Outras aparições supostamente guardadas em sigilo são as de Hela, que viraria a encarnação da Morte, por quem Thanos tem obsessão nos quadrinhos, além dos estreante Adam Warlock e Capitã Marvel. Os spoilers também afirmam que Homem de Ferro e Capitão América morrem em “Vingadores 4”, que trará uma nova batalha contra Thanos e será responsável por encerrar a atual fase do universo Marvel nos cinemas. Parte dessas revelações parece pura dedução lógica. Outra parte é tão fantasiosa que poderá surpreender mesmo se for confirmada. A verdade é que algumas pessoas possuem realmente acesso privilegiado à informações sigilosas, como se pôde ver pelo vazamento de cenas inéditas do filme no Reddit. Três dias antes do trailer ser divulgado, o usuário The Ascended Ancient publicou cinco seis vídeos de “Vingadores: Guerra Infinita” na internet. E embora houvesse a impressão de que se tratavam de cenas do trailer, apenas uma delas apareceu na prévia oficial da Marvel. Com direção dos irmãos Russo (“Capitão América: Guerra Civil”), “Vingadores: Guerra Infinita” estreia em 26 de abril no Brasil.












