A Cura: Trailer legendado enigmático assinala volta do diretor de O Chamado ao terror
A Fox divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado de “A Cura” (A Cure for Wellness), que marca o retorno do cineasta Gore Verbinski (franquia “Piratas do Caribe”) ao terror, 15 anos após “O Chamado” (2002). A prévia destaca a bela fotografia, mas se prova enigmática, sem adiantar detalhes além da locação, uma clínica estilo spa. A trama acompanha Dane DeHaan (“O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro”), que vai a um spa europeu para encontrar seu chefe, que está hospedado lá. Mas logo descobre que o local tem um propósito muito mais sinistro do que apenas servir os seus pacientes. A atriz Mia Goth (“Ninfomaníaca: Volume 2”) tem destaque no elenco como uma das pacientes. Na produção, Verbinski volta a trabalhar com o roteirista Justin Haythe, responsável por “O Cavaleiro Solitário” (2013), cujo fracasso abalou a carreira de ambos. A estreia está marcada para 16 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Logan: Primeiro trailer do novo filme de Wolverine é belo e sombrio
A Fox divulgou o trailer legendado de “Logan”, o terceiro filme solo de Wolverine. A prévia é bela e sombria, evocando o clima de um western moderno, em que Wolverine (Hugh Jackman), já envelhecido, vive um fora-da-lei perseguido por pistoleiros implacáveis. A perseguição também inspira cenas de road movie, com imagens alaranjadas por areia de estradas desertas. Tudo ao som de Johnny Cash. A premissa ganha contornos mais nítidos no diálogo com o Professor Xavier (Patrick Stewart) que alinhava as cenas, situando a ação num futuro em que os mutantes foram exterminados e definindo a missão do herói: proteger uma jovem mutante, que é “muito parecida” com o próprio Wolverine. Interpretada pela jovem Dafne Keen (série “The Refugees”), boatos indicam que ela seja X-23, o clone feminino do herói. Há trechos, ainda, que aludem a um final triste para o Professor. Quem os persegue é o vilão Donald Pierce, interpretado por Boyd Holbrook (série “Narcos”), e seu grupo de mercenários ciborgues, denominados Carniceiros (Reavers). Ou seja, uma trama simples e direta, quase antítese da ambição desproporcional de “X-Men Origens: Wolverine” (2009), primeiro e pior filme do personagem. O roteiro é de Michael Green (“Lanterna Verde”) e do estreante David James Kelly, e a direção está mais uma vez a cargo de James Mangold, responsável pelo filme anterior, “Wolverine – Imortal” (2013). A estreia está marcada para 2 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
O Mestre dos Gênios destaca o pouco incensado trabalho do editor literário
Em cinebiografias voltadas a grandes nomes da literatura, a singularidade de um escritor está sempre atrelada ao seu estilo de vida um tanto conturbado, geralmente encontrando em seus reveses a inspiração para a concepção de um novo livro. No entanto, há um agente intermediário sempre esquecido, aquele que desempenha uma função definitiva para a forma que uma obra literária toma antes de chegar ao público: o editor. A memória pode nos enganar, mas “O Mestre dos Gênios” deve ser o único filme em que um editor tem um nível de importância maior que a de um notável escritor. E esse personagem vem a ser uma figura real: Maxwell Evarts Perkins (Colin Firth), britânico que apostou em nomes como Ernest Hemingway (Dominic West) e F. Scott Fitzgerald (Guy Pearce). Os autores de “Adeus às Armas” e “O Grande Gatsby” seriam escolhas óbvias para assumirem o protagonismo de “O Mestre dos Gênios” ao lado de Maxwell, mas o diretor estreante Michael Grandage (de vasta experiência teatral) preferiu, junto com o roteirista John Logan (dos últimos “007”), se basear em um livro de A. Scott Berg que relata a relação do editor da Scribner com Thomas Wolfe (Jude Law) iniciada em 1929, ano em que entrega a ele centenas de páginas que se transformariam no best-seller “Look Homeward, Angel”. Os biógrafos de ambos afirmam que o convívio foi além do profissional, partindo para uma amizade quase obsessiva. Não se tratava de paixão mútua, mas de admiração por mentes igualmente brilhantes, com Maxwell sabendo exatamente como agir para organizar o tumulto intelectual de Thomas Wolfe. Uma dinâmica na qual “O Mestre dos Gênios” sugere ter quase arruinado o casamento de Maxwell com Louise Perkins (Laura Linney) e de Wolfe com a figurinista Aline Bernstein (Nicole Kidman, em parceria com Grandage continuada em “Photograph 51”, peça apresentada em Londres no ano passado sobre a cientista Rosalind Franklin). Com 43 anos, Jude Law é velho demais para dar vida a um Thomas Wolfe apresentado inicialmente aos 27 anos. Ainda assim, a efervescência que traz ao papel contrabalanceia perfeitamente a discrição a qual Colin Firth se notabilizou ao viver os seus melhores personagens. Essa sintonia, somada ao diferencial de conferir maior importância a alguém sempre eclipsado quando se discute a genialidade de um escritor, favorece o registro de Michael Grandage, que foi sábio ao dar ao seu filme um caráter mais afetuoso e menos deslumbrado.
A Maldição da Floresta explora terror pagão com clima onírico
A safra de filmes de horror contemporâneo lançados no circuito anda tão em fraca que, quando surge algum trabalho que seja ao menos diferente, que fuja do lugar comum, já inspira festa. Este é o caso de “A Maldição da Floresta” (2015), produção que se passa na Irlanda, mas que também conta com dinheiro inglês e americano. A história companha um casal com um filho pequeno, que se muda para uma região rural da Irlanda, próxima a uma floresta que é considerada amaldiçoada e cheia de criaturas malignas, como dizem os moradores. Interessante como florestas continuam servindo de inspiração para o gênero, do melhor filme de horror deste ano, “A Bruxa”, ao pior, “A Bruxa de Blair”. Até o Brasil explorou o tema, com “A Floresta de Jonathas” (2012), de Sergio Andrade. Quanto ao filme em questão, seu mérito consiste em saber esconder as criaturas, até certo ponto, e assim torná-las mais assustadoras, mas também na coragem de explicitá-las quando chega a hora, o que acaba aproximando “A Maldição da Floresta” do tipo de cinema de horror que se fazia nas décadas de 1970 e 80, quando se trabalhava pouco ou quase nada com computação gráfica. A estreia na direção de Corin Hardy é muito bem-vinda, cheia de elementos sobrenaturais que fogem dos estereótipos do terror cristão, predominantes hoje em dia. E este tipo de cinema mais pagão ainda causa estranheza, permitindo que ganhe a aparência de uma espécie de pesadelo filmado. O clima onírico predomina e algumas cenas ficam grudadas na memória, como a tentativa do protagonista de dirigir na estrada, o olho na fechadura, ou a busca desesperada da mãe pelo filho capturado pelas criaturas. São cenas que, ainda que numa obra irregular, acabam demonstrando o talento do diretor. Além de alguns curtas-metragens no currículo, Hardy também fez alguns videoclipes antes de se lançar no cinema. Talvez o mais conhecido deles seja o que ele fez para o Keane, para a canção “Somewhere Only We Know”. Por “A Maldição da Floresta”, ele chegou a ganhar alguns prêmios em festivais de cinema fantástico, como o Screamfest e o Toronto After Dark. E embora passe longe de ser um filme perfeito, pareceu razoável o suficiente para chamar a atenção de Hollywood e dar ao diretor um grande orçamento para seu próximo filme – o amaldiçoado remake de “O Corvo” (1994).
Estreias: O Contador e Ouija deixam a programação tensa nos cinemas
A Mostra de São Paulo deixou o clima tenso nos cinemas. Evidenciando a concentração do circuito alternativo no parque exibidor paulista, a quantidade de lançamentos diminuiu drasticamente nesta semana, com apenas seis estreias. Cinco são produções americanas e as que ocupam mais salas de shoppings provocam aflição. O suspense “O Contador” estreia no Brasil uma semana após abrir em 1º lugar nos EUA. A história de Bill Dubuque (“O Juiz”) chegou a figurar na Black List, a lista dos melhores roteiros não filmados de Hollywood, mas é o maior problema do longa, por partir da premissa que o autismo é capaz de transformar alguém numa perfeita máquina de matar, conduzido aos clichês dos thrillers de ação, quando parecia que engataria um suspense psicológico. Na trama, Ben Affleck (“Batman vs. Superman”) vive um contador aparentemente pacato, que tem como cliente algumas das mais perigosas organizações criminosas do mundo. Ciente que está sendo vigiado pela polícia federal (chefiada por J.K. Simmons, de “Whiplash”), ele decide desviar a atenção, aceitando um cliente legítimo: uma empresa de robótica de última geração. O problema é que uma assistente de contabilidade da companhia (Anna Kendrick, de “A Escolha Perfeita”) descobre uma discrepância envolvendo milhões de dólares. Isto leva o contador a mergulhar nos registros, mas, conforme se aproxima da verdade, a contagem de corpos começa a subir e a qualidade a cair. A crítica americana considerou apenas medíocre – 49% de aprovação na avaliação do site Rotten Tomatoes. Em estreia simultânea com os EUA, o terror “Ouija – Origem do Mal” sai-se melhor em sua iniciativa de provocar tensão, apesar do trailer já ter entregue a história completa. Passado nos anos 1960, este prólogo é superior e mais assustador que o longa que iniciou a franquia – o fraco “Ouija: O Jogo dos Espíritos” (2014). A trama acompanha uma mãe trapaceira (Elizabeth Reaser, da “Saga Crepúsculo”) que, com o auxílio de suas duas filhas, finge se comunicar com os espíritos para enganar clientes ricos. Até que decide comprar um jogo de tabuleiro Ouija para incrementar os negócios e um espírito real invade o corpo da filha menor. Escrito e dirigido por Mike Flanagan (“O Espelho”), que a cada filme comprova sua fama de mestre do terror moderno, a produção ainda resgata o sumido Henry Thomas, que há três décadas estrelou o clássico “E.T. – O Extraterrestre” (1982), como o padre que tenta ajudar as crianças. 88% de aprovação no Rotten Tomatoes. “A Nona Vida de Louis Drax” mistura um pouco de tudo, começando como drama médico para virar investigação policial e decidir encontrar uma solução de ficção científica para gerar suspense com elementos de terror sobrenatural. O resultado dessa mistureba é difícil de engolir – e o Rotten Tomatoes registrou a rejeição, com 40% de aprovação. Com direção de outro especialista em terror, o francês Alexandre Aja (“Piranhas”), a trama traz Jamie Dornan (“Cinquenta Tons de Cinza”) como um médico/cientista louco que usa uma invenção para tentar se comunicar com um menino em coma e descobrir se o acidente que o deixou no hospital foi criminal. Refletindo diversos lugares-comuns, já vistos em filmes como “A Cela” (2000) e “Aurora” (2012), o filme marca o primeiro roteiro assinado pelo ator Max Minghella, que trabalhou com Aja no terror “Amaldiçoado” (2013). O drama de época “O Mestre dos Gênios” tinha premissa promissora e, por isso, deixou a crítica frustrada, recebendo a mesma nota medíocre de “O Contador” no RT. Escrito por John Logan (“007 Contra Spectre”), narra a complicada relação de trabalho entre o escritor Thomas Wolfe (vivido por Jude Law, de “A Espiã que Sabia de Menos”) e seu primeiro editor, Max Perkins (Colin Firth, de “Kingsman – Serviço Secreto”), que lançou escritores icônicos como F. Scott Fitzgerald e Ernest Hemingway. Perkins percebeu o talento bruto no autor que ninguém queria publicar, mas precisou contornar a difícil personalidade de Wolfe e sua falta de disciplina para realizar um trabalho insano de edição e transformá-lo num escritor referenciado. Tudo isso a um enorme custo pessoal. Mas também há quem sustente que ele sufocou o talento cru do escritor, a ponto de a versão recuperada, sem edições, do manuscrito original de “Look Homeward, Angel” (1929) ser considerada superior ao texto editado. O filme não responde a esta questão. Longe de oferecer complicações e sustos, a comédia “Jovens, Loucos e Mais Rebeldes!!” oferece o melhor programa da semana. Ignore o título, que ao menos serve para referenciar “Jovens, Loucos e Rebeldes” (1993), que foi como se chamou o primeiro longa de Richard Linklater (“Boyhood”) lançado no Brasil. O novo trabalho é uma espécie de continuação espiritual daquele filme, que virou cult e lançou uma geração de novos astros de cinema – Ben Affleck, Matthew McConaughey, Milla Jovovich, etc. Mas enquanto aquele se passava nos anos 1970 e tinha como título original “Dazed and Confused”, música paranoica do Led Zeppelin, o novo se chama “Everybody Wants Some!!”, nome de uma canção festeira do Van Halen e acontece nos anos 1980. A trama gira em torno de um grupo de jovens amigos e segue o clima das comédias sexuais da época, “Porky’s” (1981), “O Clube dos Cafajestes” (1978) e “O Último Americano Virgem” (1982). Estão de volta os trotes, as drogas, a descoberta do sexo, a busca da identidade, a integração em grupo e outros elementos que marcam os melhores filmes do diretor, incluindo “Boyhood” (2014), além de uma recriação precisa de época e, quem sabe, até a revelação de uma geração de estrelas. A crítica americana riu junto, com 87% de aprovação. O último lançamento também é uma comédia. “Romance à Francesa” é exatamente o que se imagina de um filme com este título. Afinal, a comédia francesa atual virou clichê de si mesma, girando sempre em torno de infidelidades e relacionamentos a três. Anaïs Demoustier, que vive a Caprice do título original, inclusive já passou por situação similar numa comédia romântica melhor, “A Três Vamos Lá” (2015). A repetição entedia. E entristece, ao considerar que isso encontre tanto mercado no Brasil. Vale lembrar, ainda, que outra comédia lançada exclusivamente no Ceará na semana passada ganha o território nacional nesta quinta-feira: “O Shaolin do Sertão”, de Halder Gomes (“Cine Holliúdy”) – cuja crítica já pode ser lida aqui.
Mostra de São Paulo completa 40 anos com mais retrospectivas que destaques premiados
Na briga entre o Festival do Rio e a Mostra de São Paulo, o público cinéfilo continua a ser a maior vítima. Graças à exigência de exclusividade, filmes que passam no Rio não são exibidos para o público paulista e vice-versa. Entretanto, organizadores de ambos os eventos reclamam da dificuldade de formar suas programações grandiosas. A maior consequência dessa política se fez sentir na programação da Mostra de São Paulo, que, ao completar 40 anos, não terá, como vinha sendo tradição, o vencedor de algum festival top europeu. O vencedor de Berlim já passou pela capital paulista no festival É Tudo Verdade. Já os de Cannes e Veneza integraram o Festival do Rio. Assim, os destaques da Mostra 2016 são filmes que tiveram repercussão crítica, como “Elle”, de Paul Verhoeven, um dos títulos mais comentados de Cannes, mas que saiu do festival francês sem reconhecimento do juri da Palma de Ouro. Há também “A Garota Desconhecida”, o drama de pior recepção crítica da carreira dos irmãos Dardenne. Caso exemplar, o filme de Lav Diaz que venceu o Leão de Ouro em Veneza (“A Mulher que se Foi”) ficou com a organização carioca, enquanto seu outro longa de 2016 (“Canção para um Doloroso Mistério”), que “abriu novas perspectivas” em Berlim, vem a São Paulo. Mesmo assim, é possível garimpar obras premiadas, que estão inclusive cotadas para o Oscar, como “Animais Noturnos”, segundo filme do estilista Tom Ford, que levou o Grande Prêmio do Juri em Veneza, e “The Birth of a Nation”, vencedor do Festival de Sundance, que teve suas chances de premiação eclipsadas por um escândalo antigo da vida do diretor, roteirista e ator Nate Parker. De todo modo, não deixa de ser sintomática a ideia de exibir dois episódios de uma minissérie da TV durante o evento. Certo, Veneza também projetou os capítulos de “The Young Pope”, mas é diferente um festival italiano oferecer seu tapete vermelho para Paolo Sorrentino, um dos grandes cineastas do país, como Cannes já havia feito anteriormente com as minisséries “Carlos”, de Olivier Assayas, e “O Pequeno Quinquin”, de Bruno Drumont. Para dar crédito à Mostra, com o crescimento dos serviços de streaming, talvez este seja mesmo o futuro dos festivais: ampliar o espaço das narrativas serializadas. Para chegar nos mais de 300 títulos da programação já adiantada, boa parte das exibições será composta de retrospectivas. A principal delas será dedicada ao cineasta italiano Marco Bellocchio, que assina o pôster da 40ª Mostra. Ele virá para o evento, assim como o diretor americano William Friedkin, conhecido por filmes como “O Exorcista” e “Operação França”, que também serão exibidos em uma retrospectiva. Os dois cineastas ainda ministrarão uma masterclass de cinema. Além deles, haverá duas homenagens póstumas: ao cineasta Hector Babenco, morto em julho, e ao polonês Andrzej Wajda, falecido há menos de duas semanas. A tendência nostálgica se reforça com uma seleção de filmes que marcaram os 40 anos da Mostra e se completa com a escolha do clássico mudo “A General”, de Buster Keaton, como filme de encerramento.
A Fantástica Fábrica de Chocolate vai ganhar prólogo centrado na juventude de Willy Wonka
A Warner Bros adquiriu os direitos para desenvolver uma franquia a partir do clássico infantil “A Fantástica Fábrica de Chocolate” e, segundo o site da revista Variety, encarregou o produtor David Heyman, que produziu a franquia “Harry Potter” para o estúdio, de lançar um prólogo centrado na juventude de Willy Wonka. Segundo o site, o filme contará uma história da juventude do personagem, vivido por Gene Wilder no filme de 1971 e Johnny Depp no remake de 2005, antes dele se tornar o excêntrico dono da fantástica fábrica de chocolate. Se o prólogo virar um hit, a publicação afirma que Charlie, o garotinho que encontrou o bilhete dourado, pode aparecer num segundo filme. Afinal, Roald Dahl escreveu dois livros sobre o menino, “A Fantástica Fabrica de Chocolate” (de 1964) e “Charlie e o Grande Elevador de Vidro” (1972) – mas nenhum específico sobre Wonka. O roteiro do prólogo será escrito por Simon Rich (“Divertida Mente”) e ainda não há data de estreia prevista. Vale lembrar que Wilder, o intérprete original de Wonka, morreu em agosto e nunca aprovou o remake. Ele resumiu sua opinião sobre o filme dizendo: “É um insulto”.
Campanha de Anna Kendrick para interpretar Robin é levada a sério e se torna viral
Uma brincadeira de Anna Kendrick, com a cumplicidade de Ben Affleck, acabou tomando proporções virais. Tudo porque a atriz apareceu com um traje estilizado de Robin para uma entrevista da MTV, ao lado de Affleck, intérprete de Batman nos filmes da DC Comics. Veja baixo. Os dois trabalharam recentemente juntos no suspense “O Contador”, que estavam promovendo na entrevista. Mas Kendrick não perdeu a oportunidade de brincar, lançando campanha para viver Robin no filme solo de Batman, que será estrelado, escrito e dirigido por Affleck. Vale lembrar que duas mulheres já viveram Robin nos quadrinhos. A mais famosa é Carrie Kelly, da minissérie “Cavaleiro das Trevas”, de Frank Miller, mas Stephanie Brown também usou o uniforme do Menino Prodígio, antes de virar a nova Batgirl. Em recente entrevista ao site BadTaste, Kendrick falou sobre as reações dos fãs, que encamparam a ideia. ”Está sendo bem interessante! Fizemos aquele vídeo para a MTV, e obviamente estávamos apenas brincando, mas sim, é legal que os fãs estejam levando à sério, pelo menos eu acho.” Até mesmo Joe Manganiello “entrou na onda”, ao publicar uma foto ao lado de Kendrick com a legenda ”Exterminador e Robin” (também abaixo). O ator, claro, vai interpretar o vilão Exterminador no filme do Batman, que ainda não tem previsão de lançamento. Mas quando o assunto foi parar nos trend topics do Twitter, ela achou que foi longe demais e resolveu ressaltar que era só brincadeirinha. “As pessoas que levaram a sério precisam dar uma longa olhada para si mesmos”. #Deathstroke and #Robin #MoheganSun20 Uma foto publicada por Joe Manganiello (@joemanganiello) em Out 15, 2016 às 8:26 PDT
Transformers: Fotos e vídeos revelam grande batalha medieval no set da produção
Depois de ir para a pré-história num flashback de “A Era da Extinção” (2014), a franquia “Transformers” vai para a Idade Média em “O Último Cavaleiro”. Fotos e vídeos feitos por paparazzi e curiosos registraram a produção de cenas grandiosas, em que dezenas de figurantes parecem à caráter, de armadura e a cavalo, participando de uma batalha medieval em Surrey, no interior da Inglaterra. Ao captar explosões, os vídeos também revelam que… se Transformers são tão antigos quanto os dinossauros, logicamente venceram as Cruzadas. Com Michael Bay comandando o estrago histórico, “Transformers: O Último Cavaleiro” estreia no dia 22 de junho de 2017.
Cinebiografia da cantora Elis Regina ganha trailer e fotos
A Downtown Filmes divulgou o primeiro trailer, as fotos e o pôster de “Elis”, cinebiografia da cantora Elis Regina. A prévia chama logo atenção para o desempenho de Andréia Horta (de “Liberdade, Liberdade”), que fisicamente não é parecida com a diva da MPB, mas se transforma nela conforme incorpora o gestual, a atitude e o riso gengival que virou marca registrada da cantora. Não por acaso, ela venceu o Kikito de Melhor Atriz pelo papel, no Festival de Gramado deste ano. O vídeo também pincela alguns momentos marcantes de sua carreira, do deboche sofrido como “cantora de churrascaria” – preconceito por ser gaúcha – até a consagração com a criação de um novo gênero musical para classificar seu talento, uma tal de MPB. Também há passagens de explosões de seu gênio difícil, que lhe rendeu o apelido de “Pimentinha”, e sua difícil relação com a ditadura militar. “Elis” também foi eleito o Melhor Filme na votação do público de Gramado, e ainda venceu o Kikito de Melhor Montagem (Tiago Feliciano). O filme marca a estreia em longas do diretor Hugo Prata (da série infantil “Castelo Ra-tim-bum”), e foi escrito por Luiz Bolognesi (“Bicho de Sete Cabeças”) e Vera Egito (“À Deriva”), com participação do próprio Prata. No elenco, também estão Lucio Mauro Filho, como Miéle; Caco Ciocler, como César Camargo Mariano; Julio Andrade, como o dzi croquette Lennie Dale; Gustavo Machado, como Ronaldo Bôscoli e Zécarlos Machado, como Romeu, pai de Elis. Em participações especiais, aparecem ainda Rodrigo Pandolfo, como Nelson Motta; Isabel Wilker, como Nara Leão; e Icaro Silva, como Jair Rodrigues. A estreia está marcada para 24 de novembro.
Brad Pitt não fala com Angelina Jolie e nem vê seu filho mais velho desde o começo do divórcio
O ator Brad Pitt não vê seu filho mais velho, Maddox, desde que Angelina Jolie apresentou o pedido de divórcio no mês passado, afirma a revista americana People. Uma fonte próxima do casal indicou à revista que Pitt se reuniu em duas ocasiões com os outros filhos, mas que Maddox não estava presente em nenhuma delas. Segundo o TMZ, o Departamento de Infância e Serviços Familiares do condado de Los Angeles (Califórnia) chegou a abrir uma investigação após um suposto incidente registrado no avião particular da família em setembro, quando Pitt teria se excedido verbal e fisicamente com Maddox, de 15 anos. Mas a maior parte dos relatos que chegaram à imprensa eram exagerados – tipo, fofoca – , como investigações da polícia e do FBI, e acabaram desmentidos. Jolie e Pitt fizeram um acordo temporário pela custódia de seus seis filhos à espera da resolução definitiva de seu divórcio. Dessa maneira, a atriz fica com as crianças e o ator tem o direito de visitá-los periodicamente. Pelo acordo pactuado pelo casal, um terapeuta esteve presente no primeiro encontro do ator com as crianças depois da separação. Pitt, de 52 anos, e Jolie, de 41, seguem negociando sobre a resolução da custódia definitiva das crianças, por meio de seus advogados. Apesar do contato com as crianças, Brad não fala com Angelina desde que ela entrou com o pedido de divórcio, completou a matéria da People. Não é a primeira vez que a falta de comunicação entre o ex-casal é ressaltada pela mídia.
Lázaro Ramos e Taís Araújo estrelam novo clipe de Karol Conka
A rapper Karol Conka lançou o clipe da música “Maracutaia”, que é colorido como dita a tendência do funk brasileiro pós-Anitta. Enquanto ela canta, o vídeo ilustra a letra, que fala de um homem que se acha muito malandro para conquistar as mulheres, mas no fundo é um grande otário. A historinha é interpretada pelo casal Lázaro Ramos e Taís Araújo. “Obrigada pelo convite, Karol! Amamos a ideia e mais ainda participar desse novo momento da sua carreira!”, escreveu a atriz nas redes sociais. A direção é da dupla de publicitários Brendo Garcia e Adriano Gonfiantini.
#MeChamaDeBruna: Novos vídeos aumentam a temperatura da divulgação da série de Bruna Surfistinha
A Fox divulgou três novos vídeos quentes da série “#MeChamaDeBruna”, sobre a vida de Bruna Surfistinha. O material se explora a sensualidade da intérprete de Bruna/Raquel, a praticamente estreante Maria Bopp. Os vídeos são um convite ao voyeurismo, e combinam com a forma como a série é contada, usando o artifício do diário digital. Antes de cada episódio, Bruna/Raquel fala ao público por meio de uma câmera digital, como se estivesse ao vivo em um “vlog”, num recurso que mantém o tom de diário das memórias originais da Surfistinha, ao mesmo tempo em que atualiza a história para os dias de hoje. Na vida real, Rachel escrevia num blogue com o nome que a tornou famosa, mais tarde transformado no livro “O Doce Veneno do Escorpião”. O livro, por sua vez, inspirou o filme “Bruna Surfistinha” (2011), campeão de bilheterias nacional, e agora essa história chega na TV. A série foca no começo da carreira da garota de programa, concentram-se no período em que viveu num “privê” de São Paulo, mostrando seu cotidiano com as outras garotas do prédio, sua cafetina, o filho dela e a clientela do estabelecimento. O elenco também inclui Carla Ribas (“Aquarius”), Luciana Paes (“Mãe Só Há Uma”), Nash Laila (“Amor, Plástico e Barulho”), Jonathan Haagensen (“Cidade de Deus”), Stella Rabello (série “Tapas & Beijos”) e Perfeito Fortuna (“O Homem do Ano”), entre outros. “#MeChamaDeBruna” é uma produção da TV Zero, com direção de Marcia Faria (diretora assistente de “Diários de Motocicleta”, “Xingu” e “Chatô”) e estreou em 8 de outubro no canal pago Fox+. Os dois primeiros episódios também já estão disponíveis na plataforma FoxPlay.












