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    Novo trailer de Planeta dos Macacos: A Guerra mostra batalha final da humanidade

    16 de maio de 2017 /

    A Fox divulgou mais um pôster e o novo trailer legendado de “Planeta dos Macacos: A Guerra”, que apresenta a grande escala do conflito de seu título, a última batalha da humanidade. A prévia não economiza cenas bombásticas, com direito a muitas balas e explosões, para ressaltar o clima de guerra entre os macacos inteligentes de Caesar (novamente vivido por Andy Serkis) e o exército humano liderado pelo personagem de Woody Harrelson (“Jogos Vorazes”). Outro destaque é a presença muda de uma menina humana entre os macacos – chamada Nova, como a personagem do clássico de 1968. A direção está a cargo de Matt Reeves, que assinou o filme anterior, “Planeta dos Macacos: O Confronto” (2014), e a estreia acontece 3 de agosto, adiada em três semanas no Brasil.

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  • Etc,  TV

    Claudia Alencar revela estupro durante a ditadura e 25 anos de assédio na Globo

    16 de maio de 2017 /

    A atriz Claudia Alencar fez um longo desabafo numa entrevista com o UOL, em que revelou a parte negativa de sua trajetória, com diversos abusos sofridos. Ainda pequena, ela apanhava do pai, e quando virou estudante na Escola de Comunicação e Artes da USP, a jovem aspirante a atriz foi estuprada. “Eu fazia teatro de protesto na rua, nas universidades e alguns espaços públicos (…) Fui muito violentada nos Anos de Chumbo, na Ditadura Militar. Depois disso, achava que nenhum assédio poderia mais me abalar, poderia me derrubar. Me enganei. Foram dez anos dizendo ‘não’ a diretores e produtores porque eu queria um papel bom sem barganhar uma noite de sexo”, conta a atriz. Na entrevista, ela nomeia apenas uma pessoa, mas de forma positiva. Claudia já tinha feito filmes e novelas na rede Bandeirantes quando conseguiu um papel na novela “Roda de Fogo” (1986), apoiada pelo seu professor universitário, autor da trama, Lauro César Muniz, a quem é grata. Depois disso, toda a participação em projetos da Globo passou a prever algo mais. “Fui chamada várias vezes para fazer testes e eles até começavam mesmo com as leituras de texto, mas terminavam com uma proposta de um jantar ou de um encontro em um lugar mais reservado. Cada vez que isso acontecia, eu saía arrasada, frustrada e me sentindo violentada porque eu tinha certeza que era boa atriz com condições para entrar e ficar entre as estrelas da casa”, desabafou. Interpretando papeis sensuais, Claudia conta que o assédio aumentou. “Era diretor, ator, produtor, apresentador e empresário que vinham com aquele joguinho de sedução. Tive um colega de cena que me perturbou meses e, quando um dia eu cansei do cerco e dei um fora definitivo, ele passou a me perseguir, me humilhar na frente dos outros colegas. Ninguém me defendeu. Daí eu percebi que se eu quisesse continuar trabalhando, teria que fingir que nada acontecia e foi o que eu fiz durante uns 25 anos.”, declarou a atriz. Após ver a repercussão recente de denúncias de assédio no meio artístico, ela diz não se surpreender. “Sei de muitas profissionais que passaram o pão que o diabo amassou. Acho corajoso essas meninas falarem, darem os nomes, apontarem os dedos. É heroico, é encorajador e um alerta também para os homens: atitudes machistas estão com os dias contados. Não fiz lá atrás por medo, mas apoio incondicionalmente quem faz isso agora”, finalizou Claudia. Hoje com 56 anos, ela continua fazendo filmes, como “Um Suburbano Sortudo” (2015) e o vindouro “Talvez Uma História de Amor”, e fez uma participação recente na novela “Rock Story”, ainda sexy no papel de uma “predadora”.

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  • Filme

    Johnny Depp vai viver o milionário excêntrico que criou o antivírus McAfee

    16 de maio de 2017 /

    Johnny Depp foi confirmado como protagonista de “King of the Jungle”, no qual interpretará John McAfee, criador de um dos antivírus mais populares dos PCs e também um dos milionários mais excêntricos do planeta. O projeto, que será dirigido pela dupla Glenn Ficarra e John Requa (“Golpe Duplo”), veio à tona em março, mas agora se tornou oficial, com representação no Festival de Cannes para a venda antecipada de seus direitos de distribuição internacional. “King of the Jungle” vai contar a história de McAfee já em sua fase “louca”, quando levou um jornalista da revista Wired para conhecer sua residência em Belize em um passeio descrito como “tour de humor negro no estilo ‘Apocalypse Now'”, marcado por “paranoia, metralhadoras, sexo e assassinato”. A trama mostrará como o magnata da informática vivia numa fortaleza à beira do Caribe com seu próprio exército particular e harém de mulheres, até ser acusado de assassinar um vizinho, fugir pelas florestas da América Central, viver de forma clandestina e se meter em alguns negócios obscuros, como a fabricação e o tráfico de medicamentos ilegais. Esta história já rendeu até documentário, “Gringo: The Dangerous Life of John McAfee” (2016). O roteiro é da dupla Scott Alexander e Larry Karaszewski, que trabalharam com Depp em outra cinebiografia, a deliciosa “Ed Wood” (1994). Ainda não há previsão de estreia.

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  • Filme

    Zac Efron vai viver Ted Bundy, um dos serial killers mais famosos dos EUA

    16 de maio de 2017 /

    Zac Efron vai interpretar um dos serial killers mais famosos dos Estados Unidos, o homem que descreveu a si mesmo como “o maior filho da mãe de coração frio que você já conheceu”. Segundo o site Deadline, ele será Ted Bundy em “Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile”. O filme tem direção de Joe Berlinger, conhecido por realizar a trilogia de documentários “Paradise Lost”, que acabou ajudando a libertar três jovens presos injustamente após o assassinato ritual de crianças em West Memphis. O caso rendeu comoção nacional, porque eles foram condenados por serem fãs de heavy metal. Além destes e outros documentários, ele dirigiu apenas um filme de ficção há 17 anos, o terror “A Bruxa de Blair 2: O Livro das Sombras” (2000), que, em retrospectiva e comparado ao novo “Bruxa de Blair” (2016), não era tão ruim assim. O roteiro é de Michael Werwie (do vindouro suspense “Lost Girls”, com Sarah Paulson) e a produção está a cargo de Nicolas Chartier, responsável pelos filmes premiados no Oscar “Guerra ao Terror” (2009) e “Clube de Compra Dallas” (2013). Chartier divulgou um comunicado sobre o projeto. “Eu tenho tentado trabalhar com Zac Efron há muito tempo”, diz o texto. “De sua reviravolta dramática em ‘Obsessão’ até a sua performance hilária em ‘Vizinhos’, ele continua a impressionar o público e os críticos com sua extraordinária versatilidade e alcance. Nós não poderíamos estar mais animados em vê-lo neste papel incrível.” A escalação de Efron para viver Bundy faz sentido. Afinal, o assassino foi descrito pelas vítimas que sobreviveram a seu ataque como um homem educado e bonito. Ele também tinha preferência por mulheres “jovens e atraentes”, como as descrevia, para raptar, estuprar e matar. Costumava invadir residências e preferia estuprar as mulheres depois de matá-las, muitas vezes decapitando suas cabeças. Ted Bundy assumiu a culpa pelo assassinato de pelo menos 30 mulheres, cometidos em sete estados americanos diferentes, entre 1974 e 1978 — entretanto, as investigações apontam que o número de vítimas pode ter sido muito maior. Ele foi preso pela primeira vez em 1975, quando a polícia ainda não sabia a extensão de seus crimes, escapou e só foi detido definitivamente em 1978. Condenado à pena de morte, passou mais de uma década na prisão, até ser executado em 1989. A vida de Bundy já inspirou alguns filmes, a maioria feita para a TV e nenhum particularmente memorável. “Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile” deve começar a ser filmado em outubro, mas ainda não tem previsão de estreia.

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  • Filme

    Kenneth Branagh vai filmar luta para publicar O Diário de Anne Frank

    16 de maio de 2017 /

    A luta para a publicação da obra mais famosa sobre o Holocausto, “O Diário de Anne Frank”, será tema do filme “Keeper of the Diary”. Segundo o site Deadline, o cineasta inglês Kenneth Branagh (“Cinderela”) está negociando para dirigir e estrelar o projeto. O drama vai se passar entre o final da 2ª Guerra Mundial e o começo da década de 1950, acompanhando a jornada do pai de Anne Frank, Otto Frank, em busca de um editora para lançar o livro. Ele acaba encontrando Barbara Zimmerman, uma jovem ambiciosa que ajuda Otto a organizar os manuscritos da adolescente judia, que registrou seu cotidiano até morrer vítima do nazismo. O sucesso do livro acabou transformando Zimmerman numa lenda do mercado editorial. O papel de Branagh será o de Otto Frank, caso as negociações cheguem à resolução esperada. A produção está sendo desenvolvida pela Fox Searchlight. Kenneth Branagh tem bastante familiaridade com o tema do filme. Ele narrou o documentário “Anne Frank: Remembered”, vencedor do Oscar da categoria em 1996. A seguir, ele será visto no remake de “O Assassinato no Expresso Oriente”, que ele dirigiu e também estrela, ao lado de um elenco grandioso, com lançamento marcado para 23 de novembro no Brasil.

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  • Série

    George R.R. Martin revela detalhes dos projetos de séries derivadas de Game of Thrones

    16 de maio de 2017 /

    Após a divulgação de que a HBO estaria considerando quatro possíveis spin-offs de “Game of Thrones”, o escritor George R.R. Martin publicou um texto em seu blog em que aborda o desenvolvimento dessas produções. E, segundo ele, existem cinco projetos e não quatro, conforme veio à tona anteriormente. “Tínhamos quatro roteiros em desenvolvimento quando cheguei em Los Angeles na semana passada, mas quando sai tínhamos cinco. Adicionamos mais um roteirista aos quatro originais. Não, eu não vou revelar o nome dele aqui”, escreveu Martin citando os roteiristas já conhecidos: Max Borenstein (“Kong: Ilha da Caveira”), Jane Goldman (“Kingsman: Serviço Secreto”), Brian Helgeland (“Lendas do Crime”) e Carly Wray (série “Mad Men”). O autor da saga literária “As Crônicas de Gelo e Fogo”, em que “Game of Thrones” se baseia, não acredita que todos esses projetos virem séries. “Décadas de experiência com filmes e televisão me ensinaram que nada é muito certo… mas acho muito improvável que possamos ter quatro (ou cinco) séries novas. Pelo menos não imediatamente. O que temos é a ordem para quatro – agora cinco – roteiros pilotos. Quantos desses vamos filmar e quantas séries podem sugir disso, ainda veremos”. Por sinal, ele prefere chamar as novas atrações de “séries sucessoras” e não spin-offs. E afirma estar por dentro de cada detalhe, já que está envolvido com todos os roteiros. “Sim, eu estou envolvido, e tenho estado há meses. Tive minha primeira reunião com a HBO sobre a possibilidade de uma série sucessora em agosto, quando sugeri duas possíveis séries. (Uma delas está entre os conceitos em desenvolvimento, a outra não). Nos meses seguintes, outros escritores foram trazidos e sugeriram suas ideias. Por fim, a HBO decidiu seguir em frente com quatro desenvolvimentos separados…”, escreveu. “Cada um dos quatro [escritores] me visitou aqui em Santa Fé, alguns mais de uma vez, e passamos dias discutindo ideias, a história de Westeros e do mundo além dele, e detalhes variados encontrados em ‘O Mundo de Gelo e Fogo’ e ‘As Terras de Gelo e Fogo'”, revelou, acrescentando elogios aos roteiristas. “São todos talentos incríveis, e eu estou empolgado de estar trabalhando com eles.” Por fim, o autor esclareceu que nenhum destas “séries sucessoras” são realmente séries sucessoras, na medida em que não continuam os eventos nem trazem personagens de “Game of Thrones”. “Todos os conceitos que discutimos são de prelúdios, ao invés de sequências. Algumas podem não ser situadas em Westeros”, contou. “Estamos falando de novas histórias ambientadas no ‘universo secundário’ (pegando emprestado o termo de Tolkien) de Westeros e do mundo que eu criei para ‘As Crônicas de Gelo e Fogo’. É sim um mundo, e um bem grande.” Martin não revelou quais personagens ou reinos seriam abordados, e inclusive apontou que duas hipóteses favoritas dos fãs não estão entre os projetos. Segundo o autor, não há projeto envolvendo “O Cavaleiro dos Sete Reinos” (ou “Os Contos de Dunk & Egg”), que ele próprio chegou a sugerir anteriormente como possível spin-off, tampouco sobre a Rebelião de Robert Baratheon. “Dunk & Egg” não chegará à TV porque Martin não quer repetir o que aconteceu com “Game of Thrones” – a série ultrapassar os livros. Por enquanto, foram publicados três contos do Cavaleiro dos Sete Reinos, e “há pelo menos sete ou oito ou dez a mais que eu quero escrever”, ele acrescentou. Já sobre a Rebelião de Robert, que levou à queda da dinastia Targaryen e ao assassinato do Rei Louco, a explicação é simples: “quando eu terminar de escrever ‘As Crônicas de Gelo e Fogo’, vocês saberão todas as coisas importantes que aconteceram na Rebelião. Não haveria surpresas ou revelações para explorar.” Quando será isso? Com tantos projetos paralelos, não há a menor previsão para o lançamento do sexto livro das “Crônicas de Gelo e Fogo”. Intitulado “Os Ventos do Inverno”, o livro deveria ter sido lançado no ano passado. A conclusão da trama, porém, só acontecerá no sétimo livro, que ele nem começou a escrever. Enquanto isso, a 7ª temporada de “Game of Thrones” estreia na HBO no dia 16 de julho de 2017, e a série se encerra com a 8ª temporada, prevista para o ano que vem.

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  • Série

    Quantico é renovada para sua 3ª temporada

    15 de maio de 2017 /

    A rede ABC renovou a série “Quantico” para sua 3ª temporada. A decisão foi literalmente de última hora, na véspera da apresentação da programação de outono do canal para a imprensa e anunciantes – o chamado upfront. Apesar da queda de audiência, de 4,3 milhões de telespectadores ao vivo na 1ª temporada para apenas 2,7 milhões no arco que se encerra nesta segunda (15/5), pesou na decisão o sucesso internacional da série, que é estrelada por uma atriz indiana, propiciando bons negócios na Ásia. Como a produção é do ABC Studios, o licenciamento representa lucro para o conglomerado. Mas a renovação vem acompanhada de uma mudança no formato e no comando da série. O criador Josh Safran (roteirista de “Gossip Girl”) vai deixar a função de showrunner, permanecendo apenas como consultor. Além disso, ao contrário das duas temporadas iniciais, exibidas no formato tradicional da TV aberta com 22 episódios, o novo arco terá apenas 13 capítulos, como na TV paga. Produzida pelo poderoso Mark Gordon (das séries “Criminal Minds” e “Grey’s Anatomy”), a série explora o estado de pânico reinante nos Estados Unidos em relação a ataques terroristas, especialmente em Nova York, onde a trama se passa. A 1ª temporada acompanhava um grupo de agentes novatos do FBI, que precisa lidar com um atentado terrorista que pode ter sido realizado por um dos integrantes de sua classe. Para apresentar os suspeitos, a narrativa também contou com uma trama paralela de flashback, acompanhando o treinamento dos recrutas na cidade de Quantico, na Virgínia, que dá título à produção. Já a 2ª temporada refletiu uma reviravolta na trama, com a protagonista Alex Parrish (Priyanka Chopra) recomeçando sua carreira como uma recruta da CIA. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago AXN.

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  • Série

    Criminal Minds: Beyond Borders é cancelada após duas temporadas

    15 de maio de 2017 /

    A rede CBS anunciou o cancelamento de “Criminal Minds: Beyond Borders” após duas temporadas. A série tinha uma média de 4,9 milhões de telespectadores, mas pouco impacto na faixa demográfica que interessa aos anunciantes (18 a 49 anos), com 0,84 pontos de audiência. Para se ter noção, as séries da rede CW, com muito menos sintonia, conseguem melhor resultados na demo. Assim, “Criminal Minds”, que foi renovada para sua 13ª temporada em abril, já sobrevive ao cancelamento de dois spin-offs. O anterior, “Criminal Minds: Suspect Behavior”, durou apenas uma temporada em 2011. “Criminal Minds: Beyond Borders” marcava o retorno do ator Gary Sinise à CBS, após estrelar nove temporadas de outro spin-off, “CSI: NY”, entre 2004 e 2013. Criada por Erica Messer (produtora-roteirista de “Criminal Minds”) e Erica Meredith (assistente de produção de “Criminal Minds”), a série acompanhava uma unidade internacional do FBI, encarregada de auxiliar na investigação de crimes envolvendo cidadãos americanos em países estrangeiros. Além de Gary Sinise, o elenco incluía Tyler James Williams (série “Todo Mundo Odeia o Chris”), Alana De La Garza (série “Forever”), Daniel Henney (série “Hawaii Five-0”) e Annie Funke (“O Ano Mais Violento”). O último episódio irá ao ar na quarta (17/5) nos Estados Unidos. No Brasil, a série era exibida no canal pago AXN.

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  • Filme

    Hackers estariam ameaçando vazar o novo Piratas do Caribe na internet

    15 de maio de 2017 /

    Depois da Netflix, com a série “Orange Is the New Black”, hackers estariam agora chantageando à Disney. Segundo o site Deadline, hackers teriam contatado a Disney para revelar estarem de posse de uma cópia em alta definição de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”, exigindo pagamento para não vazarem o filme antes da estreia. Apesar da ameaça, o estúdio não deve pagar – o que o Deadline descreve como – uma “enorme quantidade” de dinheiro em Bitcoin, e trabalha com o FBI para desbaratar a quadrilha. A informação teria sido confirmada numa reunião entre os executivos do estúdio e funcionários da rede ABC, que faz parte do mesmo conglomerado. Na ocasião, o CEO da Disney admitira que a empresa estava sendo chantageada, mas não revelou qual produção tinha sido “sequestrada”. O Netflix também se recusou a pagar e 10 episódios (de um total de 13) da 5ª e ainda inédita temporada de “Orange Is the New Black” vazaram na internet. A notícia vem à tona logo após surgirem informações de problemas nos bastidores das filmagens do quinto “Piratas do Caribe”, que teriam sido causados por Johnny Depp. Ao divulgar o primeiro trailer da produção, a Disney incluiu um texto que afirmava que aquela seria a “última aventura” da franquia. A estreia está marcada para 25 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Charlie Hunnam defende seu Rei Arthur trambiqueiro em São Paulo

    15 de maio de 2017 /

    Protagonista de “Rei Arthur: A Lenda da Espada”, o inglês Charlie Hunnam está aproveitando o passeio por São Paulo, onde chegou no domingo (14/5). Fã de futebol, ele assistiu ao jogo entre Palmeiras e Vasco no Allianz Parque, um dia antes de falar com a imprensa sobre a produção, que fracassou em sua estreia nos Estados Unidos neste fim de semana. Na entrevista coletiva, ele não fugiu do roteiro básico de divulgação, dizendo-se fã das histórias do Rei Arthur e assumindo a responsabilidade da tentativa de atualizar o personagem para o público do século 21. Ao mesmo tempo, ele sabe qual é o melhor filme sobre Arthur já feito. Hunnam disse ter visto “Excalibur” (1981), de John Boorman, pelo menos 15 vezes na infância. Ele conta que foi justamente por isso que, ao saber da produção do novo filme, buscou encontrar o diretor Guy Ritchie para pedir o papel. “Eu não estava na lista inicial de potenciais atores”, revelou, considerando que o fato de ter interpretado papéis em produções norte-americanas, como a série “Sons of Anarchy”, pode ter feito as pessoas esquecerem que ele é um ator britânico. Segundo o ator, a intenção do novo filme era fazer o público sentir-se na pele de Arthur. “O que aconteceria se alguém descobrisse, amanhã, que é o rei da Inglaterra ou do Brasil?”. A ideia, explicou, era fugir da versão tradicional em que “um homem nobre segue em uma nobre jornada e vira um nobre rei”. “Acho que você tem uma responsabilidade maior se você vai contar uma história que já foi contada inúmeras vezes. Você precisa trazer algo único, tentar fazê-la original, nova e fresca, mas, ao mesmo tempo, fiel aos conceitos originais”, explicou. No filme dirigido por Guy Richie, Arthur é um jovem criado em um bordel, sem ter conhecimento de sua linhagem real. Seu pai, o verdadeiro rei, foi assassinado pelo tio Vortigern (Jude Law), que usurpa o trono de Camelot. E enquanto cresce, Arthur torna-se uma espécie de trambiqueiro valentão, que só toma conhecimento do passado ao ser intimado a tentar tirar a lendária espada Excalibur da rocha em que se encontra cravada, feito que só poderia ser realizado pelo rei legítimo. Esta parte da lenda, ao menos, foi mantida. Hunnam considera que sua versão do Rei Arthur seria capaz de render maior identificação entre as novas gerações que as adaptações clássicas. Mas não foi exatamente isso que se viu nos resultados das bilheterias – não apenas na América do Norte, onde o filme orçado em US$ 175 milhões implodiu com uma abertura de US$ 14,7 milhões, mas também no mercado internacional, rendendo pífios US$ 5 milhões na China. No Brasil, a estreia está marcada para quinta (18/5).

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    Scream Queens é cancelada após duas temporadas

    15 de maio de 2017 /

    A Fox anunciou o cancelamento de “Scream Queens” após duas temporadas. Já esperado, o final da série foi confirmado pelo presidente da rede, Gary Newman, durante a apresentação da programação de outono da Fox para a imprensa e anunciantes – evento conhecido como upfront. “É uma série de antologia, e Ryan sentiu que ele contou a história ao longo das duas temporadas, ele sentiu a história estava completa”, disse Newman, referindo-se ao criador da atração, Ryan Murphy. “Não há planos para voltar e contar mais histórias”, completou. Mas Murphy estará de volta à Fox na próxima temporada com uma nova série, seu primeiro drama na TV aberta, “9-1-1”, estrelado por Angela Bassett, com quem trabalhou em “American Horror Story”. Sátira de terror, “Scream Queens” nunca teve uma boa audiência e só se manteve no ar por duas temporadas por conta do prestígio de Murphy. De fato, a série foi o único equívoco da carreira do produtor, que já lançou sucessos como “Estética” (Nip/Tuck), “Glee”, “American Horror Story”, “American Crime Story” e o recente “Feud”. A 1ª temporada, vista por 2,7 milhões de telespectadores, acompanhava a matança de um serial killer num campus universitário, enquanto a 2ª, sintonizada por apenas 1,4 milhão, mostrou as personagens sobreviventes num hospital suspeito. Apesar do tom trash e das piadas fracas, a crítica norte-americana parecia gostar da atração, como mostram os 76% de aprovação no site Rotten Tomatoes. De forma sintomática, antes mesmo do destino da série ser definido, duas de suas protagonistas já tinham avisado que não voltariam: Keke Palmer entrou na série “Berlin Station”, do canal pago Epix, e Lea Michele gravou o piloto de “The Mayor”, para a rede ABC. O bom elenco de “Screem Queens” ainda incluía Emma Roberts, Jamie Lee Curtis, Abigail Breslin e Billie Lourd.

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    New Girl é renovada para a 7ª e última temporada

    15 de maio de 2017 /

    A rede Fox anunciou a renovação da série “New Girl” para sua 7ª temporada, que será a última. A atração veterana tem uma das audiências mais baixas do canal, com apenas 2 milhões de telespectadores ao vivo nos episódios de sua temporada mais recente. Tanto que fãs e produtores estavam resignados com um possível cancelamento. Prevendo o pior, a 6ª temporada se encerrou em abril com um final que poderia servir de fecho para a série. Entretanto, a atração tem um público proporcionalmente grande na demo, registrando 0,93 pontos na faixa demográfica cobiçada pelos anunciantes (18 a 49 anos). Isto representa uma audiência de nicho altamente qualificada, melhor, inclusive, que o público de quase 6 milhões ao vivo de “Code Black”, também renovada nas últimas horas que antecedem os upfronts – apresentações da programação de outono da TV americana. A Fox não confirmou quantos episódios terá a temporada derradeira, mas ela deverá ser mais curta. Na verdade, muito curta, se for levado a sério um tuite do protagonista Jake Johnson. Ele postou que serão apenas oito capítulos, bem menos do que os tradicionais 22. Veja abaixo. Lançada em 2011, “New Girl” inovou ao centrar-se em uma personagem feminina solteira, interpretada pela atriz Zooey Deschanel, que mora com três amigos homens em um apartamento em Los Angeles. A 1ª temporada chegou a atingir 3,2 pontos na demo e 6,52 milhões de telespectadores ao vivo, tornando-se a primeira sitcom de sucesso da Fox, mas a audiência começou a desabar a partir do terceiro ano e nunca se recuperou, mesmo com participações memoráveis de Damon Wayans Jr. e Megan Fox. No Brasil, “New Girl” é exibida pelo canal Fox Life e as três primeiras temporadas também estão disponíveis na plataforma Clarovideo. #NewGirl has been picked up for 8 final episodes! Very excited to be able to finish what we started. Also Happy Mother's Day, ladies. — jake johnson (@MrJakeJohnson) May 14, 2017

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    Série médica Code Black é renovada para a 3ª temporada

    15 de maio de 2017 /

    A rede CBS anunciou a renovação da série médica “Code Black” para sua 3ª temporada. É o segundo ano consecutivo que a série tem seu destino decidido na última hora, flertando com o cancelamento. A 2ª temporada perdeu 1,2 milhões de telespectadores na média geral, mas ainda está no limite da linha de corte do canal, que é a mais alta dentre todas as redes americanas. Atualmente, a série é vista por 5,9 milhões de telespectadores ao vivo, subindo para ótimos 9,2 milhões semanais em todas as plataformas. Entretanto, proporcionalmente, o público da demo é muito baixo, marcando apenas 0,97 pontos na faixa demográfica que interessa aos anunciantes (entre 18 e 49 anos). A seu favor contou o fato de a CBS ser coprodutora da série, com direito à metade dos lucros futuros de eventuais vendas de reprises para outros canais. Mas a cereja do bolo foi a iniciativa do outro sócio do negócio, o ABC Studios, que aceitou reduzir sua taxa de licenciamento para produzir os episódios. Criada por Michael Seitzman (criador da série “Intelligence” e roteirista de “Terra Fria”), a série chega a evocar o clássico “Plantão Médico/E.R.”, girando em torno de um pronto socorro lotado, onde os plantonistas, além de tratar dos pacientes, precisam lidar com o caos da saúde pública americana. Baseada no documentário homônimo dirigido por Ryan McGarry, a série se passa no LA County Hospital, que tem o pronto socorro mais movimentado dos EUA. Lá, uma nova turma de estudantes chega com idealismo e encontra um sistema quebrado. O nome “Code Black” é um código hospitalar usado quando o número de pacientes é tão grande que a equipe fica totalmente sobrecarregada, sem condições de tratar a todos, o que compromete o atendimento, podendo levar até à morte dos doentes. A atração sofreu algumas alterações criativas na última temporada, entre elas uma mudança de parte de seu elenco, com destaque para a chegada de um médico militar vivido por Rob Lowe (série “The Grinder”). Segundo os produtores, a série foi concebida para introduzir novos personagens a cada temporada, tal qual ocorre na vida real de um hospital, em que residentes se formam, médicos e enfermeiras mudam de emprego e seguem em frente com suas vidas, dando lugar a outros profissionais. O elenco também inclui Marcia Gay Harden (“Cinquenta Tons de Cinza”), Luiz Guzmán (“Viagem 2: A Ilha Misteriosa”), Boris Kodjoe (série “O Último Cara da Terra/The Last Man on Earth”), Lindsey McKeon (série “Supernatural”), Ben Hollingsworth (série “Cult”), Melanie Chandra (série “The Nine Lives of Chloe King”), Harry Ford (“Mais Forte Que Bombas “), William Allen Young (série “Moesha”), Angela Relucio (série “Six”) e Jillian Murray (“Cabana do Inferno 3”). No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Sony.

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