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    Wagner Moura e governo protagonizam confronto sobre a reforma da Previdência

    16 de março de 2017 /

    O ator Wagner Moura (série “Narcos”) e o Palácio do Planalto protagonizaram um confronto em torno da proposta de reforma da Previdência, com direito a discussões em vídeos e nas redes sociais. O primeiro golpe foi dado por vídeo divulgado pelo MTST, em que Moura faz críticas aos três pontos mais polêmicos da proposta: idade mínima para concessão da aposentadoria, igualdade na idade para concessão do benefício para homens e mulheres e a exigência de 49 anos de contribuição para ter direito de receber o valor integral. Em um trecho do vídeo do MTST, Wagner Moura diz que a proposta partiu de Temer, que já está “aposentado desde os 55 anos de idade e ganhando mais de R$ 30 mil”. Além disso, ressalta que o projeto será analisado por uma parte de senadores e deputados que “também se aposentam cedo e cheios de privilégios”. A resposta do governo de Michel Temer veio em outro vídeo, que afirma que “o MTST contratou um ator para inventar ficção sobre a reforma”. Um dos pontos rebatidos foi exigência de 49 anos de contribuição para ter direito a aposentadoria integral. O governo chama essa afirmação de “distorção”, já que “a maioria dos brasileiros vai se aposentar com 65 anos de idade, contribuindo por 25 anos”. A informação faz referência aos que recebem salário mínimo, por não existir aposentadoria abaixo desse valor. De acordo com o governo, os mais pobres representam 63% dos brasileiros. Na semana passada, Temer afirmou que críticos a reforma da Previdência são os mais ricos, que ganham acima do teto da Previdência. Já sobre a igualdade na idade mínima da aposentadoria para homens e mulheres, o vídeo também rebate e diz que essa é uma tendência internacional, além de alegar que no Brasil as “mulheres têm uma taxa de sobrevida maior e poderão aproveitar a aposentadoria por mais tempo”. Wagner Moura rebateu a rebatida, via comunicado divulgado pelo MTST nas redes sociais, em que afirma não ter sido pago para fazer o vídeo. Diz o texto: “Wagner Moura esclarece que diferentemente do que foi dito no vídeo publicado pelo governo federal em suas redes sociais no dia 14 de março, ele não foi contratado pelo MTST para vídeo contra a proposta de reforma da previdência. Wagner participou voluntariamente da mobilização”. Veja abaixo os dois vídeos divulgados e a mensagem postada no Facebook do ator.

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    Selena Gomez culpa vício em Instagram e medo de crescer por depressão que a fez sumir

    16 de março de 2017 /

    A cantora e atriz Selena Gomez revelou que a crise de depressão que a fez cancelar sua turnê mundial no ano passado e internar-se numa clínica para fazer terapia foi resultado de seu vício no Instagram e o medo de crescer. Com 24 anos e mais de 113 milhões de seguidores no Instagram, a jovem artista contou, em entrevista à revista Vogue, que ficou transtornada com sua obsessão por redes sociais. “Assim que me tornei a pessoa mais seguida no Instagram, eu meio que pirei. Aquilo passou a me consumir muito. Acordava com aquilo e ia dormir com aquilo. Eu era viciada”, contou, em reportagem de capa da edição de abril da publicação. “Eu estava colocando coisas na minha cabeça, me importando por coisas que não deveria e sempre me sentia uma merda quando olhava no Instagram”. Ela afirmou que isso destruiu sua auto-estima, fazendo com que tivesse ataques de pânico. Por isso, precisou parar tudo e passar por um programa de tratamento de três meses. Ela também não tem mais o aplicativo do Instagram em seu celular. “Olha, eu amo o que faço e estou ciente de como tenho sorte, mas… como dizer isso sem soar esquisito? Eu só queria que as pessoas se esquecessem de mim”, disse, explicando a vontade de largar tudo, se isolar e sumir. “Minha autoestima estava destruída. Estava deprimida, ansiosa. Comecei a ter ataques de pânico logo antes de subir no palco, ou logo depois de sair do palco. Basicamente, eu sentia que não era boa o suficiente, não era capaz. Sentia que não estava dando nada aos meus fãs, e que eles percebiam — o que, acho, era uma distorção completa”, disse. “Eu estava acostumada a cantar para crianças. Nos meus shows, eu fazia com que toda a multidão levantasse seus mindinhos e prometerem nunca permitir que ninguém fizesse com que eles sentissem que não eram bons o suficiente. De repente, eu comecei a ver pessoas com 20, 30 anos nos meus shows, fumando e bebendo, e percebi que não poderia dizer “Vamos, todo mundo, vamos levantar o mindinho” e prometer que eles eram lindos. Não funciona assim”, continuou. Selena confessou que começou a sofrer por achar difícil se espelhar em outras estrelas jovens, como Miley Cyrus e Lindsay Lohan, para se livrar da imagem infantil criada pelo programa “Os Feiticeiros de Waverly Place”, de seus tempos do Disney Channel. “Para os caras existe uma maneira de se rebelar que pode funcionar para eles. Mas para as mulheres, isso pode sair pela culatra. É difícil não ser um clichê, a estrela infantil que deu errado”, desabafou. Nesse meio tempo, ela acabou estreando como produtora de série, envolvendo-se com “13 Reasons Why”, atraída pela história que lida com a depressão na adolescência.

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    Ex-Power Ranger confessa ter matado companheiro de quarto com espada

    16 de março de 2017 /

    O ator Ricardo Medina Jr., que ficou conhecido como intérprete do Power Ranger vermelho, na série “Power Rangers Wild Force” (2002), declarou-se culpado da acusação de homicídio na morte por esfaqueamento de seu companheiro de quarto, informou a promotoria de Los Angeles nesta quinta-feira (16/3). Segundo a promotoria, Medina discutiu sobre sua namorada com seu companheiro de quarto, Josh Sutter, de 36 anos, em 31 de janeiro de 2015. A discussão partiu para a agressão física, e o ator desferiu vários golpes de espada até matar o colega. Durante audiência em setembro de 2016, Medina declarou-se inocente no tribunal em Lancaster, na Califórnia. Mas agora o ex-Power Ranger, que está preso desde janeiro do ano passado, admitiu ter matado o colega com uma espada. A sentença do ator será anunciada em 30 de março. Se condenado, Medina pode ficar 26 anos preso em regime fechado. Além de “Power Rangers Wild Force”, Ricardo Medina Jr. também participou da série “Power Rangers Samurai”, exibida entre 2011 e 2012, na qual manejava uma espada cênica. Seus outros créditos como ator incluem aparições em “Plantão Médico” (em 2003) e “CSI: Miami” (2004), e nos filmes “Confessions of a Pit Fighter” (2005), “Bad Blood” (2006) e “Parasomnia” (2008).

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  • Filme

    Trailer de terror com Leandra Leal não parece produção brasileira

    16 de março de 2017 /

    A Imagem Filmes divulgou o um novo trailer de “O Rastro”, terror estrelado por Rafael Cardoso (novela “Sol Nascente”) e Leandra Leal (“O Lobo Atrás da Porta”). A prévia não parece produção brasileira. Pela iluminação, filtros, sustos e trilha parece remake americano de terror japonês. O filme, na verdade, é uma coprodução entre o Brasil (Lupa Filmes) e os Estados Unidos (Orion Pictures, da MGM), escrita por André Pereira (“Mato Sem Cachorro”) e a estreante Beatrice Manela e também marca a estreia de João Caetano Feyer (assistente de “Filme de Amor”) na direção de longa-metragem. A trama envolve o fechamento de um hospital público no Rio e acompanha o médico responsável por coordenar a transferência dos pacientes durante a noite. Quando uma paciente jovem desaparece, ele tenta localizá-la e acaba gradualmente engolido pelo prédio em condições precárias. O elenco ainda conta com Felipe Camargo (“Ponte Aérea”), Alice Wegmann (“Tamo Junto”), Claudia Abreu (novela “A Lei do Amor”) e Jonas Bloch (série “#MeChamaDeBruna”). Originalmente marcada para 30 de março, a estreia foi adiada para 18 de maio.

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  • Série

    Primeiro trailer da série American Gods é bastante sangrento

    16 de março de 2017 /

    O canal pago americano Starz divulgou o primeiro trailer de uma das séries mais esperadas do ano, “American Gods”, baseada no best-seller “Deuses Americanos”, do escritor Neil Gaiman (criador dos quadrinhos de “Sandman”). A prévia chama atenção por ser bastante sangrenta. A trama gira em torno de Shadow Moon, um ex-condenado que é libertado da prisão quando sua esposa e seu melhor amigo morrem num acidente. Completamente só e falido, ele aceita trabalhar como guarda-costas para um vigarista misterioso chamado Mr. Wednesday, que parece saber mais sobre a sua vida do que deixa transparecer. Isto porque Wednesday é a encarnação do deus Odin, que está percorrendo a Terra para reunir todos os deuses antigos e iniciar uma batalha contra os novos deuses que controlam a humanidade atual: internet, televisão, cartão de crédito, etc. O ótimo elenco inclui Ricky Whittle (Lincoln em “The 100”) como Shadow Moon, Ian McShane (série “Deadwood”) como Mr. Wednesday, além de Emily Browning (“Sucker Punch”), Gillian Anderson (“Arquivo X”), Crispin Glover (“Alice no País das Maravilhas”), Peter Stormare (série “Prison Break”), Pablo Schreiber (série “Orange Is the New Black”), Jonathan Tucker (série “Justified”), Dane Cook (“Tiros, Garotas e Trapaças”), Yetide Badaki (série “Sequestered”), Kristen Chenoweth (série “Glee”), Jeremy Davies (“Justified”), Orlando Jones (série “Sleepy Hollow”) e a veterana Cloris Leachman (“Como Sobreviver a um Ataque Zumbi”). Criada por Bryan Fuller (criador da série “Hannibal”) e Michael Green (roteirista do filme do “Lanterna Verde”), a série terá uma 1ª temporada de oito episódios com estreia prevista para 30 de abril.

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  • Série

    Guitarrista da banda Mastodon viverá um Caminhante Branco em Game of Thrones

    16 de março de 2017 /

    O guitarrista Brent Hinds, da banda de metal norte-americana Mastodon, revelou que voltará a aparecer em “Game of Thrones”. Ele os demais integrantes da banda já viveram guerreiros Selvagens na sensacional batalha de “Hardhome”, penúltimo episódio da 5ª temporada, no qual Jon Snow (Kit Harrington) combateu o exército de Caminhantes Brancos. A notícia do retorno foi dada pelo próprio música durante uma entrevista à Jamey Jasta no The Jasta Show, podcast comandado pelo vocalista do Hatebreed. “Acabei de voltar da minha segunda aparição em ‘Game of Thrones’. Dessa vez, tinha uma perna quebrada e fui instruído a caminhar como um zumbi em direção a câmera enquanto arrastava um machado. Sou como um Selvagem renascido que voltou dos mortos como um Caminhante Branco”, ele contou, indicando que, em algum ponto, o Rei da Noite desferirá um novo ataque. Além de Hinds, o cantor Ed Sheeran também teve sua presença confirmada na 7ª temporada da série, que estreia em 16 de julho no canal pago HBO.

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    Kleber Mendonça Filho vai presidir júri de mostra paralela no Festival de Cannes

    16 de março de 2017 /

    O diretor Kleber Mendonça Filho vai presidir o júri da Semana da Crítica no Festival de Cannes em 2017. Ele vai suceder a cineasta inglesa Andrea Arnold (“Docinho da América”), que no ano passado presidiu o juri da seção dedicada a cineastas estreantes. Mendonça também esteve em Cannes no ano passado, quando o filme “Aquarius” foi exibido na mostra competitiva. Apesar de ter saído sem prêmios, o cineasta chamou atenção por realizar na ocasião um protesto contra o “golpe de estado” que teria acabado com a democracia no Brasil, segundo os cartazes exibidos por ele, seus atores e sua equipe no tapete vermelho do festival. Além do cineasta pernambucano, a produtora colombiana Diana Bustamante Escobar, o jornalista americano Eric Kohn (do site IndieWire), a diretora do Metropolis Art Cinema libanês Hania Mroué e o ator francês Niels Schneider completam o júri. Dedicada a filmes de diretores que estão no máximo em seu segundo trabalho, a Semana da Crítica é uma mostra paralela do Festival de Cannes, que premia “Melhor Filme” e “Revelação” em longa-metragens, além de “Descoberta” em curtas-metragens.

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  • Filme

    James Gunn confirma Guardiões da Galáxia 3

    16 de março de 2017 /

    O diretor James Gunn confirmou, sem causar grande surpresa, que “Guardiões da Galáxia” terá direito a um terceiro filme. Mas ele ainda não sabe se irá dirigi-lo, conforme revelou em entrevista ao site Complex. “Haverá um ‘Guardiões 3’, isso é certo. Estamos tentando entender como será. Estou tentando descobrir o que realmente quero fazer, por enquanto é isso. Preciso descobrir onde quero estar, o que eu quero fazer nos próximos três anos da minha vida. Sabe, vou fazer outro filme grande; mas será ‘Guardiões’ ou é outra coisa? Vou descobrir isso ao longo das próximas semanas.” Gunn também jogou água fria no envolvimento dos Guardiões em “Vingadores: Guerra Infinita”. “Os Guardiões são parte do universo cósmico, eles são parte da história de Thanos, então, eles estão lá. Eles não têm a maior participação, mas são parte integral da história”, revelou. O próximo filme da franquia, “Guardiões da Galáxia Vol. 2”, tem estreia marcada para 4 de maio no Brasil.

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  • Música

    Nova animação da Pixar ganha seu primeiro trailer legendado

    16 de março de 2017 /

    A nova animação da Pixar, que se chama apenas “Coco” nos EUA e virou “Viva – A Vida É uma Festa” no Brasil, ganhou seu primeiro trailer legendado. A prévia revela diversas similaridades com outra animação recente, “Festa no Céu” (2016), ao acompanhar um menino e seu cachorro numa jornada pelo plano espiritual. Fã de um cantor famoso e falecido, que pode ser o pai que ele não conhece, a criança vai atrás de respostas. E ao segurar o violão de seu ídolo, acaba sendo “puxada” para a Terra dos Mortos. O elenco de vozes originais inclui Gael García Bernal (“Neruda”), Benjamin Bratt (“Doutor Estranho”) e Renee Victor (série “Weeds”), mas o protagonista é dublado por um estreante, Anthony González, escolhido entre várias crianças que fizeram testes para o papel. O roteiro é de Adrian Molina (“O Bom Dinossauro”), que também vai estrear como diretor, trabalhando ao lado de Lee Unkrich (“Toy Story 3”). A previsão de estreia é para 4 de janeiro no Brasil, quase dois meses depois da estreia nos EUA.

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  • Filme

    A Bela e a Fera estreia em mais de mil cinemas no Brasil

    16 de março de 2017 /

    Maior estreia da semana, “A Bela e a Fera” chega em 1,2 mil salas brasileiras nesta quinta-feira (16/3), 70% delas em 3D. O filme ocupa ainda 35 salas com 4D (movimento de cadeiras) e todas as 12 telas IMAX. Ao contrário de outros esforços da própria Disney, que inseriram diversas novidades nas adaptações com atores, é a mais fiel das versões com atores das animações do estúdio, tanto que parece um remake do filme de 1991, com direito até às mesmas músicas – e mais três inéditas. As poucas mudanças refletem o espírito independente da Bela vivida por Emma Watson (franquia “Harry Potter”) e a percepção da sexualidade de Lefou, que passaria incólume pelos vovozinhos conservadores, não tivesse o diretor alertado sobre isso. Vale observar que a crítica americana gostou, mas não se apaixonou, com 68% de aprovação na média do site Rotten Tomatoes. A chegada de “A Bela e a Fera” também confirma que a temporada de blockbusters começou mais cedo em 2017 – imediatamente após a entrega do Oscar, com os lançamentos consecutivos de “Logan” e “Kong – A Ilha da Caveira”. E, graças à concentração destes filmes no circuito, apenas outro filme tem distribuição em mais de 100 salas nesta semana: a comédia “Tinha que Ser Ele?”, em que Bryan Cranston (série “Breaking Bad”) descobre que será sogro de James Franco (“A Entrevista”). A disputa entre sogro e noivo já rendeu até franquias, como “Entrando Numa Fria”, e quando as piadas são velhas, o sorriso é amarelo. 40% de aprovação no RT. Longe dos shoppings, o circuito limitado recebe nada menos que oito filmes brasileiros, metade deles documentários. Os destaques são duas obras de ficção, a comédia “La Vingança” e o drama “Era o Hotel Cambridge”. “La Vingança” surpreende por ser realmente divertido. Uma comédia brasileira que faz rir deve ser exaltada como uma novidade muito bem-vinda. Infelizmente, não parece ser o que o mercado quer. Enquanto qualquer besteirol estreia em mais de 500 salas, “La Vingança” está sendo exilada em 20 salas. E este é o maior lançamento nacional da semana! Vai ver, é porque faltam atores de novelas. Só há Leandra Leal (“O Lobo Atrás da Porta”), que tem um pequeno papel. A história do ator Jiddu Pinheiro (“O Uivo da Gaita”), Thiago Dottori (“Vips”) e Pedro Aguilera (criador da série “3%”) gira em torno do personagem de Felipe Rocha (“Nise: O Coração da Loucura”), que após flagrar a traição da mulher (não muito Leal) com um argentino, resolve se vingar indo com seu melhor amigo até o país vizinho para transar com argentinas. A tradicional rivalidade rende boas piadas e marca a estreia na direção do produtor Fernando Fraiha (“Reza a Lenda”). “Era o Hotel Cambridge” tem clima completamente diferente. O filme de Eliane Caffé (“O Sol do Meio Dia”) se passa num prédio de São Paulo invadido por sem-tetos, destaca histórias de imigrantes, a organização interna dos moradores e a luta contra a reintegração de posse, com direito à tropa de choque. Socialmente relevante e muito bem realizado, venceu o Prêmio do Público no Festival do Rio e na Mostra de São Paulo. Mas só chega em 12 salas. As outras duas ficções são a animação “História Antes de uma História”, uma experiência de metalinguagem para o público infantil, e o drama “Com os Punhos Cerrados”, uma experiência de metalinguagem para universitários, realizada pelo coletivo Alumbramento. Entre os documentários, “Jonas e o Circo sem Lona” tem a distribuição mais ampla, em 20 salas. Exibido em festivais pelo mundo, o filme de Paula Gomes foca um menino que enfrenta o desafio de amadurecer enquanto sonha com o picadeiro. Os demais são “Pedro Osmar, Prá Liberdade que se Conquista”, um manifesto político-musical sobre o músico Pedro Oscar, “Por um Punhado de Dólares – Os Novos Emigrados”, sobre imigrantes nos EUA, e “Estopô Balaio”, que retrata uma região degradada de São Paulo. A programação também inclui três títulos franceses. Indicado a quatro prêmios César (o Oscar francês), “Os Cowboys” é uma espécie de versão moderna de “Rastros de Ódio” (1965), em que um pai parte à cavalo em busca da filha desaparecida por territórios inóspitos. O filme marcou a estreia na direção de Thomas Bidegain, roteirista dos melhores filmes de Jacques Audiard, “O Profeta” (2009), “Ferrugem e Osso” (2012) e o vencedor da Palma de Ouro “Dheepan: O Refúgio” (2014). Mais tradicional, “O Filho de Joseph” acompanha um adolescente em busca do pai que nunca conheceu, numa história que vai do drama ao humor – e ainda evoca um tema bíblico – , escrita e dirigida por Eugène Green (“A Religiosa Portuguesa”). Já “Fatima”, do marroquino Philippe Faucon (“Samia”), lembra “Que Horas Ela Volta?” (2015) ao acompanhar uma mãe pobre e imigrante, que trabalha como faxineira e luta para manter as filhas na escola. Enquanto a mais nova vive sua rebelião adolescente, sem respeito pela mãe “burra” que mal fala francês, a mulher do título sacrifica a própria saúde para dar à filha mais velha a chance de cursar a faculdade. Mais premiado dos filmes da semana, venceu o César 2016 de Melhor Filme, Roteiro e Atriz Revelação. Fecha a programação o sul-africano “Eles Só Usam Black Tie”, que já pelo pôster demonstra como o título nacional é equivocado. Mas o original “Necktie Youth” (juventude engravatada, em tradução literal) também é problemático para nomear um retrato em preto e branco da juventude ostentação da África do Sul (que só usa tênis e jeans). Elogiadíssimo pela crítica internacional, é uma viagem por sexo, drogas e trilha jazzy que rendeu alguns prêmios em festivais internacionais. Clique nos títulos dos filmes destacados para ver os trailers de todas as estreias da semana.

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    James Franco tem trabalho duplo nas primeiras fotos da série The Deuce

    16 de março de 2017 /

    A revista Entertainment Weekly divulgou as primeiras fotos de “The Deuce”, nova série de época da HBO. A atração forma uma espécie de trilogia com a já cancelada “Vinyl” e “The Get Down”, da Netflix, por se passar no mesmo lugar e na mesma época: a Nova York dos anos 1970. Criada por David Simon (autor de “The Wire”, uma das melhores séries já feitas), a atração vai mostrar o início da indústria pornográfica e, como mostram as fotos, será estrelada por James Franco (“A Entrevista”) em papel duplo. O ator interpreta os irmãos Vincent e Will Seefried. O primeiro é um bar tender, enquanto seu irmão é um estudante da Universidade de Nova York (NYU). Ambos cresceram neste mundo movido a violência e sexo, cruzando algumas das pessoas mais influentes do ramo. Além de atuar, Franco também dirigiu dois episódios. A segunda imagem mostra outra protagonista da trama: a atriz Maggie Gyllenhaal (“Batman – O Cavaleiro das Trevas”). Ela interpreta Candy, uma garota de programa que leva seu “espírito empreendedor” das ruas para a iniciante indústria pornô. “Os estereótipos e as ideias que temos sobre prostitutas e de pessoas que trabalham no pornô são muito vagos… Eu espero que esta série, de certa forma, ajude a iluminar um grupo de pessoas que não brilharam o suficiente”, disse Gyllenhaal, na reportagem. O elenco da atração ainda inclui Margarita Levieva (série “Revange”), Gary Carr (série “Downton Abbey”), Emily Meade (“Nerve”), Lawrence Gilliard Jr. (série “The Walking Dead”), Chris Bauer (série “True Blood”), Dominique Fishback (minissérie “Show Me a Hero”), Michael Rispoli (série “Magic City”), Kim Director (“A Bruxa de Blair 2”), Olivia Luccardi (série “Orange Is the New Black”) e o rapper Method Man (série “Luke Cage”) “The Deuce” não tem previsão de estreia.

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    Vídeos da minissérie Guerrilla destacam o movimento black power britânico dos anos 1970

    16 de março de 2017 /

    O canal pago americano Showtime divulgou o pôster, um novo comercial e um vídeo de bastidores de “Guerrilla”, minissérie sobre o movimento black power britânico dos anos 1970, realizada em parceria com o canal pago inglês Sky. Estrelada pela atriz indiana Freida Pinto (“Quem Quer Ser um Milionário?”) e os ingleses Babou Ceesay (“Rogue One: Uma História Star Wars”), Idris Elba (“Beasts of No Nation”) e Rory Kinnear (série “Penny Dreadful”), a atração é uma minissérie de seis episódios, que narra como a intolerância racial levou ao radicalismo dos ativistas negros no Reino Unido, culminando numa guerrilha urbana contra a polícia. A minissérie é uma criação de John Ridley, que venceu o Oscar de Melhor Roteiro por “12 Anos de Escravidão” (2013) e também criou a premiada série “American Crime”. Além de escrever, Ridley vai dirigir metade dos episódios. A outra metade é dirigida por Sam Miller (série “Luther”). O roteirista também assim a produção, ao lado de Idris Elba. “Guerrilla” estreia em 13 de abril no Reino Unido e três dias depois nos EUA.

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    Criador de Mad Men fará série sobre descendentes da família real russa, assassinada há 100 anos

    16 de março de 2017 /

    O criador de “Mad Men”, Matthew Weiner, já começou a trabalhar em sua nova série. Trata-se de “The Romanoffs”, que terá oito episódios orçados em US$ 50 milhões, com produção da Amazon. Em entrevista a site The Hollywood Reporter, o escritor-produtor confirmou o orçamento e revelou que a trama será ambientada nos dias de hoje, mostrando a vida de pessoas espalhadas pelo mundo que acreditam ser descendentes da família real russa, assassinada há quase 100 anos. O mistério que ronda a família remonta a 1918, quando os revolucionários bolcheviques, que transformaram a Rússia num país comunista, assassinaram brutalmente o czar Nicolau II, a mulher e os filhos. Mas o fato de o corpo de uma de suas filhas, Anastasia, não ter sido enterrado com a família alimentou, por muito tempo, teorias de que ela teria sobrevivido à tragédia e fugido da Rússia com uma identidade nova. Várias mulheres reivindicaram ser Anastásia, e Hollywood até produziu um clássico sobre o mistério, “Anastácia, A Princesa Esquecida” (1956), com Ingrid Bergman no papel de uma mulher que podia ou não ser a princesa perdida. Graças a isso, muitos afirmam até hoje serem descendentes da família real. “Cada episódio terá um elenco diferente, uma história diferente e um local diferente. A única coisa que os mantém juntos é que todas as histórias envolvem pessoas que acreditam ser descendentes da família Romanov, a última dinastia imperial a governar a Rússia”, disse Weiner. Ainda não há previsão para a estreia.

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