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  • Filme

    Diretor sugere participação de Natalie Portman em Thor: Ragnarok

    9 de maio de 2017 /

    Natalie Portman teria uma aparição-surpresa em “Thor: Raganrok”? Uma tuíte enigmático do diretor Taika Waititi sugere a possibilidade. Inicialmente postada no Instagram pela conta Cinemonkeys, o cineasta compartilhou uma montagem com duas fotos da atriz em cenas de filmes antigos. Em ambas, ela carrega um planta em um vaso, sendo a primeira extraída do filme “O Profissional” (1994) e a segunda de “Onde Mora o Coração” (2000). A mensagem inclui o texto “Considere os sinais”, acompanhada da hashtag #Ragnarok. Veja abaixo. O tuíte dá a entender que a personagem Jane Foster, vivida por Portman, pode ter alguma participação no terceiro filme da franquia, após dividir com Chris Hemsworth o protagonismo dos dois primeiros. Antes do início das filmagens de “Thor: Ragnarok”, a atriz declarou que não possuía mais vínculo contratual com a Marvel para retornar ao universo dos super-heróis. Portanto, não participaria do filme. O próprio presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, chegou a informar que a atriz não estaria presente em “Thor: Ragnarok” por diversos motivos, incluindo fatores relacionados ao que será visto na história. Tanto que o filme introduzirá um novo interesse romântico para Thor (Chris Hemsworth), a heroína Valquíria (Tessa Thompson). Já sobre Sif (Jaimie Alexander) ninguém fala. Heed the signs. #Ragnarok pic.twitter.com/ug2crhTFtK — Taika Waititi (@TaikaWaititi) May 6, 2017

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  • Filme

    James Gunn confirma retorno de Ayesha em Guardiões da Galáxia Vol. 3

    9 de maio de 2017 /

    O diretor James Gunn confirmou o retorno de Ayesha em “Guardiões da Galáxia Vol. 3”. A personagem, interpretada por Elizabeth Debicki, aparece no começo do “Vol. 2”, mas os fãs se interessaram mais por uma das cenas pós-créditos do filme, que aponta os rumos que ele pode seguir na continuação. “Eu absolutamente pretendo trazer Elizabeth Debicki de volta. De todos os atores e atrizes com quem já trabalhei, ela é, na verdade, uma das minhas favoritas. Acho que neste filme, entre ela, Pom Klementieff que interpreta Mantis, e Chris Sullivan que interpreta Taserface, eles realmente foram três dos melhores atores com quem já trabalhei e foram todos uma alegria de conviver, portanto eu adoraria lidar com eles novamente”, afirmou o diretor e roteirista, em entrevista ao IGN. Na terceira cena pós-crédito de “Guardiões 2”, Ayesha surge como responsável pela criação do herói Adam Warlock. Nos quadrinhos, a história dos dois personagens é totalmente interligada, ainda que nunca tenham se encontrado. Outra diferença é que Warlock foi quem surgiu primeiro. Ayesha foi introduzida em 1977, numa história do Hulk escrita por Len Wein (criador de Wolverine e do Monstro do Pântano), como uma criação da organização secreta conhecida como Enclave, em sua segunda tentativa (a primeira foi Warlock) para criar um superser sob seu controle. Na época, a personagem era chamada apenas de Ela. Mas, ao se livrar da influência do Enclave, Ayesha não se mostra tão maligna, dedicando sua vida a encontrar Ele (Adam Warlock), com o objetivo de cumprir sua missão de originar uma raça de seres perfeitos. A busca, porém, não tem o resultado esperado, pois Warlock acabou morrendo antes que os dois se encontrassem, numa batalha contra Thanos. Entristecida, ela decide provocar os homens mais poderosos da Terra para decidir quais seriam merecedores de sua companhia. Ao final, ela opta por virar parceira do herói Quasar.

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  • Etc,  Filme

    Trailer de Blade Runner 2049 ressuscita a marca Atari

    9 de maio de 2017 /

    Além do visual futurista, o trailer de “Blade Runner 2049”, lançado na segunda-feira (8/5), chamou atenção por um detalhe nostálgico: um enorme logotipo da Atari, exibido com destaque durante os primeiros segundos. Principal empresa de videogames dos anos 1970, a Atari entrou em decadência no ano seguinte ao lançamento do “Blade Runner” original e nunca mais se recuperou. Mas em 1982, quando Rick Deckard ainda caçava androides, parecia que a companhia se tornaria uma das maiores do mundo. Por isso, o futuro imaginado por “Blade Runner” incluía várias referências à Atari em sua cenografia, que a primeira prévia da continuação extrapola ainda mais, mostrando a onipresença da empresa no ano de 2049. A citação pode ser simples nostalgia e uma forma de manter coesão com o filme dos anos 1980 – que na verdade se passava em 2019. Entretanto, outras empresas antigas citadas em “Blade Runner”, como PanAm e RCA, não ganharam a mesma homenagem. Pode-se alegar que a Atari pertencia à Warner, responsável pela franquia cinematográfica. Mas a companhia de games foi dividida e vendida em 1985. Parte destes direitos foram novamente revendidos em 1998 e 2000. E em 2013 o que sobrou da Atari pediu falência. Desde então, o negócio tenta se reerguer focando games online, ao estilo de cassinos. Ou seja, a Atari não morreu, apenas se tornou irrelevante. Para saber se o lançamento de “Blade Runner 2049” tem a ver com alguma estratégia comercial para reabilitar a marca, será necessário aguardar a estreia do filme, marcada para 5 de outubro no Brasil.

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  • Filme,  TV

    Documentário americano acusa biólogo Richard Rasmussen e a Globo de falsificar denúncia de matança de botos

    9 de maio de 2017 /

    O documentário americano “A River Below”, feito por Mark Grieco e exibido no recente Festival de Tribeca, em Nova York, está acusando o biólogo e apresentador brasileiro Richard Rasmussen, bem como a rede Globo, de forjar uma denúncia de matança de botos cor-de-rosas para exibi-la no “Fantástico”. A reportagem causou impacto e resultou em mudança nas leis de proteção ambientais, relativas à pesca na região da Amazônia. A reportagem exibida em julho de 2014 mostrava imagens de pescadores matando um boto cor-de-rosa para usar sua carne como isca para a pesca de piracatingas, um peixe da região amazônica. Depois de ser cortada, descobre-se que a fêmea morta estava esperando um filhote, e o feto também vira isca. Segundo a denúncia do Fantástico, os animais estavam sendo assassinados “aos milhares”. Depois da repercussão da reportagem, a pesca de piracatinga foi proibida para evitar a morte de mais botos. O documentário alega que foi tudo combinado entre Rasmussen e os pescadores, que nem seriam da região. O filme ainda acusa a mudança na lei de prejudicar a economia do interior amazônico. O diretor americano conta que, quando chegou a mesma vila da reportagem, para desenvolver um filme sobre os botos cor-de-rosa, foi informado pelos habitantes locais que o biólogo teria pago R$ 100 aos pescadores que aparecem no vídeo para matar o animal e gravar a cena. Grieco registrou a acusação e resolveu mudar o foco de seu filme, sugerindo que o apresentador brasileiro teria feito isso para conseguir imagens chocantes capazes de pressionar o governo. Em sua página no Facebook, Rasmussen negou com veemência qualquer fraude na captura das imagens. “A denúncia da matança de botos vermelhos foi necessária para barrar a caça ilegal desses bichos”, afirmou o apresentador que narrou o processo de como descobriu o uso de botos na pesca de piracatinga na região do Solimões e seus afluentes. “Sabíamos que as imagens da matança dos botos seriam importantes. Mas como conseguir uma imagem destas? O crime ocorre no meio da Amazônia em locais ermos, onde as comunidades se protegem e vivem da pesca da piracatinga. Em locais onde não há fiscalização.” Ele então narra como conseguiu conquistar a confiança de uma comunidade que o ajudou no processo das filmagens. “Um cinegrafista que trabalha em minha equipe há mais de 14 anos gravou os pescadores arpoando dois animais e eu fotografei. Foi, definitivamente, um dos trabalhos mais complicados para nós. As imagens, com a devida proteção das pessoas envolvidas, foram entregues à AMPA [que atua na proteção de mamíferos aquáticos da Amazônia], que se tornou detentora legal dos filmes.” Rasmussen ainda conta que foi procurado pelo produtor do filme americano, exibido recentemente no Festival de Tribeca, que também se infiltrou na mesma comunidade onde as cenas exibidas pelo Fantástico foram gravadas. “Colaboramos [com eles] até o fim, mesmo depois de terem omitido suas reais intenções.” Leia abaixo o relato completo do biólogo. A Globo também emitiu um comunicado em que afirma não poder comentar uma acusação que desconhece, pois o documentário não está disponível no Brasil, mas afirma ter se certificado de que não havia irregularidade nas imagens antes da exibição da reportagem. Ou seja, não era uma montagem e não parecia nada ensaiado. Confira abaixo o comunicado da emissora: “A TV Globo não foi procurada pelos autores do documentário e não teve acesso a ele. Como em toda a reportagem que coloca no ar, a Globo sabia quem era o responsável pelas imagens e tomou providências para checar a veracidade das informações. O material foi cedido pela AMPA – Mamíferos Aquáticos da Amazônia, e na gravação bruta, com o áudio ambiente, não havia nada que sugerisse qualquer irregularidade ou método ilícito na captação de imagens. Toda a estrutura em volta da captação e o comportamento dos pescadores mostravam que essa, para eles, era uma prática frequente, que desempenhavam com desenvoltura. Tanto a AMPA quanto o Instituto de Pesquisas da Amazônia viram as imagens e as validaram como legítimas. Tivemos o cuidado ainda de submetê-las ao Ministério Público Federal no Amazonas e fundamentar a reportagem em pesquisas do Instituto de Pesquisas da Amazônia, da UFRJ e da UERJ, que comprovaram, em amostras compradas nos mercados, que havia carne de boto rosa nas vísceras de piracatinga, peixe nocivo à saúde humana por conter altos níveis de metais pesados. Autoridades da preservação já indicavam, na época, que a população de botos estava diminuindo em 10% ao ano por causa da pesca da piracatinga. Para a TV Globo, a correção na apuração jornalística jamais é colocada em risco seja qual for a causa em jogo.” Nota de esclarecimento Estou em viagem captando mais uma série de televisão, com foco na conservação do meio ambiente… Publicado por Richard Rasmussen em Segunda, 8 de maio de 2017

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  • Hellboy
    Filme

    Hellboy vai ganhar reboot com ator de Stranger Things

    9 de maio de 2017 /

    Três meses após o cineasta Guillermo del Toro anunciar que seu tardio projeto de filmar “Hellboy 3” não aconteceria, porque o estúdio tinha outros planos para a franquia, o quadrinhista Mike Mignola, criador dos quadrinhos em que os filmes se baseiam, revelou quais são estes planos. Em seu Facebook, Mignola disse que “Hellboy” ganharia um reboot para maiores, com classificação “R” nos EUA (a mesma de “Logan” e “Deadpool”). Ele ainda adiantou que o filme será dirigido por Neil Marshall e estrelado por David Harbour. Ou seja, sem a participação de del Toro ou do ator Ron Perlman. Guillermo del Toro sempre priorizou outros projetos sobre a retomada da franquia, lotando sua agenda com inúmeros trabalhos. Já Neil Marshall não filma desde 2010, quando lançou o ótimo “Centurião”, estrelado por Michael Fassbender. Desde então, ele se voltou para o universo televisivo, destacando-se entre os diretores das séries “Game of Thrones”, “Hannibal”, “Black Sails” e “Westworld”. Marshall também está cotado para filmar a continuação de “Kong: A Ilha da Caveira”. Os adiamentos de del Toro também não ajudaram Perlman, que viveu Hellboy pela última vez há quase uma década e já está com 67 anos de idade. Seu substituto tem 42 anos e vive o momento de maior reconhecimento de sua carreira, graças ao papel do xerife Jim Hopper na série “Stranger Things”. Dave Harbour também compartilhou a novidade no Twitter. Veja abaixo. Mignola afirma que novos detalhes serão conhecidos em breve. Portanto, não há ainda cronograma de produção nem previsão de estreia. ??? pic.twitter.com/xGc1ji6q3w — David Harbour (@DavidKHarbour) May 9, 2017

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  • Série

    Presidiárias se rebelam no trailer e nas fotos da 5ª temporada de Orange is the New Black

    9 de maio de 2017 /

    A Netflix divulgou 20 fotos e o trailer da 5ª temporada de “Orange is the New Black”. A prévia retrata uma rebelião no presídio, após a morte de Poussey Washington (Samira Wiley) pelas mãos de um carcereiro despreparado. Após tomarem uma arma dos guardas, as presidiárias assumem o controle da prisão de Litchfield e passam a fazer exigências. Não demora e a rebelião atrai a atenção da mídia. Em entrevista, Danielle Brooks, intérprete de Tasha “Taystee” Jefferson, contou que a toda a trama da 5ª temporada vai acontecer num período de 72 horas, e o trailer ecoa esse timing. Uma das séries de maior sucesso da Netflix, “Orange is the New Black” foi recentemente alvo de um grupo hacker, identificado como The Dark Overlord, que vazou 10 capítulos inéditos da nova temporada na internet, após tentar chantagear sem sucesso a Netflix. Os 13 episódios da 5ª temporada de “Orange Is the New Black” serão disponibilizados oficialmente em 9 de junho na plataforma de streaming. Clique nas imagens abaixo para abri-las em tela inteira.

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  • Filme

    Anthony Hopkins ensina História Transfórmica em novos vídeos de Transformers: O Último Cavaleiro

    9 de maio de 2017 /

    A Paramount divulgou um novo vídeo legendado de “Transformers: O Último Cavaleiro”, que traz Anthony Hopkins (“Thor”) contando a história secreta da humanidade, em que os robôs que viram carros venceram as Cruzadas e até a 2ª Guerra Mundial. Que carros será que eles eram na Idade Média? Mas o estúdio até agora não disponibilizou na internet a cena do filme exibida durante o MTV Movie & TV Awards 2017. Na falta de iniciativa oficial, fãs trataram de disseminar a cena por conta própria. Ela também pode ser vista abaixo, registrando o momento anterior à aula de História Transfórmica de Hopkins, quando Mark Wahlberg bate na porta do castelo do personagem do ator veterano para aprender “por que eles continuam voltando”. Toda a sequência parece um desenho animado infantil. Além dos citados, o elenco do quinto “Transformers” também inclui os retornos de Stanley Tucci, Josh Duhamel, Tyrese Gibson e John Turturro, vistos em filmes anteriores da franquia, além de Laura Haddock (série “Da Vinci’s Demons”), Isabela Moner (série “100 Things to Do Before High School”), Jerrod Carmichael (“Vizinhos”), Mitch Pileggi (série “Arquivo X”), Allen Phoenix (“The Birth of a Nation”) e o chileno Santiago Cabrera (das séries “Heroes” e “The Musketeers”), que vai interpretar um militar brasileiro na trama. Novamente com direção de Michael Bay, o filme estreia em 20 de julho no Brasil, um mês depois do lançamento nos EUA.

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  • Série

    Série de José Padilha sobre a Lava Jato terá Selton Mello no papel principal

    9 de maio de 2017 /

    A série que o cineasta José Padinha (“Tropa de Elite”) desenvolveu sobre a Operação Lava Jato ganhou título, elenco e já começou a ser gravada. Intitulada “O Mecanismo”, a atração será estrelada por Selton Mello (“O Palhaço”) e Caroline Abras (“Entre Idas e Vindas”), e os coadjuvantes incluem Enrique Diaz (série “Justiça”), Lee Taylor (novela “Velho Chico”), Antonio Saboia (“O Lobo atrás da Porta”), Jonathan Haagensen (“Cidade de Deus”), Alessandra Colasanti (“É Proibido Fumar”), Leonardo Medeiros (“O Vendedor de Sonhos”) e Susana Ribeiro (novela “A Lei do Amor”). Na trama, Selton Mello será um delegado aposentado da Polícia Federal e Caroline Abras interpretará sua discípula, uma agente federal ambiciosa. O roteiro foi escrito por Elena Soarez (“A Busca”) e Sofia Maldonado (documentário “Pelas Janelas”) e os episódios serão dirigidos por Padilha, em parceria com os cineastas Marcos Prado (“Paraísos Artificiais”) e Felipe Prado (“Partiu”). Padilha e Prado ainda dividem a produção. A 1ª temporada terá oito episódios, livremente inspirados nas investigações da Lava Jato, que apura casos de corrupção sistêmica, política e econômica no Brasil, com exibição prevista para 2018 na Netflix. Anunciada há um ano, “O Mecanismo” será a segunda série brasileira da Netflix, após a sci-fi “3%”, e a segunda atração produzida por Padilha para a plataforma de streaming, que também assina a bem-sucedida “Narcos”, atualmente renovada para sua 3ª temporada.

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  • Etc

    Atriz do remake de Planeta dos Macacos é presa por violência doméstica

    9 de maio de 2017 /

    A atriz Estella Warren, que ganhou projeção ao estrelar o remake de “Planeta dos Macacos” em 2001, com Mark Wahlberg, reapareceu na mídia. Mas não graças a um novo papel. De acordo com o site TMZ, ela foi presa por violência doméstica, após jogar uma embalagem com produtos de limpeza no namorado, durante uma briga. A confusão com o casal aconteceu no domingo (7/5), quando ela foi detida em Marina del Rey, em Los Angeles, na Califórnia. Estella, que também estrelou “Alta Velocidade” (2001), com Sylvester Stallone, foi liberada após pagar fiança de US$ 20 mil. A identidade do rapaz e o que motivou a briga, entretanto, permanecem em sigilo até o momento. O namorado da atriz chegou a recusar atendimento médico após o incidente. Não é a primeira vez que a moça tem de encarar a polícia: em 2001, ela foi detida por dirigir embriagada e resistir à prisão. A fiança, à época, foi de US$ 100 mil, mas a sentença foi contestada e chegou-se a um acordo de reabilitação por seis meses. Nos últimos anos, ela vinha estrelando diversos filmes B, inclusive uma versão trash de “A Bela e a Fera”, em 2009.

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  • Filme

    Tom Cruise e Emily Blunt vão voltar na continuação de No Limite do Amanhã

    9 de maio de 2017 /

    A ótima sci-fi “No Limite do Amanhã” teve sua continuação confirmada pelo diretor Doug Liman. Em entrevista ao site Collider, ele contou que Tom Cruise e Emily Blunt estão à bordo e ainda revelou o título do novo filme: “Live Die Repeat and Repeat”, uma brincadeira com a capacidade do Tenente Coronel Bill Cage (Tom Cruise) de voltar à vida após morrer. “Temos uma grande história! É incrível! Melhor que a do primeiro filme e olha que eu amo ‘No Limite do Amanhã’. Tom Cruise e Emily Blunt estão muito animados. A grande questão não é mais saber se vamos fazer e sim quando vamos fazê-lo”, afirmou o diretor, salientando que tem ideias de subverter a trama e as continuações de grandes sucessos como um todo. Considerado um dos melhores filmes de ação da carreira de Tom Cruise, o filme arrancou muitos elogios da crítica, mas não foi um grande sucesso de público. Com um robusto orçamento de US$ 178 milhões, o filme arrecadou apenas US$ 100 milhões nas bilheterias dos Estados Unidos, mas compensou com um ótimo desempenho nos demais países, chegando a um total de US$ 369,2 milhões. Além disso, fez muito sucesso no mercado de home video, o que criou uma expectativa positiva para o estúdio Warner Bros. Aparentemente, foi Tom Cruise quem teve a ideia original da história da sequência e convenceu a todos a voltarem a se reunir. Além dos três citados, o roteirista Christopher McQuarrie, parceiro favorito de Cruise nos últimos anos, vai supervisionar o roteiro, que está a cargo da dupla Joe Shrapnel e Anna Waterhouse (autores de “Race”, cinebiografia do atleta Jesse Owens), além de produzir o filme. O filme original acompanhava o Tenente Bill Cage (Cruise), enviado sem preparo para lutar contra uma invasão de alienígenas na Terra, e por isso acabava morto em minutos. Mas o contato direto com a espécie extraterrestre cria um fenômeno, lançando-o de volta no tempo no momento de sua morte, de modo que ele passa a reviver os mesmos eventos outra vez. O efeito se repete cada vez que ele morre, o que o leva a lutar a mesma batalha várias vezes. Até descobrir que a personagem de Emily Blunt também enfrentou o mesmo paradoxo e se oferece para treiná-lo e transformá-lo num militar experiente em “apenas um dia”. Antes da sequência de “No Limite do Amanhã”, Doug Liman vai lançar o suspense “Feito na América”, também estrelado por Tom Cruise, e filma a ficção científica “Chaos Walking”. Já Tom Cruise será o protagonista da nova versão de “A Múmia”, e está atualmente filmando o sexto “Missão Impossível” com Christopher McQuarry. Emily Blunt, por sua vez, encara o desafio de viver Mary Poppins na continuação do clássico da Disney.

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    Harrison Ford diz que continuação de Blade Runner é “emocionalmente profunda”

    9 de maio de 2017 /

    O novo trailer de “Blade Runner 2049”, que já está na internet, foi apresentado originalmente num evento para a imprensa, nos EUA, realizado na segunda-feira (8/5) com a presença dos atores Ryan Gosling e Harrison Ford. Durante a entrevista coletiva, Ford disse que o novo filme será “emocionalmente profundo” e destacou a primeira cena “complexa” que compartilhou com Gosling durante as filmagens. “Era uma cena sobre todo o ocorrido desde a última vez que vimos meu personagem e a primeira vez que ele é visto neste filme, e as referências que unem estes dois personagens (o de Ford e o de Gosling), que são inesperadamente profundas, emocionalmente profundas e realmente ricas”, comentou. O ator explicou que o novo longa-metragem “reconhece e trata algumas das questões éticas que a tecnologia apresenta hoje em dia” e que a trama explorará tanto os benefícios como as consequências desses avanços. Após retomar outros personagens clássicos de sua carreira como Indiana Jones e Han Solo, Ford também explicou porque decidiu retornar a Rick Deckard, o protagonista do “Blade Runner” original, lançado em 1982. “O personagem se encaixa na história de uma maneira que me intrigou. Há um contexto emocional muito forte e a relação entre meu personagem, Deckard, e o resto me pareceu fascinante. É interessante desenvolver um personagem assim depois de tanto tempo. Foi uma experiência muito gratificante”, comentou. Já Ryan Gosling, que interpreta no filme o novo Blade Runner, oficial K, afirmou que nunca fez parte de um projeto tão ambicioso. “Eu me vi completamente submerso neste universo com o qual cresci. Para mim, a chave foi não demonstrar na câmera o que sentia, porque se supõe que meu personagem está acostumado a essa realidade, embora eu nunca tenha visto cenários assim. Nunca trabalhei em algo nesta escala”, disse o ator canadense. Além dos atores citados, o elenco ainda inclui Robin Wright (série “House of Cards”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Mackenzie Davis (série “Halt and Catch Fire”), Lennie James (série “The Walking Dead”), o somali Barkhad Abdi (“Capitão Phillips”) a holandesa Sylvia Hoeks (“O Melhor Lance”), a suíça Carla Juri (“Zonas Úmidas”) e Edward James Olmos, que retoma o papel de Gaff, visto no primeiro filme. Escrita por Hampton Fancher (do primeiro “Blade Runner”) e Michael Green (“Logan”), a continuação vai refletir a passagem do tempo, situando sua ação décadas após a primeira adaptação do conto de Philip K. Dick. A direção é de Denis Villeneuve (“A Chegada”) e a produção de Ridley Scott, o diretor do longa original. A estreia acontece em 5 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Comédia vai mostrar Diane Keaton e Jacki Weaver como cheerleaders

    9 de maio de 2017 /

    Quem pensa em cherleeaders imagina logo jovens animadoras de torcidas de sainhas, pulando e esbanjando saúde. Mas as cheerleads da nova comédia “Poms” serão interpretadas pelas veteranas Diane Keaton (“O Natal dos Coopers”) e Jacki Weaver (“O Lado Bom da Vida”). Segundo o site Deadline, “Poms” vai mostrar as duas formando uma equipe de cheerleaders da Terceira Idade em sua casa de repouso, com diversas aposentadas. O roteiro é do estreante em longas Shane Atkinson, que venceu vários prêmios com seu curta “Penny Dreadful” (2013). A direção está a cargo de Zara Haynes (“The Legend of Billie Jean King: Battle of the Sexes”), documentarista que também é estreante em longas de ficção. Antes de definir o cronograma de filmagem, a produção buscará financiamento no Festival de Cannes 2017, que começa em 17 de maio.

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    Will Ferrell e Jason Momoa interpretarão atores rivais em nova comédia

    9 de maio de 2017 /

    Will Ferrell (“Pai em Dose Dupla”) e Jason Momoa (“Liga da Justiça”) vão se juntar numa comédia da Paramount Pictures. Ainda sem título, a produção está sendo descrita como uma mistura de “Onze Homens e um Segredo” (2001) e “Heróis Fora de Órbita” (1999). Segundo o site The Hollywood Reporter, o filme tem roteiro de Jarrad Paul, criador da série “The Grinder”, mas ainda não há diretor definido. Na trama, Ferrell interpretará um antigo astro de sitcom que atualmente vive no ostracismo. Já Jason Momoa era a revelação mirim do mesmo programa. Na época, ele vivia o filho do personagem de Ferrell e, com o passar do tempo, acabou se transformando em uma estrela mundial. As confusões começam quando os dois, agora rivais, se reencontram.

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