Mel Gibson comemora nascimento de novo filho junto à indicação ao Oscar
Mel Gibson tem um motivo a mais para comemorar, além de sua indicação ao Oscar 2017 de Melhor Filme e Direção por “Até o Último Homem”. Aos 61 anos de idade, ele voltou a virar papai pela nona vez, na sexta-feira (20/1). Segundo a revista People, que confirmou a informação com o assessor do ator, o filho de Gibson com sua namorada, a roteirista Rosalind Ross (série “Matador”), se chama Lars Gerard Gibson e nasceu em Los Angeles, pesando cerca de 3 kg. “Eles estão emocionados e Lars é adorável. Toda a família está perto dele e Mel está nas nuvens. Eles estão em casa e todo mundo está saudável e feliz”, disse uma fonte à publicação. Gibson tem outros oito filhos, frutos de relacionamentos anteriores. O ator foi casado com Robyn Gibson, entre 1980 e 2011, e também teve um rápido envolvimento com a modelo Oksana Grigorieva, mãe de sua filha Lucia, de 6 anos de idade.
Após protesto feminista, Polanski desiste de presidir a cerimônia do César, o “Oscar francês”
O cineasta Roman Polanski desistiu de presidir a cerimônia do César, o “Oscar francês”, após uma associação feminista protestar contra sua escolha e convocar um boicote, citando o processo por estupro de uma menor em 1977, que levou o cineasta a se exilar na França. Em comunicado, o advogado do cineasta, Hervé Temime, classificou a polêmica de “injustificada” e “alimentada por informações errôneas”. Afirmando que o fato entristeceu “profundamente Roman Polanski e afetou sua família”, o texto conclui dizendo que o diretor “decidiu não aceitar o convite” dos organizadores da cerimônia, marcada para 24 de fevereiro em Paris. Assim que a Academia francesa fez o convite a Polanski, a associação Osez le Feminisme anunciou planos de uma manifestação de protesto. Independentemente da qualidade da filmografia de Polanski, não podemos nos calar para o fato de que há 40 anos ele foge da Justiça americana”, declarou Claire Serre Combe, porta-voz da associação O site da organização traz uma arte que chama o diretor de pedófilo e um slogan que conclama a parar os agressores. Veja abaixo. A ministra francesa de Direitos das Mulheres, Laurence Rossignol, também havia condenado a eleição de Polanski como presidente do César. Já o Ministro da Cultura, Andrey Azoulay, se absteve de criticar a escolha do diretor, que já venceu 8 prêmios César em sua carreira, inclusive por seu filme mais recente, “A Pele de Vênus”, premiado como Melhor Direção em 2014. Polanski tinha 43 anos quando embebedou e estuprou uma adolescente de 13, atraída para uma sessão de fotos. O cineasta confessou ser culpado de “relações sexuais ilegais” com a menor. Anos depois, ele buscou indenizar a vítima, que em troca disse tê-lo perdoado e só querer esquecer o que aconteceu. Ela lançou um livro recente em que aborda o caso. Hoje com 83 anos, o cineasta vive na França com a esposa, a atriz francesa Emmanuelle Seigner, e até conquistou um Oscar no exílio por “O Pianista” (2002). O diretor também vem vencendo todos os pedidos de extradição das autoridades americanas para ser julgado pelo crime nos EUA. Por pressão da promotoria da Califórnia, ele chegou a ser preso na Suíça em 2009 e enfrentou um processo na Polônia em 2016, conseguindo vereditos favoráveis em ambas as ocasiões, com pareceres que consideraram que Polanski já cumpriu sua pena original, quando passou 42 dias na prisão num acordo firmado em 1977 – antes de viajar para a França, fugindo de uma revisão de sua sentença.
Oscar 2017: La La Land iguala recorde de indicações de Titanic
A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas divulgou na manhã desta terça (24/1) a lista dos indicados ao Oscar 2017. E teve recordes. Com 14 indicações em 13 categorias, o musical “La La Land: Cantando Estações”, de Damien Chazelle, atingiu a maior quantidade de nomeações já conquistadas por um filme, chegando à mesma marca de “Titanic” (1997) e “A Malvada” (1950). Além disso, Meryl Streep quebrou seu próprio recorde, alcançando sua 20ª indicação. Ela já venceu três vezes e vai concorrer ao Oscar de Melhor Atriz por “Florence: Quem é Essa Mulher?”. A seleção também registou outro recorde, ao refletir maior diversidade racial que em todos os anos anteriores, com intérpretes negros nas quatro categorias de atuação, inclusão de dois longas dirigidos por negros (“Moonlight” e “Um Limite entre Nós”) na disputa dos Melhores Filmes, a nomeação de quatro documentários de cineastas negros, e sem esquecer das indicações de Melhor Direção e Roteiro para Barry Jenkins (“Moonlight) e August Wilson (postumamente, por “Um Limite entre Nós”). Outra curiosidade foi o perdão tácito de Hollywood a Mel Gibson. Em desgraça desde que explodiu em surtos antissemitas e misóginos que foram parar na mídia, ele voltou à direção e reconquistou seu prestígio com “Até o Último Homem”, indicado a seis Oscars, inclusive Melhor Filme, Direção e Ator (“Andrew Garfield”). Apesar da torcida por “Deadpool”, ainda não foi desta vez que uma produção de super-herói superou o preconceito da Academia para disputar o Oscar de Melhor Filme. Para piorar, os melhores lançamentos do gênero em 2016 foram totalmente ignorados nas categorias técnicas. A única produção do gênero lembrada para prêmios foi “Esquadrão Suicida”, que disputa o Oscar de Maquiagem e Cabelos. A lista é repleta de dramas e, fora dos prêmios técnicos, apenas uma ficção científica foi considerada para a disputa das categorias principais: “A Chegada”, de Denis Villeneuve. Ao todo, o longa recebeu oito indicações. Mas teria faltado a indicação a Melhor Atriz para Amy Adams. A seleção de atrizes, por sinal, incluiu a francesa Isabelle Huppert, mesmo após seu longa, “Elle”, ter sido barrado da lista de Melhores Filmes de Língua Estrangeira. Por sinal, a relação dos estrangeiros foi a mais fraca dos últimos anos, repleta de produções de pouca projeção mundial – inclusive com a primeira indicação da Austrália com um filme (“Tanna”) não falado em inglês. Tanto que o longa estrangeiro de maior prestígio do Oscar 2017 concorre em outra categoria. Trata-se de “Fogo no Mar”, de Gianfranco Rosi, vencedor do Urso de Ouro no Festival de Berlim do ano passado, indicado ao Oscar de Melhor Documentário. Para o mercado cinematográfica, a principal novidade foi o destaque obtido por “Manchester à Beira-Mar”. Com seis indicações em categorias de peso, inclusive Melhor Filme e favoritismo na disputa de Melhor Ator (com Casey Affleck), o longa tem produção do Amazon Studios, denotando a chegada do streaming à principal festa do cinema norte-americano. A propósito, “O Apartamento”, do iraniano Asghar Farhadi, só foi exibido por streaming nos EUA, também pela Amazon. E até a Netflix está na disputa do Oscar, com o documentário “A 13ª Emenda”, de Ava DuVernay. A 89ª edição da cerimônia acontecerá em 26 de fevereiro, em Los Angeles, com apresentação do comediante Jimmmy Kimmel e transmissão para o Brasil pela Globo e o canal pago TNT. Confira abaixo a lista completa dos indicados. Indicados ao Oscar 2017 Melhor Filme “A Chegada” “Até o Último Homem” “Estrelas Além do Tempo” “Lion: Uma Jornada para Casa” “Moonlight: Sob a Luz do Luar” “Um Limite entre Nós” “A Qualquer Custo” “La La Land” “Manchester à Beira-Mar” Melhor Direção Dennis Villeneuve (“A Chegada”) Mel Gibson (“Até o Último Homem”) Damien Chazelle (“La La Land”) Kenneth Lonergan (“Manchester à Beira-Mar”) Barry Jenkins (“Moonlight”) Melhor Ator Casey Affleck (“Manchester à Beira-Mar”) Denzel Washington (“Um Limite entre Nós”) Ryan Gosling (“La La Land”) Andrew Garfield (“Até o Último Homem”) Viggo Mortensen (“Capitão Fantástico”) Melhor Atriz Natalie Portman (“Jackie“) Emma Stone (“La La Land”) Meryl Streep (“Florence: Quem é essa mulher?”) Ruth Negga (“Loving”) Isabelle Huppert (“Elle“ ) Melhor Ator Coadjuvante Mahershala Ali (“Moonlight”) Jeff Bridges (“A Qualquer Custo”) Lucas Hedges (“Manchester à Beira-Mar”) Dev Patel (“Lion: Uma Jornada para Casa”) Michael Shannon (“Animais Noturnos”) Melhor Atriz Coadjuvante Viola Davis (“Um Limite entre Nós”) Naomi Harris (“Moonlight”) Nicole Kidman (“Lion”) Octavia Spencer (“Estrelas Além do Tempo”) Michelle Williams (“Manchester à Beira-Mar”) Melhor Roteiro Original Damien Chazelle (“La La Land”) Kenneth Lonergan (“Manchester à Beira-Mar”) Taylor Sheridan (“A Qualquer Custo”) Yorgos Lanthimos e Efthymis Filippou (“O Lagosta”) Mike Mills (“20th Century Woman”) Melhor Roteiro Adaptado Barry Jenkins (“Moonlight”) Luke Davies (“Lion”) August Wilson (“Um Limite entre Nós”) Allison Schroeder e Theodore Melfi (“Estrelas Além do Tempo”) Eric Heisserer (“A Chegada”) Melhor Fotografia Bradford Young (“A Chegada”) Linus Sandgren (“La La Land”) James Laxton (“Moonlight”) Rodrigo Prieto (“O Silêncio”) Greig Fraser (“Lion”) Melhor Animação “Kubo e as Cordas Mágicas” “Moana: Um Mar de Aventuras” “Minha Vida de Abobrinha” “A Tartaruga Vermelha” “Zootopia” Melhor Filme em Língua Estrangeira “Terra de Minas” (Dinamarca) “Um Homem Chamado Ove” (Suécia) “O Apartamento” (Irã) “Tanna” (Austrália) “Toni Erdmann” (Alemanha) Melhor Documentário “Fogo no Mar” “Eu Não Sou Seu Negro” “Life, Animated” “O.J. Made in America” “A 13ª Emenda” Melhor Edição “A Chegada” “Até o Último Homem” “A Qualquer Custo” “La La Land” “Moonlight” Melhor Edição de Som “A Chegada” “Horizonte Profundo: Desastre no Golfo” “Até o Último Homem” “La La Land” “Sully: O Herói do Rio Hudson” Melhor Mixagem de Som “A Chegada” “Até o Último Homem” “La La Land” “Rogue One: Uma história Star Wars” “13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi” Melhor Desenho de Produção “A Chegada” “Animais Fantásticos e Onde Habitam” “Ave, Cesar!” “La La Land” “Passageiros” Melhores Efeitos Visuais “Horizonte Profundo: Desastre no Golfo” “Doutor Estranho” “Mogli” “Kubo e as Cordas Mágicas” “Rogue One: Uma História Star Wars” Melhor Canção Original “Audition (The Fools Who Dream)” (“La La Land”) “Can’t Stop the Feeling” (Trolls”) “City of Stars” (“La La Land”) “The Empty Chair” (Jim: The James Foley Story”) “How far I’ll Go” (“Moana”) Melhor Trilha Sonora Micha Levi (“Jackie”) Justin Hurwitz (“La La Land”) Nicholas Britell (“Moonlight”) Thomas Newman (“Passageiros”) Melhor Cabelo e Maquiagem “Um Homem Chamado Ove” “Star Trek: Sem fronteiras” “Esquadrão Suicida” Melhor Figurino “Aliados” “Animais fantásticos e onde habitam” “Florence: Quem é essa mulher?” “Jackie” “La La Land” Melhor Curta “Ennemis Intérieurs” “La femme et le TGV” “Silent night” “Sing” “Timecode” Melhor Curta de Animação “Blind Vaysha” “Borrowed Time” “Pear Cider and Cigarettes” “Pearl” “Piper” Melhor Curta de Documentário “Extremis” “41 miles” “Joe’s Violin” “Watani: My Homeland” “The White Helmets”
Astro de Vikings vai viver Wyatt Earp em série que ele próprio criou
O ator Travis Fimmel, que estreou as quatro primeiras temporadas da série “Vikings” como Ragnar Lothbrok, vai viver outra figura histórica na televisão. Ele fechou uma nova parceria com o canal History para interpretar Wyatt Earp, que foi um dos mais famosos homens da lei do Velho Oeste americano. “Travis é um ator notável e estamos honrados em continuar nosso relacionamento com ele depois de sua recente interpretação magnética em ‘Vikings’”, disse Arturo Interian, executivo de programação do History, em comunicado. O projeto é do próprio ator, que escreveu o primeiro episódio e vai produzir e estrelar a série. Ainda sem um título nem uma data prevista de produção, o projeto é na verdade uma antologia sobre personagens famosos da história americana, focando em anti-heróis. “Sempre fui fascinado com o que motiva as transgressões das pessoas e o que as leva em jornadas escandalosas de infâmia”, disse Fimmel. “Quero reexaminar histórias que as pessoas acham que conhecem, sem ter aquele olhar romântico de Hollywood e deixar o público decidir por si mesmos se pessoas como Wyatt Earp foram pecadoras ou vítimas de circunstâncias da vida”. O arco dedicado a Wyatt Earp acompanhará sua vida desde seus dias na violenta Dodge City, com destaque para seus complexos relacionamentos com Doc Holliday e Bat Masterson, além da história real por trás do lendário tiroteio no curral OK.
Stephen Colbert vai apresentar a premiação do Emmy 2017
A cerimônia do Emmy Awards 2017 só vai acontecer em setembro, mas a rede CBS se antecipou e já anunciou quem será o apresentador da premiação: Stephen Colbert. A escolha resulta num fato curioso. Colbert será o quarto comediante e apresentador de programa noturno de entrevistas a comandar uma grande premiação norte-americana em 2017. Os outros são Jimmy Fallon, que já fez o Globo de Ouro, Jimmy Kimmel, que apresentará o Oscar e James Corden, selecionado pelo Grammy. “Será o maior público a testemunhar o Emmy, ponto final. Tanto pessoalmente como ao redor do mundo”, declarou Stephen Colbert, ao revelar sua participação, e já fazendo uma piada em referência à primeira mancada do secretário de imprensa da presidência dos Estados Unidos, Sean Spicer. O porta-voz de Trump enfatizou a audiência da posse do novo presidente sem revelar quaisquer números, mas denotando o exagero. O Emmy Awards 2017 vai acontecer em 17 de setembro, um domingo, no Microsoft Theater, em Los Angeles.
Após rebeliões nas prisões, Globo adia indefinidamente a série Carcereiros
A rede Globo decidiu adiar a estreia da série “Carcereiros”. O colunista do UOL Flávio Ricco apurou que a atração, originalmente prevista para estrear na quinta (26/1), não tem mais previsão de lançamento. Ou, pelo menos, “não entrará no 1º semestre deste ano”. Segundo ele, comentários internos passam a certeza que a mudança foi provocada pelo fato de o Brasil estar vivendo a pior crise prisional de sua história, com cenas de terror e morte praticamente toda semana. Gravada no último trimestre de 2016, a série adapta o segundo livro da trilogia carcerária de Drauzio Varella, a mesma que rendeu o filme “Carandiru” (2003), de Hector Babenco. O médico e escritor trabalha atualmente no terceiro livro, “Presidiárias”. As gravações foram realizadas na Penitenciária Feminina de Votorantim e também em São Bernardo do Campo, em local não divulgado. Atualmente em fase final de edição, a história mostra o ponto de vista dos carcereiros que comandam os presídios e o convívio com os presos. O elenco inclui Rodrigo Lombardi (novela “Velho Chico”), Aílton Graça (“Até que a Sorte nos Separe 3”), Matheus Nachtergaele (“Trinta”), Chico Díaz (“Em Nome da Lei”), Giovanna Rispoli (novela “Totalmente Demais”) e o rapper Projota, entre outros. A adaptação foi escrita por Marçal Aquino e Fernando Bonassi (ambos de “Supermax”), e a direção é de José Eduardo Belmonte (“Alemão”) e Fernando Grostein Andrade (“Quebrando o Tabu”).
Vídeo de maus tratos de Quatro Vidas de um Cachorro vai parar na Justiça
O vídeo de maus tratos de um cão do filme “Quatro Vidas de um Cachorro” foi parar na Justiça. Desde que o material surgiu no site TMZ, o caso vem sendo investigado pela Secretaria de Veterinária do Canadá, país em que a produção foi rodada, e caso seja confirmado que o animal foi realmente vítima de abuso, os responsáveis pela produção deverão ser processados pelas autoridades. Além de uma multa, a equipe da filmagem pode pegar até seis meses de prisão por maus tratos ao Pastor Alemão Hercules. As informações foram divulgadas pelo próprio site TMZ, responsável por divulgar o vídeo em que o cachorro aparece sendo empurrado para uma piscina agitada a contragosto. Declarações de pessoas ligadas ao filme, como o produtor Gavin Polone e o escritor W. Bruce Cameron, contestam a veracidade do vídeo, que teria sido editado para ser vendido ao TMZ. A ONG Peta, de defesa dos animais, que criou o seu próprio vídeo contra o filme, está organizando boicotes e planeja levar manifestantes para os cinemas, visando constranger quem decidir assistir a produção.
Produtor de Quatro Vidas de um Cachorro contra-ataca e denuncia manipulação da Peta
Com a decisão da Peta, ONG de defesa dos animais, de pedir boicote e realizar ações contra “Quatro Vidas de um Cachorro”, o produtor do filme, Gavin Polone, resolveu seu manifestar. Ele publicou um longo texto no site da revista The Hollywood Reporter, onde costuma escrever justamente sobre maus tratos de animais pela indústria cinematográfica. Veterano defensor dos direitos dos animais e produtor de cinema, Polone se disse chocado, como todos, pelo vídeo que emergiu no site TMZ, e realizou uma investigação a fundo sobre o caso. Suas conclusões: o vídeo polêmico não era, de modo algum, indicativo da forma como os animais foram tratados no set, e sua edição deturpava a própria cena exibida. A mesma sequência, gravada de outro ângulo, seria bastante diferente. “No vídeo do TMZ que você viu, duas coisas são evidentes: (1) o manipulador do cão tenta forçá-lo por 35 a 40 segundos, para entrar na água quando, claramente, ele não quer ir; e (2) em uma tomada separada, filmada algum tempo depois, o cão vai para a água, por conta própria, e, no final, sua cabeça fica submersa por cerca de 4 segundos. Essas duas coisas são absolutamente indesculpáveis e nunca deve ter acontecido”, Polone escreveu. Entretanto, ele salienta que tudo isso aconteceu diante de um representante da American Humane Association (AHA), ONG que supervisiona o uso de animais em Hollywood para garantir que nenhum animal seja maltratado durante as filmagens. Mesmo considerando a ineficiência da AHA, ele aponta que ninguém protestou porque o vídeo do TMZ era totalmente editado, visando destacar a angústia do cão, que já tinha ensaiado aquela cena diversas vezes no dia sem protestar. O que teria causado sua recusa em pular na água naquele momento teria sido o fato de que ele ensaiou em outro lado da piscina. A mudança teria feito o animal ficar em dúvida sobre o que fazer. “Ninguém empurrou o cachorro na água, apesar da edição sugerir isso”, garante o produtor. Após a recusa do animal, a equipe simplesmente decidiu filmar a cena do lado em que o cachorro ensaiou. E então ele fez a cena sem novos problemas. Segundo Polone, logo após sair da água, o animal ainda quis brincar com tudo mundo. Para o produtor, o vídeo é completamente mal-intencionado, com o objetivo de criar sensacionalismo e assim conseguir um bom preço da produção do TMZ, que paga por vídeos escandalosos. Se fosse uma denúncia séria, diz o produtor, que fosse feita imediatamente à gravação das imagens – que aconteceu em novembro de 2015. Além de condenar quem fez o vídeo, Polone também contra-atacou a Peta, que mobilizou seus ativistas contra o filme. O objetivo da ONG não seria evitar que animais fossem maltratados, mas sim que os filmes parassem totalmente de usar animais, optando por criá-los com computação gráfica. Entretanto, o preço disso seria proibitivo para pequenas produções. Para impor sua agenda, a Peta teria feito o seu próprio vídeo para acusar o filme de maus tratos, que inclui uma cena do trailer de “Quatro Vidas de uma Cachorro”, mostrando como o cachorro pula na água perigosa. Mas, segundo Polone, justamente aquela cena foi feita por computador, e qualquer vídeo da produção é capaz de mostrar que o local onde o cão pulou era protegido e sem águas agitadas. Para completar, o vídeo também mostra um cão enjaulado em cativeiro, como se fosse o animal do filme. Mas é outro pastor alemão completamente diferente. “Não é essa a definição de ‘notícia falsa’?”, questiona o produtor. A briga está armada. A Peta está convocando seus ativistas para as portas de cinema dos EUA para constranger o público que decidir assistir ao filme. A estreia está marcada para esta quinta (26/1) no Brasil e no dia seguinte na América do Norte.
ONG planeja constranger quem for assistir Quatro Vidas de Um Cachorro
A ONG Peta (People for the Ethical Treatment of Animals), que defende um tratamento ético aos animais, anunciou que seus ativistas estarão nas portas dos cinemas dos Estados Unidos com o objetivo de constranger quem for assistir ao filme “Quatro Vidas de Um Cachorro”. A ação foi motivada após um vídeo feito no set das filmagens e divulgado pelo site TMZ, mostrar um adestrador aparentemente forçando um pastor alemão a entrar em um tanque com águas turbulentas. Mesmo assustado e se recusando a entrar na água, o cão, chamado Hercules, é colocado pelo homem para dentro do reservatório. Além da ação nas portas dos cinemas, a Peta também pediu boicote ao filme. “A Peta pede que os amantes de cachorros boicotem o filme para que seja enviada a mensagem de que os animais devem receber tratamento humanitário”. Por conta da polêmica, a Universal Pictures e a produtora Amblin Entertainment cancelaram a pré-estreia em Hollywood e também as entrevistas já marcadas com os jornalistas. Mas novos fatos começam a vir à tona, que contestam a versão apresentada no vídeo. Vários integrantes da produção vem denunciando que o vídeo foi editado de forma sensacionalista e assim poder ser vendido ao site TMZ por um bom preço, na véspera da estreia da produção. “O cachorro não ficou desesperado e não foi jogado na água. Apesar de não estar lá naquele momento, eu pude ver a gravação completa e Hercules estava executando as acrobacias tranquilamente na piscina horas antes”, disse o escritor W. Bruce Cameron, autor do roteiro e do livro em que o filme se baseia. “Quatro Vidas de Um Cachorro” estreia nesta quinta (26/1) no Brasil e no dia seguinte nos EUA.
Vilão do crossover musical de The Flash e Supergirl será vivido por ator de Glee
Vai ter mini-reunião de “Glee” no universo das séries de super-heróis da DC Comics. O ator Darren Criss, intérprete de Blaine em “Glee”, foi escalado para enfrentar Melissa Benoist, que viveu Marley e hoje é Supergirl, e Grant Gustin, o Flash que já foi Sebastian na antiga série musical. Os três vão mostrar seus dotes nos episódios do crossover musical de “The Flash” e “Supergirl”. Blaine, ou melhor, Darren Criss incorporará o vilão Mestre da Música. O personagem apareceu anteriormente num episódio da série animada “Batman: Os Bravos e Destemidos”, dublado por Neil Patrick Harris (série “How I Met Your Mother”), e tem a capacidade de hipnotizar as pessoas para fazê-las cantar e dançar. O crossover vai se chamar “Duet” (dueto) e, além de cantoria do vilão e dos heróis principais, outros integrantes do elenco das séries também tiveram números musicais confirmados. São eles: Jesse L. Martin (Joe West), Victor Garber (Dr. Martin Stein), Carlos Valdes (Cisco), Jeremy Jordan (Winn Schott) e John Barrowman (Malcolm Merlyn). Vale lembrar que Jesse L. Martin já apareceu cantando na própria série “The Flash”, mas ele também tem passagem pela Broadway, como integrante do musical “Rent”. E Garber foi simplesmente o Jesus Cristo cantor do filme “Godspell” (1971). A rede americana CW anunciou que a trama vai começar no episódio de “Supergirl” programado para 20 de março e se estender para o capítulo de “The Flash” da noite seguinte, 21 de março.
Volta dos Trapalhões abre apenas em 10º lugar nas bilheterias
A volta dos Trapalhões aos cinemas foi atrapalhada. “Os Saltimbancos Trapalhões – Rumo a Hollywood” abriu apenas em 10º lugar, com 36 mil espectadores e bilheteria em torno de R$ 500 mil. A trapalhada foi da distribuição, que subestimou o apelo do reencontro de Renato Aragão e Dedé Santana nas telas e o potencial da grife “Trapalhões” com uma distribuição numa centena de salas e em horário intercalado com outros filmes. Se os Trapalhões ficaram longe dos tempos em que lideravam as bilheterias nacionais, “Minha Mãe É uma Peça 2” continua impressionando. O besteirol de Paulo Gustavo repetiu o 2º lugar da semana passada, com 476 mil espectadores e R$ 7,6 milhões de arrecadação. Apenas R$ 100 mil a menos que o campeão, a animação “Moana”, da Disney, que também manteve a posição do último fim de semana. Entre as estreias da quinta (19/1) passada, “xXx: Reativado” foi quem se saiu melhor, com o 3º lugar e RS$ 7,4 milhões arrecadados. “La La Land” ficou em 5º e outro besteirol nacional, “Os Penetras 2”, em 6º. O Top 10 ainda conta com um quarto filme brasileiro. Para variar, mais um besteirol. A estreia do youtuber Christian Figueiredo “Eu Fico Loko” está em 8º. Em duas semanas em cartaz, o filme não repetiu a performance de “É Fada”, da Kéfera Buchmann. As informações são do ComScore e do Filme B.
Estreia em inglês do diretor de O Lobo Atrás da Porta será distribuída pela Netflix
O diretor Fernando Coimbra, que estreou nos cinemas com o multipremiado “O Lobo Atrás da Porta” (2013), terminou recentemente seu segundo longa-metragem, “Sand Castle” (Castelo de Areia), que também é seu primeiro trabalho falado em inglês. Mais que isso: é ainda a primeira produção com distribuição mundial da Netflix assinada por um cineasta brasileiro. “Eu estava na ilha de montagem quando a Netflix entrou no projeto. Então foram dois sentimentos, porque eu filmei pensando na tela do cinema. Ao mesmo tempo, a projeção mundial para 85 milhões de assinantes que esse veículo produz é incomparável”, disse Coimbra em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo. “Sand Castle” é um filme americano do produtor Mark Gordon (“O Resgate do Soldado Ryan”, “Steve Jobs”), passado durante a segunda invasão dos Estados Unidos ao Iraque, em 2003. Traz Nicholas Hoult (o Fera dos filmes da franquia “X-Men”) como um soldado que se alistou para poder pagar a faculdade e só deseja cair fora da Guerra no Iraque. Mas, ao lado do seu batalhão, acaba cultivando um senso de moralidade e compaixão ao tentar cumprir a missão de consertar uma estação de distribuição d’água que beneficiará a população de uma vila — mesmo que parte da população local tente sabotar a reconstrução. O roteiro foi escrito pelo estreante Chris Roessner, que se inspirou na própria experiência durante a Guerra do Iraque para contar a história. O elenco estrelado também conta com Henry Cavill (“Batman vs Superman”), Glen Powell (“Estrelas Além do Tempo”), Logan Marshall-Green (“Prometheus”), Tommy Flanagan (série “Sons of Anarchy”) e Neil Brown Jr. (série “Dirk Gently’s Holistic Detective Agency”), que filmaram suas cenas na Jordânia, em 2015. Segundo o diretor, foi uma experiência intensa. “A guerra estava perto de nós, do outro lado da fronteira. Muitos jatos que bombardearam a Síria partiram dali. Eu estava fazendo um filme de guerra com a guerra ao meu lado. Foi tenso.” Mas os quatro meses na Jordânia — incluindo ensaios, pré-produção e as seis semanas de filmagens — não geraram nenhum problema sério. A não ser a mudança drástica para o diretor brasileiro, que viajou com a mulher e os dois filhos pequenos. Coimbra esperava que o filme fosse exibido nos cinemas, mas o acordo de distribuição da Netflix deve dificultar isso. Sem que fosse planejado, a produção marcará o retorno do diretor para a plataforma de streaming. Entre seus dois filmes, ele dirigiu alguns episódios da 1ª temporada de “Narcos”. Seu próximo trabalho será novamente para uma série, comando episódios da 2ª temporada de “Outcast”, atração do mesmo criador de “The Walking Dead”. E só depois ele deve voltar para o Brasil, visando rodar para o suspense “Os Enforcados”.
Volta de The Walking Dead ganha trailer oficial legendado
O canal Fox divulgou a versão oficial do trailer legendado da volta de “The Walking Dead”. E se o tema da primeira parte foi a submissão de Rick (Andrew Lincoln) e demais sobreviventes à Negan (Jeffrey Dean Morgan), a segunda parte encaminha os personagens para o confronto, mostrando um apelo de Rick para Ezekiel (Khary Payton) se juntar à rebelião. Como a série vem seguindo bem perto os quadrinhos, a união das comunidades de Alexandria, Hilltop e o Reino contra os Salvadores de Negan conduz ao arco intitulado “All Out War” (guerra total). A segunda metade da 7ª temporada de “The Walking Dead” começa em 12 de fevereiro, com transmissão no Brasil pelo canal Fox e Fox Action (sem intervalos).












