João Elias (1945 – 2017)
Morreu o comediante João Elias, intérprete do personagem Salim Muchiba no programa humorístico “Escolinha do Professor Raimundo”, aos 72 anos. Ele estava internado há mais de um mês em Catanduva (SP) no Hospital Padre Albino, onde sofreu um acidente vascular cerebral (AVC) durante uma cirurgia vascular de carótidas. Ele se recuperava no quarto, quando o quadro de saúde piorou. João Elias era de Catanduva e começou sua longa carreira como humorista na rádio da cidade, quando ainda era criança. Aos 20 anos, foi levado por Adoniram Barbosa para a TV Record, onde interpretou o personagem Zé Vitrola no programa “Papai Sabe Nada”. Antes de entrar na “Escolinha do Professor Raimundo”, ele chegou a trabalhar com Chico Anysio no cinema, na comédia sexual “O Doce Esporte do Sexo” (1971). Também participou de “Rockmania” (1986) e trabalhou como produtor dos filmes “Quatro Contra o Mundo” (1970) e “Amor Maldito” (1984). Mas foram suas participações no programa do Professor Raimundo (Chico Anysio), a partir de 1991, que o tornaram conhecido do grande público. Seu Salim Muchiba era um turco caricato, que só queria dar respostas à prestações na sala de aula e ainda se envolvia sempre em discussões com o judeu Samuel Blaustein (Marcos Plonka). O personagem sobreviveu ao fim do programa, aparecendo em outras encarnações da “Escolinha”, como “Escolinha do Barulho” e “Escolinha do Gugu”, na Record. Nesta última, João Elias também interpretou o caipira Zé Bento.
Pantera Negra ganha seu primeiro trailer legendado
A Marvel divulgou o primeiro trailer legendado de “Pantera Negra”. A prévia é introduzida por um interrogatório, em que o vilão Ulysses Klaue (Andy Serkis, repetindo seu papel de “Capitão América: Guerra Civil”) descreve o reino de Wakanda como El Dorado, um lugar de riquezas inimagináveis, disfarçado por uma fachada de nação do Terceiro Mundo. De forma reveladora, ele aparece em cena sem um braço. Nos quadrinhos, o personagem é conhecido como Garra Sônica, por ter uma amplificador de ondas sonoras implantado no lugar do braço. O vídeo também mostra T’Challa (Chadwick Boseman), o Pantera Negra, nas Nações Unidas, e conflitos em Wakanda, envolvendo diversos coadjuvantes. Segundo a sinopse oficial divulgada, “Pantera Negra” encontra T’Challa imediatamente após os eventos de “Capitão América: Guerra Civil” (2016), em sua volta para a isolada e tecnologicamente desenvolvida nação africana de Wakanda para assumir seu lugar como Rei. Entretanto, quando um velho inimigo reaparece no radar, a fibra de T’Challa como Rei e Pantera Negra é testada, e ele é levado a um conflito que coloca o destino de Wakanda e do mundo todo em risco. “Pantera Negra” tem direção de Ryan Coogler (“Creed”) e também inclui em seu elenco Michel B. Jordan (“Creed”), Lupita Nyong’o (“12 Anos de Escravidão”), Forest Whitaker (“Busca Implacável 3”), Angela Bassett (“Invasão a Londres”), Sterling K. Brown (minissérie “The People v O.J. Simpson – American Crime Story”), Danai Gurira (série “The Walking Dead”) e Daniel Kaluuya (“Corra!”), além de Martin Freeman e Florence Kasumba, que também reprisam seus papéis de “Capitão América: Guerra Civil” (2016). A estreia está marcada para 15 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Fernanda Young é atacada na internet e juiz diz que ela tem “reputação elástica” por ter posado nua
A roteirista, produtora e atriz Fernanda Young levou uma lição de moral de um juiz, por conta de um processo que moveu na Justiça contra o dono de um perfil falso no Instagram que a chamava, entre outras coisas, de “vadia lésbica”. Segundo publicou o site Jota, o juiz Christopher Alexander Roisin, da 11ª Vara Cível de São Paulo, concordou que o pernambucano Hugo Leonardo de Oliveira Correa teve a intenção de insultar Fernanda. Porém, estabeleceu um valor baixo de indenização, em R$ 5 mil, na altura da reputação que ele atribui à vítima. No processo, o juiz afirma que “o valor leva em conta o fato da autora ter artisticamente posado nua, de modo que sua reputação é mais elástica, inclusive porque se sujeitou a publicar fotografia fazendo sinal obsceno, publicou fotografia exibindo os seios (…). Ora, uma mulher com tantos predicados como a autora afirma possuir deveria demonstrar, porque formadora de opinião, uma pouco mais de respeito”. A advogada de Fernanda, Isabela Guimaraes Del Monde, disse à imprensa que a escritora decidiu recorrer da decisão. “Não pelo valor da indenização, mas pelos trechos bastante machistas da decisão do juiz”, diz. “Foi um choque para a gente. Ele demonstrou ter uma posição machista, conservadora e retrógrada.”
Jennifer Esposito deixa a série NCIS após apenas uma temporada
A atriz Jennifer Esposito está saindo de “NCIS”, após participar apenas de uma temporada como integrante fixo da longeva produção da rede americana CBS. Na série, ela interpretava Alexandra “Alex” Quinn, um agente experiente que tinha virado instrutora. A personagem foi introduzida no primeiro episódio da 14ª temporada, quando é convencida a voltar à ativa e integrar a equipe de investigações da série, aproveitando sua sagacidade, rapidez de pensamento e imenso talento como agente federal. “Foi uma ótima experiência”, disse Esposito em comunicado. “Eu não poderia ter pedido uma oportunidade melhor do que trabalhar com o elenco e os produtores de ‘NCIS'”. Quinn foi uma criação do ex-showrunner de “NCIS”, Gary Glasberg, pouco antes de sua morte em setembro do ano passado. A saída de Esposito coincide com boatos de que o programa passará por uma reformulação, a partir de uma nova direção criativa na próxima temporada. O afastamento da personagem vai acontecer de forma orgânica e tirar proveito do cliffhanger da última temporada, quando ela recebeu duas ligações não reveladas de sua mãe. O fato será usado para justificar a saída de Quinn da equipe. Aproveitando a agenda livre, a atriz já entrou no elenco do thriller de ação “Speed Kills”, em que contracenará com John Travolta. Dirigido por John Luessenhop (“O Massacre da Serra Elétrica 3D – A Lenda Continua”), o filme é baseado na história real do multimilionário Don Aronow, fabricante e piloto de lanchas de alta velocidade, que se envolveu com políticos e traficantes perigosos.
Vítima de estupro de Polanski nos anos 1970 defende o cineasta na justiça americana
A vítima do abuso sexual de Roman Polanski nos anos 1970, Samantha Geimer, resolveu se manifestar pela primeira vez diante de um juiz sobre o caso. E como testemunha de defesa do cineasta, numa audiência para decidir o futuro do processo de 40 anos. Ela pediu ao juiz Scott Gordon, do Tribunal Superior de Los Angeles, que encerrasse o caso para que pudesse retomar sua vida, visando recuperar sua privacidade e evitar ter que explicar para os netos porque era famosa. “Eu imploro que faça isto por mim, tenha piedade de mim”, disse Geimer, hoje com 53 anos, 40 dos quais passados sob a sombra do escândalo. Ela acusa promotores de justiça dos Estados Unidos de tentar se promover em cima de sua história e, devido a isso, prolongar o processo e seu sofrimento de forma desnecessária. “Eu não falo em defesa de Roman, mas da Justiça”, acrescentou, referindo-se ao cineasta pelo primeiro nome. “Eu imploro que reconsidere resolver este caso sem prender um homem de 83 anos”, prosseguiu, alegando que ele também já foi punido o suficiente, ao viver como exilado e impedido de trabalhar em Hollywood quando vivia o auge de sua carreira. Mais que isso, ela defende a mesma linha de raciocínio do advogado de Polanski, afirmando que ele cumpriu a pena estabelecida em seu acordo original. Samantha tinha 13 anos quando Polanski foi acusado de drogá-la, durante uma sessão de fotos na casa do ator Jack Nicholson, em Los Angeles, e posteriormente violentá-la. Ele confessou ter tido “relações sexuais ilegais” com a menor, mas negou o estupro em seu acordo com a promotoria, que o levou a passar 48 dias preso em uma penitenciária do estado da Califórnia. Após ser solto, porém, Polanski fugiu dos Estados Unidos, e o caso foi considerado reaberto. O depoimento do promotor do caso, que foi tornado secreto, é a peça-chave na ação do advogado de Polanski para encerrar o processo judicial. O advogado alega que o diretor só fugiu dos Estados Unidos após receber informação de que o já falecido juiz Laurence Rittenband teria renegado o acordo e dito que iria prender Polanski por 50 anos. Foi apenas após esse desdobramento que o diretor fugiu para a França, de onde não poderia ser extraditado por ser cidadão francês. E lá continuou filmando e conquistando reconhecimentos da indústria cinematográfica. Chegou até a vencer o Oscar nos EUA, por seu trabalho em “O Pianista” (2002). Só que o caso de quatro décadas não foi esquecido pela justiça americana, que, em 2009, conseguiu convencer a Suíça a prender o cineasta, quando ele desembarcou no país a caminho do Festival de Zurique. Polanski passou mais 334 dias sob custódia na Suíça, enquanto as autoridades dos EUA tentavam extraditá-lo. Entretanto, sua prisão ao ser convidado de um festival repercutiu negativamente e, com o apoio da comunidade artística, Polanski lutou contra a extradição e ganhou, voltando para sua casa na França. Logo em seguida, foi premiado como Melhor Diretor no Festival de Berlim por “O Escritor Fantasma” (2010). Há dois anos, os Estados Unidos voltaram a solicitar a extradição de Polanski, desta vez da justiça polonesa, depois de ele ter aparecido em Varsóvia, em 2014, planejando rodar um longa no país. Um tribunal distrital da cidade de Cracóvia, onde a família do diretor tem uma residência, rejeitou o pedido em novembro de 2015. E, após o procurador-geral da Polônia pedir a anulação desse julgamento, argumentando que ser uma celebridade ajudou Polanski a escapar da justiça, a Suprema Corte do país encerrou definitivamente o caso, dando reconhecimento aos argumentos do diretor. O juiz do caso observou que Polanski “já tinha cumprido sua sentença”. E é este argumento que o advogado de Polanski está usando para tentar dar um fim no processo agora nos EUA, ecoado por Samantha Geimer. Após seu depoimento, Geimer também falou à imprensa, dizendo que não ficou traumatizada pelo que aconteceu há 40 anos. Contrariando expectativas, ela simplesmente afirmou que “já era sexualmente ativa na época”. Tudo isso ela já tinha contado em seu livro de memórias, intitulado “A Menina” (2013). Mas ainda acrescentou que foi mais abusada pela Justiça, porque não deixam o caso ser encerrado e continuam usando seu nome por décadas sem fim. Geimer acusou a promotoria de Los Angeles de ser “hipócrita” ao recusar seu pedido para encerrar o processo. “Se eu estivesse de pé aqui, querendo colocar Polanski na prisão por toda a vida, minha opinião seria relevante”. De fato, como busca o contrário, a promotoria afirmou que seu desejo não era importante para o caso.
Glenne Headly (1955 – 2017)
A atriz americana Glenne Headly, que viveu a protagonista feminina de “Dick Tracy” (1990) e estrelou a série “Monk”, morreu na noite de quinta-feira (8/6), aos 62 anos, informaram seus representantes, sem precisar a causa da morte. Headly nasceu em 13 de março de 1955 em Connecticut, iniciou a carreira no teatro e integrou a Chicago Steppenwolf Theatre Company, onde conheceu o ator John Malkovich, com quem se casou em 1982. Na mesma época, ela começou a aparecer nas telas. Sua estreia no cinema foi na comédia “Amigos para Sempre” (1981), de Arthur Penn. Especializando-se no gênero, ainda foi vista em pérolas da década de 1980, como “Fandango” (1985), de Kevin Reynolds, e “A Rosa Púrpura do Cairo” (1985), de Woody Allen. Ainda fez dois filmes com o marido, “Eleni” (1985) e “Construindo Um Cara Certinho” (1987), antes de se divorciarem em 1988, ano em que, por coincidência, deixou de ser coadjuvante. A virada veio com a comédia “Os Safados” (1988), na qual viveu uma herdeira assediada por dois golpistas rivais, interpretados por Steve Martin e Michael Caine. O filme do diretor Frank Oz fez grande sucesso. Mas o trabalho seguinte provou-se ainda mais popular. A atriz se projetou como protagonista ao conquistar o papel de Tess Trueheart, a namorada do herói dos quadrinhos Dick Tracy, no filme estrelado e dirigido por Warren Beatty em 1990. Na trama, ela superava até Madonna em desenvolvimento e tempo de tela. Para completar, na mesma época foi indicada ao Emmy pela minissérie “Os Pistoleiros do Oeste” (1989). O reconhecimento foi acompanhado pela vontade de diversificar sua filmografia, às vezes sem sucesso, como no suspense “Pensamentos Mortais” (1991) e no drama “O Despertar” (1991), outras com louvor, como no musical “Mr. Holland – Adorável Professor” (1995) e no telefilme “Marcas do Silêncio” (1996), que lhe rendeu nova indicação ao Emmy. O curioso é que, a partir de então, deixou de fazer sucesso com comédias, mesmo retomando a parceria com Steve Martin em “Bilko – O Sargento Trapalhão” (1996), fracasso de crítica e bilheteria. Ela também foi a mãe de Lindsay Lohan no fraco “Confissões de uma Adolescente em Crise” (2003) e, dez anos depois, a mãe de Joseph-Gordon Levitt em “Como Perder Essa Mulher” (2013), seu reencontro tardio com o sucesso cômico. Glenne Headly também participou de várias séries. Alguns de seus papéis de destaque incluem a médica Abby Keaton na 3ª temporada de “Plantão Médico/E.R.” (exibida em 1996) e Karen Stottlemeyer, a esposa do personagem de Ted Levine na série “Monk” (entre 2003 e 2006). Além desses papéis recorrentes, ela apareceu em episódios de “Law & Order: SVU”, “C.S.I.”, “Grey’s Anatomy”, “Psych” e “Parks and Recreation”. Mais recentemente, a atriz integrou o elenco da série criminal “The Night Of”, uma das atrações mais elogiadas da HBO do ano passado, e estava gravando a 1ª temporada de “Future Man” para o serviço de streaming Hulu, como mãe do protagonista, Josh Hutcherson. Segundo os produtores, ela completou seis episódios e não será substituída na série, que ainda não tem data para estrear. A trama será reescrita para explicar sua ausência. Hutcherson foi um dos primeiros a se manifestar nas redes sociais sobre a morte da atriz. “Eu só conheci a talentosa, compreensiva, carinhosa e bela Glenne Headly por um tempo curto. Ela era forte, poderosa e hilariante. Seus olhos trouxeram à vida tantos personagens surpreendentes ao longo dos anos e seu amor trouxe à vida uma bela família. Vou sentir falta da sua presença, seu sorriso, e a forma como ela me fez sentir como seu filho – antes, durante e depois das gravações. Agarre-se àqueles que fazem você se sentir amado. Meu coração está partido e eu só posso imaginar o que aqueles mais próximos a ela estão passando… Com o coração de chumbo vamos celebrar o insubstituível Glenne Headly”, ele escreveu em seu Instagram.
Tom Hardy publica longa e comovente carta de despedida para seu cachorro Woody
O ator Tom Hardy (“Mad Max: A Estrada da Fúria”) publicou no Tumblr uma longa e comovente carta de despedida a seu melhor amigo, o cachorro Woody, que morreu aos seis anos de idade, após ter sido diagnosticado há seis meses com uma doença muscular. Hardy falou sobre a primeira vez que viu o cachorro abandonado e perdido numa estrada da Georgia, nos Estados Unidos, enquanto filmava “Os Infratores” (2012). Ele contou que o perseguiu noite à dentro, temendo que ele se atirasse na rodovia. Prevendo o pior, ele se lembrou de assobiar e isso fez o bicho dar meia-volta e correr para seus braços, revelando-se pequeno e fedido. O nome foi sugestão da atriz Jessica Chastain, sua colega nas filmagens. “Jessica me perguntou se era menino e menina. Eu disse que era menino porque eu estava vendo seu Woodstock. E ela disse: ‘Ótimo, vamos chamá-lo de Woodstock’. E aí ele virou Woody!”. O texto é literário, com pontuação aleatória, mas cheio de anedotas e causos que revelam detalhes do relacionamento de forma emocionante, mostrando como Hardy gostava do bicho e se orgulhava de levá-lo para os sets de seus filmes, séries e tapetes vermelhos. “Ele era o exemplo brilhante do melhor amigo do homem (…) Obrigado Woody por escolher nos encontrar. Nós vamos amá-lo e vamos estar com você e você conosco para sempre. Nunca o esqueceremos”. Veja a íntegra abaixo. Quem souber inglês não vai conseguir conter as lágrimas. I first saw Woodstock running across a turnpike we were turning onto late one dark night in Peachtree Georgia Atlanta. Whilst we were shooting Lawless. He was a stray. 11 weeks old. Oh No we thought. Quickly Go get that dog not even sure it was a dog. Actually. We stopped the car. It was pitch black literally. I used my phone to light the road in case a car came round the turnpike and couldn’t see me. And malletted me. And I tried to cover some ground but he was fast. I watched this thing Running towards the highway in the pitch black making good speed towards the cars and lorries and I remember seeing what were its floppy ears bouncing towards the traffic. That dogs had it I thought. I couldn’t make out how big it was what breed it was? Nothing just those two ears flapping away above a frantic bundle. Hurtling away from us towards impending doom that was for certain. Whatever it was had no road sense and was tearing away. I panicked a little because I couldn’t help it had no name to shout and now it was close to the freeway. I put my fingers to my mouth and I whistled. Loud as I could. The whistle pierced the black. And It stopped the dog dead in its tracks. Then it turned and set eyes on me in one swift movement the ears about faced and the dog decided to run straight at me in the darkness all flashes of teeth and snarling And shrieking. Fuck this I thought that’s not a fkn dog. What am I doing. It ran straight at me and hit me around the legs I couldn’t see but I could hear the distress and I reached down thinking I’m going to get bitten. It was so noisy shrieking. I snatched out expecting to feel teeth and grabbed a fist full of soft neck fur lifted what was actually an incredibly light weight up to my face and shone my phone at it. It was a very small bundle literally sagging from its neck fur with two big brown eyes staring straight into mine. Terrified and utterly quiet. When I got back to the car and sat in my seat he lay on my shoulder and fell asleep. And snored clearly he’d been through a lot. And now the ordeal was seemingly over enough for him to relax. Jessica asked me was he a girl or a boy. Its a boy I said. How do you know. Erm… I can feel his Woodstock. great !!! let’s call him Woodstock!!! And so it was. He was covered in dogshit. Now so was I. And we rode and We took him straight to the pet store to clean him up and buy him well things.., lots of things things dogs need and we walked the aisles the three of us letting him choose toys and his lead and his collar. I’ll Never forget that night. It was wonderful. One minute he was almost dead next terrified. Then picked up by strangers then after He had a power nap in the car, the next he’s walking with his bandy leg John Wayne strut under the strip lighted aisles of this massive pet store happy and playful. He wore a red bandana that night and from then on and drank religiously from the toilet throughout the night despite having a few bowls of water in the apartment he was every inch a survivor. He wasnt house broken it didn’t matter we were outdoors mostly and He ate through trailer doors and made many friends and Pnut had him on the lead off set and He became our onset dog I will always be eternally grateful to Georgia. It gave me the greatest of joys of being a dog owner And the bestest of friends after Max had passed Woody arrived He was 11 weeks old approx. The first morning we had him. He ate a turd and we chased him to drop it but he gobbled it down because he must have thought we wanted to eat it. So he ate it as fast as he could. We just wanted him to eat some real food. He now had plenty. But there was a survivor in him. That was clear he had had to eat what he could and from then on it was clear he had food issues. But he would never go hungry again. His nickname was Yamaduki. Because he literally yammed down a duki. So Woodstock Yamaduki was his full name. Woody Thomas later Woody two shoes and Wu for short. Woody came back to the Uk after Jess’s parents kindly looked after him to avoid quarantine they house trained him. He had my tshirt from Warrior. I picked him up from them in California when I shot Dark Knight and thanked them. He hadn’t forgotten me and despite the tireless efforts and hard work that Jessica’s Mum and husband had put into Woody he heard my whistle again and turned and ran at me and didn’t look back. I felt for them but secretly I was very happy that my friend and I were reconnected. We all had a picnic we jumped into a lake Woody too and then it was clear Woody couldn’t swim and I hauled his ass out of the lake. Dragging him out the shit a second time cemented a pattern. I have hauled him out of rivers and ponds on many occasion since that day such was his love to chase ducks. Especially the Thames. his rabies titer had cleared he spent a week in quarantine and he became a Londoner. He was an Angel. And he was my best friend. We went through so much together. Charlotte worked tirelessly with him to get him through a rough case of separation anxiety. He loved her like his Mum. And when she was pregnant he gaurded her fiercely. He has been on many sets. Met many crews. Photo shoots premieres made many many friends he was #73 most influential animal in TIME magazine. He beat JAWS. Something we all thought was brilliant. He’s been in peaky blinders. Legend everyone who met him loved him. He didn’t have a bad bone in his body. All he knew was love. I don’t normally speak out about family and friends but this is an unusual circumstance. Woody affected so many people in his own right so with great respect to his autonomy and as a familiar friendly face to many of you, it is with great great sadness a heavy heart that I inform you that after a very hard and short 6 month battle with an aggressive polymyostisis Woody passed away, two days ago. He was only Age 6. He was Far too young to leave us and We at home are devastated by his loss I am ultimately grateful for his loyal companionship and love and it is of some great comfort that he is no longer suffering. Above all I am completely gutted. the world for me was a better place with him in it and by my side. To the bestest friend ever. To me and to a family who loved him beyond words and whom he loved without doubt more than I have ever known. Woody was the bestest of journey companions we ever could dream of having. Our souls intertwined forever. A friend told me He was special bro, a shining example of man’s best friend. He burnt very very bright and, those that burn very bright sometimes burn half as long. Thankyou Woody for choosing to find us. We will love you and be with you and you with us forever. Never ever ever forgotten. Your Boy tom xxx I love you beyond words. To the moon and back again and again to Infinity and beyond. Run with Max now and the Angels. I will see you when I get there. With all of me I love you. Always Thankyou for Your love beautiful boy.
Terror australiano que conquistou a crítica ganha fotos e trailer tenso
A IFC divulgou o pôster, 20 fotos e o trailer do terror australiano “Killing Ground”, que ganhou muitos elogios durante sua exibição no Festival de Sundance deste ano, atingindo 86% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A prévia mostra como um fim de semana de camping à beira de um lago se transforma numa luta pela sobrevivência contra dois caçadores locais. Com uma história que evoca os ótimos “Wolf Creek – Viagem ao Inferno” (2005), “Viagem Maldita” (2006) e “Sem Saída” (2008), o filme acompanha um casal em busca de descanso numa praia remota, onde se depara com um acampamento abandonado. A falta de vestígio de seus ocupantes os deixa preocupados, ainda mais quando descobrem uma criança solitária e traumática nas proximidades. A verdade surge em flashbacks e no encontro com os sociopatas que aterrorizam os turistas da região. Estreia em longas do diretor e roteirista Damien Power, o filme é estrelado por Ian Meadows (série “Rake”), Harriet Dyer (série “Love Child”), Aaron Pedersen (“Nos Braços do Crime”), Aaron Glenane (“Mergulhando Fundo”), Tiarnie Coupland (“O Beijo do Vampiro”), Stephen Hunter (trilogia “O Hobbit”) e Mitzi Ruhlmann (“Os Garotos nas Árvores”). “Killing Ground” estreia em 21 de julho nos Estados Unidos e não tem previsão de lançamento no Brasil.
Novos trailer e pôster de Planeta dos Macacos: A Guerra destacam a importância de Nova
A Fox divulgou um pôster e um novo trailer de “Planeta dos Macacos: A Guerra”, centrados em Nova. A prévia é mais emocionante que todas as anteriores sem uma cena de ação sequer. Ela mostra a origem da menina muda, que é criada pelos macacos inteligentes e se apega a Caesar (Andy Serkis), revelando brevemente de onde surgiu seu nome e como sua afeição e lealdade determinará seu lado durante a guerra do título, entre os macacos e o exército humano liderado pelo personagem de Woody Harrelson (“Jogos Vorazes”). A menina Nova tem o mesmo nome da humana selvagem que guiava o astronauta Taylor (Charleton Heston) pelo “Planeta dos Macacos” original, o filme de 1968. Vivida pela alemã Linda Harrison, a personagem de mini-saia de pele ainda apareceu na continuação apocalíptica “De Volta ao Planeta dos Macacos” (1970) e foi uma das personagens da animação homônima, lançada em 1975. Por sinal, a atriz fez até uma pequena participação como prisioneira humana no remake de 2001, dirigido por Tim Burton. Na nova versão, Nova ainda é uma criança e tem interpretação de Amiah Miller (“Quando as Luzes se Apagam”). Vale observar que “Planeta dos Macacos: A Origem” (2011) já continha uma cena breve em que um noticiário referia-se ao desaparecimento de uma nave espacial chamada Icarus – justamente a nave que carregava Taylor para o Planeta dos Macacos original. Dirigido por Matt Reeves, que assinou o filme anterior, “Planeta dos Macacos: O Confronto” (2014), o novo capítulo da franquia estreia em 3 de agosto no Brasil, duas semanas após o lançamento nos Estados Unidos.
Filme do super-herói Pantera Negra ganha primeiro pôster
A Marvel divulgou o primeiro pôster de “Pantera Negra”, que traz o ator Chadwick Boseman no papel-título, sentado em seu trono. Na trama, ele é rei de Wakanda, pequeno país fictício da África, que mantém vivas antigas tradições, ao mesmo tempo em que desenvolve tecnologias mais avançadas que as grandes nações do planeta. Segundo a sinopse oficial divulgada, “Pantera Negra” vai acompanhar T’Challa (Boseman), que, após os eventos de “Capitão América: Guerra Civil”, volta para a isolada e tecnologicamente desenvolvida nação africana de Wakanda para assumir seu lugar como Rei. Entretanto, quando um velho inimigo reaparece no radar, a fibra de T’Challa como Rei e Pantera Negra é testada, e ele é levado a um conflito que coloca o destino de Wakanda e do mundo todo em risco. “Pantera Negra” tem direção de Ryan Coogler (“Creed”) e também inclui em seu elenco Michel B. Jordan (“Creed”), Lupita Nyong’o (“12 Anos de Escravidão”), Forest Whitaker (“Busca Implacável 3”), Angela Bassett (“Invasão a Londres”), Sterling K. Brown (minissérie “The People v O.J. Simpson – American Crime Story”), Danai Gurira (série “The Walking Dead”) e Daniel Kaluuya (“Corra!”), além de Martin Freeman, Andy Serkis e Florence Kasumba, que reprisam seus papéis de “Capitão América: Guerra Civil” (2016). As filmagens aconteceram entre Atlanta, nos EUA, e a Coreia do Sul, e a estreia está marcada para 15 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Antonio Banderas é segurança de shopping duro de matar em trailer de filme de ação
A Arrow Filmes divulgou o pôster e o trailer de “Security”, thriller de ação estrelado pelo astro espanhol Antonio Banderas (“Mercenários 3”). Na trama, ele vive um ex-militar desempregado que aceita um emprego de salário mínimo como segurança de shopping center. O trabalho deveria ser monótono, mas uma jovem desesperada acaba correndo para o shopping deserto, durante a noite, e Banderas se vê em nova zona de guerra, liderando os demais seguranças num combate contra gângsteres armados, comandados por Ben Kingsley (“Homem de Ferro 3”). A prévia é bem intensa, com cenas de muita violência e adrenalina. O elenco internacional também inclui o australiano Liam McIntyre (série “Spartacus”), a inglesa Gabriella Wright (“Carga Explosiva: O Legado”), o árabe Bashar Rahal (“Agente do Futuro”), o campeão vietnamita de MMA Cung Le (“O Grande Mestre”) e o cantor chinês Jiro Wang (“My Beautiful Kingdom”). O roteiro foi escrito por Tony Mosher (“Assassino à Preço Fixo 2: A Ressurreição”) e John Sullivan (“Medo do Escuro”), e a direção é do canadense Alain Desrochers (“Nitro”), especialistas em filmes B. O lançamento vai acontecer direto em streaming e DVD em 3 de julho no Reino Unido.
Reset: Sci-fi chinesa de viagem no tempo ganha trailer repleto de ação e efeitos visuais
É inevitável que, com a abertura do mercado chinês para os blockbusters de Hollywood, o cinema do país embarque nas tramas grandiosas de ficção científica, diversificando uma indústria mais conhecida por seus filmes de kung fu, fantasias de época, comédias e dramas. “Reset” é uma das produções mais ambiciosas da China. Seu trailer destaca muitos efeitos visuais e cenas de ação, que criam um thriller futurista de viagem no tempo. O detalhe é que, embora o elenco e os produtores (entre eles, Jackie Chan) sejam chineses, o diretor é sul-coreano. Não é por acaso: o cinema sul-coreano é a melhor referência de produção sci-fi da Ásia. Ainda assim, “Reset” é a primeira sci-fi e superprodução de Chang, que se identifica com apenas um nome (como Madonna), e antes fez um terror, um thriller e um drama. O filme traz a atriz chinesa Yang Mi (“Pele Pintada: A Ressurreição”) como um brilhante cientista que trabalha em uma máquina do tempo capaz de enviar pessoas de volta aproximadamente uma hora e dez minutos para o passado. Quando seu filho é sequestrado por mercenários fortemente armados, ela é instruída a entregar todos os dados da pesquisa. Mas a troca de reféns dá errado e, vendo seu filho morrer, ela decide usar sua máquina para retroceder no tempo e mudar os eventos da última hora. “Reset” será lançado no dia 30 de junho na China.
Liev Schreiber vive sob pressão nos teasers da 5ª temporada de Ray Donovan
O canal pago americano Showtime divulgou dois teasers da 5ª temporada de “Ray Donovan”, que mostram o personagem-título, vivido por Liev Schreiber (“X-Men Origens: Wolverine”), sob a pressão de seu cotidiano: resolvendo problemas para outros e criando problemas para si mesmo. Desenvolvida por Ann Biderman (também criadora da série “Southland”), a atração gira em torno de um profissional que ajuda estrelas de Hollywood e endinheirados envolvidos em escândalos, mas enfrenta dificuldades em resolver conflitos dentro de sua própria família. O elenco também inclui Jon Voight (“Transformers”), Paula Malcomson (franquia “Jogos Vorazes”), Kerris Dorsey (série “Brothers and Sisters”) e Dash Mihok (série “Gotham”). E a principal novidade dos próximos capítulos será a chegada de Susan Sarandon (série “Feud”). A estreia da 5ª temporada está marcada para 6 de agosto nos Estados Unidos. No Brasil, a série é exibida pela HBO.











