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    William Friedkin dará aula de cinema durante a Mostra de São Paulo

    7 de outubro de 2016 /

    O veterano cineasta americano William Friedkin, de 81 anos, vem ao Brasil para participar da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo. Além de ser homenageado com uma retrospectivas de seus clássicos, ele vai ministrar uma aula de cinema durante a mostra. A aula acontecerá no dia 22 de outubro, no Cinearte, antes da exibição de um de seus filmes. A retrospectiva programada para a mostra incluirá “Operação França” (1971), “O Exorcista” (1973), “O Comboio do Medo” (1977), “Parceiros da Noite” (1980), “Viver e Morrer em Los Angeles” (1985), “Possuídos” (2006) e “Killer Joe – Matador de Aluguel” (2011). Todos excelentes. A 40ª edição da Mostra de São Paulo acontece entre 20 de outubro a 2 de novembro.

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    Kleber Mendonça Filho pede exoneração de fundação do governo federal

    7 de outubro de 2016 /

    O diretor Kleber Mendonça Filho (“Aquarius”) entregou na quarta-feira (6/10) uma carta com pedido de exoneração da coordenadoria de cinema da Fundação Joaquim Nabuco. Mesmo assim, manteve agendados compromissos em Los Angeles e San Francisco, onde participará de debates e reuniões de trabalho relevantes às atividades da curadoria do Cinema da Fundação Joaquim Nabuco, segundo autorização que havia recebido anteriormente da autarquia, registrada no Diário Oficial da União. A viagem aproveitaria sua participação no Festival de Nova York, onde será exibido seu filme “Aquarius”. O vazamento de seu pedido de exoneração o pegou de surpresa. “Estou num avião indo para NY. Está tudo certo. Preciso de tempo para projetos de cinema e já pensava nisso há 2 anos”, disse Kleber, por mensagem de texto, ao ser procurado pela reportagem do Jornal do Commercio, de Recife. “Não era nunca para sair matéria antes de eu me explicar, vai ficar destorcido”, lamentou. “Vão fazer especulações em cima de basicamente zero”. Kleber atuava na autarquia ligada ao Ministério da Educação há 18 anos. O afastamento, segundo o cineasta, se deve à necessidade de se dedicar “a projetos de cinema”. Na carta, segundo apurou o Jornal do Commercio, ele não se refere ao fato de não reconhecer o “governo ilegítimo” do qual o Ministério da Educação faz parte. O cineasta adiantou que vai se pronunciar pelas redes sociais assim que chegar à Nova York. Entre os amigos mais próximos, a notícia já era esperada desde que o cineasta protestou contra um “golpe de estado”, convocando o mundo a se posicionar diante do fim da democracia no Brasil, durante a estreia de “Aquarius” no Festival de Cannes, e veio à tona que ele era funcionário de uma instituição do governo federal. Dias antes do protesto de tapete vermelho, o presidente anterior da Fundaj, Paulo Rubem Santiago, pediu demissão por não reconhecer a legitimidade de Michel Temer. O atual presidente da Fundaj, Luiz Otavio Cavalcanti, emitiu um comunicado se manifestando sobre a carta de exoneração, na qual diz que “respeita a decisão do cineasta Kleber Mendonça de entregar o cargo por considerar este um ato pessoal”. E ressalta: “O mesmo respeito com que tratou a decisão de Kleber Mendonça de permanecer no cargo durante os cinco meses da atual gestão”.

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    Suspense intenso de No Fim do Túnel comprova a boa fase do cinema argentino

    7 de outubro de 2016 /

    O cinema argentino, já há algum tempo, mostra força e boa comunicação com o público brasileiro. Tem uma produção diversificada, que vai do cinema de gênero a filmes-cabeça, com maiores pretensões artísticas e que visam a estimular a reflexão. Tem também comédias para consumo fácil. Geralmente com tramas bem urdidas, reveladoras da qualidade dos roteiros, talvez o ponto forte do cinema dos hermanos. “No Fim do Túnel” é um desses exemplos do bom cinema de gênero. É um thriller que mantém o público em tensão permanente, nas suas duas horas de projeção. Mas não joga areia nos olhos de seus espectadores. Mantém um clima de suspense constante, em função do que vai ou do que pode acontecer, mesmo nos instantes de calmaria aparente. É um filme empolgante naquilo a que se propõe. Os elementos que compõem a narrativa não chegam a ser originais. Um quarto numa casa é alugado, enquanto um grupo de bandidos constrói um túnel para realizar um grande roubo no banco, passando por baixo da casa sem despertar suspeitas. O morador e dono da casa é um cadeirante com uma vida solitária, mas com talento especial para lidar com elementos tecnológicos, como aparelhos de som e equipamentos de escuta e gravação. Condição necessária para que ele possa intervir no plano dos bandidos. Sua condição de vida, porém, também é mexida pela personagem que aluga o tal quarto: uma mulher jovem, que trabalha como stripper, e sua filhinha, que aparentemente não consegue mais falar. Os destinos que se cruzarão não serão apenas o do herói-cadeirante e o dos bandidos, mas o dele e o delas. A trama se sofistica e produz um interesse extra. A condição de herói-cadeirante que tem Joaquín (Leonardo Sbaraglia) mostra a ideia de que uma deficiência física não é capaz de limitar a ação inteligente, brilhante, de um personagem como ele. E produz sequências de tirar o fôlego, visualmente requintadas, ao longo da trama. Como é possível enfrentar as situações, movendo-se numa cadeira de rodas, até entrando, andando e saindo de um túnel em construção, por exemplo? Com malfeitores ao lado e lutando contra o tempo. Ufa! Leonardo Sbaraglia, bastante conhecido por seu papel em “Relatos Selvagens”, está também em “O Silêncio do Céu”, em cartaz nos cinemas. A cada filme, ele reafirma seu grande talento como ator. Nesse, exigindo uma perícia em cenas com cadeira de rodas e sem poder movimentar as pernas, o que é notável. Outro grande ator argentino, o veterano Federico Luppi (ainda em cartaz em “A Passageira”), está em “No Fim do Túnel”, num papel menor, como um policial que atua no mundo do crime (outra questão interessante de ser mostrada). É sempre bom vê-lo em cena. Mas os demais integrantes também dão conta de seus papeis: Clara Lago (“Fim dos Tempos”), como a stripper Berta, que convive com Joaquín na casa, Pablo Echarri (“Papéis ao Vento”), vivendo o ladrão Galereto, que comanda a turma no túnel, e até a menina que faz Betty, Uma Salduende, com seu comportamento estranho e limitado em cena. O jovem diretor Rodrigo Grande (“Historias Breves 2”), que é também roteirista, assina um excelente trabalho, envolvente, tenso, instigante, e com uma trama recheada de elementos que acrescentam coisas importantes à história central e a tornam muito mais interessante, sem perder o foco.

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    Tô Ryca! recicla história conhecida em busca do grande público

    7 de outubro de 2016 /

    Há filmes que funcionam mais como um estudo antropológico do que para serem apreciados por suas qualidades. É mais ou menos o caso de “Tô Ryca!”, de Pedro Antonio, que se assume popularesco mais do que popular, que pretende dar voz a uma parcela pobre da sociedade que vai ao cinema e vai gostar de se ver na tela, nem que seja nos pequenos dramas de não ter crédito para colocar no celular ou de só poder ligar para alguém da mesma operadora. Dá para ficar pensando como esse tipo de situação será visto daqui a dez anos. Herdeiro das comédias que tratam de pessoas pobres em contraste com pessoas ricas ou mais sofisticadas, “Tô Ryca!” remete às chanchadas dos anos 1950. Mas ultimamente essa obsessão pelo dinheiro aparece cada vez mais presente, em filmes como “Até que a Sorte nos Separe” (2012), “Vai que Cola” (2015) e “Um Suburbano Sortudo” (2016). Diz muito sobre a nossa sociedade. Ou nosso cinema. Refletindo como as pessoas parecem mais interessadas em futilidades que conteúdo. Na trama extremamente simples, que funciona mais como um jogo, Selminha (Samantha Schmütz) é uma moça humilde que trabalha como frentista e vive reclamando da pobreza com sua melhor amiga Luane (Katiuscia Canoro). Até o dia em que ela recebe uma proposta de herança de um velho familiar. Ela teria que gastar R$ 30 milhões em um intervalo de um mês sem dizer a ninguém sobre isso e sem adquirir nenhum bem. A tarefa se mostra mais difícil do que ela imagina, como bem sabe quem já assistiu “Chuva de Milhões” (1985), que é basicamente a mesma história – inclusive no numerário e na parte política. “Tô Ryca!” quase consegue atingir um certo grau de decência graças à presença de Marcelo Adnet, que interpreta o político da linha conservadora desta “versão”, um “homem de bem”. Como Adnet é muito inteligente na criação dos mais variados tipos, ele se mostra muito à vontade no papel. É pequena a sua participação, mas é marcante, especialmente no terço final. É possível dar boas gargalhadas na cena do debate para prefeito do Rio de Janeiro entre ele e Selminha, a tal moça que tem a possibilidade de ficar milionária. O filme não é tão feio quanto aparenta, com seu elenco do programa “Zorra Total”, nem é uma tortura como muitos possam imaginar. É um filme que tem agradado ao grande público, que sai da sessão feliz. Além do mais, é uma das últimas vezes em que se poderá ver Marília Pêra no cinema. Ainda que por pouquíssimos minutos.

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    Meu Amigo, o Dragão é um E.T. para a nova geração

    7 de outubro de 2016 /

    A Disney segue na onda dos remakes de sucessos do estúdio. Mas diferente de “Cinderela”, “Malévola” e “Mogli, O Menino Lobo”, “Meu Amigo, o Dragão” não veio exatamente de uma animação. O filme de 1977, dirigido por Don Chaffey, foi feito com atores de carne e osso e somente a criatura era personagem de desenho animado. Além disso, a versão de 2016, dirigida por David Lowery (“Amor Fora da Lei”), dispensa a nostalgia, já que é fácil se desapegar do original, que pode ter agradado a criançada da época, mas não virou um clássico. A nova leitura é até um pouco mais adulta perto daquilo. Apesar da produção ser assumidamente infantil – e da Disney –, Lowery aposta em músicas pop carregadas de dor de cotovelo, que entrariam muito bem nos ápices dramáticos de séries como “Grey’s Anatomy”, e privilegia momentos silenciosos de pura contemplação, que podem deixar alguns adultos e adolescentes um pouco entediados. Mas não tira o foco das crianças, que são muito mais inteligentes que a geração do filme original. O nível de concentração da garotada de hoje em dia é surpreendente e Lowery usa isso muito bem, alternando sequências reflexivas com o eterno sonho infantil de ter um “amigãozão” para toda hora, que, no caso, não tem nada de imaginário. Sobre o contexto por trás da reflexão, deve entrar na cabeça das crianças de alguma forma o que Lowery e a Disney querem dizer: o dragão de Pete (o ótimo menino Oakes Fegley) é uma metáfora para o período de luto, um rito de passagem entre a perda e sua aceitação para, enfim, seguir em frente. Não é spoiler, porque o dragão existe no filme. Mas atenção ao seu significado. O amigão de Pete funciona da mesma forma que o “E.T.”, de Steven Spielberg, representava a passagem da infância para a vida adulta – o protagonista interpretado por Henry Thomas, no clássico de 1982, havia sido abandonado pelo pai e termina a aventura como uma pessoa completamente diferente e muito mais madura -, só que adaptada para o luto. Talvez este seja o problema de “Meu Amigo, o Dragão”: lembrar outros filmes similares (não por ser remake) sem adicionar nenhuma novidade marcante. Mas não é, longe disso, uma perda de tempo. Se não dá novo fôlego à fórmula, tampouco a desgasta, apenas comprova pela enésima vez a eficiência de seu apelo junto ao público. É um, digamos, herdeiro digno da tradição de “E.T.”, “Onde Vivem os Monstros” e outros similares. O filme é bom, simpático, pode entreter, emocionar e pregar os tradicionais valores familiares da Disney, graças especialmente ao diretor, que sabe contar sua história com paciência e habilidade para envolver os espectadores. No elenco, além do pequeno Oakes Fegley, vale ainda destacar o veterano Robert Redford, mais leve e se divertindo na tela como há muito tempo não se vê. Mas quem rouba a cena é mesmo o dragão verde. Muito mais por curiosa caracterização, como um animal de estimação criado por efeitos visuais. Sim, ele é um dragão, mas poderia ser um cachorro gigante, porque simplesmente age como o melhor amigo do homem. Ou, no caso, da criança.

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    Regina Casé revela que fará outro filme com a diretora de Que Horas Ela Volta?

    7 de outubro de 2016 /

    A atriz Regina Casé revelou que vai voltar aos cinemas. A novidade foi anunciada durante o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro. Ao agradecer seu prêmio de Melhor Atriz por “Que Horas Ela Volta?”, de Anna Muylaert, ela contou: “Há duas semanas a Anna me ligou e falou que tinha um outro filme pra gente fazer”. Regina não deu mais detalhes sobre o projeto. Após “Que Horas Ela Volta?”, a diretora Anna Muylaert já lançou “Mãe Só Há Uma” e trabalhou num documentário sobre o Impeachment de Dilma Rousseff, que ainda não tem previsão de lançamento.

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    Star Wars: Conheça as atrizes que disputam o principal papel feminino no filme de Han Solo

    7 de outubro de 2016 /

    A Disney começou a fazer testes de elenco para definir a protagonista feminina de seu próximo spin-off da franquia “Star Wars”, o longa focado na juventude de Han Solo. Segundo o site da revista Variety, a disputa está acirrada entre as atrizes Zoë Kravitz (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Naomi Scott (do vindouro “Power Rangers”) e Tessa Thompson (“Creed: Nascido para Lutar”). As três se encontraram com os diretores Phil Lord e Chris Miller em Londres nos últimos dias e uma delas irá contracenar com Alden Ehrenreich, intérprete de Han Solo na aventura. Os diretores também avaliaram jovens talentos para o papel de Lando Calrissian, que, segundo rumores, estaria perto de ser definido com a contratação Donald Glover – os testes teriam apenas consolidado a decisão. A previsão de início das filmagens do spin-off é janeiro, por isso o elenco deve ser anunciado em breve. Escrito por Lawrence Kasdan (“Star Wars: O Despetar da Força”) e seu filho Jon (“A Primeira Vez”), o filme de Han Solo estreia em maio de 2018.

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    Ashton Kutcher e Mila Kunis serão pais de um menino

    7 de outubro de 2016 /

    O ator Ashton Kutcher revelou em uma entrevista para o programa Today que o seu segundo filho será um menino. “Eu estou um pouco assustado para ser honesto. É intensamente assustador”, ele contou, sobre como se sente sobre o segundo filho de seu casamento com Mila Kunis. O ator também comentou que sua filha, Wyatt Kutcher, de 2 anos, tem uma pequena noção de que terá um irmão. “Ela aponta para a barriga de Mila e diz: ‘Irmãozinho’. E então ela aponta para o pai e diz: ‘Cerveja'”, comentou ele. “Eu acho que ela entende que tem algo na barriga, mas eu não sei se ela sabe que não vai ser uma boneca de plástico”, continuou. Ashton e Mila anunciaram recentemente a segunda gestação da atriz. Os atores se conheceram quando fizeram juntos a série “That ’70s Show” nos anos 1990, em que viveram namorados. Na vida real, o namoro só começou em 2012. E virou casamento desde o ano passado.

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    Teen Wolf: Stiles é raptado e esquecido no trailer da temporada final

    7 de outubro de 2016 /

    O canal pago americano MTV divulgou o novo trailer da 6ª e última temporada de “Teen Wolf”. A prévia apresenta um novo vilão de rosto desfigurado, que tem a capacidade de fazer suas vítimas serem esquecidas pela família e amigos. E logo fica claro que Stiles (Dylan O’Brien) é seu principal alvo. Raptado, ele começa a desaparecer da lembrança dos amigos. Ironicamente, outra personagem foi esquecida pelos produtores. A atriz Arden Cho, intérprete de Kira Yukimura, não retornará para a temporada final, juntando-se à lista numerosa de atores que saíram da série entre as temporadas e sem maiores explicações para o público. Apenas Crystal Reed, que viveu Alisson Argent, teve seu destino mostrado diante das câmeras. O resto simplesmente sumiu da trama, deixando a série cheia de buracos narrativos. Entre os atores que evaporaram, estão Colton Haynes (intérprete de Jackson Whittemore), Tyler Hoechlin (Derek Hale), Orny Adams (Treinador Finstock), Daniel Sharman (Isaac) e os gêmeos Max e Charlie Carver (um deles morreu em cena, o outro sumiu). Em compensação, Cody Christian (Theo), cujo personagem foi dado como morto, estará de volta. A 6ª temporada estreia em 15 de novembro nos EUA.

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    Diretor de Hairspray vai filmar continuação de Encantada

    7 de outubro de 2016 /

    A Disney está negociando com o diretor de “Hairspray” para comandar a sequência de “Encantada”. Não, não é John Waters, o que seria no mínimo bizarro, mas provavelmente muito divertido. O estúdio está prestes a fechar com Adam Shankman, que dirigiu o remake musical de “Hairspray” em 2007. Grande sucesso de 2007, “Encantada” trazia Amy Adams no papel de Giselle, uma princesa de desenho animado, que está prometida a um lindo príncipe (James Marsden), quando é empurrada por uma bruxa malvada para um poço negro e profundo, que a leva a um mundo horrível e repleto de perigos, chamado Nova York. Lá, ela ganha formas reais e sofre para se adaptar, mas acaba descobrindo como viver feliz para sempre ao encontrar um advogado (vivido por Patrick Dempsey). A sequência vai se chamar “Disenchanted” em inglês, que significa literalmente Desencantada. Em desenvolvimento desde 2010, a história deve encontrar Giselle muitos anos depois do primeiro filme, questionando sua felicidade e agindo de forma a alterar a vida de todos, no mundo de fantasia e no mundo real. Amy Adams ainda não foi confirmada, mas a Disney deve negociar com a atriz para a sequência, que deve começar a ser filmada em 2017.

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    American Idiot: Disco da banda Green Day vai virar filme da HBO

    7 de outubro de 2016 /

    Ponto alto da carreira da banda Green Day, o disco “American Idiot” já tinha sido transformado em um musical da Broadway, que se excursionou pela Europa e ganhou até a sua versão no Brasil. E agora, o líder da banda, o cantor Billie Joe Armstrong, confirmou que ele vai virar um filme do canal pago HBO. “Esse é o plano sim. Temos o Ok da HBO, e o script está passando por algumas modificações aqui e ali, então não tenho certeza de quando iremos começar a gravar, mas definitivamente as coisas estão acontecendo no momento”, ele contou, em entrevista à revista britânica NME. Lançado em 2004, o álbum tem o formato de uma ópera-rock, contando uma história por meio de suas 13 faixas, dentre elas hits como “American Idiot”, “Boulevard Of Broken Dreams” e “Wake Me Up When September Ends”. O projeto de transformar sua narrativa num filme existe desde 2011 e Tom Hanks chegou a estar associado como produtor. Além de ter escrito as músicas, Billie Joe também deve estrelar a produção, assumindo o papel de St. Jimmy, como o fez em algumas ocasiões na Broadway. O cantor fará sua estreia como protagonista de cinema na comédia “Ordinary World”, que chega em 14 de novembro nos cinemas dos EUA. Veja o trailer aqui.

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    Game de tiros Gears of War vai virar filme

    6 de outubro de 2016 /

    O game de tiro “Gears of War” vai virar filme, revelou Rod Fergusson, chefe do estúdio The Coalition e responsável pelo novo jogo “Gears of War 4”. A versão para cinemas será uma parceria entre Microsoft e os estúdios Universal, com produção de Scott Stuber (“Ted”, “Um Espião e Meio”) e Dylan Clark (“Planeta dos Macacos: A Origem”). Em fase inicial de planejamento, o filme ainda não tem diretor ou roteirista, muito menos previsão de lançamento. Também não foi confirmado se a produção levará para os cinemas a história do game ou terá uma trama original. Na franquia “Gears of War”, o jogador controla Marcus Fenix, um soldado que precisa liderar o exército de humanos contra uma horda de monstros conhecidos como Locusts. Fergusson deu entender que a trama será diferente. “Eu acredito que seja preciso deixar os filmes serem filmes. Eles tem públicos diferentes dos games. Inclusive, eu acho que os filmes baseados em games fracassaram no passado porque tentaram ser filmes para ‘gamers'”, ele ponderou, em entrevista para a revista Variety. “Se você tem uma ótima franquia com um universo profundo, que rende várias histórias interessantes, é ótimo, mas se você for atrás apenas do público de games, então ele não será um filme bem-sucedido”. De todo modo, não é a primeira vez que “Gears of War” é cotado para virar filme. Em 2007, logo após o primeiro game da série ser lançado, o estúdio New Line anunciou que trabalhava em uma adaptação, mas o projeto não foi adiante. Fãs da franquia não precisarão esperar muito por novidades. O esperado novo game chega às lojas na próxima semana. “Gears of War 4” vai seguir os acontecimentos dos jogos anteriores e acompanhar JD Fenix, filho de Marcus Fenix, em uma batalha contra novos monstros. O jogo será lançado em 11 de outubro para Xbox One e Windows 10.

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    Blade Runner: Warner divulga foto de bastidores e o título da continuação da sci-fi clássica

    6 de outubro de 2016 /

    A Warner Bros divulgou a primeira foto dos bastidores da continuação de “Blade Runner” e revelou seu título. O filme vai se chamar “Blade Runner 2049”, numa referência ao ano em que a história se passa. A foto reúne os protagonistas e os diretores da franquia numa discussão em que Harrison Ford parece o mais animado. Intérprete de Rick Deckard no primeiro “Blade Runner”, ele vai voltar na sequência, que será estrelada por Ryan Gosling (“Dois Caras Legais”) e dirigida por Denis Villeneuve (“A Chegada”). Diretor do longa original, Ridley Scott continua a bordo como produtor. O elenco ainda inclui Jared Leto (“Esquadrão Suicida”), Robin Wright (série “House of Cards”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Mackenzie Davis (série “Halt and Catch Fire”), a cubana Ana de Armas (“Bata Antes de Entrar”), a holandesa Sylvia Hoeks (“O Melhor Lance”) e a suíça Carla Juri (“Zonas Úmidas”). Até o momento, pouco (ou quase nada) se sabe sobre o enredo da história, que foi escrita por Hampton Fancher (do primeiro “Blade Runner”) e Michael Green (“Lanterna Verde”) e se passa décadas após o enredo do longa dirigido por Ridley Scott em 1982 – a primeira adaptação de um conto do celebrado escritor Philip K. Dick.

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