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    Homem-Aranha: De Volta ao Lar ganha novos pôsteres e dois trailers bem diferentes

    24 de maio de 2017 /

    A Sony e a Marvel divulgaram dois novos pôsteres e trailers de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”. Cada estúdio lançou a sua própria versão do trailer. Os dois vídeos são bem diferentes, mas apenas o da Sony tem legendas, já que o filme será lançado por este estúdio no Brasil. As prévias destacam melhor o vilão Abutre, vivido por Michael Keaton (“Birdman”), e a forma condescendente com que Tony Stark (Robert Downey Jr.) trata Peter Parker (Tom Holland), que ainda não estaria pronto para virar um dos Vingadores. O trailer da Sony ainda dá bastante espaço para Jon Favreau (diretor dos dois primeiros “Homem de Ferro”), que volta a viver o auxiliar de Stark, Happy Hogan. Com direção de Jon Watts (“A Viatura”), “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” tem estreia prevista para 6 de julho no Brasil.

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    Star Wars: Os Últimos Jedi ganha ensaio fotográfico

    24 de maio de 2017 /

    A revista Vanity Fair divulgou um ensaio fotográfico dedicado ao próximo filme da franquia “Star Wars”. Clicadas pela célebre fotógrafa Annie Leibovitz, as fotos revelam registros de estúdio, na ilha irlandesa que virou retiro espacial de Luke Skywalker (Mark Hamill) e cenas de bastidores da produção, com bastante destaque para Daisy Ridley e a falecida Carrie Fisher. Duas fotos são especialmente ternas, por registrarem a atriz, paramentada como a General/Princesa Leia, abraçada em sua filha Billie Lourd (também integrante da franquia) e com Mark Hamill, seu parceiro desde o primeiro filme de 1977. Além das fotos, a revista vai incluir uma reportagem especial sobre a produção e será publicada com quatro capas diferentes, com personagens da franquia. Escrito e dirigido por Rian Johnson (“Looper”), “Star Wars: Os Últimos Jedi” estreia no Brasil com tradução errada em 14 de dezembro, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Primeiro trailer da 7ª temporada de Game of Thrones destaca guerra pelo trono de ferro

    24 de maio de 2017 /

    “A grande guerra chegou”, anuncia o primeiro trailer da 7ª temporada de “Game of Thrones”. Repleto de cenas de batalhas, mas também de conspirações de bastidores, a prévia tem ao centro uma convocação para a superação de inimizades, visando um objetivo comum. O único dissidente parece ser Mindinho (Aidan Gillen), que sussurra nos ouvidos de Sansa (Sophie Turner), mas é logo calado por Jon Snow (Kit Harington) com uma mão convincente sobre sua garganta. Como demonstra Cersei (Lena Headey), observando uma mapa da batalha, estes e todos os demais são agora seus inimigos. Entre eles, o exército formidável de Daenerys (Emilia Clarke), não apenas numeroso, mas também acompanhado por dragões gigantescos. A 7ª temporada da série estreia em 16 de julho no canal pago HBO.

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    De Sean Connery a Daniel Craig, intérpretes de 007 homenageiam Roger Moore nas redes sociais

    24 de maio de 2017 /

    Os antigos e o atual intérprete de James Bond usaram as redes sociais para prestar homenagens a Roger Moore, falecido na terça-feira (23/5). Sean Connery, primeiro intérprete do espião, a quem Moore substituiu na franquia, escreveu em seu Twitter: “Minhas condolências à família de Roger Moore. Um grande homem e encantador cidadão do mundo. Sentirei sua falta”. Timothy Dalton, que foi o substituto imediato de Moore nos anos 1980, também usou seu Twitter para homenagear o ator. “Minhas condolências para a família Moore com a partida do grande Roger Moore”, escreveu ele. Pierce Brosnan usou sua página no Instagram para dizer que estava de coração partido com a morte o ator. “Você foi um magnífico James Bond. O mundo sentirá fata de você e de seu senso de humor único”, escreveu. Por fim, Daniel Craig se manifestou na página oficial de James Bond no Twitter. “Ninguém foi melhor do que ele. Com amor, Daniel.” Além dos quatro, George Lazenby também viveu James Bond, em um único filme de 1969, enquanto outros atores, como David Niven e Peter Sellers, interpretaram o personagem fora da franquia oficial.

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    Tom Cruise revela que continuação de Top Gun será filmada em 2017

    24 de maio de 2017 /

    Tom Cruise confirmou seus planos para filmar uma continuação de “Top Gun – Ases Indomáveis” (1986). Em entrevista do ator para o programa matinal australiano “Sunrise”, o astro adiantou que irá retomar o papel de Maverick e as filmagens estão previstas para começar no ano que vem. Confira no vídeo abaixo. Os rumores sobre a sequência retornaram no ano passado, quando Cruise e o produtor Jerry Bruckheimer se encontraram para conversar sobre detalhes do roteiro e estabelecer um cronograma de produção. O responsável pelo filme original, Tony Scott, morreu em 2012, dois dias após se encontrar com Cruise para discutir o projeto. Isto adiou os planos da produção, que deveria ter começado na época, visando um lançamento em 2016, quando “Top Gun” completou 30 anos. Val Kilmer, antagonista de Cruise no filme original, também havia indicado o desejo de retomar seu personagem Iceman numa sequência. Mas recentemente ele admitiu que enfrenta problemas de saúde. Ainda não se sabe se outros atores, como Kelly Mcgillis (Charlie), Anthony Edwards (Goose), Tom Skerrit (Viper), Michael Ironside (Jester) e Tim Robbins (Merlin), também retornarão com Cruise. Em entrevista ao site Huffington Post em 2015, Bruckheimer manifestou vontade de aproveitar a ideia de Tony Scott para o filme. “O conceito é basicamente que os pilotos estão obsoletos em relação aos drones. Mas Cruise vai mostrar para eles que ele não é obsoleto”, afirmou o produtor. A equipe de roteiristas da continuação inclui Peter Craig (“Jogos Vorazes”) e a dupla Ashley Miller e Zack Stentz (“Thor” e “X-Men: Primeira Classe”), mas Brukheimer e Cruise ainda não definiram quem substituirá Tony Scott na direção. A continuação ainda não tem previsão de estreia. WORLDWIDE EXCLUSIVE: @TomCruise just confirmed that Top Gun 2 is happening! "I’m gonna start filming it probably in the next year". #sun7 pic.twitter.com/X17xvxz4Q4 — Sunrise (@sunriseon7) May 23, 2017

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    Filme sobre Rodin é a maior decepção do Festival de Cannes

    24 de maio de 2017 /

    “Rodin”, de Jacques Doillon, era um dos filmes franceses mais aguardados do Festival de Cannes. E isto dá a dimensão da decepção com que sua projeção foi recebida. Um crítico chegou a vociferar “É um filme antigo”, tão logo as luzes se acenderam. Mas muitos outros foram embora bem antes disso. No extremo oposto de “Le Redoutable”, de Michel Hazanavicius, que tomou liberdades para transformar o cineasta Jean-Luc Godard em personagem de comédia, “Rodin” tentou ser reverente demais. E se tornou convencional como um teledrama. Para piorar, transformou as mulheres importantes da vida do escultor em meras coadjuvantes, inclusive relevando sua rejeição à assistente Camile Claudel (vivida por Izïa Higelin, de “Um Belo Verão”) como causa do colapso mental da artista. Neste sentido, é quase um anti-“Camille Claudel”, o clássico de 1988 que contou essa história por outro ponto de vista. Estrelado por Vincent Lindon, que já foi premiado em Cannes por “O Valor de um Homem” (2015), o filme acompanha o escultor aos 40 anos, quando ele recebe sua primeira encomenda do Estado, criando a famosa obra “Porta do Inferno”. Há especial atenção para detalhar seu processo criativo, mas os recursos utilizados para isso são antiquados, com leituras de cartas, narrações e personagens que conversam consigo mesmo em voz alta. O mais incômodo, porém, é a forma como as mulheres de sua vida são retratadas como histéricas. Ele usa e abusa de cada uma delas, mas é um artista. Elas querem definição de relacionamento e são loucas. “As esculturas de Rodin são muito sensuais, e ele também era um homem muito sensual. Rodin amava o corpo feminino. Eu o teria traído se deixasse de lado esse aspecto de sua personalidade” justificou-se o diretor Jacques Doillon (“O Casamento a Três”), durante a entrevista coletiva do festival. O cineasta defende que Rodin era um homem irresistível e que suas palavras e atos no filme são baseados em pesquisa intensa. “Tudo o que Rodin diz no filme é resultado de muita pesquisa, ainda que também de muita fantasia minha. Ele, que não gostava de escrever, não deixou muito material escrito. Mas aqueles que conviveram com ele na época deixaram referências sobre o que ele disse e pensava. Então, posso afirmar que aquilo que o personagem diz no filme é o que o próprio Rodin teria dito em vida”, garantiu Doillon no encontro com a imprensa. Talvez a crítica esperasse que um filme sobre um artista genial fosse contaminado pelo talento retratado. Mas a reverência acadêmica de Doillon revela-se pouco adequada para integrar um festival, especialmente o Festival de Cannes.

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    Sofia Coppola conquista Cannes com western gótico sobre empoderamento feminino

    24 de maio de 2017 /

    O novo filme de Sofia Coppola, “O Estranho que Nós Amamos” (The Beguiled), foi o primeiro a entusiasmar crítica e público no Festival de Cannes. Remake de um western dirigido por Don Siegel e estrelado por Clint Eastwood em 1971, com mais suspense e até terror que o original, o longa subverte as expectativas por mudar o ponto de vista, contando a história pela perspectiva das mulheres da trama. Na entrevista coletiva do festival, a diretora disse que descobriu o filme por indicação da amiga e designer de produção Anne Ross. “O filme ficou na minha cabeça. O original é sob o ponto de vista do homem. Achei que podia contar a história sob o ponto de vista das mulheres”, explicou. Sofia nunca tinha feito um remake, por isso foi buscar mais informações na fonte original, o livro de 1966, escrito por Thomas Cullinan. Ela tampouco tinha realizado um thriller com clima gótico, filmado à luz de velas – a fotografia de Philippe Le Sourd é deslumbrante. Mas o que chama mais atenção é o elenco estelar da produção, liderado por Nicole Kidman (“Lion”), como a diretora de um internato para moças no Sul rural dos Estados Unidos durante a Guerra Civil do século 19. Neste local, Kirsten Dunst (“As Duas Faces de Janeiro”) vive uma professora, enquanto Elle Fanning (“Demônio de Neon”) e Angourie Rice (“Dois Caras Legais”) são estudantes. Este universo feminino é invadido pela chegada de um soldado do exército da União ferido, interpretado por Colin Farrell (“O Lagosta”), que as mulheres decidem abrigar e tratar. Mas, cercado de beleza, ele logo começa a abusar da hospitalidade daqueles mulheres, que estão sozinhas, mas não desamparadas. “Toda vez que um grupo de mulheres é isolado do mundo exterior, uma nova dinâmica se estabelece entre elas. O que fiz foi me afastar da memória do filme de Don Siegel e pensar em como eu poderia contar aquela história de novo, sob um ponto de vista diferente”, contou a cineasta. Há um cuidado em evitar transformar o homem em vítima de mulheres vingativas. Ele é claramente um predador, invadindo um ninho. “Para mim, ele chega e arruína tudo. Nós estávamos bem só nós mesmas, apenas não podíamos ter filhos”, apontou Nicole Kidman. Vale lembrar que as mulheres do filme estão numa escola não para aprenderem uma profissão, mas sendo educadas para atrair bons maridos. Entretanto, a guerra levou os homens embora. O único que aparece faz parte do exército inimigo. O instinto feminino natural é ajudá-lo. Mas se ele mostrar sua verdadeira face, as mulheres ainda serão maioria. As mulheres já são maioria em muitas áreas, mas curiosamente não no cinema. Kidman aproveitou a discussão sobre empoderamento feminino para reclamar da pouca quantidade de diretoras contratadas pela indústria ou selecionadas para festivais. Neste ano, entre as duas dezenas de filmes na mostra competitiva de Cannes, apenas três são assinados por mulheres. “Temos de apoiar as cineastas. Muita gente diz que as coisas estão diferentes, mas não é o que mostram as estatísticas”, disse ela. “Apenas 2% dos filmes lançados no ano passado foram dirigido por mulheres. É uma estatística que diz tudo, e acho que é importante que continuemos repetindo”, acrescentou. “Para nossa sorte, temos Sofia e Jane aqui neste ano”, referindo-se também à australiana Jane Campion, que dirige Kidman na continuação da minissérie “Top of the Lake”, exibida fora de competição em Cannes. “Nós, mulheres, precisamos dar apoio a outras realizadoras mulheres”, concluiu. Esta não foi a única discussão levantada durante a entrevista coletiva de “O Estranho que Nós Amamos”. Sofia também defendeu que filmes devem ser vistos em salas de cinema, entrando na polêmica da participação de produções da Netflix no festival. “Fiquei feliz por filmar em película de 35mm, pensando em enquadramentos e fotografia para uma tela grande. Espero que as pessoas assistam ao filme em uma sala de cinema. É uma atmosfera totalmente diferente, uma experiência única em nossas vidas modernas”, ela declarou. Colin Farrell, único homem do elenco, não conseguiu se conter, emendando: “Já viram o vídeo na internet no qual David Lynch fala sobre assistir a filmes em celulares? É um lindo poema de 45 segundos. E diz: ‘Você acha que está vendo um filme de verdade numa p…a de telefone?’. Chequem no YouTube. É realmente lindo!”, provocou o ator. Nunca é demais lembrar a Farrell e aos leitores que David Lynch também está no Festival de Cannes. Ele foi acompanhar a projeção de seu novo trabalho, o revival da série “Twin Peaks”, que não será lançado nos cinemas, mas já está disponível no Brasil pela Netflix, para ser visto “numa p… de telefone”.

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    Filme da Mulher-Maravilha não terá cena pós-créditos

    24 de maio de 2017 /

    Graças à mania da Marvel de incluir cenas pós-créditos em seus filmes, os fãs das produções de super-heróis sempre esperam que os estúdios rivais façam o mesmo. A Warner até seguiu a tendência em “Esquadrão Suicida”, mas “Mulher-Maravilha” não terá nada após seus créditos finais. “Não vou dizer que nunca faríamos uma (cena pós-creditos)”, disse Charles Roven, produtor do longa. “Havia uma em ‘Esquadrão Suicida’. Mas não queremos sentir que estamos sendo forçados a fazer algo só porque fizemos no passado”, explicou. Além de “Mulher-Maravilha”, “Homem de Aço” e “Batman vs. Superman” também não tiveram cenas pós-creditos. Já a pequena cena de “Esquadrão Suicida”, registra um encontro entre Bruce Wayne (Ben Affleck) e Amanda Waller (Viola Davis). Estrelado por Gal Gadot (“Batman vs. Superman”) e Chris Pine (“Star Trek”), “Mulher-Maravilha” tem direção de Patty Jenkins (“Monster – Desejo Assassino”), primeira mulher a assinar um filme de super-heróis neste milênio. A estreia está marcada para 1 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Rubens Barrichello vai dublar personagem na animação Carros 3

    24 de maio de 2017 /

    A Disney anunciou que Rubens Barrichello vai dublar um personagem na versão brasileira da animação “Carros 3”. O piloto de corridas vai dar voz a Cal Weathers, um corredor da equipe Dinoco. Assim como Barrichello, o personagem é um veterano das pistas. Barrichello, que completou 45 anos na terça-feira (23/5), foi duas vezes vice campeão mundial na Formula 1, e atualmente corre na Stockcar, tendo sido campeão em 2014. O elenco de dubladores nacionais de “Carros 3” conta ainda com a atriz Giovana Ewbank, a jornalista Fernanda Gentil e os narradores da ESPN Everaldo Marques e Romulo Mendonça. Dirigido por Brian Fee (storyboard artist de “Carros”, “Carros 2“) e produzido por Kevin Reher (“Vida de Inseto”), “Carros 3” chega nos cinemas dia 13 de julho de 2017. Na versão original, apresenta Owen Wilson como Relâmpago Mcqueen, Armie Hammer como Jackson Storm, Cristela Alonzo como Cruz Ramirez e Kerry Washington como Natália Certeza. A continuação da franquia “Carros” vai se passar após um acidente tirar o protagonista das corridas. A trama vai mostrar como Relâmpago McQueen dará a volta por cima, superando suas limitações para voltar a vencer. O roteiro foi escrito por Daniel Gerson (“Universidade Monstros” e “Operação Big Hero”) e a direção está a cargo de Brian Fee, que estreia na função após trabalhar no storyboard dos dois primeiros filmes. O filme vai estrear nos cinemas brasileiros em 13 de julho, um mês depois do lançamento nos EUA.

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    Mallu Magalhães cria polêmica com clipe acusado de racista

    24 de maio de 2017 /

    Mallu Magalhães lançou um novo clipe, “Você Não Presta”, e a internet caiu matando. No vídeo, a cantora requebra ao lado de dançarinos negros, e a combinação, além da forma como eles são retratados, causou polêmica. Como os dançarinos vestem poucas roupas e estão com o corpo besuntado em óleo, ativistas apontaram que se trata de um contexto racista, já que há a hipersexualização do corpo numa prática que remete à época da escravidão, quando os escravos tinham o corpo besuntado em banha para parecerem mais saudáveis e esconder os defeitos físicos. Para complicar ainda mais, há uma sequência em que os dançarinos aparecem atrás de uma grade de ferro. É a estrutura metálica de uma escada, mas a associação que se faz é de uma cela de prisão. No pior timing do mundo, é justamente nessa hora que ela canta o refrão: “Eu convido todo mundo para minha festa, só não convido você porque você não presta”… Em outra sequência, o cenário vira paredes de tijolos expostos, que lembram barracos de favela. O distanciamento da cantora do restante da equipe também foi alvo de críticas. Muitos apontam que Mallu não se coloca como integrante do grupo nas imagens. Mas não pára nisso. Há intertexto no intertexto. O fato de Mallu usar uma camiseta estampada com “Oscar 2002” remete ao único ano em que dois negros (Denzel Washington e Halle Berry) venceram o troféu de Melhor Ator e Melhor Atriz na história da premiação da Academia. 2002 também foi o ano do lançamento do filme brasileiro “Cidade de Deus”… Houve até quem lembrasse que a cantora mora em Portugal, e a estética do clipe, que sexualiza negros e glamoriza a favela, é um esterótipo de como os europeus imaginam o Brasil. A música? A música é um samba rock contagiante. Um som criado pelo choque de culturas e raças. Lembra Jorge Ben, entoado por Nara Leão. Ninguém, pelo menos, protestou por a branca gravar samba rock. Falando bem, falando mal, o clipe já tem quase 1 milhão de visualizações.

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    Dina Merrill (1923 – 2017)

    24 de maio de 2017 /

    A atriz e empresária Dina Merrill, que estrelou clássicos como “Anáguas a Bordo” e “Disque Butterfield 8”, morreu em sua casa na segunda-feira (22/5), aos 93 anos. Seu verdadeiro nome era Nedenia Marjorie Hutton e ela era a única herdeira da fortuna de seus pais, o investidor de Wall Street Edward Francis “E.F.” Hutton e a socialite Marjorie Merriweather Post, que também herdou milhões da fábrica de cereais de sua família. Como se não bastasse, em 1946 ela se casou com Stanley M. Rumbough Jr., herdeiro da Colgate-Palmolive, e ficou com metade dos bens no divórcio, após 20 anos e três filhos. Apesar de bem-nascida e rica, ela não queria ficar sem trabalhar e enfrentou a ira da família para começar a atuar. A rebeldia da jovem logo se tornou uma carreira. Ela participou de diversas peças da Broadway, e antes que sua família pudesse dizer algo, começou a passar mais tempo em Hollywood que em sua casa, em Nova York. Fez mais de 25 filmes, conseguindo destaque em comédias famosas, como “A Canoa Furou” (1959), com Jerry Lewis, e “Anáguas a Bordo” (1959), com Cary Grant, antes de revelar seu talento dramático em “Disque Butterfield 8” (1960), ao lado de Elizabeth Taylor, e “Juventude Selvagem” (1961), com Burt Lancaster. Mesmo com essa variedade de projetos, nunca conseguiu evitar o esterótipo de garota – e, posteriormente, mulher – rica, vivendo reflexos de sua persona na maioria dos filmes e séries em que atuou. O fato de ser praticamente uma princesinha americana levou as colunas de celebridades a chamá-la de nova Grace Kelly, após a loira dos filmes de Hitchcock abandonar a carreira para virar Princesa de Mônaco. E, aos poucos, ela foi alinhavando uma carreira digna de Grace Kelly, trabalhando com diretores de prestígio, como Blake Edwards (“Anáguas a Bordo”), John Frankenheimer (“Juventude Selvagem”) e Vincente Minnelli (“Papai Precisa Casar”). O problema é que, no fundo, Dina não levava a carreira de atriz a sério. Tinha os negócios para tocar e outros interesses. E assim foi redirecionando sua vontade de atuar para a televisão, onde apareceu em mais de 100 episódios de séries clássicas, em participações que não lhe cobravam maior comprometimento. Ela até enfrentou Batman em 1968, como Calamity Jan, ajudante do vilão cowboy Shame, vivido por Cliff Robertson, que se tornou seu segundo marido. Aparecendo cada vez menos no cinema, ela passou a escolher filmes inesperados, e acabou coadjuvando em dois clássicos de Robert Altman, “Cerimônia de Casamento” (1978) e “O Jogador” (1992). Também atuou na comédia cultuada “Diga-me o que Você Quer” (1980), de Sidney Lumet, e no drama político “A Um Passo do Poder” (1991), de Herbert Ross. A partir daí, seus principais trabalhos no cinema foram atrás da câmera. Com seu terceiro marido, o empresário Ted Hartley, ela comprou o antigo estúdio RKO e o relançou como RKO Pictures em 1991. Virou produtora, mas não emplacou muitos sucessos. Seu principal lançamento foi uma coprodução da Disney, “Poderoso Joe” (1998), estrelado por Charlize Theron, no qual também fez uma pequena participação. Como o negócio não deu certo, ela redirecionou a empresa para produzir espetáculos musicais. E aí conseguiu até prêmios, com “Gypsy” (2008) na Broadway e “Top Hat” (2012) no West End londrino. Paralelamente, passou a se dedicar à filantropia, apoiando entidades beneficentes. Quando seu filho David foi diagnosticado com diabetes, Merrill fundou a Fundação de Diabetes Juvenil, dedicada à pesquisa para a cura da doença. Ela serviu como Embaixadora Internacional para ORBIS International, uma ONG dedicada a tratar de doenças oculares ao redor do mundo. E foi fundadora da Coalizão Pro-Choice, de defesa do direito do aborto nos Estados Unidos. Além disso, fazia parte das diretorias de várias organizações artísticas importantes, como o John F. Kennedy Center for the Performing Arts e o Eugene O’Neill Theater Center.

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    Naomi Kawase compartilha sua paixão pelo cinema no Festival de Cannes

    23 de maio de 2017 /

    A cineasta Naomi Kawase volta a provocar os sentidos com seu novo longa, “Radiance” (Hikari). Exibido no Festival de Cannes, o filme tem como tema a visão. Seus personagens são uma jovem funcionária de um serviço de audiodescrição de filmes para deficientes visuais e um fotógrafo maduro que encontra cada vez mais dificuldades para enxergar. Trata-se de um sequência temática de “Sabor da Vida”, um filme sobre o paladar. Mas “Radiance” também aborda o amor pelo cinema. E, principalmente, a dificuldade de se lidar com perdas. Seja a perda da visão. Seja de alguém importante, como o pai desaparecido da protagonista ou sua mãe perdida na senilidade. A trama gira em torno da jovem Misako (Ayame Misaki, de “Ataque dos Titãs”), que escreve áudio-descrições para filmes. Apaixonada pelo cinema, ela prefere filmes com finais felizes e mensagens edificantes. Por isso, ao ter seu trabalho avaliado por um grupo de espectadores, um deles (Masatoshi Nagase, de “Sabor da Vida”) reclama que ela descreve as cenas de forma subjetiva, quando deveria deixar espaço para a imaginação do espectador. A discussão é motivada pelo argumento de que palavras são menos impactantes do que as imagens. E foi exatamente este o ponto de partida da história, conforme revelou a diretora, na entrevista coletiva do festival. “A ideia me ocorreu há dois anos, quando vim para Cannes apresentar ‘Sabor da Vida’. Ainda no avião, checando documentos com as versões de audiodescrição do filme, reparei que os textos continham mais informações precisas sobre a ação e as emoções que as imagens apresentavam. Foi aí que me dei conta de que esses redatores amam o cinema tanto quanto nós”, contou Kawase “A verdade é que, através dos personagens de ‘Radiance’, estamos falando mesmo é dessa paixão pelo cinema”, ela desvendou. No filme, Misako também passa a admirar a força das imagens ao descobrir que seu crítico era um fotógrafo de renome, antes de começar a perder a visão. E suas obras mexem com ela, a ponto de mergulhá-la em seu próprio passado, retornando à casa da infância, no meio da natureza, como é comum nos filmes da cineasta. “Para nós, japoneses, a natureza é fonte de saúde e bem-estar, mas também de desastres, e temos a consciência disso. Temos a tradição de rezar para a natureza, porque entendemos que fazemos parte dela e sem ela não há como sobrevivermos. Os seres humanos têm a tendência de querer controlá-la, mas a verdade é que temos que respeitá-la, porque é a natureza que nos dá condições para vivermos nossas vidas”, ela ponderou, explicando porque seus filmes repetem este tema.

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    Hong Sang-soo transforma sua repetição em arte no Festival de Cannes

    23 de maio de 2017 /

    O diretor Hong Sang-soo é um raro cineasta asiático que costuma ter todos os seus filmes distribuídos no Brasil. O mais estranho nesta constatação é que suas obras não são sucessos de público. Mas isso não o impede de filmar sem parar, geralmente sobre as mesmas coisas. Repetição. Só este ano, já são três longas, todos sobre situações banais, que servem de ponto de partida para experiências sobre como relativizar uma narrativa cinematográfica. Esta banalidade disfarçada em estilo tem rendido prêmios em inúmeros festivais e convertido cinéfilos ao redor do mundo. Ao mesmo tempo, entedia os não iniciados. Em competição no Festival de Cannes, “The Day After” não vai mudar opiniões sobre seu cinema. É mais uma história de corações partidos do diretor sul-coreano, calcada na contemplação e na repetição. E feita com estilo: filmada em preto e branco, com edição fragmentada, para marcar passagens bruscas de tempo, e paralelos que visam destacar que o protagonista é um homem fadado a se repetir. Desta vez, é um confusão de identidades que dispara a indefectível discussão filosófica de bar-restaurante, típica do cinema de noodles e álcool de Sang-hoo. O evento acontece durante os primeiros dias de trabalho de uma funcionária recém-contratada numa pequena editora. O proprietário da empresa traía a mulher com outra funcionária. Por isso, sua esposa desconfiada aparece de surpresa e estapeia a nova funcionária, que não tem nada a ver com a história. É a deixa para o bar-restaurante, onde a conversa se estende até o fim do filme. No ano passado, Hong Sang-soo confessou em Cannes que só precisava de duas coisas para fazer um filme: atores e um restaurante/café/bar. “São duas coisas muito físicas, um cenário e uma pessoa, e a partir daí trata de se abrir, de progredir para além da presença física”, descreveu. Neste ano, ele voltou a comparar atores com cenários, mas lhes concedeu também a capacidade de criar “clima”, via conversas espontâneas estimuladas por álcool e intimidade. Para conseguir esse clima, ele prefere trabalhar sempre com os mesmos atores, que já estão à vontade com seu método. “Os atores têm um papel fundamental em um filme; eles são como o cenário ou o clima de uma determinada história. Como meus trabalhos envolvem muito improviso em relação ao roteiro, acho importante trabalhar com quem já conheço e posso contar”, explicou. A bela Kim Min-hee, destaque de “A Criada” (2016), de Park Chan-wook, é uma das atrizes que se repetem sua filmografia há mais de 20 anos. Ela participou do primeiro filme do diretor, “O Dia em que o Porco Caiu no Poço” (1996), e está nos três filmes que Sang-soo lançou em 2017. O primeiro da safra, “On the Beach at Night Alone”, rendeu a Min-hee o Urso de Prata de Melhor Atriz no Festival de Berlim. E, além de viver a nova funcionária de “The Day After”, ela também está em “Claire’s Camera”, outro filme do diretor no Festival de Cannes, exibido fora de competição. Questionado sobre sua obsessão pela repetição, ele filosofou. “Tenho desejo de entender, sair da confusão que me rodeia, o que não quer dizer que saiba analisar essa confusão de onde quero sair. O fato é que não sei nada de nada. Não sei qual a verdade absoluta. A única questão que me importa é: como posso viver melhor? O que posso fazer, apenas, é concentrar-me numa coisa pequena em profundidade e esperar que a partir daí isso se expanda”.

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