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    Anya Taylor-Joy e Maisie Williams são confirmadas no elenco dos Novos Mutantes

    14 de maio de 2017 /

    É oficial. Confirmando rumores de negociações, a americana Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”) e a inglesa Maisie Williams (série “Game of Thrones”) assinaram contrato para estrelar o filme de super-heróis “Os Novos Mutantes”. Elas vão viver, respectivamente, Magia (Magik, em inglês) e Lupina (Wolfsbane), os papéis que os fãs idealizavam numa espécie de elenco de sonhos. Maisie, que em “Game of Thrones” tem um lobo gigante, dará vida a uma espécie de lobisomem, enquanto Anya, destaque de “A Bruxa”, será uma feiticeira mutante que, nos quadrinhos, escapa de uma dimensão similar ao inferno. O nome civil de Lupina é Rahne Sinclair. Ela é uma adolescente escocesa que possui a habilidade de se transformar num lobo ou num estado intermediário, entre lobo e ser humano, mas tem dificuldades para controlar seus instintos quando vira fera. A personagem surgiu na primeira história dos Novos Mutantes nos quadrinhos, uma graphic novel escrita por Chris Claremont e desenhada por Bob McLeod em 1982, e foi integrante fixa do grupo até a Marvel decidir expandir o universo mutante e criar vários outros times de heróis, dos quais ela acabou participando. Atualmente, ela faz parte do X-Force. Magia é Illyana Nikolievna Rasputin, uma jovem russa que foi introduzida muitos anos antes dos Novos Mutantes, como irmã caçula do X-Men conhecido como Colossus. Sua estreia aconteceu em 1975, como uma criança, mas seus poderes só vieram à tona em 1982 após uma reinvenção da personagem. Ela simplesmente envelheceu sete anos de uma só vez, aparecendo como adolescente superpoderosa numa história dos X-Men. A explicação foi esmiuçada numa minissérie escrita por Chris Claremont em 1983. A menina tinha sido raptada por um demônio e vivido sete anos numa dimensão paralela chamada limbo, onde o tempo passa de forma mais lenta. Lá, ela aprendeu feitiçaria, conjurou uma espada mística e desenvolveu a capacidade de abrir portais. E foi graças a um desses portais que conseguiu escapar de volta à Terra, segundos após ser vista pela última vez ainda criança. Logo após este pesadelo traumático, ela foi incorporada nos Novos Mutantes. Desde então, voltou a ser criança, morreu, ressuscitou, virou adulta e entrou nos X-Men. As duas personagens confirmam que o filme terá a formação clássica dos quadrinhos escritos por Claremont, autor também das histórias que viraram os filmes “Wolverine – Imortal” (2013), “X-Men: Dias de um Passado Esquecido” (2014) e o vindouro “X-Men: Fênix Negra” (2018). Nos quadrinhos, os Novos Mutantes foram o primeiro spin-off dos X-Men, abrindo caminho para a proliferação de inúmeras publicações e personagens mutantes, que o estúdio Fox agora está transformando em franquias. A ideia por trás do projeto original era voltar a mostrar mutantes adolescentes, já que àquela altura os X-Men não eram mais estudantes do Instituto Xavier. Na hora de definir quem seriam os novos personagens, Claremont ainda arriscou criar uma equipe mais diversa que a de Stan Lee, combinando diversas etnias: um americano caipira (Míssil), uma refugiada vietnamita (Karma), uma índia cheyenne (Miragem), uma escocesa lobisomem (Lupina) e até um herdeiro milionário brasileiro (Mancha Solar)! A primeira formação passou por várias reformulações, ganhando, entre outros, os reforços da irmã russa de Colossus (Magia), uma americana explosiva (Dinamite), um mexicano (Rictor), uma morlock (Skids), um alienígena (Warlock), outro nativo-americano (Apache), outra brasileira (Magma) – ou melhor, uma jovem criada numa cidade perdida da Amazônia – e um personagem que é mais lembrado por sua morte traumática (Cifra). O filme “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” chegou a mostrar dois Novos Mutantes, que apareceram lutando ao lado dos X-Men do futuro: Apache (vivido por Booboo Stewart) e o brasileiro Mancha Solar (Adan Canto), além de Blink (Fan Bingbing), que tem uma ligação com o grupo. Blink e Apache também aparecerão na vindoura série “The Gifted”, da Fox. Recentemente, o produtor Simon Kinberg adiantou que a continuidade do filme dentro do universo dos “X-Men” será garantida pela participação de Charles Xavier como professor do novo grupo. “Os Novos Mutantes” está dirigido por Josh Boone (“A Culpa É das Estrelas”) e deve trazer como vilão o Urso Místico. A estreia está marcada para 13 de abril de 2018.

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    Mulher-Maravilha ganha trailer legendado com muita ação e rock da banda Imagine Dragons

    14 de maio de 2017 /

    A Warner Bros. divulgou a versão legendada do último e melhor trailer do filme da “Mulher-Maravilha”. A prévia mostra desde a infância da princesa Diana até sua luta contra os soldados alemães na 2ª Guerra Mundial, destacando pela primeira vez a ameaça da Doutora Veneno, vivida pela espanhola Elena Anaya (“A Pele que Habito”), além de trombetear a massacrante música “Warriors”, da banda Imagine Dragons, entre as cenas de ação e efeitos visuais, que enfatizam a grandiosidade da produção estrelada por Gal Gadot. A principal diferença em relação às adaptações anteriores da DC Comics é que, desta vez, o roteiro é de dois autores de quadrinhos, Allan Heinberg (também criador da série “The Catch”) e Geoff Johns (criador da série “The Flash”). A direção é de Patty Jenkins (“Monster – Desejo Assassino”), primeira mulher a assinar um filme de super-heróis neste milênio, e a estreia está marcada para 1 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Série

    Confira a lista completa das mais de 20 séries canceladas na temporada de cortes da TV americana

    14 de maio de 2017 /

    As grandes redes americanas se preparam para anunciar suas novas programações televisivas para a temporada de outono e verão, mas o ritual inclui também a revelação de cortes. A tradição de definir renovações e cancelamentos na última hora rendeu uma grande concentração de baixas na semana passada. Foram cortes sangrentos, com mais de 20 vítimas. A lista de séries canceladas inclui atrações veteranas como “2 Broke Girls” e “Last Man Standing”, ambas com seis temporadas, cultuadas como “Sleepy Hollow”, muitas novatas, como “The Blacklist: Redemption” e “Making History”, e até atrações premiadas com o Emmy, como “American Crime”. Alguns títulos já tinham saído do ar e aguardavam apenas a confirmação da guilhotina. Outros surpreenderam por parecer que iam continuar por mais uma temporada. “2 Broke Girls” foi a série que durou mais, com 138 episódios, enquanto “Doubt”, estrelada por Katherine Heigl, representa o outro extremo, saindo do ar com apenas dois episódios exibidos. O detalhe é que ainda não acabou. Séries como “Chicago: Justice”, “Quantico” e “Code Black”, entre outras, ainda não tiveram seu destino definido. Ou seja, há mais uma semana de definições pela frente. Quem perdeu de vista todos os cortes, já que foram muitos, pode checar abaixo a lista das séries que já tiveram seu final decretado. Clique nos títulos de cada uma delas para saber o que levou as redes a interromper suas produções, acessando informações como audiência e bastidores das negociações. Eis as séries que acabaram em 2017 por decisão das redes de TV aberta dos Estados Unidos: “2 Broke Girls” (CBS) – exibida no Brasil pelo canal pago Warner e SBT “American Crime” (ABC) – AXN e Netflix “APB” (Fox) – inédita no Brasil “Conviction” (ABC) – inédita no Brasil “Dr. Ken” (ABC) – inédita no Brasil “Doubt” (CBS) – inédita no Brasil “Emerald City” (NBC) – Fox1 “Frequency” (CW) – Warner “Imaginary Mary” (ABC) – inédita no Brasil “Last Man Standing” (ABC) – Comedy Central “Making History” (Fox) – inédita no Brasil “No Tomorrow” (CW) – inédita no Brasil “Notorious” (ABC) – inédita no Brasil “Pitch” (Fox) – inédita no Brasil “Powerless” (NBC) – Warner “Pure Genius” (CBS) – Universal “Rosewood” (Fox) – Fox Life “Secrets and Lies” (ABC) – Canal Sony e Netflix “Sleepy Hollow” (Fox) – Fox, Band e Netflix “Son of Zorn” (Fox) – FX “The Blacklist: Redemption” (NBC) – AXN “The Catch” (ABC) – Canal Sony e Crackle “The Great Indoors” (CBS) – inédita no Brasil “The Real O’Neals” (ABC) – inédita no Brasil “Time After Time” (ABC) – inédita no Brasil Além destas, as séries “Bones” (Fox), “Grimm” (NBC), “Reign” (CW) e “The Vampire Diaries” (CW) também exibiram seus capítulos finais, mas foram avisadas ou negociaram o encerramento com bastante antecedência, fora da temporada de cortes, e puderam conduzir suas tramas a uma conclusão planejada.

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  • Filme

    Novo pôster de Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar revela personagem de Paul McCartney

    14 de maio de 2017 /

    A Disney divulgou um novo pôster de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”, que revela pela primeira vez o visual do roqueiro Paul McCartney na produção, com barba e cabelos longos. O ex-Beatle faz apenas uma pequena participação no filme, encarnando um pirata carcereiro. Vale lembrar que, anteriormente, o guitarrista dos Rolling Stones, Keith Richards, já tinha aparecido em dois filmes como o pai do capitão Jack Sparrow (o personagem de Johnny Depp) – em “Piratas do Caribe: No Fim do Mundo” (2007) e “Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas” (2011). O quinto filme da franquia traz o personagem de Depp novamente às voltas com maldições e piratas fantasmas, e terá ligação com a trilogia original, por meio da presença de personagens que o público sentiu falta no longa anterior. O roteiro foi escrito por Jeff Nathanson (“Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal”), a direção é dos cineastas noruegueses Joachim Rønning e Espen Sandberg (ambos de “Expedição Kon Tiki”) e a estreia está marcada para 25 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Série

    Série Timeless tem cancelamento revertido e é renovada para a 2ª temporada

    14 de maio de 2017 /

    A série “Timeless” conseguiu uma façanha, mudando a história de forma real. A atração sobre viajantes do tempo teve seu cancelamento anunciado pela rede NBC, mas em poucas horas os fãs se mobilizaram, lançando uma campanha por seu resgate, inconformados pela interrupção sem uma conclusão. A mobilização sensibilizou a NBC e a rede voltou atrás, anunciando a renovação de “Timeless” para a 2ª temporada. Que cliffhanger de final de temporada! Ao comemorar a reversão do cancelamento, Eric Kripke, um dos criadores de “Timeless”, escreveu no Twitter que sua equipe tinha viajado no tempo para mudar a decisão da CBS, numa referência à trama da série. Além das campanhas dos fãs, “Timeless” liderou uma pesquisa do jornal USA Today sobre quais séries canceladas mereciam ter sido renovadas. Desenvolvida por Kripke (criador também de “Supernatural” e “Revolution”) e Shawn Ryan (“The Shield” e “Last Resort”), a atração acompanha um trio de viajantes do tempo que persegue um criminoso por momentos importantes da história americana. Na trama, Goran Visnjic (série “Extant”) rouba uma máquina do tempo secreta de última geração com a intenção de destruir a América alterando o passado. A única esperança reside em uma inesperada equipe: um cientista (Malcolm Barrett, de “Better Off Ted”), um soldado (Matt Lanter, de “90210”) e uma professora de história (Abigail Spencer, de “Rectify”), que devem usar um protótipo da máquina para tentar impedir os planos do vilão. The #TimeTeam went back 3 days, and changed history. @nbc picked us up for 10 episodes. Seriously. Airs next summer. #TimelessRenewed pic.twitter.com/SDkeShlByL — Eric Kripke (@therealKripke) 13 de maio de 2017

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  • Série

    Segredos e Mentiras é cancelada após 2ª temporada

    14 de maio de 2017 /

    A rede ABC anunciou o cancelamento de “Segredos e Mentiras” (Secrets and Lies) após a 2ª temporada. A série viu sua audiência desabar para 3,2 milhões de telespectadores, um tombo insuperável diante de uma temporada inaugural com média de 5,6 milhões. O resultado demonstra que os produtores não souberam continuar a premissa. Desenvolvida por Barbie Kligman (roteirista de “The Vampire Diaries” e “Private Practice”), a série era remake de uma minissérie australiana de mesmo nome. O detalhe é que a original contava toda a sua história, uma investigação de homicídio, em apenas seis episódios, enquanto a versão americana esticou o enredo por 10 capítulos na 1ª temporada. Com a resolução da trama inicial, apenas a personagem de Juliette Lewis retornou no segundo ano. Mas o novo caso, totalmente criado pelos roteiristas americanos, não empolgou como a reciclagem da ideia australiana. O novo caso investigado pela detetive Andrea Cornell (Juliette Lewis) envolvia o assassinato da mulher de um herdeiro milionário. E, como de praxe, o marido era o principal suspeito. A crítica odiou, rendendo rejeição no Rotten Tomatoes – média de 35%. No Brasil, a série foi exibida pelo canal pago Sony com o título traduzido para o português.

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  • Filme

    American Gods é renovada para a 2ª temporada

    14 de maio de 2017 /

    O canal pago americano Starz anunciou a renovação da série “American Gods” para a 2ª temporada, após a exibição de apenas dois episódios. A série teve um começo promissor, com 975 mil telespectadores ao vivo. Parece pouco comparado à TV aberta, mas se trata de uma das maiores audiências do canal, no nível de “Outlander” e abaixo apenas de “Power”. Além disso, rendeu muita repercussão na mídia. A crítica se apaixonou pela produção de Bryan Fuller (criador da série “Hannibal”) e Michael Green (roteirista de “Logan”), que está avaliada com 95% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Adaptação do best-seller “Deuses Americanos”, de Neil Gaiman, a trama gira em torno de Shadow Moon, um ex-condenado que é libertado da prisão após sua esposa morrer num acidente. Completamente só e falido, ele aceita trabalhar como guarda-costas para um vigarista misterioso chamado Mr. Wednesday, que parece saber mais sobre a sua vida do que deixa transparecer. Isto porque Wednesday é a encarnação do deus Odin, que está percorrendo a Terra para reunir todos os deuses antigos e iniciar uma batalha contra os novos deuses que controlam a humanidade atual: internet, televisão, cartão de crédito, etc. O ótimo elenco inclui Ricky Whittle (Lincoln em “The 100”) como Shadow Moon, Ian McShane (série “Deadwood”) como Mr. Wednesday, além de Emily Browning (“Sucker Punch”), Gillian Anderson (“Arquivo X”), Crispin Glover (“Alice no País das Maravilhas”), Peter Stormare (série “Prison Break”), Pablo Schreiber (série “Orange Is the New Black”), Jonathan Tucker (série “Justified”), Dane Cook (“Tiros, Garotas e Trapaças”), Yetide Badaki (série “Sequestered”), Kristen Chenoweth (série “Glee”), Jeremy Davies (“Justified”), Orlando Jones (série “Sleepy Hollow”) e a veterana Cloris Leachman (“Como Sobreviver a um Ataque Zumbi”). No Brasil, a série é disponibilizada pelo serviço de streaming da Amazon, sempre um dia após cada exibição na TV americana.

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  • Série

    Série baseada na franquia Busca Implacável é renovada para a 2ª temporada

    14 de maio de 2017 /

    A rede NBC anunciou a renovação da série estreante “Taken”, derivada da trilogia de cinema “Busca Implacável”, para a 2ª temporada. “Taken” teve um desempenho razoável, fechando sua temporada inaugural de 10 episódios em 1 de maio com 4,5 milhões de telespectadores. Mas a crítica odiou, com apenas 35% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A principal razão da renovação é seu sucesso internacional. Por se basear numa franquia conhecida, a produção atraiu interesse de muitos mercados, tornando-se lucrativa para o estúdio NBCUniversal, parceiro da EuropaCorp na produção. A encomenda da nova temporada também veio acompanhada de uma aumento no número de episódios. Serão 16 capítulos na 2ª temporada. Além disso, haverá mudanças na condução da trama. A NBC está buscando um novo showrunner para substituir Alex Cary (roteirista de “Homeland”), que desenvolveu a série, visando mudar toda a estrutura da trama, que realmente não agradou. O objetivo é buscar um equilíbrio entre uma narrativa serializada e o padrão procedural, visando um conteúdo híbrido – como é feito em “The Blacklist”, por exemplo. Produzida pelo cineasta francês Luc Besson, um dos criadores da franquia cinematográfica, “Taken” é uma espécie de prólogo dos filmes estrelados por Liam Neeson, mas com muita liberdade criativa. Apesar de acompanhar a juventude do agente Bryan Mills, a trama é ambientada nos dias atuais e não nos anos 1970, como seria o caso se a idade do ator original fosse levada em conta. O elenco traz o norte-irlandês Clive Standen (o Rollo da série “Vikings”) como a versão jovem do personagem de Neeson, e ainda destaca Jeniffer Beals (séries “The L Word” e “Proof”) como Christina Hart, diretora de uma agência de inteligência, que se torna sua mentora. No Brasil, a série é disponibilizada pelo serviço de streaming da Amazon.

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    Série estreante Great News é renovada para sua 2ª temporada

    14 de maio de 2017 /

    A rede NBC anunciou a renovação da série de comédia “Great News” para sua 2ª temporada, após a exibição de seis episódios. A atração estreante não é um grande hit, mantendo uma média de 3,5 milhões de telespectadores desde que estreou em abril. Para priorar, seu episódio mais recente, exibido na terça (9/5), foi sintonizado por apenas 2,6 milhões. Mas tem 76% de aprovação da crítica, de acordo como site Rotten Tomatoes. A aposta da NBC é no relacionamento com sua produtora, Tina Fey, que foi responsável por uma das comédias de maior reconhecimento crítico do canal nos últimos anos, “30 Rock” (ou, como querem alguns tradutores da TV aberta, “Um Maluco na TV”). Criada por Tracey Wigfield (roteirista de “30 Rock” e “The Mindy Project”), “Great News” tem uma premissa que sugere um cruzamento entre “Mary Tyler Moore” (1970–1977) e “Um Senhor Estagiário” (2015), e uma temporada inaugural de apenas 10 episódios. A trama gira em torno do ambiente de trabalho tumultuado de uma produtora de telejornal, vivida por Briga Heelan (série “Love”), que além de precisar lidar com o estresse diário do emprego e um âncora intratável (John Michael Higgins, de “A Escolha Perfeita”), vê-se em apuros ainda maiores quando seu chefe (Adam Campbell, da série “Unbreakable Kimmy Schmidt”) decide contratar a mãe dela (interpretada pela veterana comediante Andrea Martin, de “Casamento Grego”) como sua nova estagiária.

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    Séries Chicago Fire, Chicago PD e Chicago Med são renovadas

    14 de maio de 2017 /

    A rede NBC renovou três das quatro séries de Dick Wolf passadas em Chicago: “Chicago Fire”, “Chicago PD” e “Chicago Med”. Não há ainda nenhuma decisão oficial sobre o filhote mais novo da franquia, a estreante “Chicago Justice”, que teve uma média de 6,1 milhões de telespectadores em sua 1ª temporada. O número a coloca abaixo das demais, mas muito próximo da média geral, liderada por “Chicago Fire” com 7 milhões de telespectadores ao vivo. A opção de deixar o destino de “Chicago Justice” para depois pode ser reflexo da falta de interesse do mercado em séries procedurais, que não atraem os serviços de streaming e canais da TV paga como as produções mais serializadas. Até agora, nenhum canal americano mostrou interesse em adquirir as reprises de “Chicago Fire”, a mais velha da turma. “Chicago Fire” foi renovado para sua 6ª temporada, “Chicago PD” para a 5ª e “Chicago Med” para a 3ª. Elas se juntam a “Law & Order: SVU”, a mais antiga produção de Dick Wolf no ar, que foi renovada para sua 19ª temporada. No Brasil, as séries de Chicago são exibidas no canal pago Universal. A Record também exibe “Chicago Fire” na TV aberta com outro título: “Heróis contra o Fogo”.

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    Série Elementary é renovada para a 6ª temporada

    13 de maio de 2017 /

    A rede CBS anunciou a renovação da série “Elementary” para sua 6ª temporada. Foi a primeira vez que “Elementary” entrou na chamada “bolha” dos programas que tem seu destino resolvido no último minuto. Assim como “2 Broke Girls”, recém-cancelada, ela não constava da lista inicial da rede, que em março adiantou a renovação de 13 séries de uma só vez. O problema de “Elementary” é que vem perdendo audiência a cada temporada. Foram-se 900 mil telespectadores só entre a 4ª e a atual temporada, que atingiu 4,8 milhões de telespectadores. Para recordar, a 1ª temporada era vista por mais de 10 milhões, o dobro da atual sintonia. Entretanto, a série criada por Robert Doherty (roteirista de “Medium”) continua muito bem cotada entre a crítica, com 95% de aprovação no Rotten Tomatoes. Além disso, sua produção é realizada inteiramente pela CBS, que vem obtendo um bom lucro com a venda de suas reprises, com exibição na TV paga pela WGN America e por streaming no Hulu, sem esquecer da distribuição internacional. Nos upfronts do ano passado, o CEO da CBS, Les Moonves, apontou a série como um exemplo de bom negócio para o canal, dizendo que ela teria rendido US$ 80 milhões só de licenciamento para terceiros. Versão moderna de Sherlock Holmes, “Elementary” traz o ator Johnny Lee Miller (“Trainspotting”) como o personagem clássico de Arthur Conan Doyle, que se dedica a resolver crimes intrincados para a polícia de Nova York, como forma de lidar com seus vícios, na companhia da cuidadora contratada por seu pai, Joan Watson (vivida por Lucy Liu, de “Kill Bill”). No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Universal.

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    Dr. Ken é cancelada após duas temporadas

    13 de maio de 2017 /

    A rede ABC cancelou a série de comédia “Dr. Ken”, após duas temporadas. A série estrelada por Ken Jeong (franquia “Se Beber, Não Case”) caiu de 5,2 milhões de telespectadores em sua temporada inaugural para 4 milhões no episódio final exibido em março. Embora a ABC tenha renovado diversas séries com menor audiência, “Dr. Ken” não emplacou na demo, marcando apenas 0,88 pontos entre o público mais cobiçado dos anunciantes (entre 18 e 49 anos de idade). Além disso, o consenso da crítica é que a produção era completamente sem graça, obtendo a pior avaliação entre as séries do canal, com apenas 7% de aprovação (cotação: lixo) no site Rotten Tomatoes. “Dr. Ken” trazia Ken Jeong revivendo seus dias de médico. Ele é formado em medicina pela Universidade da Carolina do Norte e fez residência na Ochsner Medical Center em Nova Orleans antes de virar comediante. Mas os episódios não faziam muito uso de sua experiência real, já que os diagnósticos vistos em cena se resumiam a comentários superficiais – o paciente “é gordo”, por exemplo. Na verdade, a série criada por Jeong, John Fox (série “The Player”) e Jared Stern (“Lego Batman – O Filme”) não sabia se era uma sitcom de ambiente de trabalho ou uma velha e tradicional comédia de família, já que também privilegiava as piadas em torno do lar do protagonista. Tudo ao som das risadinhas das claques de séries do século passado.

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    The Great Indoors é cancelada ao final da 1ª temporada

    13 de maio de 2017 /

    A rede CBS anunciou o cancelamento de “The Great Indoors” após o final de sua 1ª temporada, que foi ao ar na segunda-feira (8/5). A decisão já era esperada, pois a sitcom estrelada por Joel McHale (série “Community”) foi a única comédia estreante que não recebeu encomenda de 2ª temporada em março, quando a CBS anunciou de uma só vez a renovação de 13 séries. “The Great Indoors” tinha uma audiência média de 6,9 milhões de telespectadores, mas seu último episódio foi visto por quase metade desse público, ressaltando uma tendência de queda. Por liderar a audiência da TV americana, a CBS exige números altamente competitivos, que muitas séries que seriam sucesso em outros canais não conseguem atingir. Criada por Dana Fox (roteirista de “Como Ser Solteira”), Mike Gibbons (criador de “Tosh.0”) e Alex Reid (roteirista da série “Samantha Who?”), “The Great Indoors” era uma sitcom tradicional de ambiente de trabalho, com claque de risadinhas. A trama girava em torno de um repórter aventureiro (McHale) que é chamado por seu chefe (Stephen Fry, de “24 Horas: Viva Um Novo Dia”) para comandar a redação online da sua revista. Por conta disso, ele se vê trabalhando com um grupo de jovens adultos com a mentalidade do novo milênio, cuja ideia de aventura é brincar de videogame. O elenco também incluía Christopher Mintz-Plasse (“Kick-Ass”), Susannah Fielding (série “I Want My Wife Back”), Brianne Howey (“Eu Quero Matar Meu Chefe 2”) e Shaun Brown (série “True Blood”).

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