Atriz da série Killjoys entra em Homem-Formiga e a Vespa
A atriz britânica Hannah John-Kamen, que protagoniza a série sci-fi “Killjoys”, entrou no elenco de “Homem-Formiga e a Vespa”. A trama da continuação de “Homem-Formiga” (2015) está sendo mantida em segredo, assim como os detalhes sobre o papel de John-Kamen. Segundo o site da revista Variety, a Marvel fez reuniões e testes com diversas atrizes no mês passado, antes de finalmente contratar a estrela em ascensão. A beleza exótica da atriz, filha de psicólogo nigeriano e modelo norueguesa, já havia encantado Steven Spielberg, que a contratou para seu próximo filme, “Jogador Número 1”. Além disso, ela também estará no reboot de “Tomb Raider”. “Homem-Formiga e a Vespa” vai trazer de volta Paul Rudd e Evangeline Lilly nos papéis do título e Michael Douglas como o Dr. Hank Pym. Junto com eles, também retorna o diretor Peyton Reed, que assumiu o filme original após a desistência de Edgar Wright. A sequência tem previsão de estreia em julho de 2018.
Novo clipe de Karol Conka faz ode ao sexo oral feminino
A rapper Karol Conka divulgou seu novo clipe, “Lalá”, uma ode ao sexo oral feminino, que usa flores como metáfora visual e explora a ineficácia masculina na hora do “lalá”. Isto é, de lamber lá. “Não sabe a diferença de um clitóris para um ovário”, canta Karol, de forma crítica. “Escrevi essa música na intenção de informar as pessoas da necessidade da prática e da técnica do sexo oral na mulher. Tive a ideia de fazer um clipe com uma equipe toda formada por mulheres de forte posicionamento”, explicou a artista no release que acompanha o lançamento. “Tivemos ideias coletivas que mostram o universo feminino de uma maneira doce e ao mesmo tempo divertida. A intenção é passar a mensagem quebrando o tabu de maneira informativa e criativa.” A letra, que trata do assunto de forma direta e sem pudor, ganhou um vídeo lúdico dirigido por Vera Egito (roteirista de “Elis” e diretora de “Amores Urbanos” e “Restless Love”) e Camila Cornelsen (cinematógrafa de “Restless Love”), na mesma linha colorida, repleta de figurinos e glitter, que tem marcado os clipes da nova geração de funkeiras. O detalhe é que, para ilustrar com línguas e virilhas a mensagem de empoderamento, o vídeo empregou uma alarmante quantidade de atores de pele clara em sua produção, deixando Karol como a única pessoa de pele escura falando sobre igualdade de direitos e prazeres. Pois é.
Diretor de Azul É a Cor Mais Quente vai leiloar Palma de Ouro para terminar seu novo filme
O cineasta tunisiano Abdellatif Kechiche, vencedor do Festival de Cannes em 2013 com “Azul É a Cor Mais Quente”, decidiu leiloar sua Palma de Ouro para poder bancar a finalização de seu novo filme. “Para aumentar os fundos necessários à conclusão da pós-produção sem atrasos adicionais, a empresa francesa de produção e distribuição Quat’Sous está leiloando recordações de filmes relacionadas ao trabalho de Kechiche”, afirmou o diretor em comunicado. “Os itens a serem oferecidos vão desde a Palma de Ouro até pinturas a óleo que desempenharam um papel central em ‘Azul é a Cor Mais Quente’.” Kechiche tomou esta decisão drástica após a produção de seu novo filme, “Mektoub, My Love”, ser interrompida devido a dificuldades financeiras. Estrelado pelos atores franceses Lou Luttiau, Shain Boumediene e Ophelie Bau, o longa teve seus recursos bloqueados pelo banco que tinha aceitado financiá-lo, deixando o projeto “no limbo”. O diretor não deu entrevistas para dar maiores detalhes da interrupção. Um acordo de confidencialidade com os financiadores impede a divulgação da quantia necessária para terminar a produção. Após a consagração de “Azul É a Cor Mais Quente”, Keniche também se envolveu numa controvérsia com suas atrizes. Adèle Exarchopoulos e Léa Seydoux, que compartilharam a Palma de Ouro – pela primeira e única vez na história de Cannes, o troféu foi conferido ao diretor e às protagonistas – , acusaram-no de estender demasiadamente as cenas de sexo explícito durante a produção. Seydoux rompeu relações com Kechiche afirmando que a experiência a fez sentir-se “como uma prostituta”. O cineasta replicou, em carta aberta, dizendo que ela não passava de “uma criança arrogante e mimada”.
Marvel cria super-heroína inspirada no Chapolin Colorado
A Marvel seguiu os bons e criou uma super-heroína inspirada no Chapolin Colorado, originalmente uma sátira televisiva aos super-heróis americanos criada por Roberto Gómez Bolaños, que também deu vida a Chaves. Não é piada, é quadrinhos. A personagem é uma jovem mexicana chamada Fernanda Ramírez, que se veste de vermelho, tem um capacete com antenas e traz um enorme coração amarelo no peito de seu uniforme. Para completar, ela assumiu o nome de Red Locust (Gafanhoto Vermelho, também conhecido como Chapulin Colorado). Red Locust é resultado da astúcia do desenhista mexicano Humberto Ramos, em parceria com o escritor americano Mark Waid, e fará parte da nova versão do grupo de heróis conhecidos como Campeões, composto ainda por Miss Marvel, Nova, o jovem Ciclope do passado, o Homem-Aranha Miles Morales, o Hulk Amadeus Cho e a filha do Visão, Viv Vision. Por sinal, a homenagem recebeu autorização oficial para ser feita. “Conversei com a Marvel, então pude falar com Paulina Gómez Fernanández [filha de Bolaños]. Quero que fique claro, isso é uma homenagem ao trabalho de Chespirito, é um tributo, uma manifestação de amor ao México. É importante mostrar que essa equipe de Campeões conversa com todas as diferentes culturas, línguas e raças”, disse Ramos em entrevista ao jornal mexicano Cronica.
Fox cancela 24: Legacy e planeja transformar franquia em antologia
A Fox anunciou o cancelamento de “24: Legacy”, spin-off de “24 Horas”, após apenas uma temporada. A produção não repetiu a audiência nem a repercussão da série original, mesmo com grande investimento da emissora, terminando com apenas 3,4 milhões de telespectadores ao vivo em seu último episódio. Mas isso não significa que a Fox tenha desistido da franquia. Afinal, “24: Live Another Day”, estrelada por Keifer Sutherland como o agente Jack Bauer, registrou o dobro desse público em 2014, e a expectativa pelo projeto de “24: Legacy” era tão alta que o trailer bateu recordes de visualizações na internet. Um dos maiores problemas que a atração enfrentou foi que “Homeland” redefiniu as séries de combate ao terrorismo, deixando “24 Horas” muito datada. Curiosamente, as duas séries tem um produtor em comum, Howard Gordon. E o canal conta com a ajuda dele para repaginar a franquia, transformando-a numa antologia com personagens e tramas diferentes a cada temporada. Os executivos do canal estão atualmente discutindo com Gordon e Brian Grazer como retomar “24 Horas”. Infelizmente, resgatar Bauer não é uma opção viável no momento, já que Sutherland está comprometido com outra série (“Designated Survivor”) em outro canal. Uma ideia seria mostrar aventuras de alguns personagens originais, como a filha de Jack, Kim Bauer (vivida por Elisha Cuthbert), vista pela última vez há sete anos, na 8ª e última temporada de “24 Horas”. Seja como for, o ator Corey Hawkins, que protagonizou o spin-off, não fará mais parte do legado de “24 Horas”. O que, por outro lado, é uma boa notícia para os fãs de “The Walking Dead”, já que seu personagem, Heath, desapareceu misteriosamente durante a primeira metade da 7ª temporada para o ator se dedicar a outros projetos – ele também está num espetáculo da Broadway. Agora, Hawkins terá mais tempo para combater zumbis.
Globo planeja demitir humoristas veteranos do Zorra
A Globo estaria planejando uma devassa no programa “Zorra”. O colunista Flavio Ricco, do UOL, apurou que a rede pretende demitir os humoristas mais antigos de sua atração humorística após as gravações da temporada, que se encerram em outubro. Estes integrantes não se encontram nos planos da emissora para 2018. Na lista, constam os nomes de Toni Tornado, Anselmo Vasconcelos, José Santa Cruz, Antônio Pedro, Isio Ghelman, Nizo Neto, Bernardo Schlegel, Tadeu Melo, Renata Ricci, Renata Tobelem, Cris Pompeo, Claudio Cinti, Alexandre Regis e Roberto Guilherme, entre outros. A partir da mudança de nome, de “Zorra Total” para simplesmente “Zorra”, o programa entrou em processo de reformulação constante, que tem privilegiado uma nova geração de humoristas. Graças a esta estratégia, renovou seu humor, aumentou sua audiência e até foi indicado ao prêmio Emmy Internacional de Melhor Comédia. Com o “Zorra” vivendo seu melhor momento de audiência e repercussão, a Globo teria decidido aposentar os veteranos da primeira versão do programa. Contatada pelo colunista, a Globo, por meio de sua assessoria de Comunicação, disse que “é um processo natural e faz parte da dinâmica de um programa tão longevo como o ‘Zorra’ estar em constante renovação. A entrada e saída de atores do elenco a cada temporada faz parte disso”.
Nova série da Globo, Carcereiros chega em streaming dez meses antes da estreia na TV
A Globo disponibiliza nesta quinta (8/6) os 12 episódios da minissérie “Carcereiros”, protagonizada por Rodrigo Lombardi (novela “Velho Chico”), para os assinantes de sua plataforma digital, numa experiência para testar o mercado de streaming. A série inédita só tem estreia prevista na televisão para o segundo trimestre de 2018, possivelmente em abril. A estratégia é inédita no Brasil. “Supermax” (2016), realizado pela mesma equipe, teve 11 de seus 12 episódios antecipados no Globo Play, mas o último foi guardado para ser exibido em primeira mão na TV. Além disso, a distância entre o lançamento em streaming e a transmissão televisiva não foi tão longa. Gravada no último trimestre de 2016, “Carcereiros” deveria ter estreado no começo deste ano, mas as rebeliões dos presídios da região Norte fizeram com que fosse adiada indefinidamente. Como a produção já estava inteiramente gravada, ela foi exibida no MIPTV 2017, festival/feira internacional de televisão, realizado em abril em Cannes, na França, onde venceu o prêmio de Melhor Série Internacional de Drama. O juri presidido por Frank Spotnitz (“Arquivo X”, “The Man in the High Castle”) elegeu a obra brasileira sobre as britânicas “Clique”, “Gap Year” e “Fearless”, a russa “The Territory”, a francesa “Missions” e a sueca “Veni Vidi Vici”. “Carcereiros” adapta o segundo livro da trilogia carcerária de Drauzio Varella, a mesma que rendeu o filme “Carandiru” (2003), de Hector Babenco. A trama é centrada nos conflitos cotidianos de agentes penitenciários. Lombardi vive Adriano, alguém que tem a responsabilidade de passar o cadeado e controlar todo acesso às celas de um presídio. Colocado diariamente diante de dilemas éticos e morais, o carcereiro vive entre muros, grades, armas, ameaças e conflitos – humanos e psicológicos, principalmente. E também encara problemas dentro de sua própria casa. Além de Rodrigo Lombardi, o elenco inclui Aílton Graça (“Até que a Sorte nos Separe 3”), Matheus Nachtergaele (“Trinta”), Chico Díaz (“Em Nome da Lei”), Giovanna Rispoli (novela “Totalmente Demais”) e o rapper Projota, entre outros. A adaptação foi escrita por Marçal Aquino (“Eu Receberia as Piores Notícias dos seus Lindos Lábios”) e Fernando Bonassi (“Carandiru”), e a direção é de José Eduardo Belmonte (“Alemão”) e Fernando Grostein Andrade (“Quebrando o Tabu”). Os roteiristas e Belmonte também trabalharam juntos em “Supermax”. Nos episódios, as histórias de ficção são intercaladas com trechos de um documentário realizado por Fernando Grostein Andrade e Pedro Bial (“Jorge Mautner: O Filho do Holocausto”), no qual agentes veteranos relembram histórias reais vividas dentro de presídios. Para se ter ideia de como a abordagem é forte, no primeiro capítulo, intitulado “O Resgate”, explode uma rebelião, enquanto o agente Adriano (papel de Lombardi) é incumbido de levar um preso de um pavilhão para outro. Mas o presidiário só aceita se mudar se levar consigo sua namorada, uma travesti.
Festival Varilux antecipa estreias comerciais do cinema francês
O Festival Varilux chega a sua 8ª edição como marco da consolidação do cinema francês no Brasil, trazendo os trabalhos mais recentes de estrelas como Catherine Deneuve (“O Reencontro”), Gérard Depardieu (“Tour de France”), Juliette Binoche (“Tal Mãe, Tal Filha”) e Marion Cotillard (“Um Instante de Amor” e “Rock’n’Roll”), além do último filme da atriz Emmanuelle Riva (“Perdidos em Paris”). Não é por acaso que os longas possuem títulos nacionais. Há meia dúzia de distribuidoras diferentes especializadas em lançamentos franceses no país, o que faz com o que o festival tenha papel de vitrine para a degustação de suas próximas estreias. Como esses filmes já tem lançamento garantido em circuito comercial, o destaque do evento acaba sendo seu alcance, ao chegar a 56 cidades brasileiras. Serão exibidos 19 longas, que curiosamente compartilham um tema em comum: o amor. Não apenas o amor romântico, mas também o amor paterno, filial, de amigos. Segundo Christian Boudier, diretor do Varilux, trata-se de escapismo mesmo. “Acho que a realidade é tão pesada e tóxica na França, com atentados, eleições, imigração, refugiados e corrupção, que as pessoas estão cheias disso e talvez os cineastas queiram sair um pouco disso porque acham difícil convencer as pessoas a ir ao cinema ver as mesmas histórias e imagens que invadem a casa deles pelos telejornais”, declarou. Seja como for, com uma (“Frantz”) ou outra exceção (“Perdidos em Paris”), a seleção resulta bem convencional e até fraquinha, chegando a incluir aquele que foi considerado o pior filme do recente Festival de Cannes, “Rodin”. Mas não o melhor – “120 Battements par Minute”. Em contraste com a falta de títulos marcantes, a programação inclui um clássico do cinema francês, a comédia musical “Duas Garotas Românticas” (1967), de Jacques Demy, que influenciou “La La Land” e está completando 50 anos. Além disso, o festival terá uma mostra inédita de filmes franceses em realidade virtual. Estão previstas oito obras em 360º, que serão apresentadas gratuitamente, em cadeiras giratórias e com óculos de realidade virtual. Confira abaixo os trailers de seis dicas (três dramas e três comédias), que a Pipoca Moderna considera as melhores opções do evento, e acesse a programação completa, com todos os filmes, locais e horários, no site oficial do festival.
Maior estreia da semana, A Múmia amaldiçoa mais de mil salas no Brasil
“A Múmia” é a única estreia ampla da semana. Com lançamento em 1,1 mil salas, projeções em 3D e IMAX, vai disputar o público que está lotando “Mulher-Maravilha”, num circuito que já está saturado de produções milionárias. O lançamento foi planejado para inaugurar um universo de monstros da Universal, mas teve péssima repercussão entre a crítica americana, com 26% de aprovação no site Rotten Tomatoes e reputação de ser “o pior filme que Tom Cruise já fez”. Na trama, o astro de “Missão Impossível” vive um ladrão de relíquias, que acaba despertando a maldição da criatura do título. Russell Crowe (“Noé”) também está no elenco como o Dr. Henry Jeckyll, que lidera uma organização secreta de caçadores de monstros. Todas as demais produções estreiam em circuito limitado, que, por sinal, também está saturadíssimo com o início do Festival Varilux de cinema francês nesta quinta (8/6). Só há mais um lançamento americano na programação: “Paris Pode Esperar”, estreia como diretora de ficção de Eleanor Coppola, a mulher do cineasta Francis Ford Coppola (“O Poderoso Chefão”). E é basicamente turismo gastronômico. Um programa do GNT com um fiapo narrativo, com Diane Lane (“Batman vs. Superman”) indo de vilarejo em vilarejo no interior francês, experimentando delícias culinárias e visitando marcos históricos. Em contraste com o sucesso que tem feito na Argentina, o suspense “Neve Negra” também chega em curto circuito. Traz Ricardo Darín (“Truman”) e Leonardo Sbaraglia (“O Silêncio do Céu”) no papel de irmãos em desacordo, brigando pela venda de uma propriedade no meio da neve da Patagônia. Melhor opção da semana. A programação também inclui quatro estreias nacionais. O destaque pertence a “Filhos de Bach”, uma coprodução alemã, dirigida por um alemão, que narra uma história edificante com crianças pobres brasileiras, salvas de um destino miserável por outro alemão. Um maestro vem ao Brasil em busca de uma partitura original de Bach, que é roubada por trombadinhas, e em sua busca ele acaba se envolvendo num programa de música erudita para menores infratores. Com a mesma fórmula Disney, “Tudo Que Aprendemos Juntos” (2015) era mais realista. “Animal Político” segue caminho oposto, como filme feito para ruminar. O longa acompanha uma vaca em crise existencial, que busca descobrir se é feliz. A ideia é de sitcom animada, com direito a piada-citação de “2001 – Uma Odisseia no Espaço” (1968), mas foi realizada com gente de verdade, atores fantasiados e bichos reais, evocando o cinema marginal. A lista inclui ainda um documentário e uma animação. “Nunca Me Sonharam” traz adolescentes e professores opinando sobre a educação de Ensino Médio no Brasil, com ênfase nas dificuldades dos jovens mais pobres e nas generalizações. Já a animação “Café – Um Dedo de Prosa” narra a história do café de forma didática e será distribuída apenas no circuito SPCine (gratuíto).
Nasceu a filha de Rodrigo Santoro e Mel Fronckowiak
Os atores Rodrigo Santoro (série “Westworld”) e Mel Fronckowiak (série “3%”) já são papais. A primeira filha do casal nasceu na Casa de Saúde São José, no Rio, no dia 22 de maio, mas só agora o nascimento foi confirmado pela assessoria do hospital. Muito discretos, os atores não se pronunciaram sobre o nascimento da primeira herdeira e não divulgaram fotos da menina. Mas na terça (6/6) Santoro uma foto de crianças em seu Instagram com uma legenda singela: #nemprecisadehashtag. Veja abaixo. O chá de bebê de Mel Fronckowiak tinha adiantado que a menina se chamaria Nina, mas Santoro revelou posteriormente que o casal ainda estava discutindo nomes. Os dois estão juntos pelo menos desde 2013, quando foram flagrados em Los Angeles. No início do ano passado, o ator já havia falando sobre a vontade de casar e ter herdeiros, mas os planos não tinha data certa para acontecer. “Eu vou vivendo o dia a dia. Não gosto de atropelar as coisas só pelos rótulos, isso não faz sentido para mim. Mas vai rolar”, previu na época. #nemprecisadehashtag #noneedforhashtag Uma publicação compartilhada por Rodrigo Santoro (@rodrigosantoro) em Jun 5, 2017 às 2:35 PDT
Novo trailer de Dark Matter revela conflito entre os protagonistas da série
O canal pago americano SyFy divulgou um novo trailer da 3ª temporada de “Dark Matter”, no qual os tripulantes da nave Raza decidem sua próxima missão: enfrentar um de seus próprios integrantes. A série acompanha um grupo formado pelos criminosos espaciais mais procurados do mundo, que, após perder a memória, começa a agir como se fosse um time de heróis. A história foi originalmente publicada como uma minissérie de quadrinhos em 2012, desenvolvida pelos roteiristas Joseph Mallozzi e Paul Mullie, responsáveis pela cultuada série espacial “Stargate Universe”. O elenco canadense destaca alguns atores conhecidos do gênero, como Roger R. Cross (série “Continuum”), Anthony Lemke (série “The Listener”), Zoie Palmer (série “Lost Girl”), Jodelle Ferland (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 1”) e Alex Mallari Jr. (série “True Justice”), mas quem rouba a cena é a estreante Melissa O’Neil (revelação do reality show “Canadian Idol”). “Dark Matter” retorna com novos episódios na sexta (9/6) nos Estados Unidos.
Última temporada de The Strain ganha novos vídeos apocalípticos
O canal pago americano FX divulgou dois novos vídeos da 4ª e última temporada de “The Strain”. A temporada anterior terminou com o desencadeamento de um apocalipse nuclear que permitiu que vampiros assumissem o controle do mundo. E as prévias mostram que a situação tende a ficar cada vez pior para a humanidade, com vampiros criando campos de concentração e extermínio, como os nazistas na 2ª Guerra Mundial. Criada pelo cineasta Guillermo Del Toro (“A Colina Escarlate”) e pelo escritor Chuck Hogan (“Atração Perigosa”), a série reúne em seu elenco Corey Stoll (“Homem-Formiga”), David Bradley (série “Game of Thrones”), Richard Sammel (“Bastardos Inglórios”), Kevin Durand (“Gigantes de Aço”), Miguel Gomez (“Nocaute”), Ruta Gedmintas (série “The Borgias”), Nathalie Brown (série “Being Human”) e Jonathan Hyde (“A Colina Escarlate”). “The Strain” retorna com seus episódios finais no dia 16 de julho nos Estados Unidos.
Críticas de A Múmia avaliam a estreia como pior filme da carreira de Tom Cruise
Sinal desses tempos de Rotten Tomatoes, as críticas do filme “A Múmia” foram embargadas pelo estúdio Universal até esta quarta (7/6), véspera do lançamento do filme nos cinemas. A tática tem efeito preventivo, para evitar que avaliações negativas impactem a pré-venda e bilheteria de estreia. A contra-indicação dessa estratégia é concentrar uma avalanche de opiniões numa única data, com grande risco de fomentar uma avaliação uníssona e unânime, exatamente como aconteceu com “A Múmia”. E segundo a crítica norte-americana, o filme é uma catástrofe. Não do gênero catástrofe, mas um desastre por si só. Uma das resenhas chegou a considerá-lo o pior filme da carreira de Tom Cruise. E olha que o ator fez “Coquetel” (1988), que tem apenas 5% de média no Rotten Tomatoes. A avaliação de “A Múmia” ainda é oscilante, subindo e descendo em torno dos 26% no site. Por conta disso, especialistas em mercado cinematográfico já começaram a diminuir a expectativa da bilheteria do longa nas bilheterias norte-americanas. Antes das críticas serem publicadas, o longa quebrou o recorde de bilheteria de estreia na Coreia do Sul. Agora, o site The Hollywood Reporter projeta uma arrecadação máxima de US$ 35 milhões, bem abaixo da “Mulher-Maravilha”, que deve permanecer em 1º lugar no ranking. “A Múmia” foi apresentado como o primeiro lançamento de um novo universo compartilhado na Universal, denominado de “Dark Universe”, que deveria ser uma “Marvel de monstros”. Mas este projeto pode não prosperar, caso o fracasso do lançamento inicial seja maior que o esperado. Além disso, a Warner ameaça processar a Universal pelo nome “Dark Universe”, com o qual pretendia lançar os filmes dos heróis sombrios da DC Comics. Veja abaixo alguns trechos das resenhas publicadas na América do Norte: “Obviamente, o pior filme que Tom Cruise já fez” (David Ehrlich, do site indieWire). “Tom Cruise está terrivelmente mal escalado neste filme. Seu personagem parece que foi escrito para um ator de 20 anos de idade, já que é figura imprudente e moralmente corrompida. Aos 55 anos, Cruise parece que deveria estar interpretando o Dr. Jekyll ao invés de Nick” (Scott Chitwood, do site ComingSoon). “A maior surpresa é que as cenas de ação dão saudades da versão de 1999, sugerindo que aquele filme era mais divertido do que lhe damos crédito” (John DeFore, da revista The Hollywood Reporter). “Eu não tenho certeza se esse filme morno e sem objetivo, ainda que ocasionalmente divertido, era o que o estúdio sonhava para dar o pontapé inicial em seu Dark Universe” (Chris Nashawaty, da revista Entertainment Weekly). “Ao contrário dos antigos filmes que supostamente o inspiraram, ‘A Múmia’ não tem ambientação, nem ameaça, nem romance” (Stephen Whitty, do jornal Newark Star-Ledger). “A Múmia é um filme de monstro presunçoso e confuso. Ele atira coisas e informações em cima do público, e quanto mais se aprende sobre a suposta complexidade do seu universo, menos convincente ele se torna” (Owen Gleiberman, da revista Variety). “Um tropeço tão grande que não tem nem o senso crítico de brincar com a ideia de ser ‘tão ruim que chega a ser divertido’, e mal se qualifica como horror, aventura, fantasia, suspense ou mesmo como um veículo do ator Tom Cruise” (Robert Abele, do site The Wrap). “’A Múmia’ é uma desculpa datada, batida e risível para dar início a uma franquia, e deveria ter permanecida sepultada” (Rodrigo Perez, do blog The Playlist). “O filme ‘A Múmia’ é muito ruim, medonho, inconsistente, confuso, tortuoso e muito, muito estúpido” (Richard Roeper, do jornal Chicago Sun-Times).












