PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Série

    8ª temporada de Game of Thrones pode estrear só em 2019

    2 de junho de 2017 /

    Se atraso de três meses na estreia da 7ª temporada de “Game of Thrones” já deixou os fãs frustrados, imagine esperar por mais de um ano pelos episódios finais da 8ª temporada… Pois isso deve acontecer. Em entrevista para a revista Entertainment Weekly, o diretor de programação da HBO, Casey Bloys deu a entender que a 8ª temporada será lançada apenas em 2019. A explicação para o adiamento da 7ª temporada foi a chegada do inverno na trama. Por isso, as filmagens precisaram acontecer durante o inverno do hemisfério norte, e não mais no outono como vinha sendo feito. Mas dessa vez não há um motivo tão específico. Apenas uma demora acima do esperado para a realização da história. Segundo Bloys, os showrunner David Benioff e D.B. Weiss vão trabalhar nos roteiros e na produção da última temporada por “cerca de um ano e meio”. Questionado se o lançamento ficaria, então, para 2019, Bloys respondeu “Sim”. “Eles precisam escrever os episódios e organizar o cronograma de produção. Teremos uma ideia melhor quando eles avançarem na escrita”, explicou. A entrevista também abordou as possíveis séries derivadas de “Game of Thrones”, que, se forem aprovadas, deverão ficar só para depois de 2020. “Se qualquer um desses roteiros passar, você não verá nada no ar nem perto do final da 8ª temporada”, avisou Bloys. O executivo revelou ainda que Weiss e Benioff não serão produtores e nem querem ter nenhuma ligação com qualquer spin-off que venha a ser aprovado. “Ao final da série, Dan e David estarão nisso há 12 anos. É incrível. Eles não fizeram filmes entre as temporadas, não fizeram nada além disso, entregaram tudo à série”, disse Bloys. “Eles sentem que se os nomes deles estiverem na séries derivadas — mesmo de forma passiva — isso criaria alguma forma de expectativa ou responsabilidade. E eles querem aproveitar como fãs e não se preocupar com roteiros ou produção.” Por enquanto, apenas a 7ª temporada de “Game of Thrones” tem data de estreia marcada. Os novos capítulos chegam na HBO em 16 de julho.

    Leia mais
  • Etc,  Filme

    Wendell Burton (1947 – 2017)

    2 de junho de 2017 /

    Morreu Wendell Burton, que estreou no cinema como par romântico de Liza Minnelli no clássico “Os Anos Verdes” (1969). Ele faleceu de câncer no cérebro na terça-feira (29/5), em sua casa em Houston, no Texas, aos 69 anos de idade. Burton tinha só 21 anos quando foi escalado em “Os Anos Verdes”, uma história de amor juvenil dirigida por Alan J. Pakula, que marcou o segundo papel cinematográfico de Liza Minnelli, então com 20 anos. Ela vivia uma universitária inquieta, ele era um universitário introvertido, e na trama os opostos acabavam se atraindo de forma romântica, mas também trágica. O filme acabou indicado para dois Oscars: Melhor Canção e Melhor Atriz para a jovem Liza. “Então”, diz a biografia do site oficial de Burton, “imaginando que estava evidentemente destinado a tornar-se rico e famoso, ele decidiu se mudar de vez para Hollywood, onde não conseguiu se tornar nem um nem outro, ao menos na medida em que imaginava. Embora, ao longo do caminho, tenha chegado a participar de vários filmes, telefilmes e episódios de séries”. Há quem diga que sua carreira tenha ficado marcada por seu segundo papel cinematográfico, como um presidiário que é estuprado e vira predador sexual no drama “Sob o Teto do Demônio” (1971), considerado muito forte para a época. Seus maiores destaques posteriores foram na TV, onde integrou o elenco do telefilme “Pergunte a Alice” (1974), adaptação de um best-seller juvenil que se tornou famoso como alerta para os perigos das drogas entre os adolescentes, e da minissérie de 1981 baseada no clássico literário “Vidas Amargas”, de John Steinbeck. Seu último filme foi “Encurralado em Las Vegas” (1986), com Burt Reynolds. Mas ele não abandonou a indústria do entretenimento, passando a vender anúncios para a TV a partir de 1988, até lançar um canal independente em Houston, em 1997. Também compôs e gravou músicas cristãs e relatou sua jornada de conversão espiritual num livro, publicado no ano passado. Ele deixa dois filhos: Haven Paschall, voz americana da personagem Serena na série animada “Pokémon”, e Adam Burton, que é músico.

    Leia mais
  • Etc,  Filme,  Série

    Elena Verdugo (1925 – 2017)

    2 de junho de 2017 /

    Morreu a atriz Elena Verdugo, que teve uma prolífica carreira cinematográfica antes de se concentrar na TV e ser indicada ao Emmy por seu trabalho na série “Marcus Welby”. Ela faleceu na terça-feira (30/5) em Los Angeles, aos 92 anos. Elena Angela Verdugo debutou no cinema antes de debutar na vida real. Nascida e criada na Califórnia, numa família hispânica, ela conquistou seu primeiro papel aos 6 anos de idade, em 1931, e durante a adolescência encarou a rotina de aparecer em vários filmes por ano. Entre suas dezenas de produções da época, destacam-se muitos musicais, inclusive “Serenata Tropical” (1940) com Carmen Miranda, e clássicos de terror da Universal, que fez bom uso de seu sobrenome – Verdugo significa carrasco ou pessoa cruel – em “A Mansão de Frankenstein” (1944) e “The Frozen Ghost” (1945), ambos estrelados por Lon Chaney Jr. Mas ela também participou de aventuras populares, como “Jim das Selvas – A Tribo Perdida” (1949), “Cyrano de Bergerac” (1950) e “A Princesa de Damasco” (1952), antes de ir parar na TV, assumindo o papel principal da série “Meet Millie”, que durou quatro temporadas, entre 1952 e 1955. Verdugo integrou o elenco de várias outras séries de duração efêmera, até entrar em “Marcus Welby” em 1969. A produção era estrelada por Robert Young, ator conhecido do cinema noir, que já tinha em seu currículo uma atração televisiva de enorme sucesso, “Papai Sabe Tudo” (1954-1960). A trama acompanhava o cotidiano de seu personagem, o médico do título, um exemplo de doutor à moda antiga, atencioso e dedicado, que era capaz de tratar de tudo e com quem todo mundo queria se consultar. Verdugo interpretava sua enfermeira, Consuelo Lopez, e o elenco ainda incluía James Brolin como o médico assistente Dr. Steven Kiley. Sucesso retumbante, “Marcus Welby” se tornou a série médica mais popular de sua época, rendendo 170 episódios, exibidos ao longo de sete temporadas, entre 1969 e 1976. Além disso, venceu o Emmy de Melhor Série Dramática de 1970 e rendeu inúmeras indicações ao seu elenco. Verdugo foi lembrada por dois anos seguidos na categoria de Atriz Coadjuvante, em 1971 e 1972. Curiosamente, ela pensou em recusar o papel, quando os produtores lhe falaram que queriam uma empregada latina. “Eu disse: ‘Esquecam! Eu não vou interpretar uma empregada doméstica, que era o tipo de papel que os latinos recebiam na época”, ela contou em entrevista ao canal PBS. Sua personagem acabou sendo uma das primeiras latinas proeminentes da televisão norte-americana. Após o fim da série, a atriz ainda apareceu no telefilme “A Volta de Marcus Welby”, que reuniu o elenco original em 1984. Mas fez pouquíssima coisa mais. Ela se aposentou no ano seguinte.

    Leia mais
  • Série

    Começam gravações da 2ª temporada da série da Bruna Surfistinha

    2 de junho de 2017 /

    A série “#MeChamaDeBruna” foi uma das produções nacionais mais comentadas do ano passado, ao levar para a TV a vida de garota de programa de Bruna Surfistinha. Audaciosa e provocante, a atração usou uma linguagem extremamente crua e sacudiu o tímido mercado das séries brasileiras. Mas deixou no ar se teria continuação, já que a Fox optou por lançá-la com exclusividade em seus canais premium, que tem poucos assinantes. Pois “#MeChamaDeBruna” acabou fazendo um grande sucesso internacional, revelou a Fox num comunicado que confirma não só que a série terá 2ª temporada, mas que as gravações começaram nesta semana. “A primeira temporada de “#MeChamaDeBruna” se posicionou como uma das séries de maior sucesso da FOX Networks Group Brasil, superando, com sua excelente performance na América Latina, conteúdos internacionais de grande repercussão”, disse Mariana Pérez, SVP de Desenvolvimento e Produção da FOX Networks Group Latin America, em comunicado. “Bruna Surfistinha é sem dúvidas uma personagem relevante para o público brasileiro, mas é também excepcional o interesse despertado em toda América Latina pela vida desta mulher, e isso reflete o valor de um roteiro de qualidade que vai mais além do tema ‘prostituição’. É uma história humana forte e reflexiva, com arestas que todos os tipos de público podem se identificar”, completou. Inspirada na vida de Raquel Pacheco, “#MeChamaDeBruna” retrata a história de uma adolescente de classe média que, atraída pelo dinheiro, as emoções proibidas e a busca por sua própria independência, decide mudar de vida e se transforma em Bruna Surfistinha, a garota de programa mais conhecida da cidade de São Paulo. Os novos episódios vão mostrar a vida de Bruna em sua fase independente como prostituta de luxo. O período da 2ª temporada abordará o começo de seu blog, quando, buscando se tornar mais conhecida e atrair mais clientes, transforma-se em fenômeno da internet. Porém, a fama cobra um preço alto e a leva por um perigoso caminho de autodestruição. “Com o sucesso estrondoso da primeira temporada, nosso desafio é algo maior e estamos trabalhando intensamente para superar as expectativas dos fãs. Bruna é agora uma mulher mais independente, porém seus problemas voltam ainda maiores. Drogas, violência, dramas familiares e paixões desenfreadas, são os principais ingredientes desta história pulsante” explicou Zico Góes, VP de Desenvolvimento e Conteúdo da FOX Networks Group Brasil. Composta por oito episódios de uma hora cada, com direção do brasileiro Pedro Amorim (“Mato Sem Cachorro”) e do argentino Octavio Scopelliti (“Dirige Rafa!”), “#MeChamaDeBruna” é protagonizada por Maria Bopp (“Oscar Freire 279”) e o elenco ainda inclui Stella Rabello (série “Tapas & Beijos”), Jonas Bloch (“O Rastro”), Simone Mazzer (“Nise: O Coração da Loucura”), Augusto Madeira (“Tropa de Elite”), Ariclenes Barroso (“Aspirantes”) e Clarice Niskier (“A Alma Imoral”). “#MeChamaDeBruna” é uma produção original da FOX Networks Group Brasil junto à TV Zero, produtora do filme “Bruna Surfistinha” (2011). A 2ª temporada deverá chegar aos canais premium da Fox no segundo semestre deste ano.

    Leia mais
  • Filme

    Larissa Manoela fala sobre seu primeiro beijo em vídeo do filme Meus 15 Anos

    2 de junho de 2017 /

    A atriz Larissa Manoela (“Carrossel”) revelou que deu seu primeiro beijo aos 11 anos de idade, num buffet infantil, após uma aposta com outras crianças. A revelação está num novo vídeo promocional do filme “Meus 15 Anos”, estrelado pela adolescente, que na verdade tem 16 anos. Por sinal, a prévia é repleta de beijos do jovem elenco da produção, além de tocar a musiquinha que Larissa gravou para sua trilha sonora. Confira abaixo. Baseado no livro homônimo de Luiza Trigo, mais conhecida como Luly Trigo, o filme conta a história de Bia, a primeira nerdzinha interpretada por Larissa – que parece ótima de óculos nas cenas. Na trama, ela é uma garota pouco popular que vai ganhar uma grande festa de debutante, capaz de mudar tudo em sua vida. O elenco também inclui Rafael Infante (“Desculpe o Transtorno”) e os jovens atores Daniel Botelho, Bruno Peixoto, Victor Meyniel, Clara Caldas, Bruna Tatar e Pyong Lee, além da cantora Anitta. Com direção de Mauricio Eça (“Carrossel: O Filme”), “Meus 15 Anos” tem previsão de estreia para 15 de junho.

    Leia mais
  • Música

    Documentário do Sepultura ganha trailer repleto de estrelas do rock pesado

    2 de junho de 2017 /

    A O2 divulgou o pôster e um novo trailer do documentário da banda Sepultura, que acompanha os músicos no palco, nos bastidores, em viagens, em estúdio e em suas casas. E além do “som pauleira” da banda, também traz depoimentos de lendas vivas do heavy metal, que expressam sua admiração pelos brasileiros. A prévia dá uma palhinha das participações de Lars Ulrich (Metallica), Scott Ian (Anthrax), Dave Ellefson (Megadeath), Phil Anselmo (Pantera) e Corey Taylor (Slipknot). Dirigido por Otávio Juliano (“A Árvore da Vida”), “Sepultura Endurance” foi filmado ao longo de sete anos e rendeu mais de mil horas de imagens captadas. Mesmo assim, não conta com participação ou apoio dos irmãos Cavalera, que inclusive vetaram a utilização de suas músicas, demonstrando como o racha entre os membros foi grave e duradouro. Algumas das faixas proibidas estão entre as mais conhecidas do grupo, como “Roots” e “Attitude”. Na premiére realizada em Los Angeles, trechos em que as duas músicas apareciam, tocadas pela atual formação, foram exibidos sem som. No Brasil, o documentário estreia no dia 14 de junho.

    Leia mais
  • Música

    Liam Gallagher, Foo Fighters e Arcade Fire lançam novos clipes

    2 de junho de 2017 /

    As festas juninas começaram no YouTube ao som de rock, com três clipes de astros consagrados: as bandas Foo Fighers e Arcade Fire e o cantor Liam Gallagher, ex-Oasis. Curiosamente, eles abordam a velhice e a herança deixada para os mais jovens. O clipe de “Wall of Glass”, antecipa o disco de “estreia” de Liam, “As You Were”, seu primeiro lançamento solo. A voz é a mesma dos tempos do Oasis. Mas seu aspecto envelhecido, reforçado por cabelos curtos e óculos escuros, deixou-o mais parecido com seu irmão e desafeto Noel. Dirigido por Francois Rousselet (do clipe dos Stones estrelado por Kristen Stewart, “Ride ‘Em on Down”), o vídeo não tem nada demais: mostra o cantor olhando fixamente para a câmera e circulando entre corredores, quartos e paredes espelhadas de um hotel decadente, refletindo os efeitos da passagem do tempo sobre si mesmo. A ideia do envelhecimento é levada à extremos em “Run”, clipe do Foo Fighters, que traz o grupo do ex-Nirvana Dave Grohl mais pesado que nunca, ao mesmo tempo em que registra seus integrantes com cabelos brancos e muitas rugas, sob maquiagem pesada. O cenário é uma casa de repouso para idosos, onde a banda se apresenta. Não demora e os acordes de grunge metálico levam os velhinhos à loucura, inspirando-os a fazer mosh, stage diving e se rebelar contra enfermeiros e guardas. O rock da Terceira Idade termina com fuga em massa, assalto a jovens, mergulho nas drogas e dança frenética até exaurir completamente as últimas energias dos velhinhos. O próprio Dave Grohl dirigiu essa fantasia desvairada. Por fim, o Arcade Fire pondera a desolação do mundo que as próximas gerações herdarão em “Everything Now”. A música mistura tudo ao mesmo tempo, indo da balada indie ao refrão funkeado, enquanto passa por guitarras shoegazer, piano evocativo de David Bowie e até flauta andina, como trilha para um visual de sci-fi pós-apocalíptica. Os únicos adultos presentes são a própria banda, que toca no deserto, enquanto crianças brincam entre cidades fantasmas, torres elétricas, destroços e “as cinzas de tudo agora”, assistindo de longe o lançamento de foguetes ao espaço. A direção é creditada a The Sacred Egg, que recentemente assinou o excelente clipe de terror “Lights Out”, do Royal Blood. Veja os três clipes abaixo:

    Leia mais
  • Filme

    Warner autoriza produção de filme de fãs sobre a origem de Voldemort

    2 de junho de 2017 /

    Um filme feito por fãs, que conta a história da origem de Voldemort, o vilão da franquia “Harry Potter”, ganhou a autorização da Warner para ser realizado. Os responsáveis pelo projeto impressionaram o estúdio com um trailer com bons efeitos e clima cinematográfico. Mas, como o filme não será comercializado, o estúdio não impedirá sua produção e divulgação. Intitulado em inglês “Voldemort: Origins of the Heir”, o filme é uma produção independente que buscou financiamento coletivo para ser realizada. Mas como os responsáveis não têm os direitos dos personagens de Harry Potter, só poderiam começar a produção caso a Warner autorizasse. O que o próprio estúdio fez questão de lembrá-los, enviando uma notificação para que desistissem do projeto. “Nós tivemos uma conversa confidencial com a Warner Bros durante o nosso período de campanha de financiamento coletivo. A única coisa que podemos dizer é que eles nos deixaram continuar com o processo de produção sem fins lucrativos, obviamente”, contou o diretor da obra, Gianmaria Pezzato. A Warner pode ter se espelhado no exemplo de relacionamento da Paramount com os filmes de fãs de “Star Trek”, que há décadas contam histórias baseadas na franquia de TV e cinema do estúdio. Pelo menos, ambas as partes chegaram a um consenso. Confira abaixo o trailer do projeto, que agradou tanto que até ganhou legendas de fãs brasileiros.

    Leia mais
  • Filme

    Mulher-Maravilha tem maior pré-estreia de um filme dirigido por uma mulher nos EUA

    2 de junho de 2017 /

    A pré-estreia norte-americana de “Mulher-Maravilha”, realizada na noite de quinta-feira (1/6) estabeleceu um novo recorde de arrecadação. As sessões antecipadas renderam US$ 11 milhões, o que a torna a maior pré-estreia de um filme dirigido por uma mulher nos Estados Unidos. O recorde anterior pertencia a “Cinquenta Tons de Cinza” (2015), de Sam Taylor Johnson, que em sua primeira noite arrecadou US$ 8,6 milhões. O filme chegou aos cinemas acompanhados por notas bastante altas do site Rotten Tomatoes, que faz a média das principais críticas publicadas na América do Norte (EUA e Canadá). Após o fracasso de bilheteria de “Baywatch”, no fim de semana passada, os estúdios passaram a acreditar que o Rotten Tomatoes teria capacidade de quebrar um filme. Se for o caso, “Mulher-Maravilha” mostra o outro lado da moeda. A produção da Warner chegou a atingir 96% de aprovação, mas já caiu para 93%. Mesmo assim, é a segunda maior nota já compilada pelo Rotten Tomatoes para um filme de super-heróis, atrás apenas de “Homem de Ferro” (94%).

    Leia mais
  • Filme

    Estúdios culpam Rotten Tomatoes pelas baixas bilheterias de Piratas do Caribe e Baywatch

    2 de junho de 2017 /

    Os estúdios de Hollywood descobriram a quem culpar pelas baixas bilheterias de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar” e “Baywatch” durante o recente feriado americano do Memorial Day, o fim de semana estendido que tradicionalmente rende recordes de arrecadação. A falta de público seria culpa do site Rotten Tomatoes, que deu notas negativas aos dois lançamentos. O Rotten Tomatoes compila avaliações de críticos de diversas publicações norte-americanas para medir a aprovação de um filme. Nele, o quinto título franquia “Piratas do Caribe” teve 30% de aprovação, enquanto a versão comédia da série “SOS Malibu” ficou com 21%. Mesmo com esta nota baixa, “Piratas do Caribe” liderou as bilheterias americanas, somando US$ 78,4 milhões no fim de semana estendido, entre sexta e segunda (29/5). Mas esta foi a menor abertura que a franquia teve desde seu primeiro filme em 2003. Já “Baywatch” abriu apenas em 3º lugar, atrás de “Guardiões da Galáxia, Vol. 2”. O filme ficou muito abaixo das expectativas da Paramount, com US$ 23 milhões nos quatro dias. Segundo fontes ouvidas pelo site Deadline, os estúdios chegaram a conclusão de que precisam reagir. O maior problema é que as pontuações do Rotten Tomatoes se tornaram tão populares que aparecem até em sites de compra de ingressos, como o Fandango, o que gera um impacto na decisão dos consumidores. Uma das iniciativas seria tentar desacreditar o site, questionando como ele calcula suas classificações. Outra é dizer que blockbusters não são para a crítica e sim para o público. Entretanto, as conclusões e possíveis ações dos estúdios esbarram num “pequeno” detalhe. Se o Rotten Tomatoes for considerado “culpado” pelas baixas bilheterias dos filmes mal-avaliados, também seria responsável pelo sucesso de blockbusters que, ao contrário do que acham os estúdios, são bem-avaliados. Basta ver que as cinco maiores bilheterias do ano na América do Norte tiveram boas avaliações: “A Bela e a Fera” (71%), “Guardiões da Galáxia Vol. 2” (81%), “Logan” (93%), “Velozes e Furiosos 8” (66%) e “Lego Batman – O Filme” (90%), respectivamente. Hollywood gostaria que a crítica parasse de avisar ao público que filmes ruins são ruins. Mas vai que o segredo do sucesso seja, quem sabe, fazer bons filmes? Fica a dica.

    Leia mais
  • Filme

    Cine PE anuncia suas novas datas

    2 de junho de 2017 /

    Adiado após boicote de motivação política, o Cine PE ganhou uma nova data. O festival pernambucano vai acontecer de 27 de junho a 3 de julho. Em nota, os organizadores do evento esclarecem que os sete curtas e um longa-metragem retirados da programação foram substituídos por outros títulos, “que também fizeram suas inscrições de modo espontâneo, respeitando ordem classificatória da curadoria”. Segundo o comunicado, a programação completa será divulgada em breve. A polêmica começou quando um grupo de cineastas decidiu retirar seus filmes do festival, acusando a organização do evento de montar uma programação que “favorece um discurso partidário alinhado à direita conservadora e grupos que compactuam e financiaram o golpe ao Estado Democrático de Direito ocorrido no Brasil em 2016”. Apesar de não nomearem nenhum filme, a protesto visava o documentário “O Jardim das Aflições”, de Josias Teófilo, sobre o astrólogo ultraconservador Olavo de Carvalho, que integrava a competição, e a ficção “Real – O Plano por Trás da História”, de Rodrigo Bittencourt, que dramatiza os bastidores da criação do Plano Real, em 1994. Os dois filmes já entraram em cartaz no circuito comercial. Por conta da saída dos filmes, os organizadores decidiram adiar o evento, originalmente previsto para o final de maio. A 21ª edição do Cine PE vai acontecer no tradicional Cinema São Luiz, no Recife.

    Leia mais
  • Série

    Episódios da 7ª temporada de Game of Thrones serão os mais longos da série

    2 de junho de 2017 /

    Apesar de mais curta que o normal, a 7ª temporada de “Game of Thrones” terá os episódios mais longos da série. A HBO divulgou que o capítulo que abre a temporada terá 59 minutos. A première de praticamente uma hora de duração será o maior episódio de começo de temporada de toda a série. Mas o episódio mais longo será guardado para o final. Segundo uma fonte confiável da revista Entertainment Weekly, o season finale terá “bem mais do que uma hora de duração”. Em entrevistas recentes, o elenco de “Game of Thrones” mencionou que, em contraste com a menor quantidade de episódios, estavam tendo mais tempo na tela do que nunca. Além de episódios longos, isso também se explica pela menor quantidade de personagens importantes em cena, já que muitos morreram ao longo das temporadas. Com apenas sete capítulos, “Game of Thrones” retorna ao canal pago HBO no dia 16 de julho.

    Leia mais
  • Filme

    Netflix avisa que vai cancelar mais séries

    2 de junho de 2017 /

    Fãs e produtores de séries que se acostumaram a ver as atrações da Netflix serem renovadas eternamente se assustaram com o cancelamento duplo dos últimos dias. Em menos de uma semana, a plataforma cancelou duas séries de cineastas prestigiados, “The Get Down”, de Baz Luhrmann (“O Grande Gatsby”), e “Sense8”, das irmãs Wachowski (“Matrix”). Mas cancelamentos deveriam ser mais comuns na Netflix, segundo o CEO do serviço de streaming, Reed Hastings. “Cancelamos pouquíssimas séries. Estou sempre pressionando nossa equipe de conteúdo para tomar mais riscos, experimentar coisas mais loucas. Nós temos que ter uma taxa de cancelamento mais alta”, ele disse, em entrevista à CNBC. Para Hastings, a taxa de sucessos da Netflix é elevada demais para o padrão de produções de séries. Isso faz com que séries de alcance mediano percam importância. E ele quer mais séries que gerem discussão. Segundo o empresário, ao investir em atrações surpreendentes, “passamos a ter obras inacreditavelmente bem-sucedidas, como ’13 Reasons Why’. Essa série foi surpreendente. É um ótimo programa, mas não percebemos o quanto conquistaria o público.” Em outras palavras, Hastings deseja que suas séries não sejam apenas bem-sucedidas. Elas precisam ser extremamente bem-sucedidas. Embora a Netflix não divulgue dados de audiência, “13 Reasons Why” foi uma das séries mais polêmicas e comentadas do ano, por causa da forma com que retrata o suicídio. No começo de maio, ela foi renovada para sua 2ª temporada. Antes de “Sense8” e “The Get Down”, a Netflix só tinha cancelado “Lilyhammer”, “Hemlock Grove”, “Marco Polo” e “Longmire”.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie