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    Nascem os gêmeos de Beyoncé

    18 de junho de 2017 /

    A cantora Beyoncé deu à luz seus filhos gêmeos. A notícia foi compartilhada por seu pai, Mathew Knowles, nas redes sociais. Segundo o site TMZ, os bebês nasceram na segunda-feira (12/6) e permanecem no hospital por causa de “um pequeno problema de saúde”. Não há detalhes de qual seria a razão exata de não terem sido liberados ainda. Uma fonte disse que Beyoncé também permanece no hospital, mas passa bem. Beyoncé e o rapper Jay-Z já são pais de Blue Ivy, de 5 anos. O casal está junto desde 2000, mas só se casaram em 2008, em uma cerimônia discreta em Nova York. A estrela revelou que estava esperando gêmeos em fevereiro, quando postou um ensaio fotográfico nas redes sociais já exibindo sua barriga de grávida. “Nós gostaríamos de compartilhar o nosso amor e felicidade. Nós fomos muito abençoados duas vezes. Estamos muito agradecidos que a nossa família vai crescer e queremos agradecer a todos pelas mensagens positivas”, disse. They're here! .⠀ .⠀ .⠀ #beyonce #jayz #twins #birthday #happybirthday Uma publicação compartilhada por Mathew Knowles (@mrmathewknowles) em Jun 18, 2017 às 7:12 PDT

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  • Filme

    Trailer alucinógeno de drama indie traz Kirsten Dunst sob efeito de drogas

    18 de junho de 2017 /

    A A24 divulgou o pôster e o trailer de “Woodshock”, suspense dramático estrelado por Kirsten Dunst (série “Fargo”). A prévia atmosférica e alucinógena lembra outro filme da atriz, “Melancolia” (2011). O longa marca a estreia na direção das irmãs Kate e Laura Mulleavy, criadoras da grife de moda Rodarte. Elas também assinam o roteiro. Descrito como uma obra que explora o isolamento, a paranoia e o luto, a trama traz Dunst como uma mulher deprimida, que sofreu uma perda profundo e tem sua fragilidade potencializada pelos efeitos alucinógenos de uma droga mortal. O elenco também inclui Joe Cole (“Olhos da Justiça”), Pilou Asbæk (“Ghost in the Shell”), Lorelei Linklater (filha do diretor Richard Linklater) e Jack Kilmer (filho do ator Val Kilmer). “Woodshock” estreia em 15 de setembro nos EUA e não tem previsão de lançamento no Brasil.

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    Stephen Furst (1955 – 2017)

    18 de junho de 2017 /

    Morreu o ator Stephen Furst, que ficou conhecido como o calouro Flounder na comédia clássica “O Clube dos Cafajestes” (Animal House). Ele faleceu na sexta (16/6) em sua casa em Moorpark, Califórnia, perto de Los Angeles, aos 62 anos, devido a complicações da diabetes. O papel de Kent “Flounder” Dorfman em “O Clube dos Cafajestes” (1978) foi o seu primeiro grande destaque no cinema. O personagem era um dos calouros rejeitados, que acabava entrando na pior fraternidade do campus, conhecida por abrigar arruaceiros, e no processo adquiria autoestima. Ele chegou a repetir o papel na série “Delta House”, adaptação do filme que durou só 13 episódios em 1979. Depois disso, Furst fez alguns aparições em filmes B e diversas séries dos anos 1980, antes de voltar a se destacar como protagonista da série médica “St. Elsewhere”, uma das mais populares de sua época. Ele alternou performances cômicas e dramáticas como o Dr. Elliot Axelrod, médico de uma equipe que tentava ensinar Medicina para jovens residentes. A atração durou seis temporadas, de 1982 a 1988, foi indicada à 63 Emmys, ganhando 13 destes prêmios, e chegou a ser eleita a melhor série dramática dos anos 1980 pela TV Guide. De quebra, a produção ainda revelou um jovem ator chamado Denzel Washington. Paralelamente, Furst desempenhou um papel no telefilme apocalíptico “O Dia Seguinte” (1983) e gravou uma participação no clipe de “I Wanna Rock” (1984), do Twisted Sister. Mas, ao fim de “St. Elsewhere”, enfrentou outro hiato na carreira. Ele coestrelou a comédia “De Médico e Louco Todo Mundo Tem um Pouco” (1989) com Michael Keaton, mas não teve sorte ao tentar voltar a protagonizar uma atração televisiva. Sua experiência como padre na série de comédia “Have Faith” (1989) não passou do sexto episódio, levando-o a retomar a rotina de participações especiais. O pula-pula de “MacGyver – Profissão Perigo” a “Melrose Place” durou cinco anos, até o ator entrar em mais uma produção clássica: a série sci-fi “Babylon 5”. Furst viveu um embaixador alienígena chamado Vir Cotto na trama ambiciosa de J. Michael Straczynski (cocriador de “Sense8”), que durou cinco temporadas, de 1994 a 1998, e ainda rendeu uma série derivada e diversos telefilmes. A partir da segunda metade dos anos 1990, ele desenvolveu uma nova linha de trabalho, como dublador de séries animadas. A experiência foi iniciada com o personagem Fan Boy de “Freakazoid”, em 1995, e logo seguida pelos desenhos “Timão & Pumba”, “Filhotes Da Selva”, “Buzz Lightyear do Comando Estelar” e o vídeo “A Pequena Sereia II: O Retorno Para o Mar” (2000). Graças ao status cult de “O Clube dos Cafajestes”, Furst acabou figurando em muitos filmes de fraternidades ao longo da carreira. Infelizmente, todos fraquíssimos. A lista cobre desde “A Reunião dos Alunos Loucos” (1982) até “Calouros em Apuros” (2001) e “Curvas Perigosas” (2002). Ele também participou do curta de reencontro da turma da faculdade fictícia Faber, intitulado “Where Are They Now?: A Delta Alumni Update” (2003), incluído como bonus do DVD de “O Clube dos Cafajestes”. Furst ainda dirigiu diversas produções televisivas, a partir de “Babylon 5”, e nos últimos anos vinha se dedicando à produção cinematográfica. Um de seus últimos trabalhos, o terror “Cold Moon” (2016), acabou lhe rendendo um dos poucos prêmios de sua carreira, ao vencer o Festival de Laughlin em Nevada, nos Estados Unidos. Seus dois filhos publicaram um texto no Facebook pedindo para os fãs não ficarem tristes com sua morte. “Para realmente honrá-lo, não chore pela perda de Stephen Furst. Em vez disso, aproveite as memórias de todas as vezes que ele fez você rir, gargalhar e soltar sons guturais sem medo do próprio constrangimento. Ele acreditava intensamente que o riso é a melhor terapia, E ele gostaria que nós praticássemos isso agora”.

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  • Série

    Violência e Susan Sarandon dão o tom do trailer da 5ª temporada de Ray Donovan

    17 de junho de 2017 /

    O canal pago americano Showtime divulgou o trailer e o poster da 5ª temporada de “Ray Donovan”. A prévia mostra o personagem-título, vivido por Liev Schreiber (“X-Men Origens: Wolverine”), contratado por uma magnata da mídia, interpretada por Susan Sarandon (“A Intrometida”) para lidar com seus próprios fixers, com medo de que eles possam saber demais. “Qualquer que seja seu preço, eu pago”, ela avisa. O trailer também destaca a chegada de novos personagens, em especial uma jovem problemática vivida por Lili Simmons (série “Banshee”), as pazes entre Ray e Mickey (Jon Voight) e muita violência. Desenvolvida por Ann Biderman (também criadora da série “Southland”), a atração gira em torno de um profissional que ajuda estrelas de Hollywood e endinheirados envolvidos em escândalos, mas enfrenta dificuldades em resolver conflitos dentro de sua própria família. A estreia da 5ª temporada está marcada para 6 de agosto nos Estados Unidos. No Brasil, a série é exibida pela HBO. [gallery targetsize=”full” captions=”hide” bottomspace=”ten” gutterwidth=”10″ columns=”3″ size=”medium” newtab=”true”

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  • Filme

    Trailer legendado de A Morte Te Dá Parabéns coloca o terror em looping contínuo

    17 de junho de 2017 /

    A Universal Pictures divulgou o pôster, fotos e o primeiro trailer legendado do terror “A Morte Te Dá Parabéns” (Happy Death Day), novo filme da produtora Blumhouse (de “Corra!”, “Uma Noite de Crime” e “Atividade Paranormal”). A prévia usa o velho truque do looping temporal de forma criativa, aptando a premissa de “Feitiço do Tempo” (1993) a um contexto de slasher. Em cena típica do gênero, um serial killer mascarado ataca a protagonista (Jessica Rothe, da série “Mary + Jane”) numa república feminina. Mas, após morrer, ela acorda para reviver novamente o mesmo dia, que por acaso é o seu aniversário. E isso acontece sucessivas vezes, até ela se convencer que, para sobreviver, precisará descobrir a identidade do assassino. O filme tem direção de Christopher Landon (da franquia “Atividade Paranormal” e do terrir “Como Sobreviver a Um Ataque Zumbi”) e foi escrito em parceria com Scott Lobdell, autor de inúmeros quadrinhos dos X-Men e derivados, como “Geração X” e o crossover da “Era de Apocalipse”. “A Morte Te Dá Parabéns” estreia na sexta-feira 13 do mês do Halloween nos cinemas americanos e em 2 de novembro no Brasil.

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  • Etc

    Revelada a causa da morte de Carrie Fisher

    17 de junho de 2017 /

    A causa da morte da atriz Carrie Fisher foi confirmada pelo necrotério do condado de Los Angeles na sexta-feira (16/6). Segundo o relatório do legista, a atriz teria morrido por causa de apneia durante o sono e por outros fatores indeterminados, inclusive o uso de drogas. O médico também disse que Fisher sofria de Aterosclerose (Acúmulo de gorduras, colesterol e outras substâncias nas paredes das artérias) e “usava drogas”, mas nenhum dado específico foi dado. Apesar disso, a agência de notícias Associated Press afirma que Fisher tomou múltiplos medicamentos antes de sua morte. A atriz Billie Lourd, filha de Carrie Fisher, comentou o laudo médico em comunicado à revista People, no qual abordou a luta de sua mãe contra as drogas e problemas mentais. “Minha mãe lutou contra a dependência de drogas e doenças mentais durante toda a vida. Ela finalmente morreu disso. Ela sempre foi aberta em todo o seu trabalho sobre os estigmas sociais envolvendo essas doenças. Ela falou sobre a vergonha que atormenta as pessoas e suas famílias confrontadas por essas doenças. Eu conheço minha mãe, ela gostaria que sua morte encorajasse as pessoas a se abrirem sobre suas lutas. Procure ajuda, lute pelo financiamento do governo para programas de saúde mental. A vergonha e os estigmas sociais são inimigos do progresso para soluções e de uma cura. Te amo, Momby. “ A morte de Carrie Fisher aconteceu após um ataque cardíaco no final do ano passado. Ela estava viajando de Londres para Los Angeles no dia 23 de dezembro, quando teve uma parada cardíaca. Levada a um hospital ao pousar, veio a falecer no dia 27 de dezembro, um dia antes de sua mãe, Debbie Reynolds, que não suportou a perda da filha.

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  • Etc

    Julgamento de Bill Cosby por estupro é anulado

    17 de junho de 2017 /

    O veterano comediante Bill Cosby escapou da prisão. O ruidoso julgamento em que ele era acusado por estupro foi anulado neste sábado (17/6), depois que o júri não alcançou um veredicto por unanimidade, condição exigida pela Justiça americana para uma condenação. Foram mais de 50 horas de deliberações, sem que as cinco mulheres e os sete homens do juri chegassem a um consenso sobre a culpa ou a inocência de Cosby. A anulação foi uma vitória parcial para o ator de 79 anos, que respondia acusação de abuso sexual cometida contra Andrea Constand em 2004. Caso fosse condenado, a estrela do popular sitcom “The Cosby Show” (1984-1992) corria o risco de ser condenado a 30 anos de prisão. Mas Cosby ainda não está totalmente livre. O promotor do condado de Montgomery, Kevin Steele, que havia acusado o ator, indicou que solicitará a abertura de um novo processo, como autoriza a lei. Isto significa que haverá um segundo julgamento com outros jurados. O caso de Constand foi o único que originou processo criminal, após mais de 60 mulheres apresentaram denúncias de abuso sexual contra Cosby. As outras denúncias tinham prescrito e não puderam ser levada a júri, mas ainda rendem ações na Justiça civil. Na ausência de testemunhas diretas ou elementos materiais de prova, todo o processo se concentrou no depoimento de seus dois protagonistas, Bill Cosby e Andrea Constand. O ator reconheceu que teve contato com a jovem na noite de janeiro de 2004, mas assinalou que se tratou de uma relação consensual. Também admitiu que deu a Andrea um sedativo, mas alegou que queria apenas que ela relaxasse, uma vez que havia dito que estava estressada. Já a canadense de 44 anos, que trabalha como massagista terapêutica em Toronto, apresentou incoerências em diversas declarações, destacadas com insistência pela defesa.

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  • Música

    Arcade Fire faz trilha dançante para a depressão em seu novo clipe

    17 de junho de 2017 /

    A banda canadense Arcade Fire lançou o clipe de “Creature Comfort”, um rock dançante, de melodia bastante familiar. Com um instrumental que remete a New Order e um vocal gritado ao estilo de The Fall, a música evoca o pós-punk até no tema, ao esconder sob a batida alegre uma letra para lá de sombria sobre as pressões que dilaceram a autoestima, levando meninos e meninas a se odiarem e pensarem em se matar – ou ficar famosos – por expectativas irreais. No clipe, os músicos vestem roupas prateadas, mas o que chama atenção é a câmera fixa e parada, que registra a performance sem nenhum malabarismo de edição, num único take contínuo. A exibição também é marcada por bordas verticais bem largas, que ampliam a profundidade de campo como num épico clássico, enquanto a letra ocupa as margens num efeito markee. A direção é assinada por Tarik Mikou, um designer canadense experiente, que evoluiu de ilustrações e embalagens de discos para cenografia de turnês – inclusive de Madonna – e estreia na nova função. Segundo single do quinto álbum do Arcade Fire, “Creature Comfort” foi co-produzida por Geoff Barrow (da banda Portishead) e Steve Mackey (da banda Pulp). O álbum, intitulado “Everything Now”, chega quatro anos após o bem-sucedido “Reflektor” e tem lançamento previsto para 28 de julho.

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  • Música

    Sensualidade de Rihanna rouba a cena no novo clipe de DJ Khaled

    17 de junho de 2017 /

    O novo clipe de DJ Khaled, “Wild Thoughts”, traz uma participação quentíssima de Rihanna. A partir do momento em que ela entra em cena, hipnotiza com seus movimentos insinuantes de cigana caribenha, toda sexy num vestido azul transparente, enquanto Khaled repete seu próprio nome e se contorce (dança) ao fundo. A música também tem participação de Bryson Tiller, que baixa o nível com palavrões e metáforas violentas, mas é a guitarra de Carlos Santana, sampleada de “Maria Maria”, que mais chama atenção na base criada por Khaled. Graças à participações de celebridades em suas músicas, Khaled vem conseguindo uma visibilidade que poucos DJs de hip-hop atingem hoje em dia. Ele até apareceu num recente comercial do Homem-Aranha. E vale lembrar que seu hit mais recente, “I’m the One”, junta nada menos que Justin Bieber e Chance the Rapper. “Wild Thoughts” é o quarto single do novo álbum de Khaled, “Grateful”, que será lançado oficialmente no dia 23 de junho e ainda conta com vocais de Beyoncé, Jay Z, Nicki Minaj, Alicia Keys, Drake, Future e muito mais. Já o clipe tem direção de Colin Tilley, responsável pelo famoso vídeo de “Anaconda”, de Nicki Minaj, além do divertido “M.I.L.F. $”, de Fergie.

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  • Filme

    Homem-Aranha: De Volta ao Lar ganha novas fotos

    17 de junho de 2017 /

    A Sony e a Marvel divulgaram novas fotos no Twitter oficial de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”. São três imagens, que mostram o herói uniformizado nas ruas de Nova York. Além de Tom Holland como o protagonista, estão no elenco Michael Keaton, Zendaya, Donald Glover, Jacob Batalon, Tyne Daly, Marisa Tomei e Robert Downey Jr., entre outros. Com direção de Jon Watts (“A Viatura”), “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” estreia em 6 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    John G. Avildsen (1935 – 2017)

    16 de junho de 2017 /

    Morreu John G. Avildsen, diretor dos clássicos “Rocky: Um Lutador” (1976) e “Karatê Kid” (1984). Ele faleceu na sexta-feira (16/6) em Los Angeles, aos 81 anos, vítima de câncer nos pâncreas. Avilsen começou sua carreira como assistente de direção de Otto Preminger nos anos 1960 e em pouco tempo passou a comandar seus próprios filmes: produções independentes, que ele dirigiu, produziu, filmou e editou. Seus primeiros longas tinham temáticas contraculturais. A lista inclui o psicodélico “Turn on to Love” (1969), o contestador “Adivinhe o que Elas Aprenderam na Escola Hoje” (1970), sobre educação sexual, e o perturbador “Joe – Das Drogas à Morte” (1970), sobre um extremista conservador assassino de hippies. Mas aos poucos essa tendência deu lugar a filmes por encomenda. Sua carreira entrou em outro patamar a partir de “Sonhos do Passado” (1973), que ele realizou para a Paramount. O filme foi indicado a três Oscars e rendeu o troféu de Melhor Ator para Jack Lemmon. Mas isso não foi nada perto da repercussão de “Rocky”, produção da MGM que se tornou um fenômeno, transformando o ator e roteirista Sylvester Stallone num astro do cinema. A história do lutador amador que enfrenta o campeão do mundo foi indicado a impressionantes dez Oscars e venceu como Melhor Filme do ano. Pela criação das cenas clássicas de “Rocky”, o próprio Avilsen venceu o Oscar de Melhor Diretor e o troféu do Sindicato dos Diretores (DGA Award). “Todos recordam a primeira vez que viram ‘Rocky’. Por mais de 40 anos, a história clássica sobre o perdedor que supera todas as probabilidades tem encantado gerações de espectadores”, disse o presidente e CEO da MGM, Gary Barber, que definiu Avildsen como “um tesouro americano”. Graças ao status atingido por “Rocky”, o cineasta ficou em alta com os grandes estúdios, assinando produções bastante variadas, como “A Fórmula” (1980), thriller estrelado por Marlon Brando, e “Estranhos Vizinhos” (1981), comédia com John Belushi. O trabalho sob encomenda rendeu bombas como “Clube das Mulheres” (1983), mas também sucessos retumbantes, como “Karatê Kid” (1985). Com “Rocky” e “Karatê Kid”, Avildsen inaugurou duas das franquias mais bem-sucedidas de seu tempo. Ele dirigiu todos os três “Karatê Kid” lançados nos anos 1980 e ainda “Rocky V”, em que o personagem se aposentou dos ringues, em 1990. Ao todo, ele dirigiu 30 filmes, entre ficções e documentários. Seu último longa foi “Inferno” (1999), estrelado por Jean-Claude Van Damme, em que se desentendeu com os produtores e pediu para tirar seu nome da produção. O filme chegou às telas trazendo um nome fictício como diretor, e Avildsen nunca mais foi contratado em Hollywood. Após anos de reclusão, ele planejava voltar com um novo trabalho, intitulado “Nate & Al”, uma comédia estrelada pelos veteranos Richard Dreyfuss e Martin Landau. Mas o projeto não saiu do papel. Em vez disso, seu último registro foi como ele próprio, diante e não atrás das câmeras. Avildsen foi homenageado com um documentário dedicado a sua carreira, “John G. Avildsen: King of the Underdogs”, que teve sua première no Festival de Santa Barbara, em fevereiro passado.

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    Apple contrata responsáveis pela produção de Breaking Bad e The Blacklist para desenvolver séries

    16 de junho de 2017 /

    A Apple anunciou na sexta-feira (16/6) a contratação dos copresidentes da Sony Pictures Television Jamie Erlicht e Zack Van Amburg para assumir o comando do projeto de desenvolvimento de séries da empresa. A dupla é responsável pelo lançamento de diversos sucessos desde 2005, quando assumiram como copresidentes da divisão de produção televisiva da Sony. Entre as atrações que eles produziram estão “Breaking Bad”, “Better Call Saul”, “The Blacklist”, “Community”, “Hannibal”, “The Goldbergs” e as recentes “Bloodline” e “The Crown”. “Jamie e Zack são dois dos mais talentosos executivos de televisão do mundo e foram fundamentais em fazer desta a era dourada da televisão”, disse Eddy Cue, vice-presidente sênior de Software e Serviços de Internet da Apple. A Apple fez estreia no ramo da produção de séries originais na última semana, com o reality show “Planet of the Apps”, sobre desenvolvedores que tentam chamar a atenção de mentores famosos em uma apresentação de 60 segundos em uma escada rolante. Os planos futuros da companhia incluem uma adaptação do quadro “Carpool Karaoke”, do comediante James Corden, que vai ao ar em agosto, assim como séries documentais sobre produtores musicais, como Dr. Dre, Puffy Daddy e Clive Davis. A chegada de Erlicht e Van Amburg assinala que também pretende desenvolver séries de ficção para fazer frente com outros serviços de streaming, como Netflix, Amazon e Hulu.

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  • Série

    Séries mais vistas da Netflix são produções da TV aberta americana

    16 de junho de 2017 /

    A Netflix tem investido fortunas em produções exclusivas para atrair público, mas uma pesquisa realizada pela empresa 7Park Data, especializada em mensurar tráfego na internet, revelou que seus assinantes nos Estados Unidos preferem séries da TV aberta tradicional. Publicada na revista The Hollywood Reporter, a pesquisa lista as séries mais assistidas na plataforma de streaming pelos últimos 12 meses. E apenas duas produções originais da Netflix aparecem entre 10 primeiras. “Orange Is the New Black” é a mais bem colocada, em 6º lugar na preferência dos assinantes. A outra é “Stranger Things”, em 10º lugar. Encabeçando a lista está a veterana “Grey’s Anatomy”, série que está no ar há 12 anos na rede ABC. O fenômeno tem sido benéfico para a produção, que vem aumentando sua audiência televisiva. “[Os telespectadores] Estão descobrindo [Grey’s] pela Netflix”, comentou a atriz Jerrika Hinton em entrevista para a Hollywood Reporter no ano passado. “Nossa audiência está se expandindo em idade. Temos adolescentes que estão ficando obcecados pela série, que conhecem as histórias porque seus familiares estão assistindo”, completou. Em 2º lugar, destaca-se outra veterana, mas da TV paga: “Shameless”, que é mais assistida pela Netflix do que em seu próprio canal, o Showtime. Na sequência do Top 5, voltam séries longevas de redes comerciais: “Criminal Minds” (atualmente na 12ª temporada), “Supernatural” (11ª temporada) e “NCIS” (14ª temporada). Este fenômeno de redescoberta de séries tradicionais pela Netflix tem sido bastante aproveitado por seus canais originais. O sucesso das antigas temporadas de “Prison Break” em streaming inspirou a Fox a resgatar a série com a produção de novos episódios, oito anos após seu cancelamento. Por outro lado, a apuração também explica porque “Sense8” e “The Get Down” foram canceladas. As duas produções só aparecem em 70º e em 112º lugar, respectivamente, na lista das mais vistas da Netflix. Confira abaixo o Top 10 das séries mais assistidas do serviço de streaming. 1. Grey’s Anatomy (ABC) 2. Shameless (Showtime) 3. Criminal Minds (CBS) 4. Supernatural (CW) 5. NCIS (CBS) 6. Orange Is the New Black (Netflix) 7. Gilmore Girls (CW) 8. The Walking Dead (AMC) 9. Bones (Fox) 10. Stranger Things (Netflix)

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