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    Nasce a filha de Nikki Reed e Ian Somerhalder

    11 de agosto de 2017 /

    Nasceu o primeiro bebê do casal de “vampiros” Nikki Reed (da saga “Crepúsculo”) e Ian Somerhalder (da série “The Vampire Diaries”). O programa E! News confirmou que a criança é uma menina e veio ao mundo no dia 25 de julho, mas os pais não divulgaram. Ela ganhou o nome de Bodhi Soleil Reed Somerhalder. Bodhi é uma palavra em sânscrito que significa “iluminado” e Soleil é “sol” em francês. A menina é, portanto, um sol iluminado. Claro, Bodhi também era o nome do personagem de Patrick Swayze em “Caçadores de Aventura” (1991)… O anúncio da gravidez só foi confirmado em maio, já bem avançada, e apenas depois da imprensa ter levantado suspeitas. Nikki usou seu Instagram para dividir uma foto de sua barriga de gravidez. “Conheço você, mas só de te sentir. Como é possível já amar tanto alguém assim? Todos sabem com certeza que este é o sentimento mais forte que eu já senti na minha vida”, ela escreveu. O nascimento acontece dois anos após o casamento dos atores, que em abril passado celebraram o aniversário trocando juras de amor pelas redes sociais.

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  • TV

    Hackers vazam email em que a HBO lhes oferece dinheiro

    11 de agosto de 2017 /

    Um email vazado por hackers ao site da revista americana The Hollywood Reporter aponta que um executivo da HBO ofereceu US$ 250 mil aos hackers que invadiram os servidores da empresa, roubando informações e episódios de séries. O pagamento seria uma espécie de recompensa pela descoberta de vulnerabilidades no sistema. A mensagem sugere uma negociação entre a empresa e o grupo de hackers, mas é cuidadosamente redigida para evitar a insinuação do pagamento de um resgate pelas informações roubadas. No email, o executivo diz que a HBO está “trabalhando duro” desde 23 de julho para rever o material e pede que os hackers “prorroguem seu prazo por uma semana”. “Como uma demonstração de boa-fé da nossa parte, estamos dispostos a pagar uma recompensa de US$ 250 mil para vocês, assim que conseguirmos estabelecer a conta necessária e adquirir bitcoin”, diz o texto. O THR confirmou que o executivo que aparece como remetente da mensagem trabalha para uma divisão de tecnologia da HBO, mas não conseguiu verificar a autenticidade do email, datado de 27 de julho. A HBO não comentou o assunto. A empresa de TV por assinatura confirmou no último dia 31 que teve seus servidores hackeados e que informações e episódios de “Game of Thrones” e outras séries foram roubados. Em emails enviados a sites americanos, os hackers afirmam que tiveram acesso a 1,5 terabytes de dados, incluindo roteiros, episódios ainda não lançados, relatórios financeiros, entre outros arquivos. A revelação da possível negociação veio após os hackers afirmarem, em mensagem anterior, que a HBO não levava à sério suas ameaças. “É apenas dinheiro. Tivemos semanas de negociações com funcionários da HBO, mas eles quebraram suas promessas e querem jogar conosco”. Até agora, os responsáveis pela ação vazaram episódios das séries “Ballers” e “Room 104”, além do resumo do roteiro de um episódio inédito de “Game of Thrones”, o equivalente a um mês de emails de um alto executivo da HBO e telefones do elenco de “Game of Thrones”. O vazamento antecipado do episódio passado de “Game of Thrones” veio de outra fonte, identificada como sendo da Índia.

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  • Filme

    Arnold Schwarzenegger será humano no próximo O Exterminador do Futuro

    11 de agosto de 2017 /

    “O Exterminador do Futuro 6” vai mesmo acontecer, com produção do criador da franquia James Cameron e com Arnold Schwarzenegger em papel de destaque. O detalhe é o que, desta vez, Schwarzenegger não interpretará um robô assassino do futuro. Em entrevista ao site Arnold Fans, Cameron revelou que seu velho amigo interpretará o humano que deu origem ao modelo T-800. “Se você olhar para trás, pode se perguntar quem foi o humano que deu origem ao T-800. Por que ele parece e soa como Arnold Schwarzenegger? Deve ter uma razão. Existe um cara que teve seu DNA selecionado e clonada para a máquina. Será que ele trabalhava para a skynet? Por que ele foi escolhido por um motivo? Ou foi tudo acaso? Algumas dessas questões serão respondidas no próximo filme”, disse ele. O longa já está no cronograma de lançamentos da Paramount, após a produtora Skydance renovar seu contrato de distribuição, e deve começar a ser filmado em 2018. A primeira versão do roteiro é esperada para setembro. A nova continuação será a primeira produzida por Cameron desde “O Exterminador do Futuro 2” (1991) e chegará após uma tentativa frustrada de reboot da franquia – “O Exterminador do Futuro: Gênesis” (2015) – , que fracassou nas bilheterias. A participação de Cameron, que criou os personagens e a trama em 1984, representa uma reviravolta há muito aguardada pelos fãs e pelo próprio cineasta. Ele foi obrigado a ceder os direitos da franquia no acordo de seu divórcio com a atriz Linda Hamilton, estrela dos dois primeiros filmes, por isso não teve nada a ver com as sequências produzidas desde então. Mas um cláusula previa que os direitos reverteriam para o diretor após 20 anos. A data vai coincidir com o lançamento do próximo “Exterminador do Futuro”, previsto para 2019. Ocupado com outra franquia chamada “Avatar”, Cameron não irá para trás das câmeras. Ele trabalhará nos bastidores, deixando as filmagens para o diretor Tim Miller (“Deadpool”).

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  • Filme

    Ator confirma que refilmagens de Liga da Justiça visam mudar o tom do filme

    11 de agosto de 2017 /

    Os boatos sobre as filmagens extras de “Liga da Justiça”, que seriam maiores do que o assumido oficialmente, foram abordados pela primeira vez por um integrante do elenco da produção. O ator Joe Morton (série “Eureka”), que interpreta o pai do Ciborgue, Dr. Silas Stone, revelou que as refilmagens mudaram o tom do filme, que estaria muito sombrio. “Eles fizeram ajustes no tom do Ciborgue. O que eu ouvi foi que havia uma necessidade do estúdio para deixar o filme mais leve, pois estava muito sombrio. Não sei exatamente o que isso significa, mas o que ouvi é que as refilmagens foram sobre isso”, disse Morton, em entrevista ao site IGN Oficialmente, o diretor Joss Whedon (“Os Vingadores”) assumiu “Liga da Justiça” após uma tragédia na família de Zack Snyder (“Batman vs Superman”), que pediu para se afastar da pós-produção. Snyder teria rodado todo o filme antes de passar o bastão para Whedon realizar filmagens adicionais durante duas semanas em Londres. O detalhe é que este prazo já foi superado há bastante tempo e o trabalho ainda não acabou. Segundo fontes da revista Variety, Whedon escreveu um novo roteiro para aproximar “Liga da Justiça” do tom mais leve de “Mulher-Maravilha”, que foi um enorme sucesso, e se afastar do tom sombrio de “Batman vs. Superman”, comandado justamente por Snyder. Joe Morton parece confirmar que este foi realmente o caso. “Liga da Justiça” estreia em 16 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Irmãos Russo anunciam começo das filmagens de Vingadores 4

    10 de agosto de 2017 /

    Os irmãos Joe e Anthony Russo divulgaram nas redes sociais a foto de uma mão enluvada, exibindo quatro dedos, para marcar o começo das filmagens de “Vingadores 4”, ainda sem título oficial. A legenda diz apenas “Começando o fim”. Nada foi dito sobre o dono da luva, mas teorias no Facebook dos diretores vão desde Nomad, que seria a nova identidade heroica de Steve Rogers, até o vilão espacial Kang, o Conquistador, que enfrentou os Vingadores pela primeira vez nos quadrinhos em 1964. O filme só vai estrear em maio de 2019 e será uma continuação da trama de “Vingadores: Guerra Infinita”, que estreia em abril de 2018. Apesar disso, Joe Russo frisou que os longas serão diferentes entre si. “Eles são gigantescos. Mas é importante que eles sejam distintos, com tons diferentes, narrativas diferentes, surpresas distintas. Trabalhamos duro para garantir que eles fosse diferentes, estruturalmente”, ele disse, durante a Comic-Con. Beginning the end. Uma publicação compartilhada por The Russo Brothers (@therussobrothers) em Ago 10, 2017 às 11:06 PDT

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  • Filme

    Suíça inaugura lista de candidatos à vaga no Oscar de Melhor Filme Estrangeiro de 2018

    10 de agosto de 2017 /

    A Suíça saiu na frente e anunciou o primeiro candidato à disputa de uma vaga no Oscar de Melhor Filme Estrangeiro de 2018. “The Divine Order”, de Petra Volpe, vai representar o país na busca de um lugar na premiação. O longa deve ser lançado em solo americano no mês de outubro. Ambientado em 1971, o filme conta a história de Nora (Marie Leuenberger), uma jovem dona de casa casada e mãe de dois filhos em um agradável vilarejo suiço. Mas um detalhe incomoda a protagonista. Seu país não permite o voto e diversos direitos às mulheres. É então que Nora decide mudar a situação, liderando uma campanha pelo voto feminino em seu cantão, em plenos anos 1970. Por curiosidade, a diretora e roteirista Petra Volpe nasceu um ano antes dos fatos históricos de seu filme, que recebeu o Prêmio do Público e de Melhor Atriz no último Festival de Tribeca. Veja o trailer de “The Divine Order” abaixo. No Oscar 2017, a Suíça acabou representada na disputa da Melhor Animação com “Minha Vida de Abobrinha”.

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  • Série

    Criadora de Orange Is the New Black vai produzir série sobre Feira da Renascença

    10 de agosto de 2017 /

    O canal pago Lifetime encomendou uma nova série produzida por Jenji Kohan, a criadora de “Orange Is the New Black”, “Weeds” e produtora de “GLOW”. Intitulada “American Princess”, a atração foi concebida por Jamie Denbo, que é uma das atrizes de “Orange Is the New Black”, e gira em torno de uma noiva que abandona o casamento de seus sonhos. Ao descobrir que seu noivo é infiel, ela sai correndo e vai parar numa Feira da Renascença, em que todos agem como se vivessem na Idade Média. Assim, enquanto experimenta um colapso nervoso, ela resolve reavaliar sua vida sob uma nova perspectiva, na condição de donzela medieval. “American Princess” vai se juntar à “UnReal”, “Mary Kills People” e ao vindouro thriller psicológico “You” na estratégia de renovação do Lifetime, em busca de séries de viés feminino, mas de conteúdo mais ousado. A 1ª temporada terá 10 episódios, com previsão de estreia para o final de 2018.

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  • Série

    Série clássica Os Monstros pode voltar à TV em nova versão

    10 de agosto de 2017 /

    A NBC vai tentar novamente emplacar um remake da série clássica “Os Monstros”, grande sucesso da época da TV em preto e branco. A atração original de 1964 era estrelada por Fred Gwynne (“Cemitério Maldito”), Al Lewis (“A Noite dos Desesperados”) e Yvonne De Carlo (“Capitão Blood”) e concorria com “A Família Addams” no mesmo filão de família de monstros camaradas. O programa acompanhava o cotidiano de Herman, um monstro similar ao de Frankenstein, em sua vida comum de pai trabalhador, às voltas com a mulher vampira Lily, o sogro vampiro que todos chamavam de Vovô Monstro, o filho lobisomem Eddie e a sobrinha que envergonhava a família pela feiura, Marilyn (na verdade, uma loira deslumbrante). Além da série, “Os Monstros” originais também tiveram um filme colorido, “Monstros, Não Amolem!” (1966), e um telefilme de reencontro dos personagens, “The Munsters’ Revenge” (1981). Mas mesmo com a aposentadoria dos atores, a franquia da Universal nunca saiu totalmente do ar. O estúdio televisivo emplacou seu primeiro remake em 1987. Intitulada “The Munsters Today”, a segunda versão durou três temporadas, embora pouca gente lembre dela. Depois disso, o canal ainda lançou dois telefilmes com elencos completamente diferentes nos anos 1990. Segundo o site Deadline, o piloto em desenvolvimento vai girar em torno de uma família não convencional que tenta manter seus valores, enquanto busca se adaptar à vida moderna em meio aos hipsters do Brooklyn nova-iorquino. A nova versão está sendo desenvolvida pelo comediante Seth Meyers, que além de apresentador de talk show é o criador da série animada “The Awesomes”, e por Jill Kargman, criadora da sitcom “Odd Mom Out”. Por enquanto, a produção está em fase de roteiro. Apenas se o texto agradar, um elenco será definido para a gravação de um piloto, que ainda precisará ser aprovado para o projeto virar série. Vale lembrar que, em 2012, a NBC recusou o piloto de um remake intitulado “Mockingbird Lane” (o nome da rua em que moravam os Monstros), escrito por Bryan Fuller (“Deuses Americanos/American Gods”) e dirigido por Bryan Singer (“X-Men”). Na ocasião, os executivos da rede afirmaram que tentariam uma nova abordagem em outra oportunidade.

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  • Série

    GLOW: Série de luta livre feminina é renovada para a 2ª temporada

    10 de agosto de 2017 /

    A Netflix renovou a série “GLOW”, passada no submundo das lutas livres femininas dos anos 1980. A atração terá mais 10 episódios em sua 2ª temporada, prevista para 2018. “GLOW” é a segunda série produzida por Jenji Kohan na programação da plataforma. Kohan é a criadora do sucesso “Orange Is the New Black”. Mas “GLOW” foi criada por Liz Flahive e Carly Mensch (produtoras-roteiristas de “Nurse Jackie”). De todo modo, as duas séries tem muito em comum. Ambas são focadas em universos femininos, inspiradas por histórias reais e se tornaram sucessos com ressonância na cultura pop. Embora a Netflix não divulgue dados de audiência, das seis novas séries de comédia lançadas pela plataforma em 2017, “GLOW” foi a que mais repercutiu em citações na mídia e nas redes sociais. Os demais lançamentos foram “Santa Clarita Diet”, “Dear White People”, “One Day At a Time”, “Friends from College” e a já cancelada “Girlboss”. A série gira em torno de uma atriz desempregada, que agarra a última oportunidade de alcançar o estrelato em um projeto televisivo sobre luta livre feminina, idealizado por um produtor inexperiente e comandado por um diretor de filmes trash. Ao ingressar na equipe, ela encontra personagens caricatas da época — de cabeleiras volumosas e maiôs de luta coloridos –, com quem passa a conviver e a lutar por 15 minutos de glória num “esporte” até então dominado por homens. Para quem não lembra, “G.L.O.W.” foi o nome de um programa de verdade, que mostrava lutas entre atrizes iniciantes, modelos, dançarinas e dublês que tinham o sonho de entrar no mercado de entretenimento. A sigla significa Gorgeous Ladies of Wrestling (as deslumbrantes senhoras da luta livre) e uma das empresárias envolvidas era a mãe do ator Sylverster Stallone. No Brasil, o programa foi exibido no SBT com o título de “Luta Livre de Mulheres”. A série inclui em seu elenco Alison Brie (“Community”), Betty Gilpin (“Master of Sex”), Sunita Mani (“Mr. Robot”), Ellen Wong (“The Carrie Diaries”), Sydelle Noel (“De Repente um Bebê”), Britt Baron (“Criminal Minds: Beyond Borders”), Marc Maron (“Quase Famosos”), Jackie Tohn (“CHiPS”), Chris Lowell (“Veronica Mars”) e a cantora irlandesa Kate Nash, entre outros.

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    Anna Paquin vai estrelar romance lésbico de época

    10 de agosto de 2017 /

    As atrizes Anna Paquin (a Sookie da série “True Blood”) e Holliday Grainger (a Lucrécia Bórgia de “Os Bórgias”) vão viver um romance lésbico na adaptação de “Tell It to the Bees”, best-seller da escritora inglesa Fiona Shaw. Passado nos anos 1950, numa cidadezinha rural britânica, a história revela como uma mãe solteira (Grainger) se envolve com uma médica (Paquin) recém-chegada, que se tornou amiga de seu filho. Produção indie britânica, o filme tem apoio do British Film Institute e marca a volta da diretora Annabel Jankel ao cinema, 24 anos após seu último longa-metragem – a adaptação do game “Super Mario Bros” (1993). O roteiro é das irmãs Henrietta e Jessica Ashworth, que estreiam no cinema após escreverem 20 episódios da série “Dixi”. As filmagens já começaram na Escócia, mas ainda não há previsão de estreia.

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    Nick Jonas entra na nova sci-fi do diretor de No Limite do Amanhã

    10 de agosto de 2017 /

    O cantor Nick Jonas entrou em “Chaos Walking”, a nova sci-fi de Doug Liman (“No Limite do Amanhã”), que pode originar uma franquia cinematográfica. Segundo o site The Hollywood Reporter, ele será o filho do vilão, interpretado por Mads Mikkelsen (“Rogue One: Uma História Star Wars”), e rivalizará com o protagonista, vivido por Tom Holland (“Homem-Aranha: De Volta para Casa”). O elenco central ainda conta com Daisy Ridley (“Star Wars: O Despertar da Força”). Com o papel, o caçula dos Jonas Brothers demonstra intensão de se dedicar à carreira de ator, após estrelar a elogiada série “Kingdom” e filmar participação na continuação/reboot de “Jumanji”, ao lado de Dwayne Johnson (“Velozes e Furiosos 8”). “Chaos Walking” é uma adaptação do romance “The Knife of Never Letting Go”, escrito por Patrick Ness (autor de “Sete Minutos Depois da Meia-Noite”). No Brasil, o livro foi lançado como “O Motivo” e a saga recebeu o nome de “Mundo em Caos”. Adaptada por Jamie Linden (“Querido John”), a trama se passa em outro planeta, após a Terra ficar inabitável. Quando um vírus infecta a civilização, fazendo com que todos os pensamentos sejam escutados, o caos se instala e abre caminho para um autocrata corrupto (papel de Mikkelsen) culpar os nativos do planeta pelo problema. Resta ao adolescente Todd Hewitt (papel de Holland) tentar impedir o genocídio. Daisy Ridley, por sua vez, interpretará Viola, uma garota descoberta por Todd num lugar onde nenhuma mulher deveria existir. Para complicar ainda mais, ela é a única pessoa que consegue esconder seus pensamentos, tornando-a particularmente ameaçadora para os homens que dominam aquele mundo. A distribuição é da Lionsgate e a previsão de estreia é para março de 2019. Caso o filme seja bem sucedido, há mais dois livros de Patrick Ness que continuam a trama: “A Missão” (The Ask and the Answer) e “A Guerra” (Monsters of Men).

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  • Série

    Rainha do Sul: Série americana de Alice Braga é renovada para a 3ª temporada

    10 de agosto de 2017 /

    A série “Rainha do Sul” (Queen of the South), estrelada por Alice Braga (“Elysium”), foi renovada para sua 3ª temporada pelo canal pago americano USA Network. Com uma média de 2 milhões de espectadores em todas as plataformas, a série está entre as de melhor desempenho entre a demografia cobiçada pelos anunciantes (adultos entre 18 e 49 anos). A atriz brasileira foi bastante elogiada pela crítica americana por seu desempenho na atração. Na trama, sua personagem Teresa Mendoza se transforma, de uma jovem mexicana perseguida pelo cartel e pela polícia após a morte do namorado por tráfico, numa espécie de Rainha das drogas. A atração é um remake da novela colombiana “La Reina Del Sur”, que foi desenvolvido pelos roteiristas M.A. Fortin e Joshua John Miller, ambos do filme divertido e premiado “Terror nos Bastidores” – Melhor Roteiro do Festival de Stiges – , lançado direto em DVD no Brasil. Por curiosidade, a novela “La Reina del Sur” ganhou o nome de “A Rainha do Tráfico” no Brasil e já foi exibida pelo canal +Globosat e pelo Netflix. Além disso, Teresa Mendoza é inspirada numa traficante real, Griselda Blanco, que será interpretada por Jennifer Lopez num vindouro telefilme da HBO. No Brasil, a série é exibida como “Rainha do Sul” no canal pago Space e com o título original “Queen of the South” na Netflix. O final da 2ª temporada vai ao ar em 31 de agosto nos Estados Unidos e o terceiro ano será exibido em 2018.

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    American Crime Story vai destacar homofobia como causa da morte de Versace

    10 de agosto de 2017 /

    O produtor Ryan Murphy adiantou muitos detalhes da 2ª temporada de “American Crime Story”, durante o evento semestral da TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA), fazendo questão de diferenciar a nova trama, que foi batizada de “The Assassination of Gianni Versace”, da história premiadíssima de “The People v. O.J. Simpson”. Murphy destacou que a palavra “assassinato” é importante no título, por isso a produção não adotou o nome “American Crime Story: Versace”, como estava sendo chamada. O primeiro episódio já vai mostrar o assassinato do estilista italiano, para depois contar sua história em flashbacks. Ele ainda salientou que se a temporada passada lidou com racismo, a nova irá falar sobre homofobia: “Estamos falando de um crime dentro de uma ideia social. Versace, que foi a última vítima de Andrew Cunanan, não devia ter morrido. Um dos motivos que fizeram Cunanan atravessar o país fazendo vítimas, em sua maioria homens gays, foi a homofobia da época”. Em outras palavras (de tom acusatório), a polícia não teria se empenhado tanto para detê-lo porque as vítimas eram homossexuais. O assassinato aconteceu em 1997, na Flórida, e a série pretende mostrar como envolveu uma série de erros e acontecimentos estranhos. Murphy lembrou, por exemplo, que o assassino já estava na lista dos mais procurados do FBI e pistas apontavam que ele estava e Miami. Porém, mesmo assim, a polícia local se recusou a fazer barreiras, checagens ou sequer colocar cartazes de “procurado”. Por isso, Murphy declarou que “a temporada será mais sobre as coisas que permitiram que este crime acontecesse, mais do que sobre o crime em si”, prometendo denunciar a homofobia da polícia americana. Na época, o assassinato ganhou grande repercussão mundial, tanto pela importância cultural de Versace como por ter sido um crime de ódio ostensivo contra gays. A série trará o venezuelano Edgar Ramirez (“A Garota no Trem”) no papel de Versace, o americano Darren Criss (série “Glee”) como Cunanan, a espanhola Penélope Cruz (“Zoolander 2”) como Donatella Versace e o cantor porto-riquenho Ricky Martin como Antonio D’Amico, o parceiro de vida de Versace. “Foi um crime que envolveu muita injustiça. Este é um papel de conscientização, eu não podia dizer não”, disse Martin, na coletiva da TCA. “The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story” deve estrear em janeiro, após ganhar prioridade sobre uma trama envolvendo a tragédia do furacão Katrina.

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